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Pedro Sampaio promete parceria com J Balvin no Rock in Rio e lançamento durante show: ‘Novo conceito’


Pedro Sampaio
Divulgação
Pedro Sampaio vai usar sua estreia no Palco Mundo do Rock in Rio para apresentar novidades aos fãs.
Em entrevista ao g1, o DJ e cantor antecipou detalhes da nova fase da carreira e revelou o que o público pode esperar do show.
“Muita coisa nova de repertório, de coreografias e também lançamentos no meio do show”, adiantou Pedro.
A apresentação marcará uma virada na carreira do artista, que deixa de lado a era “Caos” e aposta agora em um conceito de show batizado por ele de “Abraça o Amigo e Pula”.
Leia também: Pedro Sampaio faz show catártico com ‘Cavalinho’, Melody e balé contagiante no Rock in Rio Lisboa
Pedro Sampaio tocará em mesa de DJ com formato de sofá
Agora no g1
O g1 acompanhou o ensaio do cantor nesta quinta-feira (11), na Barra da Tijuca, no Rio, e adianta detalhes da estrutura preparada para o festival.
A principal novidade está no próprio palco: Pedro vai se apresentar em uma estrutura formada por sofás dispostos em diferentes níveis, como degraus.
O elemento será explorado pelo artista ao longo do próximo ano e será usado como o símbolo dessa nova fase.
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Pedro Sampaio montando setlist do show no Rock in Rio.
Reprodução/Instagram/Pedro Sampaio.
Entre os móveis usados no cenário, um faz referência ao sofá da casa onde Pedro morou; outro é inspirado na série “Os Simpsons”.
“Eu entendi que o sofá é uma forma de você se sentir abraçado. Ou seja, o sofá abraça todo mundo que senta nele. E você também pode pular em cima do sofá”, explica.
Além da estrutura cenográfica, o espetáculo contará com projeções no telão que apresentarão a identidade visual da nova era do artista.
Participação no show de J Balvin?
J Balvin e Pedro Sampaio, destaques do Rock in Rio 2026
Divulgação
Pedro Sampaio também falou sobre uma possível performance com J Balvin no Rock in Rio.
Ao g1, o DJ não quis cravar quem participará do show de quem, mas garantiu que a apresentação em conjunto vai acontecer durante o festival.
J. Balvin se apresenta no Palco Mundo logo depois do brasileiro. Os dois já trabalharam juntos em “Perversa”, parceria lançada por Pedro em 2024.
Dj avalia show de Calvin Harris no Rock in Rio
A estreia de Pedro Sampaio no Palco Mundo acontece depois de uma edição que teve Calvin Harris como headliner do palco principal: algo inédito para um DJ no posto mais alto da programação.
Leia também: Calvin Harris faz Rock in Rio virar Ibiza com sequência de hits, fogo e muito ‘close’
A escolha do escocês gerou questionamentos sobre se um DJ conseguiria sustentar o posto de principal atração de uma noite de festival.
O cantor, Dj e produtor musical Pedro Sampaio
Steff Lima
Pedro, que agora estreia no mesmo palco, avaliou a apresentação e explicou ao g1 o que, na visão dele, um DJ precisa entregar para ocupar esse espaço.
“Eu acho incrível o Rock in Rio colocar um DJ como headliner porque faz a gente alimentar esperança de um dia a gente chegar lá”, disse.
Acho que um DJ precisa entregar tecnologia e dinâmica no repertório. Acho que a diferença de um DJ para um cantor, talvez, é essa. Que a gente consegue colocar uma outra dinâmica no show. Eu tenho a sorte de ser os dois, né?”.
A apresentação de Pedro Sampaio no Rock in Rio acontece no próximo sábado (12) no Palco Mundo, com transmissão ao vivo.
Pedro Sampaio e Thiago & Graciano
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Samba e pagode no Palco Mundo? Belo e Péricles respondem e montam festival dos sonhos do gênero


