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Oscar 2026: Onde assistir aos principais indicados do prêmio


‘O Agente Secreto’ é indicado para o Oscar de Melhor Filme
O Oscar acontece neste domingo (15) e o filme brasileiro “O agente secreto” concorre em quatro categorias. Entre elas, a principal, de melhor filme. O campeão de indicações é “Pecadores” com 16.
Veja onde assistir aos principais filmes do Oscar 2026:
Bugonia
Em cartaz nos cinemas; aluguel no Prime Video e Apple TV
F1: O Filme
Apple TV
Frankenstein
Netflix
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Em cartaz nos cinemas; aluguel no Prime Video
Marty Supreme
Em cartaz nos cinemas
Uma Batalha Após a Outra
Em cartaz nos cinemas; HBO Max
O Agente Secreto
Em cartaz nos cinemas; Netflix
Valor Sentimental
Em cartaz nos cinemas; Mubi
Pecadores
HBO Max
Sonhos de Trem
Netflix
Guerreiras do K-Pop
Netflix
Elio
Disney+
A Pequena Amélie
Aluguel na Apple TV, Prime Video, YouTube e Google Play
A Pequena Amélie
Aluguel na Apple TV, Prime Video, YouTube e Google Play
Foi Apenas um Acidente

Mubi
A Hora do Mal

HBO Max
A Meia-Irmã Feia
Mubi
Blue Moon
Em cartaz nos cinemas
Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Em cartaz nos cinemas
Avatar: Fogo e Cinzas
Em cartaz nos cinemas
Filme O Agente Secreto é estrelado por Wagner Moura
Victor Jucá/Divulgação
Quatro indicações para ‘O agente secreto’
“O agente secreto” recebeu quatro indicações ao Oscar 2026 e empatou com o recorde de “Cidade de Deus”, em 2004. O filme de Kleber Mendonça Filho concorre em:
Melhor seleção de elenco
Melhor filme internacional
Melhor ator para Wagner Moura
Melhor filme
A cerimônia dos melhores do cinema acontece neste domingo (15), em Los Angeles, nos Estados Unidos. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O’Brien como apresentador.
Além de “O Agente Secreto”, um brasileiro também concorre em Melhor Fotografia. Adolpho Veloso é um dos favoritos na categoria por seu trabalho em “Sonhos de Trem”.
Veja os principais campeões de indicações:
“Pecadores” (16 indicações)
“Uma batalha após a outra” (13)
“Frankenstein”, “Marty Supreme” e “Valor Sentimental” (9 cada)
“Hamnet” (8)

Qual a história de ‘O agente secreto’?
Wagner Moura é Marcelo em ‘O Agente Secreto’
Divulgação
“O Agente Secreto” coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho.
O longa de Kleber Mendonça Filho é um thriller de atmosfera densa que acerta ao transformar o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego.
Na edição do ano passado, “Ainda estou aqui” venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional. Foi a primeira estatueta conquistada pelo Brasil na história da premiação.
Como foi o Oscar de Cidade de Deus?
Leandro Firmino interpretou o traficante Zé Pequeno
Reprodução
No Oscar 2004, “Cidade de Deus” recebeu quatro indicações até então inéditas para o Brasil. O filme foi lembrado em quatro categorias naquele ano
direção (Fernando Meirelles);
roteiro adaptado (Bráulio Mantovani);
montagem (Daniel Rezende);
e fotografia (César Charlone).

Fonte: G1 Entretenimento

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Artistas ‘em ascensão’ ganharam cerca de R$ 3 mil por mês no Spotify em 2025, diz relatório; entenda


