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Amaro Freitas, Criolo e Dino D’Santiago se irmanam (e se elevam) na travessia atlântica do resiliente álbum do trio


Capa do álbum ‘Criolo, Amaro & Dino’, de Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago
Vik Muniz
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Criolo, Amaro & Dino
Artistas: Amaro Freitas, Criolo e Dino D’Santiago
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ “Ah, na pele e na voz / Os sonhos da alma dançam”, poetizam Amaro Freitas, Criolo e Dino D’Santiago nos versos de “No vento de nós”, música que assinam em parceria com Djodje Almeida, compositor e violonista de Cabo Verde. “No vento de nós” sopra carga tão grande de espiritualidade que a faixa se eleva na intercontinental travessia pelo trio por um Atlântico negro costurado pelos artistas no álbum “Criolo, Amaro & Dino”.
Lançado hoje, 15 de janeiro, com 11 temas de autoria do trio e citação de “Passaredo” (Francis Hime e Chico Buarque, 1977) em interlúdio que antecede faixa de discurso ambientalista, o álbum colaborativo dos artistas já sobressai na produção fonográfica de 2026 por essa força espiritual potencializada pela musicalidade sofisticada que brota do encontro entre o pianista pernambucano, o rapper paulistano e o cantor português de ascendência cabo-verdiana.
O batuque de Cabo Verde que embasa “Seka” banha a faixa com a africanidade também embutida no toque frenético do piano tocado por Amaro nesse tema que revolve a aridez do solo africano entre ecos ancestrais de vozes de mulheres africanas. O produtor musical Lucas Seiji também colaborou para dar forma a “Seka”, outro ponto alto do repertório inédito, na maior parte composto pelo trio quando entraram em estúdio para dar forma ao álbum originado do single coletivo “Esperança” (2024).
O álbum “Criolo, Amaro & Dino” transita em ponte que, partindo de Portugal, liga Cabo Verde a São Paulo e a Pernambuco, terra natal de “Menina do coco de Carité”, faixa introduzida pelo toque percussivo do piano de Amaro e cerzida pelo canto do trio Clarianas e do toque da rabeca de Maciel Salú, mestre do maracatu.
Embora gravado entre Lisboa (Portugal), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), o álbum “Criolo, Amaro & Dino” desconhece fronteiras ao conectar latitudes pela linguagem universal da música.
Unidos pela herança da diáspora africana que moveu antepassados para várias partes do mundo, os artistas se irmanam e se reconhecem entre o canto em inglês de “Mama Afrika”, o suingue pop de “Anoitecer” (música composta e produzida somente por Amaro e Criolo), a resistência que move a morna “Fogo lento” e as críticas sociais do rap inserido por Criolo em temas como “E se livros fossem líquidos (Poeta fora da lei Pt II)” e “Amazônia (A-i’ahu)”, faixa onde impera o discurso demolidor feito pelo rapper com o reaproveitamento de versos da música “Chuva ácida” (Criolo, 2006), aquecidos pela consciência de que o planeta Terra arde em chamas.
As referências são muitas e as fronteiras musicais caem por terra diante do encontro do trio. Até porque o álbum atravessa continentes no toque livre do jazz do piano de Amaro Freitas, instrumentista já reconhecido fora do Brasil como gênio do instrumento.
Faixa produzida por Criolo com Holly, “Hoje eu vi você” encerra álbum pulsante e resiliente que se assenta sobre território universal, conectado pela música e pela força ancestral e espiritual da negritude.
Amaro Freitas (à esquerda), Criolo (ao centro) e Dino D’Santiago lançam álbum em que conectam Cabo Verde a Pernambuco e a São Paulo
Helder Fruteira / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Zé Felipe reage à cantada de influenciador coreano em post de Ana Castela: ‘Safado’


