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Jack Quaid, filho de Meg Ryan e Dennis Quaid, se casa com Claudia Doumit


Jack Quaid, filho de Meg Ryan e Dennis Quaid, se casa com Claudia Doumit
reprodução/instagram
O ator Jack Quaid se casou com a atriz Claudia Doumit em uma cerimônia discreta em Braidwood, na Austrália, no sábado (18), segundo informações do jornal “The Daily Telegraph”. Além de Meg Ryan e Dennis Quaid, pais do ator, Alec Baldwin e Tom Hanks também estiveram entre os convidados.
O casal está junto desde junho de 2022. Eles se conheceram no set da série “The Boys”, em que Jack interpreta Hughie Campbell, enquanto a atriz vive a política e supervilã secreta Victoria Neuman.
Ainda segundo o jornal, Jack e Doumit foram vistos em fotos postadas por convidados no Instagram curtindo a primeira dança na recepção do casamento. As imagens, no entanto, foram removidas posteriormente.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Por que o bilionário magnata do K-pop por trás do BTS pode ser preso?


Bang Si-hyuk (ao centro) criou o grupo de K-pop BTS, formado por sete integrantes
Bang Si-hyuk’s Instagram
Bang Si-hyuk, magnata do K-pop e criador do supergrupo BTS, pode ser preso sob acusação de cometer fraude antes de sua empresa, avaliada em US$ 7,3 bilhões (cerca de R$ 36,5 bilhões), abrir o capital na Bolsa de Valores coreana anos atrás.
A polícia sul-coreana pediu ao Ministério Público que solicite ao tribunal um mandado judicial para prender Bang. A acusação é de que ele teria induzido investidores ao erro em 2019, ao afirmar que a abertura de capital de seu conglomerado, a Hybe, não era provável, enquanto preparava secretamente a operação.
A Hybe estreou na bolsa sul-coreana Kospi em outubro de 2020, e a polícia afirma que Bang teria lucrado cerca de 200 bilhões de won (aproximadamente R$ 680 milhões) com a operação. Ele nega as acusações.
O caso de Bang se arrasta há anos e já incluiu buscas na sede da Hybe, congelamento de parte de seus bens e pressões para que deixe o cargo de presidente do conselho da empresa.
Aos 53 anos, Bang afirmou que agiu dentro da lei. Em agosto, ele foi proibido de viajar ao exterior enquanto a investigação estiver aberta.
O pedido de mandado de prisão ocorre poucas semanas depois de o BTS, principal ativo da Hybe e responsável por seu grande sucesso, iniciar uma turnê mundial de retorno, após um hiato de quase quatro anos.
Analistas do setor estimam que a Hybe pode arrecadar mais de US$ 1 bilhão (em torno de R$ 5 bilhões) com a turnê, cujos ingressos estão esgotados e que levará o grupo a 34 cidades ao redor do mundo.
As ações da Hybe atingiram o maior nível em quatro anos quando o BTS anunciou a turnê mundial em janeiro, acrescentando mais de 1 trilhão de won (cerca de R$ 3,6 bilhões) ao valor de mercado da companhia.
Bang, que teve papel central na projeção global do grupo, disse em entrevista recente à revista americana especializada em música Billboard que o BTS se tornou uma “atração turística… amplamente reconhecida e acolhida pelo público global”.
Pela legislação sul-coreana, quem for condenado por obter 5 bilhões de won ou mais em receitas ilícitas pode enfrentar pena de cinco anos de prisão até prisão perpétua.
Quem é Bang Si-hyuk?
A paixão de Bang pela música começou cedo. Na escola, ele integrou uma banda que se apresentava com músicas de sua autoria. A carreira como compositor começou a se desenvolver durante a universidade.
Em 1997, Bang cofundou a empresa JYP Entertainment ao lado do cantor e compositor Park Jin-young. Assim como a Hybe, a JYP é hoje uma das “quatro grandes” do K-pop.
Um dos primeiros sucessos de Bang e Park foi o grupo g.o.d, da primeira geração do gênero, que lhes rendeu a reputação de compositores de hits e deu a Bang o apelido de “Hitman Bang”.
Em 2005, Bang deixou a JYP para fundar sua própria empresa, a Big Hit Entertainment, conhecida hoje como Hybe. Em 2010, começou a formar um grupo masculino de sete integrantes, mas o BTS, como é conhecido hoje, levou alguns anos para se consolidar.
