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Compositor Tarcísio Sardinha, falecido em 2022, é revivido no álbum ‘A cor do teu olhar’ por Renato Braz e Zé Renato


O violonista e compositor Tarcísio Sardinha (1964 – 2022) é celebrado no songbook ‘A cor do teu olhar’, idealizado pelo parceiro letrista Dalwton Moura
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Renato Braz em estúdio na gravação do samba-canção ‘Fim de tarde’ para o álbum ‘A cor do teu olhar’
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♫ NOTÍCIA
♬ A foto acima flagra o cantor Renato Braz em estúdio na gravação do lírico samba-canção “Fim de tarde”, uma das nove músicas de Tarcísio Sardinha com letras de Dalwton Moura que compõem o repertório do álbum “A cor do teu olhar”.
Programado para ser lançado amanhã, 17 de abril, o songbook joga luz sobre a obra dos compositores, especialmente na música de Sardinha, através das vozes de cantores como Renato Braz e Zé Renato, convidado a gravar o samba “A cor do teu olhar”, música-título do álbum idealizado por Dalwton Moura, parceiro letrista responsável pela seleção do repertório gravado com produção musical e arranjos do violonista Luciano Franco.
O time de intérpretes do songbook “A cor do teu olhar” inclui Bárbara Sena (“A estrela primeira”), Juruviara (“Beijar a arte”), Sérgio Santos (“No revés dessa voz”) e Theresa Rachel (“Morador do mato”).
Compositor, violonista (dos bons no manejo do violão de sete cordas) e arranjador falecido há quatro anos, aos 58 anos, Tarcísio de Lima Carvalho (14 de março de 1964 – 25 de abril de 2022) nasceu em São Luís (MA) e, apesar da origem maranhense, ficou identificado com o universo musical do Ceará por ter ido morar em Fortaleza (CE) com dois anos de idade.
Criado em família de músicos, filho de pais cearenses, Tarcísio começou os estudos musicais aos 11 anos, como autodidata, e se profissionalizou já aos 15 anos, tocando na noite em grupos de baile e nas rodas de choro, paixão que herdou do avô e do pai. O apelido Sardinha é alusivo ao influente violonista Aníbal Augusto Sardinha (1915 – 1955), o Garoto, e lhe foi dado pelo flautista paulistano Tróglio, criador do Grupo Pixinguinha, integrado por Tarcísio Sardinha na década de 1980.
Capa do álbum ‘A cor do teu olhar’, com gravações inéditas da obra de Tarcísio Sardinha e Dalwton Moura
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Fonte: G1 Entretenimento

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Agressão à namorada e prisão por ‘cavalo de pau’: relembre polêmicas de MC Ryan SP, principal alvo de operação da PF


