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Nasce primeira filha de Rafa Kalimann e Nattanzinho


Rafa Kalimann e Nattanzinho ao lado de filha recém-nascida
Reprodução/Instagram/@Hannahrocha
Nasceu a primeira filha de Rafa Kalimann e Nattanzinho, nesta terça-feira (6). Nas redes, o casal postou fotos da bebê, que se chama Zuza Helena Kalimann de Cesário.
Eles anunciaram a gravidez em junho de 2025. Na época, Rafa gravou um vídeo em que revela a notícia ao cantor. Ao saber da notícia, ele abraça a namorada, e os dois celebram juntos. “Tem mais um coraçãozinho batendo aqui”, escreveram os dois na legenda.
Durante entrevista ao g1 na Festa do Peão de Americana, Nattan disse que o casal havia decidido dar o nome de Zuza, se fosse uma menina. A ideia era prestar uma homenagem à avó do cantor, morta em abril do ano passado.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Celso Fonseca e Tony Canto enlaçam canções de Tom Jobim e Domenico Modugno com bossa em álbum em duo


Celso Fonseca (à direita) com Tony Canto no estúdio em que gravaram o álbum ‘Jobim – Modugno’, agendado para 23 de janeiro
Isabela Espíndola / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Antonio Carlos Jobim (25 de janeiro de 1927 – 8 de dezembro de 1994) foi compositor fundamental para a propagação mundial do cancioneiro da bossa nova em rota planetária iniciada com a explosão do gênero nos Estados Unidos a partir de 1962.
Domenico Modugno (9 de janeiro de 1928 – 6 de agosto de 1994) foi cantor e compositor importante no universo da canção italiana dos anos 1950 e 1960 que, a partir de 1958, ganhou projeção internacional por conta do estouro da canção “Nel blu dipinto di blu”. Popularmente conhecida como “Volare”, essa canção foi composta Modugno em parceria com Franco Migliacci (1930 – 2023) e apresentada em 1958 na terceira edição do Festival Eurovisão da Canção na voz do próprio Domenico Modugno.
A rigor, há pouco ou nada em comum entre as obras de Jobim e Modugno, ambos falecidos em 1994. Contudo, os cantores e violonistas Celso Fonseca (carioca como Jobim) e Tony Canto (italiano como Modugno) enlaçam os cancioneiros dos dois compositores no álbum “Jobim – Modugno”, programado para ser lançado em 23 de janeiro.
No disco, formatado no estúdio da gravadora Biscoito Fino no Rio de Janeiro (RJ), os cantores ambientam canções como “Fotografia” (Antonio Carlos Jobim,1959), “Meraviglioso” (Domenico Modugno e Riccardo Pazzaglia, 1968), “Meditação” (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1959), “Dio come ti amo” (Domenico Modugno, 1966), “Wave” (Antonio Carlos Jobim, 1967) e “Amara terra mia” (Domenico Modugno, 1971) em atmosfera de leveza evocativa da bossa nova.
O álbum “Jobim – Modugno” é antecipado nesta sexta-feira, 9 de janeiro, com a edição do single que apresenta as versões bilíngues de “Garota de Ipanema” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962) e “Nel blu dipinto di blu”.
Na gravação de Celso Fonseca e Tony Canto, feita com a Camerata Jovem do Rio de Janeiro, o samba de Tom & Vinicius incorpora versos em italiano da letra escrita por Giorgio Calabrese. Já a música italiana tem parte da versão em português intitulada “Voando”, escrita por Rita Lee (1947 – 2023) e lançada em junho de 2024 como single póstumo da artista.
O álbum “Jobim – Modugno” amplia a parceria entre Celso Fonseca e Tony Canto, iniciada no último álbum do artista italiano, “Casa do Canto” (2022), gravado no Rio de Janeiro (RJ) com participação de Celso na faixa “Parlami d’amore Mariu” (Cesare Andrea Bixio e Ennio Neri, 1932), standard da música italiana. E, de certa forma, já se antecipa às comemorações do centenário de Tom Jobim em janeiro de 1927.
Capa do single ‘Jobim e Modugno’, de Celso Fonseca e Tony Canto
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Bela Tárr, cineasta húngaro, morre aos 70 anos


