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Chuva nos 7 dias de Rock in Rio supera média de todo o mês de setembro no Rio


Capas de chuva ajudaram a proteger durante o Rock in Rio
Cristina Boeckel/ g1
Os sete dias de Rock in Rio registraram mais chuva do que a média para todo o mês de setembro na cidade do Rio de Janeiro. Dados do Sistema Alerta Rio, da prefeitura da capital fluminense, mostram que a estação meteorológica instalada no Parque Olímpico, na Zona Sudoeste, onde fica a Cidade do Rock, acumulou 81 milímetros de chuva durante o festival.
O volume supera a média de setembro para o local, que é de 80,3 mm.
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Confira a previsão do tempo completa para o Rio de Janeiro
Dos sete dias de evento, apenas o primeiro, em 4 de setembro, não registrou chuva. Nos demais, houve precipitação em diferentes intensidades.
Mãe e filhos curtem Rock in Rio mesmo com a chuva: “Não somos feitos de açúcar”
Confira os volumes registrados:
Primeira semana
4 de setembro: 0 mm
5 de setembro: 4,2 mm
6 de setembro: 36,2 mm
7 de setembro: 15,2 mm
Segunda semana
11 de setembro: 10,8 mm
12 de setembro: 2,2 mm
13 de setembro: 12,4 mm
Frentes frias
Fãs de música redobraram cuidado com a chuva forte durante o Rock in Rio
Cristina Boeckel/ g1
O El Niño, fenômeno climático importante, tem influência sobre a chuva que vem acontecendo no Rio de Janeiro. No entanto, é importante esclarecer que o fenômeno não provocou a chuva diretamente.
“A chuva que vem acontecendo no Rio de Janeiro foi provocada pela passagem de duas frentes frias importantes. Entre elas, a chuva que aconteceu foi provocada majoritariamente por instabilidades que se formaram sobre os estados do Paraná e São Paulo, e chegaram até o Rio de Janeiro”, afirmou a meteorologista Hana Silveira.
Com chuva em seis dos sete dias de festival, as capas impermeáveis se tornaram item indispensável para o público. Como guarda-chuvas não eram permitidos na Cidade do Rock, muitos espectadores precisaram recorrer às capas para enfrentar o tempo instável. Ainda assim, algumas pessoas tentaram entrar com os objetos e tiveram de deixá-los na área de revista.
Guarda-chuva descartado em lata de lixo na entrada do Rock in Rio
Cristina Boeckel/ g1
‘A chuva foi um dos nossos artistas’
Durante o balanço do festival realizado no domingo (13), a vice-presidente da Rock World, organizadora do evento, Roberta Medina, afirmou que a sequência de dias chuvosos influenciou o comportamento do público e aumentou a interação com as atrações.
Segundo ela, muitos espectadores evitaram usar os celulares por medo de danificá-los e acabaram aproveitando mais os shows e atividades do evento.
“A chuva foi um dos nossos artistas este ano. Quis estar presente o tempo todo, foi a principal. A gente passa três meses pensando no look para chegar aqui e estar fantasiado de capa de chuva”, brincou.
Organização do Rock in Rio 2026 faz balanço do evento
Thaís Espírito Santo / g1
Ao comentar os transtornos causados pelas precipitações, Roberta disse que situações como poças d’água fazem parte de eventos ao ar livre e que não é possível controlar a ação do tempo.
“Há 40 anos a poça era de lama. Acho que a poça está tudo bem. Faz parte da nossa vida. Se a gente anda na rua, tem poça. Não dá para viver uma experiência de 100 mil pessoas em um festival, em nenhum festival, a não ser que você vá para uma arena fechada. São experiências distintas”, afirmou.
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Poça causada pela chuva em frente ao Palco Sunset do Rock in Rio
Cristina Boeckel/ g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Os melhores e os piores shows do Rock in Rio 2026… Os destaques e as decepções do festival


