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Edilson Capetinha é desclassificado do ‘BBB 26’


Edilson é desclassificado do ‘BBB 26’
Globo/Manoella Mello
O ex-jogador de futebol Edilson foi desclassificado neste sábado (14) do “BBB 26”, após descumprir uma das regras do programa.
Edilson e Leandro Boneco tiveram uma discussão e trocaram xingamentos na madrugada deste sábado.
Após análise das imagens do participante com Leandro, constatou-se que Edilson ultrapassou os limites e descumpriu as regras do programa.
Mais informações serão apresentadas no programa de hoje por Tadeu Schmidt.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Aos 55 anos, Edilson acumula passagens por clubes como Palmeiras, Corinthians, Flamengo, Vasco e pelo Benfica, de Portugal. Natural de Salvador, o ex-jogador também participou do quadro ‘Dança dos Famosos’, em 2013, e atuou como comentarista esportivo.
Conhecido como “Capetinha”, saiu do bairro da Federação para realizar o sonho de jogar futebol. Campeão da Copa do Mundo pela Seleção Brasileira, foi um dos grandes nomes do esporte nos anos 1990 e início dos anos 2000.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Esperança brasileira nas Olimpíadas de Inverno vive romance com protagonista de novela da Globo


Lucas Pinheiro namora a atriz Isadora Cruz
Reprodução/Redes Sociais
Sorte no esporte, e no amor também. Astro do esqui alpino e esperança brasileira nas Olimpíadas de Inverno, Lucas Pinheiro é namorado da atriz Isadora Cruz, protagonista da atual novela das sete da Globo, “Coração Acelerado”.
📺 Criada e escrita por Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento, a comédia romântica musical transforma em novela o universo sertanejo, estilo mais ouvido no Brasil. Na trama, Isadora Cruz interpreta Agrado Garcia, uma cantora e compositora talentosa que batalha para conquistar uma carreira de sucesso. Ela conhece João Raul (Filipe Bragança) ainda criança, mas eles se separam e sonham em se reencontrar para viver o amor e a música juntos.
Lucas Pinheiro é filho de pai norueguês e mãe brasileira e cresceu dividido entre os dois países. Agora, o relacionamento com Isadora Cruz tem sido fundamental para aprofundar sua imersão na cultura nordestina.
“Mas eu sou um paulista, né. Então eu tenho sotaque de São Paulo. Quando eu visito a Isa aqui no Rio de Janeiro, eu viro meio carioca. Mas agora que eu conheci João Pessoa, visitando a família dela, estou falando “‘oxe”, “oxente”. Nossa, o meu sotaque está uma bagunça. Eu sou um norueguês, paulista, nordestino, carioca”, contou o esquiador em conversa com o ge.
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‘Coração Acelerado’ transforma em novela universo sertanejo

Fonte: G1 Entretenimento

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Papatinho segue o baile com EP em que põe o bloco do funk na rua com Anitta, Jason Derulo, Kevin O Chris e L7nnon


Papatinho procura conectar o funk carioca contemporâneo com o pop global nas cinco faixas do EP ‘Baile do Papato vol 2’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Já é Carnaval e Papatinho põe o bloco do funk na rua na companhia de Anitta, L7nnon, Kevin O Chris e MC Tuto, entre outros nomes do batidão carioca, além do cantor norte-americano Jason Derulo. Esses artistas figuram como convidados ao longo das cinco faixas do segundo volume do EP “Baile do Papato”, lançado na noite de ontem, 12 de fevereiro.
Anunciado uma semana antes com a edição em 5 de fevereiro de “Joga a tabaca”, single que une o DJ e produtor musical carioca com Anitta e DJ Biel do Furduncinho, o EP “Baile do Papato vol. 2” mostra Thiago da Cal Alves – nome de batismo de Papatinho – às voltas com batidas contemporâneas do funk carioca enquanto o artista põe literalmente o bloco na rua pela primeira vez no Carnaval da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Sequência do EP “Baile do Papato” (2023), lançado há dois anos, o segundo volume nasceu com a intenção de promover a conexão do funk carioca – base da música urbana desse artista que entrou em cena na Cone Crew Diretoria – com o pop de sonoridade global, funcionando como a trilha sonora do Carnaval 2026.
Além de “Joga a tabaca”, o EP “Baile do Papato vol. 2” reúne as faixas “Gostosinho na onda” (com Rodrigo do CN), “Baile da faixa” (com feats de Papatinho com Kevin O Chris e MC GW), “Tira” (com Jason Derulo e Kloe) e “Possessiva” (com MC Tuto, MC J9 e Oik).
Capa do EP ‘Baile do Papato vol 2’, de Papatinho
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Guerreiras do K-pop’ tem continuação confirmada e deve ter mesmos diretores do primeiro


Clones das Guerreiras do K-Pop: as idols genéricas que ‘invadiram’ teatros pelo Brasil
O sucesso “Guerreiras do K-pop” terá uma continuação e deve contar com os mesmos diretores do primeiro filme. Em entrevista à revista “The Hollywood Reporter”, Kristine Belson, presidente da Sony Pictures Animation, explicou que a segunda parte começará a ser desenvolvida após a “campanha de premiações”.
“Há muitas coisas para cuidar em relação à campanha de premiações. Depois de todo o burburinho, dos prêmios e das grandes festas com pessoas importantes — sim. Vai voltar a ser apenas os dois em uma sala”, explicou, confirmando que Maggie Kang e Chris Appelhans trabalharão juntos na segunda parte da produção.
A animação é o filme mais visto da história da Netflix. O longa conquistou dois Globos de Ouro — melhor animação e melhor canção original com “Golden” —, um Grammy e tem duas indicações ao Oscar 2026, melhor animação e melhor canção original.
Leia mais: As clones das Guerreiras do K-Pop: as idols genéricas que ‘invadiram’ teatros pelo Brasil
‘KPop Demon Hunters’ mistura animação e trilha irresistível criada por produtores de BTS e Blackpink
Cena do filme ‘Guerreiras do K-pop’
Divulgação/Netflix

Fonte: G1 Entretenimento

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É #FAKE que foto mostre Lady Gaga comendo carne humana em ilha de Epstein; registro exibe interação da cantora com obra de arte


É #FAKE que foto mostre Lady Gaga comendo carne humana em ilha de Epstein; registro é de interação da cantora com obra de arte
Reprodução
Circula nas redes sociais uma foto que supostamente mostraria a cantora Lady Gaga comendo carne humana na ilha de Jeffrey Epstein (1953-2019), bilionário conhecido por sua ligação com uma vasta rede de tráfico sexual e de menores no início dos anos 2000. É #FAKE.
selo fake
g1
🛑 Como é a imagem?
Publicada no Facebook em 4 de fevereiro, a legenda do post diz, em malaio: “Você sabe o que o Epstein estava comendo? Você sabe o que está deitado aqui? Eles estão comendo um prato de carne humana”.
A foto mostra a americana Lady Gaga com uma colher na boca ao lado do que parece ser um corpo coberto de um líquido escuro em uma bacia. A artista sérvia Marina Abramović aparece ao lado da cantora pegando o líquido com uma colher.
Foto de Lady Gaga mostra performance artística, não canibalismoNa verdade, a imagem foi registrada em 27 de julho de 2013 durante um evento beneficente de artes em Nova York, enquanto as artistas interagiam com uma obra de arte performática.
A mesma imagem circula em outros posts do X, Instagram, Reddit e TikTok, com legendas alegando que o registro se trata de um ritual satânico na ilha de Epstein e que estaria no meio das 3 milhões de páginas dos arquivos do caso de Epstein divulgadas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
⚠️ Por que isso é falso?
A foto mostra as artistas interagindo com uma obra performática da artista Lisa Lozano, exibida durante o evento beneficiente anual Watermill Center, realizado em Nova York, nos EUA, em 27 de julho de 2013. A apresentação “Funérailles de Miel” (Funeral de Mel, em português) consistia em uma performance de uma mulher imersa em um recipiente com mel, representando um caixão.
Para encontrar a origem do conteúdo, o Fato ou Fake fez uma busca reversa no Google Lens. Essa pesquisa serve para verificar o conteúdo havia sido reproduzido anteriormente por fontes confiáveis – e em que contexto.
O resultado levou para uma publicação do Instagram com a mesma foto, indicando que o clique foi registrado no evento beneficente e estava disponível no banco de imagens da Getty Images.
O Fato ou Fake buscou pela foto na Getty Images e encontrou o registro original, que tem a seguinte descrição: “Lady Gaga e Marina Abramovic comparecem ao 20º Jantar Beneficente Anual de Verão do Watermill Center no Watermill Center em 27 de julho de 2013 em Water Mill, Nova York”.
É #FAKE que foto mostre Lady Gaga comendo carne humana em ilha de Epstein; registro é de interação da cantora com obra de arte
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Fonte: G1 Entretenimento

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Carnaval de 1976 legou belos sambas de enredo – lembre a safra cantada há 50 anos pelos foliões do Rio de Janeiro


Capa do álbum ‘Sambas de enredo das escolas de samba do grupo 1’, disponível nos aplicativos de áudio
Reprodução
♫ MEMÓRIA – SAMBAS DE ENREDO DO CARNAVAL 1976
♬ Aberto oficialmente nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, o Carnaval 2026 do Rio de Janeiro mobiliza multidões que assistirão ao desfile das escolas de samba pela TV ou ao vivo, nas arquibancadas, cadeiras e camarotes Marquês de São Sapucaí. A festa tem tudo para ser emocionante.
Contudo, há consenso de que a safra carioca de sambas de enredo da folia de 2026 é uma das mais fracas da história do Carnaval do Rio de Janeiro. Se alguém tem dúvida da queda de qualidade do gênero, recorrente e reafirmada ano após ano, basta lembrar a excelente safra do Carnaval carioca de 1976, eternizada no álbum “Sambas de enredo das escolas de samba do grupo 1”, lançado no formato de LP pela gravadora Top Tape no fim de 1975.
Há 50 anos, os foliões cantaram grande sambas no Carnaval de 1976. Um deles, aliás, “Os sertões”, samba de autoria de Edeor de Paula (1932 – 2020) apresentado pela escola Em Cima da Hora na voz do puxador Nando, costuma figurar (com razão e destaque) em antologias com os melhores sambas de enredo de todos os tempos. Há quem o considere o melhor.
Obra-prima do gênero, “Os sertões” é exemplo de maestria de uma era em que os sambas de enredo tinham belas melodias e andamentos mais lentos, sem a aceleração observada nas últimas décadas. Era uma época em que a composição de um samba de enredo era uma criação essencialmente artística, ainda não dominada pela indústria que movimentaria as escolas de samba com o passar dos anos.
Havia disputa, como sempre houve desde que o samba é samba, mas o critério de escolha de um samba era artístico, não político, como nos Carnavais recentes, em que sambas são assinados por quem pouco ou nada contribuiu para a composição.
Além de “Os sertões”, um primor de melodia e letra, o Carnaval carioca de 1976 legou grandes sambas. É o caso de “No reino da Mãe do Ouro” (Tolito e Rubens de Mangueira), samba da escola Estação Primeira de Mangueira cujo refrão aliciante (“Obabá/ Olaô babá/ É a Mãe do Ouro/ Que vem nos salvar”) atravessou gerações na memória popular do folião.
E teve mais ouro nessa safra! Como resistir à doce melodia de “Lenda das sereias – Rainha do mar” (Vicente Mattos, Dinoel Sampaio e Arlindo Velloso), samba de enredo do Império Serrano? Esse samba alcançou outros Carnavais ao ser revitalizado por Marisa Monte em 1989 no primeiro álbum da cantora (aliás, “Lenda das sereias” está no roteiro do show “Phonica”, atual turnê de Marisa).
E o que dizer de “Sonhar com rei dá leão”, samba composto pelo então desconhecido Neguinho da Beija-Flor para a escola que incorporou ao nome artístico? Ao versar sobre o jogo do bicho, a também então desconhecida Beija-Flor de Nilópolis foi para as cabeças, emplacando a primeira das 15 vitórias da agremiação fluminense no Carnaval do Rio de Janeiro – mérito do ótimo samba, mas sobretudo do carnavalesco Joãosinho Trinta (1933 – 2011), então debutando na escola.
Com o campeonato da Beija-Flor em 1976, o Carnaval carioca começou a se profissionalizar, abrindo alas para que outras escolas apostassem no luxo e vencessem os desfiles, cujas vitórias eram até então um monopólio das quatro grandes escolas, grupo de elite formado por Portela, Império Serrano, Mangueira e Salgueiro. A Mocidade Independente de Padre Miguel, por exemplo, seria a campeã do Carnaval carioca de 1979.
A propósito, embora tenha ficado quase esquecido com o passar do tempo, o samba de enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel, “Menininha do Gantois” (Toco e Djalma Cril), também é digno de figurar em antologia do gênero pela beleza da melodia concisa.
Também merece menção honrosa a beleza de “O homem do Pacoval” (Noca da Portela, Colombo e Edir), samba da Portela sobre as lendas, mistérios e tradições da Ilha de Marajó. “Invenção de Orfeu” (Paulo Brazão, Rodolpho e Irani), samba da Unidos da Vila Isabel, é outro que merece ser saudado pela boa qualidade da melodia e letra, típicas da agremiação de Martinho da Vila.
É fato que nem tudo reluziu como ouro na safra de 1976. Também houve sambas medianos naquele ano, só que, em confronto com os sambas de safras recentes, esses tais sambas medianos correm risco até de serem considerados obras-primas em 2026…
“Por mares nunca dantes navegados” (Gibi, Sereno e Guga) não está entre os melhores sambas da Imperatriz Leopoldinense, então uma escola sem peso no Carnaval carioca. Já “Riquezas áureas da nossa Bandeira” (Caciça), samba pomposo da Tupy de Brás de Pina, perde pontos de cara pelo enredo ufanista em época em que o Brasil vivia sob ditadura.
Mais interessante é “Poema de máscaras em sonhos” (Da Vala, Dito, L, Barbicha, Mestrinho e Wilson Jangada), samba com que a União da Ilha do Governador celebrou a Praça Onze, palco dos primeiros Carnavais cariocas. Embora não se imponha entre os melhores sambas da Ilha, “Poema de máscaras em sonhos” exala lirismo e tem algumas passagens melódicas bonitas.
“Folia de reis” (Agnelo Campos e Efe Alves), samba da Lins Imperial, é outro samba que não chega a sobressair na safra de 1976, mas que seria exaltado em 2026. O mesmo pode ser dito sobre “Arte negra na legendária Bahia” (Caruso, Caramba e Dominguinhos do Estácio), samba da Unidos de São Carlos, escola que mudaria de nome para Estácio de Samba. Um grande samba, aliás, reeditado pela Estácio no Carnaval de 2005.
Há também beleza e grandeza em “Mar baiano em noite de gala” (Carlão Elegante, Pedro Paulo e Joãosinho), samba da Unidos de Lucas, também com enredo inspirado pela ancestralidade afro-brasileira que banha as águas e os ares da Bahia.
Por fim, fechando o álbum (disponível nos aplicativos de áudio), há o samba da escola Acadêmicos do Salgueiro, “Valongo” (Djalma Sabiá), outro belo samba, único cantado no disco por uma mulher, Dinalva.
Enfim, o álbum “Sambas de enredo das escolas de samba do grupo 1” permanece como perene atestado de época de ouro do samba de enredo, gênero que atingiu o auge nos anos 1970 e 1980 em processo de consolidação e popularização que se iniciara na década de 1960.

Fonte: G1 Entretenimento

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Museu do Louvre: vazamento de água afeta galeria com obras mais valiosas; Mona Lisa não foi afetada


Museu do Louvre
REUTERS/Gonzalo Fuentes
A galeria Denon do Museu do Louvre, onde estão expostas as pinturas mais valiosas, foi atingida por um vazamento de água na noite de quinta-feira (12). A área da famosa Mona Lisa, de Da Vinci, não foi afetada, disse um representante sindical à Reuters na sexta-feira.
“Devido a uma falha técnica no andar superior durante a noite, a área está fechada ao público e um andaime foi instalado”, declarou o representante.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Um porta-voz do museu não fez comentários imediatos sobre o incidente.
O vazamento ocorreu na sala 707, onde estão expostas pinturas do artista francês Charles Meynier, do século 19, e do artista italiano Bernardino Luini, do século 16. Nenhuma avaliação dos possíveis danos estava disponível até o meio-dia de sexta-feira, segundo o representante sindical.
O vazamento de água é o segundo em menos de três meses em um museu que passou por uma série de contratempos recentes — incluindo um espetacular roubo de joias, greves e uma investigação de fraude de ingressos — que colocaram sua administração sob intenso escrutínio.
Vazamento de água no Louvre danifica quase 400 livros raros

Fonte: G1 Entretenimento

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Hollywood acusa IA chinesa Seedance de infração em larga escala dos direitos autorais


Letreiro de Hollywood, em Los Angeles, na Califórnia.
Reuters
A associação dos grandes estúdios de Hollywood acusou o serviço chinês de geração de vídeos Seedance de “uso não autorizado de obras protegidas por direitos autorais nos Estados Unidos em larga escala”, após a divulgação de um clipe que mostra uma luta entre Tom Cruise e Brad Pitt.
Criado pela ByteDance, que também é dona do TikTok, o Seedance 2.0 produziu imagens que circularam amplamente na internet, com imagens dos dois atores lutando, além de outras cenas realistas de super-heróis e personagens de jogos eletrônicos.
“Em um único dia, o software chinês de IA Seedance 2.0 incorreu em uso não autorizado de obras americanas protegidas por direitos autorais em larga escala”, escreve Charles H. Rivkin, presidente da Motion Picture Association, que representa, entre outros, os interesses de Disney, Universal, Warner e Netflix.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Publicado na madrugada de sexta-feira (13), o comunicado foi divulgado após a circulação, desde terça-feira (10), de um vídeo gerado por inteligência artificial que mostra uma briga entre Brad Pitt e Tom Cruise na cobertura de um edifício.
O novo modelo de criação de vídeos Seedance 2.0 acaba de ser lançado em uma versão de teste limitada na China, mas imagens hiper-realistas já inundam as redes sociais.
“Ao lançar um serviço que opera sem garantias substanciais contra a falsificação, a ByteDance despreza os direitos autorais bem estabelecidos que protegem os direitos dos criadores e sustentam milhões de empregos nos Estados Unidos”, afirma o comunicado.
Por que o Moltbook, rede social das IAs, pode não ser a revolução que promete

Fonte: G1 Entretenimento

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Do sertanejo ao arrocha, demanda por shows de carnaval eleva cachês de estrelas de vários estilos; veja cifras


Cachê de artistas no carnaval
Alisson Demetrio; Divulgação; Max Haack/Ag Haack
A demanda por shows no período de carnaval pelo Brasil aumentou em mais de 25% o valor médio dos cachês dos artistas mais tocados do país em 2026, entre estrelas de diversos estilos.
O levantamento foi feito pelo g1 com base nos contratos de shows divulgados no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP), site do governo federal que reúne informações sobre licitações e contratos feitos por órgãos públicos — neste caso, todos relativos a eventos de prefeituras.
Foram considerados os 40 artistas mais tocados atualmente no país, de acordo com o ranking do YouTube da primeira semana de fevereiro. Entre eles, 18 tinham registros de shows no PNCP no período do carnaval e no segundo semestre de 2025, o que permitiu a comparação.
Ficaram de fora os artistas do top 40 sem contratos divulgados neste período – em geral, MCs e DJs de funk, estilo muito tocado em streaming, mas que não está tão presente no circuito de shows de prefeituras no interior do país quanto o sertanejo, o arrocha e o forró.
A lista é liderada por sertanejos, que normalmente têm os cachês mais altos durante o resto do ano no país, como Luan Santana, Simone Mendes e Ana Castela. Eles são estrelas de vários festivais de carnaval em cidades do interior do Brasil, que costumam ter line-up variado.
Também se destacam artistas em ascensão no arrocha e no forró, como Nattanzinho Lima e Toque Dez.
Entram também os donos de um dos grandes hits do verão no Brasil até agora, “Jetski”. O DJ Pedro Sampaio teve cachê quase dobrado e a cantora Melody, triplicado.
O aumento dos cachês em períodos festivos não é incomum, e costuma acontecer todo ano também durante o São João e o réveillon.
O levantamento compara apresentações realizadas entre 6 e 22 de fevereiro (período de eventos de carnaval) a shows contratados entre 1º de julho de 2025 e 15 de janeiro de 2026.
Em apenas dois casos foram encontrados cachês menores para o carnaval do que no período anterior: o MC Ryan SP e o cantor Rey Vaqueiro. Na média geral, o aumento de cachês no grupo foi de 27%.
Veja os valores abaixo. A tabela não indica os maiores cachês no carnaval entre todos os artistas do país. Os nomes levantados são os mais tocados no Brasil no YouTube no começo de fevereiro, com cachês de shows de prefeituras antes e depois do carnaval tornados públicos através do PNCP.
INFOGRÁFICO: demanda por shows de carnaval eleva cachês de estrelas de vários estilos
g1 Arte
Abaixo está a lista completa dos 40 artistas mais tocados no Brasil no YouTube na primeira semana de fevereiro. Os artistas que estão no ranking mas não no levantamento dos shows não tiveram cachês divulgados no PNCP no período.
MC Ryan SP
Henrique & Juliano
MC MENO K
MC Lele JP
DJ Japa NK
MC Tuto
PEDRO SAMPAIO
Natanzinho Lima
Grupo Menos É Mais
Mc Negão Original
MC IG
Gusttavo Lima
Marília Mendonça
Filipe Ret
Zezé Di Camargo & Luciano
Orochi
Pablo
Melody
Dj Oreia
MC GP
Ana Castela
MC GW
Toque Dez
MC Jacaré
Jorge & Mateus
Continental
Zé Neto & Cristiano
Wesley Safadão
Oruam
Bruno & Marrone
Simone Mendes
Hungria
Panda
Luan Santana
Matheus & Kauan
Eduardo Costa
Sorriso Maroto
Rey Vaqueiro
Zé Felipe
MC Cabelinho
VÍDEO: saiba se carnaval é feriado, dia normal ou ponto facultativo
Carnaval 2026: saiba se é feriado, dia normal ou ponto facultativo na sua capital

Fonte: G1 Entretenimento

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Cida Moreira reacende a fogueira de Angela Ro Ro com mais coesão na volta do show ‘Me acalmo danando’ ao Rio


Cida Moreira reapresenta o show ‘Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro’ no palco do clube Manouche na noite de hoje, 12 de fevereiro
Rodrigo Goffredo
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Revi na noite de hoje, 12 de fevereiro, o show em que Cida Moreira canta o repertório de Angela Ro Ro (1949 – 2025). Assisti ao show “Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro” pela segunda vez no mesmo palco do Manouche em que ele chegou à cena, em 31 de janeiro, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal de Angela.
Desta segunda vez, o show resultou mais coeso, redondo, sem as tensões da estreia tumultuada por espectadora inconveniente que, sentada na primeira fila, desestabilizou Cida.
Intérprete de veia teatral, Cida tem voz expressiva que vai do grave ao agudo. Mas o canto de Cida é movido sobretudo pelo sentimento, pela alma da artista. Nada pode atrapalhar a emoção do canto. Qualquer desatenção ou gesto infeliz, faça não! Pode ser a gota d’água… Por isso, o show de hoje soou tão mais sedutor e envolvente, embora a apresentação da estreia também tenha tido grandes momentos.
Admiro Cida Moreira com fervor. Sempre que essa cantora paulistana (“Eu sou São Paulo”, chegou a dizer na apresentação de hoje) apresenta show no Rio, lá estou eu na plateia. Cida me mobiliza tanto quanto as grandes divas da MPB. Talvez porque traga no canto a essência da atriz que também é. Ela sempre entende o que canta. É cantora que pega o espectador / ouvinte pela palavra.
E o fato é que eu amei ver e ouvir Cida Moreira reacendendo a fogueira de Angela Ro diante de plateia em que estavam a atriz Ana Beatriz Nogueira e o pesquisador musical Rodrigo Faour. Na apresentação de hoje, Cida tirou duas músicas – “Devoção” (1980) e “Karma secular” (1986) – do roteiro e, admito, prefiro o show sem elas.
Até por isso, tensões da estreia à parte, o show de hoje tenha transcorrido com perfeição. Particularmente, sinto a ausência no roteiro de “Só nos resta viver” (1980), bela canção que deu título ao segundo álbum de Angela Ro Ro, mas isso é questão de gosto pessoal.
Cida habita o mesmo universo gauche em que viveu Ro Ro. Uma entendia a loucura, os excessos e a alma da outra. Ambas se alimentaram a vida toda de música e poesia como antídotos para a insanidade do mundo. Talvez por isso o cancioneiro de Angela Ro Ro se afine tanto com a voz de Cida Moreira.
Cida Moreira em flagrante introspectivo do show em que canta a música de Angela Ro Ro
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento