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Wagner Moura entra na lista da revista Time das 100 pessoas mais influentes do mundo e estampa uma das capas

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Fonte: G1 Entretenimento

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Polícia australiana abre investigação contra Katy Perry por agressão sexual


Ruby Rose acusa cantora Katy Perry de assédio sexual. Caso teria acontecido há 20 anos.
Divulgação
A cantora americana Katy Perry está sendo investigada na Austrália por acusações de agressão sexual feitas pela atriz Ruby Rose, segundo a polícia e a imprensa informaram nesta quarta-feira (15).
Rose denunciou nas redes sociais que a cantora, atual parceira do ex-primeiro-ministro canadense Justin Trudeau, a teria agredido em uma casa noturna de Melbourne há quase duas décadas. As postagens tiveram grande repercussão na imprensa, mas foram apagadas.
Na terça-feira (14), Rose, conhecida por seu papel na série de televisão “Orange is the New Black”, anunciou que formalizou a denúncia à polícia. Segundo ela, por se tratar de um caso em investigação, não pode comentar publicamente os detalhes.
Procurada, a polícia do estado de Victoria, que se recusou a mencionar o nome de Perry, mas reconheceu que está “investigando uma agressão sexual ocorrida em Melbourne em 2010”.
“Como a investigação está em curso, não seria apropriado fazer mais comentários no momento”, acrescentou um porta-voz.
Um representante de Perry desmentiu as acusações em uma declaração à revista Variety.
“As acusações que Ruby Rose divulga nas redes sociais sobre Katy Perry não são apenas categoricamente falsas, como também são mentiras perigosas e imprudentes”, afirmou.
“Rose tem um histórico bem documentado de graves acusações públicas nas redes sociais contra diversas pessoas, acusações que têm sido repetidamente desmentidas pelos envolvidos”, acrescentou.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Elis Regina revive em álbum póstumo produzido a partir da voz da cantora em especial de TV gravado há 40 anos


Elis Regina (1945 – 1982) no camarim do Teatro Bandeirantes em 1976
Divulgação / Bob Wolfenson
♫ NOTÍCIA
♬ Já está em processo de formatação mais um álbum póstumo de Elis Regina (17 de março de 1945 – 19 de janeiro de 1982), previsto para ser lançado em novembro com dez faixas.
Antes mesmo do lançamento da controvertida edição remixada do álbum “Elis” (1973), alvo de indignação pública do pianista e arranjador do disco, Cesar Camargo Mariano, João Marcello Bôscoli e o engenheiro de som Ricardo Camera já vinham trabalhando em álbum criado a partir do áudio extraído da gravação de especial filmado pela cantora para a TV Bandeirantes em 1976.
Esse trabalho de revitalização do áudio de 1976 transcorre paralelamente às dissonâncias relativas á remixagem do álbum de 1973 – caso que já pode até parar na Justiça (Cesar Camargo Mariano já notificou a gravadora Universal Music e João Marcello Bôscoli estaria cogitando processar Mariano, de acordo com texto publicado no blog do jornalista Julio Maria, biógrafo de Elis Regina).
Feita há 40 anos por Elis no estúdio paulistano Vice-Versa, em 16 canais, essa gravação já tinha originado em 1984 o álbum póstumo “Luz das estrelas”, produzido por Max Pierre e Rogério Costa (1949 – 1996), irmão de Elis, com a voz da cantora posta sobre novos arranjos criados na ocasião com a tecnologia da época.
Em essência, o processo que gerou “Luz das estrelas” – disco lançado com pompa pela gravadora Som Livre em 1984 – é similar ao processo feito na corrente produção desse novo álbum gerado a partir da voz da cantora no mesmo especial de TV, só que com o auxílio dos recursos digitais do século XXI. Leia-se IA. A ideia do projeto surgiu em 2023 em conversa de João Marcello Bôscoli com o irmão Pedro Mariano.
Extraída da gravação do especial (mas recuperada a partir de fita enviada pela gravadora Som Livre à família de Elis, não da fita original do programa de TV, aparentemente perdida), a voz de Elis Regina nas dez músicas foi restaurada pelo engenheiro de som Ricardo Camera através de softwares de IA que reduzem ou eliminam ruídos e interferências.
Restaurada a voz, uma nova base instrumental foi produzida nos Estúdios Trama NaCena, em São Paulo (SP), com arranjos criados por Marcelo Maita com a ambição de soarem contemporâneos e, ao mesmo tempo, serem fiéis ao ao universo musical de Elis Regina, cantora que tinha apurada musicalidade e, por isso mesmo, era exigente com a criação e execução dos arranjos.
Foram arregimentados músicos como Conrado Goys (guitarra), Daniel de Paula (bateria), Paulinho da Costa (percussão e percussão vocal) e Robinho Tavares (baixo). Os instrumentistas se juntaram ao arranjador Marcelo Maita (piano elétrico e sintetizador) para a gravação de músicas como “Corsário” (João Bosco e Aldir Blanc).
Apresentada ao Brasil na voz de Ney Matogrosso em 1975, no primeiro álbum solo do cantor, a música “Corsário” foi incluída por Elis no roteiro do especial da TV Bandeirantes ao lado de outras composições de João Bosco e Aldir Blanc (1946 – 2020), dupla recorrente no repertório da cantora desde 1972.
Com capa que expõe a assinatura de Elis, o single com a nova versão de “Corsário” está programado para ser lançado em 10 de maio, Dia das Mães, dando sequência ao projeto tornado público exatamente dois anos antes, em 10 de maio de 2024, com a edição do single que apresentou a nova versão de “Para Lennon e McCartney” (Lô Borges, Marcio Borges e Fernando Brant, 1970).
Originalmente intitulado “Elis para sempre”, esse próximo álbum póstumo de Elis Regina poderá ter músicas como “Triste” (Antonio Carlos Jobim, 1967), “O mestre-sala dos mares” (João Bosco e Aldir Blanc, 1974) e “Gol anulado” (João Bosco e Aldir Blanc, 1967).
Capa do single póstumo ‘Corsário’, de Elis Regina (1945 –1982)
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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João Gomes, Melody, Luísa Sonza… por que o público não está entendendo o que eles cantam?