Logo do Spotify
REUTERS/Brendan McDermid/File Photo
O Spotify divulgou, nesta quarta (11), o relatório Loud & Clear, no qual detalha alguns valores pagos pela plataforma aos artistas.
Segundo o relatório, em 2025, o 100.000º artista mais bem pago do mundo na plataforma “gerou” mais de US$ 7.300 (cerca de R$ 37.600) em royalties.
Ou seja, de acordo com os dados, “artistas em ascensão” arrecadaram cerca de R$ 3 mil por mês no Spotify. Mas eles não embolsam todo esse valor.
Dessa fatia, uma parte é repassada à gravadora ou distribuidora e outra à editora. Não dá para saber qual é o valor que chega para o artista. A cifra final depende do contrato individual de cada um.
O valor que o Spotify paga aos artistas não é fixo e varia até por país. Mas considerando a estimativa média de US$ 0,003 a US$ 0,005 por stream, estamos falando aqui de artistas com um catálogo que acumula de 1,2 milhão a 2,7 milhões de streams ao ano.
A conta é feita a partir de exemplos divulgados pela própria empresa.
Traduzindo para o Brasil, os artistas “em ascensão” que recebem esse valor seriam os que têm cerca de 150 mil plays por mês, ou entre 40 e 80 mil ouvintes mensais. É o caso de artistas elogiados e até mais conhecidos na música brasileira, como Linn da Quebrada, Rod Melim e Luísa e os Alquimistas.
Como o Spotify paga os artistas?
Segundo a plataforma, as músicas no Spotify geram dois tipos de royalties: de gravação e publicação.
Em suma, uma parte vai para a gravadora/distribuidora e outra vai para a editora. Essas entidades também levam uma porcentagem e, em seguida, repassam o valor para os artistas e compositores, respectivamente.
Veja explicação do Spotify sobre como são pagos os royalties
Reprodução/Site do Spotify
Já o valor por stream não é fixo e depende do tamanho daquele artista no mercado nacional ou global.
“Por exemplo, se as músicas de um artista representam 1 em cada 1.000 streams no Spotify no México, seu detentor de direitos autorais ou distribuidor recebe US$ 1 a cada US$ 1.000 do fundo de royalties do México. O fundo de royalties total em cada mercado é baseado nas receitas de assinaturas e publicidade musical geradas naquele local”, diz a plataforma.
Veja, abaixo, o relatório completo divulgado pelo Spotify:
Em 2025, houve mais de 13.800 artistas que geraram pelo menos US$ 100.000* por ano somente com o Spotify – quase 1.400 a mais do que no ano anterior
Há uma década, o “Top Artista” no Spotify atingiu, pela primeira vez, a marca de US$ 10 milhões em royalties anuais. Hoje, os 80 “Top Artistas” geram mais de US$ 10 milhões anualmente apenas com o Spotify.
Apenas dois anos após a estreia, os artistas já veem mais da metade de seus royalties vindos de fora de seus países de origem, em média.
Os maiores sucessos de hoje falam mais línguas do que nunca. Em 2025, músicas em 16 idiomas diferentes alcançaram o Top 50 global do Spotify — mais que o dobro do número em 2020.
O 100.000º Artista em Ascensão: Em 2025, o 100.000º artista mais bem pago gerou mais de US$ 7.300 em royalties somente do Spotify. Em 2015, o artista nessa mesma posição gerava cerca de US$ 350. Isso representa um aumento de mais de vinte vezes em apenas uma década.
Mais de 1 em cada 10 artistas que geram mais de US$ 100.000 anualmente no Spotify hoje foram inicialmente incluídos em playlists da seção “Fresh Finds”. Isso representa mais de 1.600 artistas que o Spotify ajudou a despontar no início de suas carreiras e que, desde então, construíram carreiras de seis dígitos.
Em 2025, mais de um terço dos artistas que geravam US$ 10.000 ou mais em royalties do Spotify eram independentes ou começaram suas carreiras dessa forma (ou seja, lançavam suas músicas por meio de distribuidores independentes).
Pelo segundo ano consecutivo, o Spotify foi o varejista que mais pagou globalmente, desembolsando mais de US$ 11 bilhões para a indústria musical em 2025. Isso eleva o total de pagamentos acumulados ao longo da história do Spotify para quase US$ 70 bilhões.
No primeiro semestre de 2025, o Spotify gerou US$ 1 bilhão em vendas brutas de ingressos para shows de artistas. Esse total já ultrapassou US$ 1,5 bilhão.
2025 marcou o maior pagamento anual da história do Spotify para editoras musicais. Somente nos últimos dois anos, o Spotify pagou aproximadamente US$ 5 bilhões para editoras e organizações que representam compositores.
Músicos de IA viram febre no streaming e preocupam setor

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O agente secreto’ no Oscar: Quem é Gabriel Domingues, indicado a melhor seleção de elenco


