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Após cancelamento na Inglaterra, governo francês quer proibir show de Kanye West


Kanye West comparece ao julgamento de Diddy
AP Photo/Michael R. Sisak
A França busca proibir um show do rapper americano Kanye West previsto para junho em Marselha, devido às suas declarações antissemitas, indicou, nesta terça-feira (14), o círculo próximo do ministro do Interior francês, Laurent Nuñez.
Kanye West, também conhecido como Ye, está proibido de entrar no Reino Unido para seus shows de julho, enquanto a Holanda indicou que não prevê impor qualquer proibição para os que estão marcados para o início de junho.
Nuñez está “muito decidido” e estuda “todas as possibilidades” para proibir o único show do rapper na França, em 11 de junho no estádio Vélodrome de Marselha, indicou seu círculo próximo à AFP, confirmando uma reportagem do jornal Libération.
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No início de março, o prefeito da segunda maior cidade da França, Benoît Payan, expressou sua oposição ao show do rapper, pois não quer que Marselha “seja uma vitrine para aqueles que promovem o ódio e um nazismo sem inibições”.
O rapper americano, de 48 anos, perdeu, nos últimos anos, inúmeros seguidores e contratos comerciais após ter feito comentários antissemitas e racistas.
O músico afirmou, em 2023, que “adorava os nazistas”, colocou à venda em seu site uma camiseta com uma suástica e lançou, em maio de 2025, uma música intitulada “Heil Hitler”, proibida pelas principais plataformas de streaming.
A França é o país com a comunidade judaica mais numerosa da Europa. Desde o ataque do movimento islamista Hamas em outubro de 2023 e o início da ofensiva israelense em Gaza, as autoridades francesas registraram um aumento dos ataques antissemitas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Médica conhecida como ‘A Rainha dos Cravos’ revela ter sofrido AVC durante gravações de programa de TV


Médica conhecida como ‘A Rainha dos Cravos’ revela ter sofrido AVC durante gravações de programa de TV
Divulgação
Sandra Lee, conhecida como “A Rainha dos Cravos”, revelou à revista People que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) durante as filmagens de um programa de TV.
“Tudo aconteceu enquanto eu estava gravando. Achei que estava tendo um calorão. Fiquei muito suada e não me sentia eu mesma”, explicou a médica. Em seguida, ela foi para a casa dos pais, onde os sintomas pioraram. “Eu me sentia muito inquieta. Em uma das pernas, sentia dores muito fortes”, disse.
Lee contou ainda que percebeu dificuldades para andar. No dia seguinte, os sintomas se intensificaram. “Eu estendia a mão e ela simplesmente ia murchando aos poucos. Notei que estava com dificuldade para me expressar e articular as palavras. Pensei: ‘Será que estou tendo um AVC?’”.
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Ela relatou que procurou um hospital, onde uma ressonância magnética confirmou que havia sofrido um AVC isquêmico. “Foi um choque. Como médica, eu não podia negar que estava com a fala arrastada e fraqueza em um lado do corpo, mas pensei: ‘Isso é um sonho, certo?’. O que essencialmente aconteceu foi que uma parte do meu cérebro morreu”, afirmou.
As gravações do programa foram interrompidas por dois meses, período em que Lee fez fisioterapia e terapia ocupacional para recuperar o controle das mãos. A médica admitiu que retornar ao trabalho foi “muito assustador” e que não tinha certeza se conseguiria realizar os procedimentos da mesma forma.
“Tenho muito estresse pós-traumático porque isso aconteceu enquanto eu filmava a série”, concluiu.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Atitude’ de Tiê une a artista e Adriana Calcanhotto em álbum autoral que tem faixa inspirada em livro de Carl Segan