MC Ryan SP foi detido pela PF em investigação nesta quarta (15)
Reprodução/Canal do YouTube do artista
Um dos principais nomes do funk nacional, MC Ryan SP foi preso nesta quarta‑feira (15) durante uma operação da Polícia Federal (PF). A operação investiga uma organização criminosa suspeita de lavagem de dinheiro e transações ilegais superiores a R$ 1,6 bilhão.
MC Ryan SP foi detido na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral paulista. A investigação apura crimes como lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e associação criminosa, além de determinar o bloqueio de bens e contas bancárias de investigados.
Segundo documentos do caso, aos quais o g1 teve acesso, Ryan está sendo investigado como líder e beneficiário do esquema.
Quem é MC Ryan SP, funkeiro preso em operação contra lavagem de dinheiro
Bololô Records: Produtora do cantor também é alvo da PF
Além dele, foram presos MC Poze do Rodo e os influenciadores Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, e Chrys Dias.
Natural de São Paulo, MC Ryan SP se tornou um dos artistas mais ouvidos da Geração Z, acumulando milhões de reproduções nas plataformas digitais. Ele é dono da produtora Bololô Records, responsável por algumas das músicas mais ouvidas do Brasil, como “Posso Até Não te dar Flores”.
Nos últimos anos, o cantor esteve envolvido em uma série de ocorrências policiais e polêmicas. Relembre abaixo:
Agressão à namorada
Em 2024, MC Ryan apareceu em um vídeo, divulgado na internet, agredindo Giovanna Roque, sua namorada e mãe de sua filha Zoe. A divulgação do vídeo resultou em rompimento de contratos comerciais.
Dias após o ocorrido, Ryan manifestou-se publicamente para se desculpar com Giovanna e com o público feminino, declarando que o incidente provocou uma transformação profunda em sua vida.
Giovanna também chegou a defender Ryan nas redes sociais e disse que os dois haviam perdido a cabeça.
Manobras em carro de luxo e prisão
MC Ryan SP é preso após fazer “cavalo de pau” em estádio em Piracicaba
Em abril de 2024, MC Ryan foi encaminhado à sede da Polícia Federal, em São Paulo, por inconsistências na documentação de uma Ferrari, avaliada em R$ 4 milhões.
Quando deixou a delegacia, ele confirmou que havia um problema na documentação: a cor original do carro era preta, ele pintou de vermelho e não comunicou a alteração.
O cantor se envolveu com outros problemas relacionados aos seus carros. Em maio de 2025, MC Ryan SP foi preso após dar “cavalos de pau” com um carro no gramado do Estádio Barão da Serra Negra, em Piracicaba (SP).
Segundo a Polícia Civil, Ryan admitiu que fez as manobras sem ter habilitação. Ele foi levado ao Distrito Policial sem algemas, mas o delegado optou pela prisão por conta, além da falta da CNH, do dano ao patrimônio público e do risco às pessoas que estavam perto.
No dia seguinte, o cantor passou por audiência de custódia e teve a liberdade provisória concedida pela Justiça mediante pagamento de fiança de R$ 1 milhão.
Cancelamento no Rock in Rio
Anunciado no Rock in Rio 2024, Ryan SP não apareceu no “Para Sempre Trap”, show no qual participaria ao lado de artistas como Cabelinho, Filipe Ret e Matuê.
Minutos depois da apresentação, Ryan SP publicou um vídeo no Instagram em que aparecia indo ao jogo do Corinthians. Com isso, segundo o jornal O Globo, os vereadores da Câmara do Rio de Janeiro cancelaram a entrega da Medalha Pedro Ernesto que seria concedida ao cantor.
Mansão de Cristiano Ronaldo
Em 2023, Ryan ganhou repercussão internacional ao publicar imagens dentro da mansão de Cristiano Ronaldo, em Portugal, durante obras no imóvel.
Segundo veículos de imprensa de Portugal, o episódio ocorreu na Quinta da Marinha, em Cascais. Nas imagens, Ryan aparecia caminhando pelo condomínio até chegar à mansão, que ainda estava em fase de construção.
Após uma breve conversa com um dos operários, ele recebeu permissão para explorar o local. Durante o tour improvisado, o trabalhador apresentou os cômodos ao brasileiro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Condenação da Live Nation por monopólio expõe funcionário que chamou fãs de ‘estúpidos’ por pagar preços ‘absurdos’ por shows