Como foi selecionado o elenco menos conhecido de ‘O agente secreto’
O diretor de elenco de “O agente secreto”, Gabriel Domingues, pode conseguir neste domingo (15) o Oscar de melhor seleção de elenco, categoria que estreia na principal premiação do cinema do mundo.
Por incrível que pareça, no entanto, a história do carioca de 36 com essa área da indústria começou quase por acaso.
Formado em Comunicação Social e refinado na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, “onde adquiri um olhar, uma cultura de cinefilia”, ele estava em São Paulo para pesquisar e escrever o roteiro do filme “Corpo elétrico” (2017) quando recebeu um convite que mudaria sua vida.
Ao aceitar o trabalho de assistente de seleção de elenco de “Aquarius” (2016), não apenas se abriu mais à paixão de conhecer novas pessoas como também abriu a parceria com o cineasta Kleber Mendonça Filho – que lembrou de Domingues na hora de escalar “O agente secreto”.
“Ali, eu vi que tinha uma forma muito interessante de pensar o trabalho de escalação de elenco dentro de um longa metragem, como um filme do Kleber”, diz ele em entrevista ao g1.
“Um pensamento muito vivo, livre, de interesse pelas pessoas, de interesse por como as figuras, os atores, as pessoas podem contribuir para criar uma história que que faça sentido, que seja viva, vibrante e tudo mais.”
O que não significa que ele tenha se afastado totalmente do amor original pelo roteiro. A sensibilidade para escolher atores talvez seja explicada pelo conhecimento de como criar personagens no papel.
Domingues é um dos nomes por trás do roteiro de “Baby” (2024), filme de Marcelo Caetano premiado no Festival de Cannes, e de “Yellow Cake” (com estreia prevista para 2026), ficção científica de Tiago Melo que é também o próximo projeto de dona Tânia Maria, a grande revelação de “O agente secreto”.

Guilherme Pinheiro/g1
Do cangaço à industrialidade
O trabalho de Domingues é considerado um dos grandes responsáveis pelo sucesso do filme, que tem outras indicações ao Oscar – entre elas, na categoria principal do evento.
Para “O agente secreto”, o trabalho foi monumental. O diretor de elenco gerenciou uma convocatória que recebeu mais de 2 mil inscrições, mas que também envolveu uma procura ativa por nomes ideais para cada papel.
“Acho isso uma parada muito interessante do meu trabalho, como eu conheci as cidades brasileiras acessando a cena cultural daquele lugar, seja a produção de cinema, seja a produção de teatro, seja produção de música. E aí isso me mobiliza muito”, conta ele.
“Isso me deixa muito interessado e apaixonado pelo Brasil e pelas pessoas e pelos filmes assim. Porque o Brasil é muito maneiro, né? Assim, o Brasil tem muita coisa legal e tem muita gente legal – e tem muita gente legal querendo fazer filme.”
Isso explica também a descentralização geográfica do elenco. No infográfico acima, é possível encontrar atores mais ou menos conhecidos de diversos cantos do país, como Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Paraná.
Muito vem ainda de projetos passados de Domingues. Por essas que também é fácil observar que muitos membros do elenco de “O agente secreto” têm no currículo alguma participação na série “Cangaço novo”, como é o caso da agora renomada Alice Carvalho e do não tão badalado (ainda) Joálisson Cunha.
“Conheci ele em João Pessoa, trocando ideia com a cena de lá. Ele tem uma forma de existir muito interessante e sempre enriquece a cena com a própria forma de falar”, conta Domingues.
É com essa mentalidade que chegou ao “olhar muito expressivo” do potiguar Kaiony Venâncio — o assassino “com uma uma pulsão de estranheza” do filme — ou à “paulistanidade industrial” do mineiro Luciano Chirolli.
Gabriel Domingues é o diretor de elenco de ‘O agente secreto’
Divulgação
Gratidão
Se o processo é técnico, o resultado é muitas vezes emocional. Ele ainda se comove ao falar da estreante Laura Lufési, que interpreta a personagem que conecta o passado e o presente na trama.
Com um pedido específico do diretor para o papel, Domingues sentiu que estava mais perto de encontrar a atriz ideal ao receber o teste em vídeo da jovem mineira, que usou roupas de época e fitas cassete para a gravação.
Depois de uma nova encenação ao vivo com Mendonça Filho, Lufési conseguiu seu primeiro trabalho no cinema.
“Foi uma leitura super emocionante assim. E ela nunca tinha feito nada e a gente aprovou ela pro papel. E aí a gente falou que ela ia contracenar com Wagner (Moura) ela quase caiu para trás. Ela ficou passada e aí foi acho que foi o primeiro trabalho dela, sabe? Ela é muito grata e eu sou muito grato por ela também. É incrível.”

