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Como trio, irmãos Kledir, Kleiton e Vitor Ramil reverberam Beatles na gravação ao vivo de show acústico em março


Kleiton (à esquerda), Vitor (ao centro) e Kledir Ramil gravam álbum ao vivo, como trio, em show programado para 21 de março em Porto Alegre (RS)
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♫ NOTÍCIA
♬ Nascido em agosto de 1951, Kleiton Ramil foi um garoto que amou os Beatles bem mais do que os Rolling Stones, no que foi seguido pelo irmão Kledir Ramil, no mundo desde janeiro de 1953. O gosto pela música referencial do grupo britânico foi herdado pelo irmão caçula, Vitor Ramil, nascido em abril de 1962, quando o quarteto já estava em cena há dois anos.
É por isso que ecos do som dos Beatles reverberam ao longo do show que põe os irmãos em cena, pela primeira vez sozinhos no palco, como um trio.
Repleto de referências dos Beatles e do rock e do folk de nomes como Cat Stevens, Crosby, Stills, Nash & Young e Simon and Garfunkel, o show acústico do três irmãos ganha registro audiovisual na apresentação agendada para 21 de março.
A gravação do álbum ao vivo será feita na volta do show ao Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre (RS), onde Kledir, Kledir e Vitor Ramil estrearam o espetáculo em 11 de julho de 2025, para celebrar os 50 anos de carreira dos dois irmãos mais velhos, que entraram em cena em 1975, como integrantes do grupo gaúcho Almôndegas, antes de formarem, em novembro de 1979, a dupla Kleiton & Kledir, bastante bem-sucedida na primeira metade da década de 1980.
No show, os irmãos entrelaçam o repertório da dupla com o cancioneiro de Vitor Ramil, que se lançou como cantor e compositor no alvorecer da década de 1980, tendo sido gravado de imediato por cantoras do porte de Gal Costa (1945 – 2022) e Zizi Possi.
Após a gravação do show que irá gerar o primeiro álbum ao vivo do trio, a intenção dos irmãos é partir em turnê pelo Brasil, munidos de violão, viola e violino, únicos instrumentos tocados pelos artistas no show.
Cabe lembrar que a família Ramil já se reuniu no palco em show intitulado “Casa Ramil” e estreado em 2018 com todos os integrantes músicos do clã originado de Pelotas (RS). Contudo, como já ressaltado, Kledir, Kledir e Vitor Ramil nunca tinham se apresentado em trio até o ano passado.

Fonte: G1 Entretenimento

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BBC determina investigação após insulto racista ser exibido na transmissão do BAFTA


John Davidson, que inspirou o filme “I Swear”
Reprodução/Instagram
A BBC anunciou nesta quarta-feira (25) a abertura de uma investigação para apurar por que um insulto racista não foi retirado da transmissão de uma das principais premiações do cinema britânico.
O episódio ocorreu durante o BAFTA, realizado no domingo (22), quando um convidado com síndrome de Tourette gritou da plateia enquanto os atores Michael B. Jordan e Delroy Lindo, do filme Sinners, estavam no palco.
A emissora exibiu a cerimônia cerca de duas horas depois de sua realização. O conteúdo ofensivo permaneceu tanto na versão transmitida quanto na plataforma de streaming até a manhã de segunda-feira (23).
‘Bom Dia Responde’: psiquiatra explica sintomas e tratamentos da síndrome de tourette
O autor do grito foi John Davidson, que participou do evento em Londres após sua história de vida inspirar o filme “I Swear”. Segundo ele, a síndrome faz com que seu corpo e sua voz reajam de maneiras involuntárias.
Davidson afirmou que ficou “mortificado” com a possibilidade de que os tiques tenham sido interpretados como algo intencional.
Em nota, a BBC classificou o caso como um “erro grave” e informou que a direção-geral determinou que a unidade executiva de reclamações conclua uma investigação em caráter acelerado e apresente uma resposta completa ao público.
A organização do BAFTA pediu desculpas aos dois atores e declarou assumir total responsabilidade pelo ocorrido.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gilsons apresentam a capa do segundo álbum uma semana antes do lançamento


