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Rock in Rio: HWASA e Alok são anunciados como atrações do festival


HWASA e Alok se apresentarão no Rock in Rio 2026
Reprodução/jacksonmartinsreal / Ag.FPontes
O DJ goiano Alok e a rapper sul-coreana HWASA estão confirmados para o próximo Rock in Rio, que acontecerá nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro deste ano, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro (RJ).
Anunciados nesta quinta-feira (26), os artistas se apresentarão no dia 11 de setembro, no Palco Mundo. A cantora HWASA, do grupo Mamamoo, deve se apresentar depois do DJ.
O lineup completo do festival ainda não foi revelado. Veja a seguir todas as atrações já anunciadas:
Dia 4
Foo Fighters (Palco Mundo) – headliner
Dia 5
Avenged Sevenfold (Palco Mundo) – headliner
Bring Me The Horizon (Palco Mundo)
Dia 7
Elton John (Palco Mundo) – headliner
Gilberto Gil (Palco Mundo)
Jon Batiste (Palco Mundo)
Fatboy Slim (New Dance Order)
Laufey (Palco Sunset)
Luísa Sonza convida Roberto Menescal (Palco Mundo)
Péricles canta Motown (Palco Sunset)
Roupa Nova convida Guilherme Arantes (Palco Sunset)
Dia 11
Stray Kids (Palco Mundo) – headliner
Jamiroquai (Sunset)
Dia 12
Maroon 5 (Palco Mundo) – headliner
Demi Lovato (Palco Mundo)
Mumford & Sons (Palco Sunset)
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira (Palco Sunset)
Rock in Rio anuncia mais atrações para o dia 7 de setembro

Fonte: G1 Entretenimento

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Netflix se recusa a aumentar oferta pela Warner após nova proposta maior da Paramount


Logo da Warner Bros.
Eric Gaillard/Reuters
A Netflix anunciou nesta quinta-feira (26) que não vai elevar sua oferta pela Warner Bros. Discovery, após uma nova proposta da Paramount. Com isso, a empresa de David Ellison, que ofereceu US$ 110 bilhões mais cedo, deve ganhar a disputa pelo estúdio clássico.
A plataforma de streaming e a Warner tinham fechado um acordo de US$ 72 bilhões, em dezembro de 2025, por parte da empresa. Já a Paramount vinha desde então tentando superar a rival e comprar a companhia inteira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Canto de cisne do Sepultura no EP ‘The cloud of unknowing’ soa mais limpo em ‘The place’, single com o peso da banda


O quarteto Sepultura lança hoje, 26 de fevereiro, o single ‘The place’, amostra inicial do EP ‘The cloud of unknowing’, agendado para 24 de abril
Stephanie Veronezzi / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: The place
Artista: Sepultura
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Daqui a dois meses, precisamente em 24 de abril, o grupo Sepultura lança o EP “The cloud of unknowing”, gravado em estúdio de Miami (EUA) nas brechas da agenda da ainda corrente turnê de despedida da banda mineira de thrash metal formada em 1984 em Belo Horizonte (MG) pelos irmãos Iggor Cavalera e Max Cavalera, ambos já fora do grupo há anos.
O EP “The cloud of unknowing” é o último título da discografia de estúdio do quarteto e o primeiro com o baterista Greyson Nekrutman, músico norte-americano convidado em fevereiro de 2024 a ocupar o posto de Eloy Casagrande, músico que, diante da oportunidade de tocar no grupo norte-americano Slipknot, decidiu deixar o Sepultura – grupo no qual estava desde 2011 – a um mês do início da turnê de despedida, em saída tão inesperada quanto tensa.
Gravado com produção musical de Stanley Soares, o EP “The cloud of unknowing” reúne quatro músicas inéditas. O repertório é composto pelas músicas “All souls rising”, “Beyond the dream”, “Sacred books” e “The place”.
Quarta faixa na disposição das músicas no EP, “The place” foi a primeira música a ser lançada em single editado pelo Sepultura sem aviso prévio nesta quinta-feira, 26 de fevereiro. Composição de autoria creditada aos quatro integrantes da atual formação do grupo (Andreas Kisser, Derrick Green, Greyson Nekrutman e Paulo Xisto Pinto), “The place” pode ser caracterizada como a primeira balada do repertório do Sepultura.
A letra da música “The place” versa sobre imigrantes que chegam em determinado lugar em busca de refúgio e, após período de acomodação, experimentam sentimentos contraditórios de paz e ódio diante da diáspora.
Com quase seis minutos, a gravação da música expressa essa contradição na alternância de andamentos e tons. O canto do vocalista Derrick Green soa mais limpo, mas, a partir do quarto minuto do single, fica mais gutural e raivoso, em sintonia com a mudança de tom dos versos e com o aceleramento da música.
Cabe recorrer ao trocadilho infame: “The place” é single com o peso da banda e sinaliza que o canto de cisne do Sepultura no EP “The cloud of unknowing” tem vigor e relevância, afastando qualquer ideia de decadência em relação ao grupo. A tampa do Sepultura será fechada em grande estilo.
Capa do EP ‘The cloud of unknowing’, do grupo Sepultura
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio anuncia Foo Fighters e Fatboy Slim como atrações do festival