Tiê (à esquerda) faz feat com Adriana Calcanhotto em álbum previsto para a segunda quinzena de maio
Facebook Tiê / Facebook Adriana Calcanhotto / Montagem g1
♫ NOTÍCIA
♬ Tiê faz feat com Adriana Calcanhotto no quinto álbum solo autoral gravado em estúdio pela artista paulistana. O encontro acontece na música inédita “Atitude”. Com produção musical assinada por André Whoong, Marcus Preto e Tó Brandileone, o álbum tem lançamento previsto para a segunda quinzena de maio.
Além da participação de Calcanhotto na faixa “Atitude”, o álbum traz parceria de Tiê com Liz Lira, filha da artista, “Contato”, música composta com inspiração no livro homônimo de Carl Segan (1934 – 1996), astrônomo e cientista falecido há 30 anos.
Outra faixa do álbum é “Ainda”, composição de Adriano Cintra e Bárbara Ohana gravada por Tiê ao vivo no estúdio com o piano de Marcos Romera.
E por falar em piano, a gravação da canção “Contato” – programada para ser lançada na quinta-feira, 16 de abril, como segundo single do álbum – foi feita com o toque do piano de Antonio Adolfo.
O último álbum solo autoral feito por Tiê em estúdio, “Gaya” (2017), foi lançado há nove anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rifa na França oferece obra de Picasso de US$ 1 milhão por 100 euros para financiar pesquisa sobre Alzheimer


Peri Cochin, cofundadora da iniciativa “1 Picasso por 100 euros”, posa ao lado da obra “Head of a Woman”, de Pablo Picasso, pintada em 1941.
Michel Euler/AP
Uma rifa realizada na França oferece a chance de ganhar uma pintura de Pablo Picasso avaliada em US$ 1 milhão por um bilhete de 100 euros (cerca de R$ 600). O objetivo é arrecadar recursos para pesquisas sobre Alzheimer.
O sorteio acontece nesta terça-feira (14) na casa de leilões Christie’s, em Paris.
Esta é a terceira edição da loteria chamada “1 Picasso por 100 euros”. Desta vez, o prêmio é a obra “Head of a Woman” (“Cabeça de uma Mulher”), pintada em 1941 com guache sobre papel.
A primeira edição, em 2013, teve como vencedor um homem da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que trabalhava com sistemas de sprinklers. Ele levou a obra “Man in the Opera Hat”, pintada por Picasso em 1914, durante seu período cubista.
Já em 2020, a obra sorteada foi a pintura a óleo “Still Life” (“Natureza-morta”). A vencedora foi Claudia Borgogno, contadora na Itália, que ganhou o bilhete de presente do filho no Natal.
Cabeça de Mulher: pintura de Picasso será prêmio de rifa beneficente.
Reprodução/1picasso100euros.com
A pintura, feita em 1921, havia sido comprada para a rifa do bilionário colecionador de arte David Nahmad, que afirmou, em entrevista à Associated Press, que Picasso provavelmente aprovaria a ideia de sortear suas obras. O artista morreu em 1973.
A Fundação para Pesquisa do Alzheimer, responsável pela rifa, funciona dentro de um dos principais hospitais públicos de Paris. Segundo a instituição, ela se tornou o maior financiador privado de pesquisas sobre a doença na França desde sua criação, em 2004.
De acordo com a plataforma de vendas online, o número de bilhetes para o sorteio foi limitado a 120 mil. Se todos forem vendidos, a arrecadação pode chegar a 12 milhões de euros (cerca de US$ 14 milhões).
Desse total, 1 milhão de euros será destinado à Opera Gallery, galeria internacional que é a atual proprietária da obra.
Os organizadores informaram que as duas edições anteriores da rifa arrecadaram mais de 10 milhões de euros, usados em projetos culturais no Líbano e em programas de água e saneamento na África.

Fonte: G1 Entretenimento

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Justin Bieber: como apresentação inusitada gerou debate sobre shows pop e privilégio masculino


