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Maxiane é eliminada do ‘BBB 26’ com 63,21% da média dos votos


Maxiane é eliminada do ‘BBB 26’
Reprodução
Maxiane foi eliminada do “BBB 26”, nesta terça-feira (24). A sister deixou o reality com 63,21% da média dos votos para sair. Ela disputava o paredão com Chaiany e Milena, que ficaram com 0,68% e 36,11% da média, respectivamente.
Confira, abaixo, todos os percentuais da votação do BBB 26:
Maxiane
Média: 63,21%
Voto Único: 66,20%
Voto Torcida: 56,20%
Milena
Média: 36,11%
Voto Único: 32,98%
Voto Torcida: 43,43%
Chaiany
Média: 0,68%
Voto Único: 0,82%
Voto Torcida: 0,37%
Christiane Torloni vira uma das mais faladas do BBB 26… sem nunca ter entrado

Fonte: G1 Entretenimento

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Pianista Amilton Godoy e gaitista Gabriel Grossi expõem herança de Villa-Lobos em álbum com músicas de Tom Jobim, Guinga, Johnny Alf e Egberto Gismonti


O pianista Amilton Godoy (à esquerda) e o gaitista Gabriel Grossi lançam o álbum ‘Os filhos de Villa’ em 5 de março
Babi Lorencini / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Pianista fundador do Zimbo Trio, um dos grupos referenciais da era áurea do samba-jazz na década de 1960, Amilton Godoy faz 85 anos na próxima segunda-feira, 2 de março. A celebração acontece três dias depois com a edição em 5 de março do álbum “Os filhos de Villa”, produzido, arranjado e assinado por Godoy com o gaitista Gabriel Grossi.
Ao longo de nove faixas instrumentais, Godoy e Grossi celebram a herança e o legado de Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959), tocando temas de compositores influenciados pela música deste compositor e maestro carioca que se tornou o nome mais importante da música erudita brasileira no século XX.
Entre temas autorais dos próprios Amilton Godoy (“Choro”) e Gabriel Grossi (“De coração”), os músicos transitam no álbum por temas de autoproclamados herdeiros musicais de Villa-Lobos como Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) – de quem tocam “Garota de Ipanema” (1962) e “Chovendo na roseira” (1973) – e Guinga (“Choro pro Zé”, de 1993).
Os músicos também abordam músicas de Egberto Gismonti (“Loro”) e do violonista Paulinho Nogueira (1929 – 2003), de cuja obra Godoy e Grossi recriam “Bachianinha nº 1” (1965).
Com capa que expõe arte dos designers Rodrigo Sommer e Priscila Tâmara, do Tranquilo Studio, o álbum “Os filhos de Villa” chega ao mercado em edição digital e no formato físico de LP.
Capa do álbum ‘Os filhos de Villa’, de Amilton Godoy e Gabriel Grossi
Arte de Rodrigo Sommer e Priscila Tâmara

Fonte: G1 Entretenimento

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Coala Portugal erra ao fazer o público supor que o show de Caetano Veloso no festival substitui o de Maria Bethânia


Maria Bethânia não vai mais se apresentar na primeira edição do Coala em Portugal enquanto Caetano Veloso é anunciado no line up do festival
Fernando Young / Divulgação
♫ OPINIÃO
♬ A organização do Coala Festival Portugal cometeu um erro (em tese involuntário) ao fazer o público supor que o show de Caetano Veloso no evento – anunciado ontem, 23 de fevereiro, nas redes sociais do festival – foi pautado em substituição à apresentação de Maria Bethânia. A cantora não irá mais se apresentar na primeira edição lusitana do festival, programado para 30 e 31 de maio, no Hipódromo de Cascais, município da região metropolitana de Lisboa.
Como o anúncio do cancelamento do show de Bethânia foi feito momentos antes do anúncio da apresentação de Caetano, ficou-se com a impressão de que a presença do cantor no Coala português foi uma forma de compensar o público do festival pela ausência de Bethânia. E, tudo indica, uma coisa parece nada ter a ver com a outra.
Justiça seja feita: ao anunciar Caetano no line up do festival, o Coala em nenhum momento disse que o cantor ocuparia o lugar de Bethânia, mas, como os dois comunicados foram feitos em curto intervalo de tempo, o fato é que uma coisa pareceu ligada à outra.
De toda forma, a presença de Maria Bethânia no Coala Festival Portugal – confirmada em janeiro – soou estranha desde o início para quem vinha acompanhando a agenda da cantora. Afinal, a artista encerrou a turnê do show “60 anos de carreira” em janeiro, no Rio de Janeiro (RJ), com a gravação ao vivo do espetáculo em duas apresentações na casa Vivo Rio em 17 e 18 de janeiro.
Como (por ora) não há previsão de mais datas do show, uma apresentação avulsa de Bethânia em maio demandaria muito trabalho, ainda mais sendo realizada fora do Brasil. Sob tal prisma, o cancelamento do show da cantora faz todo sentido.
O erro do Coala Festival Portugal foi anunciar o show de Caetano Veloso na sequência quase imediata do comunicado do cancelamento da apresentação de Maria Bethânia…

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Pânico 7’ celebra os 30 anos de uma das sagas de terror mais lucrativas do cinema


Cena do filme ‘Pânico 7’
Divulgação
O sétimo filme de “Pânico”, uma das sagas de terror mais lucrativas do cinema, chega esta semana aos cinemas em uma sequência que busca retornar às origens desta história de culto que revitalizou o gênero em meados dos anos 1990.
Kevin Williamson, roteirista dos primeiros filmes, assumiu a direção desta vez, e a canadense Neve Campbell, intérprete de Sidney Prescott, personagem mítica que tinha desaparecido no sexto filme, volta às telas.
Veja cinco coisas que você precisa saber sobre “Pânico 7”, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (26).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Uma saga que revolucionou o gênero
Quando o primeiro “Pânico” estreou em 1996, já há três décadas, o cinema do gênero praticamente havia desaparecido das telas. A onda de filmes de terror dos anos 1970 e 1980, com títulos como “Halloween” ou “Sexta-feira 13”, começava a ficar distante.
Na época, “eu só tentava escrever um roteiro para que Hollywood prestasse atenção em mim”, lembra Williamson em uma entrevista à agência France Presse.
Neve Campbell em ‘Pânico 7’
Divulgação
Começou a escrever “Pânico” inspirado em uma história real — a de Danny Rolling, um serial killer que, durante um verão, aterrorizou uma pequena cidade da Flórida ao assassinar cinco estudantes.
O roteiro caiu nas mãos do conhecido cineasta Wes Craven (“Viagem Maldita”, “A Hora do Pesadelo”), que aceitou dirigir o filme. Antes de falecer em 2015, conseguiu rodar as três continuações.
Volta às origens
Com o falecimento de Wes Craven, “me despedi mais ou menos da saga”, lembra Williamson, roteirista dos quatro primeiros filmes.
Em “Pânico 5” e “Pânico 6”, lançados respectivamente em 2022 e 2023, Williamson assumiu o papel de produtor executivo, mais de dez anos após “Pânico 4” (2011), que foi um fracasso comercial.
Para “Pânico 7”, Williamson aceitou ficar atrás das câmeras pela primeira vez porque “a Neve [Campbell] me pediu”, assegura.
Campbell, que interpreta Sidney Prescott, volta à saga depois de ter recusado participar de “Pânico 6” por não ser remunerada de “forma correspondente” ao valor que trouxe aos filmes anteriores, criticando o fato de que seu salário teria sido mais alto se fosse homem.
Sidney Prescott, personagem principal do primeiro filme, que se tornou um ícone nas continuações, é mãe neste último longa. “Queríamos contar uma história sobre uma mãe e sua filha, como elas se afastam e como voltam a se reconectar e combater Ghostface”, explica Williamson.
Polêmica sobre a guerra em Gaza
Após a morte de Craven, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett introduziram novos personagens.
Sam, interpretada pela mexicana Melissa Barrera, e sua irmã Tara, vivida pela estrela da série “Wandinha”, Jenna Ortega, foram as protagonistas de “Pânico” 5 e 6.
Mas a produtora Spyglass afastou Barrera em novembro de 2023, após ela publicar uma mensagem nas redes sociais denunciando uma “limpeza étnica” em Gaza. Ortega seguiu o mesmo caminho, se recusando a voltar em “Pânico 7”.
Uma obra de culto
“Pânico” pertence ao subgênero do cinema de terror conhecido como “slasher”: apresenta um psicopata (Ghostface em “Pânico”) que assassina um grupo de jovens, um após o outro, com extrema brutalidade.
O filme brinca com as regras do gênero, as altera e recorre a toques cômicos, sem deixar de lado o terror puro.
A cena do primeiro “Pânico” com Drew Barrymore, que morre aos 12 minutos iniciais do filme, é considerada uma das melhores sequências de abertura da história do cinema de terror.
Uma história muito lucrativa
“Pânico” arrecadou 910 milhões de dólares (cerca de 4,7 bilhões de reais) nas bilheterias mundiais desde sua criação em 1996. Isto coloca a saga entre as mais lucrativas do gênero, atrás de “Invocação do Mal”, “Jogos Mortais” ou da adaptação do romance de Stephen King “It”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026 anuncia horários com Sabrina Carpenter, Chappell Roan e Tyler the Creator fechando


Lollapalooza 2026 tem Sabrina Carpenter, Chappell Roan, Tyler the Creator e Lorde entre headliners
Reprodução
O Lollapalooza Brasil anunciou, nesta terça-feira (24), os horários dos shows do festival na edição de 2026. Sabrina Carpenter, Tyler the Creator, Lorde, Chappell Roan, Deftones e Skrillex estão entre os headliners do evento que acontece em São Paulo. O festival também conta com Doechii, Lewis Capaldi e Turnstile entre os principais nomes.
O Lollapalooza Brasil 2026 definiu os horários das atrações para os três dias de festival no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A programação conta com nomes como Sabrina Carpenter, Tyler, The Creator, Chappell Roan e Deftones espalhados por quatro palcos principais. Os ingressos custam a partir de 546,50 (veja valores e como comprar no fim do texto).
Veja a programação completa do Lollapalooza:
sexta-feira, 20 de março
PALCO BUDWEISER
12h45 – 13h40: Stefanie
14h45 – 15h45: Negra Li
16h55 – 17h55: Blood Orange
19h05 – 20h05: Doechii
21h30 – 23h00: Sabrina Carpenter
PALCO SAMSUNG GALAXY
12h00 – 12h45: Atração selecionada pela 89 FM
13h40 – 14h40: Terraplana
15h50 – 16h50: Viagra Boys
18h00 – 19h00: Interpol
20h10 – 21h25: Deftones
PALCO FLYING FISH
12h45 – 13h40: Worst
14h45 – 15h45: Scalene
16h55 – 17h55: Ruel
19h05 – 20h05: Men I Trust
21h30 – 22h30: Edson Gomes
PALCO PERRY’S
12h00 – 13h00: Camila Jun
13h00 – 14h00: Bruna Strait
14h15 – 15h15: Atkۆ
15h30 – 16h30: Aline Rocha
16h45 – 17h45: Horsegirl
18h00 – 19h00: DJ Diesel (Shaq)
19h15 – 20h15: Bunt.
20h30 – 21h45: Ben Böhmer
22h15 – 23h30: Kygo
sábado, 21 de março
PALCO BUDWEISER
12h45 – 13h40: Jadsa
14h45 – 15h45: Agnes Nunes
16h55 – 17h55: Marina
19h05 – 20h05: Lewis Capaldi
21h30 – 23h00: Chappell Roan
PALCO SAMSUNG GALAXY
12h00 – 12h45: Hurricanes
13h40 – 14h40: Varanda
15h50 – 16h50: Foto em Grupo
18h00 – 19h00: Cypress Hill
20h10 – 21h25: Skrillex
PALCO FLYING FISH
12h45 – 13h40: Artur Menezes
14h45 – 15h45: Cidade Dormitório
16h55 – 17h55: The Warning
19h05 – 20h05: TV Girl
21h30 – 22h30: Riize
PALCO PERRY’S
12h00 – 12h45: Blackat
13h00 – 13h45: Marcelin o Brabo
14h15 – 15h15: Crizin da Z.O.
15h30 – 16h30: Febre90s
16h45 – 17h45: N.I.N.A
18h00 – 19h00: Hamdi
19h15 – 20h15: 2hollis + Rommulas
20h30 – 21h30: Mu540
22h00 – 23h30: Brutalismus 3000
domingo, 22 de março
PALCO BUDWEISER
12h45 – 13h40: Papisa
14h45 – 15h45: Mundo Livre S/A
16h55 – 17h55: Djo
19h05 – 20h05: Turnstile
21h30 – 22h45: Tyler, The Creator
PALCO SAMSUNG GALAXY
12h00 – 12h45: Jonabug
13h40 – 14h40: Nina Maia
15h50 – 16h50: Royel Otis
18h00 – 19h00: Addison Rae
20h10 – 21h25: Lorde

PALCO FLYING FISH
12h45 – 13h40: Papangu
14h45 – 15h45: Oruã
16h55 – 17h55: Balu Brigada
19h05 – 20h05: FBC
21h30 – 22h30: Katseye
PALCO PERRY’S
12h00 – 12h45: Flávia Durante
13h00 – 13h45: Entropia
14h00 – 14h45: Analu
15h15 – 16h15: Alírio
16h30 – 17h30: Idlibra
17h45 – 18h45: Zopelar
19h00 – 20h00: RōZ
20h15 – 21h30: ¥0u$uk€ ¥uk1mat$u
21h45 – 23h15: Peggy Gou
A programação do Lollapalooza 2026 tem:
Cantoras pop ‘do momento’ como Sabrina Carpenter, Chappell Roan, Addison Rae, Lorde e o girl group Katyseye
Nomes do rap bem-avaliados como Tyler, The Creator, Cypress Hill, Doechii e N.I.N.A.
Bandas com som mais pesado como Deftones, Turnstile e The Warning
Artistas brasileiros consagrados como Mundo Livre S/A (mangue beat) e Edson Gomes (reggae)
DJs de vertentes variadas da eletrônica como Skrillex, Kygo e Peggy Gou
Atrações para fãs de misturas alternativas como Djo, d4vd, FBC, Men I Trust e Varanda
Velhos conhecidos de festivais brasileiros, com shows aprovados como Interpol, Marina e Scalene
Nomes meio aleatórios como Lewis Capaldi (famoso por baladas radiofônicas), o DJ Diesel (Shaquille O’Neal, um dos maiores jogadores de basquete da história) e a HorsegiirL (DJ que toca com máscara de cavalo)
Headliners em alta e estreias
O line-up desta edição tem 71 artistas, sendo 17 estreantes no país, 38 nacionais e 33 atrações internacionais. O evento é nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos.
g1 analisa ‘Short n’ Sweet’, novo álbum de Sabrina Carpenter
DJ Diesel? Shaquille O’Neal vem ao Lolla
O line-up deste ano comprova que o Lollapalooza Brasil ainda tem cacife para trazer os nomes “do momento” ao país. A maior parte dos headliners está em alta em todo o mundo, sendo atrações muito procuradas não só pelo Lolla, como por festivais como o Glastonbury e o Coachella.
As cantoras pop Sabrina Carpenter e Chappell Roan, por exemplo, foram alçadas ao máximo do estrelato no ano passado. Sabrina veio pela última vez em 2023 como ato de abertura da “Eras Tour”, de Taylor Swift, mas já cresceu exponencialmente desde então.
Chappell Roan e Sabrina Carpenter
Divulgação/Netflix
Já Chappell era praticamente desconhecida até o início de 2024 e, hoje, lota festivais. A vinda ao Lolla será a estreia da cantora por aqui.
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Quem é Doechii, revelação do rap elogiada por Beyoncé
Outra atração que gera muita expectativa (e um pouco de apreensão) é Tyler the Creator. Um dos principais expoentes do hip hop norte-americano, o artista já veio ao Brasil com o coletivo Odd Future, que tinha Frank Ocean entre os integrantes.
A estreia solo de Tyler por aqui seria no Lollapalooza 2018, quando ele cancelou por “motivos pessoais”, duas semanas antes do festival. À época, ele prometeu voltar ao país, mas ninguém imaginava ter que esperar 8 anos pelo retorno do artista.
Até nomes como Deftones e Lorde, que já vieram várias vezes, estão promovendo novos álbuns e vão incluir o Brasil na rota antes que os trabalhos completem 1 ano (ou seja, também atestam que o Lolla está “atualizado”). Os Deftones não vêm ao país desde 2015 e são o principal componente rock no line-up, então é um show muito esperado pelos fãs.
Doechii, nova estrela do rap americano, também fará sua estreia no Brasil após um excelente EP, que a rendeu o Grammy de Melhor Álbum de Rap. Turnstile e Interpol são algumas das principais atrações “roqueiras”.
Pop contemporâneo e rap nacional
A programação do festival conta com nomes em ascensão em diferentes gêneros. Artistas do pop contemporâneo como a cantora Addison Rae, Lola Young e o grupo global Katseye integram o line-up. Outro destaque é a DJ e produtora sul-coreana Peggy Gou, fenômeno da música eletrônica mundial.
Negra Li, Agnes Nunes, FBC e DJ MU540, N.I.N.A integram a lista dos artistas nacionais, que desta vez tem vários nomes do rap brasileiro. Destaque também para Edson Gomes, um dos maiores nomes da história do reggae brasileiro.
A lista tem até uma curiosidade inesperada: DJ Diesel, codinome artístico de Shaquille O’Neal, um dos maiores jogadores de basquete da história.
RELEMBRE O LOLLA 2025
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INGRESSOS
A Ticketmaster é a responsável pela venda de ingressos do Lollapalooza Brasil 2026. As vendas online acontecem no site oficial da Ticketmaster com taxa de serviço de 20%. O público pode comprar na bilheteria física da Ticketmaster sem cobrança de taxa de serviço.
Endereço: Shopping Ibirapuera: Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo – SP, 04029-902 Bilheteria Ticketmaster – Piso: Jurupis (subsolo)
Horários de funcionamento: Terça a sábado: das 10h às 22h | Domingos e feriados das 14h às 20h
Lolla Pista
Setor que dá acesso à área geral do festival e a todos os palcos.
Lolla Day (1 dia)
Inteira: R$ 1.093,00
Meia-entrada: R$ 546,50
Entrada Social: R$ 621,15
Lolla Pass (3 dias):
Inteira: R$ 2.815,00
Meia-entrada: R$ 1.407,50
Entrada Social: R$ 1.568,25
Lolla Comfort
Área com vista privilegiada para o palco Budweiser, sombra, banheiros próprios, bares e alimentação exclusiva.
Lolla Comfort Day (1 dia)
Inteira: R$ 2.218,50
Meia-entrada: R$ 1.109,25
Entrada Social: R$ 1.240,18
Lolla Comfort Pass (3 dias)
Inteira: R$ 4.708,80
Meia-entrada: R$ 2.354,40
Entrada Social: R$ 2.609,84
Lolla Lounge
Espaço VIP com sistema open bar e food, ativações exclusivas e serviço de transporte (shuttle).
Lolla Lounge Day (1 dia):
Inteira: R$ 2.418,50
Meia-entrada: R$ 1.109,25 (ingresso) + R$ 1.109,25 (serviço lounge)
Lolla Lounge Pass (3 dias):
Inteira: R$ 4.877,30
Meia-entrada: R$ 3.798,65
Entrada Social: R$ 3.926,52
LollaLovers
Inteira: 12x de R$ 132,00 (Total: R$ 1.584)
Meia-entrada: 12x de R$ 66,00 (Total: R$ 792)
Entrada Social: 12x de R$ 74,27 (Total: R$ 891,24)

Fonte: G1 Entretenimento

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Conheça ‘Os afro-sambas’, álbum que, após 60 anos, origina show e disco de Marcos Sacramento e Zé Paulo Becker


O cantor Marcos Sacramento (à direita) e o violonista Zé Paulo Becker lançam ainda neste semestre álbum derivado do show de afro-sambas que estreia em março
Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ O cantor Marcos Sacramento e o violonista Zé Paulo Becker ampliam em 2026 a parceria nos palcos e nos estúdios, 14 anos após a edição do álbum “Todo mundo quer amar”, gravado em duo e lançado em 2012. O foco do segundo trabalho em dupla dos artistas são os 60 anos do álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius”, lançado em agosto de 1966 pela gravadora carioca Forma.
Sacramento e Becker estreiam show em que, além do repertório do disco já sexagenário, abarcam outros afro-sambas ausentes do álbum, como “Berimbau” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963) e “Consolação” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963).
O show – que chega à cena em 5 de março em apresentação única na casa Manouche, no Rio de Janeiro (RJ) – ganha desdobramento fonográfico na forma de álbum gravado em estúdio pelo cantor fluminense com o violonista carioca. Com lançamento previsto para este primeiro semestre de 2026, o álbum reúne participações de nomes da MPB.
Título antológico e influente da discografia brasileira, a ponto de ter merecido várias regravações como a feita pela cantora Mônica Salmaso com o violonista Paulo Bellinati em 1995, o álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius” consolidou o gênero musical exposto no título do disco ao apresentar repertório majoritariamente inédito composto por Baden Powell (1937 – 2000) com Vinicius de Moraes (1913 – 1980).
O álbum trouxe oito afro-sambas compostos entre 1962 e 1965 com músicas de Baden – violonista fluminense de importância capital – e letras de Vinicius, compositor e poeta carioca que transitou entre a leveza e o drama na escrita de versos geralmente coloquiais e que se agigantou na música brasileira ao firmar com Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), a partir de 1956, uma parceria fundamental que legou standards de alcance planetário em associação com a Bossa Nova.
Com as músicas “Canto do caboclo Pedra Preta”, “Tempo de amor”, “Canto de Ossanha” (a composição mais famosa do repertório por conta da gravação feita pela cantora Elis Regina naquele mesmo ano de 1966), “Bocochê”, “Canto de Xangô”, “Tristeza e solidão”, “Canto de Iemanjá” – faixa em que a voz da cantora carioca Dulce Nunes (1929 – 2020) simboliza o canto do orixá feminino saudado como a rainha das águas – e “Lamento de Exu”, o álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius” foi formatado com arranjos e regência do maestro César Guerra-Peixe (1914 – 1993).
Guerra-Peixe criou os arranjos com ênfase em instrumentos de percussão recorrentes nos terreiros de Candomblé (agogô, afoxé, atabaque e bongô), já que os ritmos e harmonias dos temas das religiões de matriz africana foram a principal inspiração de Baden e Vinicius na composição dos afro-sambas. Mas há também sopros e, claro, violão na arquitetura desses arranjos.
O álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius” foi orquestrado pelo produtor musical carioca Roberto Quartin (1941 – 2004) com o aval e colaboração do músico Wadi Gebara (1937 – 2019), de quem Quartin era sócio na gravadora Forma, companhia fonográfica de atuação efêmera, mas relevante.
Além da produção, Gebara e Quartin também assinam a direção artística do álbum gravado entre 3 e 6 de janeiro de 1966, no Rio de Janeiro (RJ), com as vozes do próprio Vinicius de Moraes, do grupo Quarteto em Cy e de um coro caracterizado como “misto” na ficha técnica do LP original de 1966.
Ápice da parceria de Baden com Vinicius, o álbum com os afro-sambas evidenciou a importância da matriz ancestral africana na música brasileira em movimento que alicerçou ações similares do antecessor Pixinguinha (1897 – 1973) e de Moacir Santos (1926 – 2006), compositor e maestro pernambucano que lançara o também fundamental álbum “Coisas” em 1965 – outro titulo emblemático do acervo da gravadora Forma – e que vinha construindo obra que foi uma das fontes de inspiração para Baden Powell imprimir a negritude do Brasil no toque do violão.
E o fato é que, como provam os vindouros show e disco de Marcos Sacramento com Zé Paulo Becker, o álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius” ainda reverbera na música brasileira 60 anos após o lançamento do LP.
Capa do álbum ‘Os afro-sambas de Baden e Vinicius’, de Baden Powell (1937 – 2000) e Vinicius de Moraes (1913 – 1980)
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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BAFTA: jurado renuncia após insulto racista e gera críticas contra a BBC

A British Academy Film Awards – BAFTA enfrenta uma crise após a renúncia do produtor independente Jonte Richardson, integrante do júri de talentos emergentes.

Fonte: G1 Entretenimento

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Russell Brand se declara inocente das acusações de estupro e violência sexual


O ator e comediante britânico Russell Brand, acusado de estupro e múltiplas acusações de agressão sexual, comparece ao Tribunal de Magistrados de Westminster, em Londres, Grã-Bretanha, em 2 de maio de 2025.
REUTERS/Carlos Jasso
Russell Brand se declarou inocente das acusações de estupro e violência sexual. Nesta terça-feira (24), o ator compareceu ao Tribunal da Coroa de Southwark, em Londres, onde apresentou suas declarações formais sobre as acusações.
Os crimes teriam ocorrido na cidade em 2009 e dizem respeito a duas mulheres, de acordo com o Ministério Público britânico (Crown Prosecution Service).
Anteriormente, Brand também havia se declarado inocente de duas acusações de estupro, uma de atentado ao pudor e duas de agressão sexual, relacionadas a supostos crimes ocorridos em Londres e Bournemouth entre 1999 e 2005, envolvendo quatro mulheres. O julgamento está marcado para junho deste ano.
As investigações contra o comediante ganharam força em setembro de 2023, após uma série de reportagens investigativas publicadas pelos jornais The Sunday Times e The Times, além de um documentário exibido pelo programa Dispatches, do Channel 4.
Russell Brand volta a ser acusado de estupro e violência sexual

Fonte: G1 Entretenimento

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Robert Carradine, de ‘A Vingança dos Nerds’ e ‘Lizzie McGuire’, morre aos 71 anos


Robert Carradine e Hilary Duff na época em que atuavam na série ‘Lizzie McGuire’
Reprodução/Instagram
Robert Carradine, ator conhecido por “A Vingança dos Nerds” e pela série “Lizzie McGuire’, morreu aos 71 anos. A morte foi confirmada pela família em um comunicado enviado ao site Deadline.
“É com profunda tristeza que precisamos compartilhar que nosso amado pai, avô, tio e irmão Robert Carradine faleceu. Em um mundo que pode parecer tão sombrio, Bobby sempre foi um farol de luz para todos ao seu redor. Estamos desolados pela perda dessa alma tão bonita e queremos reconhecer a luta valente de Bobby em sua batalha de quase duas décadas contra o transtorno bipolar. Esperamos que sua jornada possa iluminar e incentivar o enfrentamento do estigma que envolve as doenças mentais. Neste momento, pedimos privacidade para vivermos este luto inconcebível. Agradecemos a compreensão e compaixão”, disse o comunicado.
Keith Carradine afirmou ao Deadline que a família decidiu tornar pública a luta do irmão contra o transtorno bipolar. “Queremos que as pessoas saibam disso, e não há vergonha nisso”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Robert Carradine era o filho mais novo do ator John Carradine e irmão de David, Keith e Christopher Carradine. Ele estreou no cinema em 1972 ao lado de John Wayne em The Cowboys, após ser incentivado pelo irmão David. Depois, construiu sua própria trajetória no cinema ao participar do filme vencedor do Oscar “Amargo regresso”, estrelado por Jane Fonda e Jon Voight. Logo após, atuou em Mean Streets, de Martin Scorsese (1973).
De acordo com o Deadline, o maior sucesso de sua carreira no cinema veio em 1984, com “A Vingança dos Nerds”, no qual interpretou o protagonista Lewis Skolnick ao lado de Anthony Edwards. O papel transformou Carradine em um ícone cultural para toda uma geração e deu origem a uma das franquias mais populares dos anos 1980.
Nos anos seguintes, ele conquistou um novo público mais jovem ao interpretar o pai da personagem-título na série Lizzie McGuire, interpretada pela atriz Hilary Duff.
“Essa notícia dói. É muito difícil encarar essa realidade sobre um velho amigo. Havia tanto carinho na família McGuire e eu sempre me senti tão amada pelos meus pais na tela. Serei eternamente grata por isso. Fiquei profundamente triste ao saber que Bobby estava sofrendo. Meu coração dói por ele, por sua família e por todos que o amavam”, escreveu a atriz.
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Fonte: G1 Entretenimento

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AC/DC faz 1º show em SP após 16 anos; veja tudo o que precisa saber sobre 3 apresentações no país


AC/DC no clipe de ‘Shot in the dark’
Reprodução/YouTube/AC/DC
Após mais de 16 anos de espera, o AC/DC está de volta ao Brasil para a realizar o primeiro dos três shows da turnê “Power Up” em São Paulo, nesta terça-feira (23).
Com poucos ingressos ainda disponíveis, todas as apresentações acontecem no MorumBIS. A segunda, no sábado (4). Os australianos se despedem no dia 4 de março.
Abaixo, o g1 conta tudo o que você precisa saber sobre o retorno da banda:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Qual a formação da banda nessa turnê?
Muita coisa mudou desde 2009, quando o grupo realizou apresentação única no mesmo MorumBIS. Aliás, o AC/DC passou por tanta coisa nos últimos anos que a foto acima, de um clipe de 2020, mostra dois integrantes que não estão mais com os colegas.
Atualmente, a banda conta com:
Angus Young – guitarra
Brian Johnson – vocais
Stevie Young – guitarra
Chris Chaney – baixo
Matt Laug – bateria
Aos 70 anos, Angus (guitarra solo) permanece como o único membro fundador original e líder da banda.
Nos vocais, Johnson continua nos vocais após superar problemas de audição que o afastaram dos palcos em 2016 — e que colocaram Axl Rose por um tempo no grupo. Atualmente, ele utiliza uma tecnologia de monitoramento auditivo específica que permite sua performance em estádios sem novos danos à saúde.
A primeira mudança em relação a 2009 é a presença de Stevie Young. O sobrinho dos irmãos Angus e de Malcolm Young (1953-2017), outro dos fundadores do grupo, assumiu a guitarra base desde 2014, após o diagnóstico de demência de Malcolm.
Para a turnê, o grupo conta com dois novos nomes para substituir dois integrantes de longa data. Chaney (ex-Jane’s Addiction) assume a função do aposentado Cliff Williams, e o Laug (que já tocou com Alanis Morissette e Alice Cooper) ocupa a vaga de Phil Rudd.
E como é a ‘Power up Tour’?
A turnê “Power Up” foi anunciada oficialmente para a América Latina no final de 2025, após passagens pela Europa, Estados Unidos e Austrália.
O repertório é focado no hard rock clássico da banda, e mistura clássicos como “Back in Black”, “Highway to Hell”, “Thunderstruck” e “T.N.T.” com faixas do disco mais recente, como “Shot in the Dark”.
Nas etapas anteriores da turnê, a banda utilizou uma estrutura com nove telões de LED e uma passarela extensa, além de elementos icônicos da cenografia do grupo, como o sino de cerca de uma tonelada em “Hells Bells” e a tradicional bateria de canhões disparada no encerramento com “For Those About to Rock (We Salute You)”.
Depois de encerrar a sequência de três shows em São Paulo, o AC/DC segue para apresentações no Chile, Argentina e México, antes de retornar para uma nova agenda de estádios na América do Norte no segundo semestre de 2026.
Qual a importância do AC/DC?
O AC/DC foi fundado em 1973 na Austrália pelos irmãos Young e acumula mais de 200 milhões de álbuns vendidos mundialmente. O disco Back in Black (1980) é o segundo álbum mais vendido da história da música, com estimativas que superam 50 milhões de cópias.
A trajetória da banda é marcada pela superação da morte do vocalista original, Bon Scott, em 1980, e pela entrada imediata de Brian Johnson para o lançamento de seu maior sucesso.
O grupo foi induzido ao Rock and Roll Hall of Fame em 2003 e é uma das principais referências comerciais do hard rock de arena até hoje, conhecido também pelo uniforme escolar de Angus e a boina de Johnson, elementos que se tornaram marcas globais da cultura pop.
Tem banda de abertura? Quem são?
The Pretty Reckless é uma banda de rock americana fundada em 2009 e liderada pela vocalista e ex-atriz Taylor Momsen, que cita o AC/DC como sua maior influência musical e o motivo pelo qual começou a cantar rock ainda na infância.
Com quatro discos de estúdio já lançados, eles foram escalados como o grupo de abertura fixa de toda a “Power Up Tour”, e acompanham os australianos desde o início da etapa europeia em 2024. Experientes, já abriram para bandas como Soundgarden e Guns N’ Roses em estádios pelo mundo.
Quais os horários dos shows hoje?
Os portões do estádio abrem às 15h. O show do Pretty Reckless começa às 19h30. Já a apresentação do AC/DC está prevista para as 21h.
Qual o provável setlist?
‘If You Want Blood (You’ve Got It)’
‘Back in Black’
‘Demon Fire’
‘Shot Down in Flames’
‘Thunderstruck’
‘Have a Drink on Me’
‘Hells Bells’
‘Shot in the Dark’
‘Stiff Upper Lip’
‘Highway to Hell’
‘Shoot to Thrill’
‘Sin City’
‘Jailbreak’
‘Dirty Deeds Done Dirt Cheap’
‘High Voltage’
‘Riff Raff’
‘You Shook Me All Night Long’
‘Whole Lotta Rosie’
‘Let There Be Rock’
Bis:
‘T.N.T.’
‘For Those About to Rock (We Salute You)’

Fonte: G1 Entretenimento