O trio Gilsons alinha dez músicas no segundo álbum, ‘Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão’
Marina Zabenzi / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Previsto de início para ser editado neste mês de fevereiro de 2026, o segundo álbum de estúdio do grupo Gilsons, “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão”, teve o lançamento remarcado para as 15h da próxima quarta-feira, 3 de março.
Em sincronia com o início do pré-save do álbum, o trio carioca apresenta hoje, 25 de fevereiro, a capa do sucessor do álbum “Pra gente acordar” (2022).
O álbum “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão” contabiliza dez músicas. Duas, “Minha flor” e “Bem me quer”, já foram apresentadas em single duplo editado em 19 de janeiro.
Nas gravações dessas duas (ótimas) composições, formatadas com produção musical de José Gil, o trio aponta o futuro ao mesmo tempo em que celebra o passado do grupo formado em 2018 por Francisco Gil, João Gil e José Gil.
Capa do álbum ‘Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão’, do grupo Gilsons
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Na roda desde 1976, Jorge Aragão ganha terceiro tributo fonográfico em um ano com álbum de Renan Oliveira


Jorge Aragão tem obra regravada pelo cantor Renan Oliveira no álbum ao vivo ‘Samba e prece’
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♫ ANÁLISE
♬ Jorge Aragão completa 77 anos no próximo domingo, 1º de março, em meio a um movimento ascendente de valorização da obra desse compositor carioca revelado há 50 anos com a gravação em 1976, pela cantora Elza Soares (1930 – 2022), do então inédito samba “Malandro” – composto por Aragão por volta de 1968 com João Batista Alcântara, o parceiro dos primórdios que se tornaria conhecido no meio artístico pela alcunha de Jotabê.
Na sexta-feira, 27 de fevereiro, o cantor Renan Oliveira lança o álbum ao vivo “Samba e prece – Renan Oliveira canta Jorge Aragão” com o registro audiovisual do show em que dá voz a músicas do repertório do compositor de sambas como “Mutirão de amor” (Jorge Aragão, Zeca Pagodinho e Sombrinha, 1983) e “Moleque atrevido” (Jorge Aragão, Flávio Cardoso e Paulinho Resende, 1998), ambos incluídos por Renan no roteiro do show captado em novembro em apresentação do artista na casa de samba Batuq, situada na Penha, bairro da zona norte da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
A edição da gravação do show chama atenção pelo fato de o álbum de ao vivo de Renan Oliveira já ser o terceiro tributo fonográfico a Jorge Aragão lançado no espaço de um ano.
Em março do ano passado, a cantora Eliana Pittman apresentou o álbum “Nem lágrima nem dor” (2025) com produção musical e arranjos arrojados do paulistano Rodrigo Campos.
Neste mês de fevereiro de 2026, precisamente no dia 6, o coletivo carioca Monobloco lançou o álbum “Mar de Aragão – Monobloco canta Jorge Aragão” (2026) com ênfase no repertório folião do compositor de sucessos carnavalescos como “Alegria Carnaval” (Jorge Aragão e Nilton Barros, 1982), “Suor no rosto” (Jorge Aragão, Nilton Barros e Edel Ferreira, o Dida, 1983) e “Toque de malícia” (1984).
Capa do álbum ‘Samba e prece – Renan Oliveira canta Jorge Aragão’, de Renan Oliveira
Filipe Kennedy
Com 26 músicas distribuídas em 12 faixas, o álbum “Samba e prece – Renan Oliveira canta Jorge Aragão” enfatiza a pluralidade da obra de Aragão, compositor aclamado com o epíteto de O poeta do samba pelo acento melancólico das melodias desse cancioneiro e pelo tom geralmente lírico de letras que versam sobre amor, desamor, orgulho negro – exposto por exemplo em “Identidade” (1992), uma das músicas cantadas por Renan Oliveira com arranjos de Jotinha Harmonia – e o próprio samba.
Nascido em 1º de março de 1949, Jorge Aragão da Cruz já se aproxima dos 80 anos de vida como unanimidade e referência no universo do samba, e não somente do samba do Rio de Janeiro (RJ), cidade que aniversaria no mesmo dia deste cantor, compositor e músico carioca de ascendência amazonense e infância vivida no bairro de Padre Miguel, berço da escola de samba Mocidade Independente.
De todos os bambas associados sobretudo ao pagode carioca dos anos 1980, Jorge Aragão foi o primeiro a entrar na roda. Curiosamente, Aragão não foi embalado no berço do samba. Aliás, na adolescência, Aragão gostava mesmo era de ouvir rock. Somente caiu no samba por volta dos 18 anos ao conhecer o já supracitado Jotabê, parceiro dos primeiros sucessos como “Logo agora” (1979).
Antes de se tornar sambista de alta patente, reverenciado pelas melodias sensíveis e pelo versos poéticos (embora transite por todas as vertentes do samba), Aragão foi corneteiro de quartel. Só que o apito do samba tocou mais alto quando ele se integrou à turma que se reunia na quadra do bloco Cacique de Ramos, onde Beth Carvalho (1946 – 2019) ouviu e gravou “Vou festejar” (1978), samba composto por Aragão com os parceiros amigos Edel Ferreira de Lima – o Dida – e Neoci Dias de Andrade.
O resto foi uma história pavimentada com coerência e celebrada por Eliana Pittman, Monobloco e Renan Oliveira em álbuns de gêneses tão diferentes, mas que se irmanam pela devoção ao cancioneiro de Jorge Aragão.
Renan Oliveira se apresenta na casa Batuq, onde gravou em novembro o álbum ao vivo ‘Samba e prece – Renan Oliveira canta Jorge Aragão’
Filipe Kennedy / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Em livro, Christina Applegate relata ter sido molestada pela babá aos cinco anos