João Gomes, Melody, Luísa Sonza: por que o público não está entendendo o que eles cantam?
Nas redes sociais, o público tem falado bastante a respeito da cantoria de alguns artistas brasileiros. As queixas variam entre deboche e frustração: “João Gomes tem uma dicção pior do que a minha” ou “é impossível entender uma única palavra que a Luísa Sonza está cantando nessa música nova”.
A caixinha de reclamações ainda tem espaço para mais. De hits como “Pipoco” e “Assalto Perigoso” de Melody até o sertanejo de Zezé Di Camargo & Luciano, há uma reclamação frequente entre o público: parece que nem todo mundo está entendendo o que está sendo cantado.
O g1 ouviu especialistas para tentar desvendar se o que o público contesta é, na verdade, uma escolha estética, uma influência internacional, uma questão de dicção ou tudo ao mesmo tempo. Confira abaixo.
Quatro explicações possíveis… no mínimo
De acordo com o professor de canto Adailton Silva, a forma como um artista canta é resultado de uma construção moldada por diversos fatores. Ele elenca as quatr ofundamentais:
Físico: Envolve desde a anatomia do diafragma até a respiração natural que podem tornar a voz mais anasalada.
Técnico: É o uso consciente de “ornamentos” como melismas (várias notas em uma sílaba), apogiaturas e drives, que alteram a estética sonora original.
Tecnológico: O uso de efeitos de estúdio, como reverb, eco e corretores de afinação (melodrame), que mexem na textura final da voz gravada. Também a qualidade do som em apresentações ao vivo.
Cultural e de estilo: Sotaques e gírias do Norte e do Sul do país influenciam não apenas a pronúncia das palavras, mas também o tom e a cadência da fala. O mesmo vale para outros idiomas. Também influenciam os estilos que os artistas cresceram ouvindo, claro, e acabam incorporando em sua assinatura.
João Gomes, Melody e Luísa Sonza
Divulgação
João Gomes, Luiz Gonzaga e o canto de aboio
E é justamente esse pilar cultural, que Adailton chama de “primeira digital da voz”, que pode ajudar a decifrar a estética por trás do canto “embolado” de João Gomes.
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“Se você reparar nos cantores da mesma região, como o próprio Luiz Gonzaga, eles cantavam de um jeito semelhante. Isso acontece porque a região sofreu muita influência do aboio, o canto usado para tocar o gado”, afirma.
João Gomes
Reprodução/Redes Sociais
Para Rafael Dantas, treinador vocal, o cantor do piseiro é um exemplo de como a personalidade reflete diretamente na voz. “Eu vejo o João Gomes como uma pessoa muito tímida e autêntica. Ele canta como se estivesse conversando em casa, numa região confortável para a voz dele”, analisa.
Melody e seus falsetes…
No caso da cantora pop Melody, famosa pelos seus passeios de jetskis e falsetes, o nó na compreensão do público pode residir no uso dos “lugares de ressonância”.
Os professores explicam que os antigos termos “voz de peito” (notas graves) e “voz de cabeça” (notas agudas) referem-se, na verdade, a ajustes musculares e sensações de vibração no corpo.
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Essa técnica é levada ao extremo da nasalidade pela cantora Melody. Embora Rafael elogie o timbre da artista, ele aponta que a escolha por essa sonoridade “fanha” é uma faca de dois gumes:
“É um lugar gostoso de cantar e garante uma vida vocal mais longa, pois não exige grandes esforços das pregas vocais. Mas se o som vaza pelo nariz, como é o caso dela, ninguém entende direito o que está sendo dito”, explica.
… e autotunes
Adailton cita ainda o peso da tecnologia nessa “estética vocal final”. O uso de efeitos em estúdios como reverb, eco e corretores de afinação (como o Melodyne) podem criar uma camada na textura da voz a ponto de parecer “robótica”.
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Essa combinação de ressonância nasal com processamento tecnológico ajuda a criar a sonoridade característica dos hits de Melody, é verdade. Mas também parece levantar uma barreira entre o que é cantado e o que é compreendido.
Luísa Sonza e a influência do ‘canto americano’
O caso de Luísa Sonza é o exemplo de quando o estudo técnico esbarra no idioma. Segundo Rafael, ela domina a técnica, mas na hora de passar isso para o português, a clareza das palavras acaba saindo prejudicada.