O grupo foi inicialmente concebido como uma formação de hip-hop, mas Bang decidiu adotar o “modelo de ídolo do K-pop” após considerar “o contexto de negócios”, disse em entrevista à revista americana Time em 2019.
Desde o lançamento, o BTS se tornou um dos grupos pop mais bem-sucedidos da história, sendo o primeiro sucesso sul-coreano a liderar a parada Hot 100 da Billboard e o primeiro grupo asiático a ultrapassar 5 bilhões de reproduções no serviço de transmissão de músicas Spotify.
As ações da Big Hit Entertainment estrearam em outubro de 2020 a US$ 235 (cerca de R$ 1.175) cada, mais do que o dobro do preço inicial da oferta pública, de US$ 110 (cerca de R$ 550).
Em 2019, a agência de notícias Bloomberg estimou a fortuna de Bang em cerca de US$ 770 milhões (aproximadamente R$ 3,8 bilhões). Desde então, esse valor superou US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10 bilhões).
Até o mês passado, ele detinha mais de 13 milhões de ações da Hybe, avaliadas em quase 5 trilhões de won (em torno de R$ 18 bilhões), segundo o Korea CXO Research Institute, empresa de análise corporativa com sede em Seul, capital da Coreia do Sul.
A empresa de Bang, a Hybe, também está por trás de outros grandes nomes do K-pop, incluindo Seventeen, Le Sserafim e Katseye
Getty Images
Acusações de negociação ilegal
Em dezembro de 2024, o regulador financeiro da Coreia do Sul abriu uma investigação sobre suspeitas de que Bang teria firmado acordos de divisão de lucros com fundos de private equity (modalidade de investimento que compra participações em empresas privadas que não estão em bolsas de valores) antes da estreia da Hybe no mercado de ações, sem a devida divulgação pública.
A polícia afirma que Bang teria enganado investidores e empresas de capital de risco a acreditar que não havia planos para a abertura de capital da empresa, levando-os a vender suas ações da Hybe para um fundo de private equity com o qual ele supostamente mantinha vínculos.
Segundo as autoridades, Bang teria então recebido uma participação de 30% nos lucros obtidos de forma supostamente ilícita, no valor de cerca de 200 bilhões de won (cerca de R$ 680 milhões), quando o fundo de private equity vendeu sua participação após a abertura de capital da empresa.
A Hybe nega irregularidades e sustenta que forneceu uma cópia do acordo em questão aos responsáveis pela oferta pública inicial, que teriam orientado que a divulgação não era necessária.
Bang também nega qualquer irregularidade ao longo das investigações.
Na terça-feira (21/4), os advogados de Bang disseram “lamentar” o pedido de prisão feito pela polícia. “Continuaremos a cooperar com todos os procedimentos legais e faremos todos os esforços para esclarecer nossa posição”, afirmaram em comunicado.
As ações da Hybe caíram 2,3% no fechamento de terça-feira, enquanto o índice Kospi, referência da bolsa sul-coreana, subiu 2,7%. As ações dos outros três grandes conglomerados do k-pop também caíram.
Repressão da Coreia do Sul à manipulação de ações
O problema de manipulação do mercado de ações é recorrente na Coreia do Sul, onde as autoridades têm prometido combater a prática com mais rigor.
Até recentemente, envolvidos em práticas ilegais de negociação estavam sujeitos a punições relativamente brandas, como advertências e multas administrativas. O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, no entanto, defendeu a adoção de sanções mais severas.
Em agosto, uma nova força-tarefa foi criada com representantes dos órgãos reguladores do mercado financeiro e da Bolsa de Valores sul-coreana para investigar negociações ilegais.
A equipe adota uma política de “tolerância zero”, pela qual contas usadas em atividades ilícitas são imediatamente suspensas. Os infratores podem ser multados em até o dobro dos ganhos obtidos de forma ilegal.
Outras figuras de destaque que já foram indiciadas em casos distintos de manipulação de ações incluem o presidente da empresa Samsung, Lee Jae-yong, o fundador da Kakao, Kim Beom-su, e a ex-primeira-dama Kim Keon-hee. Todos foram absolvidos.
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Polícia pede prisão do fundador de agência do BTS na Coreia do Sul por lucro ilegal de R$ 730 milhões