Logos da Live Nation Entertainment e da Ticketmaster. Montagem de 23 de maio de 2024.
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
Um júri nos EUA concluiu nesta quarta-feira (15) que a gigante de shows Live Nation e sua subsidiária Ticketmaster mantinham um monopólio prejudicial sobre grandes casas de espetáculo. Além disso, o julgamento também trouxe à tona mensagens do agora executivo na área de ingressos, Benjamin Baker, chamando os clientes de “muito estúpidos” e classificando os preços como “absurdos”.
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Baker também chegou a dizer que a empresa estava roubando os fãs descaradamente.
Em depoimento, ele disse que as mensagens foram “muito imaturas e inaceitáveis”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O julgamento
O julgamento levou ao banco de testemunhas o CEO da Live Nation, Michael Rapino, que foi questionado sobre diversos temas, incluindo o caos na venda de ingressos da turnê de Taylor Swift em 2022. Rapino atribuiu o episódio a um ataque cibernético.
A Live Nation Entertainment possui, opera, agenda eventos ou tem participação acionária em centenas de casas de shows. Já a Ticketmaster é considerada a maior plataforma de venda de ingressos do mundo. Advogados das empresas não comentaram imediatamente o veredicto, mas informaram que divulgariam uma nota.
A decisão pode custar centenas de milhões de dólares às empresas, apenas considerando a cobrança indevida de US$ 1,72 por ingresso identificada pelo júri em 22 estados. Além disso, podem ser aplicadas multas e outras penalidades. Entre as possíveis medidas está a obrigação de vender parte dos negócios, incluindo arenas e anfiteatros
LEIA MAIS: Ticketmaster tem 15 dias para responder MP-SP sobre os custos dos ingressos do BTS
O processo civil, inicialmente liderado pelo governo federal dos Estados Unidos, acusava a Live Nation de usar sua influência para sufocar a concorrência — por exemplo, impedindo casas de espetáculo de trabalharem com múltiplas plataformas de venda de ingressos.
“Chegou a hora de responsabilizá-los”, disse Kessler em sua argumentação final, classificando a empresa como um “valentão monopolista” que elevou os preços para o público.
A Live Nation, por sua vez, nega ser um monopólio e afirma que artistas, equipes esportivas e casas de espetáculo são responsáveis por definir preços e estratégias de venda. Um advogado da empresa argumentou que seu tamanho é resultado de eficiência e esforço.
“O sucesso não é contra as leis antitruste nos Estados Unidos”, afirmou o advogado David Marriott
SAIBA MAIS: Os shows estão caros demais? Entenda por que valor de ingressos aumentou no Brasil e no mundo
A Ticketmaster foi fundada em 1976 e se fundiu com a Live Nation em 2010. Segundo Kessler, a empresa controla hoje cerca de 86% do mercado de shows e 73% do mercado total de eventos ao vivo, incluindo esportes.
Ao longo dos anos, a Ticketmaster acumulou críticas de fãs e artistas.
Nos anos 1990, a banda Pearl Jam chegou a confrontar a empresa e apresentou uma denúncia antitruste ao Departamento de Justiça dos EUA, que à época não levou o caso adiante.
Décadas depois, o Departamento de Justiça — com apoio de dezenas de estados — apresentou a ação atual durante o governo do ex-presidente Joe Biden. Já durante a gestão do presidente Donald Trump, o governo anunciou um acordo para encerrar sua parte no processo.
O acordo prevê limites para taxas de serviço em alguns anfiteatros e novas opções de venda de ingressos para promotores e casas de shows, abrindo espaço — sem obrigatoriedade — para concorrentes da Ticketmaster, como SeatGeek e AXS. No entanto, o acerto não exige a separação entre Live Nation e Ticketmaster.
Uma parte dos estados aderiu ao acordo, mas mais de 30 decidiram seguir com o julgamento, alegando que as concessões foram insuficientes.
A procuradora-geral de Nova Jersey, Jennifer Davenport, afirmou em nota que o veredicto “histórico” confirma que a Live Nation lucrou ilegalmente com seu monopólio por tempo excessivo.
“Práticas ilegais e anticompetitivas causaram enormes prejuízos, elevando os preços dos ingressos e dificultando o acesso do público a seus artistas favoritos”, disse.
A procuradora-geral de Nova York, Letitia James, classificou a decisão como “uma vitória histórica na proteção da economia e do bolso dos consumidores contra monopólios prejudiciais”.
Após a vitória, Kessler evitou detalhar quais medidas os estados vão pedir na próxima fase do processo, que deve incluir novas audiências antes da definição das penalidades.
Ainda assim, celebrou o resultado: “É um grande dia para os consumidores. Este caso é uma homenagem aos 34 estados e ao Distrito de Columbia que levaram essa ação adiante”, afirmou.
*Com informações da AP.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ticketmaster e Live Nation são condenadas por monopólio de mercado de shows nos EUA


