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‘God of War’: Ryan Hurst vai interpretar Kratos na série


Ryan Hurst foi escalado para interpretar Kratos na série de ‘God of War’
Divulgação
Ryan Hurst, ator conhecido por seu trabalho em “Sons of Anarchy”, vai interpretar o protagonista Kratos na série “God of War”, que adapta a famosa e popular franquia de games.
O trabalho é um retorno do americano ao universo dos jogos, depois de dar voz ao deus nórdico Thor no game “God of War: Ragnarok”.
Nos jogos, Kratos é um espartano na Grécia Antiga que eventualmente se torna o deus da guerra após uma longa e árdua batalha contra o panteão da mitologia grega.
A série com atores vai se basear nos últimos dois games, nos quais o protagonista se muda para uma região dominada por deuses nórdicos e precisa cuidar de seu jovem filho, Atreus.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Trio Janaju dá voz à natureza no bom álbum ‘Lindeira’ entre cateretê, ecos mineiros e canções de Roberto Carlos


Formado por Nair de Cândia (à esquerda), Jaime Alem e Jurema de Cândia, o trio Janaju lança o álbum ‘Lindeira’ em 28 de agosto
Nando Chagas / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Lindeira
Artista: Janaju
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Backing vocal de Roberto Carlos desde 2001, a cantora Jurema de Cândia completa 25 anos na banda RC 9 em 2026. A longeva ligação profissional entre os dois artistas explica a presença estranha de pot-pourri com quatro canções de Roberto e Erasmo Carlos (1941 – 2022) – “As canções que você fez pra mim” (1966), “Eu te amo, te amo, te amo” (1968), “Se você pensa” (1968) e “É preciso saber viver” (1968) – entre as 10 faixas do primeiro álbum do Janaju, “Lindeira”, programado para 28 de janeiro.
Janaju é o trio carioca formado por Jurema com a irmã Nair de Cândia e o cunhado Jaime Alem, companheiro de Nair, com quem Alem já gravou o álbum “Jaime & Nair” (1974), lançado há 52 anos.
Jaime Alem – cabe lembrar – foi o maestro e diretor musical de Maria Bethânia por 25 anos, de 1985 a 2010, em conexão profissional iniciada em 1982, ano em que Alem fez os arranjos vocais de memorável show da cantora, “Nossos momentos”, tendo Jurema e Nair como backing vocals.
Violonista, Jaime Alem é também violeiro e extrai sons evocativos das terras do Brasil rural. A combinação de sons das terras e dos rios, da natureza enfim, molda o repertório de “Lindeira”, álbum que chega cinco anos após o primeiro single do trio, “Homens de pedra” (2020).
É nessa trilha que caminha o Janaju, como mostra a gravação de uma das duas parcerias de Alem com a poeta Etel Frota incluída no álbum, “O rio que chora”, cuja correnteza parece carregar o som sagrado de Milton Nascimento, entre outras referências. O trem apita em “Lá onde eu moro” (Jaime Alem), faixa de balanço percussivo escolhida para gerar clipe.
Destaque do repertório do álbum, a música-título “Lindeira” – a outra música da lavra de Alem com Etel Frota – segue em correnteza serena com lirismo poético e o mais sedutor arranjo vocal do disco em gravação pontuada pelo toque rural da sanfona do pianista João Carlos Coutinho.
Ecos das Geraes reverberam em “Terra de heróis” (Carlos Rocha e João Marcos Alem), sinalizando que os sons de Minas (Clube da Esquina e Milton Nascimento, sobretudo) estão entranhados na alma do Janaju.
“Recém-nascido” (Jaime Alem) se assenta sobre as percussões de Reginaldo Vargas enquanto “Sonhos e contos reais” (Carlos Rocha e Jaime Alem) evoca cheiro de mato entre ecos do Boca Livre nos vocais dessa canção levada pelo violão do próprio Além sobre percussão suave. “Enigma” (Jaime Alem) e “Nem vem” (Jaime Alem) – faixa de pulsação vibrante – são outras músicas valorizadas pelas harmonizações das vozes do Janaju.
No fecho do álbum “Lindeira”, entre toques de violas e o baticum de tambores, o trio se volta para o universo caipira na pegada dançante do cateretê que move “Catira do Pinheiro”, parceria de Jaime Alem com Paulo César Pinheiro.
Capa do álbum ‘Lindeira’, do trio Janaju, formado por Jaime Alem com as irmãs Nair de Cândia e Jurema de Cândia
Nando Chagas