Fonte: G1 Entretenimento

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Percussionista Airto Moreira volta ao estúdio e lança álbum em parceria com o pianista Ricardo Bacelar, ‘Maracanós’


O percussionista Airto Moreira (à direita) posa com o pianista Ricardo Bacelar no estúdio em que os músicos gravaram o álbum ‘Maracanós’
Maria Bacelar / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A caminho dos 85 anos, a serem festejados em 5 de agosto deste ano de 2026, o percussionista e baterista Airto Moreira gravou dois álbuns entre 2024 e 2025 com o pianista cearense Ricardo Bacelar, ambos formatados em duas temporadas do artista catarinense no estúdio de Bacelar, em Fortaleza (CE).
O primeiro disco ainda permanece inédito e é um trabalho de intérprete que junta Airto com a mulher, a cantora Flora Purim, na abordagem de músicas como “Esquinas” (Djavan, 1984). Já o segundo, “Maracanós”, é autoral e tem lançamento programado para sexta-feira, 24 de abril, pelo selo Jasmin Music, com capa que expõe pintura do artista plástico acreano Fernando França e com direito à edição física em CD, além de distribuição nos mercados fonográficos dos Estados Unidos, Europa (precisamente em Portugal, França e Alemanha), China e Japão.
Com oito composições criadas por Airto Moreira em parceria com Ricardo Bacelar, o álbum “Maracanós” chega ao mundo cinco anos após Airto lançar o álbum “Eu canto assim” (2021), disco diferenciado no qual o percussionista exerceu a função de crooner, atiçando memórias afetivas do tempo em que também foi cantor nas boates das cidades paranaenses de Ponta Grossa (PR) e Curitiba (PR) em meados da década de 1950.
Naquela época, ninguém poderia prever que o caminho trilhado por Airto Moreira iria lhe garantir visibilidade mundial como instrumentista a partir dos anos 1970, década em que, já residente nos Estados Unidos, o músico caiu no suingue do jazz latino, abrindo as portas do mercado norte-americano para músicos do Brasil com o toque da percussão ouvida em discos próprios e em álbuns de nomes como Miles Davis (1926 – 1991), trompetista norte-americano de jazz que requisitou Airto para a gravação, em 1969, do álbum “Bitches brew” (1970), revolucionário disco com que Miles estabeleceu os cânones da vertente fusion do jazz.
Desde então, Airton Moreira tem sido reverenciado no universo norte-americano do jazz, tendo acumulado prêmios e discos nos EUA. Foi esse músico consagrado que aportou no estúdio de Bacelar em novembro de 2024 para gravar o álbum “Maracanós”, tocando percussões em temas como “Pé no chão”, “Bumbo meu boi”, “Submersivos”, “Pau rolou”, “3 minutos de paz” e “Mestre novo da Guiné ”, todos compostos por Airto em parceria com o pianista.
Mulher de Airto Moreira, a cantora Flora Purim pôs voz em “Voo da tarde”, faixa encorpada com as cordas do Kalimera String Quartet e finalizada em 2025 no estúdio Visom, no Rio de Janeiro (RJ).
Capa do álbum ‘Maracanós’, de Airto Moreira e Ricardo Bacelar
Pintura de Fernando França com design de MZK