Logos da Live Nation Entertainment e da Ticketmaster. Montagem de 23 de maio de 2024.
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
Um júri concluiu nesta quarta-feira (15) que a gigante de shows Live Nation e sua subsidiária Ticketmaster mantinham um monopólio prejudicial sobre grandes casas de espetáculo, impondo uma derrota à empresa em um processo movido por dezenas de estados dos EUA e pelo Distrito de Columbia.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
“É um grande dia para a legislação antitruste”, afirmou o advogado Jeffrey Kessler, ao deixar o tribunal.
Antes disso, o juiz orientou as equipes jurídicas de ambos os lados a se reunirem entre si e com o governo federal para apresentar, até o fim da próxima semana, uma proposta conjunta com o cronograma das próximas etapas do processo, incluindo a fase de definição de punições.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O julgamento levou ao banco de testemunhas o CEO da Live Nation, Michael Rapino, que foi questionado sobre diversos temas, incluindo o caos na venda de ingressos da turnê de Taylor Swift em 2022. Rapino atribuiu o episódio a um ataque cibernético.
Durante o processo, também vieram à tona mensagens internas de um funcionário da empresa, que classificava alguns preços como “absurdos”, chamava clientes de “muito estúpidos” e dizia que a companhia estava “roubando-os descaradamente”.
O funcionário, Benjamin Baker — hoje promovido a um cargo executivo na área de ingressos —, afirmou em depoimento que as mensagens foram “muito imaturas e inaceitáveis”.
A Live Nation Entertainment possui, opera, agenda eventos ou tem participação acionária em centenas de casas de shows. Já a Ticketmaster é considerada a maior plataforma de venda de ingressos do mundo. Advogados das empresas não comentaram imediatamente o veredicto, mas informaram que divulgariam uma nota.
A decisão pode custar centenas de milhões de dólares às empresas, apenas considerando a cobrança indevida de US$ 1,72 por ingresso identificada pelo júri em 22 estados. Além disso, podem ser aplicadas multas e outras penalidades. Entre as possíveis medidas está a obrigação de vender parte dos negócios, incluindo arenas e anfiteatros
LEIA MAIS: Ticketmaster tem 15 dias para responder MP-SP sobre os custos dos ingressos do BTS
O processo civil, inicialmente liderado pelo governo federal dos Estados Unidos, acusava a Live Nation de usar sua influência para sufocar a concorrência — por exemplo, impedindo casas de espetáculo de trabalharem com múltiplas plataformas de venda de ingressos.
“Chegou a hora de responsabilizá-los”, disse Kessler em sua argumentação final, classificando a empresa como um “valentão monopolista” que elevou os preços para o público.
A Live Nation, por sua vez, nega ser um monopólio e afirma que artistas, equipes esportivas e casas de espetáculo são responsáveis por definir preços e estratégias de venda. Um advogado da empresa argumentou que seu tamanho é resultado de eficiência e esforço.
“O sucesso não é contra as leis antitruste nos Estados Unidos”, afirmou o advogado David Marriott
SAIBA MAIS: Os shows estão caros demais? Entenda por que valor de ingressos aumentou no Brasil e no mundo
A Ticketmaster foi fundada em 1976 e se fundiu com a Live Nation em 2010. Segundo Kessler, a empresa controla hoje cerca de 86% do mercado de shows e 73% do mercado total de eventos ao vivo, incluindo esportes.
Ao longo dos anos, a Ticketmaster acumulou críticas de fãs e artistas.
Nos anos 1990, a banda Pearl Jam chegou a confrontar a empresa e apresentou uma denúncia antitruste ao Departamento de Justiça dos EUA, que à época não levou o caso adiante.
Décadas depois, o Departamento de Justiça — com apoio de dezenas de estados — apresentou a ação atual durante o governo do ex-presidente Joe Biden. Já durante a gestão do presidente Donald Trump, o governo anunciou um acordo para encerrar sua parte no processo.
O acordo prevê limites para taxas de serviço em alguns anfiteatros e novas opções de venda de ingressos para promotores e casas de shows, abrindo espaço — sem obrigatoriedade — para concorrentes da Ticketmaster, como SeatGeek e AXS. No entanto, o acerto não exige a separação entre Live Nation e Ticketmaster.
Uma parte dos estados aderiu ao acordo, mas mais de 30 decidiram seguir com o julgamento, alegando que as concessões foram insuficientes.
A procuradora-geral de Nova Jersey, Jennifer Davenport, afirmou em nota que o veredicto “histórico” confirma que a Live Nation lucrou ilegalmente com seu monopólio por tempo excessivo.
“Práticas ilegais e anticompetitivas causaram enormes prejuízos, elevando os preços dos ingressos e dificultando o acesso do público a seus artistas favoritos”, disse.
A procuradora-geral de Nova York, Letitia James, classificou a decisão como “uma vitória histórica na proteção da economia e do bolso dos consumidores contra monopólios prejudiciais”.
Após a vitória, Kessler evitou detalhar quais medidas os estados vão pedir na próxima fase do processo, que deve incluir novas audiências antes da definição das penalidades.
Ainda assim, celebrou o resultado: “É um grande dia para os consumidores. Este caso é uma homenagem aos 34 estados e ao Distrito de Columbia que levaram essa ação adiante”, afirmou.