Justin Bieber durante show no Coachella 2026
Reprodução/Canal do festival
O show de Justin Bieber no festival Coachella neste sábado (11), nos EUA, virou tema de uma ampla discussão em vários países. Tudo porque, mais para o final do show, o cantor teve uma atitude inusitada: pegou um notebook e começou a “brincar de karaokê”.
Com a tela do computador projetada no telão, Justin passeou pelo YouTube, abriu vídeos e clipes dele mesmo e cantou por cima. A “sessão nostalgia” teve direito a hits antigos, como “Baby” e “Beauty and the Beat”, que o músico cantou trechos e depois seguiu para outro vídeo.
Ele também brincou com um vídeo meio “trapalhadas” de quando ele era mais novo e, no fim, até abriu alguns virais que não tinham nada a ver com ele.
Esse momento “diferentão” foi bastante controverso. Por um lado, a brincadeira fez fãs se sentirem mais próximos dele, relembrando momentos que ídolo e público viveram “juntos”. Já outros acharam que o momento pareceu despreparo ou descaso com o posto dele no festival.
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Entenda como o show de Justin dividiu opiniões e as principais discussões em torno do assunto:
Ideia teve seus prós…
Justin começou a carreira fazendo covers no YouTube e, graças a isso, conseguiu a carreira que tem hoje: ele foi o principal fenômeno global da plataforma. Então, naquele momento, ele revisitou sua própria origem e trajetória, usando o mesmo ambiente digital que o consolidou.
A “sessão nostalgia” rendeu momentos emocionantes dele cantando junto consigo mesmo;
O momento tem a ver com a estética “crua” do disco mais recente dele, que é intimista e pessoal.
Além disso, ele levou uma linguagem de “live” e “react” para a vida real, interagindo com o chat da transmissão, fazendo piadas e mais.
Mas também teve contras:
O momento “improvisado” passou uma sensação de desleixo para uma parte do público, com momentos em que ele mesmo interrompia a música ou reclamava do wifi.
Se em alguns momentos ele parou para cantar, em outros, “gastou tempo” de show vendo virais que não têm nada a ver com ele;
Para uma apresentação de um headliner, esperava-se um show mais redondinho e ambicioso, enquanto esse momento pode ter soado como descaso com o posto que ele ocupa.
A indústria musical costuma ser mais permissiva com homens que não capricham tanto em suas apresentações — enquanto isso, é raro ver artistas femininas fazendo um show despreparado.
Justin Bieber durante apresentação no Coachella
Divulgação
Show precisa ser um megaespetáculo?
Um dos principais pontos de discussão foi que o show pareceu “simples”, “preguiçoso”, enquanto outros defendem que não precisa ser um megaespetáculo — o que importa é a música.
Os dois argumentos têm seu fundamento. Um show (mesmo sendo de um artista pop) não precisa ser megalomaníaco e repleto de pirotecnias para ser bom.
E ao contrário do que muita gente acredita, o público não está sempre esperando fogos de artifício. De Adele a Billie Eilish, muitos artistas pop reúnem uma multidão de fãs mesmo sem apostar naqueles shows com muita troca de roupa e jeitão Broadway.
Grandes cenários e estruturas não são obrigatórios, nem garantem automaticamente a qualidade de um show. Até porque a pirotecnia (ou falta dela) tem que condizer com a proposta do artista e do repertório.
Justin Bieber canta ‘Yukon’ no Grammy 2026
REUTERS/Daniel Cole
A essa altura, nenhum fã de Justin Bieber espera grandes coreografias ou estruturas, naquele molde de popstar (meio jovenzinho à la Michael Jackson) que ele já foi um dia. “Swag”, disco atual de Bieber, é um álbum minimalista que aposta no lo-fi, estética “imperfeita” que soa propositalmente artesanal.
A própria apresentação dele no Grammy reproduziu isso: de samba-canção e meias, o cantor cantou “Yukon” como se estivesse na sala de casa.
Por outro lado, não é à toa que shows de headliners, hoje, costumam ser repletos de “enfeites”. Porque ocupar o maior posto de um festival é como virar CEO: você vai ganhar muito bem, mas espera-se que você honre o papel.
É claro que Justin Bieber, com uma carreira de mais de uma década e alcance mundial, seria um dos principais nomes do line-up. Mas isso não significa que ele não tenha uma “responsa” a mais justamente por ser headliner.
Principalmente porque, segundo a “Rolling Stone” americana, Bieber teria recebido o cachê mais caro da história do festival (cerca de US$ 10 milhões pelos dois shows, já que a programação do festival se repete no próximo fim de semana).
Justin Bieber durante apresentação no Coachella
Redes sociais
Vale dizer que os trechos em que Justin brincou no YouTube foram uma fração menor da apresentação. Em outros momentos, ele passeou pelo palco grandioso e bem iluminado, levou convidados e por aí vai. Inclusive, dá pra ver que Justin andou vendo vídeos de shows antigos do Kanye West.
Ou seja, investimento teve: basta ver o belo palco por onde ele se movimentava. Mas na maior parte do tempo, ele cantou sozinho, sem banda, sem tocar instrumentos… e ainda teve o momento YouTube mais para o final.
Então, será que foi o suficiente para um headliner? Para muitos, não — mexer no computador, ver memes e engatar um “karaokê” teria mostrado uma falta de esforço por parte de Bieber.
Privilégio masculino?
A outra discussão passa por uma questão de gênero. No próprio Coachella, Justin foi o único headliner masculino (Karol G e Sabrina Carpenter foram as outras atrações) e, notoriamente, o único cujo show pareceu “preguiçoso”.
Por um lado, as propostas dessas artistas são bem diferentes… mas por outro, novamente, Bieber teria feito a apresentação mais cara do evento. O show refletiu o investimento?
Essa disparidade não é nova para quem acompanha a indústria musical. Artistas masculinos heterossexuais têm um histórico de se dedicar muito menos do que as mulheres, porque o público e a mídia não cobram tanto deles quanto delas. Os shows de artistas femininas raramente são desleixados: como é comum entre grupos menos privilegiados, mulheres tendem a fazer de tudo para provar que merecem estar onde estão — mesmo já sendo consolidadas.
Beyoncé no festival Coachella, em icônico show apelidado ‘Beychella’, em 2018
Divulgação / Site oficial da cantora
Artistas de diversos estilos fazem coro a esse sentimento: na internet, muitos lembraram de uma fala de Anitta nos bastidores de um show. “Se eu fosse homem, poderia entrar com uma calça jeans, uma cara de c*, blusa branca, e ninguém ia falar nada. Agora, [sendo] mulher, a gente tem que entregar tudo e mais um pouco, e ainda reclamam”.
Ao g1, a rapper Ebony já criticou a falta de investimento visual e performático dos artistas masculinos em shows. “O problema é que rappers homens não fazem espetáculos. Vou sair de casa pra ver um cara com um microfone e um sonho apenas?”, disse.
Será que uma mulher seria criticada se fizesse algo parecido com Justin Bieber… ou se apostasse em, assim como ele, fazer um show de moletom e bermuda, sem pirotecnias, muitos instrumentos ou momentos coreografados? Não dá para dizer ao certo.
Mas o fato é que, mesmo ganhando menos que Bieber, nenhuma delas neste festival o fez.

Fonte: G1 Entretenimento

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GloboPop traz novas formas de acompanhar o jornalismo da Globo; saiba como funciona


Palco do g1 no GloboPop, novo app de vídeos verticais da Globo
Reprodução/TV Globo
Dentro do novo aplicativo GloboPop, o jornalismo da Globo ganhou um formato ágil e acessível. Reportagens, bastidores da apuração, explicações rápidas e análises sobre temas relevantes passam a ser apresentados em vídeos curtos, adaptados à lógica da rolagem contínua e ao consumo rápido.
📱 O GloboPop já está disponível para download gratuito nas lojas de aplicativos para Android e iOS. Para acessar, basta fazer login com uma conta Globo.
O aplicativo também reúne bastidores de programas, esportes, entretenimento e conteúdos de criadores parceiros. Todo o material disponível é produzido ou selecionado pela própria Globo.
A experiência do aplicativo é organizada por um feed personalizado e pelos chamados “palcos”, espaços temáticos que reúnem conteúdos por assunto.
É nesses ambientes que o usuário pode acompanhar a cobertura jornalística da Globo de forma segmentada, explorando desde política e saúde até cultura e comportamento.
O g1 tem presença de destaque na plataforma, levando suas principais editorias para o formato vertical. Além das notícias do dia, o público encontra participações de jornalistas da casa, que ajudam a contextualizar e explicar acontecimentos com linguagem direta e próxima.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Morre aos 80 anos Mister Sam, produtor e compositor que lançou Gretchen e marcou o pop na era das discotecas


Mister Sam (1946 – 2026) morre aos 80 anos, vítima de infarto
Reprodução / Capa de disco
♫ OBITUÁRIO
♬ Se Gretchen se tornou um ícone da música brasileira, tendo lançado somente quatro grandes sucessos entre 1978 e 1982, isso se deve a um sagaz compositor, produtor musical e DJ argentino, Santiago Juan Carlos Manalti.
Nascido em março de 1946 em Buenos Aires, onde se lançou como DJ em 1963 na boate La Cueva, Manalti fez história na música popular do Brasil ao migrar para o país dez anos depois, no rastro do sucesso em 1972 da gravação pelo grupo argentino Sociedad Anonima de música de autoria dele, Manalti, “Se mete se mete”.
No Brasil, onde desembarcou em 1973, Santiago Manalti virou Mister Sam. Foi como Mister Sam que Manalti se tornou DJ da discoteca Banana Power e, cinco anos depois de chegar ao país, lançou Gretchen no mercado brasileiro em 1978, compondo e produzindo as quatro músicas – “Dance with me” (1978), “Freak le boom boom” (1979), “Conga conga conga” (1980) e “Melô do piripipi (Je suis la femme)” (1982) – que deram fama e nome à cantora carioca, entre rebolados sensuais, na era da disco music.
Foi Gretchen quem deu a notícia, nas redes sociais, da morte de Mister Sam, ocorrida hoje em São Paulo (SP). O produtor morreu nesta segunda-feira, 13 de abril, aos 80 anos, vítima de infarto fulminante. “Hoje me despeço de alguém que não foi apenas um compositor… mas sim, parte da minha história, da minha voz e de tantos momentos que marcaram minha trajetória artística. Muito honrada em saber que para ele eu fui o seu maior orgulho e a maior criação que ele fez. (…) A música nunca vai deixar você partir de verdade”, escreveu Gretchen nas redes sociais.
Mister Sam deixa contribuição fundamental para o pop dançante da era das discotecas, apostando no poder aliciante da disco music.
Passado o apogeu dos dancin’ days, Mister Sam fez história no pop nacional ao lançar em 1984 o grupo paulistano Black Juniors na onda do break, indício de que a cultura do hip hop já se disseminava pelo Brasil no início dos anos 1980, sobretudo pela cidade de São Paulo (SP).
Quando Mister Sam chegou ao Brasil em 1973 a porta de entrada para o artista no mundo da música foi a gravadora Beverly, que o contratou para escrever versões em espanhol de hits de cantores populares, como Paulo Sérgio (1944 – 1980), para o mercado latino. Como a Beverly adquiriu a gravadora Copacabana, Sam passou a trabalhar nesta companhia como produtor, fazendo diversas coletâneas de sucessos dançantes.
Quando detectou potencial em Gretchen para lançar a cantora no universo da disco music, após vê-la dançar na TV ao som de um sucesso da cantora Sharon, Mister Sam pôs em prática a ideia de inserir dose de latinidade na disco brasileira, ação exemplificada pela gravação de “Conga conga conga”, terceiro sucesso de Gretchen em três anos consecutivos.
No embalo do sucesso de Gretchen, Sam produziu discos de artistas como Sharon, Rita Cadillac, Nahim (1952 – 2024) e Gugu Liberato (1959 – 2019).
Mister Sam sai de cena pouco antes do lançamento da biografia do artista, já pronta e escrita pelo jornalista André Barcinski.

Fonte: G1 Entretenimento

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Com 12 anos, North West, filha de Kanye West e Kim Kardashian, é anunciada em festival nos EUA


North West, filha de Kanye West e Kim Kardashian
Reprodução/Instagram
North West, filha de Kanye West e Kim Kardashian, será uma das atrações do festival Summer Smash, que acontecerá em Chicago (EUA), em junho.
O evento tem como destaque os shows de Playboi Carti, Lil Baby e do DJ Skrillex, que, em março, esteve no Brasil tocando no Lollapalooza.
Esta será a primeira apresentação solo da filha do rapper, que tem 12 anos. No dia 1º de abril, Kanye recebeu a filha no palco durante uma apresentação em Los Angeles.
Ela cantou uma de suas músicas autorais, “Piercing on My Hand”, que foi lançada em fevereiro e já acumula mais de 2 milhões de reproduções no Spotify.
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Pai com polêmica recente
O rapper Kanye West foi anunciado como atração do Wireless Festival, em Londres. No entanto, após pressão do público, ele teve sua entrada no país ameaçada pelas autoridades locais.
Após a repercussão, o evento foi cancelado.
West, agora conhecido como Ye, já foi criticado por declarações antissemitas e por exaltar o nazismo, o que levou, em diversas ocasiões, ao bloqueio de suas contas nas redes sociais, incluindo a conta na rede social X (antigo Twitter).
Ele chegou a lançar uma música com o nome “Heil Hitler”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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De olho no show no Rio, Shakira prova comidas brasileiras: ‘Depois disso, vou começar a dieta’