Foo Fighters e Fatboy Slim são anunciados no line-up do Rock in Rio 2026
Reprodução/Fábio Tito/G1/Divulgação
Foo Fighters será o headliner do Rock in Rio 2026 no dia 4 de setembro, no Palco Mundo. Segundo a organização do festival, esse será o único show do grupo no Brasil neste ano.
Além da banda, Fatboy Slim foi anunciado como uma das atrações do dia 7, no palco New Dance Order.
A edição acontecerá nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro deste ano, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro (RJ). O lineup completo do festival ainda não foi revelado.
Veja a seguir todas as atrações já anunciadas:
Dia 4
Foo Fighters (Palco Mundo) – headliner
Dia 5
Avenged Sevenfold (Palco Mundo) – headliner
Bring Me The Horizon (Palco Mundo)
Dia 7
Elton John (Palco Mundo) – headliner
Gilberto Gil (Palco Mundo)
Jon Batiste (Palco Mundo)
Fatboy Slim (New Dance Order)
Laufey (Palco Sunset)
Luísa Sonza convida Roberto Menescal (Palco Mundo)
Péricles canta Motown (Palco Sunset)
Roupa Nova convida Guilherme Arantes (Palco Sunset)
Dia 11
Stray Kids (Palco Mundo) – headliner
Jamiroquai (Sunset)
Dia 12
Maroon 5 (Palco Mundo) – headliner
Demi Lovato (Palco Mundo)
Mumford & Sons (Palco Sunset)
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira (Palco Sunset)
Rock in Rio anuncia mais atrações para o dia 7 de setembro

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 90 anos, Hermínio Bello de Carvalho escreve a primeira letra explicitamente gay do cancioneiro do compositor


