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‘Vingadores: Doutor Destino’ ganha trailer que confirma retorno de Chris Evans como Capitão América


Veja o 1º trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino’
A um ano da estreia do filme, a Marvel divulgou nesta terça-feira (23) o primeiro trailer oficial de “Vingadores: Doutor Destino” (assista ao vídeo acima).
O lançamento está previsto para o dia 18 de dezembro de 2026.
Diferentes trailers do filme já foram exibidos em salas de cinema e divulgados por fãs em gravações pelo celular, mas essa é a primeira vez que a Marvel lança na internet um vídeo oficial da produção.
“Doutor Destino” será o quinto filme dos Vingadores e o 39º do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). A história se passará 14 meses após os eventos de “Thunderbolts”, longa lançado pela Marvel em abril de 2025.
Com um minuto e vinte segundos de duração, o trailer do novo “Vingadores” é focado no retorno do Steve Rogers, o Capitão América, seis anos após “Vingadores: Ultimato”, de 2019. O personagem é interpretado pelo ator Chris Evans.
Chris Evans como Steve Rogers no trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino’
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Daniel Boaventura é crooner em EP com o swing e o espírito natalino da era de ouro do cancioneiro norte-americano


Daniel Boaventura canta músicas como ‘Winter wonderland’ e ‘Let it snow!’ no EP ‘Christmas nights’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantor que fez nome nos palcos brasileiros como ator de musicais de teatro, Daniel Boaventura construiu discografia, a partir dos anos 2010, atuando como crooner, dando voz a standards da música americana. Christmas nights, EP lançado pelo artista baiano para o Natal de 2025, dá sequência à obra fonográfica de Boaventura na linha já habituada pelos seguidores do cantor.
Quatro anos após lançar o álbum Christmas is coming (2021), o intérprete apresenta outro título natalino. Com arranjos de Bruno Leão dos Santos e Rafael da Silva Rocha, o EP Christmas nights apresenta abordagens de três standards natalinos da canção norte-americana em quatro faixas.
A canção Santa Claus is comin’ to town (Haven Gillespie e J. Fred Coots, 1934) aparece com a letra original em inglês e também em versão em espanhol intitulada Santa Claus llégo a la ciudad.
Mixado e masterizado por Luis Paulo Serafim, o EP Christmas nights foi idealizado por Daniel Boaventura para envolver o espírito natalino das letras no swing da chamada era de ouro das canções norte-americanas. Um mix de sopros, cordas e piano embalam canções como Winter wonderland (Felix Bernard e Richard Bernard Smith, 1934) e Let it snow! (Jule Styne e Sammy Cahn, 1945).
As três músicas selecionadas por Daniel Boaventura para o EP Christmas nights foram gravadas pelos maiores cantores da música norte-americana.
Capa do EP ‘Christimas nights’, de Daniel Boaventura
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Lady Gaga anuncia show inédito e gratuito no YouTube na véspera de Natal; veja horário e tudo o que se sabe


Lady Gaga em foto do álbum ‘Harlequin’
Divulgação
A cantora Lady Gaga anunciou neste sábado (22) que vai lançar globalmente, na véspera de Natal, o aguardado filme-concerto “Lady Gaga in Harlequin Live — One Night Only”. A apresentação estreia no dia 24 de dezembro, às 21h (horário de Brasília), no canal oficial da cantora no YouTube.
Segundo a revista Variety, o filme-concerto foi gravado no Teatro Belasco, no centro de Los Angeles, em 30 de setembro de 2024, durante um show quase secreto realizado após a meia-noite, que reuniu cerca de mil fãs.
Essa foi a única apresentação em que Gaga cantou ao vivo as músicas de “Harlequin”, álbum que acompanhou o filme “Coringa: Delírio a Dois” – longa lançado em outubro de 2024 (relembre a crítica do g1).
O repertório traz versões acústicas e com uma estética mais crua e teatral de clássicos do pop e do jazz, além de duas músicas originais. A performance se destacou pelo clima intimista, pela cenografia propositalmente despojada e pela energia intensa da cantora em faixas como “That’s Entertainment”, “That’s Life” e “When the Saints Go Marching In”.
Em entrevista durante um evento no Museu do Grammy, Gaga explicou que o lançamento foi pensado como um presente para os fãs. “Temos algo muito especial que estávamos ansiosos para compartilhar. É um projeto rebelde, e o Natal pareceu o momento perfeito”, afirmou, de acordo com a Variety.
A artista contou ainda que optou por adiar a estreia para permitir que a apresentação ganhasse um status quase mítico entre os fãs antes de ser divulgada oficialmente. O filme-concerto também tem forte carga emocional.
Um dos momentos mais marcantes é a interpretação de “Happy Mistake”, canção original de Harlequin, gravada praticamente em plano-sequência. Há ainda uma homenagem sutil a Tony Bennett durante a música “Smile”, com imagens do cantor exibidas em uma pequena televisão no cenário.
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“Lady Gaga in Harlequin Live — One Night Only” é uma produção da Morningview, com Gaga e Michael Polansky como produtores executivos. A direção criativa é assinada por Gaga, Polansky, Todd Tourso e Mel Roy, com fotografia de Marcell Rév e direção musical da própria cantora ao lado de sua banda.
Lançado no fim de 2024, o álbum “Harlequin” concorre ao Grammy de Melhor Álbum Pop Tradicional, somando-se às sete indicações recebidas por outro trabalho recente da artista, Mayhem, antes da cerimônia marcada para 1º de fevereiro.
Embora tenha sido concebido como um projeto ligado à trilha sonora de “Coringa: Delírio a Dois”, o disco foi reconhecido pela Recording Academy como um trabalho independente, o que garantiu sua elegibilidade nas categorias musicais.
Lady Gaga anuncia ‘Harlequin’, disco que acompanha ‘Coringa: Delírio a Dois’.
Divulgação
Lady Gaga x Madonna, o veredito: afinal, qual foi o melhor show em Copacabana?

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Dias Perfeitos’, série do Globoplay, é eleita uma das melhores do ano pela revista ‘Variety’

A adaptação do livro “Dias Perfeitos”, do escritor Raphael Montes, que virou uma série no Globoplay, foi eleita uma das melhores produções do ano pela revista “Variety”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Palo: entenda o significado do nome do primeiro filho de Mariana Rios, nascido ontem


Mariana Rios explica escolha do nome do filho após repercussão
A atriz Mariana Rios anunciou nesta segunda (22), via redes sociais, o nascimento do seu primeiro filho com Juca Diniz. O parto foi realizado em São Paulo.
“22.12.2025 🤍Palo Rios Botelho Diniz d’Avila. Deus te abençoe, meu filho!”, escreveu no post.
Em agosto, durante o programa “Saia Justa”, do GNT, a atriz explicou a origem do nome do bebê, que chamou a atenção por ser pouco comum.
Segundo ela, é um nome de origem espanhola, que quer dizer força, resistência, resiliência. Simbolizado pelo tronco, árvores. “É aquele que cresce olhando sempre para o alto, para cima. E dá fruto, e cria raízes”, explicou (veja no vídeo acima).
👉 Relembre outros famosos que escolheram nomes não convencionais para os filhos
A jornada da atriz para tentar engravidar teve grande repercussão. Em maio, ela revelou a um podcast que tinha uma “incompatibilidade genética” com o namorado, João Luis Diniz, o que comprometia o sucesso das tentativas de engravidar durante o processo de fertilização in vitro (FIV).
Rios também participou no começo de 2025 de uma campanha sobre tentantes. O projeto “Basta Sentir Maternidade” funciona como uma rede de apoio para conectar mulheres que passam por esse tipo de experiência com a maternidade.
Nasce Palo, filho de Mariana Rios e Juca Diniz
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Bianca Censori nua, Virginia inofensiva e mais: Os looks polêmicos de 2025