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator Timothy Busfield é acusado mais uma vez de abuso sexual, diz site


Ator Timothy Busfield é investigado apó denúncia de toques inapropriados contra uma criança no set da série The Cleaning Lady
Associated Press
A revista People teve acesso a um pedido de prisão preventiva apresentado nesta quarta-feira (14) em que o ator e diretor Timothy Busfield é acusado mais uma vez de abuso sexual.
O documento aponta que o pai da vítima, Colin Swift, afirmou às autoridades policiais na terça-feira que Busfield teria abusado sexualmente de sua filha por anos, na Califórnia.
Busfield é vencedor do Emmy e conhecido por atuações em séries como Thirtysomething, The West Wing e pelo filme Campo dos Sonhos (Field of Dreams).
*Essa reportagem está em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Amarela’, curta brasileiro na pré-lista do Oscar, estreia no Canal Brasil e no Globoplay


Assista ao trailer de ‘Amarela’
O curta-metragem brasileiro “Amarela”, que entrou para a pré-lista do Oscar 2026, estreia nesta quarta-feira (14) no Canal Brasil — e depois fica disponível, a partir desta quinta (15), no Globoplay.
O filme dirigido e escrito por André Hayato Saito é o terceiro de uma trilogia de curtas. Nele, uma jovem nipo-brasileira interpretada por Melissa Uehara enfrenta diferentes violências cotidianas em São Paulo durante a final da Copa do Mundo de 1998.
“Amarela” será exibida nesta quarta às 19h45, com reprises iniciais nesta sexta (16), às 07h45, no sábado (17), às 18h45, e no domingo (18), às 14h15.
A obra é um dos 15 selecionados na pré-lista de melhor curta-metragem do Oscar. Os indicados finais da premiação serão anunciados dia 22. Já o evento acontece em 15 de março.
Melissa Uehara em cena de ‘Amarela’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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BTS no Brasil: o retorno ‘de US$ 1 bilhão’ do ícone do K-pop após quatro anos longe dos palcos