De olho no show no Rio, Shakira prova comidas brasileiras
A menos de um mês para o seu megashow no Rio, a cantora Shakira publicou, nesta segunda-feira (13), um vídeo comendo comidas características do Brasil, como brigadeiro, coxinha e pão de queijo.
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No registro, a música veste uma camiseta verde e amarela escrito “Brasil” e fala um português praticamente perfeito.
A primeira iguaria que ela prova é o pão de queijo, que não parece ser uma novidade.
“A gente tem pão de queijo na Colômbia”, comenta. “Eu amo”.
Em seguida, a cantora prova coxinha pela primeira vez. “Parece a croqueta que tem na Espanha, mas com frango”.
Por fim, Shakira come brigadeiro e afirma que o doce é uma de suas coisas favoritas do Brasil.
“Depois disso, eu prometo que vou começar a dieta para chegar bem legal em Copacana”, brinca. “Com bumbum brasileiro e tudo”.
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A cantora se apresenta na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, no dia 2 de maio. O show, gratuito, é mais uma edição do projeto “Todo mundo no Rio”, que já levou para aquelas areias Madonna, em 2024, e Lady Gaga, no ano passado.
Shakira assinou na terça-feira (10) contrato com a Bonus Track, de Luiz Oscar Niemeyer.
A cantora está prevista para subir ao palco às 21h45 e o show terá transmissão da TV Globo, Multishow e Globoplay.
Shakira prova comidas brasileiras
Reprodução/Tiktok

Fonte: G1 Entretenimento

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RDD, produtor musical que deu forma eletrônica ao pagodão baiano, vai além do gênero no álbum solo ‘Hot sauce’


RDD faz feats no álbum ‘Hot sauce’ com Rael, Rachel Reis e o cantor britânico de dancehall Mr. Williamz
Tercio Campelo / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Produtor musical e DJ da Bahia que deu forma eletrônica ao pagodão baiano como mentor do grupo soteropolitano ÀTTØØXXÁ, Rafael Dias – conhecido como Rafa Dias ou mais simplesmente RDD – extrapola no primeiro álbum solo o gênero musical que lhe deu nome, também abarcando ritmos como arrocha, samba-reggae, funk, afrobeat e dancehall ao longo de 13 faixas conectadas pela identidade percussiva da música da Bahia.
Intitulado “Hot sauce”, molho picante em bom português, o álbum autoral de RDD chega ao mundo na quinta-feira, 16 de abril, com músicas inéditas gravadas pelo artista com time de convidados que inclui Afro B, Karol Conká, Rincon Sapiência, Rael, Rachel Reis, Mr. Williamz, Chibatinha, Kekel, Luccas Carlos, Gaab, Team Salut e Anik Khan, entre outros nomes. “O ‘Hot sauce’ traz esse tempero forte, apimentado, muito presente na cultura baiana”, conceitua RDD.
O processo de criação do álbum foi iniciado em 2017, ou seja, a gestação das 13 faixas durou nada menos do que nove anos. Com o lançamento de “Hot sauce”, a intenção de RDD é conectar a música da Bahia ao cenário do pop global.
Antecedido pelos singles “Joga a bunda” (2025) e “Energy” (2026), o álbum “Hot sauce” chega ao mercado fonográfico digital com foco na música “Ayaya”, faixa que mixa pagodão com funk e dancehall, juntando RDD com o DJ e cantor britânico Afro B e com os rappers brasileiros Rincon Sapiência e Karol Conká.
Outras músicas do álbum “Hot sauce” são “Tututu” (feat de RDD com Mr. Williamz, cantor de reggae e dancehall radicado em Londres), “Embala” (faixa com Rael e Rachel Reis), “Pegada” (tema em que figuram Chibatinha, Gaab e Junior Lord) e “Manu” (faixa com Kekel e Team Salut).
Capa do álbum ‘Hot sauce’, do DJ e produtor musical baiano RDD
Tercio Campelo com design de Yan Cloud

Fonte: G1 Entretenimento