Hwasa se apresenta no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Após sete dias de diferentes programações, o Rock in Rio 2026 acabou neste domingo (13). Mais de 120 atrações passaram pela Cidade do Rock, do metal ao k-pop, reunindo centenas de milhares de pessoas.
O g1 acompanhou e cobriu todos os shows dos palcos principais: Sunset e Mundo. Abaixo, veja os destaques positivos e negativos desta edição do festival.
As listas foram feitas com base nos reviews do g1, que fez a cobertura dos principais shows do Rock in Rio. Os critérios levam em conta não só a relevância e talento de cada artista. A apresentação no festival, a reação da plateia, a escolha do setlist, a execução das músicas e a parte técnica da performance também são fatores considerados nos rankings.
Os melhores shows do festival
10. Stray Kids
Stray Kids canta ‘After you’ no Rock in Rio
Eram oito integrantes no palco e muito a se falar sobre a performance deles, mas é difícil escapar do clichê: no show do Stray Kids, o maior espetáculo veio da plateia.
Em sua segunda vinda ao Brasil, após shows em estádios do Rio e de São Paulo no ano passado, o grupo mostrou suas credenciais para ter se tornado headliner da primeira noite de K-pop da história do Rock in Rio.
Foram recebidos por gritos, cantoria e muitas, muitas dancinhas dos STAYs, codinome dos fãs. Eles retribuem com coreografias precisas no palco, com destaque para a de “Domino”. Com tanta dança, é claro que eles se apoiam em vocais de apoio gravados, mas é fácil notar que há partes cantadas ao vivo, como o trecho de “Ai se eu te pego”, hit na voz de Michel Teló. Leia mais sobre o show do Stray Kids.
9. Foo Fighters
Foo Fighters abre show no Rock in Rio com ‘All my life’
No fechamento da primeira noite de Rock in Rio, o Foo Fighters deu aos fãs o que eles esperavam. Foi uma performance segura, fruto de seis vindas anteriores ao Brasil. Aos 57 anos, Dave Grohl provou estar em boa forma como cantor. Quem é fã sabe que a voz dele já deu sinais de desgastes por problemas médicos. Aliás, é provável que o otorrino dele não aprove essa ideia aí de cantar o show inteiro mascando chiclete.
Além de trocas no repertório em relação ao The Town 2023, como as inclusões das baladas “Wheels” e “Marigold”, a maior novidade foi a troca de baterista. Ilan Rubin, correto em sua função, entrou em 2025 após a saída de Josh Freese, que tinha assumido o posto de Hawkins no evento em São Paulo. Como no festival paulistano, “Aurora”, do álbum “There Is Nothing Left to Lose” (1999), foi dedicada ao baterista, que tocou no Foo Fighters de 1997 a 2022, quando morreu. A balada era a música favorita dele.
Outro momento emocionante, “Marigold” não estava no setlist de 2023. A música escrita por Grohl apareceu primeiro em “Pocketwatch”, disco que ele lançou em 1992 com o projeto Late!. O Nirvana, banda anterior de Grohl, gravou uma versão em 1993, como lado B do single “Heart-Shaped Box”. Leia mais sobre o show do Foo Fighters.
8. Marina Sena
Marina Sena rasga boneco no Palco Sunset, do Rock in Rio
Marina Sena finalmente estreou no Rock in Rio, no Palco Sunset, no domingo (13). A artista já tinha passado pelo festival como convidada de Luísa Sonza e até pelo The Town, para cantar Gal Costa; mas só agora, em 2026, ganhou um show para chamar de seu.
Podendo mergulhar em seu próprio repertório, Marina aproveitou para expandir suas “Coisas Naturais”. O disco fala sobre raízes e identidade da cantora, natural de Taiobeiras, no norte de Minas.
O que norteou o show, musical e visualmente, foi essa pegada orgânica: rabeca, violões e percussões soltas, roupas e elementos como se feitos à mão. Leia mais sobre o show de Marina Sena.
7. Pedro Sampaio
Pedro Sampaio leva mar de leques ao Palco Mundo
Pedro Sampaio abriu a programação de um Palco Mundo do Rock in Rio entupido de gente por todos os lados no sábado (12) com um show que marcou o início de uma nova fase da carreira.
Para quem estava em dias anteriores do festival, deu para notar a diferença com outras atrações que tiveram a missão de abrir o Mundo no mesmo horário (Luísa Sonza, por exemplo) até pelo mar de vipões espremidos nas muretinhas de vidro dos camarotes.
Ao longo do show, ele e os dançarinos brincaram de guerra de travesseiros como numa boa festa do pijama. Plumas e penas voaram por todos os lados durante a batalha. Leia mais sobre o show de Pedro Sampaio.
6. Jamiroquai
Jamiroquai toca ‘Space Cowboy’ no Rock in Rio
A banda britânica Jamiroquai estava meio deslocada no line-up do dia de k-pop no Rock in Rio. Nesta segunda vez pelo festival – 15 anos após a última –, o grupo ocupou um espaço peculiar entre as atrações: tocou no Sunset, logo antes do headliner Stray Kids, no Palco Mundo.
