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Rapper Afro-X vai do funk ao ijexá no álbum ‘A rua e o palco’ entre feats com Seu Jorge, Sampa Crew e Rappin’ Hood


O rapper Afro-X posa em estúdio com Seu Jorge na gravação de ‘Negro é lindo’, música do álbum ‘A rua é o palco’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em cena desde os anos 1990, quando formou o grupo Os Suburbanos com o irmão Bad, o rapper Afro-X – nome artístico do cantor e compositor paulista Cristian de Souza Augusto – contabiliza 30 anos nas quebradas e propaga a efeméride na capa do álbum “A rua é o palco”.
No mercado fonográfico digital a partir de 27 de fevereiro, o álbum foi gravado em estúdio, mas será lançado simultaneamente com o registro audiovisual da apresentação feita por Afro-X em 13 de fevereiro na rua em frente ao Theatro Municipal de São Paulo, no centro da cidade de São Paulo (SP), sendo que o repertório do álbum de estúdio é o mesmo da gravação ao vivo.
No álbum “A rua é o palco”, o rapper recebe convidados como Seu Jorge, Rappin’ Hood e o grupo Sampa Crew ao longo de 13 faixas.
Aberto com “Salmo 91”, faixa em feitio de oração, o álbum traz Seu Jorge na música “Negro é lindo”, gravada com mix de ijexá com o boom bap dos anos 1990.
Já a participação de Rappin’ Hood acontece em “Vida bandida 2” e soa significativa para Afro-X porque, há 21 anos, no álbum “Sujeito homem 2” (2005), Rappin’ Hood gravou com Péricles “Vida bandida”, música em que prestou homenagem ao grupo que projetou Afro-X no início dos anos 2000, 509-E, formado pelo rapper com Dexter quando ambos estavam presos.
Regenerado há décadas, já tendo escrito livro autobiográfico em que descortinou os bastidores da prisão com a intenção de mostrar aos jovens que o crime não compensa, Afro-X transita entre a reflexão e o amor na diversidade rítmica do álbum “A rua é o palco”.
Se soa politizado em “Bala perdida”, faixa mais pesada do disco, dá voz a uma love song em “Existe amor”, faixa gravada com o grupo Sampa Crew. Já “Sambalanço” é um samba-rock gravado com Srta. Paola.
Com pegada latina, “Pura sedução” apresenta feat do rapper com Jhef enquanto Aysha, filha de Afro-X, é a convidada do funk “Paraíso”.
Capa do álbum ‘A rua é o palco’, de Afro-X
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Hamnet’, favorito ao Oscar, aumenta turismo em locais históricos ligados a Shakespeare


‘Hamnet: A Vida Depois de Hamlet’ impressiona com drama envolvente
Em um dia nublado de inverno, visitantes lotam o que outrora foi a casa onde William Shakespeare passou sua infância, em Stratford-upon-Avon, e a casa de Anne Hathaway, residência da família da mulher do poeta.
A casa de campo de Hathaway é um dos cenários do filme “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”, indicado ao Oscar de melhor filme, e o sucesso do filme está atraindo uma nova onda de turistas aos locais relacionados a Shakespeare na cidade no centro da Inglaterra.
O local de nascimento de Shakespeare é a casa onde o jovem William morou e onde seu pai trabalhava como fabricante de luvas, enquanto a casa de campo de Hathaway é onde ele teria visitado sua futura esposa no início do relacionamento.
Normalmente, cerca de 250 mil visitantes, do Reino Unido, Europa, Estados Unidos, China e outros lugares, passam por esses locais a cada ano, de acordo com a Shakespeare Birthplace Trust. A instituição de caridade cuida dos locais históricos relacionados a Shakespeare, que também incluem o Shakespeare’s New Place, o local da casa em Stratford onde ele morreu em 1616.
Os visitantes estão chegando em massa este ano graças a “Hamnet”, o filme baseado no romance de Maggie O’Farrell de 2020, que apresenta uma versão fictícia do relacionamento entre Shakespeare e Hathaway, também conhecida como Agnes, e a morte de seu filho Hamnet, de 11 anos, em 1596.
Jessie Buckley (ao centro) interpreta Agnes em ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’, de Chloé Zhao
Divulgação
“O número de visitantes aumentou cerca de 15 a 20% em todos os locais desde que o filme foi lançado em janeiro. Acho que isso só vai continuar ao longo do ano”, disse Richard Patterson, diretor de operações do Shakespeare Birthplace Trust.
“Eles querem ver especialmente a casa de Anne Hathaway e os detalhes sobre como a família interagia com os espaços e a paisagem dentro e ao redor da casa… dá para entender por que ele teria se inspirado.”
“Hamnet” tem 11 indicações ao prêmio britânico Bafta, que será entregue no domingo, incluindo melhor filme e melhor atriz para Jessie Buckley, que interpreta Agnes. O filme também tem oito indicações ao Oscar, com Buckley considerada a favorita para ganhar o prêmio de melhor atriz.
“Hamnet” se passa em Stratford-upon-Avon e Londres, embora não tenha sido filmado em Stratford. No filme, o jovem Shakespeare, interpretado por Paul Mescal, se apaixona por Agnes enquanto ensina latim para pagar as dívidas de seu pai. O drama, visto principalmente através dos olhos de Agnes, concentra-se na vida deles juntos e na dor pela morte de Hamnet, levando Shakespeare a escrever “Hamlet”.
Jessie Buckley e Paul Mescal estrelam ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’, de Chloé Zhao
Divulgação
“Shakespeare… é notoriamente enigmático. Ele escreve sobre a humanidade, sobre sentimentos, sobre emoções, sobre conflitos, mas onde podemos entender quem ele é nessa história?”, disse Charlotte Scott, professora de estudos shakespearianos e diretora interina de coleções, aprendizagem e pesquisa do Shakespeare Birthplace Trust.
“E isso tem motivado pessoas criativas e outras por centenas e centenas de anos. Onde está o coração de Shakespeare? E é isso que o filme, na minha opinião, revelou de forma tão bela.”
Pouco se sabe sobre como o casal se conheceu. Shakespeare tinha 18 anos e Hathaway 26 quando se casaram em 1582. A filha Susanna nasceu em 1583 e os gêmeos Judith e Hamnet em 1585.

Fonte: G1 Entretenimento

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Taylor Swift lidera em 2025 vendas mundiais de álbuns pelo quarto ano consecutivo


Taylor Swift no Grammy 2025
Jordan Strauss/Invision/AP
Taylor Swift foi a artista que mais vendeu álbuns no mundo em 2025 pelo quarto ano consecutivo e pela sexta vez no total, anunciou nesta quarta-feira (18) a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).
O título reconhece o artista com os melhores números em vendas de álbuns e singles, sejam digitais, físicos ou por streaming, ao longo de todo o ano civil. No entanto, o volume total de vendas de cada artista não é divulgado.
A cantora de 36 anos supera na lista o grupo de K-pop Stray Kids, que alcança sua melhor posição até o momento e aparece pelo terceiro ano consecutivo entre os cinco primeiros do mundo. Em terceiro lugar está o rapper canadense Drake.
Em outubro, Swift lançou seu 12º álbum, ‘The Life Of A Showgirl’, que registrou a melhor semana de estreia do ano, assim como a melhor de toda a sua carreira.
Taylor Swift lança ‘The Life of a Showgirl’ em retorno ao pop com as letras mais honestas
“O sexto prêmio IFPI Global Artist of the Year concedido a Taylor Swift é uma conquista verdadeiramente histórica”, declarou Victoria Oakley, presidente da federação, com sede em Londres, citada no comunicado.
O cantor porto-riquenho Bad Bunny, que se apresentou no show do intervalo do Super Bowl , ocupa a quinta posição, à frente do rapper americano Kendrick Lamar.
Veja os dez artistas que mais venderam álbuns em 2025:
Taylor Swift
Stray Kids
Drake
The Weeknd
Bad Bunny
Kendrick Lamar
Morgan Wallen
Sabrina Carpenter
Billie Eilish
Lady Gaga

Fonte: G1 Entretenimento

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Bad Bunny protagonizará drama épico ‘Porto Rico’, dirigido por rapper Residente


Bad Bunny
Divulgação
Bad Bunny, que começou o ano com um Grammy histórico e um show visto por milhões de pessoas, vai protagonizar seu primeiro filme: o drama épico “Porto Rico”, que marca a estreia na direção do também porto-riquenho René “Residente” Pérez Joglar.
O longa, que contará com atuações de estrelas como Viggo Mortensen, Javier Bardem e Edward Norton, será produzido pelo mexicano Alejandro González Iñárritu, vencedor de vários Oscars.
Auge da carreira, latinos no topo e estreia no Brasil: por que shows do Bad Bunny em SP serão históricos
“Porto Rico” acompanha a história de José Maldonado Román, conhecido como “Águila Blanca”, um revolucionário que lutou contra o colonialismo no final do século XIX.
“Passei a vida inteira sonhando com este momento. Comecei a escrever esta história há muitos anos, entre turnês, encontros, desencontros, triunfos e fracassos”, escreveu no Instagram Residente, responsável pelo roteiro ao lado do vencedor do Oscar Alexander Dinelaris (“Birdman”).
Por que shows do Bad Bunny no Brasil serão históricos
O filme “combina uma grande escala histórica com uma abordagem visceral e poética, e uma narrativa envolvente baseada em fatos reais”, diz um comunicado.
Residente, rapper e fundador do grupo Calle 13, publicou um carrossel de fotos históricas e agradeceu à equipe que o acompanha no projeto cinematográfico, no qual Bad Bunny terá “seu primeiro papel protagonista”.
O músico de 31 anos está em uma fase imparável. No início de fevereiro, conquistou três Grammys com o aclamado “DeBÍ TiRAR MáS FOToS”, que se consagrou como o primeiro Álbum do Ano inteiramente em espanhol.
Uma semana depois, apresentou o show do intervalo do Super Bowl, a performance musical mais assistida do mundo, com mais de 120 milhões de espectadores, na qual exaltou os ritmos, as cores, os sabores e as tradições de Porto Rico.
E agora Benito Antonio Martínez Ocasio chega às telonas. Ele já havia se aventurado no cinema com papéis menores, mas “Porto Rico” será outro marco na carreira do artista responsável por globalizar o reggaeton.
Residente, também ator, músico e produtor, contou o que buscava na estrela de sua primeira experiência como diretor: “alguém que sinta as dores de Porto Rico tanto quanto eu e que se orgulhe tanto quanto eu quando cantam o nosso verdadeiro hino”.
Edward Norton, outro dos produtores do projeto, destacou o potencial da dupla Residente-Bad Bunny.
“Todos sabem que René é um poeta da linguagem e do ritmo. Agora também verão que ele é um visionário visual. E uni-lo a Bad Bunny para contar a verdadeira história das raízes de Porto Rico será como uma chama encontrando o pavio de dinamite que estava há muito tempo esperando”, declarou.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rapper Lil Poppa morre aos 25 anos, diz site


Rapper Lil Poppa
Reprodução/Instagram
O rapper norte-americano Lil Poppa morreu aos 25 anos nesta quarta-feira (18). A informação foi divulgada pelo site TMZ.
De acordo com o site, Lil Poppa assinou contrato com a Collective Music Group (CMG) de Yo Gotti e lançou vários sucessos nos últimos anos, incluindo “Love & War”, “Mind Over Matter” e “HAPPY TEARS”.
O álbum de 16 faixas do artista, “Almost Normal Again”, foi lançado em agosto. Seu single mais recente, intitulado “Out of Town Bae”, foi lançado na última sexta-feira (13).
O rapper tinha shows agendados para o próximo mês, em Nova Orleans. Segundo o TMZ, a causa da morte do músico não foi divulgada.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Auge da carreira, latinos no topo e estreia no Brasil: por que shows do Bad Bunny em SP serão históricos


Por que shows do Bad Bunny no Brasil serão históricos
Bad Bunny se apresenta no Allianz Parque, em São Paulo, na próxima sexta (20) e sábado (21). Essa será a primeira vez dele no Brasil e tem tudo para ser uma série de shows históricos.
O que define esses shows é o timing. Pode ser que Bad Bunny volte outras vezes e faça apresentações melhores, mas este momento é sem igual. Hoje, ele é o maior artista do mundo. E vem ao Brasil no melhor mês de sua carreira.
Parece exagero, mas não é — ele tem feitos, números e repercussão impressionantes. Só em fevereiro de 2026:
Bad Bunny é o artista mais ouvido no Spotify global;
Tem várias músicas no topo das paradas globais;
Venceu o Grammy de Álbum do Ano no dia 1º;
Foi a atração do intervalo do Super Bowl no dia 8;
Foi assunto de posts do presidente dos EUA e de celebridades em todo o mundo;
Quebrou o recorde de música em espanhol mais ouvida em 24h no Spotify;
Segue em uma turnê de estádios, com shows esgotados na Europa e nas Américas.
É nesse contexto que ele vem ao país, o que é bastante raro por aqui. Entenda por que os shows de Bad Bunny no Brasil serão tão especiais:
Bad Bunny se apresenta no Brasil nos dias 20 e 21 de fevereiro, no Allianz Parque
Divulgação
Nunca aconteceu antes?
Claro que outros artistas internacionais já vieram ao Brasil em grande fase. É o caso do Queen no Rock in Rio de 1985 e do Guns ‘n’ Roses, também no festival em 1991.
Mas hoje, o caso de Bad Bunny é atípico entre os maiores popstars. Principalmente considerando que ele não vem para festivais, mas para shows solo em estádios.
Por exemplo, Taylor Swift veio em 2023, em um período em que já dominava as paradas e com a turnê mais lucrativa da história; mas veio na segunda parte da agenda, meses antes de vencer o Grammy e lançar um álbum novo. Gaga ficou ausente do país por anos, inclusive após um conturbado cancelamento em 2017.
Justin Bieber trouxe todas as suas turnês para o Brasil, mas o país sempre veio um pouco “atrasado” na agenda. Beyoncé, então, nem se fala: cantou no Rock in Rio em 2013, meses antes de lançar um álbum que chacoalhou a indústria. E nunca mais.
Turnê não tem EUA e prioriza América Latina
O grande diferencial desta turnê de Bad Bunny é que a protagonista é a América Latina. Afinal, o disco “Debí Tirar Más Fotos” defende a história e a cultura de Porto Rico, com referências que dialogam com a comunidade latina e letras sobre o imperialismo americano.
Ainda assim, a decisão de priorizar a América Latina é muito rara para um artista deste calibre. A maior parte dos artistas privilegia os EUA e a Europa (considerados o “mercado A” de shows) e deixa o Brasil para uma segunda ou terceira etapa da turnê — isto é, se o país entra para a agenda.
Há exceções, claro, como Shakira e Paul McCartney, que já começaram turnês por aqui.
Mas o caso de Bad Bunny é sem precedentes. A “Debí Tirar Más Fotos World Tour” veio após uma residência de um mês em Porto Rico, começou pela América Latina e simplesmente não passará pelos EUA.
Não há outros exemplos recentes de artistas de calibre similar a Bad Bunny, isto é, com bilhões de streams e Grammys na prateleira, que tenham feito turnês mundiais deste porte sem incluir os EUA.
Bad Bunny com a bandeira de Porto Rico no Super Bowl
Foto/AP Photo/Mark J. Terrill
Oficialmente, a turnê começou no fim de novembro, na República Dominicana, e passará pelo Brasil apenas três meses depois. Nada de assistir a vídeos de shows na gringa e ficar com “ciuminho” porque lá foi melhor. Bad Bunny deve trazer para cá o show completo, sem concessões.
Ele ainda se apresenta em pleno pós-Carnaval. Com um repertório que versa sobre dança, celebração, calor e orgulho latino, os shows serão mais uma extensão da festa.
Show no Brasil é marco na carreira dele
O sucesso aqui no Brasil também é um grande marco para ele. Bem-sucedido em outros países há anos, Bad Bunny tinha dificuldade para entrar de vez no mercado brasileiro, o que é comum para muitos artistas internacionais.
Enquanto lá fora ele enchia estádios, aqui, teria um público bem menor. Com pouca demanda e alto cachê, o caixa não se equilibrava e isso dificultava até trazer os shows para cá.
Mas somos um mercado importantíssimo para qualquer artista internacional. Este é o país do engajamento, cronicamente online e com público para lotar inúmeros shows. É possível fazer sucesso internacional sem o Brasil, mas com os fãs brasileiros, a proporção é outra.
Essa questão afeta principalmente os artistas que cantam em espanhol. Nomes como Karol G, J Balvin e Emilia já apostaram em parcerias com artistas brasileiros para tentar entrar no mercado nacional.
Há várias discussões de por que o Brasil prefere músicas em português (às vezes, até em inglês). A única coisa que dá pra dizer é que esse cenário tem mudado.
Por muito tempo, acreditava-se que Bad Bunny nunca conseguiria conquistar o mercado brasileiro. Mas ao que tudo indica, nesta “era”, finalmente aconteceu. Ele esgotou dois shows em estádio, foi o principal assunto no Brasil depois do Super Bowl… e emplacou várias músicas nas paradas brasileiras em pleno Carnaval.
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Então, os shows aqui não são só boa notícia para os brasileiros; são, para Bad Bunny, uma coroação. Ele está no topo do mundo e vai bailar com a gente.
Bad Bunny fez o show do intervalo no Super Bowl no dia 8 de fevereiro de 2026
Morry Gash/AP

Fonte: G1 Entretenimento

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James Van Der Beek interpreta ‘pastor sinistro’ em filme póstumo; veja trailer de ‘The Gates’


James Van Der Beek: veja trailer de filme póstumo do ator, ‘The Gates’
Foram divulgadas nesta quarta-feira (18) as primeiras imagens de “The Gates”, filme póstumo de James Van Der Beek, que morreu no último dia 11, aos 48 anos.
O ator famoso pela série “Dawson’s Creek” aparece como um “pastor sinistro” no suspense que chega aos cinemas em 13 de março nos EUA, sem data divulgada no Brasil.
Ele faz o papel de Jacob, líder religioso que comanda uma comunidade fechada.
Dirigido por John Burr (de “Muse”, 2017), o filme mostra um trio de amigos que presencia um assassinato ao atravessar de carro o condomínio de luxo.
Depois disso, eles viram alvo do pastor interpretado por James Van Der Beek.
James Van Der Beek em último papel da carreira, um ‘pastor sinistro’ no filme ‘The Gates’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Peter Greene, de ‘Pulp Fiction’, morreu por arma disparada de forma acidental, conclui legista


Morre Peter Greene, ator de ‘Pulp Fiction’ e ‘O Máscara’
Ocorrida em dezembro de 2025, a morte de Peter Greene foi causada por uma arma de fogo, disparada de forma acidental. Foi o que concluiu a equipe legista do caso, nesta quarta-feira (18), conforme revelou o site americano People.
O ator morreu de “ferimento por arma de fogo na axila esquerda com lesão da artéria braquial”, diz o gabinete do médico legista. O relatório define a morte como acidental.
Morto aos 60 anos, Peter ficou conhecido por interpretar vilões em filmes como “Pulp Fiction” e “O Máscara”. Ele foi encontrado morto em seu apartamento em Nova York, nos Estados Unidos.
Nascido em Montclair, Greene começou a carreira na TV e estreou no cinema em 1992, no filme “Laws of Gravity”, ao lado de Edie Falco.
O ator se destacou no papel do vilão Dorian Tyrell em “O Máscara”, contracenando com Jim Carrey, e também ficou marcado como Zed em “Pulp Fiction”, de Quentin Tarantino.
“Ele era um dos melhores atores de personagens do planeta”, disse seu empresário Gregg Edwards, na época de sua morte, em entrevista ao site Deadline. “Ele se importava profundamente com causas humanitárias e era um amigo leal. Vai fazer muita falta.”
‘O Máscara’
Reprodução
Peter Greeneo em ‘Pulp Fiction’
Reprodução
Peter Greene
Getty Images por Deadline
Peter Greene
Instagram/ Reprodução
Peter Greeneo em ‘Pulp Fiction’ e ‘O Máscara’
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Mestre no comando das baterias, Ciça entra no panteão dos imortais do Carnaval com a vitória da Viradouro