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A cantora é influenciada musicalmente por uma escola americana de canto: uma técnica focada em grandes palcos, microfones de alta sensibilidade e coreografias complexas. O problema é quando ela leva essa técnica ao canto em português.
“Quando a gente diz que a voz ‘bate no nariz’, na verdade estamos falando de uma ressonância na frente do rosto. Mas, como no Brasil nossa referência de frente é o nariz, muitos artistas acabam apoiando o som lá, e isso vira uma coisa bem fanha”, diz.
Segundo ele, o nosso idioma é uma língua “pesada” e muito silábica, o que gera um conflito estético quando se tenta aplicar a leveza do agudo americano às nossas palavras.
Luísa Sonza
Divulgação
Após o lançamento do novo álbum de estúdio “Brutal Paraíso”, em 7 de abril, Luísa Sonza recebeu diversos comentários por parte do público de que não estaria conseguindo entender as letras.
Além da técnica de canto, outro fator que se aplica nesse caso é a mixagem, isto é, o processo de equilibrar e processar múltiplas faixas de áudio (instrumentos, voz e efeitos).
A crítica não foi por apenas em uma ou duas faixas. Em boa parte do álbum, a voz de Luísa está “mergulhada” nos instrumentos. Isso pode ser uma escolha estética, mas torna a compreensão ainda mais complicada.
Por que um artista pode soar melhor em inglês?
Essa “desconexão” por parte do público explica por que muitos fãs comentam que Luísa Sonza e outras artistas “cantam melhor” quando interpretam músicas internacionais.
“Os fonemas do inglês são mais fáceis de pronunciar em determinadas notas agudas do que os nossos. O português, por ser muito rígido nas sílabas, não fica tão ‘bonito’ nessa estética americana”, analisa Adailton.
Sertanejo, o nosso ‘rock americano’
A mesma tendência aparece no sertanejo. A busca por notas altíssimas transformou o estilo em uma espécie de equivalente nacional às baladas norte-americanas, exigindo um preparo vocal específico.
“O sertanejo vai muito para esse lugar do rock americano. A gente não tem rock cantado em português com essa altura e esses agudos. Para nós, o nome disso é música sertaneja”, explica Rafael Dantas.
Chitãozinho e Zezé Di Carmargo
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Ele cita Xororó como o grande exemplo de domínio técnico: “Ele busca uma leveza para as notas agudas que é absurda. Parece a mesma voz de 40 anos atrás porque ele buscou a forma do canto, e não apenas o som”.
O risco, segundo o especialista, é quando o artista tenta imitar o som agudo sem a técnica correta, como aconteceu com Zezé Di Camargo.
Mulheres do sertanejo e o ‘grave de respeito’
No caso das mulheres, o debate ganha ainda uma camada cultural. O professor explica que vozes graves são associadas à credibilidade e imposição.
Por isso, artistas como Paula Fernandes, Simone Mendes e Marília Mendonça trouxeram o grave para o centro de suas músicas, mesmo precisando alcançar notas altas.
Marília Mendonça: Para o especialista, Marília demonstrava uma técnica superior, transitando com fluidez entre graves e agudos.
Simone Mendes: Busca o conforto na região que já domina, enfrentando os agudos até onde o limite vocal permite.
Paula Fernandes: É apontada como alguém que canta em uma região confortável, mas com uma articulação “entre os dentes”, o que pode dificultar a clareza para alguns ouvintes.
Marília Mendonça. Simone Mendes e Paula Fernandes.
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O que pode ser feito para melhorar a compreensão?
Para os professores, o caminho é trabalhar mais a articulação. Um deles, Rafael, explica que muitos cantores brasileiros têm um certo medo de “abrir demais a boca” ou de fazer caretas, porque querem estar sempre bonitos para a câmera.
Mas é justamente esse contorno facial e essa abertura que trazem clareza para as consoantes.
“Compare com uma Beyoncé: ela faz caretas, abre a boca, mexe muito a boca, e a gente entende tudo o que ela canta, mesmo dançando” , comenta.
No Brasil, os artistas também precisam, cada um à sua maneira, encontrar esse equilíbrio: seguir com seu estilo próprio e manter a voz confortável, mas não deixar o público perder a mensagem que está sendo dita.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Proibidão protegidão’: programa da ONU utiliza funks no Spotify para divulgar proteção contra o HIV