Com essa concorrência desleal, as fiéis “stays” (fãs de Stray Kids) ficaram por lá, e o Sunset acabou virando, de modo geral, estacionamento de pais… e alguns filhos. E segundo Zé Ricardo, curador do festival, falou ao g1, essa era a intenção.
A sorte é que um bom groove é atemporal, e até as crianças presentes (por insistência dos pais, provavelmente) estavam dançando. Essa é a fórmula mágica do acid jazz do Jamiroquai, que mescla funk, soul, disco com elementos eletrônicos do house ao hip-hop. Baixo inquieto, percussão apertada, teclas com brilho, e ninguém no público ficou parado. Leia mais sobre o show do Jamiroquai.
5. João Gomes
João Gomes & Orquestra Brasileira animam público do Rock In Rio com ‘Frevo Mulher’
Depois de conquistar público e estrelas de diversos gêneros musicais, incluindo bambas da MPB, João Gomes resolveu mostrar que tem a senha até para conquistar um bom espaço no Rock in Rio, abrindo as portas do piseiro e ampliando as do forró no festival.
O artista pernambucano voltou ao festival para cantar ao lado do que chamou de Orquestra Brasileira — uma banda montada especialmente para a apresentação.
Tudo isso dentro do possível no ambiente do festival, claro. A orquestra de frevo acabou se misturando ao som da música pop que tocava em estandes de marca, o que deu uma pequena quebra no Carnaval de João. Mesmo assim, muita gente se reuniu para acompanhar o cortejo e entrou na onda. Leia mais sobre o show de João Gomes.
4. Péricles canta Motown
Multidão canta ‘I’ll Be There’ com Péricles no Rock in Rio
Quem já foi a algum show de Péricles, já deve ter visto ele inserir no meio de seus sucessos do samba e do pagode a faixa “Stand by Me”, da lenda do soul Ben E. King. Mas para sua apresentação no Palco Sunset, do Rock in Rio, nesta segunda-feira (7), o artista fez deste gênero o principal. E único.
Péricles deixou para trás a linha musical que o consagrou, abraçou hits do soul e do R&B norte-americanos e usou o português somente para conversar com o público. Leia mais sobre o show de Péricles.
3. Bring Me The Horizon
Bring Me The Horizon toca ‘Dehumanized, hit do 1° álbum lançado em 2006 e relançado este
Praticamente com um CPF para chamar de seu, Oli, o vocalista, fez de um tudo: chamou fã vestido de camisa do Brasil para cantar no palco, surpreendeu a plateia que o acompanha desde o inicinho com músicas do primeiro álbum e até se embananou chamando Rio de Janeiro de São Paulo.
A plateia, devota e provocada pelo cantor, tratou rapidamente de formar o maior número de rodinhas que conseguiu, com direito a sinalizadores de tudo que é cor.
No meio do bate-cabeça, ninguém parecia estar nem aí se o mapa do videogame estava sendo jogado em São Paulo ou no Rio de Janeiro. Leia mais sobre o show do Bring Me The Horizon.
2. Hwasa
Hwasa canta ‘Maria’ no Rock in Rio 2026
Ao entrar (desfilar, na verdade) no Palco Mundo, Hwasa virou parte da história do Rock in Rio. Afinal, cantou no dia da estreia do k-pop no festival, o que fez dela a primeira artista solo (e primeira mulher) do pop sul-coreano por aqui.
Esses marcos combinam com a identidade da cantora: Hwasa se posiciona como uma popstar firme, desbravadora e até feminista para os moldes do k-pop. A artista, que é integrante do girlgroup Mamamoo, consolidou sua carreira solo ao cantar sobre autoestima, empoderamento e sexualidade sem aquela polidez habitual das idols coreanas.
Deu pra ver isso logo de cara. Hwasa já entrou com a música que leva o nome dela, seguida da enérgica “Chili”. De microfone ligado, deixou claro que é diva pop “old-school”: canta bem, dança muito, tem presença de palco e sensualiza um bocado.
1. Elton John
Elton John toca ‘Your Song’ no Rock in Rio
A volta de Elton John ao Brasil, após 11 anos, trouxe grandes hinos românticos e o cantor trajando um terno de paletó amarelo fluorescente e camisa azul-marinho. Em sua terceira vinda ao Rock in Rio e oitava vez no país, Elton se tornou o headliner mais velho da história do festival.
Com um repertório que o fez vender mais de 300 milhões de discos em todo o mundo, Elton passeou pelo melhor do rock radiofônico, com baladas imbatíveis como “I Guess That’s Why They Call It the Blues” e “Goodbye Yellow Brick Road”.
Sentir ao vivo o peso desses clássicos ganha outros contornos quando se sabe que Elton desacelerou o ritmo na carreira. Só que ele segue entoando “I’m still standing” e a torcida é para que continue em pé por muito tempo. Leia mais sobre o show de Elton John.
…E os piores
5. J Balvin