Fonte: G1 Entretenimento

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8 das 10 músicas mais ouvidas no Brasil hoje têm artistas de produtoras alvos da PF


Bololo Restaurant, do MC Ryan SP, é alvo de operação da PF
Reprodução YouTube
Os MCs Ryan SP e Poze do Rodo e as produtoras GR6, Love Funk e Bololo Records foram alvos de uma megaoperação da Polícia Federal nesta quarta-feira (15).
Para se ter uma ideia do tamanho dos envolvidos, oito das 10 músicas mais ouvidas no Spotify estão ligadas às empresas investigadas.
Nenhum dos artistas que integram o top 10, exceto Ryan SP e Poze, estão citados na decisão que embasou a operação desta quarta.
Segundo levantamento do g1, apenas as canções “SWIN”, do BTS”, e “Eu Te Seguro”, de Panda, não estão relacionadas às produtoras ou aos MCs. Veja a lista:
“Famoso Ímã / O Poderoso Chatão”
Estão na música os MCs Lele JP, Poze do Rodo, Leozinho ZS e o DJ Gordinho da VF. Lele JP faz parte do casting da GR6 e Poze do Rodo é citado nominalmente na investigação da PF.
“Relíquia do 2T”
Estão na faixa o DJ Gu e os MCs Vine7, MC Tuto, MC Joãozinho VT, MC Dkziin, MC FR da Norte. O DJ Gu integra o casting da Bololo Records.
“Carnívoro”
Fazem parte da canção os MCs Jacaré, Lele JP, Negão Original e o DJ Japa NK. Lele JP é da GR6 e Japa NK da Bololo Records.
“Amo Minha Favela”
A canção é de DJ Japa NK e MC Meno K, ambos integrantes da Bololo Records, produtora do MC Ryan SP.
“Gauchinha”
DJ Japa NK, MC Meno K, MC Ryan SP, MC Brinquedo e MC LUUKY. Todos os integrantes estão no casting da Bololo Records
“Bola Uma Vela (Trava Chip)”
A música é de MC Meno K, que está ligado a Bololo Records, e DJ Yuri Pedrada, ligado a GR6.
“Posso Até Não Te Dar Flores”
Um dos maiores sucessos do início de 2026, a música tem produção de DJ Japa NK e DJ Davi Dogdog, e é interpretada por MC Meno K, MC Ryan SP e MC Jacaré. Japa NK, Davi Dogdog, Meno K e MC Ryan SP são da Bololo Records.
“Diário de um Cafajeste”
A faixa é produzida por DJ Oreia e cantada por MC Lele JP, MC Meno K, MC Ryan SP, MC Tuto, MC Negão Original. Lele JP é do casting da GR6 e Meno K e Ryan SP da Bololo Records.
Somadas, as oito canções relacionadas aos artistas e produtoras alvos da PF acumulam 775 milhões de plays na plataforma de streaming
A GR6 se define nas redes sociais como a “número 1 do funk” e é responsável pela gestão de carreiras de cerca de 300 nomes ligados ao gênero, entre eles MC Livinho, MC Hariel, MC Don Juan e MC IG.
No YouTube, o canal da empresa soma 32 bilhões de visualizações.
Já a Love Funk, empresa de Henrique Viana, é responsável pela carreira de nomes como MC Paiva e Paulin da Capital, além de ter sido base para o lançamento de artistas como MC Daniel.
A empresa soma oito bilhões de visualização na plataforma de vídeos.
A Bololô Records, fundada no fim de 2025 por Ryan SP, tem no casting nomes como MC Meno K e DJ Japa NK, que estão entre os artistas mais ouvidos do país.
No YouTube, a produtora tem 200 milhões de views.