Samba e pagode no Palco Mundo? Belo e Péricles respondem e montam festival dos sonhos
O samba e o pagode vêm consolidando uma presença cada vez mais forte nos grandes festivais de música, mas uma questão sempre volta a circular: afinal, já está na hora de esses ritmos conquistarem um espaço no Palco Mundo do Rock in Rio? O g1 perguntou para o Péricles e o Belo.
Embaixador do Palco Favela, Belo reuniu uma multidão na noite desta segunda-feira (7) no Rock in Rio. Para o cantor, o espaço já cumpre esse papel de forma gigante, definindo-o como o verdadeiro “palco mundo” da comunidade, da periferia e do povo preto.
Péricles e Belo se apresentaram no Rock in Rio 2026
Agnews
Leia também: Péricles mostra por que é o ‘Rei da Voz’ em show sem pagode e com muitos sucessos do soul e R&B norte-americanos
Belo prova que pagode não é menos poesia em noite de Gil e Elton John no Rock in Rio
Na mesma linha, Péricles defende que o samba já conquistou seu lugar de destaque dentro do Rock in Rio e de qualquer outro grande festival nacional, citando a força de apresentações como as de Belo, Mart’nália e Tiee.
E se fosse possível montar um line-up dos sonhos para pagodeiros e sambistas? No vídeo acima, Belo e Péricles listaram os nomes que não poderiam faltar em um palco com o gênero.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Da magia à sedução: feitiço de amor’ vale apenas por carisma de Sandra Bullock e Nicole Kidman; g1 já viu