Unaids utiliza funk para falar com os jovens sobre camisinha e HIV
🔥’O funk é proibidão, mas agora tá protegidão’; 🫦’Bota capa e vem com prevenção’.
🎶O funk, um dos ritmos mais ouvidos e influentes do país, virou ferramenta de saúde pública. O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançou no início deste mês a iniciativa “Proibidão Protegidão”.
A ideia é ocupar os mesmos espaços onde a geração Z está e usar o ritmo musical para levar informações sobre a prevenção ao HIV diretamente ao celular dos jovens.
🔎Para isso, a campanha utiliza o Spotify Canvas — ferramenta de vídeos em loop de oito segundos que acompanha a reprodução das faixas — como um espaço inédito de mídia.
Hits de artistas como MC Livinho, MC Mari e MC Pikachu, que somam cerca de 300 milhões de visualizações na plataforma, tiveram seus visuais originais substituídos por animações que promovem o uso do preservativo.
A iniciativa inclui as faixas:
‘Fazer Falta’ do Mc Livinho, Perera DJ
‘Flauta’ da MC Mari, Perera DJ
‘Vínculo Nenhum’ do Mc Davi
‘Lá no Meu Barraco’ do Mc Pikachu
Imagens da campanha “Proibidão Protegidão” nas músicas do Spotify
UNAINDS/Divulgação
Para Thainá Kedzierski, oficial de Comunicação e Advocacy do UNAIDS Brasil, adaptar a linguagem é essencial para ampliar a prevenção.
‘Uma comunicação baseada na autonomia e nas escolhas individuais é fundamental para uma resposta ao HIV mais equitativa, especialmente entre os jovens, grupo que ainda concentra a maior parte das novas infecções’, indica Thainá.
Prevenção e tratamento gratuitos no SUS
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece de forma gratuita:
PrEP (Profilaxia Pré-Exposição)
PEP (Profilaxia Pós-Exposição)
preservativos internos e externos
lubrificantes
autoteste para HIV
tratamento antirretroviral para pessoas que vivem com HIV.
🔎 As profilaxias pré e pós-exposição (PrEP e PEP) são intervenções biomédicas que consistem no uso de antirretrovirais para prevenir a infecção pelo HIV.
O SUS também mantém oferta universal e gratuita de terapia antirretroviral. Mais de 225 mil pessoas utilizam o comprimido único com menor risco de efeitos adversos e melhor grau de aceitação.
Por exigir apenas uma dose diária, o esquema melhora a adesão e a qualidade de vida de pacientes infectados pelo HIV.
Além do Diagnóstico: A evolução do tratamento do HIV
Novas infecções entre jovens
A ação é uma resposta ao aumento de infecção pelo vírus da AIDS na população mais jovem. De acordo com o “Boletim Epidemiológico – HIV e Aids 2025”, do Ministério da Saúde, 48,7% das novas infecções por HIV foram registradas em pessoas de 15 a 29 anos em 2024.
Os últimos dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PENSE), realizada pelo IBGE em 2019, também mostram que o percentual de jovens de 13 a 17 anos que afirmam usar preservativo nas relações sexual caiu.
Os números passaram de 72,5% em 2009 para 59% em 2019, uma queda de mais de 13 pontos percentuais em 10 anos.
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gabriela é eliminada do ‘BBB 26’ com 64,12% da média dos votos