Mestre Ciça, que fará 70 anos em julho, fica consagrado com a vitória da Unidos da Viradouro no Carnaval 2026 do Rio de Janeiro
Thaís Brum / Facebook Unidos do Viradouro
♫ ANÁLISE
♬ A vitória da escola de samba Unidos do Viradouro – eleita a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro no fim da tarde desta quarta-feira de cinzas – entroniza Mestre Ciça no panteão dos imortais. Enredo da agremiação de Niterói (RJ), Moacyr da Silva Pinto disse com a notória humildade que a vitória não é somente dele, mas de todo sambista.
A caminho dos 70 anos, a serem festejados em 20 de julho, Ciça – nascido em 1956 na cidade do Rio de Janeiro (RJ) – personifica o sambista que dá o sangue e o suor para ver brilhar a escola em que desfila. Ciça é um mestre da bateria. Exerce a função de diretor de bateria há 38 anos, precisamente desde 1988, ano em que comandou os ritmistas da escola Estácio de Sá.
Inspiração do enredo “Pra Cima, Ciça”, o artista é cria do Carnaval. Debutou nos desfiles no Carnaval de 1971 como passista e ritmista da escola de samba Unidos de São Carlos, agremiação que, em 1983, passou a se chamar Estácio de Sá. Ciça atuou como diretor de bateria da Viradouro a partir de 1999. Ficou até 2009 na agremiação fluminense, mas voltou dez anos depois, em 2019, permanecendo deste então na Viradouro.
Com passagens por Unidos da Tijuca, Acadêmicos do Grande Rio e União da Ilha do Governador, Ciça já era uma lenda viva para os integrantes da escola antes do Carnaval 2026.
A vitória de hoje da Viradouro somente consolida a força do mestre campeão na comunidade carnavalesca. Mais do que um ritmista ou diretor de bateria, Ciça é um exemplo a ser seguido pelo amor ao Carnaval.

Fonte: G1 Entretenimento

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James Van Der Beek interpreta ‘pastor sinistro’ em filme póstumo; veja primeiras imagens de ‘The Gates’


James Van Der Beek: veja trailer de filme póstumo do ator, ‘The Gates’
Foram divulgadas nesta quarta-feira (18) as primeiras imagens de “The Gates”, filme póstumo de James Van Der Beek, que morreu no último dia 11, aos 48 anos.
O ator famoso pela série “Dawson’s Creek” aparece como um “pastor sinistro” no suspense que chega aos cinemas em 13 de março nos EUA, sem data divulgada no Brasil.
Ele faz o papel de Jacob, líder religioso que comanda uma comunidade fechada.
Dirigido por John Burr (de “Muse”, 2017), o filme mostra um trio de amigos que presencia um assassinato ao atravessar de carro o condomínio de luxo.
Depois disso, eles viram alvo do pastor interpretado por James Van Der Beek.
O ator em decorrência de um câncer colorretal diagnosticado em 2023. Ele descobriu o câncer, já em estágio 3, e divulgou o diagnóstico em 2024.
James Van Der Beek em último papel da carreira, um ‘pastor sinistro’ no filme ‘The Gates’
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Fonte: G1 Entretenimento