O diretor húngaro Béla Tarr durante festival de Berlin, em 2023
ODD ANDERSEN / AFP
O cineasta húngaro Béla Tarr, de “Sátántangó” e “O Cavalo de Turim”, morreu nesta terça-feira (6) aos 70 anos. Segundo a Academia Europeia de Cinema, da qual o cineasta era membro,Tarr morreu “após uma longa e grave doença”.
“Lamentamos profundamente a perda de um diretor excepcional e uma personalidade com forte voz política, que não só era muito respeitado pelos seus colegas, como também era aclamado pelo público em todo o mundo. A família enlutada pede a compreensão da imprensa e do público e que não seja solicitada a fazer declarações nestes dias difíceis”, declarou a Academia Europeia de Cinema.
Reconhecido como um dos grandes nomes do cinema contemplativo, sombrio e melancólico, Béla Tarr construiu uma filmografia marcada por melancolia, visuais em preto e branco, com takes extensos.
Béla Tarr durante gravação de “O Cavalo de Turin”
Divulgação
Seu estilo rigoroso e austero o colocou entre os cineastas mais influentes do cinema de arte europeu.
Nascido em Pécs, na Hungria, em 1955, Tarr iniciou a carreira no estúdio experimental Balázs Béla. Após dirigir filmes como “Family Nest”, “Almanac of Fall” e “Damnation”, alcançou projeção internacional em 1994 com “Sátántangó”, épico em preto e branco de sete horas inspirado no romance homônimo de László Krasznahorkai (vencedor do Nobel de Literatura em 2025).
Apesar da duração, o filme é constantemente lembrado como uma das obras mais relevantes dos anos 1990 e é visto como uma referência fundamental do “cinema lento” contemporâneo.
A obra, que retrata o colapso do comunismo no Leste Europeu, consolidou a parceria entre diretor e escritor, repetida depois em “Harmonias de Werckmeister” (2000), adaptação de “A melancolia da resistência”.
Seu último longa, “O Cavalo de Turim” (2011), também escrito com Krasznahorkai, é considerado seu trabalho mais sombrio e definitivo. O filme remete à lenda sobre o colapso mental de Friedrich Nietzsche e acompanha a rotina exaustiva de um homem e sua filha.
Aclamado pela crítica, venceu o Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim. Após a estreia, Tarr anunciou a aposentadoria, mudou-se para Sarajevo e fundou a escola film.factory.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jayne Trcka, atriz de ‘Todo Mundo em Pânico’, é encontrada morta em casa


Jayne Trcka no filme “Todo Mundo em Pânico”
Divulgação
A fisiculturista e atriz Jayne Trcka foi declarada morta após ser encontrada inconsciente em sua residência, em San Diego, na Califórnia, segundo informações do site TMZ. Ela interpretou a professora de educação física Miss Mann no filme Todo Mundo em Pânico.
De acordo com informações da polícia, um amigo tentou entrar em contato com a fisiculturista durante vários dias até decidir ir até sua casa, onde encontrou Jayne Trcka desacordada. Ele ligou para a emergência, e os médicos declararam o óbito.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O filho de Trcka informou ao TMZ que ela morreu no dia 12 de dezembro, aos 62 anos, e que não tinha conhecimento de nenhum problema de saúde da mãe. A causa da morte ainda está sendo investigada pela política de San Diego.
Jayne competiu em campeonatos de fisiculturismo na década de 1980 antes de conquistar seu primeiro papel como atriz, em 2000, no filme “Todo Mundo em Pânico”.
Jayne Trcka no filme “Todo Mundo em Pânico”
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Ivete Sangalo aposta em ‘Vampirinha’ e em feat com cantor Xanddy Harmonia em ‘Oxente’ para animar o Carnaval