Quem saiu do BBB 26? Gabriela é a décima quinta eliminada do reality
Reprodução/TV Globo
Gabriela foi eliminada da 26ª edição do “Big Brother Brasil” no Paredão desta terça-feira (14). A sister deixou a casa após receber 64,12% da média dos votos.
Isso É Fantástico: como nasce um BBB? Ouça trechos inéditos da conversa com Tadeu Schmidt e Rodrigo Dourado
William Bonner e Sandra Annenberg invadem a casa do BBB!
Ela disputava a preferência do público com Juliano Floss e Ana Paula Renault, que ficaram com 29,24% e 6,64% da média, respectivamente.
Gabriela é uma das últimas participantes resistentes do Quarto Branco. Aos 21 anos, a paulista se divide entre os estudos de Psicologia e o trabalho como vendedora ambulante. Desde os 15 anos, quando começou em um buffet infantil, ela nunca deixou de correr atrás de oportunidades. Comunicativa e determinada, Gabriela sonha em transformar a vida da família após o BBB 26.
Confira os percentuais da votação:
Gabriela
Média: 64,12%
Voto Único: 63,00%
Voto Torcida: 66,74%
Juliano Floss
Média: 29,24%
Voto Único: 30,61%
Voto Torcida: 26,03%
Ana Paula Renault
Média: 6,64%
Voto Único: 6,39%
Voto Torcida: 7,23%

Fonte: G1 Entretenimento

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Jaques Morelenbaum, Marcelo Costa e Carlos Malta incluem Edu Lobo e Tom Jobim no trilho do álbum ‘Trem de Três’