Fonte: G1 Entretenimento

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O Kid Abelha vai voltar?


George Israel (à esquerda), Paula Toller e Bruno Fortunato anunciaram o fim do Kid Abelha em abril de 2016
Christian Gaul / Divulgação
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ O Kid Abelha vai voltar? De vez em quando, algum leitor tem me feito essa pergunta nas redes sociais nos últimos meses. E a minha resposta é sempre a mesma: não sei. Esse disse-me-disse tem sido alimentado pela onda de shows em arenas e estádios com a volta de grupos do pop rock brasileiro dos anos 1980 que nunca foram de fato embora.
Em 2023, a banda Titãs se reuniu com a formação clássica em turnê que arrastou multidões pelo Brasil. Neste ano de 2026, é o Barão Vermelho que reincorpora (temporariamente) o vocalista e guitarrista Roberto Frejat à formação da banda com a ainda inédita turnê “Encontro – Pro mundo inteiro acordar”.
Dentro desse contexto, é natural imaginar um retorno do Kid Abelha à cena dez anos após Paula Toller (voz), George Israel (saxofone) e Bruno Fortunato (guitarra) terem anunciado oficialmente o fim do grupo em abril de 2016, dissolução já sinalizada pela vocalista desde o ano anterior.
Nada sei sobre essa suposta volta. Contudo, não ficaria surpreso se o Kid voltasse à cena para turnê que, imagino, mobilizaria o imenso público dessa banda que entrou efetivamente em cena em 1982, tendo sido formada no fim de 1981 na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Se uma histórica volta do Kid Abelha com Leoni (integrante dissidente da formação original) parece improvável pelas fortes dissonâncias entre Leoni e Paula Toller, embora nada seja impossível no universo pop, um retorno do trio com Paula, George e Bruno seria mais viável e soaria quase natural diante do atual cenário do showbiz brasileiro.
O fato é que, mesmo minimizado pela crítica musical (mas não por este colunista…), o legado do Kid Abelha é grande. Foram 17 álbuns (se contabilizados os registros ao vivo de shows e o disco com remixes) que propagaram um pop de excelente nível. Consigo imaginar uma multidão fazendo coro em arena ou estádio nos muitos sucessos do Kid Abelha. Mas, respondendo mais uma vez à pergunta do título, nada sei sobre uma volta do grupo à cena.

Fonte: G1 Entretenimento

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Suspeita de atirar na casa de Rihanna vai responder a acusação de tentativa de homicídio


Rihanna durante show do intervalo no Superbowl 2023
Mark J. Rebilas/USA TODAY Sports
A suspeita de atirar contra a casa da cantora Rihanna nos Estados Unidos foi acusada oficialmente de tentativa de assassinato e outros 13 tipos de crimes, incluindo ataque a uma pessoa com uma arma semiautomática, nesta terça-feira (10).
O promotor do caso, Nathan Hochman, afirma que a Rihanna, seu parceiro A$AP Rocky e os três filhos do casal estavam no local na hora do ataque, neste domingo (8).

Fonte: G1 Entretenimento

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Elenco de ‘Rivalidade Ardente’ rebate ataques homofóbicos após série virar fenômeno no streaming


‘Heated Rivalry’: trailer da série ‘Rivalidade Ardente’
As estrelas da série canadense de grande sucesso “Heated Rivalry” (“Rivalidade Ardente”, em português) reagiram a uma avalanche de comentários que incitam o ódio online após o sucesso do drama LGBTQIA+ sobre hóquei ter gerado grande alvoroço na internet.
A série, que acompanha a ascensão profissional e o relacionamento secreto de dois jovens astros do hóquei – um canadense e um russo – ao longo de vários anos, tornou-se um fenômeno global.
Mas também inspirou um engajamento particularmente intenso dos fãs nas redes sociais, incluindo comentários homofóbicos e racistas.
Hudson Williams, um dos protagonistas que interpreta o astro do hóquei Shane Hollander, abordou a questão em uma publicação no Instagram: “Não se considere fã se você compartilha comentários racistas, homofóbicos, bifóbicos, misóginos, etaristas, capacitistas, parassociais e intolerantes de qualquer tipo”. “Nenhum de nós precisa do seu ‘amor’ odioso.”
A mesma mensagem foi compartilhada por várias outras pessoas envolvidas na série, incluindo o ator François Arnaud, o produtor executivo e diretor Jacob Tierney e Rachel Reid, autora dos romances queer com temática de hóquei que inspiraram a série.
Hudson Williams e Connor Storrie nos bastidores da série ‘Heated Rivalry’; e a capa do livro ‘Rivalidade Ardente’
Reprodução
A primeira temporada de “Heated Rivalry” transformou os atores, até então desconhecidos, em estrelas globais, incluindo Williams e seu colega de elenco Connor Storrie.
Após estrear na plataforma de streaming canadense Crave no final de novembro, a série chegou à HBO Max e decolou, tornando-se um dos seus programas mais populares dos últimos meses.
A revista americana “Variety” a chamou de “a maior surpresa da TV” de 2025. No entanto, os envolvidos na série têm expressado crescente preocupação com o que chamam de um engajamento tóxico por parte dos fãs.
Em uma recente entrevista para um podcast, Tierney alertou que as pessoas disseram “coisas horríveis sobre meus atores e sobre os personagens”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tiê lança quinto álbum solo de estúdio após registro de show e projeto em duo