J Balvin canta ‘Perversa’ com Pedro Sampaio no Rock in Rio
Estreante no Rock in Rio, J Balvin convocou o DJ Pedro Sampaio para subir ao Palco Mundo. Juntos, eles cantaram “Perversa”, feat lançado por eles em 2024. Em seguida, Pedro disse que tinha um “presente” para Balvin e chamou Melody para apresentar “Jet ski”.
Depois do show do brasileiro, J Balvin tinha a importante missão de manter o clima dançante antes de entregar o espaço para Demi Lovato e Maroon 5. As estrelas ainda se apresentariam ao longo da noite que tinha o “pop mainstream” como veia.
Balvin emendou várias músicas e até conseguiu manter o público animado, embora bem menos engajado do que o de Pedro Sampaio. A presença do DJ brasileiro animou bem mais a plateia. Leia mais sobre o show de J Balvin.
4. Luísa Sonza
Luísa Sonza faz público dançar com ‘Motinha 2.0 (Mete Marcha)’
Quem leu o nome do show “Luísa Sonza convida Menescal” pensou que a cantora faria uma homenagem à bossa nova tendo o ícone do estilo com algum destaque. A cantora gaúcha, porém, entregou seu recorrente show pop com um pequeno bloco dedicado à bossa. Seria maldade dizer que o mais intimista da performance foi o público pequeno, o menor dentre as três performances dela no Rock in Rio?
Após mostrar força com duas vezes ao Rock in Rio, Luísa teve problemas nesta segunda (7). O pior deles foi a pouca presença de público. Era fácil chegar na grade. Bastava desviar de uns poucos fãs de Elton John, headliner da noite.
Outro problema foi o som. Ele estava embolado e estourado, com a voz da cantora por vezes escondida em uma massa sonora, principalmente em canções de batidas pesadas como “Motinha 2.0”. Era difícil entender o que ela cantava se você não conhece as letras e não se trata de um problema de dicção. Afinal, ela evoluiu bastante como cantora. Leia sobre o show de Luísa Sonza.
3. Hot Milk
Hot Milk toca ‘Candy coated lie$’ no Rock in Rio 2026
A banda britânica Hot Milk estreou no Rock in Rio em horário privilegiado: foi a penúltima atração do Palco Sunset na sexta (4). Mas um bom horário pode ser mais um fardo que uma vantagem, como a banda comprovou ao encontrar um público modesto – bem menos engajado que horas antes, com Detonautas e Biquini.
“Brasil, cadê vocês, p*rra?”, gritou a vocalista Han Mee, com expressão decepcionada ao entrar no palco.
Foi preciso explicar, didática e repetidamente, que ela queria ver gente, rodinhas punk e alguma resposta. Mas pouco funcionou com a apática galera desta sexta – o que deu certo, foi na marra.
Ficou a frustração, mas a sensação de que eles fizeram tudo o que podiam. Nem todo esforço do mundo salva uma banda que não está no palco certo na hora certa. Leia mais sobre o show do Hot Milk.
2. MGK
MGK toca ‘My ex’s best friend’ no Rock in Rio
Mesmo tentando apostar nas músicas mais pesadas de seu repertório, Colson Baker, nome real do artista de 36 anos, enfrentou uma plateia dividida. No começo, interrompeu o show para acalmar parte do público que o hostilizava.
Fãs de Avenged Sevenfold não morrem de amores por MGK, ao que parece. Meio nervoso, disse que era um cara de Ohio vivendo seu sonho e estava ali para cantar para seus fãs. “Existem dois tipos de música: boa e ruim”, explicou, sem deixar claro a qual das duas se dedicava.
Há momentos acima da média como a performance sóbria de “My ex’s best friend”, a última da noite. Em um festival dominado por emos, faria sentido, mas em uma noite de Rock in Rio voltada ao rock pesado, não funcionou. Leia mais sobre o show do MGK.
1. Nelly
Nelly canta ‘Dilemma’ no Rock in Rio
No chuvoso terceiro dia de festival, Nelly deixou bem claro que não veio para inventar. Com um DJ e um hype man (rapper de apoio), ele comandou uma festa nostálgica na qual basicamente grita palavras de ordem, rima e canta, trajando uma camisa de basquete da coleção da Nike dedicada a Michael Jordan e a Seleção Brasileira.
Não há banda de apoio, transições bem pensadas entre as músicas ou direção artística para aproveitar bem o mega telão. É como se três amigos subissem ao palco e ligassem uma playlist This is Nelly no estilo karaokê, incluindo o R&B “Just a dream”, de 2010, uma das mais cantadas.
Mesmo com uma performance tão enxuta, a plateia aprovou a ideia, embora não parasse de conversar. O pico da tagarelice vinha quando ele não estava cantando hits dele e de outros: de Michael Jackson e Hall & Oates a Journey. Eram apenas versões curtas com Nelly berrando por cima, como se estivesse cantando em seu chuveiro. Leia mais sobre o show de Nelly.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: Último dia tem potência das mulheres, muita chuva e Twenty One Pilots maduro


