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Celebridade no país, cantor colombiano Yeison Jiménez morre em acidente de avião


O cantor colombiano Yeison Jiménez
Reprodução/Redes Sociais
Seis pessoas morreram neste sábado (11), incluindo o popular cantor colombiano Yeison Jiménez, quando o avião de pequeno porta em que viajavam caiu logo após a decolagem na região central do país, informaram as autoridades.
“Não há sobreviventes” do acidente, disse o coronel Álvaro Bello, da Diretoria de Aeronáutica Civil, à Rádio Caracol. Yeison Jiménez tinha 34 anos.
O artista de música popular colombiana, que mistura ritmos ranchera com corridos de influência mexicana, era muito conhecido no país, e algumas de suas canções, como “Aventurero” e “Guaro”, acumularam milhões de visualizações no YouTube e no Spotify.
O avião particular decolou do aeroporto de Paipa, município com cerca de 30 mil habitantes no departamento de Boyacá, por volta das 16h no horário local (18h em Brasília). Seu destino era a cidade de Medellín.
O Ministério dos Transportes afirmou em um comunicado à imprensa que o cantor e outros cinco ocupantes, incluindo o piloto, morreram perto do aeródromo.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a aeronave decolando, mas sem conseguir ganhar altitude, e depois caindo em alta velocidade da pista. O pequeno avião caiu perto de uma floresta e foi consumido pelas chamas, como mostra outro vídeo.
O Ministério Público anunciou posteriormente que abrirá uma investigação para determinar a causa do acidente.
O instituto de medicina legal da Colômbia informou que os corpos serão transferidos para Bogotá, onde passarão por procedimentos de identificação.
Nascido no pequeno município de Manzanares, no departamento de Caldas (noroeste), Jiménez teve uma ascensão meteórica na indústria do entretenimento e, em 2021, assinou contrato com uma gravadora afiliada à Universal Music.
Seu último single, “Pedazos”, foi lançado há quatro meses.

Fonte: G1 Entretenimento

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Edson Cordeiro evoca os balangandãs de Carmen Miranda, com a voz ainda notável, em show no Rio de Janeiro


Edson Cordeiro canta o repertório de Carmen Miranda (1909 – 1955) com propriedade em show no Teatro Rival Petrobras
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Edson Cordeiro canta Carmen Miranda e outros bambas
Artista: Edson Cordeiro
Data e local: 10 de janeiro de 2026 no Teatro Rival Petrobras (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Foi impressionante como Edson Cordeiro manipulou a notável voz de contratenor para evocar os balangandãs do canto matricial de Carmen Miranda (9 de fevereiro de 1909 – 5 de agosto de 1955) em show que voltou ao Teatro Rival Petrobras, no Rio de Janeiro (RJ), neste segundo fim de semana de 2026.
Idealizado para lembrar em 2025 os 70 anos da morte da cantora de origem portuguesa e criação carioca, primeira popstar do Brasil na era do rádio, o show “Edson Cordeiro canta Carmen Miranda e outros bambas” resultou cativante quando o cantor se portou como o senhor da cena.
Pareceu até que Cordeiro emulava o registro da Pequena notável tamanha a similaridade vocal quando interpretou sambas como “E o mundo não se acabou” (Assis Valente, 1938), “Bambo do bambu” (Patrício Teixeira e Donga, 1926) – este com um canto de andamento ágil e acento por vozes percussivo – e “Como vaes você?” (Ary Barroso, 1936). Nesses números, o intérprete soltou a voz com vivacidade e malícia evocativas do canto de Carmen nos anos 1930, antes da ida da artista para os Estados Unidos.
Quando Cordeiro saiu de cena para abrir espaço para números do trio Gato com Fome, hábil no acompanhamento do cantor, o show perdeu pique pela opacidade do repertório autoral do grupo, pelo menos na apresentação de ontem, sábado, 10 de janeiro.
A um mês de completar 59 anos em 9 de fevereiro, também o dia do aniversário de Carmen Miranda, como o artista ressaltou em cena com o orgulho, Edson Cordeiro mostrou que ostenta voz ainda notável, mesmo que já sem o alcance fenomenal dos anos 1990, década em que o cantor foi revelado como prodígio vocal da música brasileira.
A destreza e a agilidade com que Cordeiro encarou o choro “Tico-tico no fubá” (Zequinha de Abreu, 1931) impressionaram em número em que o tema foi turbinado com batucada à moda brasileira. Sem falar que o cantor jamais recorreu ao teleprompter para ler as letras de músicas como “Recenseamento” (Assis Valente, 1940), samba de versos longos.
Após cantar o samba “Camisa listrada” (Assis Valente, 1938), Cordeiro engatou o alusivo samba de breque “Camisa de listra” (2024) que ganhou de Zeca Baleiro há dois anos. Ao vivo, o samba resultou sem graça tal qual na gravação feita pelo cantor em estúdio para o álbum “Ouve a minha voz [Cordeiro canta Baleiro]” (2024).
Tampouco teve graça a participação afetiva do companheiro do artista, Oliver Bieber, que cantou versão em alemão de “South american way” (Jimmy McHugh e Al Dubin, 1939) após Cordeiro reviver, com a letra original em inglês, este sucesso do repertório da fase irregular de Carmen Miranda nos Estados Unidos. Faltou musicalidade a Oliver para fazer do número mais do que mera curiosidade.
Edson Cordeiro conta com a participação do companheiro, Oliver Bieber, no show em que canta o repertório de Carmen Miranda (1909 – 1955)
Rodrigo Goffredo
Após a segunda das duas trocas de figurino, Cordeiro aumentou a temperatura do show ao reaparecer no palco para cantar o samba “Disseram que eu voltei americanizada” (Luiz Peixoto e Vicente Paiva, 1940), resposta irônica às críticas de que Carmen Miranda perdera a vivacidade brasileira ao migrar para os Estados Unidos.
Com a sonoridade potente do trio Gato com Fome, Cordeiro fez de “O samba e o tango” (Amado Régis, 1937) um samba folião, preparando o clima Carnavalesco para a lembrança (fora do conceito do show) do samba-enredo “Bidu Sayão e o canto de cristal”, com a qual a escola Beija-flor de Nilópolis desfilou no Carnaval carioca de 1995. Com direito a trinados operísticos de Cordeiro, a escapada do conceito do show se justificou afetivamente porque o autor do enredo, Milton Cunha, estava na plateia do Teatro Rival Petrobras.
E tudo acabou em marchinhas como “Eu dei…” (Ary Barroso, 1937), “Touradas em Madrid” (João de Barro e Alberto Ribeiro, 1938) – com o charme de o cantor ter tocado castanholas no número, “Taí (Pra você gostar de mim)” (Joubert de Carvalho, 1930), “Balancê” (João de Barro e Alberto Ribeiro, 1937) – marcha hoje mais associada a Gal Costa (1945 – 2022), mas lançada por Carmen Miranda – e “Mamãe, eu quero” (Vicente Paiva e Jararaca, 1937), esta, sim, associada à Pequena notável desde que a cantora a propagou em escala mundial no filme norte-americano “Serenata tropical” (1940) em gravação feita com o Bando da Lua. Teve até trenzinho puxado pelo cantor na plateia nesse bloco final.
No bis, de clima mais melancólico, o canto interiorizado do artista em “Adeus, batucada” (Synval Silva, 1935) reiterou a propriedade com que Edson Cordeiro aborda o repertório geralmente vivaz de Carmen Miranda neste show que somente perdeu poder de sedução quando o artista deixou a cena ser dominada por quem não tem os mesmos balangandãs na voz e no repertório.
Edson Cordeiro em cena com o último dos três figurinos que veste ao longo do show em que canta o repertório de Carmen Miranda (1909 – 1955)
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza surpreende ao incluir um samba de Zé Ketti no repertório de clássicos do álbum ‘Bossa sempre nova’


Luísa Sonza regrava o samba ‘Diz que fui por aí’, lançado por Nara Leão (1942 – 1989) em álbum de 1964
Reprodução / Instagram Luísa Sonza
♫ ANÁLISE
♬ Embora tenha sido revelado na voz de Nara Leão (1942 – 1989), cantora associada à bossa nova, o samba “Diz que fui por aí” (Zé Ketti e Hortênsio Rocha, 1964) é música distante do universo sal, céu, sol e sul do cancioneiro do movimento que irrompeu em 1958 na batida diferente do violão de João Gilberto (1931 – 2019).
Por isso mesmo, o samba é a maior surpresa do repertório selecionado por Luísa Sonza para o álbum “Bossa sempre nova”. Apresentado no primeiro álbum de Nara, lançado em fevereiro de 1964 com repertório que rompia com o cancioneiro tradicional da bossa nova (mas não exatamente com a sonoridade do gênero..), “Diz que fui por aí” é um dos 13 standards regravados por Luísa Sonza no álbum assinado pela artista com Roberto Menescal e com Toquinho.
Em repertório dominado por canções de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) e Vinicius de Moraes (1913 – 1980), além dos próprios Menescal e Toquinho, a cantora dá voz a clássicos como “O barquinho” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1961), “Consolação” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963), “Samba de verão” (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, 1964), “Só tinha de ser com você” (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1964), “Você” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1964), “Triste” (Antonio Carlos Jobim, 1967), “Tarde em Itapoã” (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971), “Águas de março” (Antonio Carlos Jobim, 1972) e “Carta ao Tom 74” (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1974).
Entre os temas menos famosos do álbum “Bossa sempre nova”, mas ainda assim bastante conhecidos no universo da bossa nova, Luísa Sonza regravou “Ah! Se eu pudesse“ e “Nós e o mar”, duas parcerias de Roberto Menescal com Ronaldo Bôscoli (1928 – 1994), ambas apresentadas em discos lançados em 1962.
Programado para ser lançado às 21h de terça-feira, 13 de janeiro, o álbum “Bossa sempre nova” traz uma música inédita no repertório, “Um pouco de mim”, parceria de Luísa Sonza com Roberto Menescal.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cancioneiro soberano de Tom Jobim foi a trilha sonora preferencial das novelas cariocas de Manoel Carlos desde 1997


Como compositor e/ou intérprete, Tom Jobim (1927 – 1994) esteve presente nas aberturas das novelas de Manoel Carlos (1933 – 2026) desde ‘Por amor’, novela de 1997 / 1998
Reprodução / Capa do disco ‘Minha alma canta’
♫ MEMÓRIA
♬ Embora nascido em São Paulo (SP), o escritor Manoel Carlos (14 de março de 1933 – 10 de janeiro de 2026) viveu a maior parte dos 92 anos de vida no Rio de Janeiro (RJ) e escolheu essa cidade, berço da bossa nova, para ambientar todas as novelas que criou para a TV globo com tramas originais, sem ter como base algum romance da literatura brasileira.
Em sintonia com essa preferência pela geografia carioca, o novelista – falecido ontem em hospital do Rio de Janeiro (RJ) – escolheu o cancioneiro de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) como a trilha sonora preferencial das novelas que escreveu para o horário nobre.
Como compositor e/ou como intérprete, Tom Jobim esteve presente nas aberturas de todas as novelas de Manoel Carlos desde “Por amor”, trama exibida entre outubro de 1997 e maio de 1998.
Nessa novela, o tema de abertura era a canção “Falando de amor” (Antonio Carlos Jobim, 1979) em gravação então recente dos grupos MPB4 e Quarteto em Cy.
Na novela seguinte, “Laços de família” (2000 / 2001), a abertura transcorria ao som da gravação bilíngue de “Corcovado” (Antonio Carlos Jobim, 1960) feita em 1964 por Astrud Gilberto (1940 – 2023), João Gilberto (1931 – 2019) e o saxofonista Stan Getz (1927 – 1991) com a participação de Tom e com parte da letra versão m inglês intitulada “Quiet nights of quiet of stars”.
Na próxima novela de Manoel Carlos, “Mulheres apaixonadas” (2003), a abertura era vista ao som da valsa “Pela luz dos olhos teus” (Vinicius de Moraes, 1960) na gravação feita por Tom Jobim com Miúcha (1937 – 2018) para álbum conjunto de 1977.
Três anos depois, Jobim voltou como compositor e intérprete do tema de abertura da novela seguinte de Maneco, “Páginas da vida” (2006 / 2007). A música escolhida foi “Wave” (Antonio Carlos Jobim, 1967) em registro instrumental do pianista e maestro.
Na trama seguinte do novelista, “Viver a vida” (2009 / 2010), Tom era o intérprete – ao lado de Miúcha e de Chico Buarque – do samba “Sei lá… A vida tem sempre razão” (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971) na gravação feita pelo trio para o álbum “Miúcha & Antonio Carlos Jobim” (1977).
Por fim, na última novela escrita por Manoel Carlos, “Em família” (2014), Jobim era o compositor da música escolhida para a abertura da trama – “Eu sei que vou te amar” (1959), um dos maiores standards da parceria de Tom com Vinicius de Moraes (1913 – 1980) – e ouvida em gravação da cantora Ana Carolina.
Enfim, a obra magistral de Antonio Carlos Jobim está eternamente associada às novelas cariocas de Manoel Carlos, escritor de obras atemporais com o cancioneiro de Tom e como a bossa nova.

