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Taylor Swift, Kim Kardashian, Jordan, Oprah e mais: veja quem são famosos bilionários na lista da Forbes de 2026


Beyoncé, Dr. Dre, Roger Federer e James Cameron entram na lista de bilionários
Reuters e AP
A lista anual de bilionários da revista Forbes, divulgada nesta terça-feira (10), reúne 22 celebridades em 2026 e mostra que a fortuna de atletas e artistas continua em expansão.
Segundo a publicação, esses nomes somam US$ 48,1 bilhões em patrimônio, um aumento em relação aos 18 bilionários que acumulavam US$ 39 bilhões em 2025.
Entre os estreantes estão a cantora Beyoncé, o ex-tenista Roger Federer, o cantor e produtor musical Dr. Dre e o cineasta James Cameron. Eles se juntam a nomes já consolidados na lista, como Steven Spielberg, George Lucas e Oprah Winfrey.
De acordo com a revista, a categoria de “celebridade” considera pessoas que primeiro ficaram famosas e depois transformaram essa notoriedade em grandes fortunas, muitas vezes por meio de negócios e investimentos além de suas áreas de atuação.
O levantamento reforça uma tendência crescente: celebridades cada vez mais atuam como empreendedores e investidores, diversificando fontes de renda e transformando carreiras de sucesso em grandes fortunas.
Veja abaixo a lista de famosos bilionários da revista Forbes.
Steven Spielberg (EUA): US$ 7,1 bilhões
George Lucas (EUA): US$ 5,2 bilhões
Michael Jordan (EUA): US$ 4,3 bilhões
Vincent McMahon (EUA): US$ 3,6 bilhões
Oprah Winfrey (EUA): US$ 3,2 bilhões
Jay-Z (EUA): US$ 2,8 bilhões
Taylor Swift (EUA): US$ 2 bilhões
Kim Kardashian (EUA): US$ 1,9 bilhão
Peter Jackson (Nova Zelândia): US$ 1,9 bilhão
Magic Johnson (EUA): US$ 1,6 bilhão
Tiger Woods (EUA): US$ 1,5 bilhão
Dick Wolf (EUA): US$ 1,5 bilhão
Tyler Perry (EUA): US$ 1,4 bilhão
LeBron James (EUA): US$ 1,4 bilhão
Bruce Springsteen (EUA): US$ 1,2 bilhão
Arnold Schwarzenegger (EUA): US$ 1,2 bilhão
Jerry Seinfeld (EUA): US$ 1,1 bilhão
Roger Federer (Suíça): US$ 1,1 bilhão
James Cameron (Canadá): US$ 1,1 bilhão
Rihanna (Barbados): US$ 1 bilhão
Beyoncé Knowles-Carter (EUA): US$ 1 bilhão
Dr. Dre (EUA): US$ 1 bilhão
Novos bilionários
A cantora e compositora norte-americana Beyoncé, de 44 anos, está entre os destaques da lista, com patrimônio estimado em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões). A artista acumulou riqueza ao longo de décadas com vendas de música, turnês mundiais, investimentos e colecionismo de arte ao lado do marido, o rapper e empresário Jay-Z, que já figurava no ranking.
Outro estreante é o produtor e rapper Dr. Dre, de 61 anos, também com fortuna estimada em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões). Grande parte de seu patrimônio veio da venda da marca de fones Beats by Dre para a Apple em 2014, em um negócio avaliado em cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,4 bilhões) em dinheiro e ações.
No esporte, o ex-tenista suíço Roger Federer, de 44 anos, aparece pela primeira vez no ranking com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões). Além da carreira consagrada, marcada por 20 títulos de Grand Slam, parte significativa de sua fortuna vem de contratos de patrocínio e de sua participação na fabricante de calçados On Running.
Já no cinema, o diretor canadense James Cameron, de 71 anos, também passou a integrar o grupo de bilionários. Com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões), ele construiu sua fortuna dirigindo grandes sucessos de bilheteria, como “Titanic”, “Avatar” e “O Exterminador do Futuro”.
Beyoncé vence Grammy de Álbum do Ano com ‘Cowboy Carter’ em 3 de fevereiro de 2025.
REUTERS/Mario Anzuoni
Os mais ricos do grupo
Entre as celebridades bilionárias, o maior patrimônio pertence ao diretor Steven Spielberg, com cerca de US$ 7,1 bilhões. Ele é seguido pelo cineasta George Lucas, com US$ 5,2 bilhões, e pelo ex-jogador de basquete Michael Jordan, com US$ 4,3 bilhões.
A lista também inclui nomes do entretenimento e do esporte que transformaram sua popularidade em negócios milionários, como Jay-Z, Taylor Swift, Kim Kardashian e LeBron James. Veja abaixo os dez principais:
Steven Spielberg: US$ 7,1 bilhões
Steven Spielberg chega ao Globo de Ouro 2024
Jordan Strauss/Invision/AP
Idade: 79;
Cidadania: Estados Unidos.
Steven Spielberg se tornou famoso por dirigir alguns dos filmes mais icônicos do século XX, incluindo Tubarão, E.T., Indiana Jones e Jurassic Park. Não é a primeira vez que ele aparece na lista da Forbes.
Em 1994, fez a primeira aparição na lista dos norte-americanos mais ricos. De lá para cá, além dos ganhos com filmes, Spielberg negociou para receber 2% das vendas de ingressos nos parques temáticos da Universal até o fim da vida.
George Lucas: US$ 5,2 bilhões
George Lucas dirige o robô C-3PO (Anthony Daniels) em ‘Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones’