Rock in Rio 2026: Último dia tem potência das mulheres, muita chuva e Twenty One Pilots maduro Domingo (13) contou com shows de Zara Larsson, Marina Sena e mais. Os melhores e os piores shows do 1º final de semana; veja como foi.

Fonte: G1 Entretenimento

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​Twenty One Pilots encerra Rock in Rio, confirma evolução, mas toca para menor plateia de headliner desta edição


Josh Dun, do Twenty One Pilots, toca bateria no topo de estrutura no Rock in Rio
A estreia de Tyler Joseph e Josh Dun no Rock in Rio carregou o peso de uma trajetória de dez anos no Brasil. O Twenty One Pilots, definitivamente, deixou de ser encarado como uma novidade do rap rock para assumir o posto de headliner (quase) indiscutível de festivais.
HORÁRIOS ROCK IN RIO: Confira a programação completa
GALERIA: Veja fotos dos shows do último dia
Famosos curtem último dia; veja imagens
O encerramento desta noite deixou claro como a performance da dupla americana ganhou a complexidade e o estofo necessários para entreter a multidão do último dia de evento, já na madrugada de segunda-feira (14).
Ok, foi o menor público para um headliner nesta edição, mas ainda assim a Cidade do Rock cheia pode intimidar os menos experientes. A organização não divulgou quantos dos 100 mil ingressos foram vendidos para esta noite.
Eles seguem com as peraltices pelas quais ficaram famosos. Cinco minutos de show já é o suficiente para o vocalista Tyler usar e se despir de uma máscara, ajoelhar-se no chão como se o mundo estivesse acabando, flertar com a câmera, subir em um suporte em cima da plateia e girar loucamente seu microfone.
Twenty One Pilots no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Mas a dupla também se preocupa com a parte musical. E tudo é conduzido pelo baterista Josh: ele se alterna entre grooves dançantes, pegada R&B e um quê de disco music. Entre um truque e outro, Tyler se divide entre o teclado, o baixo, a guitarra e”:seus vocais rasgados e precisos.
Hits como “Stressed Out” e “Ride” (com participação de um segurança, Jonathan, cantando no final) convivem em sintonia com as passagens mais densas do repertório. Nem mesmo a desnecessária cover do “Stolen Dance”, hit indie do grupo alemão Milky Chance, atrapalha o setlist. “Seven Nation Army”, do White Stripes, relembra o hit de outra dupla. Faz bem mais sentido.
Em 2016, a estreia no Lollapalooza trouxe uma insegurança (assumida por eles) de dois caras que se apresentaram ao som de bases pré-gravadas, enfeitando o show com acrobacias e outras estripulias. Desta vez, Josh escala uma estrutura e toca bateria lá do alto.
Vocalista do Twenty One Pilots canta em suporte em cima da plateia no Rock in Rio
A cada retorno (como na era “Trench” que coloriu fãs de amarelo e preto, em 2019; ou em 2023 na substituição do Blink-182), certa ingenuidade deu lugar a um amadurecimento no som.
Eles já contaram com uma banda de apoio, que trazia novas camadas ao repertório, mas os dois provaram que sabem se virar sem ela. Sozinhos ou acompanhados, o som do Twenty One Pilots segue sendo um rap rock alternativo com um monte de estilos misturados. E alguns dos fãs mais performáticos que se tem notícia. Cada close no telão é a certeza de ver caras, bocas e looks ótimos.
“Vocês estão cansados?”, perguntou Tyler, ainda no início. “Quando vi que estava chovendo fiquei com medo de não ter ninguém, obrigado por ficarem”, agradeceu, já ensopada pela chuva que insistiu em cair o show inteiro. Um contratempo a mais que Tyler e Josh tiraram de letra.

Arte/g1
Rock in Rio 2026: Veja vídeos do sétimo dia de festival

Fonte: G1 Entretenimento

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Último dia de Rock in Rio tem potência das mulheres, muita chuva e Twenty One Pilots maduro; veja resumo

