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Vitão cai no samba, com toque de R&B, na safra autoral do EP ‘O que é amar?’


Vitão apresenta sete músicas autorais no EP ‘O que é amar?’
Bruno Varoto / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Esse moço Vitão está diferente, cada vez mais voltado para a música brasileira, precisamente para o samba. Aos 26 anos, dez anos após ter iniciado a trajetória musical com a publicação de vídeos em que fazia covers de sucessos nacionais, o cantor e compositor Victor Carvalho Ferreira dá sequência ao movimento de aproximação do universo da MPB e do samba com a edição de “O que é amar?”, disco situado na fronteira entre EP e álbum por trazer sete faixas que contabilizam somente 22 minutos de música.
Gravado em Salvador (BA) com produção musical de Caio Paiva, creditado como parceiro de Vitão em seis das sete músicas (a exceção é a faixa-título), o disco “O que é amar?” está em sintonia com a brasilidade buscada por Vitão no EP “Mais uma vez” (2022) e no álbum “Toda manhã” (2023).
A cadência do samba dita o ritmo de músicas como “Amor puro”, “Eu te escuto” (destaque da safra autoral do artista neste EP com jeito de álbum), “Sem igual”, “Ilusão do amor” – gravada por Vitão com Chris MC – e a faixa-título “O que é amar?”.
Já “Fútil” segue o pulso do R&B, gênero presente no som de Vitão desde o início da carreira do artista, enquanto “Astronauta”, faixa embasada por percussão afro-brasileira à moda de Salvador (BA), também tem um toque desse R&B contemporâneo.
Capa do EP ‘O que é amar?’, de Vitão
Bruno Varoto / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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União Europeia considera proibir acesso de menores às redes sociais

A União Europeia considera seriamente se chegou a hora de proibir o acesso de menores às redes sociais, justamente quando a França avança nessa direção.
A pressão tem aumentado desde que a Austrália adotou uma proibição ao uso de redes sociais para menores de 16 anos; Bruxelas acompanha de perto o sucesso da medida ante os desafios legais que acarreta.
A França pressionou durante meses por uma medida semelhante na União Europeia, juntamente com Dinamarca, Grécia e Espanha, mas acabou optando por agir de forma independente.
A Câmara Baixa do Parlamento francês aprovou um projeto de lei esta semana para proibir o acesso de menores de 15 anos às redes sociais. A medida agora precisa ser votada no Senado para se tornar lei.
A UE possui uma série de regulamentações que regem o espaço digital. Há diversas investigações em andamento sobre o impacto de plataformas como Instagram e TikTok em menores de idade.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, defendeu a imposição de uma idade mínima, mas primeiro quer consultar especialistas para definir a abordagem que o bloco dos 27 adotará.
‘Portas abertas’
Um grupo consultivo sobre redes sociais, prometido por Ursula von der Leyen para 2025, deve começar a operar este ano. Seu objetivo será aconselhar a presidente sobre as medidas que a UE deve tomar para proteger as crianças online, afirmou o porta-voz da Comissão, Thomas Regnier.
“Estamos deixando todas as portas abertas. Receberemos feedback e então tomaremos decisões” para o futuro, disse Regnier na terça-feira.
O Parlamento Europeu pediu a proibição do uso de redes sociais para menores de 16 anos; Malásia, Noruega e Nova Zelândia planejam fazer o mesmo.
Outros países não esperaram pela UE, como a Dinamarca, que anunciou no ano passado que proibirá o acesso de menores de 15 anos às redes sociais.
Cinco países da UE, incluindo França e Dinamarca, estão testando um aplicativo de verificação de idade que esperam que impeça crianças de acessar conteúdo prejudicial online.
Investigação
A UE não legislou sobre o acesso de crianças às redes sociais, mas a sua Lei de Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês) confere aos reguladores o poder de obrigar as empresas a modificar as suas plataformas para proteger as crianças na internet.
A DSA proíbe, por exemplo, a publicidade direcionada a crianças.
A UE pode “usar a DSA para influenciar a forma como as crianças interagem com as redes sociais”, afirmou Paul Oliver Richter, do think tank Bruegel.
A UE iniciou investigações sobre TikTok, Facebook e Instagram em fevereiro e maio de 2024, devido a suspeitas de que estas plataformas não fazem o suficiente para prevenir os impactos negativos na saúde mental dos mais jovens.
Nessas investigações, a UE expressou preocupação com o chamado efeito “toca do coelho” (rabbit hole, em inglês), que ocorre quando os usuários são expostos a conteúdos gerados por algoritmos, o que por vezes os leva a um conteúdo mais extremista.
A UE ainda não concluiu as suas investigações, embora um funcionário tenha afirmado que os reguladores esperam divulgar as suas conclusões preliminares no primeiro semestre do ano.
O porta-voz Regnier observou que “para certas investigações precisamos de mais tempo”, mas garantiu que “concluiremos estes casos”.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Agente Secreto’ é indicado ao César 2026, o ‘Oscar’ francês


“O Agente Secreto” recebe duas indicações ao BAFTA
O filme “O Agente Secreto” foi indicado ao César 2026 na categoria de Melhor Filme Internacional. A produção concorrerá com o espanhol “Sirat”, o chinês “Black Dog”, o americano “Uma Batalha Após a Outra” e o norueguês “Valor Sentimental”.
“Nouvelle Vague”, de Richard Linklater, lidera a disputa com 10 indicações, incluindo a de melhor filme.
Considerado o “Oscar francês”, o prêmio será entregue em Paris no dia 26 de fevereiro.
Wagner Moura é Marcelo em ‘O Agente Secreto’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Chris Brown comparece a tribunal no Reino Unido antes de julgamento por agressão


Rapper Chris Brown é detido em Paris acusado de estupro
O cantor americano Chris Brown compareceu a um tribunal de Londres nesta quarta-feira (28) para uma breve audiência antes de seu julgamento, previsto para outubro deste ano, sob acusações de ter agredido um produtor musical em uma boate da capital britânica.
No ano passado, Brown se declarou inocente da acusação de tentativa de causar lesão corporal grave e também de uma acusação menos grave de agressão que resultou em lesão corporal, relacionada ao que promotores classificam como um “ataque não provocado” com uma garrafa em 2023.
O artista de 36 anos esteve no Tribunal da Coroa de Southwark, em Londres, nesta quarta-feira, e falou apenas para confirmar seu nome.
Brown entrou no banco dos réus e cumprimentou seu co-réu, Omololu Akinlolu, de 39 anos, que também se declarou inocente das acusações. Cerca de uma dúzia de apoiadores estavam na galeria do público atrás deles e acenaram quando ele deixou o banco dos réus.
Chris Brown dá autógrafos do lado de fora do Tribunal da Coroa de Southwark, em Londres, onde participou de audiência.
Jack Taylor/Reuters
O julgamento da dupla deve começar em outubro. Ambos foram liberados sob fiança antes de uma nova audiência preliminar, marcada para abril.
Brown, vencedor de dois prêmios Grammy e conhecido por sucessos como “Loyal”, “Run It” e “Under the Influence”, conseguiu liberdade sob fiança em maio após pagar 5 milhões de libras (cerca de 35 milhões de reais) para poder iniciar sua turnê “Breezy Bowl XX”, que terminou em outubro.
A estrela do R&B foi presa em um hotel em Manchester, no norte da Inglaterra, no ano passado, após retornar ao Reino Unido pela primeira vez desde o incidente.

Fonte: G1 Entretenimento

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As clones das Guerreiras do K-Pop: as idols genéricas que ‘invadiram’ teatros pelo Brasil


Clones das Guerreiras do K-Pop: as idols genéricas que ‘invadiram’ teatros pelo Brasil
Outro dia, enquanto esperava na fila de um cinema em São Paulo, olhei para o teatro ao lado e um cartaz chamou minha atenção: “As Heroínas do K-Pop”. Era uma peça infantil inspirada em “Guerreiras do K-Pop”, a animação da Sony que se tornou a mais vista da história da Netflix.
A curiosidade jornalística falou mais alto. Ao pesquisar se aquilo era um caso isolado, descobri que o Brasil vive uma invasão de “clones” das personagens.
Em um levantamento feito pelo g1, foram identificados mais de 20 espetáculos diferentes em cartaz entre o final de 2025 e o início de 2026 (veja a lista completa no final do texto). A premissa é quase sempre a mesma, as protagonistas são atrizes com figurinos que copiam o visual e as coreografias do trio Rumi, Mira e Zoey.
Cartazes de quatro versões genéricas de espetáculos baseados em ‘Guerreiras do K-Pop’
Divulgação
Esta onda de musicais “genéricos” não é uma novidade no teatro infantil brasileiro. Fenômenos como “Frozen” e “Patrulha Canina” já geraram centenas de versões não licenciadas.
No entanto, a quantidade das adaptações de K-Pop surpreendem. Como a fiscalização é complexa e a demanda das crianças é imediata, produtoras locais ocupam o vácuo deixado pela ausência de uma turnê oficial com a chancela da Netflix.
Espetáculo “K-pop e as Guerreiras Mágicas”
Divulgação
Juridicamente, essas montagens costumam se enquadrar como paródias ou shows tributo. Para evitar o uso indevido de marca registrada, os cartazes nunca citam Netflix ou Sony. A maioria sequer menciona o nome oficial do filme.
Já a trilha sonora entra na categoria de execução pública musical: as casas de espetáculo pagam as taxas do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), o que permite que as atrizes dublem ou cantem os hits do filme como se fosse um show cover.
Quem são as Guerreiras do K-pop?
Cena do filme ‘Guerreiras do K-pop’
Divulgação/Netflix
Lançado no ano passado, “Guerreiras do K-Pop” (“K-Pop: Demon Hunters”) se consolidou como um fenômeno cultural. A produção da Sony Animation acompanha a história de um grupo feminino de cantoras pop que, nos bastidores, participam de batalhas sobrenaturais. Seus inimigos também tem uma vida dupla: demônios e integrantes de uma boyband.
Elogiado pela crítica devido à mistura de estética vibrante, coreografias complexas e respeito ao folclore asiático, o filme furou a bolha. Tornou-se o longa original mais reproduzido na plataforma de streaming, impulsionado por uma trilha sonora que viralizou em aplicativos de vídeo curto.
Sete músicas do filme foram parar no top 20 global do Spotify. Canções como “Golden”, “Your Idol” e “How It’s Done” transformaram personagens fictícios em estrelas do K‑Pop. E, agora, em estrelas do teatro brasileiro.
O mapa dos clones
Elenco do espetáculo ‘Defensores do K-Pop’, que se apresenta na região sul
Divulgação
Abaixo, o g1 lista as principais produções que ocupam teatros pelo Brasil. As variações nos títulos buscam evitar conflitos diretos de copyright, criando um “multiverso” não oficial:
Defensores do K-Pop (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná): A descrição oficial diz que a pela é “livremente inspirada na cultura pop coreana”.
Guerreiras Mágicas do K-Pop (Ceará, Rio Grande do Norte e Pará): Foca mais na dança, em “encontro mágico com as ídolas que protegem o mundo”.
Caçadoras do K-Pop (Minas Gerais): Tem uma estética visual mais próxima da oficial e a promessa de “efeitos especiais” no palco.
Jovens Guerreiras (Rio de Janeiro): A peça aposta em um tom mais lúdico e menos sombrio. Promete “o maior show pop do universo”.
Heroínas do K-Pop (São Paulo): É uma história com bastante interação entre elenco e público. Busca reproduzir as cenas do filme.
O trio protagonista de uma versão chamada ‘Heroínas do K-Pop’
Divulgação
Guerreiras Mágicas do K-Pop (Amazonas): Lota teatros de shoppings, com foco em uma “experiência de show ao vivo”.
K-Pop: As Guerreiras (Paraná): Mistura teatro e show de dança cover. A sinopse convida o público a “ajudar as meninas a derrotar o mal com o poder da música”.
Guerreiras do Universo K-Pop (São Paulo): O espetáculo é vendido como uma “aventura musical interativa” para toda a família.
O Show das Guerreiras (São Paulo): Versão voltada quase apenas para as músicas, com pouca ênfase no roteiro do filme.
K-Pop Girls (Pernambuco): O site de vendas descreve como um “musical que traz a magia da tela para o palco”.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Matador que dá frio na espinha’: como diretor de elenco indicado ao Oscar achou figuras intrigantes de O Agente Secreto


Os segredos da seleção de elenco do filme “O Agente Secreto”
Indicado ao Oscar na recém-criada categoria de Melhor Direção de Elenco, o brasileiro Gabriel Domingues viu seu trabalho em O Agente Secreto ganhar destaque internacional — e, junto com ele, histórias curiosas sobre como achou alguns dos rostos mais marcantes do filme, incluindo o do “matador que dá frio na espinha”.
A produção, que também concorre a Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Ator para Wagner Moura, reúne 65 atores e atrizes de diferentes regiões do Brasil, muitos deles desconhecidos do grande público. A diversidade, segundo Domingues, foi essencial para construir a “paisagem humana” que Kleber Mendonça Filho imaginou para o longa.
Garimpagem pelo Brasil
Diretor de elenco funciona, no cinema, como o olheiro funciona no futebol: viaja, vasculha teatros, observa quem está fora do radar e monta um banco de talentos. E é desse trabalho de garimpo que saíram alguns dos nomes mais comentados do filme.
Um deles é Robério Diógenes, escolhido para interpretar o delegado Euclides. Domingues nunca tinha ouvido falar dele até que o ator cearense respondeu a uma convocatória aberta nas redes sociais. O teste impressionou tanto que o personagem — originalmente pernambucano — mudou de origem.
“Ele disse: Gostei muito do teu vídeo. Você dá uma leveza ao personagem ao mesmo tempo que dá uma densidade. O delegado pode ser cearense.”, conta Robério.
No mesmo caminho, veio Jeane Albuquerque, do Teatro Experimental de Fortaleza. Sua aparência com “algo dos anos 70” encantou o diretor. Jeane vive Elisângela, uma funcionária pública.
“O primeiro longa que eu faço? E a primeira participação num projeto tão ambicioso, num projeto tão gigantesco”, conta Jeane.
O matador que não era um brutamontes
A busca pelo ator que faria Vilmar, o matador do filme, virou uma saga interna. Gabriel Domingues chegou a perguntar: “Mas o que exatamente vocês estão procurando?” A resposta: “A gente quer alguém que dê um frio na espinha.”
Foi quando ele pensou em Caoni Venâncio, com quem já tinha trabalhado. No teste em vídeo, não restaram dúvidas.
“Se tivesse Oscar de melhor andar eu ganhava, viu?”, brincou Caoni ao lembrar dos elogios ao seu jeito de caminhar.
O ator entregou exatamente o que a produção buscava: um olhar frio e aterrorizante, contrastando com sua personalidade calma e gentil fora de cena.
“Eu não sei se fiquei feliz com o elogio ou se fiquei com medo.”, comentou, entre risos.
Convites inesperados e veteranos de confiança
Alguns nomes já eram certeza. Rubens Santos, presente em todos os longas de Kleber, recebeu a mensagem do diretor com a habitual tranquilidade:
“Tenha calma.”
Quinze dias depois, veio o convite para interpretar Natalice.
Já Alice Carvalho, que vive Fátima, esposa do protagonista, entrou na produção às pressas apenas porque houve uma mudança no plano de filmagem. Estava gravando Renascer e nem passou por teste. Mesmo com pouco tempo de tela, sua participação precisava ter impacto equivalente à força emocional da personagem.
A diversidade que intrigou Hollywood
Participando de eventos pré-Oscar, Gabriel Domingues notou a reação dos profissionais americanos ao elenco brasileiro.
“Eles ficam intrigados. Não entendem exatamente como são as caras do Brasil.”
Para ele, a indicação é também um reconhecimento coletivo:
“Acho até que essa indicação é um pouco para o povo brasileiro.”
O diretor de elenco destaca que a combinação de atores profissionais, iniciantes e pessoas que nunca haviam atuado formou uma seleção única — tão única que deixou os estrangeiros “zonzos”.
Com chance real de Oscar
Com a categoria de Melhor Direção de Elenco estreando após 24 anos sem novidades no prêmio, O Agente Secreto chega forte e pode surpreender. Domingues admite ainda não ter pensado no discurso.
“Não pensei exatamente no que dizer lá.”
Conheça Tânia Maria, a Sebastiana de “O Agente Secreto”
Reprodução/Fantástico
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Fonte: G1 Entretenimento

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Matheus é eliminado do ‘BBB 26’ com 79,48% da média dos votos


“Como Nasce um BBB”: documentário desvenda bastidores do programa e mostra cenas que o público não conhece
Matheus foi eliminado da 26ª edição do Big Brother Brasil no Paredão desta terça-feira (27). O brother deixou a casa após receber 79,48% da média dos votos.
Ele disputou a preferência do público com Brigido e Leandro, que receberam 4,97% e 15,55% da média dos votos, respectivamente.
Confira, abaixo, todos os percentuais da votação do BBB 26
‘BBB 26’: Quem são os participantes desta edição
Matheus fazia parte do grupo Pipoca do “BBB 26”. Ele perdeu a votação da Casa de Vidro do Sul, mas foi um dos resistentes do Quarto Branco e passou a integrar o grupo Pipoca no BBB 26. O bancário de 25 anos não esconde as opiniões que tem, e se considera um cara “livro aberto”. Se pudesse escolher uma palavra para descrevê-lo, seria “autenticidade”.
Além do gshow, o público pode acompanhar o “BBB” pelos perfis oficiais do programa nas redes sociais: Instagram, X (antigo Twitter), Facebook e TikTok.
Matheus é o segundo eliminado do BBB 26
Reprodução/Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Larissa Luz demole preconceitos raciais e sexuais de antigos Carnavais no tom inclusivo do single folião ‘Marchona’


Larissa Luz lança o single ‘Marchona’ na sexta-feira, 30 de janeiro, apontando álbum previsto para março
Jordan Vilas / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Marchona
Artista: Larissa Luz
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ “Deixa a cabeleira do Zezé / E ele ser o que ele quiser”, propõe Larissa Luz nos versos iniciais de “Marchona” – no que um coro responde de imediato na gravação: “Bicha”.
Ao ouvirem “Marchona”, foliões antenados com o histórico do cancioneiro dos Carnavais brasileiros identificarão de imediato a alusão explícita à marchinha “Cabeleira do Zezé” (João Roberto Kelly e Roberto Faissal, 1963), um dos maiores sucessos do Carnaval de 1964 na gravação do cantor Jorge Goulart (1926 – 2012).
Em “Marchona”, single que lançará na sexta-feira, 30 de março, apontando a chegada de álbum previsto para março, Larissa Luz demole estereótipos e preconceitos homofóbicos praticados pelos compositores das antigas marchinhas sob a égide do humor folião.
O próprio nome da composição “Marchona” – formatada pela artista em estúdio com produção musical assinada por Larissa Luz com Danilo Panda e Ícaro Motta – já faz jogo com as palavras ‘marchinha’ e ‘machona’, termo por vezes usado em referência a mulheres homossexuais.
O discurso inclusivo da letra de “Marchona” alveja também o racismo em versos que aludem (de forma um pouco menos evidente) a outras marchinhas de Carnavais do passado.
“Reclama de mimimi, mas seu discurso não nega / Quer avacalhar a organização do brega / Então se ligue na condução / Porque a rua é das mona e das Maria Sapatão / O bonde vai se juntar / Preto, viado, sapatona / Não fale bobagem / Cante com a gente a marchona / Alalá ô lá lá ô lala ô / Lalá vem que vem / Aqui na marchona / Ninguém julga ninguém“, avisa Larissa Luz, dando voz aos versos sobre base eletrônica que sustenta boa mistura de brega-funk e frevo com toque de samba-reggae.
Primeiro lançamento fonográfico da cantora e compositora baiana em 2026, o single “Marchona” tem fôlego para animar o Carnaval sem brincar com pautas identitárias que merecem respeito nos 365 dias do ano.
Capa do single ‘Marchona’, de Larissa Luz
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Pecadores’ e ‘Uma Batalha Após a Outra’ são indicados a prêmios do Sindicato dos Roteiristas dos EUA; veja lista


Cenas de ‘Uma batalha após a outra’ (à esq.) e ‘Pecadores’ (à dir.)
Divulgação
O Sindicato de Roteiristas da América (WGA, na sigla em inglês) divulgou nesta terça-feira (27) os indicados à sua premiação anual. O evento é considerado um dos grandes indicadores das respectivas categorias no Oscar, já que muitos de seus membros fazem parte da Academia.
Entre as principais entidades de classes de Hollywood, o WGA é uma das que apresentam as maiores exigências mínimas para que uma produção seja elegível à sua premiação. Por causa disso, alguns favoritos ao Oscar sempre ficam de fora.
Neste ano, a premiação acontece no dia 8 de março. A seguir, veja a lista das principais categorias.
Melhor roteiro original
“Código Negro”
“Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria”
“Marty Supreme”
“Pecadores”
“A Hora do Mal”
Melhor roteiro adaptado
“Bugonia”
“Frankenstein”
“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”
“Uma Batalha Após a Outra”
“Sonhos de Trem”
Melhor documentário
“2000 Meters to Andriivka”
“Becoming Led Zeppelin”
“White with Fear”
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Rita canta Elis Regina (de novo) em show que estreia em março– o que esperar do repertório de ‘Redescobrir 2’?


Maria Rita estreia o show ‘Redescobrir vol. 2’ em 13 de março, em Porto Alegre (RS)
Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Começam hoje, 27 de janeiro, as vendas de ingressos para a primeira apresentação do show “Redescobrir vol. 2”, sequência do espetáculo de 2012 em que Maria Rita canta o repertório de Elis Regina (17 de março de 1945 – 19 de janeiro de 1982). Programada para 13 de março no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre (RS), a estreia nacional da turnê “Redescobrir vol. 2” acontece na cidade natal da gaúcha Elis, quatro dias antes do 81º aniversário da mãe de Maria Rita.
Se as vendas para o show de estreia foram iniciadas na tarde de hoje, as especulações sobre o repertório de “Redescobrir vol. 2” já começaram em 22 de janeiro, dia em que Maria Rita anunciou a sequência do tributo a Elis. Descontadas as 28 músicas selecionadas pela cantora paulistana para o show e álbum ao vivo “Redescobrir” (2012), lançados há 14 anos, é possível arriscar algumas previsões diante das vastas possibilidades oferecidas pela discografia de Elis.
Dentro do terreirão do samba, gênero dominante na discografia de Maria Rita, a filha de Elis tem à disposição dois grandes sambas, “Cai dentro” (Baden Powell e Paulo César Pinheiro) e “Eu, hein, Rosa!” (João Nogueira e Paulo César Pinheiro), apresentados pela mãe no álbum “Elis, essa mulher” (1979). Sem falar em “Upa neguinho” (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri, 1965), samba tornado famoso a partir da frenética gravação feita por Elis em 1966, há 60 anos.
Como 2026 marca os 80 anos de nascimento de Aldir Blanc (1946 – 2020) e João Bosco, dupla de compositores fundamental na trajetória fonográfica de Elis a partir de 1972, é provável que Maria Rita celebre esses dois bambas no roteiro do show com o canto de obras-primas como o bolero “Dois pra lá, dois pra cá” e o samba “O mestre-sala dos mares”, grandes músicas lançadas no álbum “Elis” (1974) e ausentes do roteiro do primeiro “Redescobrir”.
É também evidente que Milton Nascimento, compositor decisivo nas carreiras tanto de Elis como de Maria Rita, estará presente no roteiro. “Ponta de areia” (Milton Nascimento e Fernando Brant), música lançada por Elis no supracitado álbum de 1974, é uma opção. “Cais” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972) é outra. “Nada será como antes” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1971) é uma terceira opção dentro do cancioneiro de Milton gravado por Elis.
Fora da seara de Milton, há dezenas de outras opções, pois música da melhor qualidade foi o que nunca faltou no repertório de Elis Regina. “Casa no campo” (Tavito e Zé Rodrix, 1971), “Atrás da porta” (Francis Hime e Chico Buarque, 1972), “Mucuripe” (Belchior e Fagner, 1972), “Velha roupa colorida” (Belchior, 1976), “Cartomante” (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977) e “Aos nossos filhos” (Ivan Lins e Vitor Martins, 1978) são apenas seis possibilidades se Maria Rita optar por priorizar o lado A do repertório de Elis.
Do chamado lado B, há preciosidades como “Basta de clamares inocência” (Cartola, 1979), “Cabaré” (1973) – pérola dos já mencionados João Bosco e Aldir Blanc – e “Sentimental eu fico” (Renato Teixeira, 1977).
Enfim, o fato é que, diante do repertório de Elis Regina, Maria Rita poderia até arriscar no futuro um terceiro volume de “Redescobrir” que teria música boa (de sobra) para montar os roteiros de três shows.

Fonte: G1 Entretenimento