Fonte: G1 Entretenimento

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Regina Duarte lamenta morte de Manoel Carlos: ‘O homem que nos apresentou a maravilha do Leblon’


Veja a trajetória de Manoel Carlos, um dos maiores dramaturgos da televisão brasileira
A atriz Regina Duarte lamentou a morte do autor Manoel Carlos, ocorrida no sábado (10) no Rio de Janeiro. O autor tratava a doença de Parkinson, mas a causa da morte não foi divulgada.
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“Maneco foi o pai das Helenas, das antagonistas perfeitas e filhas marcantes. Registrou em nós, amantes da teledramaturgia, um amor inexplicável pela realidade de tantas histórias. As Helenas são espetaculares e chamar a atenção da censura com uma simples frase —’Dói, mas só até sangrar’— mostra que a genialidade do Maneco atravessava fronteiras. Ousado, irreverente, poeta, cronista, o deus da palavra que salta na língua, o homem que nos apresentou a maravilha do bairro Leblon. O grande Manoel Carlos. Vamos sentir sua falta e amar pra sempre o teu legado”
Regina foi uma das Helenas, as famosas protagonistas das novelas mais marcantes de Manoel Carlos. Ela interpretou o papel três vezes em diferentes novelas, como “História de Amor” (1995), “Por Amor” (1997) e “Páginas da Vida” (2006). (Leia mais abaixo)
Assim como Regina Duarte, outras Helenas também se despediram do autor com notas de pesar. Taís Araújo, que fez a novela “Viver a Vida” (2009), agradeceu Manoel Carlos por ter acreditado nela e disse que “seu legado na teledramaturgia jamais será esquecido”. Maitê Proença, que interpretou Helena em “Felicidade” (1991), falou em “tristeza imensa”.
Leia mais sobre a morte de Manoel Carlos e sua trajetória
Morte de Manoel Carlos
Relembre a icônica cena da troca de bebês na novela ‘Por Amor’, de Manoel Carlos
O autor Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada.
Ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde fazia tratamento contra a Doença de Parkinson, que no último ano afetou o desenvolvimento motor e cognitivo.
Conhecido como Maneco, Manoel Carlos começou na TV Globo em 1972, como diretor-geral do “Fantástico”. Antes disso, passou por diversas emissoras brasileiras, onde atuou como autor, produtor e ator. A carreira artística começou nos palcos, aos 17 anos. Ele também foi escritor e diretor.
Ao longo dos anos, suas novelas ficaram marcadas pelo Rio de Janeiro como cenário — e também como personagem — e pela abordagem de conflitos familiares.
Outro traço marcante de sua obra foram as “Helenas”. De Baila Comigo (1981) a Em Família (2014), as personagens retratavam mães cujo amor pelos filhos superava qualquer desafio.
Manoel Carlos estava aposentado desde 2014 e vivia recluso com a família. Ele deixa duas filhas: a atriz Júlia Almeida e a roteirista Maria Carolina.
Manoel Carlos durante apresentação da novela ‘Viver a Vida’, em agosto de 2006
João Miguel Júnior/Globo
O velório será fechado, restrito à família e a amigos íntimos.
“A família agradece as manifestações de carinho e solicita respeito e privacidade neste momento delicado”, diz a nota divulgada pela família.
Manoel é pai da atriz Júlia Almeida e da roteirista de novelas Maria Carolina, que colaborou com ele em diversas obras. O autor também teve outros três filhos, que morreram: o dramaturgo e ator Ricardo de Almeida, em 1988; o diretor Manoel Carlos Júnior, em 2012; e o estudante de teatro Pedro Almeida, aos 22 anos, em 2014.
Helenas, Rio de Janeiro e conflitos familiares
O autor Manoel Carlos
Cedoc/TV Globo
Em 1981, escreveu “Baila Comigo”, novela que levou sua primeira Helena ao ar. A personagem era interpretada pela atriz Lílian Lemmertz.
As “Helenas” foram peças marcantes dos trabalhos de Maneco. Heroínas nas tramas, as personagens eram mães cujo amor pelos filhos era capaz de superar qualquer desafio.
Ao Memória Globo, Maneco explicou que a origem do nome vem de sua paixão pela mitologia grega: Helena é o símbolo da mulher forte, guerreira e capaz de tudo em nome do amor.
“Elas são aquelas mães abnegadas e ao mesmo tempo não se esquecem delas mesmas. São vaidosas, são justas e injustas na medida certa, né? Elas são mentirosas, elas escamoteiam a verdade em benefício de um filho, por exemplo. Elas defendem um filho até a injustiça. É muito difícil alguém escapar, uma mulher escapar da sua semelhança com a própria mãe”, contou Manoel ao “Fantástico” em 2014.
Outras marcas do autor em suas novelas são o Rio de Janeiro como cenário, em especial o bairro do Leblon, e o mergulho em conflitos familiares.
“Dizem que eu faço uma dramaturgia realista, naturalista, mas eu não acho nada disso. Procuro apenas fazer uma coisa verossímil. O amor se parece em todas as línguas, todos os países. O ódio, a inveja, o ciúme. E eu retrato só essas coisas, entende? E isso tudo existe em qualquer família. Eu ouço muito conversa em café, em bar, e tudo se parece”, explicou ele em entrevista à GloboNews em 2016.
Além disso, ele também motivava ações socioeducativas, abordando temas como campanhas para doação de medula, contra o alcoolismo, violência contra a mulher, preconceito e inclusão social.
“Situo as minhas novelas no Rio de Janeiro. Faço coisas muito fortes, sob um céu muito azul. As tragédias e os dramas acontecem, mas o dia está lindo. A praia e o espírito carioca dão uma coloração rosa ao contexto cinzento. E o público acaba absorvendo as tramas de uma maneira mais leve”, afirmou o autor em entrevista ao Memória Globo.
“Manoel Carlos transformou o Leblon em um lugar quase mitológico”, disse o jornalista Mauro Ferreira.
As Helenas de Manoel Carlos
Em 1991, Maneco levou para a TV a novela “Felicidade”, que começou a esboçar 12 anos antes. A trama foi inspirada em diversos contos de Aníbal Machado e levava a segunda Helena de Maneco, interpretada por Maitê Proença.
Em 1995, mais uma Helena aparecia na tela em “História de Amor”. A personagem de Regina Duarte integrava um triângulo amoroso e era apaixonada por Carlos Alberto (José Mayer), um médico casado com sua rival, Paula (Carolina Ferraz). O autor já afirmou que escreveu a novela para as duas atrizes.
Três anos depois, levou a história de uma mãe que abre mão de seu filho em nome de outra filha, na novela “Por amor”. Novamente, Helena foi interpretada por Regina Duarte.
Outra história de sacrifício materno que marcou a carreira de Maneco foi em “Laços de Família” (2000). Na trama, Vera Fischer viveu Helena, uma mãe que descobre que sua filha está com leucemia e que a única forma de salvá-la era gerar um filho do mesmo pai da garota. Porém, ela não ama mais o homem.
A novela traz uma das cenas mais marcantes das novelas de Maneco: o momento em que Carolina Dieckmann, intérprete de Camila, raspa o cabelo. O autor afirmou que escreveu a personagem especialmente para a atriz.
Com a novela, Maneco venceu vários prêmios como Troféu Imprensa, Troféu Internet e Prêmio Extra de Televisão.
Em ‘Mulheres Apaixonadas’ (2003), Maneco exaltou a força feminina e colocou Christiane Torloni como sua Helena.
“Acho que a mulher move o mundo, não só pelo fato dela ser geradora do ser humano, mas porque eu acho a mulher mais forte, mais sofrida, e injustiçada. Tem mais dificuldade na vida e no trabalho e ela faz disso uma fortaleza”, explicou o autor ao falar sobre a novela.
Em 2006, trouxe Regina Duarte para sua terceira Helena. Desta vez, uma médica em “Páginas da Vida”.
Três anos depois, estreou “Viver a Vida”, com Taís Araújo estrelando a primeira Helena negra de Maneco. A atriz interpretava uma top model internacional que, no auge da carreira, largava a profissão para se casar com Marcos (José Mayer), que tem uma filha que luta para se recuperar de um acidente que a deixou paraplégica.
A última Helena de Maneco foi a herdeira de sua primeira musa: o autor convidou Júlia Lemmertz, filha de Lilian Lemmertz, para estrelar “Em Família” (2014).
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Trajetória na TV
“Manoel Carlos transformou o Leblon em um lugar quase mitológico”, diz Mauro Ferreira
Maneco estreou na TV Globo como diretor-geral do “Fantástico” em 1972, permanecendo no programa por três anos.
Em 1978, fez sua primeira novela para a emissora, a “Maria, Maria”, uma adaptação do romance “Maria Dusá” de Lindolfo Rocha. No mesmo ano, adaptou o romance “A Sucessora”, de Carolina Nabuco. A novela tinha estrelas como Susana Vieira, Rubens de Falco e Arlete Salles.
O autor se inspirou em sucessos da radionovela para consolidar seu estilo de escrita em dramaturgia.
Em 1980, além de escrever alguns episódios do seriado “Malu Mulher” – protagonizado por Regina Duarte –, foi convidado por Gilberto Braga para dividir a autoria de “Água Viva”.
A novela contava com Reginaldo Faria, Raul Cortez, Betty Faria, Tônia Carreiro, Glória Pires, entre outras estrelas.
Além de suas históricas novelas, Manoel Carlos também escreveu minisséries como “Presença de Anita” (2001), e ‘Maysa – Quando Fala o Coração’ (2009).