Fonte: G1 Entretenimento

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Val Kilmer, ator que morreu em 2025, é recriado por inteligência artificial em novo filme; veja trailer


Assista ao trailer de ‘As deep as the grave’
Val Kilmer, ator que morreu em 2025 aos 65 anos, foi recriado por inteligência artificial para participar do filme “As deep as the grave” — mesmo sem ter gravado nenhuma cena para a produção, que ganhou seu primeiro trailer nesta quarta-feira (15). Assista ao vídeo acima.
O americano morreu por causa de uma pneumonia, anos depois de passar por um tratamento contra um câncer na garganta, em 2014.
Ele tinha sido escalado como um padre no filme, um personagem desenvolvido com base em sua ancestralidade indígena, mas estava doente demais para as gravações.
Val Kilmer é recriado por IA em trailer de ‘As Deep as the Grave’
Reprodução/YouTube/FirstLineFilms

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Bololô Records’, produtora musical de MC Ryan SP que projetou astros do funk, é alvo da PF


Imagens divulgadas nas redes sociais da produtora (@bololorecord) de MC Ryan SP, um dos sócios fundadores do selo.
Redes sociais
A Bololô Records, produtora e selo fonográfico fundado pelo cantor MC Ryan SP, foi um dos alvos da Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (15).
O g1 teve acesso ao relatório da PF, que afirma que essas empresas teriam sido utilizadas para mesclar receitas legítimas da produção musical com recursos provenientes de apostas ilegais e rifas digitais.
A produtora é responsável pelo agenciamento de artistas como MC Meno K, protagonista do maior hit do selo, “Posso Até Não Te Dar Flores”. Além de nomes como MC Jacaré e o produtor Japa NK.
Além do selo principal, a Justiça Federal determinou o bloqueio de bens e ativos de outras empresas ligadas a MC Ryan SP: a MC Ryan SP Produção Artística LTDA, a Ryan SP Holding Patrimonial LTDA e o Bololô Restaurant & Bar LTDA.
A decisão inclui o sequestro de valores em contas bancárias e a alienação de criptoativos. Saiba mais.
Empresários do funk também são alvos da operação
Empresários de produtoras de funk de São Paulo também estão entre os alvos da Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal, na manhã desta quarta-feira (15).
Na esquerda, Rodrigo Inácio de Lima Oliveira, sócio da GR6. Na direita, Henrique Alexandre Barros Viana, conhecido como “Rato”, dono da Love Funk.
Redes sociais
A ação visa desarticular uma associação criminosa voltada à movimentação ilícita que ultrapassa R$ 1,6 bilhão.
A 5ª Vara Federal de Santos expediu 39 mandados de prisão temporária, com prazo de 30 dias. O g1 teve acesso à lista. Entre os nomes citados estão Rodrigo Inácio de Lima Oliveira, da GR6 Eventos, e Henrique Alexandre Barros Viana, conhecido como “Rato”, dono da Love Funk.
A GR6 se define nas redes sociais como a “número 1 do funk” e é responsável pela gestão de carreiras de cerca de 300 nomes ligados ao gênero, entre eles MC Livinho, MC Hariel, MC Don Juan e MC IG.
Já a Love Funk, empresa de Henrique Viana, é responsável pela carreira de nomes como MC Paiva e Paulinho da Capital, além de ter sido base para o lançamento de artistas como MC Daniel.
O g1 procurou as produtoras GR6 e Love Funk, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.
O que diz a PF
As investigações da Polícia Federal detalham o papel central dos empresários do setor musical no fluxo financeiro da organização:
Rodrigo Inácio de Lima Oliveira: Vinculado à produtora GR6 Eventos, é citado por realizar transferências diretas a MC Ryan SP. Ele já foi alvo de investigações anteriores por suposto financiamento ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
Henrique Alexandre Barros Viana: Identificado como responsável por operações financeiras sem lastro e também investigado por suspeita de lavagem de dinheiro para a facção criminosa.
A operação
Segundo a Polícia Federal, os suspeitos utilizavam operações financeiras de alto valor, transações com criptoativos no Brasil e no exterior e o transporte de dinheiro em espécie para dissimular a origem dos recursos. Nessa mesma operação, foram presos os artistas MC Ryan SP e Poze do Rodo.
Entenda os motivos que levaram os MCs Ryan SP e Poze do Rodo para a prisão
Ryan Santana dos Santos, de 25 anos, é um dos principais nomes do funk nacional. Em nota, a defesa dele disse que ainda “não teve acesso ao procedimento, que tramita sob sigilo”, mas ressaltou a “absoluta integridade de MC Ryan, bem como a lisura de todas as suas transações financeiras”.
Disse ainda que “todos os valores que transitam por suas contas possuem origem devidamente comprovada”.
No caso de MC Poze do Rodo, que se chama Marlon Brandon Coelho Couto Silva e tem 27 anos, a defesa afirmou que “desconhece os autos ou teor do mandado de prisão” e que, quando tiver acesso aos documentos, “se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário”.
Segundo as investigações, os envolvidos usavam um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.
As investigações continuam e os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Sócio da GR6 já foi alvo de operação antes
Rodrigo Oliveira já havia sido alvo da Operação Latus Actio, em março de 2024, quando a PF apreendeu carros de luxo e aeronaves.
Na ocasião, a defesa do empresário afirmou que ele era vítima de “preconceito contra o funk”. Agora, a PF apura se o setor fonográfico foi utilizado para dissimular valores bilionários através de transações com criptoativos e movimentações de alto valor em espécie.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sydney Sweeney volta a fazer campanha da American Eagle após polêmica sobre eugenia e sexualização