Ivete Sangalo aposta na sensualidade popular da música ‘Vampirinha’
Rafa Mattei / Reprodução X Ivete Sangalo
♫ ANÁLISE
♬ Ivete Sangalo sempre prepara munição para o Carnaval. Na folia do ano passado, ela apostou (e acertou) na música “Energia de gostosa”, lançada em dezembro de 2024 como amostra do EP “O verão bateu em minha porta” (2025).
No Carnaval de 2026, a aposta da cantora baiana é dupla. Ivete já investe na promoção de “Vampirinha” – música que parece ter a mesma energia sensual do sucesso da folia de 2025 – e de “Oxente”. Em “Oxente”, Ivete faz feat com o cantor Xanddy Harmonia.
Já cantada pela artista em shows recentes, “Vampirinha” segue linha bastante popular na letra, que tem versos como “É noite de lua cheia e as ‘vampira’ tão solta / Com uns ‘toquinho’ de roupa descendo com o dedo na boca / Se tem coragem de sair, se jogue agora / Tem um bocado de ‘vampirinha’ lá fora”. O refrão segue no mesmo tom com ênfase nos versos “Vou te chupar, chupar teu pescoço / Te chupar todinho, chupar, chupar, chupar com gosto”.
Diferentemente de Daniela Mercury, cantora que ainda se mantém ligada ao universo afro-brasileiro do gênero rotulado como axé music, Ivete já se mostra menos apegada a esse gênero que lhe deu fama a partir dos anos 1990, sobretudo na hora de escolher as músicas que almeja tornar hits, ainda que a rigor nunca tenha se distanciado do axé.
Shawn Mendes surge com Ivete Sangalo e Carlinhos Brown em Salvador

Fonte: G1 Entretenimento

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Chevy Chase é o comediante mais ‘babaca’ da história? Documentário dá a entender que sim