Os looks mais polêmicos de 2025
Não há dúvidas de que o look mais polêmico de 2025 foi o de Bianca Censori no Grammy. Contraditoriamente, sua roupa era quase inexistente: um vestido todo transparente — de tecido tão fino que os fios passam desapercebidos. Já o rapper Kanye West, marido da empresária, foi à premiação trajado de preto.
Mas eles não foram os únicos a polemizar por um visual controverso neste ano. Veja a seguir a lista dos looks mais polêmicos de 2025.
9º lugar – Bella Hadid
Bella Hadid no Festival de Cannes em 2025
Reprodução/Instagram
Em 2025, o Festival de Cannes proibiu looks com nudez ou muita transparência. Mesmo assim, Bella Hadid foi ao evento com um vestido de largas fendas, deixando à mostra boa parte de suas costas, quadril, pernas e peitoral.
Peça da Saint Laurent, o vestido de Bella era bem mais discreto do que os looks que ela havia usado na edição passada. Em 2024, a modelo foi ao evento com vestidos que mostravam seus seios. Apesar de mais comedida, a roupa deste ano causou polêmica pela ousadia diante do novo dresscode.
8º lugar – Kendrick Lamar
Kendrick Lamar vence cinco Grammys por ‘Not Like Us’
Richard Shotwell/Invision/AP
A guerra rapper entre Kendrick Lamar e Drake parece ter chegado ao fim neste ano, após apresentação de Kendrick no intervalo do Super Bowl. Mas antes mesmo disso acontecer, o músico vinha sendo reconhecido como o vitorioso dessa treta, já que houve uma explosão de sucesso de “Not Like Us”, disstrack em que ele detona Drake.
O hit rendeu a Kendrick cinco Grammys. Na premiação, ele vestiu o chamado “smoking canadense”, um conjunto jeans associado à estética norte-americana. O look foi uma alfinetada ao inimigo do rapper — Drake é canadense.
A indireta foi sutil, mas não passou despercebida. Pelo contrário: gerou bastante piadas nas redes.
7º lugar – Jaden Smith
Jaden e Willow Smith no Grammy 2025
Jordan Strauss/Invision/AP
O rosto de Jaden Smith no Grammy ostentou um castelo preto de estética levemente sombria. Com pegada de moda experimental, o acessório não tem um conceito explícito, o que dividiu opiniões.
O músico vestia também um conjunto de alfaiataria da Louis Vuitton, mas que praticamente passava despercebido diante do acessório que vestia sua cabeça.
Chamativo, o castelo da marca é da Abodi e, na época, custava US$ 4,5 mil — ou seja, cerca de R$ 27 mil.
6º lugar – Lisa
Lisa, do Blackpink, no Met Gala 2025
Reprodução/Instagram
A tailandesa Lisa, cantora do Blackpink, fez sua estreia no Met Gala com um look que gerou discussões raciais. Vestindo Louis Vuitton, a artista usou uma meia-calça grafada com símbolo da marca, um blazer rendado e um body estampado com vários rostos femininos.
Foi justamente a “calcinha” desse body que causou polêmica. Nas redes, muita gente associou um dos retratos da estampa ao rosto de Rosa Parks, famosa ativista negra dos Estados Unidos. A interpretação causou reações diversas: houve quem considerou a peça uma homenagem à luta antirracista, e quem alegou desrespeito à causa negra.
Mas Henry Taylor, desinger da estampa, nega que o retrato seja a imagem da ativista. Ele diz que, na verdade, esse é o rosto de sua vizinha.
5º lugar – Marina Ruy Barbosa
Marina Ruy Barbosa explica motivo de braço roxo durante baile da amfAR, em Cannes
Reprodução/Instagram
Vale tudo pelo look? Talvez, a resposta de Marina Ruy Barbosa seja “sim”. Ou pelo menos, é o que ela deu a entender quando foi ao baile da amfAR, em Cannes, neste ano.
A atriz usou um vestido exuberante, repleto de cristais e ar de elegância romântica. O look era realmente lindo, mas pesava mais de 15 quilos.
A roupa, que gerou discussões sobre limites físicos, foi desenhada por Olivier Rousteing, diretor criativo da Balmain. Marina descreveu o look como “o vestido dos sonhos”. Durante a festa, porém, seu braço ficou inchado (e arroxeado). Um sacrifício corporal que replicou hábitos da época medieval, em que looks desse simbolizavam poder.
4º lugar – Cardi B
Cardi B na Semana de Moda de Paris 2025
Reprodução/Instagram
Cardi B quis transformar um corvo vivo em seu acessório de moda, na Paris Fashion Week. A cantora, que usava um vestido da Schiaparelli, chegou ao evento exibindo a ave. O bicho estava amarrado em uma corda.
A ideia foi promover o álbum “Am I The Drama?”, que ela lançou neste ano — a capa do disco traz ela ao lado de um corvo. No evento, porém, a privação de liberdade do animal gerou uma onda de críticas à artista.
Virgínia Fonseca
A influencer Virginia Fonseca chega para depor à CPI das Bets no dia 13 de maio de 2025
Edilson Rodrigues/Agência Senado
Fora dos tapetes vermelhos, a influenciadora Virginia Fonseca vestiu um dos looks mais comentados do ano. Ao depor na CPI das Bets, ela vestiu um moletom estampado com o rosto de sua filhinha, Maria Flor, além de uma calça jeans larga e um copo Stanley rosa como acessório.
A escolha fashion da influenciadora foi vista nas redes como uma estratégia de construção de imagem: a de uma mulher de família, amorosa e inofensiva. Ou seja, o visual seria uma tentativa dela amenizar quaisquer consequências do seu envolvimento com casas de apostas e jogos de azar online.
Virginia não comentou sobre as reações ao seu look.
2º lugar – Kanye West
1º lugar – Bianca Censori
Kanye West e Bianca Censori no tapete vermelho do Grammy, em Los Angeles, em 2 de fevereiro de 2025
Reuters/Daniel Cole
Kanye West e Bianca Censori foram juntos ao Grammy, em um contraste extremo: ele vestido, ela pelada. O caso provocou debates sobre machismo, sexualização do corpo feminino, consentimento e relacionamento abusivo.
Como Bianca estava nua, o look de Kanye gerou menos repercussão. Mesmo assim (e também por isso), o rapper foi bastante criticado. O caso se somou à grande lista de controvérsias do músico, que com frequência faz discursos de ódio contra mulheres, judeus e negros.
A intenção era nítida: chocar a todos. Deu certo? Com certeza. Mas é necessário questionar a que custo.
Kanye West e sua esposa Bianca Censori no Grammy 2025
Matt Winkelmeyer / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Kanye West e sua esposa Bianca Censori no Grammy / Vírginia Fonsceca na CPI das Bets
Matt Winkelmeyer / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP / Edilson Rodrigues/Agência Senado