BTS de volta? Cantores são liberados do Exército e fãs estão ansiosos com retorno do grupo
Depois de quatro anos longe dos palcos, o fenômeno do K-pop BTS marcou seu retorno com o anúncio de uma turnê mundial que deve ser uma das maiores de 2026.
O grupo que ajudou a tornar o K-pop um fenômeno global tem 79 shows marcados em 34 países, passando por cidades como Londres, São Paulo, Tóquio, Munique, Sydney e Los Angeles.
A notícia foi recebida com entusiasmo pelos fãs, especialmente porque desde 2019 o BTS não se apresentava fora dos Estados Unidos e da Coreia do Sul.
A turnê anterior do grupo já havia batido recordes no universo do K-pop, arrecadando cerca de US$ 246 milhões (cerca de R$ 1,3 bilhão) em bilheteria global. Na ocasião, o BTS se tornou o primeiro grupo coreano a se apresentar como atração principal no estádio de Wembley, em Londres (Reino Unido).
BTS no Grammy 2022
Amy Sussman / Getty Images via AFP
A nova turnê terá início com três noites no Goyang Stadium, na Coreia do Sul, em 9 de abril de 2026, antes de seguir pela Ásia, Europa e Américas.
O show contará com um palco circular de 360 graus, permitindo que mais assentos fiquem disponíveis em cada local.
A etapa europeia da turnê passará por Londres, Paris, Madri, Bruxelas e Munique. No Brasil, o BTS tem três shows marcados em São Paulo, nos dias 28, 30 e 31 de outubro. A última passagem do grupo pelo Brasil foi em 2019, também em São Paulo. Ainda não há informações sobre local e data para venda de ingressos.
Uma mensagem no site da banda informou que novas datas serão anunciadas para o Japão, Oriente Médio “e mais” em 2027. (Veja a lista completa das datas até o momento no final desta página.)
Os ingressos estarão disponíveis para os fãs a partir de 22/01 e para o público em geral dois dias depois.
Segundo a revista americana de música Billboard, entre receitas de shows, produtos, licenciamento, vendas de álbuns e streaming, o retorno deve render ao grupo e à sua gravadora, a BigHit/Hybe, mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,3 bilhões).
Em 2024, durante o hiato do grupo, o lucro operacional da Hybe caiu quase 37,5%, valor que a empresa atribuiu parcialmente à “pausa temporária do BTS”.
BTS se apresenta no Grammy 2022
Mario Anzuoni/Reuters
Formado no início da década de 2010, o BTS esteve na linha de frente da popularização do K-pop entre o público ocidental, graças à combinação energética de pop dançante e hip-hop e letras introspectivas.
A expectativa pelo retorno do grupo vem crescendo desde que o rapper e compositor Suga concluiu seu serviço militar obrigatório de 18 meses em junho do ano passado.
Ele foi o último dos sete integrantes a voltar à vida civil, após seus colegas Jin, J-Hope, V, RM, Jung Kook e Jimin.
Quando a banda anunciou seus planos de retorno em uma transmissão ao vivo na plataforma de fãs Weverse, em julho passado, mais de 7 milhões de pessoas assistiram ao anúncio.
Números desse porte indicam que haverá uma corrida por ingressos semelhante à da turnê Eras de Taylor Swift, em 2022, e à turnê de reunião do Oasis, em 2024.
Para muitos fãs do BTS, será a primeira oportunidade de ver o grupo ao vivo em sete anos.
Nesse período, a banda conquistou seu primeiro single número um nos EUA com “Dynamite”, uma canção pop vibrante que também se tornou seu primeiro sucesso no top 10 no Reino Unido.
Em seguida, o grupo lançou o disco-funk retrô “Butter”, inspirado em Michael Jackson, e uma colaboração de sucesso com a banda inglesa Coldplay, “My Universe”.
No entanto, uma turnê mundial planejada para 2020 teve de ser cancelada devido à pandemia de covid-19. Após o fim das restrições a shows, conseguiram realizar apenas algumas apresentações antes de iniciar o serviço militar obrigatório.