Tiê apresenta o quinto álbum solo autoral de estúdio com o single ‘Ainda’
Indira Dominici / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Já perto dos 20 anos de carreira, a serem completados em 2027, Tiê se prepara para lançar o quinto álbum solo autoral de estúdio, o primeiro da cantora e compositora no gênero desde “Gaya” (2017). Habitual colaborador da artista paulistana, André Whoong assina a produção musical do álbum com Tó Brandileone e Marcus Preto.
A primeira música do álbum chega na quinta-feira, 12 de março, curiosamente sem a assinatura de Tiê. “Ainda” é composição de Adriano Cintra e Bárbara Ohana gravada por Tiê ao vivo no estúdio com o piano de Marcos Romera.
A propósito, o último título de estúdio da discografia de Tiê foi o álbum “Eu te amo” (2022), primeiro projeto do duo formado pela artista com Adriana Cintra e batizado como Fogo Fera.
Já o último álbum da cantora e compositora foi o ao vivo “Cartas de amor << Ao vivo no Bona >>” (2025), lançado em setembro do ano passado com o registro de show captado na casa Bona, em São Paulo (SP), cidade natal de Tiê.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Agente Secreto’ deve perder em todas as categorias do Oscar, diz revista


Wagner Moura no palco, após anúncio do prêmio de melhor filme internacional para “O Agente Secreto” durante cerimônia do Spirit Awards.
Mario Anzuoni/Reuters
Um novo levantamento publicado na última segunda-feira (9) aponta que “O Agente Secreto” corre o risco de sair de mãos vazias da 98ª edição do Oscar.

A análise foi divulgada pela revista americana “‘The Hollywood Reporter”. O modelo cruza dados de premiações anteriores, notas da crítica especializada e tendências históricas da Academia.

Sob o título de “Prevendo os vencedores do Oscar deste ano usando apenas a matemática”, a publicação afirma que o favoritismo da noite estará polarizado entre “Pecadores” e “Uma Batalha Após a Outra”.

De acordo com a projeção, o longa brasileiro enfrentará dificuldades em todas as categorias que disputa: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Escolha de Elenco e Melhor Ator (Wagner Moura).

Escolha de Elenco

Parte do elenco do filme “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, antes da exibição no Festival do Rio.
Marcelo Sá Barretto / Agnews
Uma das maiores expectativas reside na categoria de Escolha de Elenco, que estreia na premiação este ano.
Para tentar prever o resultado, a “‘The Hollywood Reporter” consultou 90 membros da “Casting Society of America”. A revista afirma que o prêmio deve ser de Francine Maisler, do filme “Pecadores”.
No ranking de probabilidades da categoria, “O Agente Secreto” aparece na última posição entre os indicados principais:
“Pecadores”: 61%
“Uma Batalha Após a Outra”: 14,2%
“Marty Supreme”: 10,7%
“Hamnet”: 9,6%
“O Agente Secreto”: 4,5%
Melhor Filme Internacional

Cena do filme ‘Sentimental Value’
Divulgação
Para esta categoria, a revista levou em consideração o histórico da premiação. “A Academia entrega suas intenções na categoria de melhor filme internacional por meio das indicações em outras categorias”, diz parte do artigo.