Zé Felipe reage a cantada de influenciador coreano em post de Ana Castela: ‘Safado’
Zé Felipe não curtiu a cantada de um influenciador coreano em um post de Ana Castela. Em um vídeo postado nas redes sociais, ele xingou Sunghoon Jang, conhecido nas redes sociais como Hooni, que tinha elogiado a cantora em uma publicação.
“É o coreano dando em cima, o coreano dando o bote. Vai para lá, coreano safado, vagabundo. E eu na convicção de que o Jack era tudo cantor. Aí tem Jack coreano… Eu nunca tinha visto, não. Jack cantor tem todos, né? Mas a cabeça tá boa, não”, disse.
Zé Felipe reage à cantada de influenciador coreano em post de Ana Castela: ‘Safado’
Reprodução/Instagram
Sunghoon Jang elogiou a cantora em publicação onde ela aparece de biquíni: ‘Isso! Que linda solteira, Ana’.
Reprodução/Instagram
Ana Castela publicou um vídeo de biquíni na terça-feira (13). Na legenda da imagem, Ana escreveu: “Era sol que me faltava”. Nos comentários, Sunghoon Jang publicou: “Isso! Que linda solteira, Ana”, com emoji de olhos e um coração com os dedos.
Depois do vídeo do Zé Felipe, Jang brincou com o cantor: “Desculpa, Zé. Mas eu ainda sou seu fã. Na verdade, virei ainda mais fã”. Essa não é a primeira vez que o influenciador comenta sobre uma ex do cantor. Em outubro do ano passado, ele assistiu a um jogo do Brasil e perguntou onde estava Vírginia, ex de Zé e atual de Vini Jr, jogador da seleção brasileira.
Live pergunta onde estava Vírginia, ex de Zé e atual de Vini Jr, jogador da seleção brasileira.
Reprodução/Instagram
Ana Castela e Zé Felipe anunciam fim do namoro
Em dezembro, Ana Castela e Zé Felipe anunciaram o fim do relacionamento, que durou dois meses. Eles começaram a namorar após o cantor encerrar o casamento com Virginia Fonseca. O término foi comunicado por Zé Felipe e compartilhado por Ana Castela em suas redes sociais. Na publicação, ele agradeceu pelo tempo juntos e afirmou que a decisão não ocorreu por briga.
“Venho por meio desta mensagem comunicar que o meu relacionamento com a Ana chegou ao fim. Sou grato por tudo o que vivemos juntos. Aprendi muito com ela, coisas que eu não fazia há muito tempo. Eu e minha família temos um grande carinho pela família Castela. Sou muito grato por ter tido como sogros Michelle e Rodrigo; vocês fazem parte da minha vida. Assim como Dorico, Duda e Vetuche. Vocês sempre podem contar comigo para tudo. Amo vocês.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Guilherme Arantes demole fronteiras do tempo no universo particular do amoroso álbum ‘Interdimensional’