Sydney Sweeney aparece em nova campanha da American Eagle
Reprodução/Instagram
A atriz Sydney Sweeney voltou a fazer uma campanha de marketing para a marca American Eagle após as polêmicas que associaram os últimos comerciais a racismo, eugenia e objetificação feminina no último ano.
Em um anúncio divulgado neste mês, Sydney posa para a câmera e diz: “Qual marca estou usando? É, aquela mesma”.
A frase é seguida de uma risada.
Sydney Sweeney aparece em nova campanha da American Eagle
Reprodução/Youtube
No ano passado, a atriz e a marca foram criticadas por um dos anúncios que trazia imagens sensuais da artista e fazia um trocadilho com as palavras “jeans” e “genes” — em inglês, a pronúncia dos termos é similar.
Assim como uma boneca Barbie, Sydney Sweeney é loira, tem olhos azuis e um corpo considerado padrão. Esse é um perfil estético que, culturalmente, é imposto como o ideal de beleza feminina.
A campanha da American Eagle dizia que Sydney “tem um jeans ótimo”.
Além disso, segundo as críticas, em todos os vídeos e imagens da propaganda, Sydney estava bastante sensual. Com os seios e quadris em destaque, e caras e bocas provocativas.
Sydney Sweeney vira alvo de polêmica sobre racismo e erotização; entenda
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou a campanha considerada anti-woke na época.
“Sydney Sweeney, uma republicana registrada, tem o anúncio mais quente que existe”, escreveu Trump em sua plataforma de mídia social.”Ser ‘woke’ é coisa de perdedores, ser republicano é o que você quer ser.”
Diante da declaração do presidente, o g1 conferiu e, na época, o nome da atriz constava como republicana registrada.
Segundo o site americano da Vanity Fair, no ano passado, as vendas da marca cresceram em 10% após a campanha, rendendo cerca de 200 milhões de dólares a American Eagle.
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Resposta da atriz
Sydney só se pronunciou meses após os comerciais. Em entrevista à jornalista Kat Stoeffel, quando perguntada sobre a reação do público à campanha, a atriz disse apenas que “fez uma campanha de jeans”.
“Assim, a reação foi definitivamente uma surpresa, mas… eu amo jeans. Tudo que eu uso é jeans”, completou.
Após a repercussão negativa da entrevista, a atriz voltou a comentar o assunto. À revista People, Sydney comentou que não concordava com as visões que foram associadas às propagandas.
“Fiz a campanha porque amo os jeans e amo a marca. Eu não apoio as visões que algumas pessoas escolheram associar à campanha. Muitos atribuíram motivos e rótulos a mim que simplesmente não são verdadeiros”, afirmou.
“Quem me conhece sabe que estou sempre tentando unir as pessoas. Sou contra o ódio e a polarização. No passado, minha postura sempre foi nunca responder a relatos negativos ou positivos, mas recentemente percebi que meu silêncio sobre esse assunto só ampliou o abismo, não o fechou. Espero que este novo ano traga mais foco no que nos conecta, em vez do que nos separa”, continuou.
Sydney Sweeney em campanha da American Eagle
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Madonna anuncia novo álbum; ‘Confessions II’ é descrito como sequência de disco de 2005


