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Jota Quest canta Tim Maia é eleito melhor show do primeiro fim de semana do Rock in Rio, segundo leitores do g1


Jota Quest se apresenta no Rock in Rio 2026 com show em homenagem a Tim Maia
Anderson Bordê/AgNews
Jota Quest canta Tim Maia é eleito melhor show do primeiro fim de semana do Rock in Rio, segundo o público que votou na enquete do g1. A banda teve 50,13% dos votos. O top 3 ficou com Detonautas convida Biquini (46,73%) e Bring Me The Horizon (0,68%).
RANKING DO G1: Os melhores e os piores shows
CRÍTICA: Leia o review sobre show do Jota Quest canta Tim Maia
A quinta vez do Jota Quest no Rock in Rio, primeira no Palco Sunset, foi com um repertório bem diferente. No domingo (6), a banda mineira apresentou o show baseado no álbum “Jota Quest & Tim Maia – Dance Enquanto é Tempo”, lançado em agosto, além de hits do começo da carreira.
Jota Quest, Tony e Lincoln Tornado cantam ‘Sossego’ no Palco Sunset do Rock In Rio
Veja o top 10:
Jota Quest canta Tim Maia — 50,13%
Detonautas convida Biquini — 46,73%
Bring Me The Horizon — 0,68%
Elton John — 0,40%
Foo Fighters — 0,39%
Péricles canta Motown — 0,30%
Bad Omens — 0,27%
Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos — 0,24%
Avenged Sevenfold — 0,16%
Calvin Harris — 0,13%

Fonte: G1 Entretenimento

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Fiuk encerra carreira musical sem nunca ter feito um som realmente relevante


Fiuk anuncia o fim da carreira musical iniciada em 2004
Reprodução / Instagram Fiuk
♫ ANÁLISE
♬ Se não for uma ação de marketing para gerar manchetes na mídia, a decisão de Fiuk de encerrar a carreira musical se revela sensata. Filipe Kartalian Ayrosa Galvão nunca se tornou um nome realmente relevante na música brasileira ao longo dos 22 anos de carreira iniciada em 2004 como vocalista da banda teen No Name.
O trabalho como ator em “Malhação”, na temporada de 2009 da novela dirigida pela TV Globo ao público adolescente, alavancou a popularidade de Fiuk, então atuando paralelamente como cantor, no posto de líder e vocalista da banda Hori, com a qual debutou no mercado fonográfico há 19 anos com o EP “Mentes inquietas” (2007).
Contudo, o público feminino pareceu mais atraído pela fina estampa do galã do que pela música em si de Fiuk. Tanto que a diretoria da Warner Music, gravadora que contratara a banda Hori em 2009 no embalo do sucesso do ator, logo percebeu que o interesse do público não recaía sobre o grupo, mas precisamente sobre Fiuk.
A ordem então foi investir na carreira solo do cantor. Em 2011, ano da dissolução da Hori, Fiuk lançou o primeiro álbum solo, “Sou eu”, com direito a um dueto com ninguém menos do que Jorge Ben Jor, parceiro e convidado de Fiuk na música “Quero toda noite”.
Nem a presença do habitualmente arisco Ben Jor conseguiu dar prestígio a Fiuk como cantor. Faltava verdade. Faltava estofo. Sobrava marketing. Ainda assim, a gravadora arriscou e bancou o segundo álbum solo do cantor, “Vira-lata” (2013), disco que soou artificial pelo repertório de tom populista e sexista em que o cantor transitou entre pagode, funk, balada pop romântica e até rap com ares de pegador.
Nem o extenso time de convidados – MC Sapão, Manu Gavassi, Rappin’ Hood, Thiaguinho e o pai Fábio Jr. (modelo que Fiuk tentou seguir, já que Fábio também foi ator e cantor anos 1970 e 1980) – conseguiu fazer o disco acontecer.
A gravadora Warner Music ainda tentou salvar a pátria, reciclando músicas dos dois álbuns no EP “Fiuk” (2014), mas a realidade é que, desde então, a carreira musical do cantor desandou, embora nunca tenha emplacado de fato.
Fiuk lançou vários singles a partir de 2016 – “Amor da minha vida” (2021), “Big bang” (2021), “Hater” (2022), “Cenário favorito” (2023), “Desapeguei” (2024), “Celebridade” e o recente “Depressão” (2026) – sem chamar real atenção pela música.
Nos últimos tempos, Fiuk voltou a aparecer com frequência na mídia, mas sempre por questões pessoais, fosse a briga com o pai, fosse a instabilidade da vida financeira.
A caminho dos 36 anos, a serem festejados em outubro, Fiuk ainda tem tempo para se encontrar ou para se reinventar, dentro ou fora da música. Contudo, por ora, é difícil lamentar a decisão do cantor de dar um fim a uma carreira musical a rigor sempre irrelevante…

Fonte: G1 Entretenimento

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José Carlos Capinan, bravo poeta da MPB, ganha tributo com João Bosco, Virgínia Rodrigues e Áurea Martins


José Carlos Capinan acompanha gravação feita em estúdio de Salvador (BA) para o tributo fonográfico ao compositor baiano de 85 anos
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Compositor lírico, político e guerreiro que vive na carne cada verso e cada rima”, como caracterizou Maria Bethânia em texto escrito para o livro “Cancioneiro geral [1962 – 2023]”, o poeta e compositor baiano José Carlos Capinan chegou aos 85 anos, festejados em 19 de fevereiro, entronizado no posto de um dos letristas mais importantes da MPB.
Aclamado pela poesia audaz das letras que escreveu para músicas de compositores como Edu Lobo, Gilberto Gil, Jards Macalé (1943 – 2025) e Paulinho da Viola, Capinan tem a obra celebrada em álbum que reúne intérpretes de diferentes estilos e gerações.
Cantora que revelou Capinan como letrista em 1965, com a gravação de “Viramundo”, parceria do poeta com Gilberto Gil, Maria Bethânia foi convidada a integrar o elenco estelar do tributo fonográfico gravado em estúdios de várias cidades do Brasil com produção musical de Alê Siqueira e aval de Guto Ruocco, produtor do show “Cancioneiro geral – Tributo a Capinan” (2024), realizado há dois anos em São Paulo (SP) com Renato Braz, o supracitado Macalé e o próprio Capinan no palco.
Pautado pelas regravações das músicas mais conhecidas do letrista de “Soy loco por ti, America” (outra parceria com Gil, de 1968), “Movimento dos barcos” (parceria com Macalé, 1971) e “Ponteio” (parceria com Edu Lobo, de 1973), o álbum tem tido a feitura acompanhada por Capinan.
João Bosco e Áurea Martins cantam juntos ‘Papel machê’ (1984), parceria de Bosco com Capinan
Divulgação
Em agosto, o poeta foi ao estúdio de Salvador (BA) – cidade onde reside desde os anos 1960 – acompanhar a gravação de “Yayá Massemba” (parceria com Roberto Mendes, de 2003) pela cantora baiana Virgínia Rodrigues. Virgínia canta a música há anos em shows, mas nunca a tinha gravado.
No Rio de Janeiro (RJ), João Bosco se encontrou com Áurea Martins em estúdio para feat inédito. Os artistas gravaram juntos “Papel machê” (1984), música feita por Bosco com letra de Capinan que se tornou um dos maiores sucessos do cancioneiro do compositor mineiro.
O álbum foi idealizado para que se dê a José Carlos Capinan as flores em vida, reconhecendo a importância o compositor letrista na poesia da moderna canção brasileira, como parceiro de artistas que redefiniram o panorama artístico do Brasil a partir dos anos 1960.
José Carlos Capinan e a cantora baiana Virgínia Rodrigues, que gravou ‘Yayá Massemba’ (2003) para o álbum em tributo ao compositor
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Entenda a importância de José Carlos Capinan na música popular brasileira:
Nascido em 19 de fevereiro de 1941 em arraial de Três Rios (BA), mas registrado em Esplanada (BA), vizinha cidade litorânea do interior da Bahia, o poeta José Carlos Capinan foi ideologicamente formado pelo Centro Popular de Cultura (o CPC da UNE) de Salvador (BA), cidade para onde o então emergente poeta migrara em 1960 para cursar direito em universidade da capital da Bahia.
Foi no CPC que Capinan travou os primeiros contatos com Caetano Veloso e Gilberto Gil, arquitetos da Tropicália, movimento pop de 1967 / 1968 que teve em Capinan um dos principais letristas. Dois anos antes, em 1965, Capinan já abrira parceria com Caetano e Gil, compondo com ambos a trilha sonora do filme “Viramundo”, engajado documentário do cineasta Geraldo Sarno sobre o fluxo migratório do povo nordestino rumo às capitais do S
udeste do Brasil. A música-título do filme explicitou a influência da música nordestina na poética do letrista.
Essa vertente também ficaria evidenciada em “Ponteio”, baião moderno que venceu festival de 1967, alicerçando a parceria de Capinan com Edu Lobo, com quem o letrista assinaria posteriormente “Viola fora de moda” (1973) e “Repente” (1976).
Como parceiro de Caetano, Capinan assinou os versos de “Bonina”, “Clarice” e “Maria Maria” – três músicas lançadas em 1968, sendo que somente a segunda alcançou alguma repercussão.
Com Gil, a parceria foi mais extensa e popular, gerando canções como “Ladainha” (1966), “Misere nobis” (1968) e o sucesso “Soy loco por ti, America” (1968), tributo ao revolucionário argentino Che Guevara (1928 – 1967), feito por Gil e Capinan no embalo da emoção com a morte do guerrilheiro marxista associado à Revolução Cubana. Coube a Caetano Veloso dar voz a “Soy loco por ti, America” no primeiro álbum solo do cantor.
Segunda música de Capinan que chegou ao disco, “Ladainha” foi apresentada em 1966 na voz da sempre antenada Nara Leão (1942 – 1989), cantora que incluiu a música em álbum sintomaticamente intitulado “Manhã de liberdade” (1966). Já “Misere nobis” integrou o repertório do álbum-manifesto “Tropicália ou panis et circensis” (1968).
O endurecimento do regime militar, a partir de dezembro de 1968, se refletiu na poética musical de Capinan, sobretudo nas letras feitas para músicas de Jards Macalé. “Gothan city” (1969), “Movimento dos barcos” (1971) e “Farinha do desprezo” (1972), entre outras composições, espelharam um estado d’alma mais sombrio que dominava a parcela mais consciente da população do Brasil na primeira metade dos anos 1970.
Como o mar estava revolto, em vez de lamentar o eterno movimento dos barcos, Capinan foi para outros portos seguros sem fugir à luta. O poeta abriu espaço para o lirismo existencialista ao escrever letras para sambas e choros de Paulinho da Viola, parceiro de “O acaso não tem pressa” (1971), “Vinhos finos cristais” (1971), “Coração imprudente” (1972), “Orgulho” (1972), “Sofrer” (1978), “Viver sem amor” (1981), “Mais que a lei da gravidade” (1983) e “Prisma luminoso” (1983). Antes, com Paulinho, Capinan já fizera “Canção para Maria” em 1966.
Em qualquer tom, a poesia de José Carlos Capinan nunca desbotou, seja exalando o cheiro brejeiro de “Moça bonita” (parceria com Geraldo Azevedo, de 1981), seja expondo as cores do lirismo romântico de “Papel machê” (1984), hit popular da breve parceria com João Bosco, seja mapeando o percurso marítimo do escravizado povo negro em “Yayá Massemba” (parceria com o conterrâneo Roberto Mendes, lançada por Maria Bethânia em 2003).
Os tons variaram, mas José Carlos Capinan chega aos 85 anos ainda identificado com a poesia guerrilheira da canção popular, um compositor lírico e político que vive cada verso na carne, como bem o caracterizou Maria Bethânia, primeira intérprete do poeta.