Hermínio Bello de Carvalho é o parceiro de Vidal Assis na canção ‘Cabernet Sauvignon’
Isabella Moriconi e Julia Ann Fleiuss / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Aos 90 anos, o compositor e poeta carioca Hermínio Bello de Carvalho apresenta a primeira música com letra explicitamente gay. Trata-se de “Cabernet Sauvignon”, composição com melodia de Vidal Assis e versos do poético letrista, sorvidos como um vinho pelo cantor Ayrton Montarroyos em gravação feita somente com o toque virtuoso do violão de João Camarero para o álbum comemorativo dos 90 anos de Hermínio Bello de Carvalho. O álbum será lançado amanhã, 27 de fevereiro, com oito músicas e um poema ao longo de nove faixas.
Batizada com o nome de encorpado vinho, “Cabernet Sauvignon” é música nascida de pedido feito pelo próprio Ayrton Montarroyos a Hermínio. “Pedi que compusesse para mim e em menos de uma semana a letra chegou às minhas mãos. Hermínio segue produtivo e sensibilíssimo, como sempre”, celebra Montarroyos, jovem cantor de alma antiga, sintonizado com o universo da MPB.
A simples presença de “Cabernet Sauvignon” como a quinta faixa do álbum “Hermínio Bello de Carvalho 90” deve ser saudada, embora soe como fato já banal em 2026. É que, ao longo do século XX, muitos compositores escreveram músicas sobre amores entre homens sem ousar dizer os nomes desses amores nos versos, por forças de circunstâncias sociais.
Poucos desafiaram a moral da época em que viveram, como Noel Rosa (1910 – 1990), compositor de “Mulato bamba”, samba lançado em 1932 e inspirado na valentia de João Francisco dos Santos (1900 – 1976), o lendário Madame Satã, homossexual que vivia na Lapa, bairro boêmio do centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Há, claro, centenas de canções que, mesmo sem versos explícitos, foram adotadas pela comunidade gay pela aura da letra. O exemplo mais famoso talvez seja “Nature boy” (Eden Ahbez, 1948), canção que atravessou gerações e, no Brasil, ganhou as vozes de cantores como Caetano Veloso e Ney Matogrosso, intérprete de versão em português intitulada “Encantado” e gravada por Ney no álbum “Seu tipo” (1979).
Voltando à obra de Hermínio Bello de Carvalho, o cancioneiro do compositor está repleto de músicas cujas letras podem ser entendidas como abordagens de um amor entre homens, mas o gênero nunca veio explicitado nos versos. Um exemplo é “Cobras e lagartos”, parceria do poeta com Sueli Costa (1943 – 2023) apresentada ao Brasil em 1975 na voz de Maria Bethânia no álbum com a gravação ao vivo do show feito pela cantora com Chico Buarque naquele ano de 1975.
Contudo, é fato que “Cabernet Sauvignon” vai um pouco além. Com versos de alto teor poético, a letra de “Cabernet Sauvignon” explicita que se trata de romance de “dois rapazes de mãos dadas no final”.
Eis a letra da primeira canção (explicitamente) gay da obra de Hermínio Bello de Carvalho:
“Cabernet Sauvignon”
(Vidal Assis e Hermínio Bello de Carvalho, 2026)
“Vem
Teu cansaço ainda cabe no meu colo
Podes te aninhar
Ninguém
Tem nas mãos o amor de quando eu te consolo
Pra te resguardar
Dos medos mais antigos
Das tormentas, dos perigos
Que me acenam do horizonte do teu ser
E és Cabernet Sauvignon e eu fiel sommelier
Que o amor
É uma dor cujo nome é prazer.
Nos meus braços tenho mirra, ouro, incenso
Ramos de alecrim
Viver
É saber que o amor é um alfarrábio imenso
Te aprochegues, sim
E encontro de relance
Num pedaço de romance
Dois rapazes de mãos dadas no final
Se eu durmo e tu dormes, quem há de confirmar se foi real?
Deixa estar
Teu olhar guarda os tons de Chagall”
Capa do álbum ‘Hermínio Bello de Carvalho 90’
Ilustração de Mello Menezes

Fonte: G1 Entretenimento

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Jonas Brothers voltam ao Brasil em show único


Jonas Brothers se apresentam no Grammy 2020
Matt Sayles/Invision/AP
Joe, Nick e Kevin Jonas vão trazer a turnê “Jonas20 – Greetings from your hometown” para uma única apresentação no dia 13 de maio, no Allianz Parque, em São Paulo.
A informação foi confirmada pelo banco patrocinador do evento. A última vez que os Jonas Brothers estiveram no Brasil foi em abril de 2024, com a turnê “One Night. Five Albums”.
A pré-venda de ingressos acontece a partir de 3 de março. As vendas gerais acontecem a partir do dia 5 de março. Os preços dos ingressos ainda não foram anunciados.
“Jonas20 – Greetings from your hometown” é a turnê que celebra os 20 anos de carreira do trio e acompanha o lançamento do álbum Greetings from Your Hometown, divulgado em agosto de 2025. A tour começou em agosto de 2025, em Nova Jersey, local ligado às origens do grupo.
Jonas Brothers anunciam show único no Brasil
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Trump chama Robert De Niro de ‘doente e demente’ após críticas do ator


O presidente dos EUA, Donald Trump, faz o discurso do Estado da União no plenário da Câmara do Capitólio dos Estados Unidos
Kevin Lamarque/Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou o astro do cinema Robert De Niro de “doente e demente” depois que o ator pediu aos americanos que “resistam” ao seu governo.
O protagonista de “Taxi Driver” e “Touro Indomável” é um crítico ferrenho de Trump e usou seu discurso ao receber a Palma de Ouro honorária no Festival de Cannes no ano passado para chamar o presidente “filisteu”.
“Robert De Niro , outra pessoa doente e demente com, acredito, um QI extremamente baixo, que não faz a menor ideia do que está fazendo ou dizendo – algumas delas seriamente CRIMINOSAS!”, escreveu Trump em uma longa publicação na sua plataforma Truth Social.
Trump chama Robert De Niro de ‘doente e demente’ após críticas do ator
Reprodução/truthsocial
Donald Trump ameaça impor novas tarifas de importação
O presidente americano também atacou em sua mensagem as congressistas democratas Ilhan Omar e Rashida Tlaib, que chamou de “lunáticas”.
Os comentários foram publicados depois que De Niro criticou o presidente em um podcast, divulgado na segunda-feira, ao afirmar: “Todos devem permanecer unidos para tirá-los e voltarmos aos trilhos”.
“A história é o nosso país, e Trump está destruindo isso, e quem sabe quais são seus motivos, mas é doentio”, declarou o ator de 82 anos no podcast “The Best People with Nicolle Wallace”.
“As pessoas têm que resistir, resistir, resistir, resistir, resistir. É a única maneira”, completou.

Fonte: G1 Entretenimento

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Após dança de Ana Paula no ‘BBB’, ‘World, hold on’ renasce… Mas por que este hit é tão chiclete?


Ana Paula do BBB26 resgata hit ‘World Hold On’
Uma das participantes de maior destaque do “BBB 26”, Ana Paula ainda não sabe, mas ela é a protagonista de um momento viral que levou o público a reviver o hit “World, Hold On (Children of the Sky)”, lançado em 2006.
Nesta semana, a música chegou ao ranking Top 200 do Spotify Brasil, depois que a sister dançou a canção sozinha na pista de uma festa do reality. Compositor da faixa, o francês Bob Sinclar ficou sabendo da repercussão e até postou o vídeo no Instagram, dizendo: “Brasil sempre no meu coração”.
Embora muita gente esteja descobrindo a faixa agora — graças ao momento viral do “BBB” —, a música hitou pela primeira vez lá nos anos 2000, em meio à animada era “Summer Eletrohits”.
A seguir, entenda como a canção surgiu e quais são os principais motivos de seu sucesso.
No auge da carreira
Bob, que é DJ e produtor, vivia em 2006 o auge de sua carreira. Meses antes de lançar “World, Hold On (Children of the Sky)”, ele tinha emplacado o hit “Love Generation” — faixa que logo embalaria até a Copa do Mundo.
“‘World, Hold On’ vai ser para sempre o meu maior clássico, eu acho. Essa música é a combinação perfeita entre harmonias, a emoção nas harmonias, a mensagem na música e a bela letra criada por Steve Edwards, além do refrão”, afirmou Bob em uma entrevista à revista Complex, em 2012.
DJ Bob Sinclar
Reprodução/Instagram
Ele contou que a ideia surgiu inspirada em outra canção francesa. “Steve Edwards tinha feito uma música com a dupla Cassius, ‘The Sound of Violence’. Entrei em contato com os caras e perguntei: ‘Vocês me permitem fazer uma música [inspirada nessa faixa]?’ Eles disseram que sim.”
O francês, então, convidou Steve para seu novo projeto musical, “World, Hold On (Children of the Sky)”. O inglês assumiu o microfone e ajudou na composição. Não demorou muito para que a música explodisse de sucesso.
A era Summer Eletrohits
Além de ter surfado na fama de Bob Sinclar, “World, Hold On (Children of the Sky)” veio durante um revival da dance music. No Brasil, por exemplo, a coletânea de discos “Summer Eletrohits” fazia muito sucesso com a estética.
O revival, claro, ajudou a faixa a hitar. Ao som de um eurodance com influência de house, ela tem justamente a energia alto astral que dominava as paradas na época. Virou um clássico dessa onda.
Com uma melodia despojada e uma letra esperançosa sobre espaço-tempo, “World, Hold On (Children of the Sky)” se tornou trilha sonora de rolês, treinos de academia, rádios e TV.
Som chiclete
Fora tudo isso, a canção dançada por Ana Paula no “BBB 26” traz um poderoso elemento: o assobio cantado.
O recurso já contribuiu para o sucesso de canções como “Young Folks”, de Peter Bjorn e John, “Moves Like Jagger”, do Maroon 5, e “Pumped up Kicks”, do Foster the People. Aliás, o próprio Bob Sinclar tem outro clássico cheio de assobios: “Love Generation”.
“Faltava algum gancho musical [em ‘World, Hold On (Children of the Sky)'”, contou Bob à Complex, ao comentar a ideia do refrão. “Eu estava pensando nisso durante a noite, e me veio à cabeça: outro assobio, outra melodia [parecidos com ‘Love Generation’]. Mas pensei: ‘Não dá para fazer isso duas vezes, nunca vai acontecer, porque é sempre muito clichê, muito padronizado’.”
“Até os caras da gravadora me disseram: ‘Você não pode fazer isso duas vezes. É impossível, simplesmente tire esse assobio’. Mas eu disse que gostaria de manter: ‘Podem deixar assim, adoro desse jeito’.”
Funcionou. O single vendeu mais de 2,5 milhões de cópias no mundo. E mesmo vinte anos depois do lançamento, continua se grudando na cabeça dos velhos e novos ouvintes — a ponto de voltar às paradas de sucesso só por causa de um vídeo viral de reality show.
Ana Paula dança ‘World Hold On (Children of the Sky)’ no ‘BBB 26’
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Sirât’ oferece experiência cinematográfica inesperada e explosiva; g1 já viu