Josh Dun, do Twenty One Pilots, toca bateria no topo de estrutura no Rock in Rio
O sétimo dia do Rock in Rio 2026 teve Twenty One Pilots mostrando seu amadurecimento após 10 anos de vindas ao Brasil. A banda fechou o dia marcado pela potência das mulheres, com shows de Lolla Young, Halsey e Zara Larsson.
Todas as atrações do último dia do festival se apresentaram sob uma chuva ininterrupta, contrastando com shows solares de Ivete Sangalo, Joelma, Marina Sena e Zara Larsson.
Ivete, aliás, cantou pela 20ª vez no Rock in Rio, mas conseguiu se reinventar e trazer um espetáculo “caliente”. No Palco Sunset, Marina Sena rasgou um boneco de pano e, após o show, negou que fosse qualquer indireta ao ex-namorado, Juliano Floss, disse ao g1 estar “pegando as vísceras de todo o patriarcado”.
Marina foi uma das estrelas prejudicadas pelo som baixo das caixas do Sunset. A emissão sonora não estava tão consistente como nos últimos dias. Outras artistas que passaram por lá, como Zara Larsson e Joelma, foram afetadas pelo mesmo problema.
Já no Palco Mundo, Halsey mostrou que superou uma infecção pesada no rosto que acometia nos últimos dias e fez um show potente. A programação do dia ainda teve Carol Biazin trazendo Joyce Alane para abrir o Palco Sunset.
Para o segundo dia de festival, 100 mil ingressos foram postos à venda, mas não se esgotaram. O festival parece ter ficado mais vazio do que nos dias anteriores, já que a chuva insistente pode ter afugentado o público.
Saiba como foram os shows do último dia de Rock in Rio 2026:
Acompanhe a cobertura dos próximos dias em tempo real pelo g1
Veja fotos do último dia de festival
Twenty One Pilots
Vocalista do Twenty One Pilots canta em suporte em cima da plateia no Rock in Rio
A estreia de Tyler Joseph e Josh Dun no Rock in Rio carregou o peso de uma trajetória de dez anos no Brasil. O Twenty One Pilots, definitivamente, deixou de ser encarado como uma novidade do rap rock para assumir o posto de headliner (quase) indiscutível de festivais.
O encerramento desta noite deixou claro como a performance da dupla americana ganhou a complexidade e o estofo necessários para entreter a multidão do último dia de evento, já na madrugada de segunda-feira (14).
Ok, foi o menor público para um headliner nesta edição, mas ainda assim a Cidade do Rock cheia pode intimidar os menos experientes. A organização não divulgou quantos dos 100 mil ingressos foram vendidos para esta noite.
Eles seguem com as peraltices pelas quais ficaram famosos. Cinco minutos de show já é o suficiente para o vocalista Tyler usar e se despir de uma máscara, ajoelhar-se no chão como se o mundo estivesse acabando, flertar com a câmera, subir em um suporte em cima da plateia e girar loucamente seu microfone.
Mas a dupla também se preocupa com a parte musical. E tudo é conduzido pelo baterista Josh: ele se alterna entre grooves dançantes, pegada R&B e um quê de disco music. Entre um truque e outro, Tyler se divide entre o teclado, o baixo, a guitarra e seus vocais rasgados e precisos. Leia mais sobre o show de Twenty One Pilots.
Zara Larsson
Zara Larsson convida fã para dançar ‘Lush Life’ no palco do Rock in Rio
Este domingo (12) marcou a segunda vez seguida de Zara Larsson no Rock in Rio. Mesmo assim, ao encerrar o palco Sunset, ela era aguardada como se fosse a primeira vez dela por aqui.
De certa forma, foi mesmo. Nos últimos dois anos, ela foi de queridinha subestimada a uma popstar em plena ascensão. Tudo graças ao disco solar “Midnight Sun” (2025), que ela trouxe nesta noite chuvosa ao Rio de Janeiro. E ao inaugurar nesta noite com a faixa-título, Zara ganhou um coro que não tinha há anos.
“Sei que está chovendo, mas vamos trazer o sol nesta noite”, disse sobre o repertório, que fala sobre a festa que é o verão sueco, um eterno sol da meia-noite.
Em 2025, em entrevista ao g1, Zara explicou que o sucesso tinha a ver com ela finalmente ter controle criativo do que faz. “Acho que este álbum me ajudou a ir de uma boa performer para uma artista. Tipo, criar o meu próprio mundo”, definiu.
Nem a chuva impediu esse mundo de estar presente na plateia: vários fãs estavam com blusas grafitadas ou looks tropicais anos 2000, a cara da “era” de Zara. Quando a gente vê fãs “vestidos” como a cantora, sabe que algo deu certo. Leia mais sobre o show de Zara Larsson.
Halsey
Halsey pede luzes do público e canta ‘Without me’ no Rock in Rio
Dois dias depois de compartilhar com seus seguidores que estava com uma “infecção pesada no rosto” e “se entupindo de remédio”, Halsey subiu ao Palco Mundo, do Rock in Rio, neste domingo (13), como se nada tivesse acontecido.
Em cima do palco, a cantora americana não demonstrou qualquer indício de que teria ido parar no hospital nos dias anteriores. Nem deu sinais de vulnerabilidade ou fragilidade por suas inúmeras questões de saúde física e mental. A cantora, que já dividiu com seus fãs seus problemas com endometriose, câncer no sangue e até um aborto no palco, fez uma apresentação potente e agressiva em sua estreia no Rock in Rio, trazendo sua versão mais roqueira.
Quando Ashley Nicolette Frangipane (seu nome de batismo) vira Halsey, ela supera — e superou nesta apresentação — qualquer adversidade, fazendo um show enérgico, forte, consistente. Ela gritou, brincou com fogo do cenário, subiu e desceu escadas que levavam até seu “castelo virtual”, rolou pelos degraus, dominou o palco e convocou o público para pular o máximo possível.
