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‘Revolta do Roblox’ se divide em protestos a favor e contra Felca; g1 cobriu manifestações


Roblox ampliará verificação de idade em meio a críticas sobre proteção a crianças
A plataforma de jogos Roblox alterou as regras na última quarta-feira (7), restringindo o uso do chat. A partir de agora, jogadores terão que verificar a idade e só poderão conversar com usuários de faixas etárias parecidas. A medida não agradou parte do público, que começou uma série de protestos virtuais na plataforma.
Até esta quinta (15), muitos dos protestos virtuais tinham cartazes pedindo justiça pelo chat, o fim das restrições, etc. Mas agora o grande tópico é outro: o influenciador Felca.
Eu entrei na plataforma nesta sexta (16) para entender como é a nova verificação de idade e como estão os protestos. Veja como foi:
Como é o cadastro e a verificação de idade
Na hora de se cadastrar, você tem que inserir seus dados, incluindo a data de nascimento. O jogo não te impede de jogar caso você tenha menos de 18 anos, que tende a ser grande parte do público.
Mas logo ao se cadastrar, a primeira recomendação é de não usar seu nome verdadeiro como nome de usuário — pra garantir um user original, fui de “stellanskarsgard2”.
Com as novas mudanças, a plataforma pede uma comprovação da sua idade (no meu caso, 27 anos). Então, o Roblox faz uma verificação facial, similar à de aplicativos de banco. Caso a idade esteja errada, é possível contestar mostrando seu documento de identidade.
Apesar de dizer que tenho 27 anos, a verificação facial estimou que eu tinha entre 18 e 20 anos.
Verificação facial identificou que eu teria entre 18 e 20 anos
Captura de tela/Roblox
Fez bem para a minha autoestima, mas é um deslize: oficialmente, eu só poderia conversar com pessoas acima de 20 anos. Mas já que o Roblox achou que eu tinha 19, me permitiu conversar com pessoas de 16 anos ou mais.
“Estamos continuamente aprimorando nossa tecnologia de estimativa de idade facial para torná-la o mais precisa e resistente a fraudes possível”, afirmou a plataforma, sobre o erro na verificação (leia o comunicado completo ao final desta reportagem).
“Para isso, garantimos que nossa parceira, Persona, tenha todos os recursos relevantes de prevenção de fraudes ativados e ajustados especificamente para a Roblox – incluindo detecção de deepfake, verificações de similaridade com figuras públicas e outras salvaguardas avançadas.”
Onde acontecem os protestos?
Não é tão simples encontrar essas manifestações. A maior parte delas acontece em “Brookhaven”, um jogo dentro da plataforma que é uma cidade virtual. Dá pra passear, andar de carro, nadar na piscina e visitar as casas de outros jogadores.
Mas existem várias “Brookhaven”. Ao entrar, você é colocado aleatoriamente em um servidor e pode não encontrar jogadores brasileiros protestando. Para encontrá-los, é preciso reiniciar a cidade algumas vezes e contar com a sorte.
Agora é sobre o Felca
Se nos primeiros dias a “revolta do Roblox” reivindicava a liberação do chat, agora o grande ponto de discussão é… o Felca. O criador de conteúdo, que viralizou em 2025 por abordar a exposição infantil de crianças na internet, passou a ser associado às novas regras do Roblox — mesmo não tendo relação alguma com as mudanças.
Por isso, no Roblox não existe esquerda ou direita, conservador ou liberal; existe pró-Felca e contra Felca. Nesta sexta (16), todos os protestos encontrados pelo g1 falavam sobre o influenciador.
Protestos ‘pró e contra o Felca’ dominam Roblox
Captura de tela/Roblox
O primeiro que eu vi, na verdade, era em defesa dele. “Não foi o Felca, foi ‘os dono do Roblox'”, dizia um cartaz. O dono do Roblox, por sua vez, não escapou da raiva dos usuários e ganhou um “eu te odeio”, ainda que os usuários não saibam o nome dele.
Mais tarde, encontrei um protesto à moda francesa, com carros pegando fogo na rua (virtual). Esse falava diretamente contra o Felca: tinha cartazes como “Odiamos você”, “Felca seu feio” e o vago “Você vai ver”.
Em comunicado, a empresa se posicionou contra ameaças feitas ao influenciador (leia o comunicado completo ao final desta reportagem).
“Condenamos as ameaças feitas contra qualquer pessoa online e incentivamos nossa comunidade a tratar todos com respeito, tanto dentro quanto fora da Roblox. Conforme consta em nossas Regras da Comunidade, não permitimos conteúdo que ameace outros com danos no mundo real ou online, incluindo incitação à violência.”
