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Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura se reúnem com Guillermo del Toro: ‘Grato pela generosidade’


‘O agente secreto’ recebe quatro indicações ao Oscar
Diretor de “O Agente Secreto”, Kleber Mendonça Filho publicou fotos em que ele e Wagner Moura aparecem ao lado de Guillermo del Toro, cineasta mexicano que dirigiu filmes como “Frankenstein”, “A Forma da Água” e “O Labirinto do Fauno”. O post foi feito no Instagram do artista, nesta quarta-feira (18).
“Visita a Del Toro. Obrigado ao grande cineasta e criador de imagens Guillermo del Toro. Grato pela sua generosidade e pelo seu cinema”, escreveu o Kleber na legenda. Segundo o brasileiro, as fotos foram tiradas em Los Angeles (EUA), neste mês.
No Oscar 2026, “O Agente Secreto”, “Frankenstein” e mais oito longas disputam o prêmio de melhor filme.
Wagner Moura, Kleber Mendonça Filho e Guillermo del Toro em foto postada pelo diretor brasileiro
Reprodução/Instagram
Ao todo, o filme mexicano recebeu nove indicações ao Oscar (melhor filme, melhor fotografia, melhor som, melhor direção de arte, melhor figurino, melhor ator coadjuvante, melhor roteiro adaptado, melhor trilha sonora original e melhor maquiagem e cabelo).
Já “O Agente Secreto” recebeu quatro indicações ao Oscar (melhor filme, melhor ator, melhor filme internacional e melhor seleção de elenco)

A cerimônia do Oscar acontece em 15 de março, em Los Angeles. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O’Brien como apresentador.
Qual a história de ‘O agente secreto’?
Wagner Moura é Marcelo em ‘O Agente Secreto’
Divulgação
“O Agente Secreto” coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho.
O longa de Kleber Mendonça Filho é um thriller de atmosfera densa que acerta ao transformar o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego.
Na edição do ano passado, “Ainda estou aqui” venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional. Foi a primeira estatueta conquistada pelo Brasil na história da premiação.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gemini, IA do Google, passa a criar músicas por comando de texto ou imagem


Gemini, IA do Google, passa a criar músicas por comando de texto ou imagem.
Reprodução/Google
O Google anunciou nesta quarta-feira (18) um novo modelo de inteligência artificial no Gemini, rival do ChatGPT. A ferramenta passa a permitir que usuários criem músicas a partir de comandos de texto ou de imagens.
A geração é feita com o Lyria 3, modelo de IA voltado à criação musical e integrado ao Gemini. Segundo a empresa, será possível produzir faixas de até 30 segundos em português, inglês, alemão, espanhol, francês, hindi, japonês e coreano.
De acordo com o Google, o recurso já está disponível para todos em versão beta. Assinantes dos planos Google AI Plus, Pro e Ultra terão limites mais altos de solicitações.
“O Lyria 3, o mais recente modelo de música generativa do Google, está sendo lançado hoje em versão beta no aplicativo Gemini. Basta descrever uma ideia ou enviar uma foto, como ‘um slow jam engraçado de R&B sobre uma meia encontrando seu par’, e, em questão de segundos, o Gemini transforma isso em uma faixa de alta qualidade”, informou a empresa em comunicado.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A companhia diz ainda que a IA pode se “inspirar” em informações compartilhadas pelo usuário em interações anteriores com o Gemini para criar as faixas.
Segundo o Google, todas as músicas geradas incluem o SynthID, uma marca d’água imperceptível que identifica conteúdos criados pela IA da empresa.
“Além disso, estamos lançando uma ferramenta que permite ao usuário carregar um áudio no Gemini para verificar se ele foi gerado por IA”, afirmou.
Gemini 3, novo modelo de linguagem da IA do Google
Divulgação/Google
Crise da memória RAM pode deixar celulares, notebooks e até carros mais caros no Brasil
Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre o ator Tom Noonan, famoso por filmes como ‘Robocop 2’ e ‘Caçador de Assassinos’


Tom Noonan em Arquivo X (1993)
Divulgação
O ator Tom Noonan morreu no último sábado (14) aos 74 anos. Ele ficou famoso em todo o mundo por seus trabalhos no cinema, como vilões de produções como “Caçador de Assassinos”, “Robocop 2”, “O Último Grande Herói” e “Deu a Louca nos Monstros”.
Noonan também era reverenciado por sua carreira nos palcos de Nova York desde o fim dos anos 70. Ele era considerado um grande dramaturgo por seu trabalho no teatro americano.
A morte dele foi confirmada nas redes sociais pela atriz Karen Sillas, sua colega de trabalho em algumas produções. Ela disse que ele faleceu pacificamente, mas não detalhou a causa da morte.