Divulgação
Idade: 81;
Cidadania: Estados Unidos.
George Lucas criou Star Wars, uma franquia que continua forte quase 50 anos após o lançamento do primeiro filme. Muitos filmes futuros estão planejados, incluindo The Mandalorian & Grogu, esperado para 2026.
Apesar disso, ele não recebe mais dividendos das novas produções, pois vendeu os direitos de Star Wars em 2012, quando a Disney comprou sua produtora LucasFilm por US$ 4 bilhões em dinheiro e ações.
Michael Jordan: US$ 4,3 bilhões
Michael Jordan, maior astro do basquete dos EUA, em imagem de 2015
Charles Rex Arbogast / Arquivo / AP Photo
Idade: 63;
Cidadania: Estados Unidos.
A lenda do basquete Michael Jordan se tornou o primeiro atleta a entrar na lista da Forbes das 400 pessoas mais ricas dos EUA em 2023, oito anos após se tornar o primeiro atleta bilionário.
Jordan fez a maior parte de sua fortuna através de parcerias de marca. A Nike paga a ele mais de US$ 100 milhões por ano em royalties pela marca Jordan.
Vincent McMahon: US$ 3,6 bilhões
Idade: 80;
Cidadania: Estados Unidos.
Vince McMahon começou como locutor de TV para a empresa de luta livre de seu pai (então WWF, agora WWE) nos anos 1970. Ele comprou o negócio em 1982 e o transformou em uma potência global.
McMahon fundiu a WWE com a UFC em 2023 para formar a TKO Group Holdings, da qual foi brevemente presidente antes de renunciar no ano passado em meio a alegações de má conduta sexual (que ele nega). Ele tem vendido sua participação na empresa.
Oprah Winfrey: US$ 3,2 bilhões
Oprah Winfrey gesticula perto do Gritti Palace Hotel, antes do casamento do fundador da Amazon
REUTERS/Guglielmo Mangiapane
Idade: 72;
Cidadania: Estados Unidos.
Oprah Winfrey ganhou fama como apresentadora do The Oprah Winfrey Show, que foi ao ar de 1986 a 2011. Em 2003, seus ganhos como apresentadora, atriz e produtora a tornaram bilionária — a primeira mulher negra a alcançar esse status.
Winfrey continua a ganhar dinheiro no entretenimento, coestrelando o drama de guerra de 2024 The Six Triple Eight (Batalhão 6888). Atualmente, ela também investiu grande parte de sua fortuna em imóveis na Califórnia e no Havaí, onde possui mais de 800 hectares.
Jay-Z: US$ 2,8 bilhões
Jay Z em 24 de novembro de 2024, em Washington
Terrance Williams/AP
Idade: 56;
Cidadania: Estados Unidos.
O portfólio de Jay-Z é vasto, abrangendo ativos como sua marca de champanhe Armand de Brignac, sua marca de conhaque D’Usse, uma participação no Uber que ele comprou nos primeiros dias do aplicativo, uma impressionante coleção de arte (incluindo peças de Jean-Michel Basquiat) e, claro, seu próprio catálogo musical.
Jay-Z lucrou com suas marcas de bebidas em 2021 e 2023, vendendo participações para a LVMH e Bacardi por centenas de milhões.
Taylor Swift: US$ 2 bilhões
Taylor Swift no Grammy 2025
Jordan Strauss/Invision/AP
Idade: 36;
Cidadania: Estados Unidos.
Taylor Swift se tornou bilionária em 2023 após ganhar cerca de US$ 190 milhões na primeira etapa de sua famosa The Eras Tour.
O restante de sua fortuna vem do valor de seu catálogo musical, além de royalties de música e turnês adicionais. Ela acumulou cerca de US$ 115 milhões em casas em Rhode Island e Tennessee.
Kim Kardashian: US$ 1,9 bilhão
Kim Kardashian
AP Photo/Vianney Le Caer, File
Idade: 45;
Cidadania: Estados Unidos.
Kim Kardashian ganhou destaque através da TV de realidade, mas alcançou o status de bilionária graças à sua linha de roupas modeladoras Skims, que um fundo avaliou em 2023 em US$ 4 bilhões.
Kardashian lançou uma marca de cuidados com a pele, SKKN By Kim, em 2022. Ela também possui uma coleção de casas, incluindo uma de US$ 40 milhões nos arredores de Los Angeles que compartilhava com o ex-marido Kanye West.
Peter Jackson: US$ 1,9 bilhão
Peter Jackson é diretor, cineasta e produtor cinematográfico
GETTY IMAGES via BBC
Idade: 64;
Cidadania: Nova Zelândia.
Os filmes de O Senhor dos Anéis renderam a Peter Jackson US$ 10 milhões cada um. Mas isso é pouco comparado ao que ele ganhou quando vendeu parte de sua empresa de efeitos visuais, Weta Digital, para a Unity Software em 2021.
A Weta deu a Jackson US$ 1,6 bilhões em dinheiro e ações, dos quais ele obteve quase US$ 1 bilhão.
Magic Johnson: US$ 1,6 bilhão
Magic Johnson
Reprodução/Instagram
Idade: 66;
Cidadania: Estados Unidos.
Membro do Hall da Fama do basquete, Magic Johnson fez sua fortuna por meio de investimentos inteligentes após o término de sua carreira.
Eles incluem a compra de participações minoritárias nos Los Angeles Dodgers da MLB (com Todd Boehly) e nos Washington Commanders da NFL (com Justin Harris), além da compra da maioria da seguradora EquiTrust, com sede em Iowa, em 2015.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Como Ursinho Pooh, que completa 100 anos, encantou gerações com sua sabedoria simples