Em livro, Christina Applegate relata ter sido molestada pela babá aos 5 anos
Al Seib/Invision/AP/Reprodução
Christina Applegate revela, em seu novo livro de memórias, “You With the Sad Eyes”, que foi molestada por uma babá aos 5 anos. Em entrevista para revista “People”, a atriz fala sobre episódios de abuso, instabilidade familiar e os impactos desses traumas ao longo da vida, além de abordar como convive hoje com a esclerose múltipla.
Para escrever a obra, Applegate conta que recorreu aos diários que mantém desde os 13 anos, revisitando lembranças, inclusive as mais dolorosas, que a moldaram ao longo da vida.
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“Para ser honesta, isso reabriu muitas feridas, e tudo bem, porque sou uma pessoa forte, vou superar”, afirmou à publicação. “Mas não foi como chegar ao fim e pensar: ‘Ah, agora está tudo resolvido’. Eram coisas sobre as quais eu nunca tinha falado. Coisas que estavam escondidas e que ninguém, além das pessoas mais próximas, jamais soube que aconteceram.”
No livro, Applegate conta que a infância foi marcada por instabilidade e abusos, incluindo um episódio em que foi molestada por uma babá quando tinha 5 anos. A revista “People” transcreveu o trecho do livro em que ela fala sobre o abuso.
“Eu sabia que tudo aquilo estava errado. Eu me sentia mal, assustada e triste”, ela escreve em seu livro. Como resultado, “nunca me senti completamente à vontade sendo tocada, e isso continua sendo verdade. Na verdade, nunca me senti confortável com isso em toda a minha vida — e tudo por causa daquela garota que me forçou a fazer algo que eu mal entendia, mas que eu sabia ser vergonhoso.”
A atriz relata ainda no livro os problemas enfrentados por sua mãe, como o vício em heroína e um namorado abusivo.
“Acho que vivi a pior situação possível dos 3 aos 7 anos. Mas coisas assim aconteciam em todas as nossas casas. Mães solteiras, homens entrando e saindo, drogas.”
Embora Applegate admita que a esclerose múltipla, diagnosticada em 2021, tenha alterado para sempre sua capacidade de ser mãe da maneira que gostaria, ela conta que continua encontrando momentos de descontração em meio à doença para criar laços com a filha, Sadie, de 15 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira, Oasis, Iron Maiden e Mariah Carey estão entre indicados ao Hall da Fama do Rock de 2026; veja lista