Fonte: G1 Entretenimento

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Segundo lugar no ‘BBB 26’: relembre a trajetória de superação de ‘Tia Milena’


Milena revela desejo de retornar como Veterana e ser contratada pela emissora em projetos futuros durante o Big Show – A Invasão
Globo
Milena conquistou o segundo lugar do “Big Brother Brasil 26” na noite desta terça-feira (21).
Com 17,29% da média dos votos, a recreadora mineira superou Juliano Floss (6,77%) na votação popular, ficando atrás apenas da campeã Ana Paula Renault, que venceu com 75,94%.
Como vice-campeã, Milena leva para casa um apartamento e o prêmio de R$ 150 mil, além de todos os prêmios acumulados durante as dinâmicas da temporada.
Da Casa de Vidro ao pódio
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A jornada de Milena começou antes mesmo da estreia oficial.
Natural de Itambacuri, no interior de Minas Gerais, ela conquistou sua vaga no reality após ser a escolhida do público na Casa de Vidro da região Sudeste.
Milena na Casa de Vidro do ‘BBB 26’, representando a região Sudeste.
Reprodução
Dentro da casa, sua espontaneidade e o jeito comunicativo garantiram a ela o apelido carinhoso de “Tia Milena” entre os participantes e o público.
Ao longo de 100 dias, a mineira enfrentou uma trajetória de altos e baixos:
Paredões: Escapou de quatro berlindas.
Anjo: Conquistou o colar da imunidade por duas vezes.
Xepa vs. VIP: Foi “recordista” de restrição alimentar, passando 12 vezes pela Xepa e apenas 9 vezes no VIP.
Monstro: Cumpriu o castigo duas vezes, dividindo o desafio com seus parceiros de final, Juliano Floss e Ana Paula Renault.
O apelido de “tia”
O apelido “Tia Milena” nasceu da profissão que a mineira exerce aqui fora: ela é recreadora infantil.
Ana Paula Renault e Milena recebem cobras no primeiro Queridômetro do BBB 26
Globo
No dia a dia da casa, o termo acabou ganhando um tom irônico para alguns, já que, apesar do título carinhoso, Milena não fugiu de embates e protagonizou discussões acaloradas ao longo da edição.
O contraste entre a “tia” que organiza brincadeiras e a competidora que não leva desaforo para casa marcou sua trajetória no reality.
Superação familiar e o sonho do reencontro
O que moveu a torcida de Milena, no entanto, foi sua história de vida.
A recreadora revelou no programa que ela e a irmã gêmea, Mile, viveram em um abrigo até os 7 anos devido à extrema dificuldade financeira da mãe.
Milena revê a própria trajetória no BBB 26
Globo
“O BBB é uma forma de mudar a vida da família e sair desse círculo vicioso de pobreza”, desabafou em diversos momentos do jogo.
Milena, candidata ao “BBB 26”
Divulgação
Agora fora da casa, Milena planeja usar parte dos recursos para realizar seu maior desejo pessoal: viajar para os Estados Unidos para reencontrar a irmã, que não vê há três anos.
“Nós somos carne e unha. Almas gêmeas mesmo, sabe?”, declarou a vice-campeã.
Resultado final do BBB 26: Veja as porcentagens
Ana Paula Renault, Juliano Floss e Milena são os finalistas do BBB 26
Globo/Manoella Mello
Ana Paula Renault: 75,94%
Milena: 17,29%
Juliano Floss: 6,77%

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Paula se torna a participante mais velha a ganhar o BBB; veja lista