Desenho ‘Ursinho Pooh’
Divulgação
O Ursinho Pooh, que se descrevia como “de pouco cérebro” e encantou gerações com sua sabedoria simples e sincera, está completando 100 anos.
O querido personagem infantil surgiu em 1926 em um livro escrito pelo inglês A.A. Milne, com ilustrações de E.H. Shepard.
A Disney, que adquiriu os direitos de Pooh e de seus amigos do Bosque dos Cem Acres nos anos 1960, planejou um ano de comemorações para o ursinho, cuja imagem é reconhecida em todo o planeta.
“Todos somos Ursinho Pooh”, disse Kevin Kern, gerente de pesquisa dos arquivos da Walt Disney em Burbank, Califórnia, onde todos os tipos de objeto do ursinho estão catalogados de forma impecável.
“Ele mostra todas as emoções que nós mostramos. Vê as coisas que nós vemos. Tem as dificuldades que nós temos, seja tentando subir em uma árvore para pegar mel ou compreender seus amigos”, afirmou. “Ele é tão cheio de sabedoria que nem sempre percebe que a compartilha, e isso é eterno”, acrescentou Kern.
Ponte do Ursinho Pooh é leiloada por US$ 179 mil
O primeiro livro de Milne, publicado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em outubro de 1926, foi inspirado no filho do autor, Christopher Robin, e em sua coleção de bichos de pelúcia: Pooh, Leitão, Ió, Coruja, Coelho, Can e seu bebê Guru.
Dois anos depois, o efervescente Tigrão juntou-se ao grupo no segundo livro, traduzido em português como “Ursinho Pooh Constrói uma Casa “.
Quando o primeiro curta-metragem animado da Disney apareceu em 1966, ficou estabelecida a marca visual de Pooh com apenas uma camiseta vermelha curta.
Pooh para presidente?
Pooh e seus amigos em filme de 2011
Divulgação
Ao longo das décadas, os livros foram publicados em dezenas de idiomas, e foram comercializados bichos de pelúcia, mochilas, lancheiras, relógios e filmes, incluindo o recente longa-metragem, de 2018, com “Christopher Robin” estrelado por Ewan McGregor como um Robin adulto que se reencontra com Pooh.
As aventuras do adorável ursinho não pararam aí. Ele chegou até a concorrer à presidência dos Estados Unidos, e a Disneylândia organizou um desfile em 1972 como uma alternativa alegre à disputa entre Richard Nixon e George McGovern.
No século XXI, Pooh teve outra incursão na política (ainda que involuntária), quando críticos do líder chinês Xi Jinping disseram que havia uma semelhança entre o dirigente e o ursinho rechonchudo. Censores do Partido Comunista trabalharam para remover da internet qualquer referência ao personagem.
Cena de ‘Christopher Robin: Um reencontro inesquecível’, filme sobre o Ursinho Pooh
Divulgação
E em 2023, quando expiraram os direitos autorais, Pooh deu conselhos às crianças sobre o que fazer em ataques a tiros em escolas, ao ser estampado em panfletos no Texas dizendo: “Correr, esconder-se, lutar”. No mesmo ano, ele se transformou em um vilão armado com uma faca no filme de terror de baixo orçamento “Ursinho Pooh: Sangue e Mel”, que recuperou com folga seus custos graças a uma bilheteria que surpreendeu a indústria.
Mark Henn, animador que trabalhou no popular longa da Disney de 2011, “O Ursinho Pooh”, disse que ficou emocionado por desenhar um personagem com o qual cresceu. “Ele com certeza traz alegria”, comentou à agência France Presse. “Ele é muito tranquilo. Mesmo quando fica irritado, há uma calma no seu jeito de ser, e acho que é isso que atrai tanta gente”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Beyoncé, Dr. Dre, James Cameron e mais: os novatos na lista de bilionários da Forbes