A indicação de Sirāt em Melhor Som tem menos peso do que a indicação de Melhor Roteiro de Foi Apenas um Acidente, que, por sua vez, é um sinal menos forte do que a indicação de Melhor Direção para Valor Sentimental. O elemento imprevisível é a indicação de Melhor Elenco para O Agente Secreto: ela é presumivelmente importante, mas não existem dados históricos que confirmem o quão determinante essa categoria pode ser.
Veja o ranking.
“Valor Sentimental”: 42,9%
“O Agente Secreto”: 27,4%
“Foi apenas um acidente”: 14,2%
“Sirāt”: 10,2%
“A voz de Hind Rajab”: 5,2%
Melhor Ator
Os indicados ao Oscar 2026 de melhor ator: Wagner Moura (‘O Agente Secreto’), Ethan Hawke (‘Blue Moon’), Leonardo DiCaprio (‘Uma Batalha Após a Outra’), Timothée Chalamet (‘Marty Supreme’) e Michael B. Jordan (‘Pecadores’)
Montagem/g1
A disputa pela estatueta de Melhor Ator é apontada pela publicação como a mais acirrada da noite.
Wagner Moura, protagonista de “O Agente Secreto”, aparece com mais de 20% de chances de vitória, configurando um cenário de incerteza contra Michael B. Jordan (“Pecadores”) e Timothée Chalamet (“Marty Supreme”).
“A matemática vê apenas 0,9% de diferença entre o líder e o segundo colocado. Talvez uma moeda de três lados fosse necessária para definir o vencedor”, afirma a revista.
Confira o ranking completo.

Michael B. Jordan (“Pecadores”): 32,2%
Timothée Chalamet (“Marty Supreme”): 31,3%
Wagner Moura (“O Agente Secreto”): 20,3%
Leonardo DiCaprio (“Uma Batalha Após a Outra”): 10,2%
Ethan Hawke (“Blue Moon”): 6,0%
Melhor Filme
Leonardo DiCaprio em cena de ‘Uma batalha após a outra’
Divulgação
A revista afirma que, excluindo os anos em que diferentes produções empataram com o mesmo número de indicações, 44% dos filmes que lideraram o número de nomeações não venceram na categoria de Melhor Filme.
O modelo levou em consideração, então, a “trajetória dominante de Uma Batalha Após a Outra em quase todos os prêmios precursores”. O longa brasileiro “O Agente Secreto” aparece em último lugar.
Veja ranking completo.
“Uma Batalha Após a Outra”: 62,8%
“Pecadores”: 13,3%
“Marty Supreme”: 7,2%
“Hamnet”: 4,9%
“Valor Sentimental”: 4,3%
“Frankenstein”: 2,2%
“F1”: 1,5%
“Sonhos de trem”: 1,4%
“Bugonia”: 1,3%
“O Agente Secreto”: 1,1%

Fonte: G1 Entretenimento

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Beyoncé, Dr. Dre, James Cameron e mais: os novatos famosos na lista de bilionários da Forbes