O Rock & Roll Hall of Fame divulgou os 17 indicados que concorrem a uma vaga na turma de 2026. A lista reúne artistas de diferentes gêneros e é maior do que a do ano passado, quando 14 nomes disputaram a honraria.
Dez artistas aparecem na cédula pela primeira vez. Entre os estreantes estão Shakira, Pink, Lauryn Hill, Phil Collins, Jeff Buckley, Melissa Etheridge, INXS, New Edition, Luther Vandross e o grupo de hip-hop Wu-Tang Clan.
Outros sete nomes voltam à disputa após tentativas anteriores. É o caso de Mariah Carey, Iron Maiden e Oasis.
Também retornam à votação The Black Crowes, Billy Idol, Joy Division/New Order e Sade.
A permanência do Oasis chama atenção. No ano passado, o vocalista Liam Gallagher criticou publicamente a premiação. Mesmo assim, o comitê manteve a banda na lista.
A escolha dos homenageados será feita por cerca de 1.200 integrantes do corpo votante do Hall. O resultado está previsto para abril. Além dos eleitos principais, também serão anunciados nomes selecionados por comitês especiais nas categorias de Influência Musical, Excelência Musical e o Prêmio Ahmet Ertegun, voltado a profissionais que atuam fora dos palcos.
Veja a lista completa de indicados ao Hall da Fama do Rock 2026:
The Black Crowes
Jeff Buckley
Mariah Carey
Phil Collins
Melissa Etheridge
Lauryn Hill
Billy Idol
INXS
Iron Maiden
Joy Division/New Order
New Edition
Oasis
Pink
Sade
Shakira
Luther Vandross
Wu-Tang Clan

Fonte: G1 Entretenimento

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Objetos de ‘Tubarão’, ‘Exterminador do Futuro’ e ‘Star Wars’ irão a leilão nos EUA


“Cabeça Iluminada do C-3PO” do filme “Star Wars: O Império Contra-Ataca” de 1980 está entre os itens que serão leiloados
HENRY NICHOLLS / AFP
Um arpão de “Tubarão”, uma jaqueta de “Exterminador do Futuro” e peças icônicas da saga “Star Wars” estão entre os mais de 1.500 objetos do cinema e da televisão que serão leiloados no fim de março em Los Angeles.
Os lotes, que também incluem o Mapa do Maroto dos filmes de “Harry Potter”, têm um valor estimado conjunto de 9 milhões de dólares (R$ 46,5 milhões, na cotação atual), segundo a Propstore, a casa de leilões que organiza a venda.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A coleção irá a leilão durante três dias a partir de 25 de março, com lances presenciais apenas no primeiro dia no Petersen Automotive Museum de Los Angeles. Uma seleção dos artigos será exibida em 11 de março no hotel The Maybourne Beverly Hills.
Mapa do Maroto dos filmes de “Harry Potter” está entre os itens que serão leiloados
HENRY NICHOLLS / AFP
Entre os objetos principais está a cabeça do droide C-3PO usada por Anthony Daniels em “O Império Contra-Ataca” (1980), com preço estimado entre 350 mil e 700 mil dólares. O objeto conserva sua fiação original e uma antena frontal incomum.
Também irá a leilão o cabo do sabre de luz associado a Luke Skywalker (Mark Hamill) e Rey (Daisy Ridley) em “O Despertar da Força” (2015), avaliado em até 100.000 dólares.
Do clássico “Tubarão” (1975), o arpão empunhado por Quint (Robert Shaw) e Matt Hooper (Richard Dreyfuss) poderia alcançar os 500 mil dólares. O item é oferecido juntamente com a vara e o molinete de Quint, avaliados em 150 mil dólares.
Outra peça de destaque é a jaqueta do androide T-800 (Arnold Schwarzenegger) em “O Exterminador do Futuro” (1984), com sangue cenográfico e falsos impactos de bala, avaliada entre 75 mil e 150 mil dólares.
A venda também inclui peças de “Gladiador” (2000), entre elas o capacete e a máscara de Maximus (Russell Crowe), que poderiam chegar a 250.000 dólares. O Mapa do Maroto da saga “Harry Potter” completa a lista de objetos de maior destaque, com valor estimado de até 80 mil dólares.
Segundo a Propstore, a participação internacional, cada vez mais ativa on-line, está ampliando o mercado global de colecionadores.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filha do ator Martin Short é encontrada morta aos 42 anos


Martin Short, indicado a melhor ator de comédia, chega ao Emmy 2024
Richard Shotwell/Invision/AP
A filha do ator Martin Short, Katherine Short, foi encontrada morta em sua casa em Los Angeles na última segunda-feira (23). A informação foi confirmada à revista “People” pela família da mulher.
“A família Short está devastada por esta perda e pede privacidade neste momento. Katherine era amada por todos e será lembrada pela luz e alegria que trouxe ao mundo”, disse a família à revista.
Katherine era formada em psicologia pela Universidade de Nova York e prestava serviços de extensão comunitária, grupos de apoio familiar, apoio entre pares e psicoterapia.
Ela era a mais velha de três irmãos, todos adotados por Martin e sua falecida esposa, Nancy Dolman. Seu pai é conhecido pelas atuações em séries como “Only Murders in the Building” e o filme “O Pai da Noiva”.
O Departamento de Polícia da cidade investiga se morte foi suicídio.
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Fonte: G1 Entretenimento

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IApalooza: Músicas de IA hitam e facilitam fraude que prejudica pagamento a artistas reais


Músicos de IA viram febre no streaming e preocupam setor
Parece a descrição de um episódio de “Black Mirror”, série distópica britânica. Mas é a realidade mesmo — e ela cresce cada vez mais. Canções, bandas e artistas gerados por inteligência artificial viraram uma epidemia nos streamings de música.
Já daria até para criar festivais com lineup todo dedicado a essa onda — veja abaixo um cartaz hipotético, imaginado pelo g1 com base nos hits de IA nas plataformas.
IA palooza, lineup de festival hipotético imaginado pelo g1 com base em hits de IA
Kayan Albertin/g1
Para você ter ideia, em um único dia, a Deezer recebe mais de 60 mil faixas totalmente geradas por IA, o que representa mais de 39% do que chega ali diariamente. Em 2025, a plataforma detectou mais de 13,4 milhões de canções do tipo. Mas esses não são os únicos dados que chamam a atenção.
Cerca de 85% dos streams dessas faixas foram classificados pela Deezer como fraudulentos. Ou seja, a maioria dos plays não é orgânica. Em vez disso, vêm de robôs ou exércitos de falsos ouvintes, que inflam os números reais. O problema é que esse tipo de audição é irregular, já que burla regras do pagamento de royalties.
A Deezer diz que, quando detecta fraude de streams, deixa de remunerar os autores das faixas. Já o Spotify nem revela quantas canções de IA chegam ali diariamente, nem quantos desses streams são fraudulentos. Ainda assim, diz ter banido mais de 75 milhões de músicas de spam entre setembro de 2024 e setembro de 2025 — período em que, como lembra a plataforma, houve uma “explosão das ferramentas de IA generativa”.
IA na hora de burlar
Fraudes como essas não são novidades no streaming. Mas agora, com a popularização da IA, elas podem rolar de maneiras mais rápidas e de fácil acesso. Nas redes, tem até gente vendendo curso sobre como lucrar desse jeito.
“Com a inteligência artificial, em questão de segundos conseguimos criar músicas incríveis e, com a estratégia certa, podemos monetizar e receber em dólares todos os meses”, diz um brasileiro no Instagram, ao divulgar um curso.
“Eu gerei essa música completa em menos de 30 segundos. Ela [a IA] criou tudo: letra, voz e instrumental”, diz ele, em outro story. “Olha, sendo bem sincero pra vocês: essa é a forma mais simples pra você construir uma fonte de renda na internet.”
Ao contrário do que sugere a promessa do vendedor, ganhar dinheiro por simplesmente colocar uma música nas plataformas não é algo tão simples. Ou pelo menos, não se a pessoa cumprir as regras.
Clipe de IA de ‘Sina de Ofélia’ no YouTube
Reprodução/YouTube
Para uma música ser monetizada, as plataformas estipulam critérios como quantidade mínima de streams e tempo ouvido por usuário — os números mudam conforme o streaming.
Nenhuma plataforma proíbe o uso de IA. Todas permitem a distribuição de músicas geradas (parcial ou totalmente) por inteligência artificial. A grande questão, no entanto, é como isso tem rolado.
Como relata o próprio Spotify, “táticas de spam – como envios em massa, duplicações, truques de SEO, abuso de faixas artificialmente curtas e outros tipos de conteúdo de baixa qualidade — ficaram mais fáceis de explorar conforme as ferramentas de IA permitem a qualquer um gerar grandes volumes de músicas”.
Além de ser irregular, a fraude de streams afeta diretamente os artistas profissionais. Isso porque a distribuição por royalties funciona como a divisão de um bolo: se aumentam os streams — inclusive os falsos —, o bolo é dividido em mais fatias.
Ou seja, se tem gente lucrando com plays de forma irregular, então, tem também artista profissional ganhando menos dinheiro do que deveria.
IA na hora de cortar o bolo
Xenia Monet, Breaking Rust e Blow Records (artistas e selo de IA)
Reprodução
Diante da onda de músicas e artistas de IA, as empresas de streaming têm sido cobradas para adotar novas medidas de análise, combate e punição a fraudes.
O Spotify, por exemplo, promete lançar em breve um filtro capaz de identificar e rotular esse tipo de faixa, assim como impedir sua plataforma de recomendá-la em playlists. “Queremos ter cuidado para não penalizar injustamente artistas legítimos, por isso o sistema será implementado de forma gradual”, diz a empresa, em nota.
Em janeiro, a Deezer anunciou novas medidas e passou a vender sua ferramenta de detecção de IA. “Sabemos que a maioria das músicas geradas por IA são publicadas na Deezer com o objetivo de cometer fraudes”, afirma Alexis Lanternier, CEO da Deezer, em nota recém-divulgada.
“Detectamos e marcamos como ‘músicas geradas por IA’ e as removemos das recomendações algorítmicas, para que nossos usuários tenham uma escolha clara sobre o que ouvir, ao mesmo tempo que dificultamos a manipulação do sistema por fraudadores.”
IA no palco
A Deezer é a única plataforma a etiquetar explicitamente as músicas geradas por IA. Esse tipo de transparência virou um debate recorrente entre gravadoras, distribuidoras, plataformas e profissionais da indústria.
E como mostramos, não são “somente” canções que estão no jogo — a quantidade de artistas e bandas criados por IA já é grande o suficiente até para a curadoria de um “IA Palooza”.
Vale dizer que isso não é necessariamente visto como problema — a expectativa no setor é de que a IA se torne cada vez mais parte do processo criativo.
No Brasil, a IA está por trás de hits que nascem como memes e, depois, vão para as pistas. Sucesso do fim do ano passado, “Sina de Ofélia” tem várias versões. A faixa é uma releitura não autorizada de “The Fate Of Ophelia”, da Taylor Swift, e sua versão mais famosa é cantada por Luísa Sonza e Dilsinho — ou melhor, por cópias de seus vocais, já que nenhum deles gravou a música.
Tocanna
Reprodução/Instagram
Já a Blow Records é um selo criado por Raul Vinicius, de 22 anos. O produtor emplacou trends ao lançar versões retrô de funks eróticos como “Predador de Perereca”, “Chupa *o*ota”, “Popotão Grandão”.
Outro sucesso criado por IA, “São Paulo” virou meme pela letra, que tira sarro da capital paulista. A música também é uma versão não autorizada (de “Empire State of Mind”, do Jay Z e Alicia Keys). Quem canta é Tocanna, uma tucana humanizada — ou humana “tucanizada”, se você preferir.
A lista continua. Dá ainda para citar as bandas The Velvet Sundown e Breaking Rust, ou cantoras tipo Xania Monet, que só existem em formato de pixel, mas mesmo assim alcançam posições de destaque em rankings de audiência como Spotify e Billboard.
IA no ouvido de carne e osso
Casos como esses, no entanto, ainda são exceção. A maioria dos artistas gerados por IA não chega a hitar. A Deezer aponta que streams em faixas de IA representam apenas de 1% e 3% do total da plataforma.
Muita gente torce o nariz para esse tipo de música. Publicada no fim de 2025, uma pesquisa da revista americana “The Hollywood Reporter” mostra que 52% dos americanos não teriam vontade de ouvir uma canção do artista favorito se soubessem que ela foi produzida com ajuda de IA (32% têm interesse e 15% não sabem responder).
Ironicamente, um estudo da Reuters mostra que a maior parte das pessoas é incapaz de diferenciar uma música composta por gente de carne e osso de uma criada por IA.
É um dado mais bizarro do que o outro. Puro suco de distopia.

Fonte: G1 Entretenimento

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AC/DC: Angus Young e Brian Johnson desafiam tempo e idade em retorno ao Brasil após 16 anos


Brian Johnson e Angus Young em show do AC/DC, em São Paulo, em 2026
MRossi/Live Nation Brasil
Para as cerca de 70 mil pessoas que aguardaram mais de 16 anos para lotar o show de retorno do AC/DC ao Brasil, nesta terça-feira (24), a espera valeu a espera.
Mesmo com apenas dois dos membros da formação clássica, a primeira das três apresentações no país até o próximo dia 4 de março não deixou dúvidas aos fãs no MorumBIS de que esta é uma das maiores bandas do gênero em atividade.
Comandado pela guitarra ainda energética de um Angus Young agora com 70 anos, o grupo formado em 1973 elencou clássicos desde os primeiros minutos, pirotecnias e os famosos pulinhos, paletó (hoje verde, com direito a boné verde e amarelo) e bermudinha de seu líder.
A seu lado, o vocalista Brian Johnson provou que ainda segura os refrões estridentes mesmo aos 78 anos. Recuperado de um problema de audição que o afastou da banda por um tempo, em que Axl Rose assumiu o cargo, ele compensou a perda de potência vocal com uma alegria genuína de quem ama estar no palco.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Para se apresentar para um público cuja maioria com certeza tinha idade suficiente para ter assistido ao show único de 2009 no mesmo estádio, a dupla contou com três “novidades”.
Além de Stevie Young, que assumiu a guitarra de Malcolm Young (1953-2017) quando o tio se aposentou da banda em 2014, o baixista Chris Chaney e o baterista Matt Laug assumiram os lugares dos aposentados Cliff Williams e Phil Rudd.
Pouca gracinha e muitos hits
Apesar de batizar a turnê de “Power up”, nome do disco mais recente de 2020, apenas duas músicas do álbum fizeram parte do setlist.
Com isso, pauladas como “Back in black” – da obra de mesmo nome, segundo disco mais vendido da história – deram as caras logo cedo.
Para ser mais específico, o grande sucesso apareceu quase colado com a música de abertura, “If you want blood (you got it)”.
Nos primeiros versos, já ficou claro que, se a voz de Johnson já não era mais a mesma, os fãs se encarregariam de cantar o tempo inteiro juntos.
Entre as duas, o cantor encontrou tempo para uma das poucas interações com o público, já que o AC/DC não é muito afeito a essas coisas.
“Gracias”, disse o vocalista, meio confuso com o começo de sua primeira apresentação na perna da turnê pela América Latina.
Angus Young em show do AC/DC, em São Paulo, em 2026
MRossi/Live Nation Brasil
O paletó se foi pouco depois, para as pancadas de “Thunderstruck” – em meio a gritos de “olê olê olê. AC. DC” da plateia. Em resposta ao riff e ao coro clássico, os fãs pulavam como se tivessem sido atingidos pelo trovão do clássico.