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Anaconda’: Nem humor certeiro de Selton Mello salva homenagem tosca a filme original; g1 já viu


Assista ao trailer de “Anaconda” com Selton Mello
Selton Mello é de longe a melhor coisa do novo “Anaconda”, filme que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (25) como uma homenagem cômica ao thriller de 1997 – ou, pelo menos, uma tentativa de homenagem.
Com longa experiência em comédias, o ator brasileiro se destaca tanto em um personagem secundário que provavelmente cresce muito mais do que as intenções originais para esse tipo de papel.
Infelizmente, não é o suficiente para compensar uma produção que nunca justifica a própria existência.
A começar pelo alvo da homenagem, um filme B que conquistou – discutivelmente – status cult como um daqueles “tão ruins que são bons” a duras penas com os anos.
A escolha dificulta a empatia pelos protagonistas interpretados por Jack Black (“Um filme Minecraft”) e Paul Rudd (o Homem-Formiga, da Marvel), que são forçados a repetir o tempo inteiro o quanto gostam do suspense estrelado por Jennifer Lopez e Jon Voight.
No novo Anaconda, eles dão vida a amigos de meia-idade com ambições cinematográficas fracassadas que vão à Amazônia para filmar por conta própria uma continuação/recomeço da aventura com a cobra gigante.
Selton Mello, Steve Zahn e Jack Black em cena de ‘Anaconda’
Divulgação
Entre a metalinguagem e um orçamento
O diretor/corroteirista Tom Gormican até consegue emprestar à história um pouco da sensibilidade precisa para metalinguagens que havia demonstrado no divertido “O peso do talento” (2022).
Em suas mãos, uma trama que poderia facilmente descambar para o besteirol desenfreado encontra tons humanos – e até o enredo bobo dos amigos em um barco na floresta com pretensões muito além de suas habilidades parece quase plausível.
Qualquer ambição de ir além, no entanto, esbarra nas visíveis limitações orçamentárias.
Não só a nova cobra gigante feita com computação gráfica é muito mais tosca do que se poderia justificar com um “faz parte da homenagem”, mas o cenário que deveria emular a Amazônia brasileira nunca convence.
A Austrália, país escolhido por suas isenções fiscais e leis de incentivo que barateiam filmagens, até pode enganar gringos com pouca familiaridade com a flora típica ou com as proporções titânicas do rio Amazonas – mas precisa de muita boa vontade com o público brasileiro.
A simpatia diminui com a escalação da portuguesa Daniela Melchior (“O Esquadrão Suicida”) no papel de uma local – que precisa ser dublada sempre que abre a boca para falar em português.
Jack Black e Paul Rudd em cena de ‘Anaconda’
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Sem Selton, sem graça
Rudd, Black, Thandiwe Newton (“Westworld”) e Steve Zahn (“Silo”) até conseguem arrancar algumas risadas com seu carisma, mas de fato sofrem após o previsível desaparecimento do personagem de Mello.
Sem o criador de cobras que perde o melhor amigo em um acidente, uma mistura dos protagonistas de “O auto da compadecida” (2000) e “Lisbela e o prisioneiro” (2003), o novo “Anaconda” sofre terrivelmente.
Sofre o suficiente para permitir que surja no público o fatídico questionamento “por que?”.
Por que gostam tanto do “Anaconda” original? Por que falam que estão no Brasil quando claramente não é o Brasil? Por que dois astros do tamanho de Rudd e Black estão correndo neste estúdio com explosões chinfrim e uma cobra computadorizada?
Talvez, para algumas pessoas, ver um possível sucesso de um ator brasileiro em Hollywood compense todas essas perguntas. Resta a você se perguntar se talvez é uma delas.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1
Jack Black em cena de ‘Anaconda’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Luan Santana engata turnês com êxito e colhe os frutos do investimento em espetáculos de alto padrão tecnológico


Luan Santana interage com fãs na gravação do álbum audiovisual ‘Registro histórico’ em arena de Curitiba, em outubro
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♫ ANÁLISE
♬ Os ingressos para o show de Luan Santana no estádio paulistano Allianz Parque em 14 de março de 2026 se esgotaram com tamanha rapidez que uma segunda data da turnê Registro histórico foi anunciada hoje, 22 de dezembro, para o dia anterior, 13 de março, data do 35º aniversário do cantor e compositor.
Esse fato seria até corriqueiro em um aquecido mercado de shows como o brasileiro se o artista em questão já não contabilizasse 18 anos de carreira. Em cena desde 2007, Luan Santana já não é a novidade e já não domina as paradas e as playlists como a força de antes, mas continua arrastando multidões para os shows que faz Brasil afora.
O sucesso permanente do artista desafia a lógica de um mercado cada vez mais fugaz. A explicação talvez resida no alto investimento que o cantor vem fazendo nos shows, já há alguns anos.
Luan tem apresentado espetáculos com aparato hi tech (simbolizado na turnê Registro histórico por telões de LED, palco em forma de passarela e um requintado desenho de luz) e certa pirotecnia. São espetáculos moldados para arenas e estádios. O padrão técnico e visual dos shows do artista tem se mantido elevado, o que estaria fidelizando o público do cantor.
Álbum audiovisual que resume a trajetória fonográfica do astro pop, já nem tão sertanejo como no início da carreira, Registro histórico flagra Luan em palco de 360º. Disponível na íntegra desde a noite de quinta-feira, 18 de dezembro, o álbum ao vivo resultante da turnê Registro histórico totaliza 39 músicas colhidas na discografia do artista projetado nacionalmente em 2009.
A gravação audiovisual foi feita em duas apresentações do show Registro histórico na Arena da Baixada, em Curitiba (PR), em 24 e 25 de outubro, oito meses após a edição do álbum Luan ao vivo na lua (2025), lançado em fevereiro.
Consta que Luan Santana teria se inspirado na arquitetura luxuosa de turnês recentes da cantora Taylor Swift e do grupo Jonas Brothers. Seja como for, o alto investimento tem dado resultado.
O sucesso do cantor – que vem engatando uma turnê na outra, sempre com grande adesão popular – prova que um artista tem muito a ganhar, a médio e a longo prazos, se apostar mais no espetáculo e na música do que no marketing e na exposição da vida pessoal. Luan Santana plantou e agora colhe os frutos.
Capa do álbum ‘Registro histórico’, de Luan Santana
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Vince Zampella, cocriador de ‘Call of duty’, morre aos 55 anos em acidente de carro


Vince Zampella dá entrevista ao canal de games Critical Path
Reprodução/YouTube/Critical Path
O cocriador da franquia de games “Call of Duty” Vince Zampella morreu aos 55 anos em um acidente de carro no domingo (21).
Segundo a emissora NBC Los Angeles, ele dirigia uma Ferrari que saiu da pista e bateu em uma barreira de concreto. O veículo chegou a pegar fogo após a colisão.
Zampella morreu no local e seu passageiro, uma pessoa não identificada, foi atirado do veículo e levado para um hospital, onde não resistiu aos ferimentos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Nicki Minaj: Entenda o que ela disse ao defender Trump e criticar pautas progressistas


Nicki Minaji durante evento conservador organizado pela Turning Point USA, em 21 de dezembro de 2025
Cheney Orr/Reuters
Nicki Minaj causou polêmica ao participar de um evento da organização conservadora Turning Point USA, neste domingo (21), nos Estados Unidos. A rapper dividiu o palco com Erika Kirk, viúva de Charlie Kirk, o aliado de Trump assassinado em setembro na Universidade Utah Valley.
Durante o evento, a cantora elogiou Trump, debochou do governador da Califórnia (Gavin Newsom), condenou pautas progressistas, criticou a transsexualidade e falou em ódio contra pessoas brancas.
Entenda a seguir como Minaji causou polêmica na conferência.
Nicki Minaji e Erika Kirk durante evento conservador organizado pela Turning Point USA, em 21 de dezembro de 2025
Caitlin O’Hara/Reuters
Trump
A artista disse ter “respeito e admiração” pelo presidente americano e o chamou de “bonito e charmoso”.
“Nem sei se ele [Trump] sabe disso, mas ele deu esperança a tantas pessoas de que existe uma chance de derrotar os vilões, de vencer e de fazer isso de cabeça erguida e com a integridade intacta”, afirmou Minaji.
“Às vezes, nos piores momentos da sua vida, você pensa que nunca vai se recuperar. Mas você se recupera. E o nosso presidente é a prova disso”, disse. “Ele passou por tudo o que uma pessoa pode passar publicamente, ter que ser constantemente alvo de mentiras.”
Essa foi a primeira vez que a rapper declarou apoio total a Trump. Por exemplo, em 2015, ela havia dito que sua abordagem política era infantil, mas afirmou que suas ideias não eram, necessariamente, “tão horríveis”. No ano seguinte, ela lançou “Black Barbies”, que tem o verso: “Garota da ilha, Donald Trump quer que eu volte para casa”.
“Esta administração está repleta de pessoas com coração e alma, e elas me enchem de orgulho”, disse a cantora na conferência de domingo.
Houve um momento em que ela causou silêncio na plateia ao se referir ao vice-presidente JD Vance como assassino. “Queridos jovens, vocês têm modelos incríveis como nosso bonito e elegante presidente [Donald Trump], e têm modelos incríveis como o assassino, JD Vance, nosso vice-presidente.”
Ao perceber o que havia dito, a rapper ficou em silêncio, mas Erika Kirk minimizou o ocorrido, afirmando que “conhecia o coração” da cantora e que não a julgaria pelo deslize.
Gavin Newsom e transsexualidade
Ao criticar o governador da Califórnia Gavin Newsom, Nicki Minaji fez um trocadilho com seu nome para chamá-lo de “escória”. Ainda falando de Newsom, ela mostrou antipatia pelo fato de ele apoiar o transativismo.
Em outro momento, a cantora disse: “Meninos, sejam meninos. Está tudo bem. Sejam meninos. Não há nada de errado em ser um menino… Quão poderoso é isso? Quão profundo é isso? Meninos serão meninos e não há nada de errado nisso.”
Pessoas brancas
“Ultimamente, na mídia, tem havido uma pressão não só para fazer com que crianças negras se sintam orgulhosas de si mesmas, mas também para que outras crianças não se orgulhem de si mesmas”, afirmou ela. “Eu não quero que nenhuma criança se sinta assim.”
“Se nós, mulheres negras, sentíssemos que não estamos sendo representadas e admiradas por nossa beleza… Por que faríamos isso com outras mulheres? Por que precisaríamos fazer com que outras pessoas diminuíssem sua beleza para que nós nos sintamos… Não, não é assim que funciona. Eu não preciso que alguém com cabelo loiro e olhos azuis diminua sua beleza, porque eu conheço a minha beleza.”
“Não gosto que as pessoas façam outras se sentirem mal consigo mesmas de forma alguma. Precisamos nutrir as meninas, sejam elas negras, brancas, asiáticas, hispânicas, elas ainda precisam ser nutridas. Elas não podem continuar pagando pelos pecados dos outros. Elas não fizeram nada de errado.”

Fonte: G1 Entretenimento