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‘BBB 26’: Candidatos ao grupo Pipoca serão apresentados nesta sexta-feira (9)


Como são escritos os discursos do ‘BBB’?
Os candidatos ao grupo Pipoca do “BBB26” serão apresentados ao público nesta sexta-feira (9). Os nomes dos vinte candidatos a participantes do reality serão divulgados ao longo de todo o dia, junto com a exibição de suas entradas nas casas de vidro espalhadas em cidades das cinco regiões do Brasil (Porto Alegre, Manaus, Salvador, Brasília e São Caetano do Sul).
O público poderá votar no gshow para decidir quais desses 20 participantes devem entrar na casa principal. Um homem e uma mulher de cada casa de vidro garantirão uma vaga no “BBB 26”. Os escolhidos serão anunciados no “Seleção BBB”, após o “Domingão com Huck”, no domingo (11).
Já os nomes dos BBBs veteranos e Camarotes serão divulgados na segunda (12), data da estreia do programa.
Tadeu Schmidt sobe ao palco do Upfront e revela como será o BBB 26
Globo/Renato Pizzutto
Leia também: nova edição do BBB terá ex-participantes e prêmio em dinheiro exposto na sala da casa

Fonte: G1 Entretenimento

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Com produção de Papatinho, Kelly Key tenta mais uma volta ao pop feminino do qual foi precursora há 25 anos


Kelly Key em estúdio com o produtor musical Papatinho
Reprodução
♫ ANÁLISE
♬ Mesmo morando há três anos em Angola, Kelly Key tenta mais uma volta ao mercado pop do Brasil. Em dezembro, a cantora e compositora carioca esteve em estúdio com o produtor musical Papatinho para dar forma a um single que, tudo indica, apresentará música inédita e será lançado neste ano de 2026.
O gancho é a celebração dos 25 anos de carreira da artista. De fato, Kelly Key foi lançada no mercado fonográfico em 2001, com bem orquestrada ação de marketing da gravadora Warner Music, e se tornou precursora do pop feminino brasileiro do século XXI. Key foi a porta-voz de um pop dançante com alta carga de sensualidade.
Após o impulso inicial com “Baba” (Kelly Key e Andinho, 2001), hit blockbuster ao qual se seguiu sucessos de menor proporção como “Adoleta” (Umberto Tavares, Gustavo Lins e Victor Junior, 2003), a carreira musical de Kelly Key perdeu fôlego ao longo dos anos 2000, mas deixou alas abertas nesse segmento pop.
Desde então, a artista já ensaiou algumas voltas. Contudo, álbuns como “No controle” (2015) e “Do jeito delas” (2020) surtiram pouco efeito. Neste último álbum, Kelly Key reciclou os próprios sucessos ao lado de sucessoras como Luísa Sonza, Pocca, Preta Gil (1974 – 2025) e Rebecca.
O último lançamento fonográfico de Kelly Key foi o single “Cachorro infiel (Cachorrinho)”, gravado com Davi Kneip e DJ2F.

Fonte: G1 Entretenimento

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Adolpho Veloso ganha Critics Choice Awards de melhor fotografia