Jaques Morelenbaum (à esquerda), Marcelo Costa (ao centro) e Carlos Malta formam o trio de música instrumental Trem de Três
Rogério Von Kruger / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O violoncelista Jaques Morelenbaum, o ritmista Marcelo Costa e o ás dos sopros Carlos Malta – hábil no toque de flauta, saxofone, clarinete e clarone – são três grandes músicos que figuram no time dos instrumentistas mais requisitados para dividir palcos e estúdios com os maiores cantores do Brasil.
No ano passado, esses músicos formaram um trio, Trem de Três, que entrou em cena em 30 de maio de 2025 com show na casa Blue Note Rio.
Decorrido quase um ano da estreia do trio, Jaques Morelenbaum, Marcelo Costa e Carlos Malta se preparam para gravar projeto audiovisual multimidia em show que será feito em 30 de abril para pequena plateia de convidados no estúdio Mega, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do três artistas cariocas.
Projeto da Indie Records, a gravação audiovisual do show do Trem de Três irá gerar documentário – filmado com imagens captadas sob direção de Nando Chagas e previsto para ser exibido em canal fechado de televisão – e álbum ao vivo.
Ao montar o repertório desse primeiro registro fonográfico, o Trem de Três seguirá basicamente o roteiro já apresentado em show. Jaques Morelenbaum, Marcelo Costa e Carlos Malta põem no trilho audiovisual do Trem de Três músicas de compositores do porte de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Baden Powell, Caetano Veloso, Edu Lobo, Egberto Gismonti, Gilberto Gil e Hermeto Pascoal (1936 – 2025).
Edu Lobo, por exemplo, é compositor recorrente no repertório do Trem de Três com músicas como “Ponteio” (1967, parceria com José Carlos Capinan), “Zanzibar” (1970), “Vento bravo” (1973, parceria com Paulo César Pinheiro) e “Repente” (1976, parceria com José Carlos Capinan).
Já Tom Jobim estará representado no roteiro por “O morro não tem vez” (1963, parceria com Vinicius de Moraes), “Surfboard” (1967) e “Retrato em branco e preto” (1967), parceria com Chico Buarque que será ouvida na gravação do álbum em solo instrumental de Jaques Morelenbaum.
Também estão previstas músicas como “Aquele abraço” (Gilberto Gil, 1969), “Canto de Xangô” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1966), “Igrejinha” (Hermeto Pascoal, 1971) e “Trilhos urbanos” (Caetano Veloso, 1979).

Fonte: G1 Entretenimento

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Marina Lima é entrevistada no g1 Ouviu ao vivo desta quinta-feira (16)


Marina Lima é entrevistada no g1 Ouviu ao vivo desta quinta-feira (16) Cantora é a convidada do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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João Fênix fricciona os timbres da voz andrógina em álbum gravado ao vivo em show com o violonista Jaime Alem


João Fênix lança o álbum ‘Mapa de tempo ao vivo’ na sexta-feira, 17 de abril, com oito músicas gravadas ao vivo em show na casa Manouche, no Rio de Janeiro (RJ)
Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Mapa de tempo ao vivo
Artista: João Fênix e Jaime Alem
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ É significativo que a canção “Todo homem” (2027), de Zeca Veloso, seja uma das oito músicas selecionadas por João Fênix para o álbum que lançará na sexta-feira, 17 de abril, com recorte de show feito pelo cantor na companhia do violonista Jaime Alem e gravado na casa Manouche, no Rio de Janeiro (RJ).
Afinal, com a voz de contratenor que o faz transitar com naturalidade entre registros graves e adultos, o artista pernambucano antecipou em décadas a tendência de cantores surgidos nos anos 2010 que lançam mão de falsetes, como Tim Bernardes, Zé Ibarra e o próprio Zeca Veloso. Curiosamente, Fênix aciona os graves ao dar voz à canção de Zeca.
A voz andrógina de Fênix o conecta a uma linhagem que inclui o desbravador Ney Matogrosso e o sucessor Edson Cordeiro, revelação dos anos 1990. Não por acaso, Ney participa do álbum “Mapa de tempo ao vivo”, rebobinando em cena o dueto trivial em “Nada mais (Lately)” (Stevie Wonder, 1980, em versão em português de Ronaldo Bastos, 1984) que gravara em estúdio para um dos singles posteriormente agrupados por Fênix no álbum “Pequeno mapa do tempo” (2024).
Coletânea de duetos irregulares, “Pequeno mapa do tempo” gerou o show captado no Manouche para dar origem ao álbum ao vivo editado via Mills Records. Contudo, com exceção da música cantada com Ney Matogrosso, o repertório é outro, a começar por “Pai Grande” (Milton Nascimento, 1969), música que ecoa na abertura do álbum uma espiritualidade cada vez mais presente nas escolhas do artista.
Ancorado no porto seguro do violão de Jaime Além, com quem o cantor trabalha há muitos anos, Fênix fricciona os timbres da voz múltipla, nem sempre com resultado satisfatório.
Há certa estridência no canto de “Jeito de mato” (Paula Fernandes e Maurício Santini, 2009) que dilui a serenidade desse tema ambientado em universo interiorano no qual Jaime Alem, hábil violeiro, fica à vontade. Esse timbre agudo faz o registro de “Canta coração” (Geraldo Azevedo, 1979) remeter em algumas passagens à gravação original da música, apresentada na voz rascante de Elba Ramalho no álbum “Ave de prata” (1979).
Fênix se eleva mais na lembrança de “Ando de bando” (Ivor Lancellotti e Álvaro Lancellotti, 2018), número em que o violão de Alem evoca um universo cigano, entre outras referências citadas na letra desta grande música.
“Ando de bando” apareceu na voz do próprio João Fênix no melhor álbum do cantor, “Minha boca não tem nome” (2018), disco de afirmação e resistência de cujo repertório o intérprete também revive “Meu elemento (É de balé)” (Moreno Veloso e Igor de Carvalho, 2018), ijexá que expõe a forte conexão ancestral entre a Bahia e a África. Ao fim do número, em sintonia com essa ancestralidade, Fênix saúda orixá enquanto Jaime Alem extrai sons percussivos da madeira do violão.
A seleção de repertório do álbum “Mapa de tempo ao vivo” é completada por “Al final de este viaje en la vida”, canção de Silvio Rodríguez que deu título ao álbum de estúdio lançado em 1978 pelo cantor e compositor cubano. Fênix interpreta em espanhol essa canção em que o politizado Rodríguez versa sobre a transcendência e resistência do Homem, em plena luz em meio à morte.
Com mais acertos do que erros, o álbum “Mapa de tempo ao vivo” expõe a resistência da voz andrógina de João Fênix.
Capa do álbum ‘Mapa de tempo ao vivo’, de João Fênix
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Ticketmaster tem 15 dias para responder MP-SP sobre os custos dos ingressos do BTS


Fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) deu prazo de 15 dias para que a Ticketmaster esclareça como calcula a taxa de serviço cobrada na venda de ingressos para os shows do grupo sul-coreano BTS na capital paulista.
A decisão foi tomada após representação do deputado estadual Guilherme Cortez (PSOL), que questiona a cobrança de uma taxa de 20% sobre o valor total das compras feitas, principalmente pela internet.
No despacho, assinado no dia 9 de abril, a Promotoria de Justiça do Consumidor afirma que a cobrança da chamada “taxa de conveniência” não é ilegal por si só, mas precisa obedecer critérios como transparência e proporcionalidade.
Segundo o promotor Donisete Tavares Moraes Oliveira, há indícios de que o modelo adotado pode gerar cobrança desproporcional. Isso porque o percentual incide sobre ingressos de valores diferentes — que variam de cerca de R$ 340 a mais de R$ 4 mil — mesmo quando o serviço prestado é o mesmo.
Sem data de venda, fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
Paola Patriarca/g1
Para o promotor, quem adquire um ingresso mais caro, na prática, exige um serviço equivalente ao de quem compra um ingresso mais barato.
Entre os pontos que a Ticketmaster terá que esclarecer estão:
quais são os custos operacionais da venda online de ingressos;
por que a taxa é fixada em 20% para todos os tipos de ingresso;
quantos ingressos foram vendidos pela internet e quantos em bilheteria;
o total de entradas disponibilizadas para cada dia de show.
A Promotoria também quer entender por que a empresa adota cobrança percentual — e não um valor fixo por transação — já que isso pode elevar significativamente o preço final pago pelo consumidor.
Questionamentos
Na representação, o deputado argumenta que a taxa pode configurar vantagem excessiva, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, especialmente por falta de clareza sobre sua composição e critérios.
O documento também aponta que a cobrança proporcional tende a aumentar o valor final inclusive em casos de meia-entrada, o que, na prática, pode reduzir o benefício garantido por lei.
Além disso, a venda concentrada no ambiente digital pode limitar alternativas para o consumidor, ampliando o impacto da taxa sobre o preço dos ingressos.
A turnê do BTS em São Paulo está marcada para os dias 28, 30 e 31 de outubro de 2026. Os ingressos estão esgotados.
O g1 procurou a Ticketmaster, mas a empresa não se pronunciou até a última atualização desta reportagem.
Fãs protestam
Fãs do grupo sul-coreano BTS protestaram no Shopping Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, contra a pré-reserva online obrigatória criada pela Ticketmaster Brasil para a compra presencial de ingressos da “BTS World Tour”.
A empresa passou a exigir, no sábado (4), que fãs façam uma pré-reserva online um dia antes, válida apenas para quem pretende comprar ingressos presencialmente na bilheteria (leia mais abaixo).
O grupo se reuniu em frente à loja de venda de ingressos com cartazes pedindo o fim da exigência e acusando a empresa de dificultar a compra na bilheteria.
A manifestação foi organizada após consumidores enviarem ao Procon-SP uma reclamação contra o modelo de venda. No documento, os fãs afirmam que a pré-reserva — usada como requisito para ser atendido presencialmente — configura uma “restrição indevida” e pode caracterizar prática abusiva.
Fãs do grupo sul-coreano BTS protestaram neste domingo (5) no Shopping Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, contra a pré-reserva online obrigatória criada pela Ticketmaster Brasil para a compra presencial de ingressos da “BTS World Tour”.
Arquivo pessoal
Uma fã, que chegou a acampar na bilheteria, disse ao g1 que a expectativa era que o órgão avalie a legalidade do procedimento e garanta o acesso à bilheteria “sem imposição de etapas digitais obrigatórias”.
“Eles não levaram nossas reclamações a sério e nem mesmo para os superiores, agora já está acontecendo a pré-reserva dos primeiros dias de show para quem tem membership. Para variar está sendo caótico, muita gente sem conseguir reservar. É um absurdo o que fizeram”, afirmou.
Em nota, o Procon-SP afirmou que a pré-reserva não configura, por si só, prática abusiva. Para o órgão, a medida pode ser considerada válida do ponto de vista da segurança do consumidor (leia mais abaixo).
Os shows do BTS em São Paulo estão marcados para os dias 28, 30 e 31 de outubro de 2026, no Estádio do Morumbi. A venda de ingressos, feita pela Ticketmaster, ocorre em duas etapas.
A pré-venda exclusiva para membros do ARMY (o fã-clube oficial) para os shows de 28 e 30 de outubro começou nesta segunda-feira (6), às 10h. Já a pré-venda do show de 31 de outubro será realizada na terça-feira (8), no mesmo horário. A venda geral para todas as datas está prevista para quinta-feira (10).
Já a pré-reserva funciona como uma etapa obrigatória criada pela Ticketmaster para organizar o atendimento na bilheteria física. Um dia antes da abertura das vendas presenciais, sempre às 16h, a plataforma libera uma página de cadastro.
O grupo se reuniu no piso térreo do centro comercial com cartazes pedindo o fim da exigência e acusando a empresa de dificultar a compra na bilheteria.
Arquivo pessoal
Pré-reserva
De acordo com a Ticketmaster, a pré-reserva é uma etapa obrigatória criada para organizar o atendimento presencial e coibir o cambismo. O processo ocorre sempre um dia antes da abertura da venda física, às 16h. O fã precisa acessar uma página de cadastro, entrar em uma fila virtual usando uma conta ativa da plataforma e selecionar o tipo e a quantidade de ingressos desejados.
Ao final, recebe um QR Code dinâmico, pessoal e intransferível, que deve ser apresentado na bilheteria no dia seguinte. O cronograma é dividido por datas de show e etapas de venda.
Nesta segunda (6), a pré-reserva libera o atendimento presencial de terça (7) para a pré-venda ARMY dos shows de 28 e 30 de outubro. Na terça (7), abre a pré-reserva que dá acesso à venda física de quarta (8), destinada à pré-venda do show de 31 de outubro. Já na quinta (9), ocorre a pré-reserva que habilita a compra presencial da sexta (10), destinada ao público geral para todas as datas.
Procurada pelo g1, a Ticketmaster não respondeu até a última atualização desta reportagem.
Como funciona a pré-reserva:
um dia antes da abertura da venda presencial, é disponibilizada uma página para pré-reserva;
o fã precisa ter conta ativa na plataforma e entrar na fila virtual;
é necessário selecionar tipo e quantidade de ingressos;
após concluir o processo, o usuário recebe um QR Code pessoal e intransferível, que deve ser apresentado na bilheteria;
somente quem tiver esse QR Code será atendido;
o pagamento é feito exclusivamente na bilheteria, sem taxa de serviço;
cada CPF pode reservar até quatro ingressos, sendo no máximo dois de meia-entrada.
Segundo o Procon, o agendamento prévio pode reduzir riscos de aglomeração e filas excessivas, além de garantir um ambiente seguro.
“O Procon-SP, no estrito cumprimento de sua missão de equilibrar as relações entre consumidores e fornecedores, compreende que a implementação de pré-reserva on-line gratuita para o atendimento em bilheterias físicas não configura, por si só, prática abusiva.
Sob o prisma da proteção à saúde e segurança (artigo 6º, Inciso I do Código de Defesa do Consumidor), o agendamento prévio visa mitigar os riscos inerentes a aglomerações e filas prolongadas em logradouros públicos.
Ao organizar o fluxo de consumidores, o fornecedor cumpre seu dever de garantir um ambiente de consumo seguro, prevenindo incidentes e preservando a dignidade e a integridade física dos cidadãos
Por fim, o Procon-SP reforça que o dever de informação (artigo 6º, inciso III do Código) deve ser observado com rigor.”
Fim do acampamento
Em janeiro, as fãs que acampavam em frente a uma bilheteria foram orientadas a não dormir mais no local após funcionários alegarem riscos à segurança, reclamações de moradores e comerciantes e a possibilidade de acionamento da polícia. Na época ainda não havia data para o início das vendas nem confirmação do local do evento.
Segundo o g1 apurou, não há mais filas no local nesta segunda-feira (6). Mas que agora, com a pré-reserva, alguns fãs devem voltar com o “acampamento” nos próximos dias.
Em nota, a Ticketmaster disse que a equipe de bilheteria do shopping não chegou a nenhum acordo nem emitiu instruções sobre o acampamento. Contudo, afirmou que “a orientação compartilhada foi uma recomendação geral para que os fãs evitem acampar, pois atualmente não há informações confirmadas sobre eventos disponíveis”.
“Não temos conhecimento de nenhuma orientação que possa ter sido fornecida separadamente por segurança local ou pessoal terceirizado, pois essas interações não envolveriam nossa equipe de bilheteria”, ressaltou a empresa.
O grupo de k-pop BTS anunciou em 13 de janeiro que fará três shows em São Paulo nos dias 28, 30 e 31 de outubro. A turnê marca a reunião do grupo após os sete membros serem liberados do serviço militar.
E mesmo sem a data oficial de início das vendas nem a definição do local da apresentação, fãs montaram acampamento na frente do shopping em 4 de janeiro à espera de informações sobre a comercialização das entradas.
No momento em que o g1 visitou o acampamento, em 13 de janeiro, só havia mulheres na fila e eram 25 barracas.
“Sou fã desde 2016, mas é a primeira vez que estou acampando. A gente já sabia que ia ser uma loucura e, por isso, viemos para cá hoje. Temos um processo de revezamento para não cansar ninguém e todo mundo poder ir para casa, trabalho, estudar”, afirmou Júlia Siqueira Alves, de 20 anos.
Aline Alcântara Carvalho afirmou que acampava pela segunda vez. “Em 2019 foi um momento incrível, valeu a pena, e agora estou novamente. Ser fã é muito difícil quando nossos artistas estão tão longes. A gente quer comprar álbum, ver shows. Vale muito a pena e estamos juntos. Vivemos momentos de alegria. Vale a pena esperar para comprar o ingresso.”
Sem data de venda, fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
Paola Patriarca/g1
“O site é muito concorrido, então decidimos vir aqui. A gente larga esposo, vai dando um jeitinho para ficar aqui e conseguir o tão sonhado ingresso”, complementou Jéssica dos Santos, de 34 anos.
Amanda Quirino, de 36 anos, e a filha, Sophia, de 18, estavam entre as fãs que decidiram se instalar em frente ao shopping para tentar garantir os ingressos do show.
No local, elas explicaram que as barracas funcionavam como pontos de organização: cada uma reúne cerca de 30 pessoas, que se revezam ao longo do dia para manter a fila ativa até a abertura oficial das vendas.
“A gente sabia que ia ter a turnê, mas ainda não era certeza. Quando teve o anúncio, já pensamos: temos que ir para lá agora. Vou ficar aqui até sair com meu ingresso. Por mais que tenha o perrengue, mas estar aqui te passa a segurança que você sabe que vai conseguir seu ingresso”, acredita Sophia.
Que emendou: “Online não é certeza, pode acontecer de derrubar o site ou não conseguir finalizar a compra, como ocorreu comigo em 2019. Então, desta vez eu decidi vir aqui. Para a gente, vale muito a pena e não tem nada mais gratificante que pegar o ingresso”, afirmou Sophia.
A mãe concorda. “Temos aqui filas de barraca. Toda barraca tem uma administradora e aí a gente se organiza. Tem participante que fica de manhã, outra de tarde, à noite. Tem participante que é do Rio de Janeiro, que ajuda financeiramente, e assim vamos até anunciarem a data da venda do ingresso. Estou aqui para apoiar minha filha e que ela garanta.”
A professora Cecília Stephanie ressaltou que decidiu acampar para garantir a realização do sonho de ir ao show do BTS. “Quero garantir meu ingresso mais do que ninguém. Eles ficaram muitos anos sem vir para cá. Quero realizar esse sonho agora e tudo que eu puder eu vou fazer.”
Vanessa Aparecida Reys Marchetti, de 50 anos, é enfermeira e também estava no acampamento. “Sou fã desde 2020 e é uma expectativa muito grande conseguir o ingresso.”
“Quero muito e vamos conseguir. Estou muito confiante”, ressaltou Rozineide de Souza Chimicoviati, de 58 anos, que também é fã de BTS desde 2020.
Shows no Brasil
RM, Suga, VO, Jimin e Jungkook foram liberados do serviço obrigatório das Forças Armadas sul-coreanas, em junho de 2025.
“Para todos os fãs que nos esperaram, quero dizer que sou muito, muito grato. Por favor, esperem só mais um pouco e nós voltaremos com uma apresentação muito legal”, disse V diante dos fãs e da mídia, na época.
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Dois outros companheiros de banda, Jin e J-Hope, foram dispensados do serviço militar anteriormente e têm se apresentado em shows solo e em programas de variedades.
BTS no Grammy 2022
Amy Sussman / Getty Images via AFP
O BTS, ícone do K-pop reconhecido mundialmente, não lança um projeto em grupo desde 2022. Seus integrantes já conversavam sobre a reunião.
“Depois de buscar nossos próprios negócios, agora estamos voltando a nos reunir, e eu adoro isso para nós”, disse J-Hope em 2024.
Além da turnê, o grupo também já havia anunciado a chegada de um novo álbum. O lançamento será o primeiro desde “Proof”, álbum de 2022, mas ainda não se sabe muito sobre o novo disco.
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Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento