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Eric Dane morre exatamente 20 anos após estreia em ‘Grey’s Anatomy’


Eric Dane em ‘Grey’s Anatomy’
Reprodução
O ator Eric Dane morreu aos 53 anos nesta quinta-feira (19) em decorrência da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Famoso por interpretar o Dr. Mark Sloan em “Grey’s Anatomy”, a morte de Dane chamou atenção dos fãs por uma triste coincidência: ela ocorreu exatamente 20 anos após a exibição do episódio em que seu personagem apareceu pela primeira vez, no dia 19 de fevereiro de 2006.
“Derek e Addison ficaram abalados com a chegada de uma figura do passado. Enquanto isso, Burke descobre o segredo de Cristina, Izzie lida com um caso muito incomum, Meredith investiga os podres da família e George desabafa”, mostra a sinopse do 18º episódio chamado “Ontem”, na segunda temporada.
Eric Dane morre exatamente 20 anos após estreia em ‘Grey’s Anatomy’
Reprodução/IMDB
Apresentado como ator convidado na 2ª temporada, Dane tornou-se membro fixo do elenco na temporada seguinte, interpretando o adorado personagem Mark Sloan, conhecido como “McSteamy”. Ele permaneceu na série até a estreia da 9ª temporada, quando Mark, juntamente com Lexie Grey (Chyler Leigh), morreu em um acidente de avião no final da 8ª temporada.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Elenco lamenta morte
O elenco da série “Grey’s Anatomy” prestou uma homenagem emocionante ao antigo colega de trabalho. Patrick Dempsey, que interpretou o Dr. Derek Shepherd, afirmou que era muito “difícil expressar em palavras” a perda e lamentou a tristeza pelos filhos do ator.
“Ele era o cara mais engraçado, era uma alegria trabalhar com ele e eu quero me lembrar dele nesse espírito, porque sempre que ele estava no set, ele trazia muita diversão. Ele tinha um ótimo senso de humor”, disse o ator nesta sexta-feira (20) durante uma entrevista ao programa “The Chris Evans Breakfast Show”.
“Eric era uma luz. Você podia ver esse brilho nele sem esforço, tanto no set de Grey’s Anatomy quanto quando estava com Rebecca e as meninas. Durante as filmagens, seus olhos brilhavam e, com um olhar travesso, ele entregava, com timing cômico perfeito, uma fala que te deixaria sem palavras! Sentiremos sua falta”, escreveu Kim Raver, que viveu a Dra. Teddy Altman na série médica.
Os atores Kevin McKidd e Jeremy Pickens Jr. postaram imagens de Dane com a mensagem “Descanse em paz”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Elenco de ‘Grey’s Anatomy’ lamenta morte de Eric Dane


Eric Dane em ‘Grey’s Anatomy’
Reprodução
O ator Eric Dane morreu aos 53 anos nesta quinta-feira (19). Segundo comunicado divulgado à imprensa, Dane morreu por conta da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). O elenco da série “Grey’s Anatomy” prestou uma homenagem emocionante ao antigo colega de trabalho.
Patrick Dempsey, que interpretou o Dr. Derek Shepherd, afirmou que era muito “difícil expressar em palavras” a perda e lamentou a tristeza pelos filhos do ator.
“Ele era o cara mais engraçado, era uma alegria trabalhar com ele e eu quero me lembrar dele nesse espírito, porque sempre que ele estava no set, ele trazia muita diversão. Ele tinha um ótimo senso de humor”, disse o ator nesta sexta-feira (20) durante uma entrevista ao programa “The Chris Evans Breakfast Show”.
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Dempsey relembrou os momentos que viveu ao lado de Dane durante a série de TV. “Foi fácil trabalhar com ele, nos demos bem instantaneamente. A primeira cena dele foi ele, sabe, em toda a sua glória, saindo do banheiro de toalha, com uma aparência incrível, fazendo você se sentir completamente fora de forma e insignificante.”
Apresentado como ator convidado na 2ª temporada, Dane tornou-se membro fixo do elenco na temporada seguinte, interpretando o adorado personagem Mark Sloan, conhecido como “McSteamy”. Ele permaneceu na série até a estreia da 9ª temporada, quando Mark, juntamente com Lexie Grey (Chyler Leigh), faleceu em decorrência do acidente de avião no final da 8ª temporada.
“Eric era uma luz. Você podia ver esse brilho nele sem esforço, tanto no set de Grey’s Anatomy quanto quando estava com Rebecca e as meninas. Durante as filmagens, seus olhos brilhavam e, com um olhar travesso, ele entregava, com timing cômico perfeito, uma fala que te deixaria sem palavras! Sentiremos sua falta”, escreveu Kim Raver, que viveu a Dra. Teddy Altman na série médica.
Os atores Kevin McKidd e Jeremy Pickens Jr. postaram imagens de Dane com a mensagem “Descanse em paz”.
A produtora executiva da série, Krista Vernoff, compartilhou uma troca de mensagens de 2021, quando Dane retornou à série para uma participação especial, nove anos após sua saída.
“Liguei para o Eric e ele atendeu imediatamente. Perguntei: ‘Você volta? Eu sei que estamos em uma pandemia e filmar é um pesadelo, mas vamos fazer na praia e manter o distanciamento social porque o mundo precisa de alegria, e Mark e Lexie são alegria.’ Ele perguntou onde e quando”, escreveu ela na legenda da publicação. “Quando cheguei ao set naquele dia, ele disse: ‘Vamos quebrar as regras e nos abraçar agora, certo?’ O que eu mais vou me lembrar sobre o Eric Dane são os seus abraços. Os melhores abraços. Oh, meu amigo. Desejo-te paz.”
A ABC e a 20th Television divulgaram um comunicado lamentando a morte do ator. “Estamos profundamente tristes com a perda de Eric Dane. Seu talento notável e presença inesquecível em Grey’s Anatomy deixaram um impacto duradouro no público ao redor do mundo, e sua coragem e serenidade durante sua luta contra a ELA inspiraram muitos. Nossos corações estão com sua família, amigos e colegas, bem como com os muitos fãs cujas vidas foram tocadas por seu trabalho.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Bad Bunny estreia no Brasil; veja provável setlist e tudo o que você precisa saber sobre shows


Por que shows do Bad Bunny no Brasil serão históricos
Bad Bunny estreia no Brasil nesta sexta-feira (20) em grande fase. Após cantar no intervalo do Super Bowl e ganhar o Grammy de Álbum do Ano, o rapper porto-riquenho se apresenta no estádio Allianz Parque em duas noites. O show de sábado também está com ingressos esgotados.
O popstar de 31 anos apresenta a turnê “DeBÍ TiRAR MáS FOToS”, uma nostálgica carta de amor a Porto Rico, contra a gentrificação e a influência estrangeira. Abaixo, o g1 conta tudo o que você precisa saber sobre os shows de Bad Bunny em São Paulo.
Quem é Bad Bunny?
Bad Bunny
Divulgação
Por trás do fenômeno global Bad Bunny está Benito Antonio Martínez Ocasio. O artista de 31 anos passou a infância e adolescência dividido entre as pistas de skate e as missas com a mãe em Porto Rico. Ele tinha a carreira mais voltada para o reggaeton, mas foi diversificando o som nos últimos anos.
ANÁLISE DA CARREIRA: Auge, latinos no topo e estreia no Brasil: por que shows do Bad Bunny em SP são históricos
GUIA DO SUPER BOWL: Entenda os principais momentos da apresentação de Bad Bunny no que enfureceu Trump
O ÁLBUM: Como Bad Bunny usou seu novo disco para defender a história e a cultura de Porto Rico
O rapper se consolidou como o maior artista do streaming: foi o mais ouvido do Spotify no ranking global por quatro anos consecutivos (2020, 2021, 2022 e 2023). Em 2024, perdeu para Taylor Swift, mas retonou o primeiro lugar em 2025.
Qual a fase atual de Bad Bunny?
Após o sucesso estrondoso de “Un Verano Sin Ti”, o cantor viveu um período de turbulência e retorno às raízes. Ele chegou a anunciar uma pausa em 2023 para cuidar da saúde física e mental. Essa fase foi marcada por uma polêmica na República Dominicana, onde ele arremessou o celular de uma fã que tentava tirar uma foto, justificando depois que se sentiu desrespeitado pela invasão de espaço pessoal. Na sequência, “Nadie Sabe Lo Que Va a Pasar Mañana” (2023) deixou um pouco de lado a mistura pop tropical para retomar o trap mais pesado e as “vibe” mais carregada do início da carreira.
Como é o som?
O som busca ir além do reggaeton genérico, apostando no que se convencionou chamar de “trapeton”. É uma união do reggaeton com o trap, caracterizado por um rap mais arrastado, soturno, mas com vocais graves e pegada festiva. Há também um forte componente de sofrência. Bad Bunny canta suas desilusões amorosas e arrependimentos na vida ao som de uma sofrência latina ao mesmo tempo dançante e emocionada.
Bad Bunny se apresenta no Super Bowl 2026
Carlos Barria/Reuters
E o que dizer dos discursos?
Bad Bunny mantém um discurso politizado, posicionando-se a favor dos direitos LGBT e, mais recentemente, contra a política de imigração dos EUA, com discursos centrados e diretos em premiações como o Grammy. Em “El Apagón”, por exemplo, ele critica a crise energética em Porto Rico e a gentrificação da ilha.
Como devem ser os shows?
A estrutura das turnês recentes foge da pirotecnia comum em megashows. A aposta costuma ser em uma narrativa quase teatral, pensada para a geração TikTok, mas com raízes profundas na cultura porto-riquenha. A apresentação costuma ser dividida em atos bem marcados, com estrutura bem definida, mas uma ou duas surpresas: essas faixas “exclusivas” são cantadas no final da segunda parte. O show começa no palco principal e depois migra para “La Casita”.
O que é a ‘Casita’?
Essa estrutura secundária se transforma em uma varanda de casa porto-riquenha, onde Bad Bunny recria uma festa de rua intimista. É o momento do “perreo” puro, onde ele enfileira hits como “Yo Perreo Sola”, “Safaera” e “Tití Me Preguntó”, transformando estádios em uma balada gigante. É uma tentativa de levar a atmosfera de Porto Rico para qualquer lugar do mundo.
Como são os arranjos ao vivo?
Há uma forte presença de instrumentação ao vivo que ajuda a dar uma nova cara às 31 canções do setlist. “La Santa” ganha uma versão com percussão de Bomba (ritmo afro-porto-riquenho) e “Callaíta” aparece em arranjo que reforça a identidade caribenha.
Quais as influências declaradas?
O rapper Bad Bunny em 2019
Divulgação
Além do pop latino e do rap, as influências são variadas. Ele já se declarou fã de Arcade Fire, Blink 182 e Linkin Park. Outras citações permeiam sua discografia, como o uso de um trecho da melodia de “Garota de Ipanema” em “Si Veo a Tu Mamá”. A faixa abre o álbum “YHLQMDLG” e usa o clássico de Tom Jobim e Vinicius de Moraes como um toque de celular insistente ao fundo enquanto ele rima sobre um amor não superado.
E o que dizer da parte visual?
O visual de Bad Bunny costuma ter unhas coloridas, óculos antes considerados femininos e estampas incomuns. Essa estética já gerou atritos, como quando se revoltou durante uma turnê pela Espanha, em 2018, após um salão se recusar a pintar suas unhas. A confusão o levou a questionar nas redes sociais se o mundo ainda estava em 1960.
Como Bad Bunny ficou famoso?
Na fase da carreira antes do estouro, dizia cantar para “La Nueva Religión”, uma base de fãs que ele descrevia como jovens que rejeitam tradições e trabalham duro. A ascensão teve momentos de onipresença: em 2018, viveu uma fase de “topo tudo por um feat”, chegando a participar de mais de 50 músicas (entre faixas próprias e remixes) em um curto período, colaborando com nomes que iam de Drake a Ricky Martin. Essa estratégia de onipresença foi crucial para cimentar seu nome antes de lançar seus álbuns solo aclamados.
Qual é o provável setlist do show?
Ato 1: Palco Principal
La Mudanza
Callaíta
Pitorro de Coco
Weltita
Turista
Baile Inolvidable
Nuevayol
Ato 2: La Casita
Veldá
Tití Me Pregunto
Neverita
Si Veo a Tu Mamá
Voy a Llevarte Pa PR
Me Porto Bonito
No Me Conoce
Bichiyal
Yo Perreo Sola
Efecto
Safaera
Diles
Monaco
Una Vez
Café Con Ron
Ato 3: Palco Principal
Ojitos Lindos
La Canción
Kloufrens
Loca
Con Otra
Dákiti
El Apagón
DTMF
EOO

Fonte: G1 Entretenimento

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Eric Dane, de Grey´s Anatomy’ e ‘Euphoria’, morre aos 53 anos


Eric Dane em ‘Grey’s Anatomy’
Reprodução
O ator Eric Dane morreu aos 53 anos, nesta quinta-feira (19). A informação é do site norte-americano TMZ.
Segundo a revista americana People, a família confirmou a morte do ator conhecido pelo seu papel na série médica Grey´s Anatomy.
Dane lutava contra ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica).
O ator tornou a doença pública em abril de 2025. Na época, ele grava a série “Euphoria”.
O que é a esclerose lateral amiotrófica (ELA)
De caráter progressivo, a esclerose lateral amiotrófica (ELA), também conhecida como doença de Lou Gehrig, afeta os neurônios responsáveis pelos movimentos do corpo e causa a perda do controle muscular.
Isso gera a curto e médio prazo enfraquecimento dos músculos, contrações involuntárias e incapacidade de mover os braços, as pernas e o corpo.
A Ela geralmente começa com espasmos musculares e fraqueza em um braço ou perna, dificuldade para engolir ou fala arrastada, mas à medida que progride, afeta profundamente a capacidade de se mover, falar e até respirar.
Um dos portadores da doença mais conhecidos mundialmente foi o físico britânico Stephen Hawking, que descobriu o problema aos 21 – quando os médicos chegaram a dizer que ele teria apenas alguns anos a mais de vida.
Em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ideval Anselmo, compositor morto aos 85 anos, foi bamba que vestiu a camisa do samba (de enredo) de São Paulo


Ideval Anselmo (1940 – 2026) deixa antológicos sambas de enredo ao morrer aos 85 anos em São Paulo (SP)
Divulgação
♫ OBITUÁRIO
♬ Ocorrida na quarta-feira de cinzas, em decorrência de aneurisma na aorta abdominal, a morte do compositor Ideval Anselmo (18 de setembro de 1940 – 18 de fevereiro de 2026), aos 85 anos, atravessou o samba da cidade de São Paulo ao fim do Carnaval.
Nascido em Catanduva (SP), no interior do estado São Paulo, mas criado em Votuporanga (SP) até a adolescência, Ideval foi para a capital com 18 anos e lá fez nome como um grande compositor de samba de enredo do Carnaval paulistano. “O maior compositor de samba-enredo de SP”, na avaliação feita por Fabiana Cozza em texto no qual a cantora comunicou e lamentou a morte de Ideval em rede social.
“Narainã – Alvorada dos pássaros”, samba-enredo composto por Ideval com Zelão e Jordão para a escola Camisa Verde e Branco desfilar no Carnaval de 1977 e regravado por Cozza em 2011, é um dos atestados do talento do artista na criação de sambas de enredo, figurando em qualquer antologia paulistana do gênero.
A trajetória ascendente de Ideval foi iniciada em 1969 justamente na escola Camisa Verde e Branco, agremiação no qual já emplacou o samba de enredo “Literatura de cordel” no Carnaval de 1972. Pela Camisa, Ideval Anselmo viveu o auge como compositor ao longo dos anos 1970, década em que se sagrou campeão do Carnaval de São Paulo em 1974, 1976, 1977 e 1979.
Ideval Anselmo também colaborou com agremiações como Rosas de Ouro e Unidos do Peruche. Em qualquer escola, o compositor foi um bamba que vestiu a camisa do samba (de enredo) de São Paulo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Último grande sucesso de Angela Maria reverbera, após 50 anos, com a entrada da novela ‘Duas vidas’ no Globoplay


Angela Maria (1929 – 2018) na capa do álbum em que gravou a canção ‘Vá, mas volte’, hit na trilha sonora da novela ‘Duas vidas’
Reprodução
♫ MEMÓRIA
♬ Diferentemente da maioria das cantoras que conquistaram o Brasil ao longo dos anos 1950, no auge da era do rádio, Angela Maria (13 de maio de 1929 – 29 de setembro de 2018) transcendeu essa época de apogeu e teve carreira longeva, emplacando sucessos nas paradas ao longo da década de 1970 antes de se alimentar inteiramente da nostalgia do passado de glória.
O último grande sucesso da Sapoti – apelido da cantora – reverbera neste mês de fevereiro de 2026, após 50 anos, com a entrada da novela “Duas vidas” (TV Globo, 1976 / 1977) no catálogo do Globoplay.
Segunda trama da novelista Janete Clair (1925 – 1983) calcada no realismo social urbano, estilo que a escritora testara com êxito retumbante com “Pecado capital” (TV Globo, 1975 / 1976), “Duas vidas” trouxe na trilha sonora nacional uma então recente canção romântica de autoria de Wando (1945 – 2012), “Vá, mas volte”.
“Vá, mas volte” foi gravada por Angela Maria naquele ano de 1976 com a lacrimejante voz de mezzo-soprano que atravessou gerações e com o sentimento que a artista punha nas canções e boleros que interpretou ao longo da trajetória.
Na trama de “Duas vidas”, “Vá, mas volte” era ouvida em cenas que envolviam a trama amorosa da protagonista da novela, a altiva Leda Maria, personagem interpretada pela atriz Betty Faria. Mesmo sem ter sido feita para a novela, a gravação de “Vá, mas volte” ficou para sempre associada à trama de “Duas vidas” e, pelo fato de a novela ter alcançado altos índices de audiência, acabou se tornando o último grande sucesso de Angela Maria em escala nacional.
O registro original de “Vá, mas volte” foi feito para o álbum “Angela Maria”, lançado em 1976 pela gravadora Copacabana. Neste disco, ou LP, como se dizia na época, a cantora também gravou com sucesso a guarânia “Canto paraguaio” e o estilizado ponto de macumba “Moça bonita” (revivido pela cantora Rita Benneditto nos anos 2000), duas músicas da bem-sucedida parceria de Jair Amorim (1915 – 1993), com Evaldo Gouveia (1928 – 2020), compositores que, a partir de 1960, se tornaram grandes fornecedores de sucessos populares para Angela Maria e para outros cantores românticos como Altemar Dutra (1940 – 1983) e Anísio Silva (1920 – 1989).
A propósito, foi de autoria dessa dupla afinada com o gosto popular que Angela gravara no ano anterior “Tango pra Tereza”, um dos maiores sucessos de 1975. O êxito da canção “Vá, mas volte” na trilha sonora da novela “Duas vidas” veio no rastro do estouro de “Tango pra Tereza”, coroando esse novo momento de sucesso na carreira iniciada por Angela Maria em 1951 na era dos singles de 78 rotações.
A Sapoti somente sairia de cena em 2018, aos 89 anos, após gravar 48 álbuns sem jamais se afastar da linha popular do cancioneiro que a entronizou no posto de uma das rainhas vitalícias da música brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Extremamente cheiroso e gentil’, conta fã que encontrou Bad Bunny em São Paulo


Fãs encontram cantor Bad Bunny em São Paulo
Um grupo de fãs brasileiras encontrou o cantor Bad Bunny na última quinta-feira (18), em São Paulo. O cantor porto-riquenho se apresenta no Allianz Parque na próxima sexta (20) e sábado (21). Veja o vídeo acima.
O encontro aconteceu na área externa do restaurante D.O.M., no bairro dos Jardins.
“Foi a realização de um sonho. Foi muito irreal ver ele de forma tão acessível. Assim que nos viu, abriu um sorriso — parecia até surpreso por ter alguns fãs ali, porque é extremamente discreto. Ele abriu os braços, chamou a gente para tirar foto e foi super receptivo. Foi um momento indescritível”, contou ao g1 Maria Clara Mendes, 29.
Segundo ela, a mobilização para encontrar o cantor começou em uma comunidade da Súbete, festa de reggaeton da capital paulista, na qual integrantes costumam compartilhar informações sobre artistas que visitam o país.
‘Caça’ ao Bunny
Bad Bunny teria sido visto deixando o Hotel Rosewood, o que deu início a uma espécie de “caçada” por restaurantes da capital paulista. Maria Clara estava acompanhada de outras três colegas do mesmo grupo.
“Ele abraçou a gente, extremamente cheiroso, extremamente educado, gentil, sorridente. Foi incrível”, disse Maria Clara.
O restaurante estava cercado por seguranças, que orientaram o grupo a manter distância e aguardar um sinal positivo do cantor antes de qualquer aproximação.
Camila Barreiras, 29, também conseguiu um clique com o cantor. Ela participava do lançamento de um livro sobre reggaeton antes do encontro e, por coincidência, vestia uma camisa com a inscrição “Puerto Rico”.
“Ele foi um fofo, sabe? Eu consegui ficar do lado dele, exatamente do lado dele, e agradeci por tudo. Depois das fotos, eu disse: ‘Benito, eu posso te abraçar?’. E ele me atendeu super bem, foi super gente boa”, disse Camila ao g1.
Fã tirou foto com Bad Bunny em São Paulo
Camila Barreiras/cedido ao g1
Grande momento para o cantor
Essa será a primeira vez de Bad Bunny no Brasil. O artista chega ao país no melhor mês de sua carreira, após prêmio no Grammy, apresentação no Super Bowl e como artista mais ouvido no Spotify Global.
O grande diferencial desta turnê de Bad Bunny é que a protagonista é a América Latina. Afinal, o disco “Debí Tirar Más Fotos” defende a história e a cultura de Porto Rico, com referências que dialogam com a comunidade latina e letras sobre o imperialismo americano.
Por que shows do Bad Bunny no Brasil serão históricos
O cantor Bad Bunny durante o show do intervalo do Super Bowl.
REUTERS/Mike Blake

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Toy Story 5’: veja 1º trailer com disputa entre brinquedos e tecnologia

‘Toy Story 5’: veja primeiro trailer da sequência
A Disney divulgou, nesta quinta (19), o primeiro trailer de “Toy Story 5”. Veja acima.
Na sequência da amada franquia, Woody, Buzz Lightyear e o restante da turma precisam lutar pela atenção das crianças, que estão cada vez mais imersas em tablets e smartphones, deixando os brinquedos tradicionais de lado no fundo do baú. A história terá uma nova “vilã”: a tablet chamada Lilypad.
Ano terá ‘Super Mario Galaxy’, ‘Homem Aranha’ e ‘Vingadores’
O filme estreia nos cinemas brasileiros no dia 18 de junho de 2026.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Até eu tenho medo de me deparar com o ICE’, diz Wagner Moura


Wagner Moura no evento dos indicados ao Oscar 2026
REUTERS/Mario Anzuoni
Wagner Moura comentou sobre a situação dos Estados Unidos em relação às táticas de controle da imigração adotadas pelo governo de Donald Trump. Em entrevista ao jornal “El País”, o ator indicado ao Oscar por “O Agente Secreto” afirmou temer como reagiria caso se deparasse com agentes do ICE.
“Estamos atravessando um momento muito feio; até eu tenho medo de me deparar com o ICE. Digo isso porque reajo de maneira explosiva quando vejo uma situação de injustiça ou de autoritarismo diante dos meus olhos. E agora não sei se conseguiria fazer isso, porque esses caras podem te matar, como vimos”, disse.
Wagner Moura é indicado ao Oscar de Melhor Ator
O ator fez um paralelo entre o Brasil e os Estados Unidos, ressaltando como regimes autoritários tendem a atacar artistas, jornalistas e intelectuais.
“Vivemos tempos muito tristes. É curioso como se repetem os mesmos padrões que ocorreram no Brasil. Por exemplo, demonizar os atores, os artistas, os jornalistas e as universidades. A extrema direita no Brasil foi muito eficaz em transformar, diante das pessoas, os artistas brasileiros em inimigos do povo. Com um discurso com mensagens como a de que essa gente vive do dinheiro público. Ou como conseguiram fazer com que a verdade desaparecesse”, explica Moura.
Ele também destacou o impacto das redes sociais nesse cenário. “Há cerca de dez anos, no Brasil, fomos muito ingênuos. Pensávamos que o Facebook podia ser uma ferramenta de conexão, de mobilização das pessoas e de democratização da informação. Hoje é evidente a união entre os oligarcas da tecnologia e a extrema direita. De alguma forma, nós, os progressistas, perdemos a batalha das redes sociais. Mas é preciso continuar insistindo, continuar lá, com pequenas desobediências”, afirmou.

Fonte: G1 Entretenimento

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U2 lança primeiro álbum de inéditas em quase dez anos: ‘Resposta aos eventos atuais’


U2 lança ‘Days of Ash’, primeiro álbum de músicas inéditas em quase 10 anos
Brent N. Clarke/Invision/AP
Os roqueiros irlandeses do U2 lançaram na quarta-feira (18) sua primeira coleção de músicas inéditas em quase uma década, apresentando uma colaboração com o cantor Ed Sheeran e com um músico e soldado ucraniano.
O EP independente “Days of Ash” é “uma resposta imediata aos eventos atuais e inspirado pelas muitas pessoas extraordinárias e corajosas que lutam nas linhas de frente da liberdade”, de acordo com o site da banda.
“As faixas deste EP não podiam esperar; essas canções estavam impacientes para ganhar o mundo. São músicas de desafio e desânimo”, disse o vocalista Bono em um comunicado.
“Yours Eternally” é uma colaboração com Sheeran e Taras Topolia, um músico ucraniano que se tornou soldado.
“Pergunte a qualquer pessoa na Alemanha Oriental, na Polônia ou na Letônia se eles acham que Putin vai parar na Ucrânia”, disse Bono à “Propaganda”, a revista de fãs da banda.
U2 lança ‘Days of Ash’, primeiro álbum de músicas inéditas em quase 10 anos
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O EP também traz uma homenagem da banda a Renee Good, uma americana que foi morta a tiros por um agente federal enquanto protestava contra as operações do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) em janeiro. Na faixa de abertura, “American Obituary”, Bono canta: “Renee Good born to die free” (“Renee Good nasceu para morrer livre”).
A banda afirmou que lançará um novo álbum ainda este ano. Formado na década de 1970, o U2 tornou-se uma das bandas de rock mais proeminentes do mundo através de sucessos como “With or Without You” e de sua ativa militância pelos direitos humanos.
Bono, de 65 anos, é conhecido por seu ativismo para erradicar a pobreza e combater a AIDS e tem se manifestado abertamente contra as guerras na Ucrânia, no Sudão e em Gaza nos últimos anos.
“Song of the Future” homenageia uma adolescente que morreu enquanto protestava no Irã em 2022, enquanto “One Life at a Time” critica a atividade de assentamentos israelenses na Cisjordânia ocupada.
O novo EP dá continuidade ao álbum de 2017 do U2, “Songs of Experience”, que incluía faixas pedindo ativismo e tolerância, lançado após a primeira eleição de Donald Trump como presidente dos EUA.

Fonte: G1 Entretenimento