De desclassificada a protagonista: a jornada da heroína de Ana Paula Renault no ‘BBB 26’
Ana Paula Renault fez história no Big Brother Brasil ao faturar o maior prêmio já pago pelo reality show (de mais de R$ 5 milhões) e quebrar um recorde etário: aos 44 anos, tornou se a participante mais velha a vencer o programa.
O feito chama atenção para um dado curioso: afinal, qual é a idade mais comum entre os vencedores? O g1 relembra quem são os campeões mais velhos do BBB.
Ana Paula Renault está no ‘BBB 26’
Globo/Manoella Mello
Antes de Ana Paula: os campeões mais velhos do BBB:
37 anos
Assim como Ana Paula, o lutador de MMA Marcelo Dourado teve uma segunda chance no jogo. Eliminado na oitava semana do BBB 4, ele voltou ao programa seis anos depois e venceu o BBB 10, superando Fernanda e Cadu na final e levando o prêmio de R$ 1,5 milhão.
Marcelo Dourado vencedor do BBB 10
Globo
35 anos
A médica anestesiologista Thelma Assis venceu o BBB 20 com 44,10% dos votos, superando Rafa Kalimann e Manu Gavassi. Ela levou para casa o prêmio de R$ 1,5 milhão.
Thelma Assis venceu o BBB 20
Globo
33 anos
A idade aparece em três edições. Em 2006, a auxiliar de enfermagem Mara Viana era a então mais velha participante a ganhar uma edição do reality show. No BBB 22, o cantor Arthur Aguiar venceu como integrante do grupo Camarote. Já a professora de dança Renata Saldanha conquistou o BBB 25 pelo grupo Pipoca.
Mara Viana, Arthur Aguiar e Renata Saldanha vencedores do BBB
Globo
32 anos
Um dos primeiros a receber a alcunha de “Caubói”, o domador de cavalos Rodrigo Leonel venceu a segunda edição do programa, com o prêmio de R$ 500 mil. Já em 2023, a médica Amanda Meirelles ganhou o BBB 23 com 68,90% e levou R$ 2,88 milhões.
Rodrigo Leonel e Amanda Meirelles vencedores do BBB
Globo
31 anos
Em 2005, professor Jean Wyllys conquistou o BBB 5, primeira edição com prêmio de R$ 1 milhão. No BBB 21, maquiadora Juliette Freire venceu com 90,15% dos votos, maior percentual em finais triplas.
Jean Wyllys e Juliette Freire vencedores do BBB
Globo

arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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De desclassificada a protagonista: a jornada da heroína de Ana Paula Renault no ‘BBB 26’


De desclassificada a protagonista: a jornada da heroína de Ana Paula Renault no ‘BBB 26’
Em 5 de março de 2016, quando foi desclassificada do Big Brother Brasil, Ana Paula Renault dificilmente imaginaria que um dia voltaria ao reality show. Dez anos depois, a mineira retornou ao programa não apenas para competir, mas para ressignificar sua trajetória. No BBB 26, sua passagem ganhou contornos de um arco narrativo clássico, que se aproxima da chamada “jornada do herói”, ou, neste caso, da heroína.
Ana Paula é a campeã do ‘BBB 26’ e ganha prêmio de R$ 5,7 milhões
➡️ Jornada do herói é um modelo narrativo criado pelo mitólogo Joseph Campbell, que descreve o percurso de transformação de um personagem ao enfrentar desafios, conflitos e aprendizados ao longo de sua história.
Ana Paula Renault é a grande campeã do “Big Brother Brasil 26” com 75,94% da média dos votos.
Globo/Beatriz Damy
O chamado à aventura
“Grandes chances exigem grandes atitudes, grandes riscos”
O ponto de partida dessa trajetória é o chamado para uma nova aventura. Ana Paula recebeu o convite para o BBB no final do ano passado, uma oportunidade de concluir uma história que ficou em aberto na memória do público.
Houve, no entanto, uma recusa inicial. Como explicou durante o confinamento, Ana Paula chegou a hesitar em participar do programa por causa da fragilidade da saúde do pai, Gerardo Renault, de 96 anos.
Aliados no caminho
“Isso aqui é jogo de gente corajosa”
No jogo, Ana Paula construiu alianças importantes. O grupo dos “Eternos” serviu como base estratégica e emocional, com destaque para a relação com Juliano e Milena.
Em um dos momentos de maior tensão, durante uma discussão com Alberto, foram eles que a contiveram, evitando que a história de 2016 se repetisse. Sobrou apenas para o chapéu do caubói.
Ana Paula Renault no BBB
Globo
Provas e Desafios
“O que me levou a ser a jogadora desse programa? Foram os meus adversários”
Ana Paula não foi a participante que se destacou pelo desempenho nas provas, mas encontrou outras formas eficazes de enfrentar os adversários. Ao questionar incoerências, desestabilizar rivais e movimentar o jogo, ela impediu que a casa mais vigiada do Brasil se tornasse um resort. Seu comportamento, embora polarizador, reforçava um papel claro: Ana Paula não era coadjuvante.
O maior desafio, porém, foi o desgaste emocional. Rotulada de “desumana” e “cobra” pelos adversários, ela se mostrava frágil especialmente quando o pai ou assuntos externos eram trazidos para o centro do debate. Nesses momentos, o peso do jogo ficava evidente, traduzido em silêncios prolongados e crises de choro.
Ana Paula Renault no BBB
Globo
Provação máxima
“Eu caio, mas caio atirando”
Ao longo de sua participação, Ana Paula foi consolidando seu protagonismo. Ela passou a pautar conversas dentro e fora da casa, influenciar estratégias e manter presença constante nos principais momentos do programa, das discussões mais tensas às cenas mais leves.
O destaque cobrou seu preço. Ela se tornou alvo recorrente de críticas e articulações dentro do jogo, sem se colocar no papel de vítima.
Ressignificação pública
“Eu desci nessa terra para ser protagonista de tudo que me proponho a fazer”
Independentemente do resultado no BBB 26, a recompensa já se materializava na reta final do programa. A chamada redenção simbólica se construiu ao longo da temporada, à medida que a participante transformava a alcunha de “desclassificada” em “protagonista” da edição de colecionador do Big Brother Brasil. É a demonstração de que o erro não precisa ser o ponto final de uma história.
Ana Paula é a campeã do ‘BBB 26’ e ganha prêmio de R$ 5,7 milhões
Globo/Beatriz Damy

Fonte: G1 Entretenimento

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Paulo Miklos canta Beto Guedes, Criolo, Paulo Diniz, Rita Lee e Sérgio Sampaio no álbum de intérprete ‘Coisas da vida’


Paulo Miklos lança em 22 de maio o primeiro álbum como intérprete, ‘Coisas da vida’
Jorge Daux / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Paulo Miklos lança em 22 de maio o primeiro álbum solo como intérprete, “Coisas da vida”, disco batizado com o nome da reflexiva balada composta por Rita Lee (1947 – 2023) e apresentada na voz da autora há 50 anos em gravação feita pelo terceiro álbum da artista com a banda Tutti Frutti, “Entradas e bandeiras” (1976).
Com produção musical de Rafael Ramos e Otávio de Moraes, que também assina os arranjos e regências, o álbum “Coisas da vida” chega ao mercado fonográfico, em edição da gravadora Deck, dez anos após Miklos ter anunciado em julho de 2016 a saída do grupo Titãs, ao qual se reintegrou em 2023 somente para fazer a turnê “Titãs encontro – Todos ao mesmo tempo agora”.
Trata-se do quinto álbum de estúdio da discografia solo do cantor, o primeiro do artista paulistano no gênero desde “Do amor não vai sobrar ninguém” (2022). O disco “Coisas da vida” foi gravado com os toques de músicos como Alberto Continentino (baixo), Conrado Goys (guitarras e violões), Rodrigo Tavares (teclados) e Thomas Harres (bateria), além de naipes de cordas e sopros.
Além da música-título “Coisas da vida”, Paulo Miklos dá voz a músicas como “Quero voltar pra Bahia” (Paulo Diniz e Odibar Moreira da Silva, 1970), “Ninguém vive por mim” (Sérgio Sampaio, 1977), “O sal da terra” (Beto Guedes e Ronaldo Bastos) – faixa escolhida para anunciar o álbum em single programado para sexta-feira, 24 de abril – e “Não existe amor em SP” (Criolo, 2011).