O Agente Secreto” vence Critics Choice Awards como Melhor Filme Estrangeiro
Na mesma noite em que “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, venceu como Melhor Filme em Língua Estrangeira no Critics Choice Awards 2026, outro brasileiro também foi premiado. Adolpho Veloso ganhou na categoria Melhor Fotografia com o filme “Sonhos de Trem”. O anúncio foi feito na noite deste domingo (4).
Veloso concorreu com Claudio Miranda, por “F1”; Dan Laustsen, por “Frankenstein”; Łukasz Żal, por “Hamnet”; Michael Bauman, por “Uma Batalha Após a Outra”; e Autumn Durald Arkapaw, por “Pecadores”.
“Sonhos de Trem” conta a história de um lenhador que leva uma vida tranquila enquanto lida com o amor e a perda em uma época de profundas transformações nos Estados Unidos do começo do século 20.
Adolpho Veloso ganha Critics Choice Awards de melhor fotografia
Reprodução/Instagram
O ator brasileiro Wagner Moura, protagonista de “O Agente Secreto”, concorreu a Melhor Ator pelo papel em “O Agente Secreto” e também como Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada por “Ladrões de Drogas”. Porém, quem levou o primeiro foi Timothée Chalamet, por “Marty Supreme”, e o segundo foi Owen Cooper, por “Adolescência”.
O Critics Choice é promovido pela Associação dos Críticos de Cinema (BFCA) dos Estados Unidos. A premiação é considerada um termômetro para o Oscar, que em 2026 acontecerá no dia 15 de março.
Kleber Mendonça Filho, Emilie Lesclaux e Wagner Moura no Critcs Choice Awards, nos EUA
Reprodução/Redes Sociais
Globo de Ouro 2026
“O agente secreto” foi indicado nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Filme de Língua Não-Inglesa no Globo de Ouro 2026. A lista com todos os indicados ao prêmio foi divulgada em 8 de dezembro. A 83ª edição do Globo de Ouro acontece no dia 11 de janeiro.
Na categoria de Melhor Filme de Drama, ele concorre com: “Frankenstein”, “Hamnet – A Vida Antes de Hamlet”, “Foi Apenas um Acidente”, “Valor Sentimental” e “Pecadores”.
Já na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, os indicados são: “Foi Apenas um Acidente” (França), “No Other Choice” (Coreia do Sul), “Valor Sentimental” (Noruega), “Sirāt” (Espanha) e “A Voz de Hind Rajab” (Tunísia).
No último ano, “Ainda estou aqui” foi indicado na premiação na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, mas não levou. O prêmio ficou para o francês “Emilia Perez”.
Wagner Moura reforça torcida por ‘O Agente Secreto’ no Oscar
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Fonte: G1 Entretenimento

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Wagner Moura brinca sobre categoria de melhor filme: ‘No Brasil, é melhor filme estrangeiro’


Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho apresentam prêmio de melhor filme no Critics Choice Awards 2026
AP Photo/Chris Pizzello
Uma piada de Wagner Moura no Critics Choice Awards, neste domingo (4), repercutiu na web. O ator e o diretor Kléber Mendonça Filho apresentaram a principal categoria da noite e, ao entregar a estatueta, o diretor disse que era “uma honra” apresentar o prêmio de melhor filme.
“Ou, como chamamos no Brasil, melhor filme estrangeiro”, brincou Wagner.
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Mais cedo, o filme “O Agente Secreto” levou o prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O prêmio foi entregue ainda no tapete vermelho.
Wagner, protagonista do longa, concorreu a Melhor Ator pelo papel em “O Agente Secreto” e também como Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada por “Ladrões de Drogas”. Porém, quem levou o primeiro foi Timothée Chalamet, por “Marty Supreme”, e o segundo foi Owen Cooper, por “Adolescência”.
Já o prêmio de melhor filme, apresentado por Wagner e Kléber, foi para “Uma Batalha Após a Outra”.
Wagner Moura faz mais de um papel em ‘O Agente Secreto’; isso aumenta chances no Oscar?

Fonte: G1 Entretenimento

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Wagner Moura perde em duas categorias do Critics Choice Awards 2026


Critics Choice Awards: ‘O Agente Secreto’ ganha melhor filme em língua estrangeira; brasileiro leva melhor fotografia
O ator Wagner Moura perdeu as duas categorias que concorreu no Critics Choice Awards 2026. O anúncio foi feito na noite deste domingo (4).
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Ele disputava os prêmios de Melhor Ator pelo papel em “O Agente Secreto” e de Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada por “Ladrões de Drogas”.
O primeiro quem levou foi Timothée Chalamet, por “Marty Supreme”, e o segundo foi Owen Cooper, por “Adolescência”.
Na categoria Melhor Ator, Wagner concorreu também com Leonardo DiCaprio (“Uma Batalha Após a Outra”), Michael B. Jordan (“Pecadores”) e Ethan Hawke (“Blue Moon”).
Já na categoria Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada, os outros indicados eram Nick Offerman (“Death by Lightning”), Michael Peña (“All Her Fault”), Ashley Walters (“Adolescência”) e Ramy Youssef (“Mountainhead”).
Contudo, o Brasil ainda saiu vencedor com “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho. O longa ganhou o prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira, categoria que disputava com “Foi apenas um acidente”, “A Garota canhota”, “No other choice”, “Sirat” e “Belén”.
O Critics Choice é promovido pela Associação dos Críticos de Cinema (BFCA) dos Estados Unidos. A premiação é considerada um termômetro para o Oscar, que em 2026 acontecerá no dia 15 de março.
Globo de Ouro 2026
“O agente secreto” foi indicado nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Filme de Língua Não-Inglesa no Globo de Ouro 2026. A lista com todos os indicados ao prêmio foi divulgada em 8 de dezembro. A 83ª edição do Globo de Ouro acontece no dia 11 de janeiro.
Na categoria de Melhor Filme de Drama, ele concorre com: “Frankenstein”, “Hamnet – A Vida Antes de Hamlet”, “Foi Apenas um Acidente”, “Valor Sentimental” e “Pecadores”.
Já na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, os indicados são: “Foi Apenas um Acidente” (França), “No Other Choice” (Coreia do Sul), “Valor Sentimental” (Noruega), “Sirāt” (Espanha) e “A Voz de Hind Rajab” (Tunísia).
No último ano, “Ainda estou aqui” foi indicado na premiação na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, mas não levou. O prêmio ficou para o francês “Emilia Perez”.
Protagonista do longa, Wagner Moura também foi indicado na categoria de Melhor Ator. Nela, Wagner concorre com: Joel Edgerton, “Train Dreams”, Oscar Isaac, “Frankenstein”, Dwayne Johnson, “The Smashing Machine”, Michael B. Jordan, “Sinners” e Jeremy Allen White, “Springsteen: Deliver Me From Nowhere”.
Representante brasileiro no Oscar
“O agente secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, também é o representante brasileiro para tentar uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2026.
Ambientado nos anos 1970, o filme conta a história de um professor universitário, interpretado por Wagner Moura, que volta para o Recife para reencontrar o filho caçula, apesar do risco que corre em plena ditadura militar.
O longa é a grande esperança de uma segunda estatueta do Oscar seguida para o país. Desde o lançamento, o filme vem sendo premiado em diversos festivais.
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Wagner Moura na premiação do Critics Choice, nos EUA
Mike Blake/Reuters
Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura durante a filmagem de ‘O agente secreto’
Laura Castor/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O Agente Secreto’ ganha o Critics Choice Awards 2026 de melhor filme em língua estrangeira


Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura durante a filmagem de ‘O agente secreto’
Laura Castor/Divulgação
O filme brasileiro “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, ganhou o prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Critics Choice Awards 2026. O anúncio foi feito na noite deste domingo (4).
O ator brasileiro Wagner Moura, protagonista do longa, concorre a Melhor Ator pelo papel em “O Agente Secreto” e como Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada por “Ladrões de Drogas”.
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Na categoria Melhor Ator, Wagner concorre com Timothée Chalamet (“Marty Supreme”), Leonardo DiCaprio (“Uma Batalha Após a Outra”), Michael B. Jordan (“Pecadores”) e Ethan Hawke (“Blue Moon”).
Já na categoria Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada, os outros indicados são Owen Cooper (“Adolescência”), Nick Offerman (“Death by Lightning”), Michael Peña (“All Her Fault”), Ashley Walters (“Adolescência”) e Ramy Youssef (“Mountainhead”).
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O filme “O Agente Secreto” venceu na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira ao concorrer com “Foi apenas um acidente”, “A Garota canhota”, “No other choice”, “Sirat” e “Belén”.
O Critics Choice é promovido pela Associação dos Críticos de Cinema (BFCA) dos Estados Unidos. A premiação é considerada um termômetro para o Oscar, que em 2026 acontecerá no dia 15 de março.
Globo de Ouro 2026
“O agente secreto” foi indicado nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Filme de Língua Não-Inglesa no Globo de Ouro 2026. A lista com todos os indicados ao prêmio foi divulgada em 8 de dezembro. A 83ª edição do Globo de Ouro acontece no dia 11 de janeiro.
Na categoria de Melhor Filme de Drama, ele concorre com: “Frankenstein”, “Hamnet – A Vida Antes de Hamlet”, “Foi Apenas um Acidente”, “Valor Sentimental” e “Pecadores”.
Já na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, os indicados são: “Foi Apenas um Acidente” (França), “No Other Choice” (Coreia do Sul), “Valor Sentimental” (Noruega), “Sirāt” (Espanha) e “A Voz de Hind Rajab” (Tunísia).
No último ano, “Ainda estou aqui” foi indicado na premiação na categoria de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, mas não levou. O prêmio ficou para o francês “Emilia Perez”.
Protagonista do longa, Wagner Moura também foi indicado na categoria de Melhor Ator. Nela, Wagner concorre com: Joel Edgerton, “Train Dreams”, Oscar Isaac, “Frankenstein”, Dwayne Johnson, “The Smashing Machine”, Michael B. Jordan, “Sinners” e Jeremy Allen White, “Springsteen: Deliver Me From Nowhere”.
Representante brasileiro no Oscar
“O agente secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, também é o representante brasileiro para tentar uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2026.
Ambientado nos anos 1970, o filme conta a história de um professor universitário, interpretado por Wagner Moura, que volta para o Recife para reencontrar o filho caçula, apesar do risco que corre em plena ditadura militar.
O longa é a grande esperança de uma segunda estatueta do Oscar seguida para o país. Desde o lançamento, o filme vem sendo premiado em diversos festivais.
Wagner Moura reforça torcida por ‘O Agente Secreto’ no Oscar
LEIA TAMBÉM:
‘O agente secreto’ debate relação do Brasil com a própria história recente com humor e charme; g1 já viu
‘O agente secreto’ inicia campanha ao Oscar com Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura: ‘Acho do c…’

Fonte: G1 Entretenimento

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Obra de Gilberto Gil embasa musical de teatro escrito com inspiração na letra imagética de ‘Domingo no parque’


Alan Rocha (à esquerda), Rebeca Jamir e Guilherme Silva interpretam os personagens centrais da música de Gilberto Gil
Priscila Prade / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Uma das noites mais memoráveis da era do festivais, a grande final do III Festival de Música Popular Brasileira foi disputada por composições que se tornariam standards do cancioneiro nacional. Uma delas foi “Domingo no parque”, vice-campeã da competição, defendida pelo autor da música, Gilberto Gil, com o grupo Os Mutantes. De tom cinematográfico, a narrativa da letra imagética desemboca na tragédia amorosa que envolve o triângulo formado por João, José e Juliana.
Decorridos 49 anos do célebre festival, “Domingo no parque” não rende filme, mas, sim, um musical de teatro escrito e dirigido por Alexandre Reinecke. Em cena desde ontem, 3 de janeiro, na cidade de São Paulo (SP), onde ficará em cartaz até 8 de fevereiro no Teatro Claro Mais, “Domingo no parque – Um musical brasileiro” tem trilha sonora norteada por músicas de Gilberto Gil.
Além da composição-título “Domingo no parque”, entram em cena, sob direção musical de Bem Gil, músicas como “Roda” (1966), “Preciso aprender a só ser” (1973), “Pessoa nefasta” (1984) e “Cálice” (1973), esta uma parceria de Gilberto com Chico Buarque.
Um trio formado pelos músicos Bruno Di Lullo (baixo), Daniel Conceição (bateria e percussão) e Mano Jotta (violão, guitarra e cavaquinho) toca ao vivo essa trilha, orquestrada para a cena com arranjos e regências de Gabe Fabbri.
Gravado por Gilberto Gil, o samba “Chiclete com banana” (Gordurinha e Almira Castilho, 1958) também integra a trilha sonora desse musical brasileiro, ao lado de temas de outros compositores, mas sempre tendo como norte a obra de Gil.
Espetáculo arquitetado por Alexandre Reinecke desde 1995, o musical tem trama ambientada na cidade natal de Gil, Salvador (BA). A narrativa transcorre no início da década de 1970, sob a repressão da ditadura militar instaurada no Brasil em 1964.
Personagens centrais da letra de “Domingo no parque”, o feirante José (personagem do ator Alan Rocha), o operário da construção civil João (interpretado pelo ator Guilherme Silva) e Juliana (representada pela atriz Rebeca Jamir) são envolvidos em trama que mistura amor, fé (abordada sob o prisma das religiões de matriz afro-brasileira), morte, política e traição.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gal Costa reverbera fase tropical entre rumbas e marchas de raro registro de show feito em Buenos Aires em 1985


Gal Costa (1945 – 2022) em número de show apresentado em maio de 1985 no Teatro Ópera, em Buenos Aires
Reprodução
♫ ANÁLISE
♩ O acervo da pesquisadora argentina Evangelina Maffei tem sido um bálsamo para seguidores de Caetano Veloso, Gal Costa (1945 – 2022) e Maria Bethânia pela difusão de informações e gravações raras desses artistas.
Organizadora do referencial blog “Caetano Veloso ,,,en detalle”, Maffei presenteou os admiradores de Gal no fim de 2025 com a publicação no YouTube, em caráter extraoficial, do registro integral do show apresentado pela cantora em 16 de maio de 1985, no Teatro Ópera, em Buenos Aires, capital da Argentina.
Na ocasião, Gal já encerrara a fase Tropical com a edição em 1984 do álbum “Profana”, o primeiro da artista na gravadora então denominada RCA – companhia na qual, cabe lembrar, Gal debutara no mercado fonográfico com single editado em 1965. No entanto, ecos dos repertórios dos álbuns “Gal tropical” (1979), “Fantasia” (1981) e “Minha voz” (1982) ecoam no roteiro do show da artista no Teatro Ópera entre marchas, sambas e rumbas.
Esse roteiro traz três músicas pouco ou nunca associadas a Gal. Pela ordem, a primeira é “Escandalosa” (Moacyr Silva e Djalma Esteves, 1947), rumba com a qual a cantora Emilinha Borba (1923 – 2005) animou muitos Carnavais na era do rádio. Gal nunca gravou “Escandalosa”, mas cantou a rumba no especial de TV “Baby Gal” (1983), possivelmente motivada pela gravação da “Rumba louca” (Moacyr Albuquerque e Tavinho Paes) no álbum também intitulado “Baby Gal”.
A segunda música, presumivelmente inédita na voz de Gal até esse show de 1985, é marcha “I, yi, yi, yi, yi (I like you very much)” (Harry Warren / Mack Gordon, 1941), sucesso da cantora Carmen Miranda na fase vivida nos Estados Unidos.
Por fim, há o samba-enredo “O amanhã”, composto em 1977 por João Sérgio para a escola de samba União da Ilha do Governador desfilar no Carnaval de 1978. Hoje todo mundo pensa que foi Simone quem deu projeção ao samba-enredo fora da temporada carnavalesca, ao gravá-lo no álbum “Delírios, delícias…” (1983), mas, a rigor, foi Gal a primeira a cantar o samba fora do universo da folia. “O amanhã” encerrava o roteiro do controvertido show “Fantasia”, apresentado por Gal em 1981 antes do lançamento do álbum homônimo.
No show em Buenos Aires, o encerramento foi com o samba “Meu nome é Gal”, ouvido em duelo da voz da cantora com a guitarra de Piska (1951 – 2011), em número que refez os embates musicais da cantora com os guitarristas Robertinho de Recife (no show “Gal tropical”, de 1979) e Victor Biglione (no dueto de especial de TV exibido em 1981). E que voz! O cristal de Gal estava tinindo nos anos 1980, década do auge vocal da cantora.
Enfim, enquanto o público espera (em vão?) pelas edições de álbuns com os áudios dos shows “Índia” (de 1973), “Cantar” (1974) e “Gal canta Caymmi” (1976), encontrados pelo pesquisador Rodrigo Faour em 2010 no acervo da gravadora Universal Music, o registro extraoficial dessa apresentação argentina da cantora em 1985, disponibilizado pela pesquisadora Evangelina Maffei, atenua a saudade de Gal Costa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pitty compõe para álbum que idealiza como ‘pesado, dançante, sexy, raivoso’


Pitty sinaliza que o sexto álbum de estúdio da artista, com músicas inéditas, está no horizonte de 2026
Reprodução / Instagram Pitty
♫ NOTÍCIA
♬ Pitty já está há sete anos sem lançar um álbum de músicas inéditas. O último, “Matriz”, foi lançado em abril de 2019. Contudo, a espera parece estar chegando ao fim. Antes do apagar das luzes de 2025, Pitty sinalizou, em post de rede social, que o sexto álbum de estúdio e músicas inéditas da artista já desponta no horizonte de 2026.
“A caneta tá fritando. Desbloqueou algo. Depois a gente vai ver o quê. mas fiquei pensando no que gostaria para o P6 e as tags foram: pesado, dançante, sexy, raivoso. E pop no bom sentido porque ver o povo cantando rock na rua é lindo demais”, adiantou Pitty, indicando que já começou a compor o repertório do disco.
Cabe lembrar que “Matriz”, o supracitado último álbum de Pitty com repertório novo, se revelou um trabalho vigoroso, o mais coeso da discografia da cantora e compositora. Portanto, é naturalmente grande a expectativa pelo próximo álbum de Pitty.

Fonte: G1 Entretenimento

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O CD agoniza, mas não morre…


Imagens promocionais de edições em CD de álbuns de Gal Costa (1945 – 2022), Simone, Dori Caymmi e Joyce Moreno
Divulgação / Montagem g1
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Já ouvi dizer que o CD passará por processo de revalorização no mercado fonográfico como aconteceu com o LP, que chegou a ter morte anunciada pela indústria do disco, mas ressuscitou com força.
Particularmente, não acredito na hipótese. O LP ressurgiu na era digital porque há todo um apelo na questão visual. O prazer tátil de manusear um LP é real. Sem falar que, com o incremento das artes gráficas e do advento dos vinis coloridos, o LP se torna cada vez mais um objeto de arte. A capa e o encarte já parecem importar mais do que o som.
Por isso mesmo, acho que o CD está condenado a morte. O único atrativo das bolachinhas prateadas, fabricadas no Brasil desde 1985, é o som límpido, cristalino. Para mim, se a gravação foi bem mixada e masterizada, o som do CD é imbatível. Mas o fato é que hoje poucos se importam com a qualidade do som, já que, no cotidiano, álbuns e singles são ouvidos nos celulares através de plataformas de áudio.
No entanto, percebo que o CD é como o samba na letra do maior sucesso do bamba Nelson Sargento (1924 – 2021). Ele agoniza, mas não morre… Tanto que, sem alarde, a gravadora Biscoito Fino lançou no fim de 2025 edições em CDs dos últimos álbuns de Dori Caymmi, Francis Hime, Gal Costa (1945 – 2022), Joyce Moreno, Sandra Pêra e Simone. Como as tiragens são baixas, os preços são altos. Mas haverá quem pague pelo prazer de completar uma coleção em CD.
Louvo a iniciativa porque o público desses artistas já se habituou com o CD. Não vejo sentido, por exemplo, em lançar edições em CD de álbuns de Liniker, Marina Sena e Zé Ibarra, por exemplo, pois o público desses três artistas já surgiu sob o império da música digital. Contudo, artistas veteranos associados à MPB devem ter discos editados em CD.
Imagino seguidores de Gal e de Simone correndo às lojas para garantir um exemplar em CD dos álbuns “As várias pontas de uma estrela – Ao vivo no Coala” (2025) e “50 ao vivo” (2025), respectivamente. Afinal, quem tem todos os álbuns dessas cantoras em CD vai se sentir motivado a completar a coleção.
Da minha parte, tenho me desfeito de centenas dos milhares de CDs que amealhei em quase 40 anos de exercício ininterrupto de jornalismo musical. Não me interesso mais em acumular discos em casa. Para que ocupar espaço na estante (e na vida) com álbuns que nunca irei ouvir?
É o que penso atualmente e, por isso, me desfiz recentemente de discos de muitas cantoras cujos nomes não ouso dizer para não gerar polêmicas estéreis. Mas, não, jamais irei me desfazer de um CD de Gal, de Joyce Moreno, de Simone.
É preciso saber separar o joio do trigo. Tanto na hora de dispensar o CD que não nos interessa quanto na hora de abrir a carteira física ou digital para comprar aquele CD que, sim, merece entrar na coleção porque tem cantora que é imortal.

Fonte: G1 Entretenimento