Beyoncé vence Grammy de Álbum do Ano com ‘Cowboy Carter’ em 3 de fevereiro de 2025.
REUTERS/Mario Anzuoni
A lista anual de bilionários da revista Forbes, divulgada nesta terça-feira (10), ganhou novos nomes famosos neste ano.
Entre os estreantes estão artistas, um atleta e um cineasta que alcançaram fortunas bilionárias impulsionadas por carreiras de sucesso e investimentos fora de suas áreas principais.
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Um dos destaques é a cantora e compositora norte-americana Beyoncé, de 44 anos, que atingiu patrimônio estimado em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões).
A artista acumulou riqueza ao longo de décadas com vendas de música, turnês mundiais e investimentos, além do colecionismo de arte ao lado do marido, o rapper e empresário Jay-Z, que já figurava no ranking.
Outro nome da música que estreia na lista é o produtor e rapper norte-americano Dr. Dre, de 61 anos, também com fortuna estimada em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,1 bilhões).
Grande parte de seu patrimônio foi impulsionada pela venda da marca de fones Beats by Dre para a Apple, em 2014, por cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,4 bilhões) em dinheiro e ações.
No esporte, o ex-tenista suíço Roger Federer, de 44 anos, aparece pela primeira vez no ranking, com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões).
Além da carreira consagrada, marcada por 20 títulos de Grand Slam, parte significativa de sua fortuna vem de contratos de patrocínio e de sua participação na fabricante de calçados On Running.
Já no cinema, o diretor canadense James Cameron, de 71 anos, também passou a integrar o grupo de bilionários.
Com patrimônio estimado em US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões), Cameron construiu sua fortuna dirigindo alguns dos maiores sucessos de bilheteria da história, como “Titanic”, “Avatar” e “O Exterminador do Futuro”.
A presença desses nomes reforça uma tendência observada nos últimos anos: celebridades que transformam carreiras de destaque em negócios lucrativos e investimentos diversificados, ampliando suas fontes de renda e patrimônio para além da indústria do entretenimento.
No ano passado, nomes como o astro do cinema Arnold Schwarzenegger e a estrela do rock Bruce Springsteen entraram na lista de bilionários da Forbes.
O ranking deste ano reúne 3.428 empresários, investidores e herdeiros — um recorde e 400 nomes a mais do que em 2025, segundo a revista.
Juntos, eles acumulam uma fortuna estimada em US$ 20,1 trilhões, também um valor recorde e US$ 4 trilhões acima do registrado no ano passado.
Os Estados Unidos concentram o maior número de bilionários, com 989, incluindo 15 dos 20 mais ricos do mundo. Em seguida aparece a China, incluindo Hong Kong, com 610, enquanto a Índia, com 229, ocupa um distante terceiro lugar.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Heeseung anuncia saída do Enhypen; grupo de k-pop seguirá em atividade com os outros seis membros


Heeseung anuncia saída do Enhypen
Reprodução/Instagram
Heeseung, um dos membros do Enhypen, anunciou que deixará o grupo de k-pop. Em um comunicado divulgado em suas redes sociais nesta terça-feira (10), o cantor citou que tinha “muitas coisas que queria mostrar, mas não queria colocar seu próprio desejo acima do time”.
Criado em 2020, o Enhypen nasceu em um reality show produzido pela Belift Lab. Além de Heeseung, o grupo de k-pop é composto por Jay, Jake, Sunghoon, Sunoo, Jungwon e Ni-ki.
Embora em seu texto Heeseung não cite explicitamente que vai se dedicar à carreira solo, a Belift Lab pediu apoio dos fãs apoio ao artista, que “nesta nova jornada como artista solo”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“Depois de pensar profundamente por bastante tempo, tomei uma grande decisão: me aproximar dos ENGENEs [como são chamados os fãs do grupo] de uma maneira melhor, seguindo a direção sugerida pela empresa. Como vocês sabem, venho trabalhando em projetos pessoais e passei muito tempo esperando poder mostrá-los a vocês. Havia muitas coisas que eu queria mostrar, mas também não queria colocar meu próprio desejo acima do time”, explicou Heeseung em seu comunicado.
“Vou me preparar com dedicação para poder encontrar vocês novamente o mais rápido possível. O desejo de voltar com uma versão melhor de mim mesmo é mais sincero do que o de qualquer outra pessoa”, demonstrando que fará uma breve pausa antes da nova jornada.
Ele ainda disse que o período em que esteve no Enhypen será “um daqueles momentos brilhantes que nunca esquecerei no futuro. Eu não quero esquecer esses momentos e quero ser alguém que continue apoiando o Enhypen mais do que qualquer outra pessoa.”
De acordo com a Belift Lab, com a saída de Heeseung, o Enhypen seguirá em atividade com os outros seis membros.
Membros do grupo de k-pop Enhypen
Reprodução/Instagram
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Fonte: G1 Entretenimento

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Oscar 2026: cerimônia terá performances de ‘Guerreiras do K-Pop’ e ‘Pecadores’


‘Guerreiras do K-Pop’ e ‘Pecadores’
Foto: Divulgação
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas confirmou as apresentações musicais dos filmes “Guerreiras do K-Pop” e “Pecadores” no Oscar 2026.

EJAE, Audrey Nuna e Rei Ami subirão ao palco para interpretar “Golden”, canção original da animação. As cantoras são as vozes por trás do grupo fictício “HUNTR/X”.
Clones das Guerreiras do K-Pop: as idols genéricas que ‘invadiram’ teatros pelo Brasil
Já a performance de “I Lied to You”, do drama ‘Pecadores”, ficará a cargo de Miles Caton e Raphael Saadiq.
Assista ao trailer do filme “Pecadores”
Destaques da 98ª edição
Cerimônia do Oscar
Mario Anzuoni/Reuters
Ambas as produções concorrem a categorias na premiação. “Guerreiras do K-Pop” disputa Melhor Animação e Melhor Canção Original por “Golden”.

Já “Pecadores” lidera como o filme com o maior número de indicações da história da premiação: 16.

LISTA: Confira a lista completa dos indicados aqui.
A transmissão oficial também contará com uma aparição especial de Josh Groban e do Los Angeles Master Chorale. A apresentação será do comediante e comunicador Conan O’Brien.
A cerimônia acontece neste domingo (15), com transmissão ao vivo pela TV Globo e Globoplay.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Raparigou’, ‘pirraça’, ‘dor de corno’… os desafios de traduzir ‘O Agente Secreto’


De ‘pirraça’ a ‘raparigou’: os desafios de traduzir ‘O Agente Secreto’
“Raparigueiro”, “pirraça”, “mambembe,” “dor de corno”…. essas são algumas das expressões faladas em “O Agente Secreto”. O filme se passa no Recife dos anos 70, mas estreou direto no Festival de Cannes e rodou o mundo para concorrer ao Oscar neste domingo (15).
Nessa trajetória, tradutores encararam um processo pra lá de desafiador. Como fazer os gringos entenderem as gírias e cacoetes, tão importantes para a apreciação do filme? Ao g1, profissionais detalham o processo de adaptação do texto para o público estrangeiro. Veja abaixo:
Um país pirracento
Logo na cena de abertura, o filme impõe seu primeiro enigma: “Essa história se passa no Brasil de 1977, uma época cheia de ‘pirraça’”, diz a nota de rodapé, introduzindo uma das palavras mais complexas para a tradução internacional.
Na legenda em inglês, o termo virou mischief (travessura). Mas a expressão ali carrega mais do que birra ou maldade: é um estado de espírito político.

Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura durante as gravações de ‘O agente secreto’
Laura Castor/Divulgação
“Tive que encontrar uma palavra que funcionasse nos dois sentidos, dando conta também de uma dimensão de ‘trambicagem’ e ‘corrupção’”, explica Evaldo Medeiros, responsável pelas legendas em inglês.
Para o diretor, a escolha da palavra foi estratégica. Em entrevista ao podcast “O Assunto”, Kleber Mendonça Filho reforçou que o termo serve para colocar o estrangeiro, desde o primeiro minuto do filme, em um “ar literário e pernambucano”.
De ‘cornos’ a ‘raparigueiros’
Outras expressões regionais também foram utilizadas ao longo da obra. Quando o locutor da rádio introduz uma música para acalentar a “dorzinha de corno” (a angústia da pessoa que foi traída), a tradução surge como you’ve been made a cuckold (você foi feito de chifrudo).
Já o ato de “raparigar” exigiu manobras mais cruas. O “raparigueiro” (clássico cafajeste nordestino) virou whore lover (amante de prostitutas), enquanto o pulo de cerca foi traduzido direto para o fuck around (f*der por aí).
Para Evaldo, adaptador paraibano radicado na França, a definição do que é local depende sempre do ponto de vista de quem traduz. “Até um ‘tá maneiro’ pode ser considerado uma expressão regional. O regionalismo é, no fim das contas, uma questão de referencial”, pontua.
Wagner Moura em cena de ‘O Agente Secreto’
Divulgação
Glossário de expressões
Além de “pirraça”, “corno” e “raparigar”, o g1 montou um glossário com outras gírias regionais e expressões de época que também aparecem ao longo do filme “O Agente Secreto”.
bichão – old chap (meu chapa, velho amigo)
bichinha – poor thing (pobre criatura)
bigu – ride (carona)
danosse – crissakes [for christ’s sake] (pelo amor de cristo)
desquitada – separated (separada)
eita – oh my! (minha nossa!)
empesteada – infested (infestada)
entrosar – settle in (instalar-se)
granfina – posh lady (moça elegante)
infeliz – heartless woman (mulher sem coração)
‘inteirar a caixinha do Carnaval’ = make a donation to the Force’s carnival fund (fazer uma doação para o Fundo de Carnaval da Força)
‘mai rapaz’ – goodness me (valha-me Deus)
mambembe = it’s all a bit improvised (é tudo um pouco improvisado)
oxe – what the heck (que m*rda é essa?)
‘puxar um fuminho’ – smoke pot (fumar maconha)
tebei – shot’in (tiro, disparo)
‘ter pinta de’ – you sure look like one (você com certeza parece com um)
‘twist de pobre é macumba’ – macumba is the poor man’s twist (macumba é o ‘twist’ do homem pobre)
xispa = outta here! (sai daqui!)
O Brasil que não se traduz
Conheça Tânia Maria, a Sebastiana de “O Agente Secreto”
Reprodução/Fantástico
Alguns termos, porém, foram mantidos propositalmente como “corpos estranhos” no texto estrangeiro. É o caso das palavras “macumba” e “coxinha”, além do tratamento de “Dona” Sebastiana, que não foi substituído por expressões como “Miss” ou “Mrs”.
A decisão partiu do próprio Kleber, como uma forma de preservar a autenticidade da obra. O processo de adaptação das legendas para o inglês durou um mês e meio.
“Nem sempre existirá a expressão perfeita ou equivalente em outro idioma. O adaptador não precisa traduzir palavra por palavra, mas a intenção da cena”, afirma.
Traduzir para captar
Para Muriel Pérez, que adaptou o roteiro para o francês, contextualizar as contradições brasileiras foi mais desafiador do que traduzir termos isolados. “O público estrangeiro pode não ter dimensão do preconceito que existe contra o Nordeste do Brasil, por exemplo”, conta a francesa que morou no Recife em 2018.
Nesse processo de traduzir as particularidades locais, Muriel atuou como uma verdadeira mediadora cultural para que o projeto fizesse sentido lá fora. “Explicando desde a presença de tubarões no litoral até o simbolismo da La Ursa no Carnaval”, conta.
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A versão traduzida foi utilizada nos editais de financiamento na França. Quando tinha dúvida sobre uma palavra ou expressão, recorria a um dicionário informal em português ou ligava diretamente para o diretor pernambucano.
“O Agente Secreto” concorre a quatro categorias no Oscar. A premiação acontece em 15 de março, em Los Angeles.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Bugonia’ surpreende com indicação a melhor filme no Oscar 2026 — mas não deveria; g1 já viu