Beyoncé, Dr. Dre, Roger Federer e James Cameron entram na lista de bilionários
Reuters e AP
A lista anual de bilionários da revista Forbes, divulgada nesta terça-feira (10), ganhou novos nomes famosos neste ano.
Entre os estreantes estão artistas, um atleta e um cineasta que alcançaram fortunas bilionárias impulsionadas por carreiras de sucesso e investimentos fora de suas áreas principais.
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Um dos destaques é a cantora e compositora norte-americana Beyoncé, de 44 anos, que atingiu patrimônio estimado em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões).
A artista acumulou riqueza ao longo de décadas com vendas de música, turnês mundiais e investimentos, além do colecionismo de arte ao lado do marido, o rapper e empresário Jay-Z, que já figurava no ranking.
Outro nome da música que estreia na lista é o produtor e rapper norte-americano Dr. Dre, de 61 anos, também com fortuna estimada em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões).
Grande parte de seu patrimônio foi impulsionada pela venda da marca de fones Beats by Dre para a Apple, em 2014, por cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,4 bilhões) em dinheiro e ações.
No esporte, o ex-tenista suíço Roger Federer, de 44 anos, aparece pela primeira vez no ranking, com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões).
Além da carreira consagrada, marcada por 20 títulos de Grand Slam, parte significativa de sua fortuna vem de contratos de patrocínio e de sua participação na fabricante de calçados On Running.
Já no cinema, o diretor canadense James Cameron, de 71 anos, também passou a integrar o grupo de bilionários.
Com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões), Cameron construiu sua fortuna dirigindo alguns dos maiores sucessos de bilheteria da história, como “Titanic”, “Avatar” e “O Exterminador do Futuro”.
A presença desses nomes reforça uma tendência observada nos últimos anos: celebridades que transformam carreiras de destaque em negócios lucrativos e investimentos diversificados, ampliando suas fontes de renda e patrimônio para além da indústria do entretenimento.
No ano passado, nomes como o astro do cinema Arnold Schwarzenegger e a estrela do rock Bruce Springsteen entraram na lista de bilionários da Forbes.
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Balanço do ranking de bilionários
O ranking deste ano reúne 3.428 empresários, investidores e herdeiros — um recorde e 400 nomes a mais do que em 2025, segundo a revista.
Juntos, eles acumulam uma fortuna estimada em US$ 20,1 trilhões, também um valor recorde e US$ 4 trilhões acima do registrado no ano passado.
Os Estados Unidos concentram o maior número de bilionários, com 989, incluindo 15 dos 20 mais ricos do mundo. Em seguida aparece a China (incluindo Hong Kong), com 610, enquanto a Índia, com 229, ocupa um distante terceiro lugar.
Entre os novatos mais ricos do ranking estão Edwin Chen, com patrimônio estimado em US$ 18 bilhões, fundador da empresa de inteligência artificial Surge AI, e Peter Mallouk, com US$ 16,1 bilhões, presidente, CEO e principal acionista da empresa de planejamento financeiro Creative Planning.
A lista também destaca jovens empreendedores do setor de tecnologia. Os cofundadores da startup de recrutamento por inteligência artificial Mercor – Brendan Foody, Adarsh Hiremath e Surya Midha – ambos com 22 anos e patrimônio estimado em US$ 2,2 bilhões cada.
Todos são mais jovens do que Mark Zuckerberg era quando se tornou bilionário, aos 23 anos. Surya Midha, o mais novo do trio por dois meses, é considerado o bilionário “self-made” mais jovem do mundo — termo usado para quem construiu a própria fortuna, e não a herdou.
Entre as mulheres que estrearam no ranking, o maior patrimônio é o de Jennifer Gilbert, estimado em US$ 5,7 bilhões, após o divórcio do empresário Dan Gilbert, fundador da Rocket Mortgage.
Já a chinesa Zhou Xiaoping aparece como a mulher que construiu a própria fortuna mais rica entre as estreantes, com cerca de US$ 3,8 bilhões, após cofundar a empresa Changzhou Xingyu Automotive Lighting Systems.
Outro destaque é Amélie Voigt Trejes, de 20 anos, considerada a bilionária mais jovem do mundo. Ela herdou participação na empresa brasileira WEG, fundada por seu avô Werner Ricardo Voigt, e tem patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão. Seus irmãos Felipe Voigt e Pedro Voigt, ambos com 22 anos, também estrearam na lista.
Entre os setores que mais criaram novos bilionários neste ano, a indústria manufatureira lidera, com 91 nomes, seguida pela tecnologia, com 70 — muitos deles ligados ao avanço da inteligência artificial — e pelo setor de finanças e investimentos, com 51 estreantes no ranking.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Incrível em cena como Tim Maia, Thór Júnior faz valer musical de dramaturgia rala e clima de baile com hits do cantor