O completo oposto do visual “bonequinha” escolhido para o figurino, composto por um vestido branco de babados e corselet. Só sua bota “sangrenta” dava sinais do que viria ao longo de sua hora no palco. Leia mais sobre o show de Halsey.
Marina Sena convida Céu
Marina Sena e Céu cantam ‘Malemolência’ no Rock in Rio
Marina Sena finalmente estreou no Rock in Rio, no Palco Sunset, neste domingo (13). A artista já tinha passado pelo festival como convidada de Luísa Sonza e até pelo The Town, para cantar Gal Costa; mas só agora, em 2026, ganhou um show para chamar de seu.
Podendo mergulhar em seu próprio repertório, Marina aproveitou para expandir suas “Coisas Naturais”. O disco fala sobre raízes e identidade da cantora, natural de Taiobeiras, no norte de Minas.
O que norteou o show, musical e visualmente, foi essa pegada orgânica: rabeca, violões e percussões soltas, roupas e elementos como se feitos à mão. Para tanto, ficou com Deus o álbum “Vício Inerente”, que a própria cantora já admitiu não amar. No lugar dele, entraram os singles “Taiobeiras (Folha Grande)” e “Carta de Maria”, parceria com Rubel. Leia mais sobre o show Marina Sena convida Céu.
Lolla Young
Lolla Young canta ‘Messy’ no Rock in Rio
Debaixo de uma fina e insistente garoa, Lolla Young estreou no Brasil cantando para um público pequeno, levando em conta que ela estava no Palco Mundo e começou a cantar depois das 19h deste domingo (13).
Ao vivo, a cantora inglesa não é muito diferente de como ela se porta em entrevistas ou se expõe nas letras de suas músicas. A performance tem um verniz teatral, mas essa camada fina não esconde toda a crueza dela.
Com ela, uma certa estranheza vira doçura. “Ouvi tantas coisas boas desse país e todas eram verdades. Ouvi dizer que vocês são a melhor plateia do mundo”, disse, depois de enfrentar alguns problemas técnicos que atrapalharam o começo do show.
Acompanhada por uma banda de cinco integrantes, Lolla canta (muito, um vocal rasgado) ao som de arranjos que passam perto do gospel e do soul. Outro bom recurso do show é um cinegrafista que fica rodeando a cantora, com ângulos pouco comuns. A dinâmica entre ela e a câmera combina com o jeitão desajeitado dela. Leia mais sobre o show de Lola Young.
Joelma convida Viviane Batidão
Joelma canta “A Lua Me Traiu”
Aos 50 anos, Joelma chegou ao Palco Sunset neste domingo (13) para sua estreia no Rock in Rio, depois de mais de três décadas de carreira.
A cantora paraense subiu ao palco com um figurino verde, amarelo e azul, com penas coladas nos ombros e nas botas, e cantando um dos maiores sucessos da Banda Calypso, “Dançando Calypso” (1999).
Depois, engatou “Anjo”, “A Lua Me Traiu”, “Passe de Mágica”, “Xonou Xonou” e “Voando pro Pará”.
Nas redes sociais, Joelma havia se gabado de estar com os cabelos soltos para conseguir “bater muito cabelo” no Rock in Rio. Ela revelou que alongou os cabelos especialmente para o show. E assim fez, em momentos como “Juras de amor” e “Tchau pra você”.
Após 25 minutos de apresentação, Joelma recebeu Viviane Batidão para cantar “Balanço do Norte” e “Vem Meu Amor”. “Faz barulho pra rainha Joelma”, pediu Vivi, enquanto fazia o movimento de “dar o sal” com as mãos. Leia mais sobre o show Joelma convida Viviane Batidão.
Ivete Sangalo
Ivete Sangalo canta ‘Macetando’ no Rock in Rio
“São tantos anos dessa união, Rock in Rio. Tenho mais de 32 anos de carreira e não me acostumo”, tratou de dizer Ivete Sangalo em seu 20º show no Rock in Rio, no fim da tarde deste domingo (13).
A cantora baiana surgiu no Palco Mundo por volta das 17h, em cima de uma plataforma. Seu figurino longo, rendado e todo cravejado de pedras vermelhas foi revelado depois que dançarinos abaixaram folhagens também vermelhas. Pouco depois, ela tirou a cauda e ficou apenas com um vestidinho curto.
O espetáculo, batizado de “A La Sangalo”, em espanhol, foi divulgado como um resgate à latinidade de Ivete. Ela explicou no palco: “Sou latina, sou baiana, sou louca, sou o que eu quiser ser”.
A cenografia apostou em escadarias vermelhas, enquanto as projeções do telão mostravam flores da mesma cor e animais como uma onça. Leia mais sobre o show de Ivete Sangalo.
Carol Biazin convida Joyce Alane
Carol Biazin e Joyce Alane cantam “Tudo Com Você”
Após levar seu repertório ao Rock in Rio Lisboa em 2026, Carol Biazin reencontrou o festival em solo brasileiro. A recepção do público já indicava o tamanho da expectativa em torno da apresentação: ainda no início da programação deste domingo (13), fãs da cantora ocupavam o Palco Sunset para prestigiar uma das vozes mais populares da nova geração do pop nacional.
Carol foi apresentada ao grande público ao chegar à final do The Voice Brasil em 2017. Desde então, construiu uma trajetória marcada pela mistura de pop, R&B, rap e MPB. Ao longo dos anos, também desenvolveu uma forte conexão com a comunidade LGBTQIA+, especialmente por abordar relacionamentos entre mulheres em suas canções.
Ao som de leques, as fãs aguardavam a entrada da artista e vibraram quando ela abriu o show com “Dilemas da Vida Moderna” e, na sequência, emendou “Low Profile”.
A relação construída por Carol com seu público ficou evidente no Sunset. Em diversos momentos, bastava apontar o microfone para a plateia para ouvir os versos serem devolvidos em coro, como aconteceu em “Sou do Mundo”. Leia mais sobre de Carol Biazin convida Joyce Alane.