Fonte: G1 Entretenimento

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De parada cardiorrespiratória a convulsão: flagrantes mostram atendimentos de emergência no metrô de SP; vídeo


Fantástico mostra como agem os funcionários do Metrô em casos de superlotação
Em meio à superlotação e aos reflexos de uma falha no sistema de trens, cenas de emergência chamaram a atenção dentro de estações do metrô de São Paulo. Registros mostram agentes atuando em atendimentos críticos, como uma parada cardiorrespiratória e um caso de convulsão, em um dia marcado por plataformas cheias, restrição de acesso e tensão entre passageiros.
O problema começou após uma pane elétrica em uma linha da CPTM, que afetou a circulação de trens e provocou efeito cascata em todo o sistema sobre trilhos. Com menos composições em operação, milhares de passageiros ficaram concentrados nas estações, agravando a lotação principalmente em horários de pico.
Foi nesse cenário que a urgência apareceu sem aviso.
Parada cardiorrespiratória mobiliza equipes
Na estação Anhangabaú, uma passageira desmaiou em um dos corredores de acesso. Inicialmente, a equipe de segurança suspeitou de uma queda comum, mas a situação se revelou mais grave após a checagem dos sinais vitais: tratava-se de uma parada cardiorrespiratória.
Agentes iniciaram imediatamente os procedimentos de reanimação. O uso do desfibrilador foi necessário, com orientação para que todos ao redor se afastassem durante o choque. Em revezamento, os profissionais realizaram massagens cardíacas até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que deu continuidade ao atendimento com medicação aplicada por via intraóssea.
A vítima, identificada como Antônia, não apresentou resposta imediata no local e foi encaminhada em estado grave. Dias depois, veio a confirmação: ela sobreviveu.
Técnica de enfermagem, Antônia relatou que havia saído de um plantão de 12 horas e não se lembrava dos momentos que antecederam o desmaio. Ela ficou internada, chegou a ser entubada e permaneceu em coma por oito dias.
Hoje, recuperada, atribui sua sobrevivência ao atendimento rápido dentro da estação. “Todo médico que eu vou fala que eu estou viva graças ao primeiro atendimento”, disse. Desde então, mantém contato frequente com os agentes que participaram do resgate.
Convulsão e tensão entre passageiros
Enquanto a equipe ainda lidava com a ocorrência anterior, um novo chamado surgiu: um homem caído no chão apresentava sinais de convulsão.
Durante o atendimento, foi necessário conter a aproximação de curiosos e acalmar os ânimos. Um passageiro chegou a interferir de forma agressiva, questionando a atuação dos agentes, o que aumentou a tensão no local.
Segundo os profissionais, o homem apresentava indícios de uso de drogas. Após o episódio convulsivo, ele conseguiu se levantar e deixou a estação por conta própria.
Superlotação agrava riscos
As ocorrências aconteceram em um dia já considerado atípico. Com o aumento do fluxo de passageiros, o metrô adotou medidas emergenciais, como o fechamento de catracas e restrição de embarque em algumas estações para evitar acidentes nas plataformas.
A estratégia, no entanto, gerou longas filas e irritação entre usuários. O horário de pico se estendeu por várias horas, intensificando o desgaste físico e emocional de quem dependia do transporte.
Especialistas apontam que ambientes superlotados aumentam o risco de mal-estar, desmaios e outras emergências médicas, especialmente em situações de calor, estresse e longos períodos em pé.
Rotina de quem atua na linha de frente
Para os agentes de segurança, situações como essas fazem parte da rotina. Além de agir rapidamente em casos críticos, eles também precisam lidar com a pressão do ambiente e o comportamento dos passageiros.
“Você não atende só a ocorrência médica, mas também precisa controlar o entorno para que aquilo não vire algo maior”, relatou um dos profissionais.
Apesar do cenário adverso, o desfecho positivo de Antônia é visto como um exemplo do impacto do atendimento imediato.
Flagrantes mostram atendimentos de emergências no metrô de SP
Reprodução/TV Globo
Ouça os podcasts do Fantástico
ISSO É FANTÁSTICO
O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Karol G anuncia show no Brasil em 2027