Thór Júnior emula com perfeição o canto e os maneirismos de Tim Maia (1942 – 1998)
Caio Gallucci / Divulgação
♫ CRÍTICA DE MUSICAL DE TEATRO
Título: Tim Maia – Vale tudo – O musical
Texto: Nelson Motta
Direção artística: Pedro Brício
Direção musical e arranjos: Carlos Bauzys
Cotação: ★ ★ ★
♬ A partir de agosto de 2011, Tiago Abravanel deixou de ser conhecido como neto do apresentador de TV e empresário Silvio Santos (1930 – 2024) e fez o próprio nome como ator ao interpretar Tim Maia em musical de teatro sobre o cantor e compositor carioca.
A performance fenomenal de Abravanel valorizou musical dirigido por João Fonseca e escrito por Nelson Motta com base na biografia “Vale tudo – O som e a fúria de Tim Maia”, feita pelo próprio Motta e lançada em 2007 com histórias saborosas sobre a vida e a música de Sebastião Rodrigues Maia (28 de setembro de 1942 – 15 de março de 1998), uma das pedras fundamentais do funk e do soul brasileiros.
Quinze anos depois, o fenômeno se repete em cena. Incrível na pele e na voz de Tim Maia, o ator e cantor baiano Thór Júnior faz valer a nova montagem de “Tim Maia – Vale tudo – O musical”, espetáculo que acaba de chegar ao Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do Síndico, em temporada no Teatro Casa Grande, após ter passado por São Paulo (SP) entre outubro e dezembro de 2025.
Desta vez, a direção é de Pedro Brício. Já o texto é novamente assinado por Nelson Motta com base no texto anterior, embora não seja rigorosamente o mesmo da montagem original estreada em 2011. Sobre todas as coisas, paira o brilho do ator protagonista, o baiano Thór Júnior.
Com semelhança assombrosa, Thór Júnior segura o musical e a atenção do público ao longo das duas horas e meia de espetáculo. À atuação de Thór (fascinante ao emular com perfeição o canto, o fraseado e os maneirismos de Tim Maia), soma-se o clima de baile que permeia todo o musical.
Ao som de arranjos que reproduzem a pulsação da banda Vitória Régia, marca registrada do som de Tim, o público ouve sucessos irresistíveis como “Não quero dinheiro (Só quero amar)” (1971), “Réu confesso” (1973) e “Que beleza” (1975). Em determinado número musical, Thór pede até para que o público se levante das poltronas para dançar.
“Tim Maia – Vale tudo – O musical” é mais baile do que teatro. A dramaturgia é rala. E tem um erro indesculpável, ainda mais sendo o texto assinado por Nelson Motta, biógrafo de Tim Maia.
O musical induz o espectador a pensar que, após a saída do cantor da seita Universo em Desencanto em 1976 (adesão que gerou dois hoje valorizados álbuns sobre a cultura Racional), Tim voltou ao sucesso com a gravação do samba-soul “Gostava tanto de você”, música mais famosa do compositor carioca Edson Trindade (1944 – 1993), feita no fim da década de 1950 e lançada por Tim Maia em gravação feita para o quarto álbum do cantor, em 1973, antes da entrada na seita.
Há erros menos gritantes, como o fato de Thór cantar os três sucessos do álbum “Tim Maia disco club” (1978) – “Sossego”, “Acende o farol” e “A fim de voltar” – com o visual adotado por Tim a partir dos anos 1980. A caracterização de Thór Júnior, a propósito, é muito bem feita e contribui para alimentar a ilusão de que é Tim Maia quem está comandando o baile no palco do Teatro Casa Grande.
Contudo, a rigor, o público nem percebe ou se importa com tais dissonâncias. O musical cumpre a função de louvar Tim Maia em clima de festa, com humor rarefeito. A música é senhora da cena, inclusive nas falas musicais de acento black, tanto na pulsação (predominante) do soul como na cadência do rap, em que um coro ora masculino ora feminino conta passagens da vida de Tim, situando o espectador na biografia do cantor.
Como de praxe em musicais biográficos, outros cantores entram em cena para reproduzir feats históricos com Tim Maia. Há o dueto antes da fama com Elis Regina (1945 – 1982) em “There are the songs” (1969) e há o encontro com Gal Costa (1945 – 2022) no programa “Cassino do Chacrinha” para cantar (na verdade, Tim e Gal dublaram) “Um dia de domingo” (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1985). Em cena, Elis é Elá Marinho em cena. Gal é Mari Rosinski.
Entre os feats de Tim com cantoras, o número mais vibrante é o canto de “Vale tudo” (1983) com Sandra de Sá, impagável na pele de Suzana Santana. Já Roberto Carlos é retratado de forma bem caricatural por Tiago Herz, forçando o riso.
O roteiro musical também inclui “Chocolate” – jingle composto e gravado por Tim em 1971 para a Associação Nacional dos Produtores do Cacau (ANPC) – na voz de Julia Gorman, atriz que personifica Marisa Monte.
Enfim, vale tudo para entreter o público. Sob esse prisma, é inegável que o espectador sai feliz após ver o musical sobre Tim Maia, ao som do funk “Do Leme ao Pontal” (1981), certamente encantado com a performance fenomenal de Thór Júnior como o lendário e imortal cantor.
Dueto de Thór Júnior (Tim Maia) com Suzana Santana (Sandra de Sá) no canto de ‘Vale tudo’ é um dos números mais vibrantes do musical em cartaz no Rio de Janeiro (RJ)
Caio Gallucci / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento