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Álbum em que Gal Costa cantou Dorival Caymmi, com arranjos de João Donato e Perinho Albuquerque, chega aos 50 anos com a relevância e frescor de 1976


Capa do álbum ‘Gal canta Caymmi’ (1976), de Gal Costa
Thereza Eugenia
♫ MEMÓRIA
♬ Álbum que completa 50 anos em 2026 sem perda da relevância e do viço, “Gal canta Caymmi” foi disco oportunista, mas nem por isso menos oportuno, belo e importante.
É que, embora Gal Costa (26 de setembro de 1945 – 9 de novembro de 2022) viesse lançando grandes álbuns na primeira metade da década de 1970, como “Fa-Tal – Gal a todo vapor” (1971), “Índia” (1973) e o na época incompreendido “Cantar” (1974), o fato é que a artista tinha se transformado em cantora de nicho.
Em bom português: Gal tinha prestígio, era cultuada pela crítica e por um público antenado, mas não desfrutava de sucesso na proporção da imensidão da voz cristalina que encantara até João Gilberto (1931 – 2019), muso inspirador da tímida Gracinha que viera de Salvador (BA) para o Rio de Janeiro (RJ) em 1965 em busca de oportunidades profissionais.
Gal ampliaria o público a partir do álbum “Água viva” (1978), mas o primeiro ponto de virada rumo à popularidade nacional oi o convite da TV Globo em 1975 para Gal gravar “Modinha para Gabriela” para a trilha sonora original da novela “Gabriela”.
Composição inédita de Dorival Caymmi (30 de abril de 1914 – 16 de agosto de 2008), feita para a novela exibida de abril a outubro de 1975, “Modinha para Gabriela” era ouvida diariamente como o tema da abertura da primorosa adaptação para a TV do romance “Gabriela, cravo e canela” (1958), do escritor baiano Jorge Amado (1912 – 2001). Se dependesse do diretor Daniel Filho, Gal também teria interpretado a própria personagem-título Gabriela, mas a cantora não se via como atriz e ficou somente com a música nova de Caymmi.
Atenta ao sucesso da novela e da música, a gravadora Philips lançou single com a gravação de ”Modinha para Gabriela” por Gal com bom resultado de vendas. Foi aí que Roberto Menescal, então no posto de diretor artístico da companhia fonográfica (a mais importante do Brasil na época pelo elenco estelar), exercitou o tino comercial e o senso de oportunidade, convidando Gal para gravar um álbum com músicas de Caymmi. Um songbook, gênero de disco então incomum no mercado fonográfico brasileiro.
Gravado ainda em 1975, sob direção musical do produtor e guitarrista Perinho Albuquerque (1946 – 2025), falecido aos 79 anos em agosto do ano passado, o tributo da cantora baiana ao compositor conterrâneo foi lançado no primeiro semestre de 1976, com capa que expunha Gal em close clicado pela fotógrafa Thereza Eugenia, e emplacou de cara um hit noveleiro. No rastro do sucesso de Gal na abertura de “Gabriela”, a TV Globo escolheu a gravação do samba-canção “Só louco” (1955) para a abertura da novela “O casarão”, estreada em junho de 1976.
Com arranjos divididos entre Perinho Albuquerque e o pianista João Donato (1934 – 2023), que orquestrou a faixa “Só louco”, o álbum “Gal canta Caymmi” foi formatado com os toques de instrumentistas do naipe de Antonio Adolfo, Dominguinhos (1941 – 2013), Luizão Maia (1949 – 2005), Novelli, Paulinho Braga e Roberto Menescal.
Esses grandes músicos armaram a cama perfeita para Gal Costa deitar e rolar no canto de dez músicas de Dorival Caymmi. São músicas que, embora já conhecidas em gravações lapidares do próprio compositor, ganharam a marca de Gal. O tempero da cantora no samba “Vatapá” (1942) salta aos ouvidos, por exemplo, no aceleramento do andamento no fim da gravação arranjada por João Donato.
A potência do canto de Gal nos versos de “Pescaria (Canoeiro)” ”(1944) tem o vigor de um estivador na beira do cais e, no entanto, a intérprete não faz força. O canto sai naturalmente forte. Ao mesmo tempo, Gal soube imprimir toda a delicadeza exigida pelo samba-canção “Nem eu” (1952) em gravação feita com toque de bolero ao estilo leve do arranjador João Donato.
Já os sambas “Rainha do mar” (1939), “Festa de rua” (1949) e “Dois de fevereiro” (1957) soam como prenúncios da Gal tropical que explodiria nas paradas dali a três anos, com show e disco de 1979. Ainda no terreiro do samba, ouvir Gal cantando “São Salvador” (1960) é testemunhar a artista celebrando a Bahia e a cidade na qual viera ao mundo há então 31 anos.
Na praia das canções marítimas, gênero fundamental do cancioneiro de Caymmi, a gravação de “O vento” (1949) traz uma Gal puxando na voz a rede da ancestralidade afro-brasileira incrustada nessas pérolas negras lapidadas na forma de canções devotas de santos e orixás que regem o mar. Gal chama “O vento” com arranjo de Perinho Albuquerque enquanto “Peguei um ita no Norte” (1945) navega em mar sem tempestade, no balanço suave de João Donato.
Enfim, Gal Costa cantou Dorival Caymmi com a sofisticação do compositor ourives, mas sem suntuosidade, em sintonia com o espírito de obra vocacionada para ser a trilha atemporal do povo da Bahia e, pelo alcance, também do Brasil. É por isso que o songbook do compositor na voz da imortal cantora chega aos 50 anos com a mesma relevância e frescor de 1976

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Rosebush Pruning’, longa de Karim Aïnouz, é selecionado em mostra do Festival de Berlim


Elenco de “Rosebush Pruning”: Elle Fanning, Jamie Bell, Callum Turner, Lukas Gage, Riley Keough e Tracy Letts
Felix Dickenson/Divulgação
“Rosebush Pruning”, longa de Karim Aïnouz, foi selecionado para a competição da 76ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim.
No elenco, “Rosebush Pruning” conta com Callum Turner, Riley Keough, Jamie Bell, Lukas Gage, Elena Anaya, Tracy Letts, Elle Fanning e Pamela Anderson. “Rosebush Pruning” é mais um projeto internacional do diretor, que assina longas como “Madame Satã”, “Motel Destino”, “O Jogo da Rainha”, “A Vida Invisível”.
“Estou feliz da vida de voltar ao Festival de Berlim, um festival visionário. O último filme meu que esteve em competição aqui foi o ‘Praia do Futuro’, em 2014. É uma honra poder estrear novamente aqui. Além de ser realizado na cidade onde eu vivo, é um festival que aposta em um cinema de inovação, de invenção. É uma vitrine perfeita para este filme, que investe num afiado senso de humor, que é marcado pela transgressão e ousadia, valores que são sinônimos do próprio Festival e da cidade de Berlim. Estar ao lado dos filmes selecionados me deixa profundamente lisonjeado”, comemora o diretor brasileiro.
O Festival de Berlim acontece entre os dias 12 e 22 de fevereiro de 2026.
“Rosebush Pruning” é uma ousada sátira contemporânea sobre as contradições da família tradicional. Ambientado em uma mansão na Catalunha, o filme acompanha uma família americana privilegiada e excêntrica, envolta em conflitos absurdos. Os irmãos Jack, Ed, Anna e Robert vivem isolados do mundo, usufruindo da fortuna que herdaram. Enquanto isso ignoram as demandas do pai cego e buscam amor e acolhimento uns nos outros, vivendo às voltas com as mais recentes roupas de grife.
Quando Jack, o irmão mais velho e eixo central da família, anuncia que vai abandonar o pai e os irmãos para morar com a namorada Martha, os laços de sangue implodem. Ed começa a descobrir a verdade por trás da misteriosa morte da mãe. Mentiras começam a vir à tona, a família passa a se desintegrar brutalmente e os irmãos entram uma espiral de violência.
Com roteiro de Efthimis Filippo, o longa é colaboração de Aïnouz com a MUBI, The Match Factory, Kavac Film, The Apartment (uma empresa da Fremantle), SurFilm, Crybaby e Gold Rush Pictures.
A produção é assinada por Viola Fügen e Michael Weber, Simone Gattoni, Annamaria Morelli e Vladimir Zemtsov. A coprodução fica a cargo de Andreas Wentz, Juan Cano “Nono” e Rachel Dargavel.

Fonte: G1 Entretenimento

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Hyldon faz parceria e pazes com Pepeu Gomes anos após briga sobre futebol


Hyldon lança o single ‘O pierrot, a lua e o mar’ na sexta-feira, 23 de janeiro
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Reza a lenda que Hyldon e Pepeu Gomes ficaram décadas sem falar um com o outro por causa de discussão sobre futebol em uma pelada disputada por times que incluíam os dois artistas.
A animosidade teria sido diluída tempos atrás no reencontro dos cantores em festa promovida por editora de música. Na ocasião, a promessa de parceria entre os dois compositores (ambos guitarristas) teria contribuído para selar a paz.
Seja como for, a parceria é concreta e chega ao mundo digital na sexta-feira, 23 de janeiro, com a edição do single “O pierrot, a lua e o mar”.
Primeiro lançamento fonográfico de Hyldon em 2026 e primeira parceria do soulman baiano com o conterrâneo Pepeu, o single “O pierrot, a lua e o mar” apresenta canção pop romântica que versa sobre amor ambientado na natureza, entre pingos de chuva e mar azul.
Capa do single ‘O pierrot, a lua e o mar’, de Hyldon
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Filho de David e Victoria Beckham critica pais e diz que família sabota seu casamento


Brooklyn Peltz Beckham se casa com Nicola Peltz Beckham
Reprodução/Instagram
Filho mais velho de David e Victoria Beckham, o modelo Brooklyn Peltz descreveu um clima a conturbado ao falar sobre sua família, nesta segunda-feira (19). Em uma sequência de stories postada no Instagram, ele criticou os pais e negou ter interesse em retomar laços com eles, além de acusá-los de tentarem sabotar seu casamento com Nicola Peltz Beckham.
Brooklyn alega que sua esposa tem sido alvo constante de falta de consideração por parte dos Beckham. O modelo revelou que se manteve calado por muito tempo na tentativa de preservar a privacidade, mas que decidiu se pronunciar após o que chamou de ataques contínuos e mentiras veiculadas pela imprensa a mando de seus pais.
“Minha esposa tem sido constantemente desrespeitada pela minha família, não importa o quanto tenhamos nos esforçado para nos unirmos”, disse ele.
O modelo afirmou que a estilista Victoria teria desistido de confeccionar a peça de Nicola no último momento antes do casamento, obrigando a atriz a encontrar uma alternativa com urgência. Na época, Nicola chegou a minimizar a situação em entrevistas, mas Brooklyn agora sustenta que o ato foi deliberado.
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Outro momento de tensão teria ocorrido durante a festa de casamento. O influenciador acusou a mãe de “sequestrar” a primeira dança do casal. Segundo ele, o momento, que deveria ser um momento romântico com sua esposa, foi interrompido por Victoria, que dançou com ele de maneira que o deixou humilhado e desconfortável diante dos convidados.
O herdeiro também falou de questões contratuais, afirmando que, semanas antes do casamento, ele teria sido pressionado e até subornado pelos pais para abrir mão de direitos relacionados ao seu nome. Ele disse que sua recusa em assinar o acordo teria afetado a relação financeira e pessoal com a família, destacando que, para David e Victoria, a imagem da marca familiar está acima de tudo.
Brooklyn afirmou também que a crise se estendeu aos irmãos mais novos, Romeo e Cruz. O modelo alega que eles foram instigados a atacá-lo na internet antes de bloquearem seu perfil. Cruz Beckham, porém, negou publicamente que os pais tenham deixado de seguir o irmão, sugerindo que o bloqueio partiu do próprio Brooklyn.
Até o momento, os representantes de David e Victoria Beckham não se manifestaram oficialmente sobre as declarações do filho.

Fonte: G1 Entretenimento

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Trend ‘2026 é o novo 2016’ viraliza nas redes sociais e resgata nostalgia de 10 anos atrás; veja famosos que aderiram


Famosos entram na trend 2026 é o novo 2016 nas redes (Kylie Jenner, Vi Tube e Jade Picon).
Reprodução/Instagram
Uma trend cheia de nostalgia está viralizando nas redes sociais entre famosos e anônimos ao redor do mundo. Com o lema “2026 é o novo 2016”, usuários têm compartilhado fotos de como eram e o que faziam há dez anos — e sim, já faz todo esse tempo desde 2016.
A tendência começou a ganhar espaço no fim de dezembro de 2025, impulsionada pelo clima de virada de ano, e explodiu nas últimas semanas.
No TikTok, os números mostram bem esse salto: só no último mês, usuários brasileiros fizeram 25 mil postagens com a hashtag #2016, o que representa quase 85% de todo o uso da tag nos quatro meses anteriores, segundo o TikTok Creative Center, plataforma que monitora tendências da rede.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
No TikTok, os números ajudam a dimensionar o fenômeno: só no último mês, usuários brasileiros fizeram 25 mil postagens com a hashtag #2016, o que representa quase 85% de todo o uso da tag nos quatro meses anteriores, segundo dados do TikTok Creative Center, plataforma que monitora tendências da rede.
As informações mostram um salto claro na popularidade da hashtag a partir do fim de dezembro, em comparação com o histórico de uso da tag (veja abaixo).
Crescimento da popularidade da #2016 no TikTok nos últimos 3 meses
Reprodução/Creative Center
E a tendência não ficou só no Brasil. A #2016 também registrou crescimento em países como Estados Unidos, Canadá, Argentina e Itália, indicando uma tendência global.
A #2016 também cresceu nesse período em países como Estados Unidos, Canadá, Argentina e Itália.
Além de revisitar o próprio estilo e aparência, muitos usuários usam a trend para relembrar costumes da época, como o auge de redes sociais como Tumblr e Snapchat, fotos mais espontâneas no Instagram e modas que marcaram a década de 2010.
Celebridades também embarcaram na onda e ajudaram a impulsionar o alcance da trend. Viih Tube, por exemplo, somou mais de 600 mil curtidas em um post relembrando 2016. Maisa, que tinha 15 anos na época, ultrapassou 1 milhão de curtidas.
Entre os nomes internacionais, Dua Lipa comentou o resgate do passado em uma legenda que viralizou — “Wow, these 2016 memories are making me wanna unarchive everything” (“Uau, essas memórias de 2016 estão me dando vontade de desarquivar tudo”).
Kylie Jenner e Hailey Bieber também entraram na trend e compartilharam imagens antigas com a legenda “You just had to be there” (“Você tinha que estar lá”).
Nos comentários, usuários compartilharam sentimentos semelhantes, com frases como “Como eu amava esse tempo, ninguém era triste”, “Eu era feliz e não sabia 🥹” e “Eu fui, eu tava”, reforçando o clima coletivo de nostalgia.
Veja abaixo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Nara Leão tem oito gravações inéditas lançadas em álbum póstumo que será disponibilizado no Dia da Bossa Nova


Nara Leão (1942 – 1989) tem a voz revivida no álbum póstumo ‘A bossa rara de Nara’, programado para ser lançado em 25 de janeiro
Ricardo Chvaicer / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Uma das cantoras mais importantes da MPB, dona de discografia sempre antenada e por vezes até surpreendente, Nara Leão (19 de janeiro de 1942 – 7 de junho de 1989) sempre cantou em shows o cancioneiro da bossa nova, movimento do qual foi eleita musa à revelia da artista. Contudo, no que diz respeito aos registros em disco, Nara somente se reconciliou publicamente com o repertório da bossa a partir de álbum gravado em Paris e lançado em 1971 na forma de LP duplo.
No próximo domingo, 25 de janeiro, chega às lojas um álbum póstumo da cantora, “A bossa rara de Nara”, com oito gravações inéditas desse cancioneiro eternamente associado à bossa nova.
As oito gravações foram extraídas do material encontrado pelo produtor musical Raymundo Bittencourt em fita DAT em 2025, durante arrumação no estúdio de Bittencourt. Embora sem data, as gravações são presumivelmente dos anos 1980, década em que Nara passou a fazer shows e discos com Roberto Menescal.
Bittencourt recuperou e digitalizou a voz da cantora nestes oito registros, mas preferiu não aproveitar o violão, optando por adicionar um acompanhamento instrumental à voz da artista. Além do próprio Raymundo Bittencourt ao violão, foram arregimentados os músicos Diógenes de Souza (baixo), João Cortez (bateria) e Leandro Freixo (flauta e teclados).
É com esse acompanhamento posterior que Nara Leão canta as músicas “Chega de saudade” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), “Fotografia” (Antonio Carlos Jobim, 1959), “Manhã de Carnaval” (Luiz Bonfá e Antonio Maria, 1959), “Tristeza de nós dois” (Maurício Einhorn, Bebeto Castilho e Durval Ferreira, 1960), “O barquinho” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1961), “Você e eu” (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes, 1961), “Diz que fui por aí” (Zé Ketti e Hortênsio Rocha, 1964) e “Wave” (Antonio Carlos Jobim, 1967) no álbum “A bossa rara de Nara”.
Capa do álbum ‘A bossa rara de Nara’, de Nara Leão (1942 – 1989)
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Valentino Garavani, estilista italiano, morre aos 93 anos; veja repercussão


Valentino Garavani, estilista italiano, morre aos 93 anos
REUTERS/Denis Balibouse
Ícones da moda usaram as redes sociais para lamentar a morte do estilista Valentino Garavani. O fundador da grife Valentino morreu nesta segunda (19) aos 93 anos, em Roma. A morte foi anunciada em um comunicado da Fundação Valentino Garavani e Giancarlo Giametti.
“Um dos maiores ícones da história da moda. Particularmente, sempre fui uma grande fã. Que ele descanse em paz. Deixou um legado gigantesco de elegância, feminilidade e sofisticação na moda”, escreveu a influenciadora do mercado de luxo Silvia Braz.
O apresentador e estilista Dudu Bertholini fez uma postagem em seu Instagram com a imagem de Valentino. Já a modelo Vivi Orth comentou uma postagem sobre a morte do estilista com um emoji de coração preto.
Silvia Braz lamenta morte de Valetino
Reprodução/Instagram
Dudu Bertholini lamenta morte de Valentino
Reprodução/Instagram
História
Valentino Garavani consolidou-se como um dos nomes definitivos da alta-costura do século 20, sendo o responsável por cristalizar uma imagem de glamour romântico, feminino e luxuoso na moda global. A importância de seu trabalho é destacada por publicações como “Harper’s Bazaar” e “W Magazine”, que creditam ao estilista a moldagem da percepção moderna de elegância italiana.
Ele foi apelidado de “o último imperador” em um documentário de mesmo nome, lançado em 2008. A assinatura de Valentino tornou-se indissociável de tapetes vermelhos e casamentos da alta sociedade, definindo um padrão estético que perdura há décadas.
Nascido em Voghera, na Itália, em 1932, Valentino decidiu precocemente seguir a carreira de estilista, uma vocação despertada pelo impacto visual dos figurinos espetaculares dos filmes de Hollywood. Sua base técnica, no entanto, foi construída na França.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ao retornar a Roma em 1959, Valentino abriu seu estúdio na Via Condotti e, pouco depois, conheceu Giancarlo Giammetti, que se tornaria seu parceiro de negócios e de vida. Juntos, estruturaram a maison cuja estreia oficial, ocorrida em 1962 no Palazzo Pitti, em Florença, fez a marca ser reconhecida imediatamente como sinônimo de luxo italiano, atraindo encomendas internacionais.
Ele se formou na École des Beaux-Arts e na Chambre Syndicale de la Couture, em Paris, e o período como aprendiz nas casas de Jean Dessès e Guy Laroche foi fundamental para o desenvolvimento da precisão técnica que marcaria sua costura.
Valentino Garavani e Giancarlo Giammetti
Site oficial Fondazione Valentino Garavani e Giancarlo Giammetti
A estética de Valentino é descrita pela imprensa especializada como ultra-feminina e teatral na medida exata, com códigos que incluem linhas limpas, uso de chiffon, laços, flores e o contraste entre preto e branco.
O elemento central, contudo, é o “Valentino red” (“vermelho Valentino”). Para a crítica de moda, o tom não é apenas uma cor, mas um símbolo de glamour noturno e a representação de uma mulher idealizada que é, ao mesmo tempo, poderosa e delicada.
“Eu sei o que as mulheres querem: elas querem ser bonitas”, diz no documentário “Valentino: The Last Emperor”.
Valentino posa na abertura de exposição sobre ele no museu Ara Pacis, em Roma
Alessandro Bianchi/File Photo/Reuters
Essa visão transformou Valentino no estilista de confiança de figuras influentes, consolidando sua imagem junto ao jet set internacional. Sua lista de clientes incluiu nomes como Jackie Kennedy Onassis, Elizabeth Taylor, Sophia Loren e diversas princesas europeias.
O estilo de vida do estilista, cercado por festas, palácios e iates, ajudou a mitificar a própria ideia de “couturier”, expandindo a maison para o prêt-à-porter e acessórios sem perder a narrativa de luxo.
Mesmo após sua aposentadoria, a herança estética da casa foi assumida por diretores criativos como Maria Grazia Chiuri e Pierpaolo Piccioli, que conseguiram adaptar o legado do fundador para um público contemporâneo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Roger Allers, codiretor de ‘O Rei Leão’, morre aos 76 anos


Roger Allers apresenta cenas de ‘O rei leão’
Divulgação/Disney
O diretor e roteirista de filmes de animação Roger Allers, que codirigiu o sucesso de bilheteria “O Rei Leão”, morreu aos 76 anos no sábado (17), anunciou o diretor executivo da Disney, Robert Iger, em sua conta no Instagram.
“Roger Allers foi um criativo visionário, cujas inúmeras contribuições para a Disney continuarão vivas para as próximas gerações”, escreveu Iger na noite de domingo (18). A causa da morte não foi revelada.
“Ele compreendia o poder das grandes histórias. Seu trabalho ajudou a definir uma era da animação que continua sendo fonte de inspiração para o público em todo o mundo. Somos profundamente gratos por tudo o que ele deu à Disney”, acrescentou.
Allers trabalhou em vários clássicos da Disney, como “Tron”, “A Pequena Sereia”, “A Bela e a Fera” e “Aladdin”, além de “O Rei Leão” (1994), um dos maiores sucessos desses estúdios.

Fonte: G1 Entretenimento

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Valentino Garavani, estilista italiano, morre aos 93 anos

O estilista Valentino Garavani morreu aos 93 anos.
Este texto está em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Viviane Araújo participa de ‘Três Graças’ ao lado de Belo; relembre relacionamento


Os tuiteiros de ‘Três Graças’: como o elenco transforma X em extensão da novela
Vai ao ar nesta segunda-feira (19) o início da participação de Viviane Araújo em “Três Graças”. A atriz interpreta Consuelo, uma manicure que foi o amor do passado de Misael, personagem vivido pelo cantor Belo.
Na cena, Consuelo aparece no ferro-velho de Joaquim (Marcos Palmeira) à procura do ex-namorado, que reencontrou quando ele viajou ao Rio de Janeiro e visitou o cemitério onde ficam os túmulos dos pais. O reencontro de Misael e Consuelo é marcado por trocas de farpas e ressentimentos.
Os tuiteiros de ‘Três Graças’: como o elenco está transformando X em extensão da novela
Consuelo aparece no ferro-velho para ajudar Misael
Globo
Romance marcado por exposição
O relacionamento de Belo e Viviane Araújo durou quase uma década e foi amplamente acompanhado pela mídia. Eles começaram a namorar em 1998, quando o cantor se interessou pela atriz após vê-la em uma revista. Seis meses depois, passaram a morar juntos.
Belo e Viviane no ‘Planeta Xuxa’, em 2000
Globo
No auge da relação, Belo chegou a pedir Viviane em casamento durante a participação no “Planeta Xuxa”, em 2000. “Por tudo que nós passamos juntos, você quer casar comigo?”, perguntou o cantor na ocasião. Como prova de amor, eles chegaram a fazer tatuagens com o nome um do outro.
A partir de 2002, o relacionamento passou por um período de instabilidade, agravado pela prisão de Belo sob acusação de ass ociação ao tráfico. Mesmo com o cantor detido, Viviane permaneceu ao lado dele: fazia visitas frequentes ao presídio e manifestava apoio publicamente.
“Todos os dias, a gente acordava cinco e meia da manhã, atravessávamos o Rio de Janeiro inteiro para chegar ao centro”, relembra o produtor musical Stenio Madeira, em depoimento à série documental “Belo: Perto Demais da Luz”, produção original do Globoplay.
Viviane visitando Belo na prisão
Globoplay
O fim da relação, em 2007, foi marcado por rumores de infidelidade e pela rápida confirmação de um novo relacionamento de Belo com Gracyanne Barbosa, algo que ambos negaram ter sido a causa da separação.
As tatuagens foram apagadas, e novos relacionamentos entraram na história do ex-casal. Atualmente, Belo namora a influencer Rayane Figliuzzi. Já Viviane Araújo é casada com o empresário Guilherme Militão desde 2021, com quem tem um filho, Joaquim, de 3 anos.
Belo e Viviane
Globoplay

Fonte: G1 Entretenimento