Fonte: G1 Entretenimento

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Fiuk anuncia fim da carreira musical e marca despedida com ingressos a R$ 55: ‘Encerrar esse ciclo’


Fiuk anunciou uma pausa por tempo indeterminado na carreira musical e fará show de despedida em Campinas.
Reprodução/Instagram/Fiuk
Fiuk anunciou nesta quarta-feira (9) que fará uma pausa por tempo indeterminado na carreira musical.
O cantor de 35 anos afirmou que decidiu cancelar os shows que estavam marcados e manter apenas uma apresentação, que será realizada no dia 18 de setembro, em Campinas, no interior de São Paulo.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Fiuk explicou que tomou a decisão após refletir sobre os próximos passos profissionais.
“Decidi cancelar todos os shows que estavam marcados, mas existe um show que eu decidi manter e eu vou fazer ele por uma razão muito especial. Esse show vai ser meu último show como cantor e por tempo indeterminado”, afirmou.
“Quero fazer esse último show do jeito que vocês merecem. Quero cantar essas músicas, quero olhar para vocês, cantar com vocês. Quero encerrar esse ciclo junto com vocês que estavam sempre comigo, que me acompanharam e escutaram essas músicas”, declarou.
A apresentação está marcada para 18 de setembro, na Love Haus, em Campinas. O evento, chamado Fiuk III, foi anunciado como um show em que o cantor reuniria sucessos de sua carreira e apresentaria músicas inéditas.
A apresentação está prevista para começar às 22h e os ingressos estão sendo vendidos por R$ 55 no lote promocional, com a taxa de serviço incluída.
Anúncio é feito dias após shows serem cancelados por produtora
Agora no g1
A decisão de dar uma pausa na carreira musical acontece após o cancelamento de outras apresentações que estavam previstas na agenda do cantor.
Entre elas está a de Jundiaí, no interior de São Paulo, que aconteceria nesta sexta-feira (11).
Outra apresentação que estava marcada para 12 de setembro, no Hard Rock Cafe de Ribeirão Preto, também aparece como cancelada na plataforma de venda de ingressos.
Produtora responsável pelos shows de Fiuk comunicou o cancelamento das apresentações em Jundiaí e Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.
Reprodução/Instagram/North Star Concerts
Pausa acontece em meio a crise financeira
A decisão ocorre em um momento delicado da vida pessoal e financeira de Fiuk. Nos últimos meses, o cantor havia falado publicamente sobre dificuldades financeiras e familiares.
O cantor havia decidido voltar aos palcos em 2026, mas também vinha tentando retomar um antigo sonho: produzir e protagonizar um filme sobre o universo dos carros.
O projeto, inicialmente divulgado como “Descontrole”, nunca chegou a ser lançado e acabou no centro de uma disputa judicial, como mostrou a reportagem do g1 “Diretor de ‘Descontrole’ aciona a Justiça contra Fiuk após declarações sobre filme”.
Fiuk também chegou a revelar que vendeu carros para lidar com questões financeiras e afirmou ter regularizado impostos que estavam atrasados.
Com Fiuk no elenco, gravação de filme de ação mobiliza 100 carros e fecha ruas no Centro de Campinas
Divulgação/Descontrole
Começo na Hori e sucesso em ‘Malhação’
A trajetória musical de Fiuk começou ainda na adolescência. Ele passou pela banda No Name e, posteriormente, assumiu os vocais da Hori, grupo formado em 2007.
Com a banda, Fiuk ganhou destaque entre o público jovem e emplacou músicas como “Quem Eu Sou” e “Linda, Tão Linda”. A Hori também integrou a trilha sonora de Malhação ID, temporada exibida entre 2009 e 2010, com “Quem Eu Sou” como tema de abertura.
Na mesma época, Fiuk interpretava Bernardo, protagonista da novela.
Após o fim da Hori, em 2011, o artista seguiu em carreira solo. No mesmo ano, lançou o álbum “Sou Eu”, que contou com a participação de Jorge Ben Jor na regravação da música “Quero Toda Noite”. Em 2013, lançou o último disco “Vira-Lata”.
Em 2026, Fiuk retomou os lançamentos musicais com o EP “M, Vol. 2” e passou a se apresentar com o projeto Fiuk III, que reúne também integrantes que fizeram parte da Hori.
A iniciativa marcou a tentativa frustrada de retorno do cantor aos palcos depois de aproximadamente uma década.

Fonte: G1 Entretenimento

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Prefeitura reduz expediente de repartições públicas para a última sexta-feira do Rock in Rio


Rock Rio entra na segunda e última semana de shows
Divulgação
A Prefeitura do Rio determinou a redução do horário de funcionamento das repartições públicas municipais nesta sexta-feira (11), 5º dia do Rock in Rio 2026. De acordo com decreto publicado no Diário Oficial e assinado pelo prefeito Eduardo Cavaliere (PSD), o expediente nos órgãos municipais será das 8h às 15h.
A medida será adotada no último dia útil do festival, que acontece no Parque Olímpico, na Zona Sudoeste da cidade. A expectativa é que 100 mil pessoas passem pela Cidade do Rock na última semana de festival.
Segundo a prefeitura, a antecipação do encerramento do expediente tem como objetivo reduzir os impactos provocados pelo aumento no fluxo de veículos e de pessoas, principalmente na Barra Olímpica, na Barra da Tijuca e nas principais vias de acesso à região.
A administração municipal afirmou ainda que a mudança contribui para o planejamento das operações especiais montadas para o festival, incluindo ações de mobilidade urbana, ordenamento do trânsito, fiscalização e segurança.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator de MS viraliza ao cantar trilha de ‘Caminho das Índias’ e ganha comentários de Rodrigo Lombardi e Juliana Paes


De MS para a Índia: ator viraliza ao cantar trilha indiana de novela da Globo
O ator sul-mato-grossense Yuri Tavares viralizou com um vídeo em que aparece cantando músicas da novela “Caminho das Índias” durante uma viagem pelo interior do estado. Publicado sem grandes pretensões, o vídeo já soma quase 3 milhões de visualizações e chamou a atenção de Rodrigo Lombardi e Juliana Paes, que protagonizaram a novela exibida em 2009.
Ao g1, Yuri contou que viajava para o interior com o amigo e também ator Luciano Risalde quando decidiu mostrar, de forma bem-humorada, que sabia cantar de cor as músicas da trilha sonora da novela. Veja o vídeo acima.
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A ideia surgiu dentro do carro. Os dois amigos são atores e fazem apresentações teatrais no interior do estado. Durante as viagens, eles costumam se revezar na direção.
Durante uma dessas viagens, Yuri colocou uma seleção de músicas indianas para tocar. O amigo estranhou a escolha e brincou com a situação.
“Eu não acredito que você continua ouvindo essas músicas de ‘Caminho das Índias”, disse Luciano.
A resposta veio em forma de desafio: “Com certeza. Inclusive, me filma aí que eu vou te mostrar que sei todas”, contou Yuri.
Luciano pegou o celular e começou a gravar. Yuri cantou trechos de várias músicas da trilha sonora, uma após outra. Depois, reuniu os vídeos em um único compilado.
Sem roteiro ou produção elaborada, o material foi publicado apenas para fazer amigos e seguidores rirem. O resultado, porém, surpreendeu o ator.
O vídeo foi publicado em uma quinta-feira, por volta das 21h. No dia seguinte, durante uma viagem para São Paulo, Yuri percebeu que o conteúdo já tinha alcançado cerca de 100 mil visualizações.
“Eu fiquei meio indignado, porque os vídeos que eu costumo fazer são roteirizados, são bem editados. Eu penso, eu atuo. Aí, de repente, gravo um vídeo assim, espontâneo e despretensioso, e ele viraliza”, contou.
Além das visualizações, o conteúdo chamou a atenção de atores da novela. Rodrigo Lombardi, que interpretou Raj, e Juliana Paes, que viveu Maya, comentaram a publicação.
Protagonistas e Globoplay reagiram ao vídeo nas redes sociais de ator sul-mato-grossense
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Para o ator, o sucesso do vídeo tem uma explicação simples: ele realmente ouve as músicas da novela há anos.
A relação com a trilha sonora começou ainda na infância. Desde 2009, quando “Caminho das Índias” foi exibida, Yuri mantém o hábito de ouvir as músicas. Na época, ele chegou a ter o DVD da novela e acompanhava os clipes.
“Eu não sei o que as músicas falam, mas eu sei pronunciar cada sílabas das músicas”, brincou.
A brincadeira entre os amigos também trouxe outro efeito inesperado. Yuri tinha cerca de 3,4 mil seguidores nas redes sociais e chegou a 5 mil após a repercussão do vídeo.
Com o novo público, Yuri pretende aproveitar o embalo para mostrar também os conteúdos que costuma produzir. Para ele, a experiência mostrou que, às vezes, o que mais aproxima o público é justamente aquilo que não foi planejado.
“Eu percebi que o pessoal quer mesmo ver espontaneidade, quer ver as pessoas sendo elas mesmas”, afirmou.
A influência de “Caminho das Índias” não ficou apenas nas músicas. A novela também virou uma lembrança afetiva para a família.
A mãe do ator, por exemplo, ainda usa expressões que ficaram famosas na trama. “Arebaba” continua fazendo parte do vocabulário da família e aparece até nas figurinhas que ela envia pelo WhatsApp, muitas delas com imagens do ator Tony Ramos.
Até hoje, mãe e filho também usam outras expressões indianas que ficaram conhecidas por causa da novela.
Mais de uma década depois da estreia, “Caminho das Índias” continua rendendo boas lembranças. Desta vez, uma viagem de carro e uma brincadeira entre amigos levaram uma antiga trilha sonora para milhões de telas.
Yuri viralizou canto e danças da novela Caminho da Índias.
Redes sociais
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul

Fonte: G1 Entretenimento

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Pedro Sampaio promete parceria com J Balvin no Rock in Rio e lançamento durante show: ‘Novo conceito’


Pedro Sampaio
Divulgação
Pedro Sampaio vai usar sua estreia no Palco Mundo do Rock in Rio para apresentar novidades aos fãs.
Em entrevista ao g1, o DJ e cantor antecipou detalhes da nova fase da carreira e revelou o que o público pode esperar do show.
“Muita coisa nova de repertório, de coreografias e também lançamentos no meio do show”, adiantou Pedro.
A apresentação marcará uma virada na carreira do artista, que deixa de lado a era “Caos” e aposta agora em um conceito de show batizado por ele de “Abraça o Amigo e Pula”.
Leia também: Pedro Sampaio faz show catártico com ‘Cavalinho’, Melody e balé contagiante no Rock in Rio Lisboa
Pedro Sampaio tocará em mesa de DJ com formato de sofá
Agora no g1
O g1 acompanhou o ensaio do cantor nesta quinta-feira (11), na Barra da Tijuca, no Rio, e adianta detalhes da estrutura preparada para o festival.
A principal novidade está no próprio palco: Pedro vai se apresentar em uma estrutura formada por sofás dispostos em diferentes níveis, como degraus.
O elemento será explorado pelo artista ao longo do próximo ano e será usado como o símbolo dessa nova fase.
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Pedro Sampaio montando setlist do show no Rock in Rio.
Reprodução/Instagram/Pedro Sampaio.
Entre os móveis usados no cenário, um faz referência ao sofá da casa onde Pedro morou; outro é inspirado na série “Os Simpsons”.
“Eu entendi que o sofá é uma forma de você se sentir abraçado. Ou seja, o sofá abraça todo mundo que senta nele. E você também pode pular em cima do sofá”, explica.
Além da estrutura cenográfica, o espetáculo contará com projeções no telão que apresentarão a identidade visual da nova era do artista.
Participação no show de J Balvin?
J Balvin e Pedro Sampaio, destaques do Rock in Rio 2026
Divulgação
Pedro Sampaio também falou sobre uma possível performance com J Balvin no Rock in Rio.
Ao g1, o DJ não quis cravar quem participará do show de quem, mas garantiu que a apresentação em conjunto vai acontecer durante o festival.
J. Balvin se apresenta no Palco Mundo logo depois do brasileiro. Os dois já trabalharam juntos em “Perversa”, parceria lançada por Pedro em 2024.
Dj avalia show de Calvin Harris no Rock in Rio
A estreia de Pedro Sampaio no Palco Mundo acontece depois de uma edição que teve Calvin Harris como headliner do palco principal: algo inédito para um DJ no posto mais alto da programação.
Leia também: Calvin Harris faz Rock in Rio virar Ibiza com sequência de hits, fogo e muito ‘close’
A escolha do escocês gerou questionamentos sobre se um DJ conseguiria sustentar o posto de principal atração de uma noite de festival.
O cantor, Dj e produtor musical Pedro Sampaio
Steff Lima
Pedro, que agora estreia no mesmo palco, avaliou a apresentação e explicou ao g1 o que, na visão dele, um DJ precisa entregar para ocupar esse espaço.
“Eu acho incrível o Rock in Rio colocar um DJ como headliner porque faz a gente alimentar esperança de um dia a gente chegar lá”, disse.
Acho que um DJ precisa entregar tecnologia e dinâmica no repertório. Acho que a diferença de um DJ para um cantor, talvez, é essa. Que a gente consegue colocar uma outra dinâmica no show. Eu tenho a sorte de ser os dois, né?”.
A apresentação de Pedro Sampaio no Rock in Rio acontece no próximo sábado (12) no Palco Mundo, com transmissão ao vivo.
Pedro Sampaio e Thiago & Graciano
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Samba e pagode no Palco Mundo? Belo e Péricles respondem e montam festival dos sonhos do gênero


Samba e pagode no Palco Mundo? Belo e Péricles respondem e montam festival dos sonhos
O samba e o pagode vêm consolidando uma presença cada vez mais forte nos grandes festivais de música, mas uma questão sempre volta a circular: afinal, já está na hora de esses ritmos conquistarem um espaço no Palco Mundo do Rock in Rio? O g1 perguntou para o Péricles e o Belo.
Embaixador do Palco Favela, Belo reuniu uma multidão na noite desta segunda-feira (7) no Rock in Rio. Para o cantor, o espaço já cumpre esse papel de forma gigante, definindo-o como o verdadeiro “palco mundo” da comunidade, da periferia e do povo preto.
Péricles e Belo se apresentaram no Rock in Rio 2026
Agnews
Leia também: Péricles mostra por que é o ‘Rei da Voz’ em show sem pagode e com muitos sucessos do soul e R&B norte-americanos
Belo prova que pagode não é menos poesia em noite de Gil e Elton John no Rock in Rio
Na mesma linha, Péricles defende que o samba já conquistou seu lugar de destaque dentro do Rock in Rio e de qualquer outro grande festival nacional, citando a força de apresentações como as de Belo, Mart’nália e Tiee.
E se fosse possível montar um line-up dos sonhos para pagodeiros e sambistas? No vídeo acima, Belo e Péricles listaram os nomes que não poderiam faltar em um palco com o gênero.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Da magia à sedução: feitiço de amor’ vale apenas por carisma de Sandra Bullock e Nicole Kidman; g1 já viu


Continuação tardia de “Da magia à sedução”, lançado em 1998, “Da Magia à sedução: feitiço de amor” é uma sequência simpática, com algum humor e leveza, que traz de volta praticamente todo o elenco do filme original, encabeçado novamente por Sandra Bullock e Nicole Kidman.
Apesar de agradável, o longa que estreia nos cinemas nesta quinta-feira (10), não possui o mesmo encanto da primeira parte e traz poucas novidades ao universo das irmãs bruxas.
A trama mostra que Sally (Bullock) e Gillian Owens (Kidman) continuam a viver juntas numa pequena cidade de Massachusetts após os eventos do filme anterior, ao lado de suas tias, Jet (Dianne Wiest) e Frances (Stockard Channing). Só que Sally, após ficar viúva novamente, deixou de lado suas habilidades mágicas e preferiu se dedicar à criação das filhas Kylie (Joey King, de “A Barraca do Beijo”) e Antonia (Maisie Williams, de “Game of Thrones”), agora crescidas.
Assista ao trailer do filme “Da magia à sedução: feitiço de amor”
Porém, ao descobrir que as mulheres de sua família são amaldiçoadas e que nunca podem se apaixonar totalmente, o que causaria a morte de seus amados, Kylie decide ir para a Inglaterra, onde a maldição começou, e acabar com ela definitivamente. Mas Sally, temendo pela vida da filha, decide ir atrás dela, junto de Gillian, e as duas passarão por situações que irão testar sua união mais uma vez.
Passagem de vassoura
Como tem se tornado uma tendência em franquias que voltam aos cinemas após anos de inatividade, “Da magia à sedução: feitiço de amor” foi concebido como um “filme legado”, ou seja, personagens mais antigos dão lugar aos mais novos para continuar a história com elementos mais modernos.
Assim, boa parte da trama é mais centrada nas filhas de Sally do que nela ou sua irmã, o que foi o diferencial do longa original. Só que as partes mais interessantes desta sequência ocorrem mesmo com Bullock e Kidman. Ainda bem, diga-se de passagem.
Antonia (Maise Williams) e Kylie (Joey King) são irmãs no filme ‘Da magia à sedução: feitiço de amor’
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Parte desse desequilíbrio é causado pelo roteiro, escrito por Akiva Goldsman (vencedor do Oscar pelo texto de “Uma Mente Brilhante” e que também co-escreveu o filme original), Georgia Pritchett (de séries como “Succession”) e Kelly Marcel (“Cinquenta tons de cinza” e “Venon: A Última Rodada”). Inspirado em “O livro da magia”, escrito por Alice Hoffman sobre as irmãs Owens, o roteiro não cria situações muito intrigantes e parece mais preocupado em repetir o que deu certo na produção realizada há mais de 25 anos.
Além disso, apesar da intenção de ser uma passagem de bastão (ou melhor, de vassoura), a trama nunca parece se decidir se vai tomar mesmo esse caminho ou deixar o protagonismo mesmo com as irmãs vividas por Bullock e Kidman, o que torna seu resultado irregular, apesar de agradável. Por causa disso, alguns personagens acabam tendo menos tempo de tela do que poderiam ou deveriam, o que pode causar até uma estranheza.
A direção de Suzanne Bier, que já tinha trabalhado com Sandra Bullock em “Caixa de Pássaros” e com Nicole Kidman em minisséries como “The Undoing”, é bastante trivial e deixa todas as situações, mesmo as mais dramáticas, bem leves. Não há peso nem tensão, como o que Griffin Dunne, diretor do primeiro filme, conseguiu imprimir, onde conseguiu flertar até com o terror, mesmo sendo uma comédia romântica.
Franny (Stockard Channing) e Jet (Dianne Wiest) estão de volta em ‘Da magia à sedução: feitiço de amor’
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A cineasta deixa tudo muito solar, o que pode agradar quem só quer ver um bom passatempo e não sofrer nenhum tipo de impacto. Só que, mesmo assim, a diretora nem sempre acerta no humor ou mesmo no romance, deixando tudo num nível mediano para bom.
Outro problema de Bier é que ela não parece muito familiar com o uso de efeitos visuais, especialmente na parte final. Nenhuma das cenas deste momento são diferenciadas ou memoráveis, o que deixa a ameaça que as protagonistas têm que enfrentar bem genérica e sem graça. No primeiro filme, pelo menos, havia algo mais impressionante, que despertava uma sensação de perigo real para as personagens. Já nessa sequência, o problema que surge contra elas só está ali para cumprir tabela. O que é uma pena.
Bruxas maduras (e cativantes)
Mesmo com esses deslizes, “Da magia à sedução: feitiço de amor” ainda é uma sequência simpática de assistir. Principalmente pelos dois trunfos que possui: Sandra Bullock e Nicole Kidman.
Bullock, que já estrelou vários sucessos, como “Velocidade Máxima” e “Gravidade”, e ganhou o Oscar em 2010 por sua atuação em “Um sonho possível”, mostra que mantém seu carisma intacto, mesmo após passar quatro anos sem estrelar um filme (o último foi “Cidade Perdida”). E mesmo depois de mais de 20 anos, se mostra bem confortável no papel de Sally, como se não interpretasse a personagem há apenas alguns meses.
Gillian (Nicole Kidman) e Sally (Sandra Bullock) enfrentam uma ameaça em ‘Da magia à sedução: feitiço de amor’
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Já Kidman mantém o lado divertido e provocador de Gillian e ganha uma camada extra ao se mostrar uma tia mais preocupada com o bem-estar das sobrinhas. Embora apareça menos do que deveria e surgir mais como “escada” para Bullock em algumas cenas, a atriz de “Babygirl” cativa e convence ao criar química com a “irmã bruxa”.
Quem não se sai muito bem é Joey King como Kylie. Não tanto por sua atuação, mas pelos problemas do roteiro, que prejudicam a sua presença na trama. Além disso, fica estranho não ver Evan Rachel Wood de volta ao papel de uma das filhas de Sally. Com trabalhos mais consistentes em sua carreira, como no filme “Aos Treze”, Wood poderia se destacar também nessa sequência. Já King faz um trabalho que não compromete, mas também não brilha.
Pior foi para Maisie Williams, que praticamente vira uma quase figurante depois da metade do filme, em cenas que nada acrescentam à trama. Situação parecida vivem Dianne Wiest e Stockard Channing. As duas atrizes, que chamaram a atenção no primeiro longa, pouco têm a fazer na continuação. Pelo menos elas estrelam duas cenas bonitas, que podem até emocionar os mais sensíveis ou nostálgicos.
Ian (Lee Pace) se interessa por Sally (Sandra Bullock) em ‘Da magia à sedução: feitiço de amor’
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Já o elenco masculino basicamente se resume a Xolo Maridueña (“Besouro Azul” e a série “Cobra Kai”), que interpreta Gideon, um rapaz que se interessa por Kylie, e Lee Pace (“Guardiões da Galáxia”), como Ian Wright, um professor que ajuda as irmãs Owens e sua passagem pela Inglaterra. Os dois não fazem nada de especial, senão dar espaço para que as atrizes se evidenciem no longa.
“Da magia à sedução: feitiço de amor” certamente vai aquecer o coração dos românticos nostálgicos que vão ao cinema apenas para se divertir sem complicações. Pelo menos, o filme vale como bom entretenimento. Mas dava para encantar um pouco mais, depois de tanto tempo que levou para as irmãs Owens e sua família de feiticeiras voltarem a se reunir na telona.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio faz aposta acertada no k-pop para renovar público e seguir relevante para novas gerações


Stray Kids é o headliner do primeiro dia de k-pop do Rock in Rio
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O Rock in Rio ganha um marco em sua história nesta sexta (11), com a aguardada estreia do k-pop. Serão três atrações da indústria sul-coreana no Palco Mundo (Nexz, Hwasa e os headliners Stray Kids), em uma nova (e acertada) tentativa de renovação de público por parte do festival.
Pode parecer estranho para um festival com “rock” no nome. Mas a escolha reflete uma lógica que acompanha o Rock in Rio desde sua origem: entender o momento da música e trazer para o palco quem está definindo esse momento, independentemente da sonoridade.
Além disso, mostra que o Rock in Rio quer atrair e conquistar novas gerações de fãs — principalmente de um estilo que atrai fãs tão passionais, dispostos a viajar (e gastar) pelos seus artistas preferidos.
Isso é Rock in Rio
Mais do que riffs de guitarra, o melhor do Rock in Rio é quando consegue trazer atrações de grande porte, em shows que se tornam únicos e memoráveis: Queen em 1985, Beyoncé em 2013, Prince em 1991 e por aí vai.
Melhor ainda quando esses nomes vêm acompanhados de outros menores e com características em comum, formando um “dia dos sonhos” para os fãs.
Ou seja, para se manter relevante, o Rock in Rio precisa ficar de olho nos artistas e estilos que estão na crista da onda. É o caso do k-pop, que até atrasou para chegar aos festivais brasileiros, já que, há anos, os artistas sul-coreanos vêm dominando o Ocidente e o público pede por atrações desse tipo.
Os números são esmagadores e inegáveis: a título de comparação, Stray Kids e Hwasa têm videoclipes recentes com mais visualizações do que o último de Taylor Swift.
Além disso, pode ser uma alternativa para seguir representando o alto escalão do pop. Enquanto grandes divas estadunidenses estão cada vez mais avessas a tocar em festivais (difícil esperar a volta de Beyoncé ao Rock in Rio, por exemplo; Lady Gaga “pagou” o cancelamento ao vir para Copacabana), o k-pop vem aparecendo no line-up do Lollapalooza Chicago, Coachella e por aí vai. Por que não vir pra cá?
Pode ser até que o k-pop comece a aparecer no Lolla Brasil e em outros eventos. Mas de modo geral, somente o maior festival do Brasil teria recursos e perfil para trazer os maiores nomes da indústria sul-coreana, considerando que às vezes isso inclui gastos bem maiores pela distância e nível de estrutura usada nesses shows.
Hwasa é uma das atrações no dia de k-pop do Rock in Rio
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Acerto de curadoria
O dia do k-pop é uma ideia similar ao dia do trap, que aconteceu na última edição do Rock in Rio. São propostas da curadoria para que o festival se renove, para conquistar (e quem sabe fidelizar) as novas gerações.
Atrair um público “novinho” também faz parte do festival. Em muitos sentidos, este dia de k-pop lembra o dia de pop na terceira edição do Rock in Rio, em 2001: N’Sync, Britney Spears, Sandy & Júnior e mais se apresentaram para um público bem jovem, assim como deve acontecer nesta sexta.
Até para quem não é fã das atrações sul-coreanas, especificamente, não deixa de ser animador perceber que o festival não parou no tempo, nem pretende repetir sempre as mesmas atrações. Muitas vezes, o Rock in Rio é a única chance que os brasileiros têm de ver alguns de seus artistas internacionais preferidos.
Claro que pode ser que tenha sido pontual e, daqui pra frente, os organizadores entendam que não é o caso seguir investindo no k-pop (ou que é difícil seguir encontrando headliners que topem vir para o festival, o que é uma possibilidade). Mas a julgar pelos ingressos esgotados, no mínimo valeu a tentativa.
VEJA VÍDEO: Zé Ricardo fala de estratégia para ‘pais não sofrerem’ em dia jovem no Rock in Rio
Zé Ricardo fala de estratégia para ‘pais não sofrerem’ em dia jovem no Rock in Rio

Fonte: G1 Entretenimento