”I’m Chevy Chase and You’re Not’: assista ao trailer em inglês
Chevy Chase é um dos maiores humoristas americanos de todos os tempos. E essa afirmação não tem a ver apenas com o fato de ele ter 1 metro e 93 centímetros. Desde o estouro no programa “Saturday Night Live” em 1975, ele sempre conviveu com uma palavra que servia para definir seu estilo de performance e sua maneira de lidar com as pessoas longe das câmeras: babaca.
O documentário “I’m Chevy Chase and You’re Not”, ainda sem previsão de estreia no Brasil, investiga por que o humorista de 82 anos talvez seja o comediante mais “babaca” da história. A expressão (“asswhole”, no original) é usada várias vezes no filme, inclusive por ele mesmo.
Chase virou sinônimo de comédia americana focada em tombos absurdos e mau comportamento nos anos 70. A única temporada no “SNL” rendeu um Emmy e o alçou ao status de galã desengonçado oficial dos anos 70 e 80.
Ele estrelou hits como “Clube dos Pilantras” (1980), “Três Amigos!” (1986) e a série de filmes “Férias Frustradas”, sucesso incontestável na “Sessão da Tarde”. O documentário da CNN mostra essa ascensão rápida, sempre paralela à fama de difícil nos bastidores.
Sobram exemplos de piadas absurdas (umas engraçadas, outras só controversas). A impressão é a de que ele fazia qualquer coisa por uma piada. Em uma festa, um garçom perguntou se ele e amigos queriam mousse de chocolate. Ele enfiou o dedo em um dos potinhos, levou à boca, fez uma cara feia e disse: “não, obrigado”.
Amor, ego e a saída do ‘SNL’
Chevy Chase fez parte da primeira temporada do programa ‘Saturday Night Live’, em 1975
Divulgação/NBC
No filme, Chase admite que largar o “SNL” depois de apenas um ano foi um erro. Ele diz que saiu para se mudar para Los Angeles e ficar com sua então namorada que não queria viver em Nova York. Ir para Hollywood, claro, também era uma oportunidade de trocar a televisão pelo cinema. A decisão misturou amor, ego e ambição.
Mas mesmo assim, ele parece se arrependido: Chevy era o astro do “Weekend Update”, o quadro de maior destaque do humorístico, uma paródia de programa jornalístico em que ele comentava as notícias com bom (e mau) humor. Foi nessa atração que surgiu o bordão que batiza o documentário: “Eu sou Chevy Chase e você não é”.
Por que ele é ‘babaca’?
Cena do documentário ‘I’m Chevy Chase and You’re Not’
Reprodução
O filme dirigido por Marina Zenovich (conhecida por documentários sobre Lance Armstrong, Robin Williams e Roman Polanski) trata a reputação de “babaca” de forma bem direta.
A palavra é repetida por amigos, colegas e críticos: são histórias de arrogância, de um senso de superioridade intelectual que vira munição para humilhar quem está perto, além de comentários racistas, homofóbicos e cruéis em sets de TV e de cinema.
Chase usava esse status para passar por cima de limites que colegas não estavam dispostos a aceitar. Era comum dizer para diretores, por exemplo, frases como “você quer me ensinar como ser engraçado?”.
O filme insiste que a persona de Chase (o sujeito charmoso, desastrado e esnobe, que debocha, cai e levanta como se nada tivesse acontecido) não fica restrita à tela. O mesmo impulso de humilhar alguém pela piada perfeita atravessa o modo como ele se relaciona com todos em sua volta. A diretora, claro, não escapa.
Quando a cineasta pergunta por que o Chase acha que ela não vai dar conta de explicar quem ele é, o cara é direto: “Por que você não é inteligente o suficiente”. Ele diz isso sem mudar a expressão do rosto. O sarcasmo é desconcertante.
Chase tem uma lista longa de inimizades, mas o episódio com Terry Sweeney, o primeiro integrante assumidamente gay do elenco do “Saturday Night Live”, talvez seja o ponto mais baixo. Em 1985, quando voltou ao programa como apresentador convidado, Chase sugeriu uma esquete na frente de todos: “Eu tenho uma ideia para um quadro com o Terry Sweeney. E se a gente fizesse uma cena em que pesamos você toda semana para ver se você tem Aids?”. No documentário, Chase diz que pediu desculpas. Sweeney disse que o pedido foi “patético”.
Tretas em Community até adeus
Joel McHale e Chevy Chase na série ‘Community’
Divulgação
As tretas do comediante nos bastidores de “Community”, série que foi o último trabalho de mais sucesso dele, ganham destaque na parte final do documentário. O diretor Jay Chandrasekhar é a única pessoa do seriado que fala no documentário, mais uma prova de que Chevy Chase é um assunto tabu para o resto da equipe.
O diretor e o comediante relembram os atritos constantes com o criador Dan Harmon, as reclamações de Chase e sua visão de que o personagem Pierce Hawthorne era “velho e racista demais”. A relação entre o astro e o resto do elenco já era ruim, até que um episódio tornou tudo insustentável.
Em uma conversa nos bastidores ele usou uma palavra racista para comentar sobre o quanto seu personagem era preconceituoso. Ao se ver confrontado sobre o porquê de estar falando aquela palavra (“n-word”, no original), saiu quebrando tudo e fechou um acordo para sair da série.
O que ele faz hoje?
O documentário revisita os anos de vício em cocaína e álcool. Chase lembra das maratonas de uso nos bastidores da fama, das internações em clínicas de reabilitação e dos períodos de depressão que o tiraram do eixo. Quando a diretora faz perguntas mais sérias sobre esses problemas e sobre a infância cheia de agressões por parte da mãe, Chevy respondia com piadas.
Perto do fim do documentário, a cineasta questiona quando ele decidiu se afastar da mãe. No meio da pergunta, ele dá um tapa no próprio rosto, leva a mão à boca e finge que está comendo uma mosca.
O corte para o presente mostra um veterano sóbrio, morando com a família, com a saúde mais frágil e trabalhando muito menos. Hoje, ele se dedica a eventos para fãs, tentando mostrar um lado mais simpático. Mas nem tanto.

Fonte: G1 Entretenimento

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Música inédita de Marília Mendonça sobre ódio do Carnaval, anunciada em 2021, será lançada em 15 de janeiro


Capa do single ‘Você em fez odiar o Carnaval’, de Marília Mendonça
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em 21 de outubro de 2021, 15 dias antes de morrer aos 26 anos, em acidente de avião, a cantora Marília Mendonça (22 de julho de 1995 – 5 de novembro de 2021) revelou aos seguidores, em post de rede social, que lançaria música inédita. “ […] Fiz uma música para lançar no carnaval e o nome dela é ‘Você me fez odiar o carnaval’ […] ”, anunciou a artista.
Marília já estaria fora de cena no Carnaval de 2022, quando planejara lançar a composição, já registrada na época do post e arquivada após a morte da cantora. Mas, quatro anos depois, a música chega postumamente a tempo do Carnaval de 2026.
“Você me fez odiar o Carnaval” tem lançamento programado para 15 de janeiro em single que amplia a discografia póstuma de Marília Mendonça.
“Você me fez odiar o Carnaval / Vou sair nem a pau / Brasil feliz e eu mal”, rimou a compositora em versos que ambientam a música na sofrência característica do cancioneiro de Marília Mendonça.