Festas ainda estão rolando…
No meio de algumas manifestações, algumas placas chamavam para “festinhas” em casas virtuais, churrascos e até um “rolê com carreta furacão”.
“Vamos na festa da casa 13, fingir que odiamos o Felca”, brincou um usuário.
Como o chat não está liberado entre os jogadores, a principal forma de se comunicar é através de placas, cartazes e até caminhões com escritos. Então, tentei conversar com os manifestantes segurando uma placa com os dizeres: “por que vocês odeiam o Felca?”.
“Porque ele tirou o chat do Roblox. Pelo menos é o que eu acho”, me respondeu um jogador, também com uma plaquinha.
‘Ele tirou o chat do Roblox’, disse jogadora
Captura de tela/Roblox
O que diz o Felca?
O próprio Felca relatou nas redes sociais que passou a receber ameaças após mudanças anunciadas pela plataforma de jogos Roblox.
Segundo o influenciador, as mensagens têm chegado por meio de sua conta no Instagram e teriam sido enviadas por usuários que se identificam como crianças.
Em uma das mensagens compartilhadas por Felca, o autor escreve: “Olá, Felca. Todo mundo do Roblox está ficando doido, dizendo que você deixou a gente sem chat” e “Felca, eu vou te matar”.
Os comunicados do Roblox (na íntegra)
Sobre o Felca:
“Estamos cientes das recentes manifestações na plataforma sobre nosso processo de verificação de idade para acessar o chat na Roblox. Essas mudanças foram projetadas para ajudar a proteger nossos usuários, especialmente os mais jovens. Estamos exigindo que todos passem por uma verificação de idade para usar nossos recursos de chat, a fim de ajudar a manter a Roblox a mais segura possível para a imaginação, diversão e criatividade.
Condenamos as ameaças feitas contra qualquer pessoa online e incentivamos nossa comunidade a tratar todos com respeito, tanto dentro quanto fora da Roblox. Conforme consta em nossas Regras da Comunidade, não permitimos conteúdo que ameace outros com danos no mundo real ou online, incluindo incitação à violência.
Entendemos que a comunicação é uma parte fundamental da experiência na Roblox e acreditamos que essas medidas são importantes para a segurança de nossa comunidade a longo prazo. Continuamos comprometidos com um diálogo contínuo com especialistas e pais, enquanto trabalhamos para continuar a liderar a inovação em segurança online.”
Sobre os problemas na verificação:
“Estamos continuamente aprimorando nossa tecnologia de estimativa de idade facial para torná-la o mais precisa e resistente a fraudes possível. Para isso, garantimos que nossa parceira, Persona, tenha todos os recursos relevantes de prevenção de fraudes ativados e ajustados especificamente para a Roblox – incluindo detecção de deepfake, verificações de similaridade com figuras públicas e outras salvaguardas avançadas.
Além disso, conduzimos regularmente nossos próprios exercícios de ‘red-team’ (equipe de ataque) para identificar possíveis vulnerabilidades e trabalhamos em estreita colaboração com a Persona para fechar quaisquer brechas que encontramos.
Para um mergulho mais profundo na engenharia e nas políticas por trás desses sistemas, você pode ouvir este episódio do Tech Talks. O Fundador e CEO da Roblox, Dave Baszucki, está acompanhado por Rajiv Bhatia (Diretor de Produto), Naren Koneru (Líder de Engenharia, Segurança) e Eliza Jacobs (Diretora de Políticas de Segurança) para discutir como funciona a Estimativa de Idade Facial, o design focado em privacidade por trás dela e como estamos resolvendo o desafio de permitir uma comunicação autêntica enquanto mantemos os usuários seguros.
Para lidar com pessoas que usam disfarces, IA, bonecos ou outras tentativas de falsificação (‘spoofing’), nosso fluxo de Estimativa de Idade Facial usa uma abordagem em camadas. Além de verificar a existência de um rosto, o sistema procura por sinais de ‘liveness’ (prova de vida), evidências de artefatos comuns em conteúdo sintético ou gerado por IA, e sinais que detectam hardware comprometido ou virtual (frequentemente usado para ataques). Também temos proteções contra abuso em escala e envios repetidos. Embora nenhuma verificação única seja perfeita, a combinação de sinais visuais e não visuais ajuda a reduzir a eficácia de disfarces ou rostos sintéticos, e continuamos a ajustar essas detecções à medida que novos métodos de evasão surgem.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Siso apresenta em março ‘Ferro e fogo’, álbum autoral que traz Tiê e Luiza Brina


Siso canta com Tiê ‘Sabiá sabiá’, uma das nove músicas do álbum que lançará em 4 de março
Rony Hernandes / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Com o lançamento do single “O tombo” em 29 de janeiro, o cantor, compositor e produtor musical Siso abre mais caminho para a chegada do quarto álbum, “Ferro e fogo”, agendado para 4 de março.
Com capa criada pelo próprio Siso, artista mineiro residente em São Paulo (SP), o álbum alinha nove músicas autorais e reúne na ficha técnica nomes como Luíza Brina (parceira de Siso em “Quebra-mundo”, faixa já lançada em single em 3 de dezembro) e Tiê, com quem o cantor faz feat em “Sabiá sabiá”, primeira amostra do álbum, apresentada em 5 de novembro.
Dentre as músicas ainda inéditas do álbum “Ferro e fogo”, Siso canta “A palavra furacão”, “Atraque” (gravada com a cantora Virgo Virgo, parceira de Siso na supracitada “Sabiá sabiá”), “Língua-fera” (música gravada por Siso com Alejandra Luciani e composta em parceria com Brina Costa e Paulo Mutti), “Linha de plutão” e “Um corpo que cai” (parceria com Felipe Neiva).
Primeiro álbum de Siso desde “Vestígios” (2022), “Ferro e fogo” foi gravado entre janeiro e abril de 2025 com produção musical do próprio Siso, artista que atua na cena indie desde meados dos anos 2000, tendo integrado a banda As Horas de 2005 a 2009 e feito parte do grupo Spooler de 2008 a 2012, antes de iniciar carreira solo.
Capa do álbum ‘Ferro e fogo’, criada por Siso a partir de imagem vista pelo artista em um sonho
Siso

Fonte: G1 Entretenimento

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É #FAKE que Kleber Mendonça Filho, diretor de ‘O agente secreto’, seja banqueiro ou ‘sócio’ da Havaianas


Kleber Mendonça não é banqueiro, nem sócio da Havaianas
g1
Circula nas redes sociais uma publicação afirmando que Kleber Mendonça Filho, diretor do filme “O agente secreto”, seria dono de um banco e sócio da Alpargatas, empresa que controla a marca Havaianas. É #FAKE.
selo fake
g1
Veja respostas a estas 3 perguntas:
O que diz a publicação?
Por que isso é mentira?
Como ‘O agente secreto’ foi financiado?
🛑 O que diz a publicação?
Publicado nesta segunda-feira (12) no Instagram, onde já acumulou mais de 1,8 mil curtidas, o post diz: “É muito doloroso ver um colega de trabalho aceitar propina para defender assassinos psicopatas e ladrões do dinheiro do povo”.
O vídeo que acompanha o conteúdo mostra um homem falando diretamente para a câmara: “Essa corja artística, repleta de vagabundos, ela manipula hoje em dia a cabeça só dos ignorantes no Brasil. Porque, hoje, a gente tem as redes sociais para desmascarar gente como Wagner Moura. Vale a gente falar que o filme dele [‘O agente secreto’] ganhou R$ 7,5 milhões do governo Lula, como está trazendo o Plano News, e que também o diretor do filme dele é dono do banco, né? É dono de um banco, que é dono também de uma holding de quem? Havaianas, que fez a propaganda também com a esquerdista cara de pau, Fernanda Torres”.
Sobre o vídeo, aparece também uma caixa de texto com a seguinte mensagem: “Lei Rouanet do Lula paga milhões a essa galera de esquerda”.
Mas isso tudo é mentira. “O agente secreto” não foi financiado pela Lei Rouanet, uma vez que ela não pode ser usada para longas-metragens. Principal mecanismo de fomento à cultura do Brasil, ela criada em 1991 para autorizar produtores a buscarem investimentos privados seus projetos. Além disso, Kleber Mendonça Filho não é banqueiro nem está no quadro de sócios da Alpargatas, empresa que controla a Havaianas (leia todos os detalhes abaixo).
A publicação viralizou uma depois de “O agente secreto” ganhar o Globo de Ouro de melhor filme em língua não inglesa. Na cerimônia, Wagner Moura ficou com o prêmio de melhor ator em filme de drama.
No final de 2025, a Havaianas esteve no centro de uma discussão política desencadeada por uma campanha de Ano-Novo estrelada por Fernanda Torres. No vídeo, a atriz diz: “Desculpas, mas eu não quero que você comece 2026 com o pé direito. Não é nada contra a sorte, mas vamos combinar que sorte não depende de você. Depende da sorte. O que eu desejo é que você comece o ano novo com os dois pés”.
Nas redes sociais, apoiadores de direita acusaram a marca de misturar publicidade com ideologia política e de adotar um suposto viés de esquerda.
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⚠️ Por que isso é mentira?
Procurada pelo Fato ou Fake, a assessoria de imprensa de Kleber Mendonça Filho afirmou: “O conteúdo é falso. O Kleber não é dono de nenhum banco e também não é sócio de nenhuma empresa relacionada à Havaianas”.
O Fato ou Fake consultou a base de dados CruzaGrafos, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) para pesquisar empresas de propriedade do diretor. A única que consta com cadastro ativo é a produtora Cinemascópio Produções Cinematográficas e Artísticas LTDA.
O Fato ou Fake também procurou informações disponibilizadas publicamente na seção “Acordo de Acionistas” do site da Alpargatas.
O documento mostra que o conselho de administração da companhia é composto por indicados das famílias Setubal, Vilella e Moreira Salles, acionistas majoritários da holding: 29,72% do capital social da companhia pertence à Itaúsa S.A (das famílias Setubal e Villela) e 34,70% à BW Gestão de Investimentos Ltda. (da família Moreira Salles). Não há qualquer menção ao nome de Kleber Mendonça Filho.
Procurado para esclarecer as fontes de financiamento do filme, o Ministério da Cultura enviou o seguinte e-mail: “‘O agente secreto’ não tem Lei Rouanet. A Lei Rouanet não financia longas-metragens, somente curtas e médias. A produção ‘O agente secreto’ contou com investimento de R$ 7,5 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) para sua realização e R$ 750 mil para a etapa de comercialização”.
A pasta ressalta que o FSA tem por objetivo fomentar obras audiovisuais no país. A verba do fundo vem de contribuições do próprio setor audiovisual. Entre elas, estão a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine), taxa paga por emissoras de TV e exibidores, entre outros; valores provenientes do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel); e receitas associadas a concessões.
A gestão do FSA cabe à Agência Nacional do Cinema (Ancine), e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) atua como agente financeiro responsável pela operacionalização dos recursos.
“O agente secreto” não é o único filme brasileiro que usou esse aporte. A Relação de Projetos Selecionados, disponibilizada para consulta pública no site da Ancine, lista 1,4 mil obras contempladas desde 2008 e dos mais variados gêneros, como “Tropa de elite 2” (2010) e “Minha mãe é uma peça 3” (2019).
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▶️ Como ‘O agente secreto’ foi financiado?
A produção do filme teve um orçamento de R$ 28 milhõe,s em investimentos vindos do Brasil, da Holanda, da Alemanha e da França. Deste montante:
R$ 13,5 milhões são de origem nacional (com R$ 7,5 milhões oriundos do FSA e R$ 6 milhões vindos de aportes privados);
e R$ 14,5 milhões são de produtoras francesas (MK Productions, One Two Films, Arte France Cinéma), holandesa (Lemming Film) e alemã (One Two Films).
Houve também investimentos de cerca de R$ 4 milhões para lançamento e divulgação:
R$ 750 mil vieram do FSA;
e R$ 3 milhões vieram da Lei do Audiovisual, que permite a pessoas físicas e jurídicas destinarem parte do Imposto de Renda a obras audiovisuais, selecionadas pela Ancine, por meio de patrocínio – em troca, elas têm até 6% de isenção.
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Kleber Mendonça não é banqueiro, nem sócio da Havaianas
g1
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Fonte: G1 Entretenimento

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Single de Alcione com sons do Amapá é ação de marketing para promover o enredo da Mangueira no Carnaval 2026


Alcione lança o single ‘Marabaixo – Tradição do Amapá’ com pot-pourri de músicas identificadas com a Amazônia Negra
Matheus Porto / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Marabaixo – Tradição do Amapá
Artista: Alcione
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Embora Alcione seja cantora identificada com a cadência bonita do samba e com a sofrência das baladas românticas em que personifica lobas e mulheres traídas, a discografia da artista – sobretudo a obra fonográfica registrada por Alcione na gravadora RCA / BMG-Ariola entre 1982 e 1996 – é marcada por salutar diversidade rítmica. A Marrom já gravou xotes, baiões, maracatus, lambadas e, claro, as toadas de bumba-meu-boi do Maranhão natal.
Single lançado hoje, 16 de janeiro, “Marabaixo – Tradição do Amapá” sintoniza essa diversidade, mas soa como ação de marketing da cantora para promover o enredo da escola de samba Mangueira no Carnaval de 2026. É que a agremiação carioca celebra a ancestralidade afro-indígena do Norte do Brasil com o enredo “Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O guardião da Amazônia negra”, patrocinado pelo Governo do Amapá.
Com a inigualável voz grave, bem tratada no estúdio carioca Play Record, a artista segue o ritmo do Amapá, em especial do marabaixo, ao cantar pot-pourri que encadeia as músicas “A beleza da arte que emana” (Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes), “Mão de couro” (Val Milhomem e Joãozinho Gomes), “Aonde tu vai, rapaz?” (Raimundo Ladislau), “Rosa branca Açucena” (tema tradicional de domínio público), “Meu sarrilho é dobrador” (tema tradicional de domínio público), “Vaca malhada” (tema tradicional de domínio público), “No marabaixo é assim” (Wendel Uchôa e Marcus Paes), “O meu quilombo” (Adelson Preto) e “Eu caio, eu caio” (tema tradicional de domínio público).
Com produção musical e arranjo do músico amapaense Alan Gomes, criado e captado no Amapá, o single de Alcione é embasado pela percussão tradicional da caixa de marabaixo tocada por Nena Silva, integrante do quilombo do Curiaú.
O marabaixo é manifestação cultural afro-brasileira do Amapá que junta música, dança e ritos do catolicismo com a herança africana. Trazida para a Amazônia por negros escravizados, essa manifestação tem origem que remonta ao tempo dos porões dos navios negreiros, unindo lamento e resistência. O nome ‘marabaixo’ deriva de ‘mar acima, mar abaixo’, expressão que evocava o balanço dos navios na correnteza provocada pela diáspora africana.
Como Alcione é cantora popular em todo o Brasil, o single “Marabaixo – Tradição do Amapá” é importante para difundir essa rica cultura da Amazônia negra, mesmo que a boa gravação seja a rigor uma ação de marketing orquestrada pelo governo do Amapá para promover o enredo da Mangueira no Carnaval de 2026.
Capa do single ‘Marabaixo – Tradição do Amapá’ , de Alcione
Matheus Porto

Fonte: G1 Entretenimento

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Duda Beat termina namoro com seu produtor musical, Tomás Tróia, após 9 anos


A cantora Duda Beat anunciou nas redes sociais nesta sexta-feira (16) que terminou seu relacionamento de 9 anos com seu produtor musical, Tomás Tróia.
“Tomás e eu não somos mais um casal. Seguiremos cultivando uma relação de amizade construída ao longo de mais de 20 anos, e também continuaremos trabalhando e criando juntos, como parceiros na música. O sentimento não terminou, apenas se transformou”, escreveu a artista (veja o post mais abaixo).
Tomás foi um dos produtores do primeiro álbum de Duda Beat, “Sinto muito” (2018). A produção gerou o sucesso “Bichinho”, que ainda hoje é uma das músicas mais conhecidas a cantora. Ele também participou do segundo álbum, “Te amo lá fora” (2021).
Duda Beat termina relacionamento com seu produtor musical, Tomás Tróia, após 9 anos
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Ivete Sangalo ‘desce ladeira’ e apela com ‘Vampirinha’, música ruim, para se manter em alta no Carnaval de 2026


Capa do single ‘Vampirinha’, de Ivete Sangalo
Divulgação
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Vampirinha
Artista: Ivete Sangalo
Cotação: ★
♬ Assim que Ivete Sangalo apresentou a música “Vampirinha” em shows, alguns seguidores da artista foram direto ao ponto em comentários na internet. “Podre” e “Horrível” foram alguns adjetivos recorrentes nas avaliações dos ouvintes. E, não, não há exagero e tampouco hate nessas opiniões.
Composição de autoria creditada a Jnr Beats, Luciano Chaves, Samir Trindade e à própria Ivete Sangalo, “Vampirinha” é música ruim, muito aquém do repertório desta cantora baiana que legou hits memoráveis para o Carnaval quando tinha a discografia voltada para o gênero rotulado genericamente como axé music.
Ouvir o registro fonográfico oficial de “Vampirinha” – em single gravado ao vivo e disponível desde segunda-feira, 12 de janeiro – é comprovar a pobreza dessa música assentada sobre base de pagodão baiano e com batidas criadas por Jnr Beats, o produtor musical alagoano que ganhou notoriedade em 2025 com o sucesso do remix de “Febre”, música de Liniker, em ritmo de arrocha.
Com versos de duplo sentido, o que fez com que “Vampirinha” já ganhasse imediatas versões na cadência do forró, a letra é populista, apelativa.
É fato que maliciosos versos de duplo sentido se afinam com a sensualidade do Carnaval e estão presentes nas marchinhas desde que o samba é samba. Contudo, ouvir Ivete Sangalo dar voz a versos como “Vou te chupar / Chupar teu pescoço / Te chupar todinho / Chupar, chupar, chupar com gosto” deixa a impressão de que a cantora de sucessos foliões aliciantes como “O mundo vai” (Ivete Sangalo, Gigi, Ramon Cruz, Samir Trindade, Radamés Venâncio e Tierry Coringa, 2020) desce ladeira para tentar se manter em alta nas playlists do Carnaval de 2026.
E o pior é que, a julgar pelo sucesso de “Macetando” (Ivete Sangalo, Samir Trindade e Luciano Chaves) no Carnaval de 2024, outra música muito aquém do histórico folião da cantora, “Vampirinha” pode satisfazer as ambições e expectativas de Ivete Sangalo.
De toda forma, precavida, a cantora dispara munição dupla. Reeditando a parceria com Xanddy Harmomia feita cinco anos atrás em “Tá solteira, mas não tá sozinha”, sucesso do Carnaval de 2021, a artista também lança o single “Oxente, é o verão”, festivo pagode baiano gravado ao vivo por Ivete em feat com Xanddy.
Com versos convidativos, mas sem a apelação de “Vampirinha”, a letra da composição de autoria creditada a Indy, Ivete Sangalo, Lari Tavares, Luana Matos e Luciano Chaves chama o povo para ir para a rua curtir o verão, estação da folia e de clima quente como os hits de Ivete, cantora que já teve Carnavais animados com músicas de maior qualidade.

Fonte: G1 Entretenimento

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Wagner Moura sobre o desafio em ser pai de três meninos adolescentes: ‘É uma aventura’


“Emoção arretada”, diz Wagner Moura sobre prêmios no Globo de Ouro
O ator Wagner Moura participou do programa “The Drew Barrymore Show” e falou sobre o desafio de ser pai de três adolescentes. Wagner é casado com Sandra Delgado há 25 anos, e eles têm três filhos: Bem, de 19 anos, Salvador, de 15, e José, de 13.
O ator Wagner Moura participou do programa “The Drew Barrymore Show” e falou sobre o desafio de ser pai de três adolescentes.
Reprodução/Instagram
“Ser pai é o que define principalmente a minha vida. Ser artista também, mas ser pai está acima de tudo. E é uma aventura. Você comete erros, diz coisas que não deveria ter dito, toma decisões que não deveria ter tomado. O que aprendi é que temos de nos perdoar”, afirmou o vencedor do Globo de Ouro.
Wagner contou a Drew Barrymore que foi pai jovem. “Eu tinha apenas 29 para 30 anos quando fui pai”, explicou. “Em anos masculinos isso é tipo 12 anos”, brincou a apresentadora.
Durante a conversa, Drew comentou que as mulheres amadurecem mais cedo que os homens, e Wagner concordou. “Eu vejo meus filhos com as namoradas, e eles são meio ogros, e elas ficam tipo: ‘Que bobão’”, disse.

Fonte: G1 Entretenimento

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Julio Iglesias nega acusações de abuso sexual e diz que são ‘absolutamente falsas’

O cantor Julio Iglesias negou, nesta sexta-feira (16), as acusações de que teria abusado sexualmente de duas ex-funcionárias, classificando as denúncias como “absolutamente falsas”.
Reportagens publicadas no início da semana afirmaram que Iglesias teria agredido sexual e fisicamente duas mulheres que trabalharam em suas residências na República Dominicana e nas Bahamas entre janeiro e outubro de 2021. Um dia depois, promotores espanhóis disseram que estavam analisando as acusações.
“Com profunda tristeza, respondo às acusações feitas por duas pessoas que anteriormente trabalharam em minha casa. Nego ter abusado, coagido ou desrespeitado qualquer mulher. Essas acusações são absolutamente falsas e me causam grande tristeza”, afirmou Iglesias em publicação no Instagram.
O jornal digital espanhol “elDiario.es” e o canal de televisão em língua espanhola “Univision Noticias” publicaram em 13 de janeiro uma investigação conjunta de três anos sobre a suposta má conduta de Iglesias.
Um tribunal superior da Espanha recebeu, em 5 de janeiro, denúncias formais contra Iglesias feitas por uma pessoa não identificada, segundo autoridades locais. O cantor pode eventualmente ser levado ao tribunal sediado em Madri, que tem competência para julgar crimes supostamente cometidos por cidadãos espanhóis no exterior, informou a assessoria de imprensa da corte.
Aos 82 anos, Iglesias é um dos artistas musicais mais bem-sucedidos do mundo, com mais de 300 milhões de discos vendidos em mais de uma dúzia de idiomas. Após iniciar a carreira na Espanha, conquistou enorme popularidade nos Estados Unidos e em outros países nas décadas de 1970 e 1980. Ele é pai do cantor pop Enrique Iglesias.
Em 1988, venceu o Grammy de Melhor Performance de Pop Latino pelo álbum *“Un Hombre Solo”*. Também recebeu um prêmio pelo conjunto da obra no Grammy de 2019.
“Nunca havia vivenciado tamanha maldade, mas ainda tenho forças para que as pessoas conheçam toda a verdade e para defender minha dignidade diante de uma afronta tão grave”, disse Iglesias nas redes sociais.
Ele também agradeceu às pessoas que enviaram mensagens de apoio.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ surpreende com terror mais psicológico e profundo; g1 já viu


“Extermínio: O Templo dos Ossos”, chega aos cinemas nesta quinta-feira (15), pouco mais de seis meses do filme anterior da franquia, “Extermínio: A Evolução”. A produção, apesar do retorno de Danny Boyle (“Quem quer ser um milionário?”) e Alex Garland (“Guerra Civil”), diretor e roteirista do primeiro longa, de 2002, dividiu opiniões por não ser tão impactante quanto deveria.
Só que, de maneira surpreendente, a quarta parte dessa série se revela superior ao filme de Boyle ao trabalhar melhor os elementos dramáticos e de terror. Mesmo não sendo inovadores quanto foram os que surgiram há 24 anos, eles são bem desenvolvidos, mantêm a tensão em alto nível e ainda levam o público a uma reflexão mais densa do que geralmente se vê em filmes do gênero.
A trama começa exatamente onde parou “Evolução”, quando o menino Spike (Alfie Williams) conhece o grupo liderado pelo estranho Jimmy Crystal (Jack O’Connell, de “Pecadores”) e entra para a equipe só para perceber que seus novos companheiros não são exatamente o que parecem.
Assista ao trailer do filme “Extermínio: O Templo dos Ossos”
Ao mesmo tempo, o Dr. Kelson (Ralph Fiennes) estabelece uma inusitada relação com um dos zumbis, visando descobrir uma cura para o vírus que transformou boa parte da população em feras raivosas. Não demora muito para que os mundos de Jimmy e Kelman se choquem, o que provoca consequências graves para todos.
Teletubbies do Mal
O roteiro de “Extermínio: O Templo dos Ossos” (novamente escrito por Alex Garland), volta a trabalhar uma questão que só tinha sido melhor desenvolvida no filme original: a de que, no caso de haver um apocalipse (seja nuclear, zumbi, ou qualquer outro) no mundo, a maior ameaça são os próprios seres humanos.
Isso acontece porque, nesse quarto episódio da franquia, não são as pessoas infectadas o principal problema do filme. Embora ainda sejam bastante perigosas para os humanos sobreviventes, com sua selvageria e desejo de sangue, o filme deixa claro que a loucura e o sadismo de Jimmy (que usa uma visão bastante distorcida sobre religião e fé para liderar) e seu grupo são ainda mais terríveis e aterrorizantes nesse ambiente desolador que o filme mostra.
Jimmy (Jack O’Connell, no centro) comanda um grupo perigoso em ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’
Divulgação
É algo que fica bem claro numa sequência em que Jimmy lidera um ataque a uma fazenda onde moram pessoas que tentam se proteger dos zumbis. Com requintes de brutalidade, os seguidores do vilão não hesitam em maltratar e torturar suas vítimas de maneiras tenebrosas, simplesmente porque, como diz uma das integrantes do grupo a Spike, “É só o que sabem fazer”. O que revela que a infecção zumbi também degradou aqueles que não foram contaminados pelo vírus.
Também é curioso como o filme usa a forma distorcida que Jimmy usa uma lembrança do passado, no caso o programa infantil Teletubbies (quem viu “A Evolução” vai entender um pouco melhor essa alegoria) para atacar suas vítimas. Numa das cenas, ele faz com que uma de suas seguidoras imite a dança de um dos episódios do show da TV para intimidar seus prisioneiros, de uma maneira que dá um ângulo jamais pensado para uma (até então) inocente produção para crianças. Um bom jeito encontrado pelo roteirista para mostrar o clima de degradação moral que reina neste universo.
O médico e os monstros
O filme também ganha muitos pontos ao desenvolver melhor o Dr. Ian Kelson, interpretado por Ralph Fiennes, introduzido no longa anterior numa curta participação. Em “Templo dos Ossos”, além de ter mais tempo de tela, o personagem tem uma história mais rica, onde o público vê questões sobre seu passado e, principalmente, como ele tenta encontrar alguma luz num mundo coberto pelas trevas.
Dr. Kelson (Ralph Fiennes) tenta se comunicar com um zumbi numa cena de ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’
Divulgação
Alguns dos melhores momentos do longa estão nas cenas em que o médico inicia uma relação de conhecimento e aprendizagem com um dos chamados zumbis alfa, que ele chama de “Sansão”, por lembrar o personagem bíblico. O objetivo é conhecer os segredos da infecção mortal e, se possível, encontrar o humano por baixo do monstro.
Com mais uma ótima atuação em sua carreira, Fiennes consegue transmitir bem sua compaixão por seu inusitado novo amigo (interpretado por Chi- Lewis-Parry), assim como sua forma de buscar alguma lógica em meio à devastação que impera naquela região.
Porém, a parte mais memorável do filme acontece em seu terço final e faz com que Fiennes, literalmente, incendeie a telona com uma sequência realmente incrível. Um dos pontos mais altos de todos os episódios da franquia, certamente, que vai impactar o público de uma maneira que ninguém esperava ver num filme de terror. Saber mais detalhes desse momento do longa estragaria parte da surpresa e o prazer de assisti-la.
Ralph Fiennes protagoniza o terror ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’, de Nia DaCosta
Divulgação
Quanto ao resto do elenco, Jack O’Connell mostra mais uma vez que se sai muito bem fazendo vilões irônicos e psicóticos e o menino Alfie Williams tem grande potencial para fazer uma ótima carreira como ator no futuro.
Além de Fiennes, vale destacar a ótima direção de Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”), que trabalha bem tanto as questões de tensão e suspense quanto as dramáticas. Até porque ela tinha uma difícil missão de seguir a partir do ponto em que Danny Boyle “parou”, sem deixar cair a qualidade.
Felizmente, ela não só manteve o nível como conseguiu elevá-lo. Mesmo que, para alguns fãs do gênero, a cineasta pareça mais preocupada em fazer drama do que dar sustos, ela mantém o interesse do espectador do início ao fim da trama e renova o interesse pela franquia. O filme mostra que DaCosta está numa boa fase de sua carreira, não só por “Templo dos Ossos”, mas também pelo elogiado drama “Hedda”. Nada mal para quem passou por maus bocados devido ao fracasso de público e de crítica “As Marvels”.
Com um ótimo uso de canções de grupos como Duran Duran, Radiohead e Iron Maiden, além da boa trilha sonora de Hildur Guðnadóttir (“Coringa”), “Extermínio: O Templo dos Ossos” mostra que, mesmo sem ter maiores inovações para os filmes de zumbi, ainda tem muita coisa para ser explorada na franquia e alegrar os fãs. Só não pode cair nas armadilhas do gênero e entregar capítulos repletos de clichês. Por enquanto, está no caminho certo.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Zé Manoel segue a linha evolutiva do samba em show que vai do sambalanço até o pagode da década de 1990


Zé Manoel estreia em 1º de fevereiro no Sesc Pinheiros, em São Paulo (SP), o inédito show ‘Do sambalanço ao pagode 90’
Kelvin Andrad / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O pagode pop consumido avidamente pelo povo brasileiro nos anos 2020 é o ponto de mutação mais recente do samba, gênero nascido há mais de um século e em permanente transformação, ainda que geralmente cultuado na forma mais tradicional pela maior parte dos bambas nacionais.
No inédito show que estreará em 1º de fevereiro no Sesc Pinheiros, em São Paulo (SP), Zé Manoel expõe um recorte da história do samba em roteiro que parte do samba-jazz e do sambalanço da década de 1960 até o pagode formatado nos anos 1990 por grupos como Raça Negra e Só pra Contrariar, passando pela ginga do samba-rock que floresceu na década de 1970 com nomes como Trio Mocotó e Jorge Ben Jor.
O show se chama justamente “Do sambalanço ao pagode 90”. Pianista de toque refinado, compositor e cantor, Zé Manoel montou o roteiro do show a partir de pesquisa orquestrada pelo próprio artista pernambucano. O show chega à cena dois anos após o último álbum de Zé Manoel, “Coral” (2024).
Na estreia do show “Do sambalanço ao pagode 90”, o artista contará com as participações especiais das cantoras Eliana Pittman e Thalma de Freitas, além de Evandro Okàn, novo nome artístico do irmão de Emicida, então conhecido como Evandro Fióti ou simplesmente Fióti.

Fonte: G1 Entretenimento