A indicação de “Bugonia” a melhor filme no Oscar 2026 pegou muita gente de surpresa – mas não deveria.
Esta é, afinal, a quarta e melhor edição da parceria mais querida de Hollywood nos últimos anos, entre o diretor Yorgos Lanthimos e a atriz Emma Stone.
A dupla já tinha realizado o excelente “A favorita” (2018) e o superestimado “Pobres criaturas” (2023) – ambos com múltiplas indicações ao Oscar.
Lançado pouco depois do praticamente ignorado por crítica e público “Tipos de gentileza” (2024), com o qual tem em comum a presença de Jesse Plemons, não é de espantar que “Bugonia” também tenha sido recebido com certa incredulidade.
Após uma estreia sem muito alarde em novembro de 2025 no Brasil, arrecadou menos de US$ 300 mil no país, de um total de US$ 42 milhões ao redor do planeta – uma bilheteria ainda modesta quando comparada aos US$ 117 milhões do filme de 2023, mas uma evolução dos US$ 16 milhões mundiais do de 2024.
Assista ao trailer de ‘Bugonia’
Com uma história ainda mais esquisita que as parcerias anteriores, a obra só entrou mesmo no radar dos especialistas de premiação como um possível indicado à categoria principal da Academia americana uma semana antes do anúncio.
No fim, conseguiu quatro indicações – entre elas, a quinta para uma atuação de Stone, duas vezes vencedora.
Mais estranho que a premissa, no entanto, é a aparente surpresa de que um mestre do bizarro faça um de seus melhores trabalhos exatamente ao pesar a mão na bizarrice.
Aidan Delbis e Jesse Plemons em cena de ‘Bugonia’
Divulgação
Entre a paranoia e o absurdo
Com uma produção modesta, o que talvez tenha contribuído para a confusão dos espectadores com um novo “Tipos de gentileza”, “Bugonia” conta a história de dois primos do interior dos Estados Unidos (Plemons e a revelação Aidan Delbis) que sequestram a CEO (Stone) de uma gigante farmacêutica.
Intoxicados pela mentalidade típica de teóricos da conspiração, eles suspeitam que ela é a líder de uma invasão alienígena secreta – e acreditam serem os melhores representantes de toda a humanidade em uma negociação com os visitantes.
O roteiro indicado ao Oscar de Will Tracy (“O menu”), adaptação do sul-coreano “Jigureul Jikyeora!” (2003), mantém o equilíbrio entre a certeza maníaca da dupla e o absurdo da premissa – que ganha dimensões mais urgentes com a ascensão da extrema direita conspiratória nos Estados Unidos (e, não conta para ninguém, no resto do mundo).
Emma Stone, Aidan Delbis e Jesse Plemons em cena de ‘Bugonia’
Divulgação
A moeda
Não há “Bugonia” sem Stone. Aos 37 anos, a atriz domina o ambiente em todas as suas cenas, o que reforça o contraste de poderes entre uma CEO acorrentada e dois idiotas com as chaves do seu cativeiro.
A frieza calculista de sua atuação é a principal responsável por manter aquele fiapo de suspeita no espectador, por mais que todos os indícios apontem para os primos como os mais não confiáveis dos narradores.
Do outro lado da moeda está a genialidade de Lanthimos, que joga seguro ao se esconder na força de sua protagonista franzina, enquanto brinca com perspectivas de câmera e com a tensão da situação, até enfim mostrar sua mão e dobrar a aposta na bizarrice do final – um desfecho daqueles que mudam uma avaliação de um “mediano” para um “memorável”.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Mulheres 50+ ganham espaço na moda, mas especialistas alertam para pressão estética