Fonte: G1 Entretenimento

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Os 80 anos de Almir Guineto, bamba do samba carioca morto em 2017, geram show no Rio com o repertório do artista


Almir Guineto (1946 – 2017) tem o repertório cantado pelo filho Almirzinho no show ‘Almir canta Guineto’, programado para quinta-feira, 8 de janeiro, no Teatro Rival Petrobras
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♫ MEMÓRIA
♬ Quando se trata de louvar os bambas do samba carioca projetados a partir do fim dos anos 1970, os elogios normalmente são dirigidos a Arlindo Cruz (1958 – 2025), Jorge Aragão e Zeca Pagodinho. Almir de Souza Serra (12 de julho de 1946 – 5 de maio de 2017) – o partideiro de alta estirpe imortalizado com o nome artístico de Almir Guineto – costuma ser menos lembrado.
Cria do Morro do Salgueiro, comunidade enraizada no bairro da Tijuca, Guineto foi filho do violonista Iracy Serra e da compositora Nair de Souza Serra, a Dona Fia, falecida em 2010, aos 90 anos. Guineto honrou a dinastia ao se tornar um cantor e compositor respeitado nas rodas do Brasil.
Ele está entre os nomes da música brasileira que nasceram em 1946 e que, portanto, farão ou fariam 80 anos em 2026. No caso de Guineto, as comemorações começam em família. Filho do cantor, compositor e músico, Almirzinho dá voz ao repertório do pai no show “Almir canta Guineto”, programado para quinta-feira, 8 de janeiro, no Teatro Rival Petrobras, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do bamba falecido aos 70 anos, em 2017, há nove anos.
No roteiro do show, que terá participações de Marcelinho Moreira, Pedro Mussum e Toninho Geraes, Almirzinho mistura sucessos autorais de Guineto com sambas projetados por ele como intérprete, casos de “Caxambu” (Élcio do Pagode, Jorge Neguinho, Zé Lobo e Bidubi, 1986), “Conselho” (Adilson Bispo e Zé Roberto, 1986), “Insensato destino” (Maurício Lins, Chiquinho e Acyr Marques, 1985), “Jiboia” (Bombril e Vilani Silva, 1985) e “Mel na boca” (Davi Correia, 1986).
Esses cinco sambas foram lançados nos dois álbuns, “Sorriso novo” (1985) e “Almir Guineto” (1986), que consolidaram trajetória iniciada pelo artista nos anos 1970, década em que o artista integrou como cavaquinhista o grupo Os Originais do Samba, que tinha um irmão de Guineto, Francisco de Souza, como um dos fundadores.
Foi nessa época em que fazia parte dos Originais do Samba que Guineto inventou – com o auxílio de Mussum (1941 – 1994) – nada menos do que o banjo, instrumento essencial na receita de samba que seria ensinada anos depois por outro grupo referencial, Fundo de Quintal, do qual Guineto foi um dos fundadores em 1980.
Guineto, contudo, não criou raiz no Fundo de Quintal, saindo logo do grupo para pavimentar carreira solo iniciada em 1981 com a gravação do primeiro álbum, “O suburbano”, lançado no embalo da projeção obtida pelo artista com a defesa do samba “Mordomia” (Ary do Cavaco e Gracinha) no festival MPB-Shell 81, exibido pela TV Globo.
Neste primeiro álbum, Guineto emplacou o samba “Saco cheio” (Dona Fia e Marcos Antônio, 1981), regravado em 2014 pela cantora Maria Rita.
O auge da carreira aconteceu entre 1985 e 1987, anos de ascensão e apogeu da geração de bambas que incluiu Guineto, Zeca Pagodinho e Jovelina Pérola Negra (1944 – 1998), ícones do pagode carioca.
A partir da década de 1990, com a ascensão de grupos de pagode como Raça Negra e Só pra Contrariar, a geração do Fundo de Quintal e do Cacique de Ramos ficou em segundo plano e perdeu a hegemonia nas paradas do samba.
Parceiro de Guineto no sucesso “Lama nas ruas”, lançado por Guineto no antológico álbum de 1986, Zeca Pagodinho ainda se reergueu a partir de 1995, sob a batuta do produtor Rildo Hora, mas Guineto nunca mais obteve o mesmo sucesso da década de 1980. Até porque a voz rouca, de dicção muitas vezes incompreensível, foi sendo corroída por excesso de álcool e drogas.
Guineto ainda lançou álbuns com regularidade ao longo dos anos 1990, mas a discografia do artista resultou espaçada a partir dos anos 2000. O último álbum, “Cartão de visita”, foi lançado em 2012, confirmando o pulso da veia do bamba que se torna postumamente octogenário neste nascente ano de 2026.
Como compositor, parceiro de nomes como Adalto Magalha e Luverci Ernesto, Guineto deixou o nome nos créditos de sambas como “Coisinha do pai” (1979), “Corda no pescoço” (1986), “Da melhor qualidade” (1985), “Edital” (1982), “Lama nas ruas” (1986), “Não quero saber mais dela” (1984), “Pedi ao céu” (1979) e “Só pra contrariar” (1986). São pérolas do pagode que certamente também estarão no show de Almirzinho em tributo ao pai, sambista da melhor qualidade.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘BBB 26’: Candidatos ao grupo Pipoca serão apresentados nesta sexta-feira (9)


Como são escritos os discursos do ‘BBB’?
Os candidatos ao grupo Pipoca do “BBB26” serão apresentados ao público nesta sexta-feira (9). Os nomes dos vinte candidatos a participantes do reality serão divulgados ao longo de todo o dia, junto com a exibição de suas entradas nas casas de vidro espalhadas em cidades das cinco regiões do Brasil (Porto Alegre, Manaus, Salvador, Brasília e São Caetano do Sul).
O público poderá votar no gshow para decidir quais desses 20 participantes devem entrar na casa principal. Um homem e uma mulher de cada casa de vidro garantirão uma vaga no “BBB 26”. Os escolhidos serão anunciados no “Seleção BBB”, após o “Domingão com Huck”, no domingo (11).
Já os nomes dos BBBs veteranos e Camarotes serão divulgados na segunda (12), data da estreia do programa.
Tadeu Schmidt sobe ao palco do Upfront e revela como será o BBB 26
Globo/Renato Pizzutto
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Fonte: G1 Entretenimento

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Com produção de Papatinho, Kelly Key tenta mais uma volta ao pop feminino do qual foi precursora há 25 anos


Kelly Key em estúdio com o produtor musical Papatinho
Reprodução
♫ ANÁLISE
♬ Mesmo morando há três anos em Angola, Kelly Key tenta mais uma volta ao mercado pop do Brasil. Em dezembro, a cantora e compositora carioca esteve em estúdio com o produtor musical Papatinho para dar forma a um single que, tudo indica, apresentará música inédita e será lançado neste ano de 2026.
O gancho é a celebração dos 25 anos de carreira da artista. De fato, Kelly Key foi lançada no mercado fonográfico em 2001, com bem orquestrada ação de marketing da gravadora Warner Music, e se tornou precursora do pop feminino brasileiro do século XXI. Key foi a porta-voz de um pop dançante com alta carga de sensualidade.
Após o impulso inicial com “Baba” (Kelly Key e Andinho, 2001), hit blockbuster ao qual se seguiu sucessos de menor proporção como “Adoleta” (Umberto Tavares, Gustavo Lins e Victor Junior, 2003), a carreira musical de Kelly Key perdeu fôlego ao longo dos anos 2000, mas deixou alas abertas nesse segmento pop.
Desde então, a artista já ensaiou algumas voltas. Contudo, álbuns como “No controle” (2015) e “Do jeito delas” (2020) surtiram pouco efeito. Neste último álbum, Kelly Key reciclou os próprios sucessos ao lado de sucessoras como Luísa Sonza, Pocca, Preta Gil (1974 – 2025) e Rebecca.
O último lançamento fonográfico de Kelly Key foi o single “Cachorro infiel (Cachorrinho)”, gravado com Davi Kneip e DJ2F.

Fonte: G1 Entretenimento