Fonte: G1 Entretenimento

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Família da escritora Chimamanda Ngozi acusa hospital de negligência por morte de filho de 21 meses


Chimamanda Ngozi
BBC/Jeff Overs
A família da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie acusou um hospital de negligência pela morte de seu filho de 21 meses.
Nkanu Nnamdi morreu em um hospital na Nigéria na quarta-feira (7/1) poucos dias após adoecer, deixando a família da escritora “devastada”.
A família diz que houve uma série de falhas no Hospital Euracare, em Lagos, que levaram à morte do bebê, incluindo a negação de oxigênio e a administração de sedação excessiva, que teria provocado um ataque cardíaco no menino.
O hospital expressou suas “mais profundas condolências” pela morte da criança, mas negou ter prestado atendimento inadequado. O hospital diz que o atendimento do menino seguiu padrões internacionais.
A instituição acrescentou que Nkanu chegou ao hospital em estado crítico e que uma investigação sobre a morte já está em andamento.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A cunhada de Adichie, Anthea Nwandu, fez uma série de acusações contra o hospital em uma entrevista à emissora nigeriana Arise TV no sábado.
Na entrevista, ela disse que o diretor médico do Hospital Euracare disse a Adichie que seu filho havia recebido sedação em excesso, o que posteriormente causou um ataque cardíaco.
Nwandu também acusou a equipe médica de deixar o menino sem supervisão, negar-lhe oxigênio e transportá-lo de uma maneira que não estava de acordo com os padrões de atendimento.
Ela afirmou que Nkanu sofreu uma lesão cerebral devido à falta de oxigênio.
Acusações semelhantes sobre o atendimento de Nkanu foram feitas em uma mensagem privada de Adichie que vazou online.
Sua porta-voz, Omawumi Ogbe, disse à BBC que a mensagem havia sido compartilhada originalmente em um círculo restrito de familiares e amigos e não era para o público externo.
Ogbe continuou: “Embora estejamos tristes com o vazamento de um relato tão pessoal de luto e trauma, os detalhes nele contidos destacam as falhas clínicas devastadoras que a família agora é forçada a enfrentar.
Esperamos que a essência dessa mensagem, detalhando a grave negligência médica que levou a essa tragédia, permaneça o foco central, mesmo enquanto aguardamos a verdade e a responsabilização.”
Nkanu era um dos gêmeos que Adichie teve com seu marido, Ivara Esege.
Em resposta às alegações, o Hospital Euracare reconheceu a “perda profunda e inimaginável” que a família está vivenciando, mas afirmou em um comunicado no sábado que “os relatos que estão circulando contêm imprecisões”.
O comunicado afirmou que Nkanu, que estava em estado crítico, foi encaminhado ao hospital após receber tratamento em dois centros pediátricos e que, ao chegar, a equipe “prestou atendimento imediato de acordo com os protocolos clínicos estabelecidos e os padrões médicos internacionalmente aceitos, incluindo a administração de sedação”.
O comunicado prossegue: “Durante o seu tratamento, trabalhamos em colaboração com equipes médicas externas, como recomendado por sua família, e garantimos que todo o suporte clínico necessário fosse fornecido.”
No entanto, “apesar desses esforços conjuntos”, o menino morreu menos de 24 horas após chegar ao hospital, acrescentou a instituição.
Uma “investigação detalhada” está em andamento, disse a Euracare, acrescentando que permanece “comprometida em se envolver de forma transparente e responsável com todos os processos clínicos e regulatórios”.
Adichie, de 48 anos, teve sua primeira filha em 2016. Seus gêmeos nasceram por meio de barriga de aluguel, em 2024.
A premiada escritora radicada nos EUA é conhecida por obras como “Americanah”. Sua palestra no TED de 2012 e o ensaio “Sejamos todos feministas” foi sampleado por Beyoncé em sua música “Flawless”, de 2013.
O presidente da Nigéria expressou suas condolências pela morte de Nkanu.
O sistema de saúde da nação africana tem sofrido recentemente com uma grave escassez de médicos, fazendo com que profissionais de saúde trabalhem longas horas e precisem conciliar empregos em hospitais públicos e privados.
Em resposta às alegações referentes a Nkanu, a porta-voz do Ministério da Saúde do estado de Lagos, Kemi Ogunyemi, afirmou que o órgão “atribui o maior valor à vida humana e mantém tolerância zero para negligência médica ou conduta antiética”.
Ela confirmou que o órgão de vigilância sanitária do estado havia iniciado uma investigação “completa, independente e transparente” sobre as circunstâncias da morte.
“Qualquer indivíduo ou instituição considerada culpada de negligência, má conduta profissional ou violações regulatórias enfrentará todo o rigor da lei”, disse Ogunyemi.
Ela pediu ao público que evite especulações sobre a morte enquanto a investigação oficial estiver em andamento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Globo de Ouro 2026 acontece neste domingo; veja indicados, favoritos e onde assistir


‘Adolescência’, ‘Uma Batalha Após a Outra’, ‘O Agente Secreto’ e ‘White Lotus’ estão entre indicados ao Globo de Ouro 2026
Reprodução
O Globo de Ouro 2026, premiação em que jornalistas ao redor do mundo escolhem os melhores de 2025 no cinema e na TV, acontece neste domingo (11), em Los Angeles.
O evento será apresentado pela comediante Nikki Glaser e começa às 22h (horário de Brasília) — com transmissão da TV Globo e poderá ser acompanhado logo após o “Fantástico”.
O filme brasileiro “O Agente Secreto” concorre nas categorias de melhor filme de drama, melhor filme em língua não-inglesa e melhor ator em filme de drama, com Wagner Moura.
‘O Agente Secreto’ é indicado a Melhor Filme e Melhor Filme em Língua Não-Inglesa
Wagner Moura é indicado a Melhor Ator em filme dramático
Entre os filmes, “Uma Batalha Após a Outra” aparece com o mais indicado, com nove categorias. Já “Valor Sentimental” fica logo atrás, com oito. Entre as séries, “White Lotus” lidera, com seis categorias; “Adolescência” levou cinco indicações.
Globo de Ouro: ‘O agente secreto’ é indicado nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Filme de Língua Não-Inglesa
Relevância e polêmicas
O Globo de Ouro 2026 é um passo atrás na tentativa da recuperar relevância da premiação, impactada por uma série de polêmicas nos últimos anos.
De acordo com o site especializado em Hollywood The Ankler, a nova organização do evento passou a oferecer pacotes de parceria de mídia a possíveis indicados à sua nova categoria de melhor podcast.
Por valores de US$ 25 mil a US$ 75 mil, eles poderiam participar de eventos e receber maior cobertura da revista “Variety”, que faz parte do conglomerado de mídia Penske Corporation.
A empresa, por sua vez, pertence à Dick Clark Productions, que comprou o Globo de Ouro em 2023 após as polêmicas da antiga dona da premiação, a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês), que levaram a boicotes de estrelas e das emissoras americanas.
Em 2021, o jornal “LA Times” revelou que não havia nenhum membro negro entre os votantes da HFPA, que também era acusada de outros comportamentos de ética questionável.
Como parte do esforço para aumentar a diversidade entre os votantes, os novos donos expandiram o número de membros para cerca de 300 jornalistas ao redor do mundo — nenhum deles, é claro, parte da Academia de Cinema que escolhe os vencedores do Oscar.
Ou seja, por mais que uma vitória no Globo de Ouro ajude a aumentar a visibilidade de concorrentes na corrida pela estatueta dourada, ela não tem relação direta com as chances de subir ao palco em 15 de março.
Veja a lista completa de indicados, os favoritos e quem merece ganhar:
Melhor filme dramático
“Frankenstein”
“Hamnet: A vida antes de Hamlet”
“Foi Apenas um Acidente”
“O Agente Secreto”
“Valor Sentimental”
“Pecadores”
Favorito: “Pecadores”
Merece ganhar: “Foi apenas um acidente”
Melhor filme, comédia ou musical
“Blue Moon”
“Bugonia”
“Marty Supreme”
“A única saída”
“Nouvelle Vague”
“Uma batalha após a outra”
Favorito: “Uma batalha após a outra”
Merece ganhar: “A única saída”
Melhor direção em filme
Paul Thomas Anderson, “Uma batalha após a outra”
Guillermo Del Toro, “Frankenstein”
Ryan Coogler, “Pecadores”
Mona Fastvold, “O testamento de Ann Lee”
Joachim Trier, “Valor Sentimental”
Chloé Zhao, “Hamnet: A vida antes de Hamlet”
Favorito: Paul Thomas Anderson, “Uma batalha após a outra”
Merece ganhar: Paul Thomas Anderson, “Uma batalha após a outra”
Melhor filme de animação
“Arco”
“Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito”
“Elio”
“Guerreiras do K-Pop”
“Little Amélie or the Character of Rain”
“Zootopia 2”
Favorito: “Guerreiras do K-Pop”
Merece ganhar: “Guerreiras do K-Pop”
Melhor ator em filme – drama
Joel Edgerton, “Sonhos de trem”
Oscar Isaac, “Frankenstein”
Dwayne Johnson, “Coração de lutador: The Smashing Machine”
Michael B. Jordan, “Pecadores”
Wagner Moura, “O Agente Secreto”
Jeremy Allen White, “Springsteen: Salve-me do desconhecido”
Favorito: Wagner Moura, “O Agente Secreto”
Merece ganhar: Wagner Moura, “O Agente Secreto”
Leonardo DiCaprio e Benicio del Toro falam sobre os riscos de ‘Uma batalha após a outra’
Melhor atriz em filme – drama
Jessie Buckley, “Hamnet: A vida antes de Hamlet”
Jennifer Lawrence, “Morra meu amor”
Renate Reinsve, “Valor Sentimental”
Julia Roberts, “Depois da caçada”
Tessa Thompson, “Hedda”
Eva Victor, “Sorry, Baby”
Favorita: Jessie Buckley, “Hamnet: A vida antes de Hamlet”
Merece ganhar: Jessie Buckley, “Hamnet: A vida antes de Hamlet”
Melhor atriz em filme – musical ou comédia
Rose Byrne, “Se eu tivesse pernas, eu te chutaria”
Cynthia Erivo, “Wicked: Parte 2”
Kate Hudson, “Song Sung Blue – Um Sonho a Dois”
Chase Infiniti, “Uma batalha após a outra”
Amanda Seyfried, “O Testamento de Ann Lee”
Emma Stone, “Bugonia”
Favorita: Rose Byrne, “Se eu tivesse pernas, eu te chutaria”
Merece ganhar: Rose Byrne, “Se eu tivesse pernas, eu te chutaria”
Melhor ator em filme – musical ou comédia
Timothée Chalamet, “Marty Supreme”
George Clooney, “Jay Kelly”
Leonardo DiCaprio, “Uma Batalha Após a Outra”
Ethan Hawke, “Blue Moon”
Lee Byung-hun, “A única saída”
Jesse Plemons, “Bugonia”
Favorito: Timothée Chalamet, “Marty Supreme”
Merece ganhar: Ethan Hawke, “Blue Moon”
Melhor ator coadjuvante em filme
Benicio del Toro, “Uma Batalha Após a Outra”
Jacob Elordi, “Frankenstein”
Paul Mescal, “Hamnet”
Sean Penn, “Uma Batalha Após a Outra”
Adam Sandler, “Jay Kelly”
Stellan Skarsgard, “Valor Sentimental”
Favorito: Stellan Skarsgard, “Valor Sentimental”
Merece ganhar: Stellan Skarsgard, “Valor Sentimental”
Melhor atriz coadjuvante em filme
Emily Blunt, “Coração de lutador: The Smashing Machine”
Elle Fanning, “Valor Sentimental”
Ariana Grande, “Wicked: Parte 2”
Inga Ibsdotter Lilleaas, “Valor Sentimental”
Amy Madigan, “A Hora do Mal”
Teyana Taylor, “Uma Batalha Após a Outra”
Favorita: Amy Madigan, “A Hora do Mal”
Merece ganhar: Inga Ibsdotter Lilleaas, “Valor Sentimental”
Melhor roteiro em filme
Paul Thomas Anderson, “Uma Batalha Após a Outra”
Ronald Bronstein & Josh Safdie, “Marty Supreme”
Ryan Coogler, “Pecadores”
Jafar Panahi, “Foi Apenas um Acidente”
Eskil Vogt & Joachim Trier, “Valor Sentimental”
Chloé Zhao & Maggie O’Farrell, “Hamnet: A vida antes de Hamlet”
Favorito: Paul Thomas Anderson, “Uma Batalha Após a Outra”
Merece ganhar: Jafar Panahi, “Foi Apenas um Acidente”
Melhor filme em língua não-inglesa
“O Agente Secreto”
“Valor Sentimental”
“Foi Apenas um Acidente”
“A única saída”
“Sirat”
“A Voz de Hind Rajab”
Favorito: “O agente secreto”
Merece ganhar: “Foi Apenas um Acidente”
Assista ao trailer de ‘O Agente Secreto’
Melhor música para filme
“Dream as One”, “Avatar: Fogo e cinzas”
“Golden”, “Guerreiras do K-Pop”
“I Lied to You”, “Pecadores”
“No Place Like Home”, “Wicked: Parte 2”
“The Girl In The Bubble”, “Wicked: Parte 2”
“Train Dreams”, “Sonhos de trem”
Favorito: “Golden”, “Guerreiras do K-Pop”
Merece ganhar: “Golden”, “Guerreiras do K-Pop”
Melhor trilha sonora de filme
“Frankenstein”
“Hamnet: A vida antes de Hamlet”
“Casa de dinamite”
“Hedda”
“Uma batalha após a outra”
“Pecadores”
Favorito: “Pecadores”
Merece ganhar: “Pecadores”
Melhor destaque em bilheteria
“Avatar: Fogo e cinzas”
“F1”
“Guerreiras do K-Pop”
“Missão: Impossível – O Acerto Final”
“Pecadores”
“A Hora do Mal”
“Wicked: Parte 2”
“Zootopia 2”
Favorito: “Pecadores”
Merece ganhar: “Pecadores”
Melhor série – comédia ou musical
“Abbott Elementary”
“The Bear”
“Hacks”
“Ninguém Quer”
“Only Murders in the Building”
“The Studio”
Favorito: “The Studio”
Merece ganhar: “The Studio”
Melhor série – drama
“The Diplomat”
“The Pitt”
“Severance”
“Pluribus”
“Slow Horses”
“The White Lotus”
Favorito: “The Pitt”
Merece ganhar: “Pluribus”
Melhor minissérie, antologia ou filme para a TV
“Adolescência”
“All Her Fault”
“The Beast In Me”
“Black Mirror”
“Dying for sex”
“The Girlfriend”
Favorito: “Adolescência”
Merece ganhar: “Adolescência”
Melhor atriz em TV – drama
Kathy Bates, “Matlock”
Britt Lower, “Severance”
Helen Mirren, “MobLand”
Bella Ramsey, “The Last of Us”
Keri Russell, “The Diplomat”
Rhea Seehorn, “Pluribus”
Favorita: Rhea Seehorn, “Pluribus”
Merece ganhar: Rhea Seehorn, “Pluribus”
Melhor ator em série – drama
Sterling K. Brown, “Paradise”
Diego Luna, “Andor”
Gary Oldman, “Slow Horses”
Mark Ruffalo, “Task”
Adam Scott, “Severance”
Noah Wyle, “The Pitt”
Favorito: Noah Wyle, “The Pitt”
Merece ganhar: Noah Wyle, “The Pitt”
Melhor atriz em TV – musical ou comédia
Kristen Bell, “Ninguém quer”
Ayo Edebiri, “The Bear”
Selena Gomez, “Only Murders in the Building”
Natasha Lyonne, “Poker Face”
Jenna Ortega, “Wandinha”
Jean Smart, “Hacks”
Favorita: Jean Smart, “Hacks”
Merece ganhar: Jean Smart, “Hacks”
Melhor ator em TV – musical ou comédia
Adam Brody, “Ninguém Quer”
Steve Martin, “Only Murders in the Building”
Glen Powell, “Chad Powers”
Seth Rogen, “The Studio”
Martin Short, “Only Murders in the Building”
Jeremy Allen White, “The Bear”
Favorito: Seth Rogen, “The Studio”
Merece ganhar: Seth Rogen, “The Studio”
Melhor atriz em minissérie, antologia ou filme para a TV
Claire Danes, “The Beast in Me”
Rashida Jones, “Black Mirror”
Amanda Seyfried, “Long Bright River”
Sarah Snook, “All Her Fault”
Michelle Williams, “Dying for Sex”
Robin Wright, “The girlfriend”
Favorita: Sarah Snook, “All Her Fault”
Merece ganhar: Michelle Williams, “Dying for Sex”
Melhor ator em minissérie, antologia ou filme para a TV
Jacob Elordi, “The Narrow Road to the Deep North”
Paul Giamatti, “Black Mirror”
Stephen Graham, “Adolescência”
Charlie Hunnam, “Monster: The Ed Gein Story”
Jude Law, “Black Rabbit”
Matthew Rhys, “The Beast in Me”
Favorito: Stephen Graham, “Adolescência”
Merece ganhar: Stephen Graham, “Adolescência”
Melhor ator coadjuvante em TV
Owen Cooper, “Adolescência”
Billy Crudup, “The Morning Show”
Walton Goggins, “The White Lotus”
Jason Isaacs, “The White Lotus”
Tramell Tillman, “Severance”
Ashley Walters, “Adolescência”
Favorito: Owen Cooper, “Adolescência”
Merece ganhar: Owen Cooper, “Adolescência”
Owen Cooper venceu como melhor ator coadjuvante em minissérie por ‘Adolescência’ no Emmy 2025
KEVIN WINTER / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Melhor atriz coadjuvante em TV
Carrie Coon, “The White Lotus”
Erin Doherty, “Adolescência”
Hannah Einbinder, “Hacks”
Catherine O’Hara, “The Studio”
Parker Posey, “The White Lotus”
Aimee Lou Wood, “The White Lotus”
Favorito: Erin Doherty, “Adolescência”
Merece ganhar: Erin Doherty, “Adolescência”
Melhor performance de comédia stand-up na TV
Ricky Gervais, “Ricky Gervais: Mortality”
Brett Goldstein, “Brett Goldstein: The Second Best Night of Your Life”
Kevin Hart, “Kevin Hart: Acting My Age”
Bill Maher, “Bill Maher: Is Anyone Else Seeing This?”
Kumail Nanjiani, “Kumail Nanjiani: Night Thoughts”
Sarah Silverman, “Sarah Silverman: PostMortem”
Favorito: Ricky Gervais, “Ricky Gervais: Mortality”
Melhor podcast
“Armchair Expert with Dax Shepard”
“Call Her Daddy”
“Good Hang with Amy Poehler”
“The Mel Robbins Podcast”
“SmartLess”
“Up First”
Favorito: “Good Hang with Amy Poehler”

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre Bob Weir, guitarrista e fundador do Grateful Dead, aos 78 anos


Bob Weir, fundador do Grateful Dead, durante show no Tennessee, nos EUA, em 2016
Amy Harris/Invision/AP, File
O guitarrista e cantor Bob Weir, membro fundador da banda de rock norte-americana Grateful Dead, morreu aos 78 anos.
A morte foi anunciada neste sábado (10), em um comunicado publicado em sua página no Instagram.
“É com profunda tristeza que compartilhamos a partida de Bobby Weir”, diz a nota.
“Ele partiu de forma tranquila, cercado por pessoas queridas, após enfrentar o câncer com coragem, como só Bobby poderia. Infelizmente, acabou sucumbindo a problemas pulmonares preexistentes.”
Veja os vídeos que estão em alta no g1:
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Weir entrou para o Grateful Dead — originalmente chamado de Warlocks — em 1965, em San Francisco, aos 17 anos.
Ele passou os 30 anos seguintes em turnês praticamente ininterruptas com a banda, um símbolo do movimento hippie, ao lado do cantor e guitarrista Jerry Garcia, que morreu em 1995.
Weir escreveu ou coescreveu e foi vocalista principal de clássicos do grupo como “Sugar Magnolia”, “One More Saturday Night” e “Mexicali Blues”.
Formação do Grateful Dead na década de 1980: Mickey Hart (bateria), Phil Lesh (baixo e vocais), Jerry Garcia (guitarra e vocais), Brent Mydland (teclado e vocais), Bill Kreutzmann (bateria) e Bob Weir (guitarra e vocais)
AP Photo/File
Nas décadas seguintes, continuou tocando em outros projetos, incluindo o Dead and Company.
“Por mais de 60 anos, Bobby esteve na estrada”, diz o comunicado no Instagram. “Guitarrista, vocalista, contador de histórias e membro fundador do Grateful Dead, Bobby será para sempre uma força orientadora, cuja arte única remodelou a música americana.”
Com a morte de Weir, o baterista Bill Kreutzmann passa a ser o único integrante original ainda vivo. O baixista fundador Phil Lesh morreu em 2024.
O Dead and Company fez uma série de shows em julho, no Golden Gate Park, em San Francisco, para celebrar os 60 anos do Grateful Dead.
Nascido em San Francisco e criado na vizinha Atherton, Weir era o integrante mais jovem do grupo e, nos primeiros anos, tinha aparência de um estudante do ensino médio.
Em geral, tinha um visual mais ‘limpo’ do que os outros membros da banda, embora tenha adotado uma longa barba, como a de Garcia, posteriormente.
A banda sobreviveu muito além do auge do movimento hippie que marcou sua origem.
Seus fãs, conhecidos como Deadheads, costumavam acompanhar o grupo pelas estradas em turnês praticamente contínuas.
“A longevidade nunca foi uma grande preocupação nossa”, disse Weir quando o Grateful Dead recebeu, no ano passado, o prêmio MusiCares de Pessoa do Ano do Grammy.
“Espalhar alegria por meio da música era tudo o que realmente tínhamos em mente — e fizemos isso muitas vezes.”
Bob Weir em Los Angeles, em foto de 2023
Allison Dinner/Invision/AP,File

Fonte: G1 Entretenimento

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Vídeos: morre Manoel Carlos

Fonte: G1 Entretenimento

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Artistas lamentam morte de Manoel Carlos; veja a repercussão


Manoel Carlos durante entrevista no Rio de Janeiro em outubro de 2016
Estevam Avellar/Globo
Autor de grandes novelas da TV brasileira, Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A morte foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada.
Além de autor, foi também produtor, escritor, diretor e ex-ator. Ele deixa duas filhas: a atriz Júlia Almeida e a roteirista de novelas Maria Carolina.
Veja abaixo a repercussão da morte do autor.
Lilia Cabral
Em entrevista à GloboNews, a atriz Lilia Cabral lamentou a morte de Maneco.
“Acho que, para a minha vida, ele foi fundamental, porque as pessoas deixaram de me enxergar apenas como uma atriz divertida, colorida, e ele me enxergou como uma atriz densa, com a possibilidade de dar tristeza e profundidade a muitos personagens que eu fiz nas novelas dele”, disse.
“Eu queria estar do lado dele agora, mas acho que não vai ser possível. Queria ter agradecido a ele. Eu sempre agradeci em todos os meus posts, toda hora que eu falo, todas as novelas que reprisam, eu falo da importância dele na minha vida, mas acho que não foi o bastante.”
A história
Maneco, como era conhecido, começou na Globo em 1972, como diretor-geral do “Fantástico”. Antes disso, já havia passado por diversas emissoras brasileiras, atuando como autor, produtor e até ator. A carreira artística começou ainda nos palcos, aos 17 anos.
Ao longo dos anos, suas novelas ficaram marcadas pelo Rio de Janeiro como cenário — e também como personagem — e pela abordagem de conflitos no núcleo da família brasileira.
Outro traço marcante de sua obra foram as “Helenas”. De Baila Comigo (1981) a Em Família (2014), as personagens retratavam mães cujo amor pelos filhos superava qualquer desafio.
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Carioca de coração
Manoel Carlos nasceu em 1933, em São Paulo. Apesar disso, sempre se considerou carioca de coração.
Filho de um comerciante e uma professora, Maneco começou sua trajetória profissional aos 14 anos como auxiliar de escritório, mas já estava conectado às artes desde então, se reunindo diariamente com um grupo de jovens na Biblioteca Municipal de São Paulo para ler e discutir literatura e teatro.
Fernanda Montenegro, Fernando Torres, Fabio Sabag, Flávio Rangel e Antunes Filho faziam parte deste grupo, batizado de Adoradores de Minerva.
Manoel é pai da atriz Júlia Almeida e da roteirista de novelas Maria Carolina, que colaborou com ele em diversas obras. O autor teve outros três filhos, que faleceram: o dramaturgo e ator Ricardo de Almeida (morto em 1988), o diretor Manoel Carlos Júnior (2012) e o o estudante de teatro Pedro Almeida (que morreu aos 22 anos, em 2014).
Manoel Carlos durante entrevista no Rio de Janeiro em outubro de 2016
Estevam Avellar/Globo
Estreia na carreira artística
Apesar de todo seu sucesso como autor, Maneco iniciou sua carreira artística como ator. Aos 17 anos, atuou no “Grande Teatro Tupi”, um programa de teleteatro da TV Tupi. No ano seguinte, foi premiado como ator revelação e estreou como produtor e diretor.
Em 1952, começou a escrever programas da TV e iniciou uma trajetória por várias emissoras, passando pela fase inaugural da TV Record e pela TV Itacolomi, de Belo Horizonte, além de uma estada no Jornal do Commercio, em Recife. Na TV Tupi, do Rio de Janeiro, adaptou mais de 100 teleteatros.
Na década de 1960, Manoel Carlos participou das últimas produções da TV Excelsior.
E na TV Rio, entre outros projetos, dividiu a redação do programa “Chico Anysio Show” com Ziraldo e Mário Tupinambá, e dirigiu “O Homem e o Riso”, também com Chico.
Na TV Record, fez parte da equipe que escreveu e produziu programas como “Hebe Camargo”, “O Fino da Bossa”, “Bossaudade”, “Esta Noite se Improvisa”, “Alianças para o Sucesso”, “Para Ver a Banda Passar” e “Família Trapo”.
Trajetória na TV
Maneco estreou na TV Globo como diretor-geral do “Fantástico” em 1972, permanecendo no programa por três anos.
Em 1978, fez sua primeira novela para a emissora, a “Maria, Maria”, uma adaptação do romance “Maria Dusá’” de Lindolfo Rocha. No mesmo ano, adaptou o romance “A Sucessora”, de Carolina Nabuco. A novela tinha estrelas como Susana Vieira, Rubens de Falco e Arlete Salles.
O autor inspirou em sucessos da radionovela para consolidar seu estilo de escrita em dramaturgia.
Em 1980, além de escrever alguns episódios do seriado “Malu Mulher” – protagonizado por Regina Duarte –, foi convidado por Gilberto Braga para dividir a autoria de “Água Viva”.
A novela contava com Reginaldo Faria, Raul Cortez, Betty Faria, Tônia Carreiro, Glória Pires, entre outras estrelas.
Além de suas históricas novelas, Manoel Carlos também escreveu minisséries como “Presença de Anita” (2001), e ‘Maysa – Quando Fala o Coração’ (2009).
O autor Manoel Carlos
Cedoc/TV Globo
Helenas, Rio de Janeiro e conflitos familiares
Em 1981, escreveu “Baila Comigo”, novela que levou sua primeira Helena ao ar. A personagem era interpretada pela atriz Lílian Lemmertz.
As “Helenas” foram peças marcantes dos trabalhos de Maneco. Heroínas nas tramas, as personagens eram mães cujo amor pelos filhos era capaz de superar qualquer desafio.
Ao Memória Globo, Maneco explicou que a origem do nome vem de sua paixão pela mitologia grega: Helena é o símbolo da mulher forte, guerreira e capaz de tudo em nome do amor.
“Elas são aquelas mães abnegadas e ao mesmo tempo não se esquecem delas mesmas. São vaidosas, são justas e injustas na medida certa, né? Elas são mentirosas, elas escamoteiam a verdade em benefício de um filho, por exemplo. Elas defendem um filho até a injustiça. É muito difícil alguém escapar, uma mulher escapar da sua semelhança com a própria mãe”, contou Manoel ao “Fantástico” em 2014.
O autor Manoel Carlos
Cedoc/TV Globo
Outras marcas do autor em suas novelas são o Rio de Janeiro como cenário e o mergulho em conflitos familiares.
“Dizem que eu faço uma dramaturgia realista, naturalista, mas eu não acho nada disso. Procuro apenas fazer uma coisa verossímil. O amor se parece em todas as línguas, todos os países. O ódio, a inveja, o ciúme. E eu retrato só essas coisas, entende? E isso tudo existe em qualquer família. Eu ouço muito conversa em café, em bar, e tudo se parece”, explicou ele em entrevista à Globo News em 2016.
Além disso, ele também motivava ações socioeducativas, abordando temas como campanhas para doação de medula, contra o alcoolismo, violência contra a mulher, preconceito e inclusão social.
“Situo as minhas novelas no Rio de Janeiro. Faço coisas muito fortes, sob um céu muito azul. As tragédias e os dramas acontecem, mas o dia está lindo. A praia e o espírito carioca dão uma coloração rosa ao contexto cinzento. E o público acaba absorvendo as tramas de uma maneira mais leve”, afirmou o autor em entrevista ao Memória Globo.
Em 1991, Maneco levou para a TV a novela “Felicidade”, que começou a esboçar 12 anos antes. A trama foi inspirada em diversos contos de Aníbal Machado e levava a segunda Helena de Maneco, interpretada por Maitê Proença.
Em 1995, mais uma Helena aparecia na tela em “História de Amor”. A personagem de Regina Duarte integrava um triângulo amoroso e era apaixonada por Carlos Alberto (José Mayer), um médico casado com sua rival, Paula (Carolina Ferraz). A autor já afirmou que escreveu a novela paras as duas atrizes.
Três anos depois, levou a história de uma mãe que abre mão de seu filho em nome de outra filha, na novela “Por amor”. Novamente, Helena foi interpretada por Regina Duarte.
Outra história de sacrifício materno que marcou a carreira de Maneco foi em “Laços de Família” (2000). Na trama, Vera Fischer viveu Helena, uma mãe que que descobre que sua filha está com leucemia e que a única forma de salvá-la era gerar um filho do mesmo pai da garota. Porém, ela não ama mais o homem.
A novela traz uma das cenas mais marcantes das novelas de Maneco: o momento em que Carolina Dieckmann, intérprete de Camila, raspa o cabelo. O autor afirmou que escreveu a personagem especialmente para a atriz.
Com a novela, Maneco venceu vários prêmios como Troféu Imprensa, Troféu Internet e Prêmio Extra de Televisão.
Em ‘Mulheres Apaixonadas’ (2003), Maneco exaltou a força feminina e colocou Christiane Torloni como sua Helena.
“Acho que a mulher move o mundo, não só pelo fato dela ser geradora do ser humano, mas porque eu acho a mulher mais forte, mais sofrida, e injustiçada. Tem mais dificuldade na vida e no trabalho e ela faz disso uma fortaleza”, explicou o autor ao falar sobre a novela.
Em 2006, trouxe Regina Duarte para sua terceira Helena. Desta vez, uma médica em “Páginas da Vida”.
Três anos depois, estreou “Viver a Vida”, com Taís Araújo estrelando a primeira Helena negra de Maneco. A atriz interpretava uma top model internacional que, no auge da carreira, largava a profissão para se casar com Marcos (José Mayer), que tem uma filha que luta para se recuperar de um acidente que a deixou paraplégica.
A última Helena de Maneco foi a herdeira de sua primeira musa: o autor convidou Julia Lemmertz, filha de Lilian Lemmertz, para estrelar “Em Família” (2014).

Fonte: G1 Entretenimento