“Sirât”, o representante da Espanha no Oscar 2026 na categoria de Melhor Filme Internacional, e que chega aos cinemas nesta quinta-feira (26), chama a atenção pelo seu impacto, tanto no excelente trabalho de som quanto por algumas sequências que chocam e pegam o público de surpresa. Devido a seu tom intenso, o longa pode tanto arrebatar o espectador como também afastá-lo de sua proposta audaciosa.
Quem embarcar na ideia criada pelo diretor Oliver Laxe e sua equipe certamente se sentirá recompensado por acompanhar um drama com lances corajosos e inusitados, que não são geralmente vistos em obras do gênero. Tudo ilustrado com imagens esplêndidas e uma trilha que impressiona por causar um verdadeiro fascínio a quem a escuta.
Assista ao trailer do filme “Sirât”
A trama de “Sirât” é bem simples. Nela, acompanhamos Luis (Sergi López, de “O Labirinto do Fauno”), que vai até o sul do Marrocos, que está no meio de uma guerra, descobrir onde está sua filha, que está desaparecida. Acompanhado do filho caçula Esteban (Bruno Nuñez Arjona), ele chega a um local onde são realizadas festas rave no meio do deserto marroquino, onde a filha poderia estar.
Os dois conhecem um grupo de pessoas, formado por Jade (Jade Oukid), Tonin (Tonin Janvier), Bigui (Richard Bellamy ‘Bigui’), Josh (Joshua Liam Herderson) e Steff (Stefania Gadda), que resolve ir a um local distante para outra festa. Na esperança de encontrar sua filha, Luiz acompanha seus novos amigos na viagem, que se revela mais difícil e desafiadora do que todos poderiam imaginar.
Música e areia
Ao contrário de seus “adversários”, como o nosso “O Agente Secreto”, “Foi Apenas um Acidente” ou “A Voz de Hind Rajab”, “Sirât” não tem intenção de denunciar a repressão de forma tão direta. Ao invés disso, o longa de Laxe (que causou polêmica ao ironizar as indicações do filme brasileiro), mostra como os regimes militares e seus conflitos podem impactar a vida das pessoas, que buscam uma espécie de refúgio na música e na diversão. Através delas, os personagens buscam escapar de um destino terrível nas mãos das autoridades e ter a sensação da liberdade.
Isso fica bem claro numa das melhores sequências do filme, em que Luis e seus novos companheiros decidem fazer a sua própria rave, com os equipamentos de som que carregam em seus veículos, numa área desabitada. A cena por si só impressiona pela sua bela plasticidade, mas fica ainda mais incrível com o trabalho de som feito para amplificar as músicas da trilha sonora, além de outros efeitos sonoros.
Luis (Sergi López) e seu filho Esteban (Bruno Núñez Arjona) embarcam numa jornada no Marrocos em ‘Sirât’
Divulgação
Não é por acaso que o longa também foi indicado ao Oscar de melhor som. A indicação, aliás, se tornou histórica porque foi a primeira dada a uma equipe totalmente formada por mulheres (Laia Casanovas, Yasmina Praderas e Amanda Villavieja).
Uma estranha família
Mas “Sirât” não tem só na música e no trabalho de som seus maiores méritos. O filme também mostra que a direção de Laxe (que também co-escreveu o roteiro com Santiago Fillol) é bastante eficaz ao criar cenas com bastante tensão e imprevisibilidade. Graças a essas sequências, o espectador jamais fica indiferente com a que assiste na telona por simplesmente não ter a menor ideia do que pode ocorrer na história. Especialmente em seu terço final.
O cineasta, aliás, acerta no tom para fazer com que os personagens festeiros sejam bem aprofundados, com seus traumas pessoais, o que os torna mais humanos e provoquem empatia com o público. Isso potencializa a sensação de preocupação (e até lamento) pelo que acontece com eles à medida que a trama avança.
Luis (Sergi Lopez) enfrenta o deserto ao lado de novos amigos em ‘Sirât’
Divulgação
Outro ponto curioso é que, tirando Sergi López, o restante do elenco principal é composto de pessoas que não tinham nenhuma experiência prévia em atuação. Por isso, seus personagens têm os mesmos nomes dos atores e atrizes que os interpretam. E todos dão muito bem conta do recado.
Produzido por Pedro Almodóvar e seu irmão Augustin, entre outros, “Sirât” ganhou o Prêmio do Júri do Festival de Cannes de 2025, entre outros prêmios, em sua bem-sucedida carreira internacional. Embora não seja superior a “O Agente Secreto”, “Valor Sentimental” e “Foi Apenas Um Acidente”, o filme vale como uma experiência sensorial intensa e marcante. É uma daquelas produções que ficam ainda melhores quando vistas na maior tela possível e com o som no volume mais alto que puder. Deixa a viagem ainda mais alucinante.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Pequena Lô encosta em pele de cobra durante visita ao maior aquário de água doce do mundo