Fonte: G1 Entretenimento

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Perrengues com tapa-sexo: além de Virginia, veja outras musas que tiveram problemas com o acessório


Conheça mais sobre o tapa-sexo usado no carnaval
Em sua estreia como rainha de bateria da Grande Rio, a influenciadora Virginia Fonseca protagonizou um problema que, apesar de incomum, costuma acontecer com musas de escolas de samba durante o carnaval: o tapa-sexo que a protegia se perdeu em meio ao desfile.
LEIA TAMBÉM: Tapa-sexo de Virginia descola no desfile da Grande Rio, e rainha chega à Apoteose sem costeiro
O incidente com o tapa-sexo atrapalhou a evolução de Virginia, que precisou sambar com mais cuidado. Durante a transmissão de uma live antes de entrar na Sapucaí, Virginia relatou que enfrentou problemas com o figurino antes do desfile. Segundo ela, o peso da fantasia fazia a parte de baixo do maiô ceder, o que causava desconforto.
Tapa-sexo de Virginia descola no meio do desfile da Grande Rio
“Falei: ‘Não dá, teve que fazer tudo de novo”, contou. Como solução, afirmou que reforçaria a fixação da peça. “Nós vamos colar hoje. Vamos colocar uma fita”, disse.
Além de problemas com o tapa-sexo, Virginia tirou o costeiro, parte da fantasia que fica nas costas, por causa do peso. O acessório pesa 12kg.
Tapa-sexo de Virginia descola durante desfile da Grande Rio
Anderson Nordê / AgNews
A namorada de Vinicius Júnior não foi a primeira a ter problemas com o acessório no desfile e, certamente não será a última.
Veja abaixo outras musas do carnaval que passaram por perrengues parecidos:
Tarine Lopes segura o tapa-sexo que se soltou durante o desfile da X-9 Paulistana
TV Globo/Reprodução
Tarine Lopes (2018)
Em 2018, a madrinha da X-9 Paulistana Tarine Lopes teve o tapa-sexo deslocado do corpo ainda na concentração e teve de cruzar a avenida segurando a peça com a mão.
“Simplesmente foi o pior desfile da minha vida. Já na concentração ele começou a folgar, eu senti um desconforto e fiquei desesperada. Entrei na avenida com esse empecilho e fui segurando o tchan a avenida inteira”, disse Tarine em entrevista ao g1 um ano após o ocorrido.
Kerolay Chaves é a atual Miss Bumbum 2025 e desfilará neste ano como musa da Ala dos Compositores da escola do Grajaú, na Zona Sul de São Paulo.
Reprodução/Redes Sociais
Kerolay Chaves (2024)
A Miss Bumbum 2025, Kerolay Chaves revelou que, em um desfile em São Paulo, em 2024, colou o tapa-sexo com supercola por medo de a peça se soltar durante a apresentação. Após o desfile, precisou ir ao hospital para conseguir remover o adereço.
“Era meu primeiro desfile em São Paulo e eu estava muito tensa. O samba é intenso, a fantasia é mínima e eu tinha pavor de o tapa-sexo cair na avenida. Usei Super Bonder mesmo. Foi a forma que encontrei para garantir que não acontecesse nenhum acidente que prejudicasse a escola”, disse.
Figurino trai rainha de bateria da X9 Pioneira, e Musa da Gaviões acaba mostrando demais em desfile em Santos
A Tribuna Jornal
Francine Carvalho (2023)
Francine Carvalho, rainha de bateria da X-9 Pioneira, ganhou repercussão nacional em 2023 após o tapa-sexo se deslocar durante um desfile em Santos, expondo sua parte íntima diante do público. Ela afirmou que o problema foi técnico e negou qualquer intenção de exposição.
Dois anos depois, Francine deu a volta por cima ao conquistar o título de campeã como rainha da X-9, mesmo desfilando sob chuva e com uma fantasia de cerca de 30 quilos.
Destaque da Tucuruvi revela que prendeu tapa-sexo com cola de madeira
Suelen Mayara (2017)
Em 2017, Suelen Mayara, que é árbitra de futebol, desfilou com uma pintura corporal, que representa a arte de rua e prendeu o tapa-sexo com cola de madeira para sair na Acadêmicos do Tucuruvi em sua primeira vez no carnaval de São Paulo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Evan Dando é internado após enviar vídeos íntimos a fã e esposa se pronuncia: ‘Não defendo’


Evan Dando, do Lemonheads, é internado após enviar vídeos íntimos para fã
Reprodução/Instagram
Antonia Teixeira, esposa de Evan Dando, da banda The Lemonheads, disse que o músico estava em um “grave episódio de saúde mental” quando enviou vídeos íntimos não solicitados a uma fã.
Segundo Antonia, o cantor está internado em uma clínica de reabilitação para cuidar de sua saúde mental e abuso de substâncias.
A brasileira publicou um comunicado nas redes sociais neste sábado (14), dias depois do relato vir à tona na newsletter do jornalista Tony Ortega.
Segundo a fã, identificada como “Dawn”, ela mandou uma mensagem direta ao cantor parabenizando-o pelo novo disco, “Love Chant”. Dando teria respondido dizendo ser “exibicionista” e, no dia seguinte, enviado um vídeo se masturbando.
No texto, Antonia disse que “não defende as ações dele”, mas explicou que o músico passava por uma crise na época do ocorrido.
“Evan estava bebendo muito, abusando de drogas prescritas e teve um grave episódio de saúde mental. Durante esse tempo, ele se envolveu em trocas online inapropriadas. Ele acreditava que estava se comunicando com alguém que estava participando de mensagens sexuais consensuais e que estava confortável para receber conteúdo explícito”, escreveu.
Ela ressaltou que o estado de confusão mental do músico “não justifica o comportamento” dele e que não pretende minimizar o que aconteceu.
“Eu já deixei claro que continuar o tratamento é essencial, e eu decidirei me proteger caso ele não siga”, acrescentou.
“Contatei pessoalmente a mulher que fez a alegação para pedir desculpas. Ninguém merece receber conteúdo sexual indesejado, e eu sinto sinceramente pela angústia que isso causou”.
Internação no Brasil e cancelamentos
Evan Dando, que vive em São Paulo com Antonia e os três enteados, foi internado em um hospital local e, posteriormente, encaminhado para uma clínica de reabilitação.
O estado de saúde do músico já havia afetado compromissos profissionais nos Estados Unidos em janeiro. Após uma participação no programa de Jimmy Fallon, a banda gravou um episódio do projeto Tiny Desk, da rádio NPR, que não será exibido. “Naquele dia, ele estava totalmente fora de si”, explicou Antonia à revista Billboard.
Até o momento, a defesa do músico não se pronunciou oficialmente sobre as acusações. O Lemonheads é conhecido por hits do rock alternativo dos anos 90, como “Mrs. Robinson” e “It’s a Shame About Ray”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Romulo Fróes arrasta dores na marcha lenta de ‘Boneca russa’, álbum sobre o renascer das cinzas após a folia do amor


Romulo Fróes lança o álbum ‘Boneca russa’ nesta quarta-feira de cinzas, 18 de fevereiro
Luan Cardoso / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Boneca russa
Artista: Romulo Fróes
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ “Boneca russa” – álbum que Romulo Fróes apresenta hoje, 18 de fevereiro, via YB Music – é disco para tudo recomeçar na quarta-feira de cinzas, data estratégica para o lançamento deste álbum conceitual nascido do fim da união do artista paulistano com Alice Coutinho, parceira de vida e música.
Em “Boneca russa”, Fróes versa sobre ausências e feridas, expiando as dores do fim de um amor que atravessou muitos Carnavais. “Agora foi, não vai mais voltar atrás / … / E seu bloco não para pra mim”, resigna-se o poeta em versos de “A hora mágica”.
“Fim do mundo na avenida”, corrobora verso de “A vida que já era”, com alusão ao samba “A mulher do fim do mundo” (2015), música mais conhecida da parceria de Romulo Fróes com a ex-mulher Alice Coutinho, poeta e letrista.
“Boneca russa”, a propósito, também pode ser caracterizado como um disco de samba. Ou samba-canção. Mas um samba que segue no passo torto típico da obra de Romulo, sem cadências bonitas. Um samba que se insinua mais nas intenções do compositor do que nas formas finais das 13 composições. Até porque “Boneca russa” é álbum produzido por Marcelo Cabral e Romulo Fróes no inusitado formato de voz e baixo.
A voz é de Romulo. O baixo é de Cabral. Um baixo que fricciona o tempo todo, fazendo sangrar as feridas, e que pode soar elétrico e rascante como uma guitarra, como em “A casa de pé”. Ou soar percussivo, como em “Vaso ruim”.
Por ser incomum, a embalagem de voz e baixo aviva e tensiona canções de alta voltagem poética. “Água de rio parada no fundo do poço / Pele de choro na lágrima seca sem água / Não vale nada o berro enterrado na areia / Não estilhaça o verbo cavado na cara”, rima torto o poeta em “A felicidade perdida”, parceria de Romulo Fróes com Rodrigo Campos, bamba do samba de São Paulo no século XXI.
“Canto de uma vez / Sem dó de mim, sem dó de mim”, enfatiza Romulo com a intencional apatia que pauta “O mesmo fim”. Ao fim da faixa, a dor emerge funda, da alma do baixo de Marcelo Cabral.
Sem repetir versos das 13 músicas que compõem o repertório inteiramente autoral e inédito do álbum “Boneca russa”, Romulo Fróes de fato inventaria a dor sem dó. “Abra meu corpo, boneca russa, / Cave bem fundo até a ferida / Enche de ar o pulmão e tussa / O sangue da triste figura escondida”, suplica o poeta nos versos da música-título “Boneca russa”.
Músicas como “Renda portuguesa” parecem imersas em estado letárgico. O amor acabou e, com ele, se foi a pulsão de vida, recobrada aos poucos entre rimas de versos imperfeitos. “Não vai mais doer / Nem desafinar/ Não precisa crer / Amaldiçoar / O que não se vê / Não se pode imaginar”, reflete o poeta nos versos de “Minha vida sem você”.
“Por que tenho que tocar o chão? / Minhas pernas não me deixam voar / Levo o peso de uma multidão / Sou do bloco que não pode parar / … / Tremulando a quarta-feira / Empurrando o meu cordão”, canta Romulo em “Um estandarte para mim”, cuja letra foi escrita sobre melodia enviada pela parceira Ná Ozzetti, na marcha lenta do álbum.
Sim, “Boneca russa” é álbum arrastado que flagra um homem no fim do mundo afetivo, entre destroços emocionais, matéria-prima de músicas como “Um domingo sem fim” e “Assim que era”.
E, se todo Carnaval tem seu fim, a dor também cede às frestas de luz que iluminam a escuridão afetiva. No caso, a luz vem de Olga, filha de Romulo Fróes e Alice Coutinho, parceiros na canção batizada com o nome de Olga e alocada ao fim do disco com áudios da menina ao término da faixa.
“Olga” é promessa de vida no coração de Romulo Fróes após o arrastão de dores de amor. É como se “Boneca russa” sinalizasse que tudo pode recomeçar na quarta-feira com o renascer das cinzas após o Carnaval e o fim de uma folia de amor.
Capa do álbum ‘Boneca russa’, de Romulo Fróes
Desenho de Romulo Fróes com design de Thiago Lacaz

Fonte: G1 Entretenimento

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Shia LaBeouf é preso após suposta briga em Nova Orleans


Shia LaBeouf é preso em Nova Orleans
Joel C Ryan/Invision/AP
O ator Shia LaBeouf foi preso após ser acusado de agredir dois homens na madrugada de terça-feira (17) durante as celebrações de Mardi Gras em Nova Orleans, informou a polícia.
LaBeouf recebeu duas acusações de agressão simples, informou a polícia de Nova Orleans em um comunicado.
Policiais foram chamados a um estabelecimento após relatos de que o ator estaria “causando um distúrbio e tornando-se cada vez mais agressivo”, disse a polícia. As autoridades não informaram que tipo de estabelecimento era.
Um funcionário tentou retirar LaBeouf e, uma vez do lado de fora, o ator teria atingido um homem “várias vezes com os punhos fechados”, segundo a polícia. Testemunhas disseram aos policiais que LaBeouf deixou o local, mas retornou mais tarde e continuou a agir de forma agressiva.
“Vários indivíduos tentaram contê-lo, soltando-o na esperança de que ele fosse embora”, disse a polícia.
O homem que teria sido atingido primeiro por LaBeouf disse à polícia que o ator o agrediu novamente. Outro homem informou aos oficiais que LaBeouf também lhe teria dado um soco no nariz.
“Ele foi imobilizado até a chegada dos policiais”, afirmou a polícia.
LaBeouf foi levado a um hospital para tratamento de ferimentos desconhecidos e, após receber alta, foi preso e levado sob custódia pela polícia.
Histórico de problemas com a lei
LaBeouf teve vários embates com a lei durante sua carreira, incluindo uma prisão em Nova York no início de 2017 por embriaguez pública e conduta desordeira, que foi capturada em um vídeo de transmissão ao vivo. Ele foi enviado para reabilitação por ordem judicial.
Mais tarde, naquele mesmo verão, ele foi preso na Geórgia por embriaguez pública e acusado de conduta desordeira e obstrução, enquanto estava no local de filmagem de “The Peanut Butter Falcon”, sendo condenado à liberdade condicional.
Em 2020, ele foi acusado de agressão leve e furto em Los Angeles.
Naquele ano, a cantora e atriz inglesa FKA Twigs, cujo nome legal é Tahliah Barnett, também entrou com um processo alegando que LaBeouf foi física e emocionalmente abusivo com ela durante o relacionamento, caso que foi resolvido por meio de um acordo em julho.
LaBeouf pediu desculpas em um comunicado após o processo ser aberto. Ele também negou as acusações do processo em um documento de 2021, afirmando que quaisquer ferimentos ou danos sofridos por Barnett não foram causados por ele.
O ator de 39 anos ganhou destaque pela primeira vez como estrela infantil na série do Disney Channel “Even Stevens” e continuou trabalhando de forma constante na idade adulta. Ele é mais conhecido por seus papéis em “Transformers” (2007) e “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008).
LaBeouf tem uma filha, nascida em 2022, com a atriz Mia Goth.

Fonte: G1 Entretenimento

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Antonio Adolfo brinca o Carnaval com a liberdade do jazz em álbum afetivo


Capa do álbum ‘Carnaval – The songs were so beautiful’, de Antonio Adolfo
Ilustração de Elifas Andreato
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Entrei no clima da folia jazzística de Antonio Adolfo. Reouvi o álbum “Carnaval – The songs were so beautiful” (2025), lançado em julho por este excepcional pianista e arranjador carioca com capa que expõe a maestria de Elifas Andreato (1946 – 2022) para criar ilustrações para a arte de discos.
Não sou do jazz (exceto o das grandes cantoras do gênero), mas aprecio músicos que exercem a liberdade do jazz sem exibicionismo e com conhecimento de causa. É o caso de Adolfo. No álbum, o artista remexe na memória afetiva da infância, época em que ouvia, fascinado, sambas, marchas e frevos recorrentes no cancioneiro carnavalesco.
Com a sabedoria dos 79 anos, festejados em 10 de fevereiro, Adolfo remexe nesse repertório. Na boa companhia de Danilo Sinna (sax alto), Jessé Sadoc (trompete e flugelhorn), Jorge Helder (baixo), Marcelo Martins (flauta e sax tenor), Rafael Barata (bateria e percussão), Rafael Rocha (trombone) e Ricardo Silveira (guitarra), músicos que formam com Adolfo um octeto afinado, o pianista dá contornos jazzísticos a temas como o samba “É com esse que eu vou” (Pedro Caetano, 1947) e o frevo “Vassourinhas” (Mathias Rocha e Joana Batista Ramos, 1949), redesenhado harmonias, mas sem desfigurar as melodias.
A marcha “Oba” (Oswaldo Nunes, 1962) – hino do bloco carioca Bafo da Onça – é a única música que soa mais distante do formato original, mas ainda assim é reconhecível aos ouvidos foliões.
Mesmo fazendo música instrumental, o pianista parece estar atento ao sentido das letras, rasgando a fantasia de alegria que envolve tradicionalmente “Mal me quer” (Cristóvão de Alencar e Newton Teixeira, 1940), marcha de tom melancólico, para citar somente um exemplo de afinação entre música e letra no álbum “Carnaval – The songs were so beautiful”.
Ora imprimindo mais romantismo e serenidade jazzy, como na marcha “A lua é dos namorados” (Armando Cavalcanti, Kléssius Caldas e Brasinha, 1960), ora seguindo a cadência extrovertida do samba “Vai passar” (Francis Hime e Chico Buarque, 1984), cujo enredo político andou fazendo sentido em folias recentes, Antonio Adolfo sabe brincar o Carnaval com a liberdade do jazz neste álbum que resiste além dos dias de folia para quem aprecia o virtuosismo deste grande músico.
Recomendo. Até porque as músicas dos antigos Carnavais eram (e continuam) tão lindas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Série ‘Emergência 53’, da Globoplay, ganha prêmio em festival em Berlim