Em entrevista exclusiva ao Fantástico, Karol G se declara ao Brasil
A cantora colombiana Karol G anunciou sua nova turnê mundial,’Viajando por el mundo, Tropitour’. O show vai passar pelo Brasil em uma data única, previsto para ocorre na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo.
‘Viajando por el mundo, Tropitour’ chega na capital paulista em 12 de fevereiro de 2027. Informações sobre venda de ingressos e datas ainda não foram divulgadas.
Nascida em Medellín, Karol lançou seu álbum de estreia, “Unstoppable”, em 2017. Dois anos depois, viralizou com o hit “Tusa”, parceria com a rapper Nicki Minaj. Mas foi no quarto trabalho de estúdio, “Mañana Será Bonito” (2023), que a cantora mudou de patamar na carreira.
A cantora colombiana Karol G se apresenta no palco do Coachella durante o Coachella Valley Music and Arts Festival de 2026
Valerie Macon / AFP
O disco foi o primeiro em espanhol, feito por uma mulher, a chegar ao topo da parada americana e, em 2024, ganhou um Grammy de música urbana, inédito na carreira da artista.
Em 2025, lançou Tropicoqueta, seu quinto álbum de estúdio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Paula é a campeã do ‘BBB 26’ e ganha prêmio de R$ 5,7 milhões


Ana Paula Renault é a grande campeã do “Big Brother Brasil 26” com 74,94% da média dos votos. A participante foi a escolhida do público para levar o prêmio recorde de R$ 5,7 milhões, além de um carro 0 km.
A final foi realizada na noite desta terça-feira (21). Milena e Juliano Floss ficaram, respectivamente, com o segundo e terceiro lugares da temporada.
Além do prêmio em dinheiro, todos os finalistas desta edição já haviam garantido uma premiação especial: um apartamento para cada um.
Trajetória e perfil
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Aos 44 anos, Ana Paula Renault entrou no reality trazendo a experiência de quem já conhecia o formato, mas com a promessa de uma entrega inédita.
A mineira marcou a edição com seu temperamento forte e frases que rapidamente se tornaram memes nas redes sociais.
Ana Paula Renault no ‘BBB 26’
Globo/Manoella Mello
Natural de Belo Horizonte (MG), a jornalista e influenciadora nunca escondeu seu lado “sem filtros”, característica que a levou a enfrentar diversos paredões ao longo da temporada.
Antes de entrar no programa, Ana Paula já era conhecida pelo público por sua personalidade explosiva e por não fugir de confrontos.
Ana Paula Renault, Juliano Floss e Milena são os finalistas do BBB 26
Globo/Manoella Mello
Pai de Ana Paula faleceu há dois dias da final
O falecimento de Gerardo Renault ocorreu no último domingo (19), restando apenas 48 horas para a Grande Final do reality.
Embora a equipe da jornalista tenha comunicado inicialmente que ela não seria informada (seguindo um desejo expresso pelo pai ainda em vida), a produção do programa optou por dar a notícia à participante durante a noite de domingo.
Em um momento de forte emoção, Ana Paula compartilhou a perda com o colega de confinamento Juliano Floss e recebeu o apoio público do apresentador Tadeu Schmidt durante a edição ao vivo.
No BBB 26, ela conseguiu canalizar essa energia para estratégias de jogo que a colocaram como a grande favorita da edição, superando as expectativas e garantindo o maior prêmio já pago pela TV Globo em um reality show.
Com a vitória, Ana Paula Renault entra para o seleto grupo de campeões do programa, consagrada pelo bordão que marcou sua passagem: “Olha elaaaa!”.

Fonte: G1 Entretenimento