Pequena Lô visita o maior aquário de água doce do mundo em MS
A psicóloga, influenciadora e humorista Lorrane Silva, conhecida como Pequena Lô, visitou nesta quarta-feira (25) o Bioparque Pantanal, em Campo Grande. O local é considerado o maior aquário de água doce do mundo.
A visita foi uma indicação dos seguidores. Nas redes sociais, ela compartilhou momentos da experiência dentro do aquário. Veja o vídeo acima.
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Durante a visita, a influenciadora mostrou aos seguidores algumas das espécies que vivem no Bioparque
Pequena Lô também conseguiu, durante uma visita sensorial, sentir com as mãos a pele de uma cobra. Segundo a guia, a troca de pele é um sinal de que o animal está saudável.
Pequena Lô esteve no Bioparque Pantanal, em Campo Grande (MS)
Redes sociais
Sobre o Bioparque Pantanal
Com 453 espécies, 239 tanques e 5 milhões de litros de água, o Bioparque Pantanal é considerado o maior aquário de água doce do mundo. Inaugurado em 2022, o aquário gigante fica em Campo Grande e visa trazer a total imersão ao ecossistema pantaneiro para o público.
O Bioparque Pantanal é o único aquário público do mundo com espécies exclusivas de peixes neotropicais, animais que vivem em águas doces nas Américas do Sul e Central. O local abriga o maior acervo da espécie cascudo já reunido, com 81 espécies provenientes do Pantanal e da Amazônia.
As espécies são dividias em:
449 espécies de peixes, entre elas a de cascudos;
2 de crustáceos (camarões);
5 de répteis (cobras e jacarés);
Uma de anfíbio (axolotes);
Um mamífero (uma loba).
O Centro de Conservação de Peixes Neotropicais (CCPN) já registrou 89 reproduções, somando 6.550 filhotes e 45.550 indivíduos no total ao longo destes três anos.
Palestrante
A psicóloga, influenciadora e humorista é uma das palestrantes no evento “Delas Day”, voltado para a valorização de mulheres em Mato Grosso do Sul.
O evento é gratuito e tem como objetivo apresentar ao público feminino experiências que conectam trajetórias com palestras sobre liderança, empreendedorismo, inclusão, ciência, tecnologia e outros assuntos.
Entre as palestrantes estão a influenciadora, a atriz Giovanna Antonelli e a empreendedora Natália Beauty.
Influencer encostou na pele de cobra e também tirou foto com “véio do rio”
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Veja vídeos de Mato Grosso do Sul

Fonte: G1 Entretenimento