A atriz Demi Moore posa com look da Gucci
Reprodução/Instagram da atriz
Com modelos de cabelos grisalhos, sexagenárias nas primeiras filas e a busca por consumidoras maduras, as mulheres acima dos 50 anos estão ganhando visibilidade na moda.
O estilista Matthieu Blazy causou frisson ao abrir seu desfile de alta-costura da Chanel em janeiro com a modelo de 50 anos e cabelos grisalhos Stéphanie Cavalli.
“Mulheres mais velhas trazem uma dimensão completamente diferente para as roupas. Elas viveram, viram o mundo”, explicou ao jornal “The New York Times”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O designer francês Simon Porte Jacquemus compartilha dessa visão. Suas duas musas, Pamela Anderson, de 58 anos, e Lio, de 63, exibem suas rugas com naturalidade, e sua avó de 79 anos, Liline, foi nomeada a primeira embaixadora de sua marca.
Para Cavalli, embora a maioria das modelos ainda tenha menos de 30 anos, a maior diversidade vista nas passarelas mostra que “as mentalidades evoluíram”.
“Eu e minhas colegas da mesma geração costumamos dizer que hoje é a melhor época para ter 50 anos e ser modelo”, disse ela à “Vogue” francesa no início de fevereiro.
Com experiência
Kate Moss no primeiro desfile da Gucci assinado por Demna, em fevereiro
Divulgação/Gucci
A supermodelo britânica Kate Moss, de 52 anos, estrela dos anos 1990, também causou sensação ao encerrar o primeiro desfile da Gucci assinado por Demna, em fevereiro, usando um vestido justo com as costas abertas.
A atriz americana Laura Dern, de 59 anos, abriu o desfile da uruguaia Gabriela Hearst em Paris, em outubro. Quanto às estilistas, quase todas têm mais de 50 anos: Maria Grazia Chiuri, da Fendi, Victoria Beckham, Sarah Burton, da Givenchy, e Stella McCartney.
Para Victoria Dartigues, diretora de compras da Galeries Lafayette, a moda busca atingir “pessoas que têm experiência e relacionamentos de longa data com as marcas”.
“Existem mulheres muito jovens que podem comprar marcas de luxo, mas na maioria das vezes nosso público-alvo são ‘mulheres de negócios’, mulheres que trabalham e, portanto, têm uma certa idade.”
Cuidado com ‘armadilha’
É importante também considerar que gigantes do luxo como a LVMH, dona de Louis Vuitton, Dior e Celine, e a Kering, de Gucci, Saint Laurent e Balenciaga, enfrentam dificuldades financeiras e buscam impulsionar as vendas.
Segundo Dartigues, comprar artigos de luxo não é algo trivial: “É preciso um certo nível de experiência, conhecimento da peça, uma cultura de moda, algo que você não necessariamente tem aos 20 anos”.
Nos desfiles de moda, podemos ver Demi Moore, aos 63 anos, na primeira fila vestindo um look todo de couro na Gucci, Andie MacDowell, de 67, com seus cabelos grisalhos na Armani, ou Michelle Pfeiffer, também com 67, como convidada surpresa na Saint Laurent.
Sophie Fontanel, crítica de moda da revista “Nouvel Obs”, alerta para uma possível “armadilha” do culto excessivo à juventude entre essas modelos mais velhas.
“São apresentadas mulheres entre 50 e 65 anos, ou até mais velhas, que continuam com um aspecto incrível”, diz a crítica. “Como se as mulheres fossem obrigadas a continuar se encaixando nos padrões dos estilistas, a serem supermagras, supersensuais… Mas tudo isto está cheio de imposições.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Voz do forró LGBTQIA+, Getúlio Abelha faz ‘A cova’ ao completar ‘Autópsia’


Getúlio Abelha lança na quinta-feira, 12 de março, a edição integral do álbum ‘Autópsia’, intitulada ‘Autópsia+’
Luan Martins / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Uma das vozes do forró LGBTQIA+, Getúlio Abelha cava a própria cova ao completar “Autópsia” (2025). Explicando: “A cova” é uma das cinco músicas inéditas apresentadas no álbum “Autópsia+” por esse artista piauiense que reside em São Paulo (SP) após morar anos em Fortaleza (CE).
“Autópsia+” é a versão estendida do EP “Autópsia”, lançado por Abelha em fevereiro do ano passado com outras cinco músicas. Além de “A cova”, o cantor adiciona as músicas “Brincadeira do ossinho”, “Espantalho”, “O corte” e “Zé Pinguelo” ao álbum que chega ao mercado fonográfico digital na quinta-feira, 12 de março, com o título de “Autópsia+”.
A edição integral do álbum abarca o single “Ranço” (2023), lançado há dois anos, e a música “Caranguejeira satanista”, até então somente disponível na edição em LP do primeiro álbum de Getúlio Abelha, “Marmota” (2021).
A produção musical de “Autópsia+” é assinada por Glhrmee, com coprodução do próprio Getúlio Abelha.
Capa do álbum ‘Autópsia+’, de Getúlio Abelha
Luan Martins

Fonte: G1 Entretenimento

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Tommy DeCarlo, fã que virou vocalista do Boston, morre aos 60 anos


Tommy DeCarlo, vocalista do Boston, durante show em 2017
Reprodução/X
Tommy DeCarlo, fã que virou vocalista do Boston, morreu aos 60 anos nesta segunda-feira (9). Ele foi diagnosticado com câncer cerebral em setembro de 2025.
“Ele lutou com força e coragem incríveis até o fim”, escreveu a família em publicação no Facebook. “Durante este tempo difícil, nós pedimos gentilmente que amigos e fãs respeitem a privacidade da nossa família enquanto estamos de luto e apoiamos uns aos outros.”

Fonte: G1 Entretenimento