O badalar dos sinos, que já sinalizou uma interação direta do vocalista com o sino gigante que descia sobre o palco, hoje foi apenas um aviso de “Hell’s bells” – mais um ritual antigo da banda, atualizado para dias menos jovens.
No fim, o sorriso sincero de Johnson compensou a falta de malabarismos de alguém que já se pendurou no acessório.
Não que tenha feito muita falta. Para um show recheado com os hits de mais de cinco décadas de carreira, a maior reação do público vinha com os pulinhos de Angus. Em certo momento, alguém mostrava para uma companheira incrédula que aquele senhor de cabeleira branca tinha 70 anos.
Já sem o paletó, o guitarrista apareceu no palco, com fogo ao fundo, de chifrinhos na cabeça para “Highway to hell”. Em “Sin City”, lá se foi a gravata do homem, usada como arco para tocar a guitarra.
Matt Laug, Brian Johnson, Angus Young e Chris Chaney em show do AC/DC, em São Paulo, em 2026
MRossi/Live Nation Brasil
Canhões e reverência
Quando a energia de uma plateia já de certa idade ameaçava cair, a sequência de “Jailbreak” e “Dirty deeds done dirt cheap” trouxe todo mundo de volta – graças, em grande parte, à força da bateria de Laug. Um monstro.
Em “Whole lotta Rosie”, outra adaptação do ritual viu a boneca clássica que era enchida no palco ser substituída por uma versão virtual, apenas nos telões.
As diversas rodinhas na plateia nem perceberam a substituição. De certa forma, era difícil não reconhecer a beleza em um monte de marmanjo, que pouco antes se empurrava e se chutava durante “Let there be rock”, abrir espaço para um garotinho e jogá-lo para cima – para aplausos gerais.
O solo de mais de dez minutos de Angus, com direito a subida em plataforma elevada e passeio pela sacada do palco, quase calou os fãs. O silêncio como reverência a um dos maiores que já existiram ainda com total controle de seus dons.
Depois de outra paulada com “T.N.T.”, o adeus aconteceu como tem acontecido invariavelmente desde 1982, com os canhões – sério, tinham canhões no palco – de “For those about to rock (we salute you)”.
Não deixa de ser irônico que o provável adeus nesta última passagem pelo Brasil tenha sido uma saudação àqueles que, como diz a letra, estavam prestes a “fazer o rock”.
Mas, para quem esteve no estádio, rock não precisa fazer sentido. Aí estão Angus e Johnson, com seus mais de 70 anos, para provar isso.
Angus Young em show do AC/DC, em São Paulo, em 2026
MRossi/Live Nation Brasil
O setlist
‘If You Want Blood (You’ve Got It)’
‘Back in Black’
‘Demon Fire’
‘Shot Down in Flames’
‘Thunderstruck’
‘Have a Drink on Me’
‘Hells Bells’
‘Shot in the Dark’
‘Stiff Upper Lip’
‘Highway to Hell’
‘Shoot to Thrill’
‘Sin City’
‘Jailbreak’
‘Dirty Deeds Done Dirt Cheap’
‘High Voltage’
‘Riff Raff’
‘You Shook Me All Night Long’
‘Whole Lotta Rosie’
‘Let There Be Rock’
Bis:
‘T.N.T.’
‘For Those About to Rock (We Salute You)’

Fonte: G1 Entretenimento