Os números de reproduções em plataformas de streaming caíram durante o hiato, mas diversos projetos solo mantiveram o interesse dos fãs mais dedicados.
Quando o grupo limpou seus perfis nas redes sociais e revelou a data de lançamento do novo álbum no Dia de Ano Novo, a plataforma Weverse ficou sobrecarregada com fãs buscando informações, chegando a sair do ar.
O álbum, que ainda não tem título, foi gravado em Los Angeles ao longo de seis meses no ano passado e será lançado em serviços de streaming em 20 de março.
O líder do grupo, RM, atualizou os fãs sobre o andamento do trabalho em agosto, dizendo que a banda estava “trabalhando com dedicação”, mas admitindo que foi “estranho” se adaptar à vida fora do serviço militar.
BTS se destaca na premiação do American Music Awards 2021 e vence três categorias
REUTERS/Aude Guerrucci
“Eu vivo, trabalho e me divirto com os membros. É uma experiência realmente estranha”, afirmou. “Ao fazer algo ‘juntos’ com esses amigos, vou me dedicar a este momento… Estou em busca do que me tornarei.”
J-Hope já havia comentado que os diversos projetos solo dos membros da banda influenciariam as novas músicas.
“Eu acho que, com o tempo, cada um de nós refinou sua identidade ao trabalhar em suas próprias músicas”, disse ele ao programa de Zane Lowe, da Apple Music. “Estou curioso para ver como isso vai se materializar… Acho que vai ser uma energia incrível!”
Atualizando os fãs em dezembro, RM disse: “O álbum está quase aqui. Ele realmente está a caminho.” “Ontem também trabalhamos juntos”, acrescentou. “Estamos filmando e ensaiando todos os dias.”
Antes de anunciar o novo álbum, o BTS enviou cartas manuscritas para sua base de fãs, conhecida coletivamente como ARMY.
As cartas foram entregues diretamente nas casas dos fãs e mensagens expressavam gratidão e entusiasmo pelo reencontro do grupo.
“O ano que estávamos esperando finalmente chegou”, escreveu Jimin.
“Esperamos com mais dedicação do que qualquer outra pessoa”, acrescentou RM.
O membro mais jovem, Jung Kook, que provavelmente teve a carreira solo mais bem-sucedida durante o hiato do BTS, adotou um tom de humildade:
“Meu coração sempre foi o mesmo”, escreveu. “Continuarei dando o meu melhor, como sempre fiz.”
Já V concluiu com uma mensagem aos fãs: “Em 2026, vamos criar ainda mais boas memórias, então fiquem atentos!”
Banda sul-coreana BTS no American Music Awards
REUTERS/Aude Guerrucci
Turnê Mundial BTS 2026-2027: datas confirmadas até agora
2026
9, 11-12 de abril — Goyang, Coreia do Sul
17-18 de abril — Tóquio, Japão
25-26 de abril — Tampa, EUA
2-3 de maio — El Paso, EUA
7, 9-10 de maio — Cidade do México, México
16-17 de maio — Stanford, EUA
23-24, 27 de maio — Las Vegas, EUA
12-13 de junho — Busan, Coreia do Sul
26-27 de junho — Madri, Espanha
1-2 de julho — Bruxelas, Bélgica
6-7 de julho — Londres, Reino Unido
11-12 de julho — Munique, Alemanha
17-18 de julho — Paris, França
1-2 de agosto — East Rutherford, EUA
5-6 de agosto — Foxborough, EUA
10-11 de agosto — Baltimore, EUA
15-16 de agosto — Arlington, EUA
22-23 de agosto — Toronto, Canadá
27-28 de agosto — Chicago, EUA
1-2, 5-6 de setembro — Los Angeles, EUA
2-3 de outubro — Bogotá, Colômbia
9-10 de outubro — Lima, Peru
16-17 de outubro — Santiago, Chile
23-24 de outubro — Buenos Aires, Argentina
28, 30-31 de outubro — São Paulo, Brasil
19, 21-22 de novembro — Kaohsiung, Taiwan
3, 5-6 de dezembro — Bangkok, Tailândia
12-13 de dezembro — Kuala Lumpur, Malásia
17, 19-20, 22 de dezembro — Singapura
26-27 de dezembro — Jacarta, Indonésia
2027
12-13 de fevereiro — Melbourne, Austrália
20-21 de fevereiro — Sydney, Austrália
4, 6-7 de março — Hong Kong
13-14 de março — Manila, Filipinas

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Evidências’ é a música mais tocada em shows no Brasil em 2025


Chitãozinho e Xororó cantam o hino ‘Evidências’ no Palco Mundo do Rock in Rio
“Evidências” é a música mais tocada em shows no Brasil em 2025, segundo ranking do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). De acordo com o ranking da instituição, a faixa composta por José Augusto e Paulo Sergio Valle em 1990, e que conquistou o país na voz de Chitãozinho e Xororó, supera “Boate azul” (2ª colocada) e “Não quero dinheiro” (na terceira posição).
Entre diversos clássicos da música lançados há décadas, a faixa “Erro Gostoso”, sucesso na voz de Simone Mendes, conseguiu um espaço e conquistou a sétima posição.
Composta por Lucas Souza, Flavinho Do Kadet, Felipe Marins, Gabriel Angelo, Eliabe Quexin e Edson Garcia foi lançada em 2023 – 33 anos após a líder do ano.
Para se ter uma ideia, a faixa mais recente da lista depois de “Erro Gostoso” é “Anna Julia”, lançada em 1999.
Chitãozinho e Xororó se apresentam com Simone Mendes no Rock in Rio 2024
Miguel Folco/g1
Veja ranking completo das músicas mais tocadas em shows no Brasil em 2025:
“Evidências” – Jose Augusto / Paulo Sergio Valle (1990)
“Boate azul” – Benedito Seviero / Tomaz (1985)
“Não quero dinheiro” – Tim Maia (1971)
“Telefone mudo” – Peao Carreiro / Franco (1981)
“Eva” – Cartavetrata / Umto / Ficarelli (1982)
“Cheia de manias” – Luiz Carlos (1992)
“Erro gostoso” – Lucas Souza / Flavinho Do Kadet / Felipe Marins / Gabriel Angelo / Eliabe Quexin / Edson Garcia (2023)
“Anna Julia” – Marcelo Camelo (1999)
“Ainda ontem chorei de saudade” – Moacyr Franco (1988)
“Tentei te esquecer” – Cruz Gago (1998)
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Fonte: G1 Entretenimento

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Xande de Pilares canta Chico Buarque e recebe Diogo Nogueira e Ferrugem no álbum ‘Nos braços do povo vol. 2’


Capa do álbum ‘Nos braços do povo vol. 2’, de Xande de Pilares
Natan Costa com arte de Raul Palmer
♫ NOTÍCIA
♬ É curioso e até confuso, mas a discografia de Xande de Pilares tem dois registros audiovisuais de shows intitulados “Nos braços do povo”. Para acentuar a dubiedade, ambos os álbuns foram gravados ao vivo no Rio de Janeiro (RJ) – cidade natal do artista – e lançados em dois volumes.
O primeiro álbum “Nos braços do povo” foi gravado em novembro de 2019 e apresentado ao longo de 2020. O segundo álbum foi gravado em 6 de junho de 2025 na unidade do Bar do Zeca Pagodinho do Vogue Square e teve o primeiro volume lançado em 2 de outubro com 65 músicas em 39 faixas. Já o segundo volume do álbum atual tem lançamento programado para 29 de janeiro com capa que expõe foto de Natan Costa enquadrada na arte de Raul Palmer.
Com regravações de standards da MPB com “Anunciação” (Alceu Valença, 1983), o xote “Eu só quero um xodó” (Dominguinhos e Anastácia, 1973) e os sambas “Kid Cavaquinho” (João Bosco e Aldir Blanc, 1974), “Linha de passe” (João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio, 1979) e “O meu guri” (Chico Buarque, 1981), o álbum “Nos braços do povo vol. 2” tem como foco a regravação de “Moro lá” (Elias José, Ney Carlos e Flávio Moreira, 2014) – samba popularizado por Renato da Rocinha em gravação de 2019 –e alinha, ao longo de 39 faixas, participações de Diogo Nogueira, Ferrugem e Sombrinha.
Diogo entra na roda para cantar “Espelho” (1977), uma das obras-primas da parceria do pai do artista, João Nogueira (1941 – 2000), com Paulo César Pinheiro. Ferrugem é o convidado de “Esqueci de te esquecer” (Xande de Pilares, 2001), “A paz” (Anderson Ramos Lima, Claudemir da Silva e Rodrigo Martins da Silva, 2006) e “Degradê” (Thiago Soares e Tiago Alexandre, 2016), sucesso do Grupo Clareou.
Já Sombrinha figura nos sambas “Pra que viver assim?” (Adilson Victor e Sombrinha, 1987), “Oitava cor” (Luiz Carlos da Vila, Sombrinha e Sombra, 1988) e “É sempre assim” (Arlindo Cruz, Sombrinha e Marquinho PQD, 1998).
“Esse álbum ‘Nos braços do povo’ é uma forma que eu tenho de reviver as rodas de samba dos tempos do Grupo Riacho, Sambola, Pagode do Boleiro, Compasso da Vila, do Pagode da Tia Gessi, do Grupo Só Vodka, no Morro do Turano, do Mestre Louro, na Barraca do Salgueiro, entre outras. São canções do lado A, do lado B, C, D, até terminar o alfabeto, porque tem muita música boa no mundo”, contextualiza Xande de Pilares.
Capa do álbum ‘Nos braços do povo vol. 1’ (2025), de Xande de Pilares
Natan Costa com arte de Raul Palmer

Fonte: G1 Entretenimento

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Lázaro Ramos brinca em homenagem de Brian Tyree Henry a Wagner Moura: ‘Maravilhoso, mas é meu irmão’


“Emoção arretada”, diz Wagner Moura sobre prêmios no Globo de Ouro
O ator Brian Tyree Henry, colega de Wagner Moura em “Ladrões de Drogas”, celebrou a vitória do brasileiro no Globo de Ouro 2026. A homenagem, porém, causou um certo “ciúme” em Lázaro Ramos.
Brian publicou várias fotos ao lado de Wagner e escreveu elogios na legenda. “Este homem é uma lenda. Um dos seres humanos mais incríveis que existem. Se houvesse prêmios para isso, ele mereceria ainda mais”, afirmou.
Lázaro Ramos brinca em homenagem de Brian Tyree Henry a Wagner Moura: ‘Maravilhoso, mas é meu irmão’
Reprodução/Instagram
“Wagner, tudo ficou melhor no momento em que te conheci. Obrigado por me mostrar a verdadeira irmandade e amizade nesta vida. Te amo muito, irmão. Parabéns, é muito merecido”, completou. Nas fotos, Brian mostrou registros dos bastidores com Wagner, selfies e uma imagem do ator durante um jantar.
Lázaro Ramos comentou na publicação: “Maravilhoso, mas é meu irmão”. A resposta bem-humorada reforça a amizade de décadas entre os dois, que se conhecem desde a adolescência, quando iniciaram juntos em uma companhia de teatro em Salvador há quase 30 anos.
Wagner Moura e Lázaro Ramos
Reprodução/Instagram
Noite histórica
Na noite do domingo (12), o ator fez história e venceu o prêmio de melhor ator em filme de drama no Globo de Ouro 2026 por “O Agente Secreto”. É a primeira vez que um ator brasileiro vence na categoria. No discurso, ele agradeceu especialmente ao diretor Kleber Mendonça Filho e falou sobre a mensagem do longa.
Veja lista completa de vencedores
FOTOS da premiação
‘O Agente Secreto’ vence melhor filme em língua não-inglesa
“É um filme sobre memória, a falta dela e um trauma geracional. Eu acho que ser um trauma pode ser passado por gerações, os valores também podem. Esse prêmio vai para quem está seguindo seus valores em momentos difíceis”, disse.
“E para todo mundo no Brasil que está assistindo isso agora, viva o Brasil e a cultura brasileira”, completou em português.
Wagner concorreu com Joel Edgerton (“Sonhos de trem”), Oscar Isaac (“Frankenstein”), Dwayne Johnson (“Coração de lutador: The Smashing Machine”), Michael B. Jordan (“Pecadores”) e Jeremy Allen White (“Springsteen: Salve-me do desconhecido”).
🎥 Ambientado nos anos 1970, “O Agente Secreto” conta a história de um professor universitário, interpretado por Moura, que volta para o Recife para reencontrar o filho caçula, apesar do risco que corre em plena ditadura militar.
Noite histórica para o Brasil
Foi a segunda vitória de “O Agente Secreto” no Globo de Ouro. Mais cedo, o filme brasileiro também levou o Globo de Ouro de melhor filme em língua não-inglesa. Foi a primeira vez em 27 anos que o Brasil ganhou nesta categoria, após a vitória de “Central do Brasil”, e a primeira na história que o país vence dois prêmios em uma mesma edição do Globo de Ouro.
Apresentadora da categoria, a atriz Minnie Driver fez o anúncio com uma palavra em português. Ela disse “Parabéns”, antes de falar o nome do filme em inglês.
Ao receber o prêmio, o diretor Kleber Mendonça Filho mandou um “alô, Brasil”, agradeceu o elenco e elogiou Wagner Moura, dizendo que “as melhores coisas acontecem quando você tem um grande ator e um grande amigo”.
“Dedico esse filme aos jovens cineastas. Esse é um momento da história muito importante para fazer filmes, aqui nos Estados Unidos e no Brasil. Vamos continuar fazendo filmes”, disse o cineasta.
O longa brasileiro também foi indicado à categoria de melhor filme dramático, mas perdeu para “Hamnet”.
Wagner Moura no Globo de Ouro
Etienne Laurent / AFP

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator de ‘Esqueceram de Mim’ é acusado de contratar serviços de prostituição nos Estados Unidos


O ator Daniel Stern como o ladrão Marv em cena de ‘Esqueceram de Mim’
Reprodução/20th Century Studios
O ator Daniel Stern, conhecido por interpretar o ladrão Marv nos filmes “Esqueceram de Mim”, foi acusado de solicitar serviços de prostituição em um motel na Califórnia, segundo a Promotoria do Condado de Ventura.
De acordo com um porta-voz do órgão, a solicitação teria ocorrido em 10 de dezembro, em um motel da cidade de Camarillo. Stern foi formalmente acusado em 12 de janeiro de 2026. A audiência de instrução, marcada inicialmente para o dia seguinte, foi adiada para 6 de fevereiro.
🧐Na maior parte dos EUA, contratar serviços de prostituição é crime. Não existe uma lei federal única sobre o tema e a legislação fica a cargo dos estados e condados. A regra geral é a criminalização tanto de quem vende quanto de quem compra sexo. Uma das principais justificativas é o combate à exploração e ao tráfico de pessoas.
Atualmente com 68 anos, o ator vive longe dos holofotes há vários anos. Ele se mudou para uma fazenda no condado de Ventura, onde mora com a esposa e se dedica à criação de gado e ao cultivo de alimentos, como tangerinas. Parte da rotina rural é compartilhada por Stern nas redes sociais, incluindo vídeos publicados no TikTok.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Daniel Stern ficou mundialmente conhecido ao interpretar Marv, um dos “Bandidos Molhados”, nos filmes “Esqueceram de Mim” (1990) e “Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York” (1992). Ao longo das décadas de 1980 e 1990, também atuou em produções como “Amigos, Sempre Amigos”, “Anos Incríveis” e “Correndo em Busca da Vitória”.
Em entrevistas anteriores, Stern contou que quase perdeu o papel em “Esqueceram de Mim” por divergências contratuais, que classificou como “algumas das decisões mais estúpidas” de sua carreira. Ele acabou retornando ao elenco após ser convencido pelos produtores.
Segundo o ator, o sucesso financeiro obtido no auge da carreira lhe permitiu se afastar da indústria do entretenimento e levar uma vida mais tranquila, longe de Hollywood.

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza canta bossa nova com fluência e reverência em grande álbum dissociado do som da geração da artista


Luísa Sonza honra o cancioneiro a que dá voz afinada no álbum ‘Bossa sempre nova’
Pam Martins / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Bossa sempre nova
Artista: Luísa Sonza, Roberto Menescal e Toquinho
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Tradicionalistas que amam o passado e fecham os ouvidos para os sons e vozes da música brasileira do século XXI vão se surpreender com o álbum de bossa nova lançado por Luísa Sonza na noite de hoje, 13 de janeiro. Se esperavam um disco subversivo aos cânones do gênero, para poderem falar mal, vão se decepcionar com “Bossa sempre nova”.
Escorada nos nomes, nos violões e nas produções musicais de Roberto Menescal e Toquinho, a cantora apresenta álbum de textura orgânica, extremamente reverente à bossa nova e, por isso mesmo, dissociado do som da geração da artista. Sonza encara 13 standards já gravados pelos maiores intérpretes do mundo e, sim, canta bem e impressiona pela destreza vocal.
Basta ouvir “Carta ao Tom 74” (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1974) na versão de voz e violão (tocado por Toquinho) para admitir que Menescal não exagerava e tampouco estava sendo diplomático quando afirmou que via em Luísa Sonza uma legítima intérprete de bossa nova. Soprado na introdução pelo saxofone de Alexandre Caldi, “Samba de verão” (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, 1964) flui com a leveza eterna desta standard planetário e justifica o aval do mestre.
Do alto dos 88 anos, Roberto Menescal assina a coprodução musical (com Douglas Moda) e toca violão e/ou guitarra em oito faixas do álbum “Bossa sempre nova”. Toquinho deu forma a outras seis das 14 faixas, também com a colaboração de Douglas Moda na produção musical. É somente com o violão de Toquinho, por exemplo, que a cantora dá voz ao samba “Águas de março” (Antonio Carlos Jobim, 1972) com a fluência que se mantém ao longo do disco.
Luísa Sonza conta com a produção musical, os arranjos e o violão de Roberto Menescal em oito das 14 faixas do álbum ‘Bossa sempre nova’
Pam Martins / Divulgação
Enfim, é assim, ancorada nesse porto seguro armado por Menescal e Toquinho, que Luísa Sonza se aventura, afinada, por canções como “Só tinha de ser com você” (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1964) em gravação que, ao violão de Toquinho, somam-se o baixo de Ivani Sabino, o piano de Marco Pontes Caixote e a bateria de Pedro Paulo D’Elia.
O trio também está presente na formatação de “Consolação” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963), afrosamba abordado sem a negritude esperada no canto do gênero, mas dentro do tom elegante do álbum “Bossa sempre nova”, ainda que a faixa seja a menos sedutora dentre os 13 standards.
O contracanto de Roberto Menescal em “Você” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1964) tem charme e funciona como um aval do parceiro de Ronaldo Bôscoli (1928 – 1994) neste tema tão carioca. Gaúcha residente em São Paulo (SP), Luísa Sonza se ambienta bem nessa atmosfera sal, céu, sol, sul que rege a bossa nova e a temperatura amena de canções como “Ah! Se eu pudesse“ (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1962), “O barquinho” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1961) – em registro que desliza em mar de calmaria com direito a vocalizes da cantora e ao violão de Menescal – e a bela e menos lembrada “Nós e o mar” (Roberto Menescal e Ronaldo Bõscoli, 1962).
“Nós e o mar” é lado B do cancioneiro da bossa que Sonza canta lindamente, com arranjo de Menescal, e com leve melancolia condizente com os versos de Bôscoli. Essa melancolia também pousa sobre “Triste” (Antonio Carlos Jobim, 1967), faixa também arranjada por Menescal, sem pesar o clima do álbum. O sopro recorrente do saxofone de Alexandre Caldi sublinha a gravação como uma brisa.
A voz de Toquinho é ouvida no samba “Onde anda você?” (Hermano Silva e Vinicius de Moraes, 1953) em feat com Sonza que não se limita ao toque do violão. Outro samba, “Tarde em Itapoã” (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971), também traz o violão e os vocais de Toquinho (no refrão).
Primeira parceria de Luísa Sonza com Roberto Menescal, que retocou a harmonia da canção composta pela artista originalmente para o quarto álbum autoral de Sonza, “Um pouco de mim” perde no inevitável confronto com os 13 standards do repertório do álbum “Bossa sempre nova”, mas a música soa afinada com o espírito do cancioneiro.
Quando o disco chega ao fim, com o canto do samba “Diz que fui por aí” (Zé Ketti e Hortênsio Rocha, 1964), o ouvinte sem pré-conceito já está convertido à bossa nova de Luísa Sonza. “Bossa sempre nova” é álbum de beleza atemporal que honra o gênero que, nos anos 1960, pôs o Brasil definitivamente no mapa-múndi da música.
Capa do álbum ‘Bossa sempre nova’, de Luísa Sonza
Pam Martins

Fonte: G1 Entretenimento