Guilherme Arantes apresenta dez músicas inéditas ao longo das 15 faixas do álbum ‘Interdimensional’
Leo Aversa / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Interdimensional
Artista: Guilherme Arantes
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Aos 50 anos de carreira solo, completados em 2026, Guilherme Arantes nada mais tem a provar a ninguém. Ainda assim, mesmo já tendo lugar garantido no panteão dos grandes artesãos da canção brasileira de todos os tempos, o artista paulistano parece querer provar que a chama da criação ainda arde.
“Interdimensional” – álbum autoral de músicas inéditas que Arantes apresenta hoje, 15 de janeiro, em edição digital e nos formatos físicos de LP duplo e CD – atesta que o pulso do compositor ainda pulsa. Forte.
Ao longo de 15 faixas que combinam 10 músicas inéditas e cinco regravações de canções recentes fornecidas pelo compositor para o grupo Boca Livre e para as cantoras Alaíde Costa, Claudette Soares e Gal Costa (1945 – 2022), Arantes derruba as fronteiras do tempo ao cruzar referências eternas no universo particular de repertório que apresenta algumas pérolas.
O brilho melódico da valsa “Luar de prata” – que parece ecoar tanto Ernesto Nazareth (1863 – 1964) quanto Francis Hime – atinge o sublime em feat de Arantes com Mônica Salmaso em gravação que também evoca Pixinguinha (1897 – 1973) no sopro das flautas de Teco Cardoso.
“Luar de prata” por si só já justificaria a existência do álbum “Interdimensional”. Mas há muito mais no álbum anunciado em 9 de dezembro com a pegada black do single “Libido da alma”. Canção que prega a força do amor como arma pacífica e antídoto para diluir o ódio propagado nos tribunais das redes sociais, “Minúcias” provoca alumbramento quando entra no refrão.
“Interdimensional” é álbum mais coeso do que o antecessor “A desordem dos templários” (2021) e também mais identificado com a estética sonora plural deste cantor, compositor e músico, mago das teclas.
Basta ouvir “Enredo de romance” para detectar a tentativa de emular o pop feito pelo próprio Arantes entre a segunda metade dos anos 1970 e o início dos anos 1980, década de explosão pop cuja fagulha inicial foi disparada anonimamente por Arantes como parceiro não creditado de Júlio Barroso (1953 – 1984) em “Perdidos na selva”, hit de festival de 1981.
Jamais procurando soar moderno, talvez por já se perceber eterno pela perenidade da obra, Guilherme Arantes fez de “Interdimensional” um álbum atemporal que já abre com bela balada de arquitetura clássica, “A vida vale a pena (I believe in love)”, adornada com piano e cordas.
A letra é de Nelson Motta, único parceiro de Arantes na safra 2026, e resume a ideologia de álbum que endeusa o amor com a alma romântica que orbita luminosa entre os timbres espaciais da balada “Intergaláctica: missão”. O espírito romântico do artista também anima a verborragia de “No mel dos seus olhos”, tentativa menos aliciante de cruzar referências do pop dos anos 1980 e da MPB da década de 1990. Nem o falso final valoriza a faixa.
Capa do álbum ‘Interdimensional’, de Guilherme Arantes
Leo Aversa
Álbum longo para os atuais padrões do mercado fonográfico, com mais de uma hora e várias faixas que ultrapassam quatro ou mesmo cinco minutos, “Interdimensional” também reverbera o rock que norteou o som de Arantes nos anos 1970, sobretudo na fase em que integrou o grupo Moto Perpétuo (1973 – 1975), cujo som progressivo ecoa no tema instrumental “50 anos-luz”, cujo nome batiza a turnê retrospectiva que o cantor estreará em março.
“Sob o sol” se assenta sobre a textura roqueira do trio composto por Luiz Carlini (guitarra), Willy Verdaguer (baixo) e Gabriel Martini (bateria). Já “O espelho” reflete o apreço de Arantes pelo eletropop dos ingleses Dave Stewart e Vince Clarke.
Dentre as abordagens das músicas já conhecidas, a arrebatada balada “O prazer de viver para mim é você” (2024) – apresentada em feat do compositor com Claudette Soares – é rebobinada na gravação solo lançada por Arantes em julho 2024, com mixagem inédita, e em registro instrumental que evidencia o refinamento da melodia.
Já “Puro sangue (Libelo do perdão)” ressurge pretensamente épica em gravação de quase sete minutos feita sem a fluência do registro original de Gal Costa no álbum “A pele do futuro” (2018). Assim como a onírica balada “Toda felicidade” reaparece menos atraente com o autor do que na gravação do Boca Livre para o álbum “Rasgamundo” (2024). Algo se perdeu.
Em contrapartida, o acalanto “Berceuse” – apresentado por Alaíde Costa no álbum “O que meus calos dizem sobre mim” (2022) – alcança a dimensão plena nessa gravação feita por Guilherme Arantes com piano e as cordas regidas pelo maestro Jaques Morelenbaum, valorizando tema inspirado na obra do compositor Gabriel Fauré (1845 – 1924).
Enfim, Guilherme Arantes já nada precisa provar, mas, ainda assim, ele prova com este belo álbum “Interdimensional” que o tempo do artista é ontem, hoje e amanhã pela permanência e relevância de um cancioneiro que já se mostra perpétuo pela pureza que rege a criação do compositor.
Guilherme Arantes faz feat com Mônica Salmaso na valsa ‘Luar de prata’, destaque da safra autoral do álbum ‘Interdimensional’
Leo Aversa / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Tomb Raider’: Veja 1ª foto de Sophie Turner como a Lara Croft da série


Sophie Turner interpretará Lara Croft na série ‘Tomb Raider’
Reprodução/Instagram/Prime Video
O Prime Video divulgou, nesta quinta-feira (15), a primeira imagem de Sophie Turner caracterizada como Lara Croft, na série “Tomb Raider”.
Inspirada na famosa franquia de videogames, a série acompanha as aventuras da arqueóloga Lara Croft. Sophie Turner (“Game of Thrones”) interpreta a heroína, papel que já foi de Angelina Jolie e Alicia Vikander nos cinemas.
O elenco de “Tomb Raider” também conta com Sigourney Weaver, Jason Isaacs e mais.
A série é criada e escrita por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), ao lado de Chad Hodge (“Wayward Pines”). A produção está em andamento e ainda não há previsão de lançamento.
Prime Video revela primeira imagem de Sophie Turner como Lara Croft
Divulgação/Prime Video

Fonte: G1 Entretenimento

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A revolta do Roblox: jogadores fazem protesto virtual após restrição do chat para crianças


Jogadores protestam no Roblox contra restrição do uso do chat
Reprodução/X
A plataforma de jogos Roblox alterou as regras na última quarta-feira (7), restringindo o uso do chat para crianças. A partir de agora, jogadores terão que verificar a idade e só poderão conversar com usuários de faixas etárias parecidas. A medida não agradou parte do público, que começou uma série de protestos virtuais na plataforma.
Vários prints da “Revolta do Roblox” começaram a circular nas redes sociais. Com seus avatares, usuários levam “cartazes” às “ruas” do jogo, que simula ambientes reais. Há protestos bem criativos: frases como “Quero injustiça”, uma Maria Antonieta manifestante e até uma referência à música “Cálice”, de Chico Buarque.
Entenda o que é a plataforma de games que virou fenômeno entre crianças e adolescentes
Até o influenciador Felca, que viralizou em 2025 por falar sobre segurança infantil na internet, foi alvo desses protestos.
Ele publicou que recebeu mensagens como “eu vou te matar” e “você não tem direito a proibir nada das crianças”. O nome dele também apareceu em cartazes nas manifestações virtuais.
Initial plugin text
Essa não é a primeira vez que a plataforma é usada para protestos. Nos Estados Unidos, enquanto aconteciam os protestos contra o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), em Los Angeles, alguns jogadores reproduziram as manifestações dentro da plataforma.
O que mudou?
Conhecida por ser popular entre crianças e adolescentes, a Roblox já teve que revisar diversas vezes seus sistemas de moderação e suas políticas de comunicação em escala global.
Com as mudanças, os usuários precisarão comprovar a idade pelo sistema de verificação facial para usar o chat. Crianças menores de 9 anos só terão o uso permitido com autorização de responsáveis, enquanto quem tiver mais de 13 anos poderá conversar somente com usuários de idades próximas.
De acordo com a Roblox, a regra foi projetada para evitar que crianças menores de 16 anos se comuniquem com adultos.
As mudanças foram testadas em algumas regiões em dezembro de 2025 e, em janeiro, foram implantadas globalmente.
Roblox anuncia mudanças com verificação de idade para uso do chat
Reprodução/Roblox
A plataforma também afirma que as imagens coletadas para a verificação facial são apagadas depois da análise, e os usuários podem contestar o resultado caso a identificação esteja errada.
A empresa diz que o procedimento integra um conjunto de medidas de segurança, que envolve filtros automáticos, regras mais rigorosas e vigilância contínua.
O Roblox enfrenta pressão para reforçar a proteção de crianças. Em agosto, a plataforma foi processada no estado da Louisiana, nos EUA, sob acusação de permitir que predadores sexuais “prosperem, se unam, cacem e vitimizem menores”.
O que é Roblox?
‘Roblox’
Divulgação
Ao contrário do que parece para quem não conhece tão bem, Roblox não é um jogo em si.
Na verdade, trata-se de uma plataforma online de games que também oferece ao público ferramentas para criarem seus próprios jogos – disponível de graça para computadores, aparelhos móveis e Xbox One.
No catálogo, os usuários encontram milhões de games, todos criados pela própria comunidade.
A plataforma online de games existe desde 2006, mas cresceu nos últimos cinco anos e se popularizou de verdade este ano, durante a pandemia de Covid-19.
Segundo a plataforma, são mais de 151 de usuários ativos. Em 2021, a empresa estimava que metade das crianças com menos de 16 anos nos Estados Unidos jogava alguma das milhões de criações no catálogo.
‘Roblox’: Entenda o que é a plataforma de games que virou fenômeno

Fonte: G1 Entretenimento

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Em noite com dois prêmios para o Brasil, Globo de Ouro registra maior engajamento da história


Wagner Moura no Globo de Ouro
AP Photo/Chris Pizzello
A 83ª edição do Globo de Ouro, realizada no domingo (11), registrou o maior engajamento da história da premiação nas redes sociais, em uma noite marcada por dois prêmios para o Brasil: “O Agente Secreto” venceu como melhor filme em língua não-inglesa e melhor ator de drama, com Wagner Moura. Segundo dados do Social Content Ratings, a cerimônia gerou 42 milhões de interações, alta de 5% em relação ao ano passado.
Esse número é uma vitória para a premiação, que passou por uma crise nos últimos anos e teve sua relevância questionada.
Na televisão, o evento foi acompanhado por mais de 8,6 milhões de espectadores ao vivo nos Estados Unidos, de acordo com estimativas da Nielsen. Considerando todas as plataformas e reprises, a audiência média chegou a 18 milhões de telespectadores.
Somando a transmissão principal, o especial em horário nobre “Golden Eve” e o pré-show “ET: Live on the Golden Globes Red Carpet”, a programação do Globo de Ouro na CBS e no Paramount+ alcançou 21 milhões de espectadores ao longo da semana, segundo a Nielsen.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A cerimônia exibida na noite de domingo registrou 8,66 milhões de espectadores, tornando-se a premiação mais assistida desde o Oscar do ano passado, realizado em março de 2025, segundo dados do Nielsen Panel + Big Data.
Nas redes sociais, o destaque ficou para o monólogo de abertura da comediante Nikki Glaser, que acumulou quase 14 milhões de visualizações nas primeiras 36 horas após a exibição.
A hashtag #GoldenGlobes liderou os assuntos mais comentados no mundo por 11 horas e ficou em primeiro lugar em 27 países, além de outros 19 tópicos relacionados à premiação entrarem nos trending topics.
Com quase 400 votantes internacionais, o Globo de Ouro foi transmitido em 165 territórios e licenciado para 16 distribuidores ao redor do mundo, reforçando o alcance global da premiação.

Fonte: G1 Entretenimento

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Acampamento, revezamento e filas: entenda como fãs do BTS se organizam por ingressos em loja física de SP


Fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
Barracas organizadas por turnos, filas administradas por fãs e um esquema de revezamento ao longo do dia marcam o acampamento montado por admiradoras do BTS em frente a um shopping na Zona Sul de São Paulo.
O grupo de k-pop BTS anunciou na terça-feira (13) que fará três shows em São Paulo nos dias 28, 30 e 31 de outubro. A turnê marca a reunião do grupo após os sete membros serem liberados do serviço militar.
E mesmo sem data oficial para o início da venda dos ingressos nem definição do local do show, fãs começaram a acampar desde o dia 4 de janeiro para tentar garantir entradas para as apresentações em uma loja física que deverá vender os ingressos. No momento em que o g1 visitou o acampamento, só havia mulheres e eram 25 barracas.
Amanda Quirino, de 36 anos, e a filha, Sophia, de 18, estão entre as fãs que decidiram se instalar em frente ao shopping para tentar garantir os ingressos do show. No local, as barracas funcionam como pontos de organização: cada uma reúne cerca de 30 pessoas, que se revezam ao longo do dia para manter a fila ativa até a abertura oficial das vendas.
“A gente sabia que ia ter a turnê, mas ainda não era certeza. Quando teve o anúncio, já pensamos: temos que ir para lá agora. Vou ficar aqui até sair com meu ingresso. Por mais que tenha o perrengue, mas estar aqui te passa a segurança que você sabe que vai conseguir seu ingresso”, acredita Sophia.
Sem data de venda, fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
Paola Patriarca/g1
Que emendou: “Online não é certeza, pode acontecer de derrubar o site ou não conseguir finalizar a compra, como ocorreu comigo em 2019. Então, desta vez eu decidi vir aqui. Para a gente, vale muito a pena e não tem nada mais gratificante que pegar o ingresso”, afirmou Sophia.
A mãe concorda. “Temos aqui filas de barraca. Toda barraca tem uma administradora e aí a gente se organiza. Tem participante que fica de manhã, outra de tarde, à noite. Tem participante que é do Rio de Janeiro, que ajuda financeiramente, e assim vamos até anunciarem a data da venda do ingresso. Estou aqui para apoiar minha filha e que ela garanta.”
Júlia Siqueira Alves, de 20 anos, também participa do acampamento. “Sou fã desde 2016, mas é a primeira vez que estou acampando. A gente já sabia que ia ser uma loucura e, por isso, viemos para cá hoje. Temos um processo de revezamento para não cansar ninguém e todo mundo poder ir para casa, trabalho, estudar”, afirmou.
Já Aline Alcântara Carvalho acampa pela segunda vez. “Em 2019 foi um momento incrível, valeu a pena, e agora estou novamente. Ser fã é muito difícil quando nossos artistas estão tão longes. A gente quer comprar álbum, ver shows. Vale muito a pena e estamos juntos. Vivemos momentos de alegria. Vale a pena esperar para comprar o ingresso.”
“O site é muito concorrido, então decidimos vir aqui. A gente larga esposo, vai dando um jeitinho para ficar aqui e conseguir o tão sonhado ingresso”, complementou Jéssica dos Santos, de 34 anos.
Sem data de venda, fãs do BTS já acampam na Zona Sul de SP por ingressos de show
Paola Patriarca/g1
A professora Cecília Stephanie ressaltou que decidiu acampar para garantir a realização do sonho de ir ao show do BTS. “Quero garantir meu ingresso mais do que ninguém. Eles ficaram muitos anos sem vir para cá. Quero realizar esse sonho agora e tudo que eu puder eu vou fazer.”
Vanessa Aparecida Reys Marchetti, de 50 anos, é enfermeira e também está no acampamento. “Sou fã desde 2020 e é uma expectativa muito grande conseguir o ingresso.”
“Quero muito e vamos conseguir. Estou muito confiante”, ressaltou Rozineide de Souza Chimicoviati, de 58 anos, que também é fã de BTS desde 2020.
Fã de BTS acampada para comprar ingresso em São Paulo
Paola Patriarca/g1
Shows no Brasil
RM, Suga, VO, Jimin e Jungkook foram liberados do serviço obrigatório das Forças Armadas sul-coreanas, em junho de 2025.
“Para todos os fãs que nos esperaram, quero dizer que sou muito, muito grato. Por favor, esperem só mais um pouco e nós voltaremos com uma apresentação muito legal”, disse V diante dos fãs e da mídia, na época.
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Dois outros companheiros de banda, Jin e J-Hope, foram dispensados do serviço militar anteriormente e têm se apresentado em shows solo e em programas de variedades.
BTS no Grammy 2022
Amy Sussman / Getty Images via AFP
O BTS, ícone do K-pop reconhecido mundialmente, não lança um projeto em grupo desde 2022. Seus integrantes já conversavam sobre a reunião.
“Depois de buscar nossos próprios negócios, agora estamos voltando a nos reunir, e eu adoro isso para nós”, disse J-Hope em 2024.
Além da turnê, o grupo também já havia anunciado a chegada de um novo álbum. O lançamento será o primeiro desde “Proof”, álbum de 2022, mas ainda não se sabe muito sobre o novo disco.
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BTS de volta? Cantores são liberados do Exército e fãs estão ansiosos com retorno do grupo
BTS anuncia datas de turnê mundial após hiato de 4 anos
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Disco de bossa nova de Luísa Sonza é correto e bonito, mas falta… bossa; leia crítica


Título: “Bossa Sempre Nova”
Artista: Luísa Sonza, Roberto Menescal e Toquinho
Nota: 6,5/10
A bossa nova é um gênero elegante, refinado. E ao que parece, Luísa Sonza quer um pouco disso.
Depois de “Chico”, a bossinha autoral que fez sucesso em parte pela fofoca, em parte pela música, a cantora quis apostar no estilo de vez. Nesta terça (13), a cantora lançou o disco “Bossa Sempre Nova”, uma homenagem ao gênero, em parceria com Roberto Menescal e Toquinho.
É um nítido movimento de reposicionamento de imagem e, claro, Luísa tem os recursos pra isso. Então, segue a cartilha do “disco de bossa nova”: a foto à beira do mar, a estética intimista, os arranjos de Menescal. Está tudo aí.
E claro, os standards. São 14 faixas, entre músicas já regravadas à exaustão (“O Barquinho”, “Onde Anda Você”), algumas menos populares (“Nós e o mar”) e só uma inédita: “Um pouco de mim”, composição dela.
Luísa Sonza conta com a produção musical, os arranjos e o violão de Roberto Menescal no álbum ‘Bossa sempre nova’
Pam Martins / Divulgação
O conjunto do disco soa bem: são belas canções, com arranjos parecidos aos que já conhecemos. Não dá pra dizer que “Tarde em Itapoã” e “Diz que fui por aí” são ruins ou que o violão de Toquinho perdeu o brilho. No meio disso, a inédita é bonita, mas acaba sumindo perto das outras.
A voz de Luísa está bela, muito mais em casa que naquele canto americanizado dos seus álbuns anteriores. Ela canta no detalhe e o resultado é inegavelmente bonito. Um destaque é “Carta ao Tom 74”.
Mas não é porque é bossa nova que precisa ser borocoxô e conservador, coisa que esse disco acaba sendo. Mesmo tímida, a bossa de João Gilberto, Nara e afins sempre foi charmosa, flertando ao pé do ouvido.
Luísa sabe fazer isso, tanto que se fez à base de músicas sedutoras e sensuais. Mas aqui, parece outra cantora – a solar “Samba de Verão”, por exemplo, não vem com aquela gracinha que a música pede.
A responsa aqui é grande e Luísa cumpre a obrigação, mas não vai muito além. Para a cantora, que cita o disco “Elis & Tom” (1974) como referência (três faixas do clássico são regravadas pela novata), a comparação é desleal e inevitável.
Principalmente quando ela se propõe a cantar “Águas de Março”, cuja versão de Elis e Tom tornou a música mundialmente famosa. É um dueto vivo, sorridente. Essa mágica da canção, que descreve esperançosa a chegada de um novo tempo, não aparece na versão de Luísa.
Luísa Sonza em foto da capa do álbum ‘Bossa sempre nova’
Divulgação
Também não tem muito propósito: se já existe uma versão tão icônica (e que repercute até hoje), só faz sentido regravá-la se for para propor uma leitura bem diferente.
Essa é a grande questão de “Bossa Sempre Nova”. Por um lado, o disco cumpre o papel de elevar o nível da artista – principalmente se ela conseguir ajustá-lo ao seu próprio repertório, o que pode ser um desafio mais pra frente.
Mas por outro, não é um álbum inovador, nem na seleção das músicas, nem na realização delas: são arranjos cautelosos e bons vocais. Mostra que a cantora é uma boa cantora, não muito mais do que isso.
Se não é para brincar ou atualizar, pra que regravar? Ao todo, “Bossa Sempre Nova” é correto, mas não tem muito propósito nem charme. Falta justamente… um pouco de bossa.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Hamnet’, vencedor do Globo de Ouro, impressiona com drama emocionante e envolvente; g1 já viu


“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”, como o próprio subtítulo em português já diz, imagina quais seriam os motivos que levaram à criação de uma das maiores obras da dramaturgia mundial. Mas o longa, que encerrou o Festival do Rio 2025 em outubro e que estreia oficialmente nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (15), quer discutir mais do que isso.
(Esta resenha foi publicada originalmente em 18 de outubro de 2025, após exibição no festival.)
Na verdade, o vencedor do Globo de Ouro 2026 de melhor filme de drama quer levar o espectador a entender como a arte tem o poder e a sensibilidade de transformar tragédias em nossas vidas e sentimentos como dor e perda em algo emocionante e arrebatador.
Logo na primeira cena, o público é apresentado a Agnes (Jessie Buckley, de “A Filha Perdida” e “Entre Mulheres”), deitada em posição fetal numa floresta, cercada por raízes de uma árvore. A imagem se assemelha à barriga de uma mulher que está gerando uma criança em seu corpo.
‘Hamnet: A Vida Depois de Hamlet’ impressiona com drama envolvente
Só essa sequência já mostra o apuro estético e a segurança que a diretora Chloé Zhao (de “Nomadland” e “Eternos”) tem para construir imagens belas e, ao mesmo tempo, tocantes, para não deixar ninguém desviar o olhar da tela. Além disso, Zhao quer deixar claro que o filme será todo conduzido pelo olhar de Agnes.
A partir daí, a trama ambientada no século XVI mostra como a protagonista, que vive no interior da Inglaterra, um dia conhece um jovem chamado William Shakespeare (Paul Mescal, de “Aftersun” e “Gladiador II”), um aspirante a dramaturgo. Os dois logo se apaixonam, se casam (mesmo com uma certa resistência de suas famílias) e têm três filhos: as meninas Susanna (Bodhi Rae Breathnach), Judith (Olivia Lynes) e seu irmão gêmeo Hamnet (Jacobi Jupe).
Porém, uma tragédia se abate sobre Hamnet, o que desestrutura toda a sua família, em especial, Agnes. Inconformada com a perda do filho, ela culpa o marido por não estar ao lado dele durante ocorrido, já que ele estava em Londres a trabalho. Enquanto Agnes fica mais reclusa e retraída, Shakespeare manifesta a sua dor a partir de um espetáculo teatral, que faz com que os dois encontrem uma maneira de compartilhar seus sentimentos.
Paul Mescal interpreta William Shakespeare em ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’
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Para além do ‘Ser ou Não Ser’
“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” é uma das experiências mais intensas e emocionantes que o cinema americano recente foi capaz de criar. O filme lida com temas pesados como o luto e a revolta de perder tão cedo uma pessoa amada de forma honesta e palpável, sem parecer artificial e piegas, algo que poderia facilmente acontecer em tramas como essa.
Mas Chloé Zhao consegue escapar habilmente dessas armadilhas e trata tudo relativo à história com respeito e sensibilidade, deixando o filme com um apelo irresistível. Quando o espectador percebe, já está totalmente imerso na trama e em seus personagens.
O grande mérito disso, além da ótima direção de Zhao está no roteiro, escrito pela diretora e por Maggie O’Ferrell, que também escreveu o livro “Hamnet” (lançado no Brasil pela Editora Intrínseca), no qual o filme é baseado. O texto primoroso constrói muito bem os personagens, dando a eles profundidade e humanidade.
Agnes (Jessie Buckley) sente a dor de perder um filho em ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’
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Assim, não fica difícil para o público criar empatia com Agnes, Shakespeare e sua família. Por isso, a dor que o casal sente ao perder o filho também pode ser sentida por quem assistir ao longa e se emocionar de verdade com o que acontece na telona. E quando a arte é usada para representar o efeito causado por essa perda, o resultado é não menos do que arrebatador.
Outro elemento que merece destaque em “Hamnet” é a belíssima fotografia assinada por Lukasz Zal, de “Zona de Interesse”. Além do uso de cores intensas, Zal impressiona na sequência final, de tão bela, que qualquer fotograma ou imagem congelada poderia ser emoldurada para ser colocada numa parede. A direção de artes e figurinos também chamam a atenção.
Força da natureza
Além da ótima direção e do roteiro muito bem escrito, o que fica na cabeça do espectador é o alto nível das atuações de elenco. Em especial a incrível performance de Jessie Buckley, que entrega aqui um de seus melhores trabalhos como atriz.
Graças a uma grande sensibilidade e indiscutível talento, Buckley transmite com veracidade toda a trajetória de Agnes, desde a felicidade do primeiro amor, o sentimento de maternidade despertado após ter seus filhos (e a luta contra um trauma de infância por isso), até culminar com a angústia e dor de lidar com uma perda inesperada e dilacerante.
Jessie Buckley (ao centro) interpreta Agnes em ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’, de Chloé Zhao
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Com uma atuação tão autêntica, fica difícil o público não se comover e criar empatia com a protagonista e os conflitos que ela passa a sofrer à medida que a trama avança. Certamente o nome de Jessie Buckley será bastante lembrado na temporada de premiações e ela não só merece esse reconhecimento como os prêmios que pode levar por seu trabalho.
Paul Mescal, assim como Buckley, tinha o desafio de tornar convincente um personagem complexo. E não era qualquer personagem, mas simplesmente um dos maiores nomes da dramaturgia do planeta. Felizmente, o ator se sai bem e consegue humanizar Shakespeare, removendo dele todos os elementos icônicos que poderiam jogá-lo num beco sem saída. Mas Mescal não deixa isso acontecer e, assim como sua parceira de cena, comove em vários momentos do filme.
Um deles é quando, durante um ensaio de sua peça, ele repreende um ator por não conseguir dizer suas falas de maneira satisfatória. A reação de Shakespeare, que vai se intensificando à medida que o erro se repete, mostra que o incômodo não é só devido ao ensaio, mas também por algo que o faz sofrer, mas que não pôde extravasar até então, por ser uma pessoa mais contida do que sua esposa. Outro momento está no desfecho do longa, onde comove e emociona na dose certa.
Shakespeare (Paul Mescal, de costas) lida com uma grande perda através da arte em ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’
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O resto do elenco também corresponde com performances eficientes. Em especial o jovem Jacobi Jupe, que interpreta o personagem-título com bastante carisma e, mesmo em curta participação, também colabora para que o drama do filme seja ainda mais envolvente.
Com produção de Steven Spielberg e Sam Mendes (que quase dirigiu o longa), “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” é um filme que consegue a proeza de ter todos os seus elementos em seu devido lugar, sem maiores erros e deslizes. O resultado é uma obra que toca o coração de todos por contar tão bem sua história que ela se mostra atemporal e admirável. Assim como as principais obras de Shakespeare.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Henri Castelli deixa o BBB 26 por orientação médica


Henri Castelli
Reprodução/TV Globo
Henri Castelli deixou o BBB 26 por recomendação médica após ser atendido nesta quarta-feira (14). O ator não se sentiu bem durante a primeira Prova do Líder da edição e recebeu os primeiros socorros ainda dentro da casa.
O anúncio foi feito pelo apresentador Tadeu Schmidt durante a edição ao vivo do programa.
“Hoje pela manhã, durante a Prova do Líder, o Henri se sentiu mal. Ele teve uma crise convulsiva. Ele foi atendido ali mesmo no Provódromo pela equipe médica e, de lá, foi levado para o hospital. O Henri passou por todos os exames indicados numa situação como essa. Nenhum exame apontou qualquer problema. E ele voltou ao programa”, explicou Tadeu.
“Só que, logo na chegada de volta à casa, o Henri teve uma nova crise convulsiva. Ele foi levado pela segunda vez ao hospital. E como ele teve esse segundo episódio, os médicos decidiram mantê-lo em observação”, continuou.
Tadeu Schmidt reforçou que Henri está bem e consciente, mas que, diante do quadro apresentado, não seguirá na competição.
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Henri Castelli tem 47 anos, nasceu em São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo, e construiu carreira na TV Globo, com participações em novelas como Cobras & Lagartos (2006), Caras & Bocas (2010), Flor do Caribe (2013), I Love Paraisópolis (2015) e Sol Nascente (2016).
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Fonte: G1 Entretenimento