Série ‘Emergência 53’, Original Globoplay, ganha prêmio no festival Berlinale Series Market, em Berlim, na Alemanha, em 17 de fevereiro de 2026.
Arquivo pessoal
A série “Emergência 53”, Original Globoplay, ganhou um prêmio no Berlinale Series Market, na Alemanha, nesta terça-feira (17). A obra, a única representante brasileira neste deste ano no festival, foi lançada mundialmente na segunda-feira.
As atrizes Valentina Herszage e Heloísa Jorge e o chefe de Conteúdo de Ficção da Globoplay, Alex Medeiros, estavam presentes na entrega do prêmio.
“É uma honra receber esse prêmio. Essa série, para nós, é sobre elevar os limites o máximo possível para conseguirmos fazer algo que nunca tenha sido visto antes, então estamos muito felizes em receber esse reconhecimento”, afirmou Medeiros em discurso após receber o prêmio.
Criada por Andrucha Waddington, Claudio Torres e Márcio Maranhão, a série é um drama médico de alta intensidade, inspirado no Samu, que acompanha o cotidiano de uma unidade especial do serviço móvel de urgência no Rio de Janeiro. (Leia mais abaixo)
“É uma série muito emocionante, com muita adrenalina, que vai acompanhar a vida desses profissionais da saúde pública, principalmente do serviço móvel de urgência. Então é uma emoção estar aqui nesse momento do cinema brasileiro tão efervescente, tão alegre”, celebrou Herszage.
Valentina Herszage lança série ‘Emergência 53’ no Festival de Berlim
O diretor e criador Andrucha Waddington pediu para um maior fomento do audiovisual brasileiro para que mais produções possam figurar em festivais como o de Berlim.
“Voltar à Berlinale é sempre emocionante, estamos em um momento muito bom de audiovisual brasileiro, e espero que isso se torne uma questão de Estado, não de governo, que nossa indústria seja pensada para uma gestão de 30, 40 anos para termos uma produção longínqua, polifônica e plural”, afirmou Andrucha.
Vocação para o serviço público
A trama da série mergulha nos dilemas de profissionais que vivem no limite. Jorge interpreta a médica socorrista Glória e destaca o tom de homenagem da produção.
Valentina e Herszage e Heloísa Jorge no lançamento de ‘Emergência 53’, em Berlim
Divulgação
“Espero de verdade que as médicas negras e todos os profissionais negros se sintam representados não só pela minha personagem, mas por todos os personagens que a gente faz nessa série”, afirmou a atriz.
Já Herszage dá vida a Manuela, uma enfermeira cuja trajetória foge ao óbvio: filha do dono de uma rede de hospitais particulares, ela decide abdicar do conforto para atuar no atendimento de urgência do estado.
Força do audiovisual brasileiro
Para o diretor Andrucha Waddington, a presença em Berlim coroa um momento de retomada e expansão da produção nacional. Ele destacou que a série foca em “personagens que são heróis, mas têm contradições”, trabalhando para criar a unidade de resgate mais eficiente do Rio, mesmo quando nem sempre seguem os protocolos à risca.
“Eles formam a unidade de resgate de maior eficiência do Rio de Janeiro, apesar de não estarem sempre de acordo com os protocolos. A saúde e o resgate vêm sempre em primeiro lugar”, afirmou Andrucha.
“Estamos muito felizes de estar fazendo parte desse movimento de internacionalização do audiovisual brasileiro, puxada por ‘Ainda Estou Aqui’, ‘Manas’ e ‘O Agente Secreto’ e ‘A Fabulosa Máquina do Tempo’, e estamos tendo a felicidade de inserir nossas séries nessa internacionalização”, celebrou Medeiros.
Além das protagonistas, o elenco conta com nomes como Emílio Dantas, Yara de Novaes e uma participação especial de Fernanda Montenegro. “Emergência 53” tem estreia prevista no Globoplay para o segundo semestre de 2026.

Fonte: G1 Entretenimento

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Espírito irreverente de Rita Lee reanima a Mocidade Independente


Rita Lee (1947 – 2023) é retratada em escultura de alegoria da Mocidade Independente de Padre Miguel no desfile do Carnaval 2026
Reprodução / TV Globo
♫ OPINIÃO
♬ Um dia após a Imperatriz Leopoldinense celebrar a obra libertária de Ney Matogrosso, em desfile com cacife para fazer a escola de samba disputar o título de campeã do Carnaval carioca de 2026, a Mocidade Independente de Padre Miguel entrou na avenida com enredo em homenagem a Rita Lee (1947 – 2023), outro ícone da música brasileira que desafiou padrões, morais e costumes.
Abrindo o segundo dos três dias de desfile na noite de segunda-feira, 16 de fevereiro, a Mocidade deixou boa impressão ao apresentar o enredo “Rita Lee – A padroeira da liberdade”, bem desenvolvido pelo carnavalesco Renato Lage, de volta desde 2024 à escola da qual saíra após o Carnaval de 2002.
Não, a agremiação de Vila Vintém não fez um desfile para disputar título, mas é consenso que o espírito irreverente de Rita Lee reanimou a Mocidade Independente, escola que vinha amargando péssimas colocações e repercussões com os três desfiles anteriores.
Com as presenças de Roberto de Carvalho (parceiro de Rita na vida e na música), Mel Lisboa (atriz que encarna a cantora em musical de teatro) e Lilia Cabral (atriz que também interpreta Rita em outro musical, este ainda inédito e previsto para chegar à cena em maio) em carros alegóricos, o desfile da Mocidade foi fiel à ideologia feliz do rockcarnaval de Rita Lee.
Fantasias, alegorias e adereços retrataram o amor de Rita pelos animais – com referência explícita ao cão Orelha, morto por adolescentes em janeiro em ação monstruosa que chocou o Brasil – e a luta da artista contra a caretice, a censura e a repressão da ditadura militar que vigorou de 1964 a 1985. Nesse quesito, resultou especialmente espirituosa a alegoria que mostrou Rita presa, fumando cigarrinho alusivo à maconha consumida pela artista na época.
O enredo também destacou a exposição do empoderamento feminino no cancioneiro de Rita Lee em letras em que as mulheres jamais sentiam culpa por dar e ter prazer na relação com os homens. O carro “Não provoque! É cor de rosa choque” tripudiou o machismo ao trazer um homem feito de marionete nas mãos de uma mulher.
Entre bruxas, carros lisérgicos, discos voadores e mulheres de pernas pro ar, a Mocidade Independente evoluiu com leveza, driblando o fato de que o samba de enredo da escola – cuja letra pareceu quase colagem com versos de sucessos da artista – estava aquém da boa ideia de celebrar a liberdade de Rita Lee.
Enfim, a Mocidade Independente de Padre Miguel entrou e saiu feliz da avenida. A escola não está entre as favoritas ao título, uma vitória já está descartada, mas a Mocidade ainda tem alguma chance de garantir uma das seis vagas para voltar à Avenida Marquês de Sapucaí no sábado, 21 de fevereiro, no Desfile das Campeãs.

Fonte: G1 Entretenimento