Continuação tardia de “Da magia à sedução”, lançado em 1998, “Da Magia à sedução: feitiço de amor” é uma sequência simpática, com algum humor e leveza, que traz de volta praticamente todo o elenco do filme original, encabeçado novamente por Sandra Bullock e Nicole Kidman.
Apesar de agradável, o longa que estreia nos cinemas nesta quinta-feira (10), não possui o mesmo encanto da primeira parte e traz poucas novidades ao universo das irmãs bruxas.
A trama mostra que Sally (Bullock) e Gillian Owens (Kidman) continuam a viver juntas numa pequena cidade de Massachusetts após os eventos do filme anterior, ao lado de suas tias, Jet (Dianne Wiest) e Frances (Stockard Channing). Só que Sally, após ficar viúva novamente, deixou de lado suas habilidades mágicas e preferiu se dedicar à criação das filhas Kylie (Joey King, de “A Barraca do Beijo”) e Antonia (Maisie Williams, de “Game of Thrones”), agora crescidas.
Assista ao trailer do filme “Da magia à sedução: feitiço de amor”
Porém, ao descobrir que as mulheres de sua família são amaldiçoadas e que nunca podem se apaixonar totalmente, o que causaria a morte de seus amados, Kylie decide ir para a Inglaterra, onde a maldição começou, e acabar com ela definitivamente. Mas Sally, temendo pela vida da filha, decide ir atrás dela, junto de Gillian, e as duas passarão por situações que irão testar sua união mais uma vez.
Passagem de vassoura
Como tem se tornado uma tendência em franquias que voltam aos cinemas após anos de inatividade, “Da magia à sedução: feitiço de amor” foi concebido como um “filme legado”, ou seja, personagens mais antigos dão lugar aos mais novos para continuar a história com elementos mais modernos.
Assim, boa parte da trama é mais centrada nas filhas de Sally do que nela ou sua irmã, o que foi o diferencial do longa original. Só que as partes mais interessantes desta sequência ocorrem mesmo com Bullock e Kidman. Ainda bem, diga-se de passagem.
Antonia (Maise Williams) e Kylie (Joey King) são irmãs no filme ‘Da magia à sedução: feitiço de amor’
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Parte desse desequilíbrio é causado pelo roteiro, escrito por Akiva Goldsman (vencedor do Oscar pelo texto de “Uma Mente Brilhante” e que também co-escreveu o filme original), Georgia Pritchett (de séries como “Succession”) e Kelly Marcel (“Cinquenta tons de cinza” e “Venon: A Última Rodada”). Inspirado em “O livro da magia”, escrito por Alice Hoffman sobre as irmãs Owens, o roteiro não cria situações muito intrigantes e parece mais preocupado em repetir o que deu certo na produção realizada há mais de 25 anos.
Além disso, apesar da intenção de ser uma passagem de bastão (ou melhor, de vassoura), a trama nunca parece se decidir se vai tomar mesmo esse caminho ou deixar o protagonismo mesmo com as irmãs vividas por Bullock e Kidman, o que torna seu resultado irregular, apesar de agradável. Por causa disso, alguns personagens acabam tendo menos tempo de tela do que poderiam ou deveriam, o que pode causar até uma estranheza.
A direção de Suzanne Bier, que já tinha trabalhado com Sandra Bullock em “Caixa de Pássaros” e com Nicole Kidman em minisséries como “The Undoing”, é bastante trivial e deixa todas as situações, mesmo as mais dramáticas, bem leves. Não há peso nem tensão, como o que Griffin Dunne, diretor do primeiro filme, conseguiu imprimir, onde conseguiu flertar até com o terror, mesmo sendo uma comédia romântica.
Franny (Stockard Channing) e Jet (Dianne Wiest) estão de volta em ‘Da magia à sedução: feitiço de amor’
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A cineasta deixa tudo muito solar, o que pode agradar quem só quer ver um bom passatempo e não sofrer nenhum tipo de impacto. Só que, mesmo assim, a diretora nem sempre acerta no humor ou mesmo no romance, deixando tudo num nível mediano para bom.
Outro problema de Bier é que ela não parece muito familiar com o uso de efeitos visuais, especialmente na parte final. Nenhuma das cenas deste momento são diferenciadas ou memoráveis, o que deixa a ameaça que as protagonistas têm que enfrentar bem genérica e sem graça. No primeiro filme, pelo menos, havia algo mais impressionante, que despertava uma sensação de perigo real para as personagens. Já nessa sequência, o problema que surge contra elas só está ali para cumprir tabela. O que é uma pena.
Bruxas maduras (e cativantes)
Mesmo com esses deslizes, “Da magia à sedução: feitiço de amor” ainda é uma sequência simpática de assistir. Principalmente pelos dois trunfos que possui: Sandra Bullock e Nicole Kidman.
Bullock, que já estrelou vários sucessos, como “Velocidade Máxima” e “Gravidade”, e ganhou o Oscar em 2010 por sua atuação em “Um sonho possível”, mostra que mantém seu carisma intacto, mesmo após passar quatro anos sem estrelar um filme (o último foi “Cidade Perdida”). E mesmo depois de mais de 20 anos, se mostra bem confortável no papel de Sally, como se não interpretasse a personagem há apenas alguns meses.
Gillian (Nicole Kidman) e Sally (Sandra Bullock) enfrentam uma ameaça em ‘Da magia à sedução: feitiço de amor’
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Já Kidman mantém o lado divertido e provocador de Gillian e ganha uma camada extra ao se mostrar uma tia mais preocupada com o bem-estar das sobrinhas. Embora apareça menos do que deveria e surgir mais como “escada” para Bullock em algumas cenas, a atriz de “Babygirl” cativa e convence ao criar química com a “irmã bruxa”.
Quem não se sai muito bem é Joey King como Kylie. Não tanto por sua atuação, mas pelos problemas do roteiro, que prejudicam a sua presença na trama. Além disso, fica estranho não ver Evan Rachel Wood de volta ao papel de uma das filhas de Sally. Com trabalhos mais consistentes em sua carreira, como no filme “Aos Treze”, Wood poderia se destacar também nessa sequência. Já King faz um trabalho que não compromete, mas também não brilha.
Pior foi para Maisie Williams, que praticamente vira uma quase figurante depois da metade do filme, em cenas que nada acrescentam à trama. Situação parecida vivem Dianne Wiest e Stockard Channing. As duas atrizes, que chamaram a atenção no primeiro longa, pouco têm a fazer na continuação. Pelo menos elas estrelam duas cenas bonitas, que podem até emocionar os mais sensíveis ou nostálgicos.
Ian (Lee Pace) se interessa por Sally (Sandra Bullock) em ‘Da magia à sedução: feitiço de amor’
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Já o elenco masculino basicamente se resume a Xolo Maridueña (“Besouro Azul” e a série “Cobra Kai”), que interpreta Gideon, um rapaz que se interessa por Kylie, e Lee Pace (“Guardiões da Galáxia”), como Ian Wright, um professor que ajuda as irmãs Owens e sua passagem pela Inglaterra. Os dois não fazem nada de especial, senão dar espaço para que as atrizes se evidenciem no longa.
“Da magia à sedução: feitiço de amor” certamente vai aquecer o coração dos românticos nostálgicos que vão ao cinema apenas para se divertir sem complicações. Pelo menos, o filme vale como bom entretenimento. Mas dava para encantar um pouco mais, depois de tanto tempo que levou para as irmãs Owens e sua família de feiticeiras voltarem a se reunir na telona.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio faz aposta acertada no k-pop para renovar público e seguir relevante para novas gerações


Stray Kids é o headliner do primeiro dia de k-pop do Rock in Rio
Divulgação
O Rock in Rio ganha um marco em sua história nesta sexta (11), com a aguardada estreia do k-pop. Serão três atrações da indústria sul-coreana no Palco Mundo (Nexz, Hwasa e os headliners Stray Kids), em uma nova (e acertada) tentativa de renovação de público por parte do festival.
Pode parecer estranho para um festival com “rock” no nome. Mas a escolha reflete uma lógica que acompanha o Rock in Rio desde sua origem: entender o momento da música e trazer para o palco quem está definindo esse momento, independentemente da sonoridade.
Além disso, mostra que o Rock in Rio quer atrair e conquistar novas gerações de fãs — principalmente de um estilo que atrai fãs tão passionais, dispostos a viajar (e gastar) pelos seus artistas preferidos.
Isso é Rock in Rio
Mais do que riffs de guitarra, o melhor do Rock in Rio é quando consegue trazer atrações de grande porte, em shows que se tornam únicos e memoráveis: Queen em 1985, Beyoncé em 2013, Prince em 1991 e por aí vai.
Melhor ainda quando esses nomes vêm acompanhados de outros menores e com características em comum, formando um “dia dos sonhos” para os fãs.
Ou seja, para se manter relevante, o Rock in Rio precisa ficar de olho nos artistas e estilos que estão na crista da onda. É o caso do k-pop, que até atrasou para chegar aos festivais brasileiros, já que, há anos, os artistas sul-coreanos vêm dominando o Ocidente e o público pede por atrações desse tipo.
Os números são esmagadores e inegáveis: a título de comparação, Stray Kids e Hwasa têm videoclipes recentes com mais visualizações do que o último de Taylor Swift.
Além disso, pode ser uma alternativa para seguir representando o alto escalão do pop. Enquanto grandes divas estadunidenses estão cada vez mais avessas a tocar em festivais (difícil esperar a volta de Beyoncé ao Rock in Rio, por exemplo; Lady Gaga “pagou” o cancelamento ao vir para Copacabana), o k-pop vem aparecendo no line-up do Lollapalooza Chicago, Coachella e por aí vai. Por que não vir pra cá?
Pode ser até que o k-pop comece a aparecer no Lolla Brasil e em outros eventos. Mas de modo geral, somente o maior festival do Brasil teria recursos e perfil para trazer os maiores nomes da indústria sul-coreana, considerando que às vezes isso inclui gastos bem maiores pela distância e nível de estrutura usada nesses shows.
Hwasa é uma das atrações no dia de k-pop do Rock in Rio
Divulgação
Acerto de curadoria
O dia do k-pop é uma ideia similar ao dia do trap, que aconteceu na última edição do Rock in Rio. São propostas da curadoria para que o festival se renove, para conquistar (e quem sabe fidelizar) as novas gerações.
Atrair um público “novinho” também faz parte do festival. Em muitos sentidos, este dia de k-pop lembra o dia de pop na terceira edição do Rock in Rio, em 2001: N’Sync, Britney Spears, Sandy & Júnior e mais se apresentaram para um público bem jovem, assim como deve acontecer nesta sexta.
Até para quem não é fã das atrações sul-coreanas, especificamente, não deixa de ser animador perceber que o festival não parou no tempo, nem pretende repetir sempre as mesmas atrações. Muitas vezes, o Rock in Rio é a única chance que os brasileiros têm de ver alguns de seus artistas internacionais preferidos.
Claro que pode ser que tenha sido pontual e, daqui pra frente, os organizadores entendam que não é o caso seguir investindo no k-pop (ou que é difícil seguir encontrando headliners que topem vir para o festival, o que é uma possibilidade). Mas a julgar pelos ingressos esgotados, no mínimo valeu a tentativa.
VEJA VÍDEO: Zé Ricardo fala de estratégia para ‘pais não sofrerem’ em dia jovem no Rock in Rio
Zé Ricardo fala de estratégia para ‘pais não sofrerem’ em dia jovem no Rock in Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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Samuca e a Selva faz a festa com Silvia Machete e Carlos Dafé ao pressentir fim do grupo no álbum ‘Pra gente se acabar’


O coletivo paulistano Samuca e a Selva lança em 23 de setembro o quarto álbum do grupo, ‘Pra gente se acabar’
Kim Costa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Uma década após o primeiro álbum, “Madurar” (2016), o coletivo Samuca e a Selva já vislumbra o fim em data ainda incerta, mas em um futuro não muito distante.
Embora ainda não tenha sido decretado o término do grupo formado há 11 anos a partir da expansão da Chinela de Palha, banda paulistana de som calcado em ritmos nordestinos, o fim já está em pauta. Mas sem sofrimento ou vitimismo, como sinaliza o festivo título do quarto álbum de Samuca e a Selva, “Pra gente se acabar”, programado para ser lançado em 23 de setembro com capa que expõe arte de Santvs.
“O tempo avança, novas prioridades da vida adulta vão surgindo e o mercado muda drasticamente, favorecendo em inúmeros aspectos os artistas solo e fazendo com que as bandas, principalmente as de grandes formações, entrem, pouco a pouco num processo de extinção. Tem sido difícil manter um coletivo horizontal deste tamanho e agente, em meio a orgulho e cansaço, tem se perguntado sinceramente se ainda faz sentido”, argumenta Samuel Samuca, vocalista e fundador do grupo.
Se o fim for mesmo inevitável, o grupo Samuca e a Selva quer aproveitar cada momento com o álbum “Pra gente se acabar” em clima de entrega total. Ao longo das 14 faixas do disco, o coletivo promove a fusão de gêneros da música brasileira com ritmos latinos e com jazz, tal como fizera no álbum anterior, “Ditados populares dançantes” (2022), editado há quatro anos.
Faixa escolhida para promover o álbum, “O tempo leva” traz a voz de Carlos Dafé, cantor associado ao soul brasileiro dos anos 1970. Em “Teia de aranha”, a convidada do grupo é a cantora Silvia Machete. Já a lambada “Flor do Mistério”, parceria de Samuca com Felipe El, reúne o trio de vocalistas do grupo Abacaxepa – Bruna Alimonda, Carol Cavesso e Rodrigo Mancusi – em gravação dançante que sintetiza o espírito de festa e congraçamento do álbum “Pra gente se acabar”.
O tema que introduz o álbum, “Bença”, é cantado por Dona Deborah, avó de Samuca, aos 93 anos. “Minha avó tem uma das vozes mais lindas que eu conheço e é a pessoa que me inspirou a cantar. Tê-la abrindo esse disco é mais do que simbólico. É uma benção mesmo”, celebra o vocalista.
Produzido por Marcos Maurício com coprodução de Samuca e editado via Gorillas Records, o álbum “Pra gente se acabar” traz músicas autorais como “Baila comigo, meu irmão”, “Não é sobre você”, “Piao” e “Sobre a natureza das coisas”.
Capa do álbum ‘Pra gente se acabar’, do grupo Samuca e a Selva
Arte de Santvs /Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Alok in Rio: por que DJ aparece em dose dupla no line-up do festival?


Alok no Rock in Rio 2022
Stephanie Rodrigues/g1
Não vai faltar Alok no Rock in Rio 2026. O DJ brasileiro tem presença confirmada nesta edição em não uma, mas duas apresentações: ele fará os shows “Alok – Keep Art Human”, no dia 11 de setembro, e “Alok – Rave The World”, no dia 12.
A repetição é uma característica até comum nos festivais da Rock World. Não é novidade que várias atrações aparecem em anos seguidos e, às vezes, em uma mesma edição (caso de Bruno Mars no The Town 2023). No caso de um artista que vem mais raramente ao país, faz sentido. Mas em se tratando de um DJ nacional, faz sentido ter atrações repetidas em uma mesma edição?
Ao g1, o DJ e a organização do Rock in Rio explicaram o motivo dessa escolha, mas o caso também mostra questões do festival com nomes da música eletrônica. Entenda:
Por que Alok aparece duas vezes?
Ao g1, Zé Ricardo, curador do Rock in Rio, disse que o artista foi escolhido para subir no palco duas vezes porque é “múltiplo, camaleônico” e “se reinventa a cada espetáculo”.
“É um artista que conecta muito com o Rock in Rio, porque o Rock in Rio também tem essa característica. Os nossos palcos se reinventam, os shows são sempre únicos. E você ter um artista da grandiosidade do Alok, capaz de criar shows únicos, completamente diferentes, para o Rock in Rio é muito especial”.
“No Palco Mundo, ele tem uma função de fazer um show espetacular, com drones, um espetáculo desses grandiosos que a gente faz. No New Dance Order, ele vai voltar para as raízes da música eletrônica, ele vai fazer uma coisa muito conectada com a comunidade de música eletrônica, então são duas propostas totalmente diferentes”, explica.
“Keep Art Human” é o show que Alok leva ao Palco Mundo, no dia 11 de setembro. Essa é aquela apresentação que o DJ já vem fazendo em festivais como o Coachella, que inclui um manifesto contra a I.A. e conta com um corpo de 45 bailarinos coreografados.
Já “Rave The World”, apresentação no New Dance Order, no dia 12 de setembro, é um novo projeto idealizado pelo DJ.
“Eu estabeleci esse show primeiro para uma reconexão com a geração Z. Mas se tornou uma forma de eu me reconectar com a cena eletrônica, porque comecei a perceber que, pela primeira vez, eu não fazia mais parte dessa nova geração. Eu sinto que [esse show] é uma plataforma para a música eletrônica”.
O projeto promete entregar uma nova proposta de rave. Durante o show, Alok vai se apresentar solo e também ao lado dos pais, os DJs Ekanta e Swarup, representantes do psytrance e fundadores do festival Universo Paralello.
“A gente achou que nunca seria possível dividir um palco no Rock in Rio, mas com esse projeto é possível. Então, não é só sobre a minha performance ali, sabe? É sobre tudo que isso carrega. Então, é a minha reconexão com a minha família”.
Alok se apresenta três vezes no Rock in Rio 2026, com dois shows solo e um ‘em família’
Divulgação
Alok completa que achou “super assertivo” o convite para se apresentar duas vezes. “É muito mais eu contribuindo para o palco eletrônico, na questão da integração com a cena eletrônica, não é só ficar no Palco Mundo. Então, eu olho mais com esse olhar, da minha contribuição não estar focada somente no Palco Mundo, mas indo também para outros lugares. Eu acho que seria muito legal também se o Calvin Harris, por exemplo, fizesse o Palco Mundo e depois no outro dia fizesse um palco eletrônico, porque também traria muita força para o palco eletrônico”, diz.
Festival não costuma variar na música eletrônica
A questão vai além de Alok. O New Dance Order, palco eletrônico do Rock in Rio, foi criado em 2022 e é descrito como “a maior pista de dança da Cidade do Rock”. Para além do investimento em cenografia e estruturas grandiosas, não há muitos detalhes sobre o que norteia a curadoria do palco.
Pelo histórico do New Dance Order, o line-up não costuma variar muito — até porque um DJ consegue inovar seu repertório bem mais facilmente do que um cantor.
Cinco nomes (Bhaskar, irmão de Alok, bem como Victor Lou, Gabe, Eli Iwasa e Antdot) tocaram no New Dance Order em 2022, 2024 e 2026. Já outros 15 DJs apareceram em duas das últimas três edições. O próprio Alok tocou no Palco Mundo em 2022 e volta ao festival em 2026 para esses dois shows.
Alok se apresenta no Rock in Rio 2022
Stephanie Rodrigues/g1
Ou seja, o festival não esconde sua preferência por DJs mainstream, presentes em eventos eletrônicos de grande porte no Brasil e no mundo.
Nomes um pouco mais underground ou até de outras cenas, como os DJs de funk (afinal, é um gênero de música eletrônica brasileira) não costumam aparecer nesse palco — no máximo, acompanhados dos MCs no Palco Favela.
Mas não dá para culpar somente a curadoria. Prova disso foi o The Town 2023, que também teve um palco New Dance Order, mas com escolhas diferentes. Além de novos nomes, estavam presentes representantes de festas e coletivos de São Paulo, como Carlos Capslock, Batekoo, Gop Tun e Mamba Negra.
O palco, distante de todos os outros, não teve muita adesão do público do festival e foi extinto na edição seguinte do The Town.
Palco New Dance Order durante a apresentação da festa ODD, no The Town 2023
Marina Lourenço/g1
Ou seja, se Alok aparece mais de uma vez no line-up, pode ser uma escolha que agrada o público do festival. A organização cai no velho dilema de sempre: apostar em novidades ou manter o que já faz sucesso.
De certa forma, ao investir em diferentes apresentações com grandes estruturas, Alok está fazendo sua parte. Enquanto esse “Alok in Rio” vender ingressos e atrair gente por lá, a organização não tem por que mexer em time que está ganhando.

Fonte: G1 Entretenimento

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Criador de conteúdo adulto Lucas Drake, conhecido como LuLu LoveBottom, morre aos 31 anos


Lucas Drake, criador de conteúdo adulto conhecido como LuLu LoveBottom
Reprodução/Instagram
O ator e criador de conteúdo adulto Lucas Drake, conhecido no meio artístico como LuLu LoveBottom, morreu na segunda-feira (7), aos 31 anos. A informação é da revista “People”.
Drake acumulava mais de 30 mil seguidores nas redes sociais. Ele também se apresentava sob o nome de Hunter Hardin e divulgava seus conteúdos na plataforma OnlyFans.
De acordo com um porta-voz do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), a causa da morte não foi divulgada. O caso não é tratado pelos investigadores como uma morte suspeita de crime.
A produtora Cleodora Productions prestou homenagens ao criador nas redes sociais.
“A alma mais doce, suave, divertida, atenciosa e especial, que se tornou um amigo próximo de muitos de nós fora dos palcos. A energia dele era contagiante e ele iluminava cada sala em que entrava e cada palco em que pisava.”
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Kiko Dinucci cruza a selva da cidade de São Paulo entre as guitarras e ruídos experimentais do álbum solo ‘Medusa’


Kiko Dinucci lança hoje, 9 de setembro, o terceiro álbum solo, ‘Medusa’, com repertório inteiramente autoral
Aline Belfort / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Medusa
Artista: Kiko Dinucci
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Nona música do álbum “Medusa”, na disposição das dez faixas do terceiro disco solo de estúdio de Kiko Dinucci, “Como foi?” é bela balada de coração partido composta pelo artista paulistano com Romulo Fróes. Pela redonda arquitetura melódica, a canção poderia ter vindo com a assinatura de Roberto Carlos ou de Nando Reis, que não é nenhum Roberto, mas às vezes chega tão perto que até o ultrapassa.
Contudo, na voz de Dinucci, “Como foi?” é atravessada por ruídos na metade final da gravação de quase seis minutos, em sintonia com o tom experimental do álbum “Medusa”, primeiro disco solo do artista desde “Rastilho” (2020), álbum lançado há seis anos.
No mundo a partir de hoje, quarta-feira, 9 de setembro, em edição do selo Risco, “Medusa” é álbum de guitarras, fitas e samplers em que Dinucci radicaliza na experimentação.
Cantor, compositor e guitarrista, Kiko Dinucci é um dos nomes fundamentais da cena indie paulistana do século XXI, integrando turma que inclui outros expoentes dessa cena, como Rodrigo Campos, o supracitado Romulo Fróes e Juçara Marçal, nome aliás recorrente nas dez faixas de “Medusa”, álbum produzido por Dinucci sob a direção de Juçara.
Com capa que expõe obra criada pela artista plástica Tatiana Blass com inspiração na música “Faca da palavra”, o álbum “Medusa” transita por universo fiel ao som de Kiko Dinucci. “Claudia, Frota e eu”, parceria de Dinucci com Negro Leo, pode ser rotulada como samba em esquema noise que evoca a atmosfera de uma ou outra faixa do primeiro álbum individual do artista, “Cortes curtos” (2017), trabalho de ambiência punk que abriu a discografia solo de Dinucci há nove anos.
Também seguindo a cadência do samba, mas em tom (um pouco) mais tradicional, “Segundo eterno” é tema composto por Dinucci para a trilha sonora da peça “Avenida Paulista” (2025), encenada por Felipe Hirsch. Quando Dinucci fala em “calçada, gente correndo rumo à morte” em verso desse samba, o artista está falando da cidade natal de São Paulo (SP).
Kiko Dinucci apresenta grandes parcerias com Maria Beraldo e Romulo Fróes na safra autoral do álbum ‘Medusa’
Pablo Saborido / Divulgação
É na selva dessa cidade que vaga, sem destino e sem paz, o personagem-título de “Cão perdido”, música climática que abre o disco em faixa gravada por Dinucci com a colaboração do guitarrista Lello Bezerra no arranjo e na produção musical. Na ruidosa “Água viva”, parceria de Dinucci com Sophia Chablau, a colaboração é de Podeserdesligado, codinome artístico de produtora musical carioca (residente em São Paulo) ligada ao universo da música experimental.
Podeserdesligado também contribui, ao lado de Gustavo Infante, para a formatação de “Casca do olho”, samba com ecos do som industrial da banda alemã Einstürzende Neubauten. Já “Loira Palmer”, música de alto teor erótico composta e cantada por Dinucci com Crystal Duarte (da banda fluminense Vera Fisher Era Clubber), remete ao universo surrealista dos filmes do cineasta norte-americano David Lynch (1946 – 2025), falecido no ano passado.
E assim – entre angústias, gozos, ecos do Sonic Youth e ruídos – caminha a humanidade de Kiko Dinucci em “Medusa”, álbum que traz a voz de Maria Beraldo em “Cascuda”, coautora dessa música ouvida em bela gravação melancólica que rasga a cidade com o som da ferragem, como poetiza um verso da letra.
É assim, com o som da ferragem, que Kiko Dinucci cruza a selva da cidade de São Paulo (SP) – sem paz e sem destino como um cão perdido – entre as guitarras e os ruídos experimentais do álbum “Medusa”.
Capa do álbum ‘Medusa’, de Kiko Dinucci
Obra de Tatiana Blass

Fonte: G1 Entretenimento

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Filme pré-selecionado para concorrer ao Oscar 2027 foi gravado em Quixadá, no Ceará


Filme cearense “Feito pipa” é pré-selecionado para representar o Brasil no Oscar
Divulgação/Paris Filmes
O filme cearense “Feito Pipa”, um dos seis pré-selecionados para representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2027, foi gravado na cidade de Quixadá, no sertão central do Ceará. A decisão final do filme que vai representar o Brasil na maior competição do cinema mundial será anunciada no dia 16 de setembro.
“Feito Pipa” estreia nos cinemas no dia 5 de novembro. O longa-metragem conta a história de Gugu, um garoto de 11 anos apaixonado por futebol e criado pela avó, Dilma, uma professora aposentada que dá a ele liberdade e afeto. Quando a saúde dela piora devido ao mal de Alzheimer, o garoto precisa lidar com a possibilidade de ter que morar o com pai, Batista, com quem tem uma relação distante.
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O ator baiano Yuri Gomes dá vida ao pequeno Gugu. A atriz Teca Pereira interpreta Dilma, a avó do garoto, e Lázaro Ramos interpreta Batista, o pai dele. A obra tem roteiro de André Araújo e direção de Allan Deberton, dois cearenses nascidos em Russas, no interior do Ceará.
Lázaro Ramos interpreta Batista, pai de Gugu, personagem do ator Yuri Gomes no filme “Feito pipa”
Divulgação/Paris Filmes
Filme premiado
O filme cearense teve sua estreia mundial na Berlinale, o Festival de Cinema de Berlim, em fevereiro deste ano, e conquistou o Grande Prêmio do Júri Internacional, tornando-se um dos grandes destaques do festival alemão.
O longa ganhou cinco prêmios no Festival de Gramado, um dos mais tradicionais do Brasil, entre eles o de melhor atriz para Teca Pereira e o de Melhor Ator Coadjuvante para Lázaro Ramos. O filme também venceu o prêmio Júri Popular do Festival de Gramado, sendo eleito pelo público como seu filme favorito no evento.
O roteiro de “Feito Pipa” foi construído durante o Laboratório de Cinema da Escola Porto Iracema das Artes, em Fortaleza. Anualmente, o laboratório seleciona seis projetos e, ao longo de sete meses, os roteiristas recebem apoio financeiro e criativo, por meio de mentorias com roteiristas em atuação, para aprimorar seus roteiros.
Na corrida pelo Oscar, o longa cearense concorreu inicialmente em uma lista de 15 filmes inscritos e habilitados para a ser o representante brasileiro na premiação. Da lista, sobraram seis na pré-seleção. A decisão final da comissão será tomada em 16 de setembro. A seleção é feita pela Academia Brasileira de Cinema.
Depois de ser selecionado, a candidatura do filme brasileiro é submetida ao Oscar e concorre junto aos filmes de outros países por uma vaga nas categorias pleiteadas. O filme escolhido pelo Brasil, portanto, pode ou não ser selecionado para concorrer. Se for escolhido, o longa brasileiro irá concorrer na cerimônia do Oscar 2027, que está marcada para 14 de março de 2027.
Lázaro Ramos, Teca Pereira, Yuri Gomes e o diretor do filme “Feito Pipa”, Allan Deberton, no Festival de Gramado 2026
Divulgação/Paris Filmes
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Fonte: G1 Entretenimento

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Nome de usuário da banda Muse é alterado após Meta lançar ferramenta de IA homônima


Muse durante o Rock in Rio 2019 no palco Mundo
Marcelo Brandt/G1
A Meta lançou nesta terça-feira (8) sua nova ferramenta de inteligência artificial, o Muse. Com a novidade, a banda de rock homônima teve seu nome de usuário nas redes sociais alterado.
A mudança aconteceu logo após o anúncio da plataforma feito pelo CEO da Meta, Mark Zuckerberg. Não se sabe se a decisão partiu do próprio grupo ou da empresa.
Tanto no Instagram, plataforma da Meta, quanto no X (antigo Twitter), de Elon Musk, a identificação do Muse passou de apenas @muse para @museband.
Nas redes sociais, fãs apontaram a ironia da situação. O grupo liderado por Matt Bellamy tem em seu catálogo faixas que criticam a dependência tecnológica e o avanço dos sistemas virtuais, como “Algorithm”, lançada em 2018.
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O que é a ferramenta Muse?
O Muse foi projetado para executar ações em nome dos usuários. Para isso, pode acessar contas e informações em aplicativos de e-mail, agenda, pagamentos, saúde, compras e casa inteligente, por exemplo.
Os usuários poderão escolher a quais aplicativos o assistente terá acesso e cancelar a autorização a qualquer momento.
A conexão com aplicativos de terceiros amplia as possibilidades de uso do Muse, mas também levanta preocupações sobre os riscos para usuários e outras pessoas caso o agente execute ações indevidas.

Fonte: G1 Entretenimento