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‘Passarinho urbano’, álbum cult em que Joyce Moreno foi intérprete do Brasil, faz 50 anos e ‘voa’ em shows em SP


Joyce Moreno faz show com o repertório do álbum ‘Passarinho urbano’ em 20 e 21 de fevereiro em São Paulo
Divulgação / Week-End Records
♫ NOTÍCIA
♬ Álbum lançado por Joyce Moreno em 1976, “Passarinho urbano” alça novos voos, 50 anos após o lançamento do disco, em dois shows agendados para 20 e 21 de fevereiro no Sesc Belenzinho, em São Paulo (SP).
O show estreou em 2019, em apresentação idealizada para ser única, mas acabou permanecendo em cena de forma eventual no embalo da revalorização do álbum “Passarinho urbano” – o que não deixa de ser curioso pelo fato de o álbum mostrar Joyce fora do trilho autoral recorrente na trajetória da artista.
Revelada em 1964, Joyce Moreno fez nome como compositora de obra autoral pautada tanto pelo suingue do samba-jazz e pelo balanço da bossa como pela feminilidade entranhada em canções que fizeram as cabeças de cantoras como Elis Regina (1945 – 1982) e Maria Bethânia. Contudo, a artista carioca levou 15 anos para consolidar a carreira fonográfica.
O sucesso aconteceu a partir de 1979. Antes, Joyce gravou discos recebidos quase em silêncio no Brasil, mas que, com o passar dos anos, foram ganhando admiradores e se tornando objeto de culto. É o caso de “Passarinho urbano”, álbum gravado pela artista na Itália em 1975, no estúdio mantido em Roma pelo compositor e produtor Sergio Bardotti (1939 – 2007), e lançado em 1976.
Já relançado no formato original de LP no Brasil e no exterior, “Passarinho urbano” é o primeiro álbum de Joyce como intérprete. No disco, a cantora deu voz a compositores do Brasil que resistiam diante da truculência da ditadura que dominava o país desde 1964.
O repertório incluiu músicas então recentes de compositores como Caetano Veloso (“Joia”, música-título de um dos dois álbuns lançados pelo artista em 1975), Chico Buarque (“Fado tropical”, parceria com Ruy Guerra, da safra de 1973) e João Bosco & Aldir Blanc (1946 – 2020) (“De frente pro crime”, samba de 1974), entre temas da década de 1960, casos de “Opinião” (Zé Ketti, 1964) e “Marcha da quarta-feira de cinzas” (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes, 1962).
Com a palavra, a própria Joyce Moreno: “ ‘Passarinho urbano’ chegou meio tímido no Brasil, sem show, sem muito se falar sobre ele, mas, com o tempo, o interesse foi crescendo tanto aqui quanto no exterior. Virou um artigo raro, acho que muito pelo lado político, pela coragem. Como estava na Europa, aproveitei para gravar os amigos que estavam sofrendo censura aqui no Brasil. Em 2019, o assunto estava latente por aqui e tive vontade de pegar meu violão, subir em um palco, e lembrar a produção artística genial de tempos duros que não devem voltar jamais. Era para ser apenas uma apresentação, quase que um desabafo. Mas, desde então, vez ou outra alguém me chama e o ‘Passarinho’ voa por aí. Agora, nessas duas apresentações em São Paulo, o motivo é de festa. Vamos comemorar e lembrar os 50 anos de lançamento desse álbum”, contextualiza a artista, que gravou o álbum “Passarinho urbano” na Itália porque acabara de fazer turnê pela Europa com Vinicius de Moraes (1913 – 1980).

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre francês Michel Portal, referência do jazz contemporâneo, aos 90 anos


O músico de jazz Michel Portal se apresenta no palco durante o Festival de Jazz “Les Rendez-vous de l’Erdre”.
FRANK PERRY / AFP
O clarinetista francês Michel Portal, referência do jazz contemporâneo, morreu aos 90 anos, anunciou neste domingo (15) sua empresária Marion Piras.
Reconhecido por sua versatilidade em diversos gêneros e instrumentos – ele também tocava saxofone –, é considerado um dos pioneiros do free jazz e compôs trilhas sonoras para filmes.
Em 1965, lançou as bases para um novo estilo com o álbum “Free Jazz”, libertando os músicos europeus das convenções americanas.
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Ele foi “um grande monumento para o jazz moderno e o jazz europeu, completamente aberto a uma ampla gama de músicas e experiências”, destacou sua representante, especificando que sua morte ocorreu na quinta-feira.
Nascido em 27 de novembro de 1935, em Bayonne, Michel Portal construiu uma sólida reputação como solista e também trabalhou com grandes nomes da música contemporânea, como Pierre Boulez, Luciano Berio e Karlheinz Stockhausen.
Em 2021, ele lançou ‘MP85’, o trabalho mais recente de uma extensa discografia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Bruno Mars usa foto de Reginaldo Rossi para celebrar o Valentine’s Day e web reage: ‘São idênticos’


Usuários comparam Bruno Mars e Reginaldo Rossi
Reprodução/Instagram
O cantor Bruno Mars desejou “Feliz Dia dos Namorados” aos seguidores nesta sexta-feira (14), data em que o Valentine’s Day é celebrado nos Estados Unidos, e chamou atenção ao usar uma imagem de Reginaldo Rossi na publicação.
A escolha não foi por acaso: o artista norte-americano e o rei do brega são frequentemente comparados por brasileiros nas redes sociais, tanto pela semelhança física quanto pelo repertório marcado por baladas românticas.
A “homenagem” ao artista brasileiro não passou despercebida pelos fãs, que apontaram nas redes sociais que a publicação seria um aceno direto ao público do Brasil. Veja repercussão abaixo.
Em 2024, Bruno Mars passou pouco mais de um mês no Brasil, com shows no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte e Brasília. Ao longo das 15 apresentações, o cantor foi pura simpatia com o público brasileiro: arriscou falas em português no palco, circulou pelas cidades, experimentou comidas típicas e chegou a lançar um funk em português durante a temporada no país.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Fã de Shakira que pagou R$ 5 para ver a cantora em MG não irá à show no Rio: ‘Ela me inspirou a outro sonho’


Shakira será a próxima atração do ‘Todo Mundo no Rio’, na Praia de Copacabana
Pode soar curioso, mas uma das fãs que desembolsou R$ 5 para ver Shakira em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 1997, não estará no show gratuito da cantora em Copacabana.
Aos 37 anos, Gisele Okuhara carrega na memória aquela noite como um ponto de virada: foi ali que nasceu o desejo que mudaria o rumo da própria vida. Inspirada pela artista colombiana, ela se tornou dançarina de dança do ventre. Agora ela escolheu trocar a viagem ao Rio de Janeiro por um investimento em outro sonho, ainda maior: uma apresentação internacional marcada para 2027, em Portugal.
“Fiquei muito feliz quando soube que ela seria a atração do ‘Todo Mundo no Rio’ e até pensei em ir, mas esse sonho de dançar fora do país falou mais alto. Sou grata à Shakira por ter despertado isso em mim. Assim como a dança, ainda mantenho o cabelo inspirado na época em que a vi em Uberlândia”, contou Gisele.
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Gisele Okuhara irá se apresentar em 2027 em Portugal
Reprodução/Redes Sociais
Show a R$ 5
Anunciada como atração do “Todo mundo no Rio” em 2026, Shakira vai comandar um megashow gratuito na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, no dia 2 de maio. No entanto, quase três décadas antes de subir ao palco carioca, a cantora colombiana se apresentou em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, com ingressos vendidos a R$ 5.
A cantora está prevista para subir ao palco às 21h45. O show, que terá transmissão da TV Globo, Multishow e Globoplay, contará com uma apresentação de abertura, ainda sem artista definido.
Em 1997, e ainda de cabelo preto, ela pisou em solo brasileiro para a turnê “Pies Descalzos” – ou “Pés Descalços”, em tradução livre – e fez um dos shows de uma exposição agropecuária, no Parque de Exposições do Camaru.
Card que divulgava o show da cantora na época em Uberlândia
Divulgação
Quanto o ingresso custaria hoje?
Atualmente, R$ 5 é um valor irrisório para muitas aquisições, principalmente para shows. Porém, na época, o valor correspondia a 4,43% do salário mínimo, que era de R$ 112.
No salário mínimo de 2026, de R$ 1.621, é como se o ingresso custasse R$ 71,81.
Shakira durante show da turnê “Las Mujeres Ya No Lloran” no Rio de Janeiro
Stephanie Rodrigues/g1
‘Como se fosse ontem’
Em 1997, a Skahira ainda não era a artista como conhecemos hoje. Mesmo assim, com longos cabelos pretos e uma voz única, ela levou muitos jovens até o Parque de Exposições do Camaru.
Gisele se lembra do show que acompanhou no auge dos 11 anos “como se fosse ontem”.
“Eu sempre fui muito fã da Shakira. Sabia cantar as músicas de trás para frente e de frente para trás. ‘Estoy aqui’ era a minha música favorita e eu passava horas cantando ela repetidamente no karaokê”, contou a fã.
Segundo Gisele, a empolgação ao saber do show e a vontade de ver de perto a cantora foram imediatas. No entanto, havia um problema: os pais.
“Eles, que não gostam nada de ‘muvuca’, não queriam de início, mas depois cederam ao pedido e acabamos indo de camarote. Foi uma experiência única”, lembrou em meio a risadas e gritos de euforia.
Quando lembra o valor do ingresso, Gisele fica ainda mais animada e diz que nunca mais vivenciou algo do tipo.
“Hoje, quando eu conto que fui em um show da Shakira por R$ 5, ninguém acredita. Na época não sei se as pessoas não acompanhavam muito ela, mas a pista não estava tão cheia”, relembrou.
26 anos após o show, Gisele Okuhara ainda mantém cabelo que um dia foi inspirado em Shakira
Reprodução/Arquivo pessoal
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Shakira fala pela primeira vez sobre o show
Shakira fala pela 1ª vez sobre show em Copacabana: ‘Concerto mais sonhado da minha vida’
Na quinta-feira (12), Shakira fez o primeiro vídeo após o anúncio do show em maio na Praia de Copacabana, no Rio. Misturando português e inglês, ela falou sobre a expectativa para a apresentação:
“Eu vou estar com você em breve, em maio, no concerto mais sonhado da minha vida. Nós vamos curtir muito. Eu tenho tanta saudade de vocês, mas em breve estarei no Rio na praia de Copacabana”, disse a artista, em português.
No vídeo, após sambar rapidamente, a artista agradeceu ao público brasileiro e fez uma declaração de amor:
“Eu te amo, Brasil!”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Ney Matogrosso faz um portelense torcer pela Imperatriz Leopoldinense…


A vida e obra de Ney Matogrosso inspiram o enredo ‘Camaleônico’, criado pelo carnavalesco Leandro Vieira para a Imperatriz Leopoldinense
Wagner Rodrigues / Divulgação Imperatriz Leopoldinense
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Sou Portela. Mas não nego que, no Carnaval carioca de 2026, meu coração e minha torcida são da Imperatriz Leopoldinense. Quem me fez temporariamente virar casaca – expressão antiga, mas ainda em uso, sobretudo no universo esportivo – foi Ney Matogrosso, enredo da escola de samba de cores verde e branca sediada em Ramos, bairro do subúrbio da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Para mim, a conexão de Ney com o carnavalesco Leandro Vieira é irresistível pela grande admiração que tenho por esses dois artistas.
Ney é cantor fundamental na história da MPB e também tem importância na sociedade brasileira pela postura libertária que afrontou a ditadura nos anos 1970 e abriu alas para a comunidade LGBTQIA+. Já Leandro é um carnavalesco criativo (talento gigante revelado nos anos 2010) que vem colecionando vitórias no Grupo Especial desde que arquitetou o desfile campeão da Mangueira em homenagem a Maria Bethânia no Carnaval de 2016.
Uma década depois, a vitória pode ser repetir com um enredo de Leandro sobre outra voz emblemática da música brasileira. Não é por acaso que a Imperatriz Leopoldinense já desponta como uma das favoritas ao título do Carnaval carioca de 2026 com o enredo “Camaleônico”.
É fato que o samba de enredo da escola é muito ruim e já critiquei a escolha do samba em texto publicado aqui na coluna em 7 de janeiro por entender que essa baixa qualidade do samba pode atrapalhar a Imperatriz e tirar alguns pontos em quesito precioso.
Também acho que o marketing afiado em torno do desfile da escola e a aclamação prévia do enredo podem reverter contra a Imperatriz na hora H. Basta lembrar que a Mangueira amargou um indigesto 11º lugar no Carnaval de 1994 com o enredo sobre o grupo Doces Bárbaros, também alvo de festa antecipada. Afinal, Carnaval se ganha na avenida.
Mas tudo isso são meras suposições sem real fundamento. Com o histórico de Leandro Vieira e o poder financeiro da Imperatriz Leopoldinense, tudo leva a crer que o enredo “Camaleônico” será desenvolvido de forma fascinante em desfile que tem cacife para se tornar histórico, antológico, pela simples presença de Ney Matogrosso na avenida com fantasia que, aposto, será deslumbrante. Ney não é um qualquer, como diria a mangueirense Alcione.
Além do mais, uma vitória da Imperatriz Leopoldinense no Carnaval 2026 festejaria antecipadamente os 85 anos que o cantor fará em 1º de agosto. Contudo, é claro que nenhum jurado levará isso em conta na hora de dar as notas da escola. São elocubrações de um crítico de MPB que celebra a longevidade de Ney Matogrosso em cena ao longo de 53 luminosos anos.
Quero que a Imperatriz ganhe o Carnaval em 2026 porque, como disse, aplaudo a trajetória de Ney Matogrosso e admiro Leandro Vieira como carnavalesco. Mas pode ser que amanhã, o dia da alegria, quando a Portela entrar na avenida, logo após a Imperatriz Leopoldinense, por ironia do destino, meu coração azul e branco fique mais uma vez tomado de amor pela escola de Oswaldo Cruz e se divida entre as duas agremiações.
Contudo, o fato é que, por ora, Ney Matogrosso tem a capacidade de fazer um portelense torcer pela Imperatriz Leopoldinense. E isso não é pouca coisa, se é que me entendem os que conhecem a história e os meandros dos desfiles das escolas de samba do Carnaval do Rio de Janeiro…
O carnavalesco Leandro Vieira (à esquerda) posa com Ney Matogrosso na sede da Imperatriz Leopoldinense
Wagner Rodrigues / Divulgação Imperatriz Leopoldinense

Fonte: G1 Entretenimento

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Ricky Martin aparece na sacada de hotel e filma bloco de carnaval


Ricky Martin filma bloco de carnaval no Rio
JC PEREIRA/ AGNEWS
No Rio para o carnaval, o cantor porto-riquenho Ricky Martin apareceu na sacada de seu hotel, o Copacabana Palace, na Zona Sul do Rio neste sábado (14).
O cantor usava seu celular e aproveitou para filmar um bloco de carnaval que passava pelos arredores.
Dias depois de participar da apresentação de Bad Bunny no Super Bowl, o cantor porto-riquenho Ricky Martin chegou ao Rio na quinta e escreveu”#TôNoRio” na legenda de um post.
Em outras imagens, ele aparece andando de bicicleta em Ipanema e no calçadão. Na sexta-feira (13), ele esteve em um baile de carnaval.
Ricky já tinha avisado que poderia aparecer no Rio no carnaval. A declaração foi dada em entrevista à jornalista Cleide Klock, brasileira radicada em Los Angeles (EUA), e veiculada pela Apple TV.
Carnaval brasileiro vira destino de celebridades internacionais; veja quem passa a festa no país
Ricky Martin faz post no Rio de Janeiro
Reprodução/Instagram
Ele lembrou que já esteve na cidade e afirmou que estava animado por voltar, dessa vez solteiro. “Quando você tem 400 tambores te cercando e toda essa força representa uma elevação espiritual. Isso mudou a minha música, e preciso voltar”.
Em 1997, Ricky Martin também esteve no carnaval do Rio – ele desfilou na Portela
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Bad Bunny no Super Bowl: entenda os principais momentos do show que enfureceu Trump
Ricky Martin anda de bicicleta na orla de Ipanema
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Filme de ficção científica ‘Boa sorte, divirta-se, não morra’ alerta sobre a IA com toque cômico


Cena do filme ‘Boa sorte, divirta-se, não morra’
Divulgação
Gore Verbinski espera que seu filme “Boa sorte, divirta-se, não morra” seja terapêutico, ao mesmo tempo em que alerta para o efeito deteriorante da tecnologia e da inteligência artificial na sociedade, disse o diretor vencedor do Oscar no Festival de Cinema de Berlim nesta sexta-feira.
Exibido como parte da seção especial fora da competição do festival, o filme é estrelado por Sam Rockwell, que interpreta um viajante do tempo desalinhado e sem nome. Ele aparece em uma lanchonete numa noite com uma fantasia de tubos e fios e um único objetivo: escolher quem entre os clientes confusos irá se juntar a ele em uma missão para impedir um futuro apocalipse da IA.
O resultado é uma comédia dramática de ficção científica cheia de ação que visa entreter e, ao mesmo tempo, fazer as pessoas refletirem sobre os riscos de uma sociedade excessivamente digitalizada.
“A comédia é, em muitos aspectos, a crítica mais severa”, disse Verbinski. “E acho que, se você está conseguindo fazer as pessoas rirem, há um pouco de remédio no bolo, certo?” Enquanto algumas pessoas estão percebendo o comentário social do filme de forma dramática, outras “estão apenas comendo bolo”, acrescentou ele.
Famoso por dirigir filmes como “Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra” e o terror “O Chamado”, de 2002, Verbinski disse que também vê o humor como uma forma de ilustrar como a sociedade “normalizou parte dessa insanidade”.
O filme alterna ação e comédia com algumas das histórias mais dramáticas dos personagens, que abordam outros temas atuais de uma maneira que lembra a série distópica de ficção científica “Black Mirror”.
“No que diz respeito aos aspectos políticos do filme, obviamente um tiroteio em uma escola já é demais”, disse Rockwell, de 57 anos, referindo-se à história da personagem Susan, interpretada por Juno Temple. No entanto, “a prioridade do filme é entreter”, disse Rockwell, vencedor do Oscar. “E se você captar uma mensagem, ótimo.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Lauana Prado anuncia sexo de bebê em cima de trio elétrico de bloco em SP


7 escolas de samba desfilaram na primeira noite do carnaval em SP
A cantora sertaneja Lauana Prado anunciou o sexo do bebê que espera do alto do trio elétrico do Carna Lau, no Ibirapuera, em São Paulo.
Ao lado da namorada Tati Dias, Lauana confirmou que terá um menino. Em 18 de janeiro, a artista confirmou que estava grávida do primeiro filho, fruto de uma fertilização in vitro.
Lauana Prado anuncia sexo de bebê ao lado de Tati Dias no bloco Carna Lau, em São Paulo.
Edu Araujo/Agnews
O bloco que reuniu meio milhão de pessoas em 2025 retornou às ruas da capital para sua segunda edição.
Mais cedo, artista posou aos beijos com a influenciadora Tati Dias, com quem reatou o relacionamento no início deste mês (veja abaixo).
Lauana Prado e Tati Dias posam juntas aos beijos no bloco Carna Lau, em São Paulo.
Edu Araujo/Agnews

Fonte: G1 Entretenimento

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Isadora Cruz comemora ouro inédito de Lucas Pinheiro


Lucas Pinheiro namora a atriz Isadora Cruz.
Reprodução/Redes Sociais
A atriz Isadora Cruz, protagonista da novela das sete da Globo, Coração Acelerado, comemorou o ouro inédito do namorado, o esquiador Lucas Pinheiro.
Em seu Instagram, ela repostou uma foto do casal publicada pela TV Globo.
🎿Astro do esqui alpino, Lucas Pinheiro fez história ao conquistar a primeira medalha olímpica do Brasil nos Jogos de Inverno. Ele fez o melhor tempo na prova de slalom gigante na competição.
Lucas Pinheiro é filho de pai norueguês e mãe brasileira e cresceu dividido entre os dois países. Agora, o relacionamento com Isadora Cruz tem sido fundamental para aprofundar sua imersão na cultura nordestina.
“Mas eu sou um paulista, né. Então eu tenho sotaque de São Paulo. Quando eu visito a Isa aqui no Rio de Janeiro, eu viro meio carioca. Mas agora que eu conheci João Pessoa, visitando a família dela, estou falando “‘oxe”, “oxente”. Nossa, o meu sotaque está uma bagunça. Eu sou um norueguês, paulista, nordestino, carioca”, contou o esquiador em conversa com o ge.
SAIBA MAIS SOBRE ‘CORAÇÃO ACELERADO’:
📺 Criada e escrita por Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento, a comédia romântica musical transforma em novela o universo sertanejo, estilo mais ouvido no Brasil. Na trama, Isadora Cruz interpreta Agrado Garcia, uma cantora e compositora talentosa que batalha para conquistar uma carreira de sucesso. Ela conhece João Raul (Filipe Bragança) ainda criança, mas eles se separam e sonham em se reencontrar para viver o amor e a música juntos.
‘Coração Acelerado’ transforma em novela universo sertanejo

Fonte: G1 Entretenimento

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Monobloco faz arrastão da alegria ao cantar Jorge Aragão em álbum que mergulha na obra foliã do compositor


Capa do álbum ‘Mar de Aragão – Monobloco canta Jorge Aragão’, do Monobloco
Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Mar de Aragão – Monobloco canta Jorge Aragão
Artista: Monobloco
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Décimo e último megabloco escalado para animar o Carnaval carioca de 2026, o Monobloco desfilará no Circuito Preta Gil, no Centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ), no domingo depois da folia, 22 de fevereiro.
No Carnaval desde 2000, o Monobloco vai para a rua com o enredo “Pode entrar que a casa é sua” em que presta homenagens a Arlindo Cruz (1958 – 2025) e a Preta Gil (1974 – 2025) enquanto apresenta o repertório do álbum “Mar de Aragão – Monobloco canta Jorge Aragão”, disponível nos aplicativos de áudio desde 6 de fevereiro em edição da Aragão Music.
Sim, o carioca Jorge Aragão está no centro do enredo do samba folião do bloco comandado por Celso Alvim e Pedro Luís. O título do enredo “Pode entrar que a casa é sua” reproduz verso do samba “Verdadeiro bloco” (2026), composto por Aragão para o Monobloco registrar no álbum gravado em estúdio com produção musical do percussionista Marcos Suzano. Trata-se do primeiro álbum do Monobloco desde “Arrastão da alegria” (2013), disco lançado há 13 Carnavais.
Reproduzir a energia e o calor de um bloco no estúdio é missão impossível. Feita a ressalva, é justo louvar o Monobloco pelo resgate de samba poucos conhecidos da parcela foliã do cancioneiro de Jorge Aragão, compositor bamba, geralmente mais louvado pelo (belo) repertório de sambas melancólicos.
Grande e esquecido samba lançado por Alcione em 1981, “Sem perdão” (Jorge Aragão, Nilton Barros e Sereno) é uma das pérolas mais raras e felizes pescadas pelo Monobloco ao lado de “A festa é da massa” (1982) – outra joia apresentada na voz de Alcione e regravada pelo bloco na cadência baiana do ijexá – e “Agitar geral” (Jorge Aragão e Sombrinha, 2006), esta com toque de funk na batida do samba.
Aberto na voz de Pedro Luís, solista de “Toca esse tambor” ( (Jorge Aragão, Joel de Almeida e Pereira Matos, 2024), tema do Carnaval do Monobloco em 2024 apresentado em single gravado pelo coletivo com o próprio Aragão, o álbum “Mar de Aragão” traz a voz de Ana Costa no inédito samba-título composto por Claudio Jorge e Marcelinho Moreira em tributo ao autor de sucessos como “Coisa de pele” (Jorge Aragão e Adilson Victor, 1986), espécie de carta de princípios do pagode carioca, relida pelo Monobloco com a adesão vocal de Marcelinho Moreira.
Embasada pelo paredão percussivo do Monobloco, mas confeitada com sopros, a sonoridade do álbum se afina com o tom extrovertido de grandes sambas foliões como “Primeira escola” (Jorge Aragão, Neoci Dias e Edel Ferreira, o Dida, 1979), “Alegria Carnaval” (Jorge Aragão e Nilton Barros, 1982) e “Suor no rosto” (Jorge Aragão, Nilton Barros e Edel Ferreira, o Dida, 1983), lançados na vozes de Alcione, Ney Matogrosso e Beth Carvalho (1946 – 2019), respectivamente.
Intérprete original de alguns dos maiores hits de Aragão, como “Vou festejar” (Jorge Aragão, Neoci Dias e Edel Ferreira, o Dida, 1978) e “Coisinha do pai” (Jorge Aragão, Almir Guineto e Luiz Carlos Xuxu, 1979), ambos revividos pelo coletivo no disco, a antenada Beth Carvalho também lançou “Herança” (Jorge Aragão, Adilson Victor e Luiz Carlos da Vila, 1980) e “Toque de malícia” (1984), outras duas preciosidades repostas na rua pelo Monobloco neste álbum valorizado pela primorosa seleção de repertório.
O grupo fez bem ao ignorar os sambas mais melancólicos (geralmente bonitos, mas inapropriados para a folia) para evidenciar a alegria do Carnaval que também move a alma e a obra de Jorge Aragão da Cruz.
Esse recorte legitima o mergulho oportuno do Monobloco no mar poético de melodias e letras de compositor que sempre soube levantar a onda e o astral quando é Carnaval. É nessa onda que o Monobloco promove um arrastão de alegria ao cantar Jorge Aragão em álbum moldado para a folia, mas bom o suficiente para sobreviver além do Carnaval.
Pedro Luís (à esquerda), um dos líderes do Monobloco, em estúdio com Jorge Aragão
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Fonte: G1 Entretenimento