Fonte: G1 Entretenimento

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Juliano Floss posta foto de Emília, do ‘Sítio’, após Marina Sena rasgar boneco de pano no Rock in Rio


Juliano Floss posta foto de boneca de pano após performance de Marina Sena no Rock in Rio
Reprodução
Juliano Floss postou uma foto de Emília, do “Sítio do Picapau Amarelo”, depois que Marina Sena despedaçou um boneco de pano ao se apresentar no Rock in Rio neste domingo (13).
Ao g1, a cantora disse que o momento não foi uma indireta ao ex. “Isso aí é pegando as vísceras do patriarcado. Pegando as vísceras de todos os homens e falando, ‘olha, vou comer vocês'”.
Juliano anunciou o fim do namoro com a cantora Marina Sena no dia 17 de agosto. “Aos que sempre torceram, ao carinho por nossa história, em respeito a tudo que vivemos juntos, comunico aqui o fim do meu relacionamento com Marina”, escreveu. Eles estavam juntos oficialmente desde 2024.
‘Não foi indireta’, diz Marina Sena sobre boneco de pano rasgado em show

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: Lourena se apresenta no Palco Supernova neste último dia


Rock in Rio 2026: Lourena se apresenta no Palco Supernova neste último dia Twenty One Pilots, Halsey e Zara Larson se apresentam neste domingo (13). Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?. Festival acontece até dia 13. Veja a programação completa.. Os melhores e os piores shows do 1º final de semana; veja como foi.. 5º dia teve estreia do k-pop com Stray Kids dominante; veja resumo.. 6º dia teve Maroon 5 previsível, muito pop farofa e axé; sabia como foi.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lola Young estreia no Brasil com vocal rasgado e bom show cru, mas prejudicado por público apático


Lola Young se apresenta no Rock in Rio 2026 Leo Franco/AgNews
Leo Franco/AgNews
Debaixo de uma fina e insistente garoa, Lola Young estreou no Brasil cantando para um público pequeno, levando em conta que ela estava no Palco Mundo e começou a cantar depois das 19h deste domingo (13).
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Ao vivo, a cantora inglesa não é muito diferente de como ela se porta em entrevistas ou se expõe nas letras de suas músicas. A performance tem um verniz teatral, mas essa camada fina não esconde toda a crueza dela.
Com ela, uma certa estranheza vira doçura. “Ouvi tantas coisas boas desse país e todas eram verdades. Ouvi dizer que vocês são a melhor plateia do mundo”, disse, depois de enfrentar alguns problemas técnicos que atrapalharam o começo do show.
Lola Young se apresenta no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Acompanhada por uma banda de cinco integrantes, Lolla canta (muito, um vocal rasgado) ao som de arranjos que passam perto do gospel e do soul. Outro bom recurso do show é um cinegrafista que fica rodeando a cantora, com ângulos pouco comuns. A dinâmica entre ela e a câmera combina com o jeitão desajeitado dela.
A inglesa de 25 anos havia sido anunciada no line-up do Lollapalooza Brasil 2026, mas cancelou sua vinda. O motivo foi uma pausa na carreira. O hiato veio após um desmaio no palco do festival All Things Go, em Nova York, em 2025. Ela revelou que lutava contra o vício em cocaína e um diagnóstico de transtorno esquizoafetivo, enquanto enfrentava uma cansativa agenda de compromissos.
Após cinco anos cantando em pubs e minúsculas casas de show em Londres, ela estourou em 2024 com ajuda de um hit de TikTok. “Messy” liderou a parada de singles do Reino Unido por quatro semanas e fez dela uma diva pop alternativa da geração Z.
O show de 55 minutos tem bons momentos de intensidade como “SAD SOB STORY! :)” e “Spiders”, com discurso emocionado no fim. “Tenho pensado nas guerras e no avanço da inteligência artificial, mas ainda temos a chance de sentir isso que estamos sentindo agora”, disse, chorosa e molhada da chuva. “Agora vou tocar logo uma mais feliz.”
Era “Not like that anymore”, outra boa canção do repertório, só que o roteiro não fugiu do esperado: só “Messy” faz os fãs cantarem, vibrarem e molharem seus celulares em busca de um vídeo. Foi um show divertido, mas por culpa do clima e da apatia da plateia, a sensação foi de que ela pode mais.
Lola Young se apresenta no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews

Arte/g1
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Fonte: G1 Entretenimento

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Setlist de Zara Larsson no Rock in Rio: veja como deve ser show da cantora no festival


Zara Larsson em foto para o disco ‘Midnight Sun’
Reprodução/Charlotte Rutherford
A cantora sueca Zara Larsson encerra a programação do Palco Sunset do Rock in Rio neste domingo (13). Ela traz um show que tem feito sucesso lá fora, com o repertório do disco “Midnight Sun”, o bem-sucedido feat “Stateside” (com PinkPantheress) e mais. Veja, abaixo, o provável setlist da artista no festival:
Possível setlist de Zara Larsson no Rock in Rio
Midnight Sun
Can’t Tame Her
SHE DID IT AGAIN
I Would Like / Sundown
Hot & Sexy
Wow
Ain’t My Fault
Pretty Ugly
Stateside
Eurosummer
Never Forget You
Ruin My Life
Uncover (Acústico)
Blue Moon
Lush Life
Symphony
Midnight Sun
VEJA VÍDEO: Zara Larsson diz que foi subestimada: ‘Ainda quero um número 1’
Nova queridinha do pop, Zara Larsson diz que foi subestimada: ‘Ainda quero um número 1’

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: DENNIS se apresenta no Espaço Favela neste último dia


Rock in Rio 2026: DENNIS se apresenta no Espaço Favela neste último dia Twenty One Pilots, Halsey e Zara Larson se apresentam neste domingo (13). Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?. Festival acontece até dia 13. Veja a programação completa.. Os melhores e os piores shows do 1º final de semana; veja como foi.. 5º dia teve estreia do k-pop com Stray Kids dominante; veja resumo.. 6º dia teve Maroon 5 previsível, muito pop farofa e axé; sabia como foi.

Fonte: G1 Entretenimento