Madonna na capa de ‘Confessions II’
Divulgação
Após muita expectativa, Madonna anunciou nesta quarta (15) o disco “Confessions On a Dance Floor Part II” (ou apenas “Confessions II”), sequência do aclamado álbum de dance music de 2005. O álbum será lançado no dia 3 de julho de 2026.
Assim como o primeiro, “Confessions II” é descrito como um disco para as pistas, concebido para ser ouvido do início ao fim, sem pausas entre as músicas, como um set de DJ.
Para o álbum, Madonna voltou a trabalhar com o produtor Stuart Price. O britânico não só assina o primeiro disco, como já produziu sucessos de Dua Lipa, Kylie Minogue e Pet Shop Boys.
“Quando Stuart Price e eu começamos a trabalhar neste disco, este era o nosso manifesto: Precisamos dançar, celebrar e orar com nossos corpos. São coisas que fazemos há milhares de anos — são práticas verdadeiramente espirituais. Afinal, a pista de dança é um espaço ritualístico. É um lugar onde você se conecta com suas feridas, com sua fragilidade”, declarou a cantora em comunicado à imprensa.
Primeiro ‘Confessions’
Lançado em 2005, “Confessions on a Dance Floor” resgata as raízes da disco music e do europop. Produzido majoritariamente por Stuart Price, o álbum tem o hit “Hung Up”, maior sucesso de Madonna das últimas duas décadas.
Amplamente considerado o “retorno triunfal” de Madonna ao topo da música pop, o disco não apenas reafirmou a relevância de Madonna, mas também definiu o padrão estético e sonoro para a dance music daquela década.
Capa de Confessions on a Dance Floor (2005), álbum de Madonna
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Empresários de produtoras de funk de SP estão entre os alvos de operação da PF contra lavagem de R$ 1,6 bilhão


Na esquerda, Rodrigo Inácio de Lima Oliveira, sócio da GR6. Na direita, Rodrigo Inácio de Lima Oliveira, sócio da GR6.
Redes sociais
Empresários de produtoras de funk de São Paulo estão entre os alvos da Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal, na manhã desta quarta-feira (15).
A ação visa desarticular uma associação criminosa voltada à movimentação ilícita que ultrapassa R$ 1,6 bilhão.
A 5ª Vara Federal de Santos expediu 39 mandados de prisão temporária, com prazo de 30 dias. O g1 teve acesso à lista. Entre os nomes citados estão Rodrigo Inácio de Lima Oliveira, da “GR6 Explode”, e Henrique Alexandre Barros Viana, conhecido como “Rato”, dono da “Love Funk”.
Segundo a Polícia Federal, os suspeitos utilizavam operações financeiras de alto valor, transações com criptoativos no Brasil e no exterior e o transporte de dinheiro em espécie para dissimular a origem dos recursos. Nessa mesma operação, foram presos os artistas MC Ryan SP e Poze do Rodo.
O g1 procurou as produtoras “GR6” e “Love Funk”, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.

Fonte: G1 Entretenimento