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Wagner Moura fala sobre indicação ao Oscar e explica ‘O Agente Secreto’ a revista dos EUA: “Vocês nunca viveram uma ditadura. Não sabem como é”

Wagner Moura deu entrevista à revista Variety.

Fonte: G1 Entretenimento

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Trombonista Joabe Reis vai de Tincoãs ao jazz e ao UK garage na rota do álbum ‘Drive slow – A última das fantasias’


O trombonista Joabe Reis conecta referências brasileiras ao som universal do álbum ‘Drive slow – A última das fantasias’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Dois anos após mapear a cidade natal Cachoeiro de Itapemirim (ES) no álbum “028” (2024), em trilho autoral que incluiu atalhos para abordagens de músicas de Djavan e Gilberto Gil, o trombonista e compositor capixaba Joabe Reis altera a rota em “Drive slow – A última das fantasias”, mas sempre partindo da própria aldeia para soar universal, como ensinou o escritor russo Leon Tolstói (1828 – 1910).
Neste novo álbum instrumental, disponível desde ontem, 28 de janeiro, Reis transita por gêneros como UK garage, rap, jazz e R&B, mas abarca sonoridades e referências brasileiras na viagem.
Se “Pica pau no Vidigal” parte de citação do arranjos de sopros da gravação original do “Sítio do pica-pau amarelo” feita pelo autor Gilberto Gil em 1977, a faixa “Corre” conecta o discurso da ativista Bia Ferreira contra o racismo ao tema “Cordeiro de Nanã” (Mateus Aleluia e Dadinho), gravado pelo grupo baiano Tincoãs no mesmo ano de 1977.
Anunciado em maio de 2025 com o single que apresentou a música-título “Drive slow”, faixa em que o trombonista faz feat com o rapper Zudizilla e com o trompetista norte-americano Theo Croker, o álbum teve um segundo single lançado em novembro, “Simbiose (Nefertiti)”, celebração da cultura de rua com mix de funk, jazz e UK garage.
Além de ter tocado trombone em todas as nove faixas, Joabe Reis criou os beats, pilotou as programações e orquestrou a produção musical do álbum “Drive slow – A última das fantasias”.
Capa do álbum ‘Drive slow – A última das fantasias’, do trombonista Joabe Reis
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Bruce Willis não sabe que tem demência, diz esposa durante entrevista a podcast


Emma Willis falou em um podcast que o marido, Bruce Willis, não sabe que tem demência.
Reprodução/YouTube/@CameronOaksRogers
O ator Bruce Willis não tem consciência de que foi diagnosticado com demência frontotemporal (FTD), segundo revelou sua esposa, Emma Heming Willis, em entrevista ao podcast “Conversations With Cam”. De acordo com ela, uma condição neurológica associada à doença impede que ele perceba as próprias limitações, algo que, para a família, traz certo alívio emocional.
Emma explicou que o fenômeno é conhecido como anosognosia, quando o cérebro perde a capacidade de reconhecer que está doente.
“Não é negação. É a doença agindo”, afirmou. “Bruce nunca percebeu, nunca ligou os pontos de que tem essa condição, e eu fico feliz por isso.”
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A demência frontotemporal é uma das formas mais comuns da doença em pessoas com menos de 60 anos e pode afetar linguagem, comportamento ou movimentos. No caso de Willis, o primeiro diagnóstico, no início de 2022, foi de afasia, um distúrbio de linguagem. Meses depois, os médicos confirmaram que o problema era, na verdade, um sintoma da FTD.
Segundo Emma, os sintomas surgiram de forma sutil. “A FTD sussurra, não grita”, disse. A dificuldade de comunicação foi um dos primeiros sinais percebidos pela família. Ela contou que, antes do diagnóstico correto, chegou a questionar se o comportamento do marido poderia estar ligado a questões emocionais ou até a problemas no relacionamento.
Durante a conversa com a apresentadora Cameron Oaks Rogers, Emma também falou sobre os desafios de ser cuidadora. Ela afirmou que precisou aprender a separar o marido da doença e a lidar com sentimentos como raiva, culpa e luto antecipado — o que especialistas chamam de “perda ambígua”, quando a pessoa está fisicamente presente, mas psicologicamente diferente de como era antes.
A esposa do ator tem usado a própria experiência para defender mais apoio a cuidadores e ampliar a conscientização sobre saúde cerebral. “Cuidadores se isolam, adoecem e muitas vezes não pedem ajuda”, afirmou. Hoje, ela participa de iniciativas voltadas ao tema e mantém projetos ligados ao bem-estar e à prevenção.
Bruce Willis, conhecido por papéis em filmes como “Duro de Matar” e “O Sexto Sentido”, se afastou da carreira após a família tornar público o diagnóstico. Desde então, parentes vêm compartilhando informações sobre a doença para ajudar outras pessoas que enfrentam a mesma situação.

Fonte: G1 Entretenimento

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As chances de ‘O agente secreto’, Wagner Moura e Adolpho Veloso no Oscar, segundo especialistas


As chances de ‘O agente secreto’ no Oscar, segundo especialistas de Hollywood
Especialistas de Hollywood palpitam que as melhores chances do país no Oscar 2026 são em filme internacional, com “O agente secreto”, e em fotografia, com Adolpho Veloso (de “Sonhos de trem”).
Pelo menos é a percepção, nesta quarta-feira (28), de cinco veículos especializados em premiações que o g1 acompanha desde o começo de 2026. A ideia é estabelecer uma média entre previsões diferentes e contar menos com achismos.
Tanto que os gráficos abaixo acertaram 34 de 35 prováveis indicados anunciados na última quinta-feira (22). Veja a lista completa de indicações. Eles serão atualizados toda quarta-feira até o Oscar, que acontece em 15 de março.
A edição deste ano é a mais brasileira de todos os tempos. Afinal, o país bateu o próprio recorde de indicações em um só ano, com cinco no total.
“O agente secreto” conseguiu quatro. A obra de Kleber Mendonça Filho concorre a melhor filme, ator (Wagner Moura), filme internacional e seleção de elenco.
Já o diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso é um dos favoritos de sua categoria, com seu trabalho no americano “Sonhos de trem”.
As revistas e sites monitorados são:
“Variety”
“The Hollywood Reporter”
Next Best Picture
Gold Derby
Awards Watch
Veja abaixo:

Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil consegue uma indicação à categoria principal do Oscar. As chances são consideradas pequenas, afinal “O agente secreto” aparece em sétimo na escala de favoritismo dos especialistas, mas, como diz o clichê, concorrer em si já é uma vitória.
No topo da tabela, “Uma batalha após a outra” se segura no primeiro lugar. O curioso é mesmo o desempate em relação a “Pecadores”, que cai para segundo, mesmo após bater o recorde de maior número de indicações da história do Oscar, com 16.

Wagner Moura tem uma posição muito mais confortável que a de Fernanda Torres em 2025.
Poucas mudanças depois das indicações. Por ora, a categoria de atuação parece um pouco congelada. A exceção é a leve queda de Ethan Hawke para a quinta colocação, em desempate com Moura.

Como o g1 indicou logo após as indicações, a categoria de melhor filme internacional deve ter mesmo virado uma corrida de dois cavalos. Afinal, apenas “Valor sentimental” e “O agente secreto” também foram indicados na categoria principal.
Por ora, com nove indicações no total, o norueguês continua com o favoritismo, mas a campanha de verdade começa agora e ainda há muito tempo até 15 de março.

Outra categoria que parece bem solidificada até agora. A única diferença em relação a semana passada é que “Valor sentimental” ficou pelo caminho.
É preciso lembrar, no entanto, que essa categoria é inédita e até os próprio especialistas parecem confusos em relação a o que os membros da Academia irão avaliar.

Junto de melhor filme internacional, fotografia é aquela na qual o Brasil mais tem chances. O trabalho de Adolpho Veloso é muito elogiado pela crítica e ele aparece como favorito da revista “Hollywood Reporter”.
À sua frente, apenas a diretora de fotografia de “Pecadores”, Autumn Durald Arkapaw, que se tornou a primeira mulher de uma minoria (ela tem ascendência filipina e crioula afro-americana) a ser indicada na categoria.

Fonte: G1 Entretenimento

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Grammy é neste domingo, com ‘briga boa’ entre Lady Gaga, Bad Bunny e Kendrick; veja previsões


A edição de 2026 do Grammy, maior premiação da música dos Estados Unidos, acontecerá neste domingo (1º), em Los Angeles.
Veja lista de indicados
No Brasil, a cerimônia será transmitida ao vivo pelo canal pago TNT e pela plataforma de streaming Max, a partir das 21h15.
Premiação não é fácil de prever
Vale lembrar que o Grammy sempre foi um pouco imprevisível. Não é como o Oscar, por exemplo, em que dá para considerar outras premiações para entender como a disputa vem se afunilando.
Além disso, desde 2019, a Recording Academy passou por uma série de mudanças devido a acusações de falta de diversidade e pouca transparência na votação.
Desde então, o quadro de membros mudou em mais de 60% e ainda não dá para traçar uma lógica desse “novo Grammy”, digamos. Mas dá para considerar quem são os favoritos… e quem pode surpreender.
Veja quem deve e quem merece ganhar:
Álbum do Ano
Kendrick Lamar vence cinco Grammys por ‘Not Like Us’
Richard Shotwell/Invision/AP
Indicados
Debí Tirar Más Fotos – Bad Bunny
Swag – Justin Bieber
Man’s Best Friend – Sabrina Carpenter
Let God Sort ‘Em Out – Clipse, Pusha T, Malice
Mayhem – Lady Gaga
GNX – Kendrick Lamar
Mutt – Leon Thomas
Chromakopia – Tyler, The Creator
A maior parte dos especialistas prevê que a disputa fica entre Lady Gaga, Bad Bunny e Kendrick Lamar. E vai ser acirrada.
Pela lógica, o “favorito” é “GNX”, do Kendrick Lamar, já que ele foi o artista mais indicado neste ano (9 categorias).
Mas o músico foi um dos principais vencedores no ano passado, pela música “Not Like Us”. A vitória recente pode dissuadir votantes de premiá-lo novamente neste ano.
Já Gaga, segunda maior indicada da edição, nunca levou o Grammy em nenhuma das principais categorias (música do ano, gravação do ano, álbum do ano e artista revelação).
Desta vez, ela foi indicada em 7 categorias pelo disco “Mayhem”, que marca um retorno àquele pop com visual “esquisitão” que a consolidou. Então, se ela levar agora, será uma espécie de reconhecimento atrasado pela carreira de Gaga. É o que a gente aposta que vai acontecer.
Bad Bunny ganha prêmio de música urbana no Grammy 2023
AP Photo/Chris Pizzello
Por outro lado, Bad Bunny é o maior popstar da atualidade e faria história ao levar o prêmio. Ele já conseguiu um feito e tanto nesta edição, sendo o primeiro artista cantando em espanhol indicado nas 3 categorias principais (álbum, gravação e canção).
Com seu disco “Debí Tirar Más Fotos”, ele defende a história e cultura de Porto Rico, batendo de frente com o momento político americano. Por isso, a vitória dele por esse álbum seria bastante significativa.
Mas a Recording Academy não costuma valorizar artistas que não cantam em inglês – quando o faz, é nas categorias de “música latina” e “música urbana”. Resta saber se Bad Bunny, que já está no topo da indústria, conseguirá quebrar esse padrão e convencer os votantes.
Vai ganhar: Mayhem – Lady Gaga
Merece ganhar: Debí Tirar Más Fotos – Bad Bunny
Gravação do Ano
Lady Gaga no Grammy 2025
Matt Winkelmeyer / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Indicados
DtMF – Bad Bunny
Manchild – Sabrina Carpenter
Anxiety – Doechii
Wildflower – Billie Eilish
Abracadabra – Lady Gaga
Luther – Kendrick Lamar e SZA
The Subway – Chappell Roan
Apt. – Rosé, Bruno Mars
A gravação do ano envolve todo o processo de produção de uma música em estúdio. Então, mais profissionais são premiados: o produtor, o engenheiro de som, o mixador e o artista que fez a performance. Nessa, a nossa aposta é de que “APT.”, de Bruno Mars e Rosé, leve a melhor.
Foi quase impossível ficar sem ouvir a parceria dos dois, que atraiu ouvintes de várias faixas etárias. Além disso, um artista de k-pop nunca levou um Grammy — e isso pode contar a favor de Rosé.
Mas como o critério é produção e performance de alta qualidade, quem merece mesmo é Lady Gaga, por “Abracadabra”.
Vai ganhar: Apt. – Rosé, Bruno Mars
Merece ganhar: Abracadabra – Lady Gaga
Música do Ano
Cena do filme ‘Guerreiras do K-pop’
Divulgação/Netflix
Indicados
Golden – HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami
Luther – Kendrick Lamar, SZA
Manchild – Sabrina Carpenter
Wildflower – Billie Eilish
Dtmf – Bad Bunny
Abracadabra – Lady Gaga
Anxiety – Doechii
Apt. – Rosé, Bruno Mars
A categoria de canção do ano tem a ver com a melodia e a lírica. Ela reconhece a qualidade da composição de uma música. Por isso, o prêmio vai para quem escreveu. Aqui, a favorita é “Golden”, do filme “Guerreiras do K-Pop”.
Cantada por EJAE, Rei Ami e Audrey Nuna, a música foi além do sucesso do filme e entrou para as paradas, além de concorrer até ao Oscar de melhor canção original.
Mas há quem aposte em “Luther”, parceria de Kendrick Lamar & SZA. A música foi um hit nos EUA e usa um sample de “If this world were mine”, de Luther Vandross. Assim, a vitória (nessa ou na categoria de canção) seria uma forma de homenagear Vandross também.
Vai ganhar: Golden – HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami
Merece ganhar: Luther – Kendrick Lamar, SZA
Artista Revelação
A cantora inglesa Olivia Dean
Divulgação
Indicados
Olivia Dean
Katseye
The Marías
Addison Rae
sombr
Leon Thomas
Alex Warren
Lola Young
Na categoria de artista revelação, a queridinha é Olivia Dean. A britânica foi uma das grandes revelações de 2025 por seu soul pop elegante, com nítidas influências de Adele e Amy Winehouse (que, aliás, já levaram o Grammy exatamente nessa categoria).
Mas não se surpreenda se o prêmio for para Leon Thomas. O cantor de R&B foi a grande surpresa da edição, sendo um dos artistas mais indicados deste Grammy. Ele concorre, inclusive, ao prêmio de álbum do ano pelo disco “Mutt”.
Vai ganhar: Olivia Dean
Merece ganhar: Olivia Dean
Tem Brasil?
Neste ano, Caetano Veloso e Maria Bethânia foram indicados à categoria de Melhor Álbum de Música Global, pelo disco “Caetano e Bethânia Ao Vivo”.
Os brasileiros têm, sim, chances de ganhar. Eles concorrem com “Sounds of Kumbha”, de Siddhant Bhatia; “No Sign of Weakness”, de Bruna Boy; “Eclairer le monde – Light the World”, de Youssou N’Dour, “Mind Explosion – 50th Anniversary Tour Live”, de Shakti e “Chapter III: We Return To Light”, de Anoushka Shankar Featuring Alam Khan & Sarathy Korwar.

Fonte: G1 Entretenimento

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Catto renasce como Vênus ao amplificar a potência de ‘Caminhos selvagens’ em show ardente com gozos e cicatrizes


Catto apresenta no Rio de Janeiro, pela primeira vez, o show ‘Caminhos selvagens’, baseado no álbum autoral de 2025
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Caminhos selvagens
Artista: Catto
Data e local: 28 de janeiro de 2026 no Teatro Riachuelo (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Enfim apresentado na cidade do Rio de Janeiro (RJ), para plateia ardorosa que encheu o Teatro Riachuelo na noite desta quarta-feira, 28 de janeiro, o show “Caminhos selvagens” simboliza o renascimento de Catto como Vênus.
Dois anos após ampliar o público com o show e disco “Belezas são coisas acesas por dentro”, trabalho em que abordou com pegada o repertório de Gal Costa (1945 – 2023), a cantora e compositora consolidou a identidade feminina ao voltar para o trilho autoral no álbum “Caminhos selvagens” (2025), apresentado em maio do ano passado com repertório confessional que legou músicas como “Eu te amo” (2025), rebobinadas na atmosfera rocker de uma cena quente.
No show, Catto amplifica a potência da sonoridade já intensa do indie rock que pauta o álbum produzido pela artista com Fabio Pinczowski e Jojô Augusto. Desde a primeira música do roteiro, “Eu não aprendi a perdoar” (2025), Catto reiterou a postura performática e o alcance da voz que deslumbrou o Brasil nos anos 2010 com o álbum “Fôlego” (2011).
A indústria fonográfica tentou sufocar essa voz com covers e fórmulas comerciais. Mas Catto acabou escapando do jugo e, a partir do álbum “Tomada” (2015), tomou as rédeas da discografia. “Caminhos selvagens”, disco e show, é o atestado definitivo dessa liberdade criativa.
Até as músicas mais fracas do disco ganharam alguma força em cena, caso de “Solidão é uma festa” (2015), por conta do calor da apresentação turbinada por banda potente que incluiu a baterista Michele Abu, o guitarrista Jojô Inácio, o baixista Gabriel Mayall e a tecladista Júlia Kluber, imponente ao dividir com Catto o canto de “Saga” (2009), música-título do EP que revelou ao Brasil essa gaúcha de Porto Alegre (RS) – cidade que sediou a vivência erótica escancarada na balada “Para Yuri todos os meus beijos” (2025) – há anos residente em São Paulo (SP).
Catto eletriza o público do Teatro Riachuelo na estreia do show ‘Caminhos selvagens’ no Rio
Rodrigo Goffredo
À vontade nesse trilho pavimentado por amor e sexo, ambos não necessariamente acoplados um ao outro, a cantora se deixou levar por pulsão erótica à qual se ajustou perfeitamente a libertária “Canção de engate” (1984), joia do cantor e compositor português António Variações (1944 – 1984) lapidada pela cantora no álbum “Catto” (2017), o título mais bem acabado da discografia autoral da artista.
Sob os gritos de “Gostosa” e “Maravilhosa” que vinham a todo momento da plateia, a intérprete expôs gozos e cicatrizes do amor em cena que por vezes adquiriu contornos até épicos no canto de músicas como “Madrigal” e a composição-título “Caminhos selvagens”.
Ciente de que ainda é arriscado abandonar o repertório de Gal Costa, Catto incluiu três músicas do trabalho anterior no roteiro essencialmente autoral do show “Caminhos selvagens”. A balada “Nada mais” (Stevie Wonder, 1980, em versão em português de Ronaldo Bastos, 1984) a canção “Negro amor” (Bob Dylan, 1965, em versão em português de Caetano Veloso e Péricles Cavalcanti, 1977) – rebobinada em tom folk, com Catto ao violao – e “Vaca profana” (Caetano Veloso, 1984), esta em clima apoteótico, roqueiro, quase carnavalizante, se afinaram com a quentura de show turbinado por dores e emoções reais.
A boa surpresa foi “Bad girl” (Madonna, Shep Pettibone eAnthony Shimkin), música do repertório de Madonna, apresentada pela diva norte-americana no álbum “Erotica” (1992). Tudo a ver, pois Catto seguiu por “Caminhos selvagens” como uma garota que ama e quer amor e prazer, mas que pode ficar má e derramar o leite na cara dos caretas se ouvir mentiras descaradas.
Não, Catto não quer mais pouco e, por isso mesmo, oferece muito na cena ardente de “Caminhos selvagens” entre gozos e cicatrizes do amor.
Catto canta ‘Bad girl’, música do repertório de Madonna, no show ‘Caminhos selvagens’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O agente secreto’ vai estrear na Netflix, diz co-CEO da empresa


‘O agente secreto’ recebe quatro indicações ao Oscar
“O agente secreto” vai entrar para o catálogo da Netflix. O anúncio foi feito pelo co-CEO da empresa, Greg Peters, em evento no Brasil nesta terça-feira (27).
“Estamos felizes com a parceria com os produtores de ‘O agente secreto’, pois isso nos permitiu ajudar a financiar o filme e licenciá-lo para que a audiência da Netflix no Brasil possa assisti-lo futuramente”, disse o executivo.
Ainda não há data exata para o lançamento na plataforma de streaming.
O filme dirigido por Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Wagner Moura recebeu quatro indicações ao Oscar 2026, entre elas na categoria principal, e ainda está em cartaz nos cinemas brasileiros.
Ítalo Martins, Robério Diógenes, Wagner Moura e Igor de Araújo em cena de ‘O agente secreto’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Zé Neto & Cristiano celebram dez anos de sucesso e os 15 anos da dupla com a gravação de show no Rio em março


Imagem promocional da gravação do show ‘Vocês & Deus’ pela dupla sertaneja Zé Neto & Cristiano
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em 2016, desafiando a ascendência das cantoras e duplas femininas no universo sertanejo, em movimento detonado pela explosão de Marilia Mendonça (1995 – 2021) e rotulado como feminejo, Zé Neto & Cristiano lideraram a lista das músicas mais tocadas nas rádios do Brasil naquele ano com “Seu polícia” (Junior Angelim), composição lançada no ano anterior por essa dupla sertaneja natural de São José do Rio Preto (SP), cidade paulista onde Zé Neto & Cristiano entraram em cena em 2011.
Para celebrar os dez anos de sucesso e os 15 anos da dupla, Zé Neto & Cristiano gravam show na cidade do Rio de Janeiro (RJ) para gerar álbum ao vivo que será lançado neste ano de 2026.
O registro audiovisual será feito no inédito show intitulado “Vocês & Deus” e programado para ser apresentado em 21 de março no Espaço Hall, casa de shows situada na zona oeste da cidade.
Além de “Seu polícia”, Zé Neto & Cristiano rebobinarão músicas como “Largado às traças” (Philipe Pancadinha, André Vox e Victor Hugo) – um dos maiores sucessos de 2018 – no roteiro do show “Vocês & Deus”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Audiovisual brasileiro bate recorde histórico de investimento público em 2025, com R$ 1,41 bilhão, diz governo

“O Agente Secreto”, que é um longa-metragem, não recebeu recursos via Lei Rouanet
O audiovisual brasileiro recebeu R$ 1,41 bilhão em investimentos públicos em 2025, o maior volume já registrado na série histórica do setor, segundo balanço divulgado pelo governo federal. O valor representa um crescimento de 29% em relação a 2024 e de 179% na comparação com 2021.
De acordo com a Agência Nacional do Cinema (Ancine), os recursos foram destinados ao financiamento de filmes, séries, infraestrutura e outras atividades da cadeia produtiva do audiovisual.
Veja detalhes abaixo:
Projetos em execução e em captação
Segundo dados da Ancine, 1.556 projetos audiovisuais estavam em execução em 2025 com recursos públicos já liberados. Outros 3.697 projetos encontravam-se em fase de captação por meio das Leis de Incentivo ou de contratação de recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
O governo afirma que o aumento do volume de recursos ampliou o número de obras brasileiras chegando ao mercado, em diferentes formatos e regiões do país.
Registro de obras também atinge recorde
Em 2025, o número de obras brasileiras não publicitárias registradas na Ancine chegou a 3.981, recorde da série histórica, segundo a agência. O total representa alta de 4% em relação a 2024.
Desse conjunto, 2.500 registros referem-se a obras brasileiras independentes, um aumento de 6,7% na comparação anual. Também houve crescimento no número de registros de produtoras sediadas nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, que somaram 810 obras em 2025, alta de 9% em relação ao ano anterior.
Fundo Setorial concentra maior parte dos recursos
De acordo com o governo, o FSA foi responsável pela maior parcela do financiamento ao setor. Em 2025, o fundo contratou R$ 564,3 milhões em investimentos diretos para filmes e séries, além de R$ 411,1 milhões em operações de crédito voltadas à infraestrutura, modernização de estúdios e aquisição de equipamentos.
As Leis de Incentivo liberaram R$ 437,8 milhões no ano passado, mantendo participação relevante no financiamento do audiovisual brasileiro, segundo a Ancine.
Governo cita avanços em eficiência e gestão
O governo atribui os recordes de investimento a mudanças no modelo de governança e a iniciativas de modernização administrativa da Ancine. Entre os pontos destacados está a redução do tempo médio entre a seleção de projetos em chamadas públicas e a contratação pelo FSA, que caiu para 4,7 meses em 2025.
A agência também informa que ampliou sua capacidade de análise técnica. Em 2025, foram realizadas 2.212 análises no acompanhamento de projetos audiovisuais, aumento de 39% em relação a 2024.
Contexto de crise e retomada
Os dados de 2025, segundo o governo, consolidam a recuperação do FSA após a crise enfrentada a partir de 2018, quando o fundo acumulou déficits e teve sua operação afetada por problemas orçamentários e de controle.
Em 2025, o Tribunal de Contas da União (TCU) reconheceu o cumprimento das providências adotadas para reduzir o estoque de prestações de contas e regularizar a operação do fundo, segundo informou a Ancine.
Perspectivas para 2026
Para 2026, o governo afirma que o foco será manter o nível de investimentos e avançar na execução do Plano de Ação do FSA. Estão previstas reuniões do Comitê Gestor do fundo no primeiro trimestre para definição de novas chamadas públicas e da programação orçamentária e financeira do ano.
Segundo o governo, a continuidade das medidas de gestão e fiscalização é apontada como condição para a manutenção do crescimento do setor.

Fonte: G1 Entretenimento

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Harry Styles anuncia mais dois shows no Brasil em julho


Harry Styles discursa ao receber prêmio de melhor artista pop/R&B no Brit Awards 2023
Henry Nicholls/Reuters
Harry Styles anunciou mais dois shows em São Paulo neste ano. O cantor adicionou os dias 21 e 24 de julho em sua agenda no país. Harry já se apresentaria nos dias 17 e 18 de julho. As quatro apresentações acontecem no Estádio Morumbis, com participação especial da banda Fcukers.
Os preços variam entre R$ 265 (arquibancada, meia-entrada) e R$ 1.410 (pit, inteira). A pré-venda para as novas datas começa em 29 de janeiro, às 11h. Já a venda geral tem início em 30 de janeiro, pela Ticketmaster.
Os shows fazem parte da turnê “Together, Together” para promover o disco “Kiss All The Time. Disco, Ocasionally”. O álbum será lançado no dia 6 de março.
Leia também: Fãs de Harry Styles reclamam de venda de ingressos, e deputados acionam Procon e mais órgãos
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Fonte: G1 Entretenimento