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Pitty começa a promoção do sexto álbum solo com ‘Sobremesa’


Pitty lança o single ‘Sobremesa’ em 18 de setembro, um mês antes do sexto álbum da cantora
Jorge Daux / Divulgação
♬ “Vamos direto para a sobremesa?”. Foi assim, direta e sucinta, que Pitty anunciou nas redes sociais da artista nesta quarta-feira, 9 de setembro, o single “Sobremesa”, amostra inicial do sexto álbum solo de estúdio da cantora, compositora e instrumentista, “Pitty”.
O single “Sobremesa” tem lançamento programado para 18 de setembro. Já o álbum “Pitty” chega ao mercado fonográfico um mês depois, em 16 de outubro.
“Pitty” é o primeiro álbum batizado com o nome da artista baiana na discografia solo iniciada há 23 anos com a edição do álbum “Admirável chip novo” em 2003. “Pitty” é também o primeiro disco de estúdio da artista desde “Matriz”, álbum lançado em 2019, há sete anos.
No sexto álbum, idealizado desde o fim de 2025, Pitty assina letras, melodias, riffs e a coprodução musical, além de toda a estética e narrativa do disco, que será editado via Deck, única gravadora da cantora em toda a carreira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filipe Ret, Cabelinho, Hariel, Matuê e Veigh integram em dezembro o line-up do festival Rap in cena 2026


O rapper carioca Filipe Ret apresentará o show ‘Nume’ no festival Rap in Cena 2026
Divulgação
♬ No mesmo dia em que Filipe Ret anunciou “Retianismo”, show imersivo com exposição e grafite programado para 7 de novembro no Rio de Janeiro (RJ), o rapper carioca apareceu entre os nomes confirmados no line-up da edição de 2026 do festival gaúcho Rap in Cena.
Agendado para 12 e 13 de dezembro no Parque Harmonia, em Porto Alegre (RS), o festival promove imersão na cultura do hip hop com batalhas de MCs, breaking – dança criada pelas comunidades negra e latina dos Estados Unidos na década de 1970 e desde então indissociável do rap – e, claro, shows.
Além de Filipe Ret, que fará o show “Nume”, a programação do Rap in Cena 2026 – cuja edição tem “O legado” como tema – inclui apresentações de Matuê, Veigh (com participação de Supernova), MC Hariel, Cabelinho (com participação de TZ da Coronel em show calcado no repertório do álbum colaborativo dos artistas, “Palácio de Lona”), Nanda Tsunami, MC Luanna, Wiu, Teto, MC Dricka e Brandão, entre outros 48 nomes. Uma das atrações do line-up é a Tour FKay, que une Kayblack e Vulgo FK, com participação de MC Caverinha na apresentação do festival gaúcho.
Na 12ª edição, o festival Rap in Cena tem como mote a interação entre nomes de diversas gerações da cultura hip hop brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Fã que cantou com Bring me the Horizon diz que estava ‘preparado para ser humilhado na internet’


Fã que cantou com Bring me the Horizon diz que estava ‘preparado para ser humilhado na internet’
Reprodução/Instagram
João Pedro Rodrigues já até mudou o avatar de suas redes sociais após um dia histórico em sua vida. Na nova foto: ele e Oliver Sykes, vocalista do Bring me the Horizon, cantando juntos.
No sábado (5), o jovem de 24 anos foi o escolhido pela banda inglesa para subir ao palco e cantar a música “Pray for Plagues”, do álbum “Count Your Blessings”. O Bring me the Horizon se apresentou no Palco Mundo, no Rock in Rio.
Ao g1, ele contou que assistia ao show bem perto da grade quando foi convocado. E apesar de já ter um vídeo postado nas redes cantando essa música, ficou surpreso com a escolha de Oli para a apresentação.
Leia também: Bring Me The Horizon transforma Rock in Rio em videogame grandioso, nostálgico e jogado em português
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“É uma música bem difícil e que estava ouvindo demais desde que eles regravaram o primeiro álbum. Estava tentando aprender ela, já tinha até um vídeo postado no meu TikTok cantando ela no karaokê um tempo atrás. Mas naquela época, eu ainda achava que ele iria chamar para cantar ‘Antivist’, do ‘Sempiternal’, que também tenho na ponta da língua.”
João não é música, mas já teve algumas bandas covers em seu tempo de escola, só que os projetos não foram para frente. “Quem sabe agora não rola depois dessa chance com o Oli, né?”
Ele ainda diz que ficou feliz e surpreso com os elogios do público com seu gutural, uma técnica de distorção vocal muito usada por artistas do metal para emitir sons graves e “rasgados”.
“Pô, eu realmente queria que tivesse saído melhor, mas do jeito que eu tava no palco, quase morrendo, acho que foi o melhor que deu”, brinca.
“Mas fiquei feliz demais com os elogios. Já estava preparado pra ser humilhado na Internet quando saí, mesmo tendo realizado um sonho.”
“Mas com todos os elogios que recebi e continuo recebendo, o pessoal achando que foi combinado, a experiência de ter cantado com o Oliver foi mais foda ainda.”
João diz que não teve mais contato com a banda depois de descer do palco, mas ficou marcado por um elogio do próprio Oli ao final da apresentação.
“Estava torcendo para que eu pudesse falar com a banda depois do show, mas só pude abraçá-lo e dar um oi antes de entrar no palco. E a última coisa que ouvi foi o ‘Muito bom’ que o Oli soltou para mim no fim da música. Fiquei feliz demais pelo reconhecimento dele. Inacreditável.”
Oliver Sykes, vocalista do Bring me the horizon
Divulgação/Rock in Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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Veja os seis filmes brasileiros pré-selecionados para o Oscar 2027


Montagem com os seis filmes escolhidos pela Academia Brasileira de Cinema.
Reprodução
A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta terça-feira (9) os seis filmes pré-selecionados para representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2027.
Ao todo, 15 longas-metragens foram inscritos e habilitados para a seleção. Agora, a comissão responsável pela escolha vai definir qual dos seis títulos será o representante brasileiro na premiação.
A decisão final será tomada em 16 de setembro, quando a comissão fará a última reunião. A cerimônia do Oscar 2027 está marcada para 14 de março de 2027.
Agora no g1
Veja abaixo os seis filmes que estão na disputa:
Cartaz do filme ‘100 Dias’.
Reprodução.
‘100 Dias’
O filme, dirigido por Carlos Saldanha, acompanha o navegador Amyr Klink durante uma travessia do Atlântico Sul a remo entre a África e o Brasil. Sozinho em um pequeno barco, ele enfrenta o medo, a solidão e os limites físicos e psicológicos impostos pela jornada.
A viagem também leva o personagem a revisitar memórias, conflitos familiares e escolhas do passado. A travessia pelo oceano se transforma, assim, em uma jornada de autoconhecimento.
Cartaz do filme ‘A Fabulosa Máquina do Tempo’.
Reprodução
‘A Fabulosa Máquina do Tempo’
No filme de Eliza Capai, que se passa no sertão do Piauí, meninas entre a infância e a adolescência imaginam uma máquina do tempo para revisitar as histórias de suas mães e avós. Entre cultos evangélicos, redes sociais e sonhos para o futuro, elas refletem sobre pobreza, desigualdade e o que significa se tornar mulher.
Cartaz do filme ‘A Natureza das Coisas Invisíveis’.
Reprodução
‘A Natureza das Coisas Invisíveis’
De Rafaela Camelo, o longa apresenta Glória, de 10 anos, que passa as férias no hospital onde a mãe trabalha como enfermeira. É lá que ela conhece Sofia, uma menina preocupada com a saúde da bisavó e convencida de que a internação no hospital contribuiu para a piora dela.
As duas criam uma amizade a partir do desejo de deixar o hospital. Depois, elas e suas mães seguem para um refúgio no interior de Goiás, onde vivem os últimos dias de um verão marcado por descobertas e despedidas. O longa é uma coprodução entre Brasil e Chile.
Cartaz do filme ‘Feito Pipa’.’
Reprodução
‘Feito Pipa’
Gugu é um garoto de 12 anos apaixonado por futebol e criado pela avó, Dilma, uma professora aposentada que oferece a ele uma vida livre, afetiva e criativa. A relação com o pai, Batista, é diferente e marcada por ausências, expectativas e sentimentos que não são colocados em palavras. O conflito ganha força quando Gugu precisa enfrentar a possibilidade de passar a morar com o pai. O filme é de Allan Deberton.
Cartaz do filme ‘Nosso Segredo’
Reprodução
‘Nosso Segredo’
O filme de Grace Passô acompanha uma família negra que tenta reconstruir a rotina depois de sofrer uma perda recente. Cada integrante lida com o luto de uma maneira diferente, enquanto o filho mais novo guarda um segredo. A revelação desse segredo faz com que a família encare as raízes de suas dores e tente encontrar, junta, um novo caminho.
Cartaz do filme ‘Vicentina Pede Desculpas’.
Reprodução
‘Vicentina Pede Desculpas’
Em uma manhã em Belo Horizonte, um ônibus lotado sofre um acidente depois de desviar da pista e cair em uma avenida. Um passageiro fica gravemente ferido, enquanto os demais ocupantes, incluindo o motorista Wesley, morrem.
Imagens de câmeras de segurança levantam especulações de que o motorista poderia ter provocado o acidente de propósito. A tragédia deixa Vicentina, uma professora aposentada de 75 anos e mãe de Wesley, devastada.
Sem saber como seguir em frente, ela decide procurar as famílias das vítimas para pedir desculpas. Na busca por respostas, porém, Vicentina encontra situações e verdades que nem sempre são as que esperava. O filme é de Gabriel Martins.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Mesa de quijá’: compositor explica ‘erro’ em música de Joelma que voltou a viralizar 24 anos depois


Cantora Joelma durante apresentação
Reprodução
“Príncipe Encantado”, música gravada por Joelma ainda nos primeiros anos da Banda Calypso, voltou a chamar atenção nas redes sociais mais de duas décadas depois de seu lançamento.
O motivo está em um trecho específico da letra: 🎶”Longe de você eu fico louca, tentando desvendar os seus mistérios, um copo sobre a mesa de quijá”.🎶
A expressão despertou a curiosidade de internautas, que passaram a questionar o significado da palavra. A criadora de conteúdo Gabo Panteleão (4,6 milhões de seguidores no Instagram), por exemplo, publicou um vídeo perguntando “o que ‘boba’ é quijá, hein, Joelma?”.
O vídeo ultrapassou 1,5 milhão de visualizações e rendeu comentários como “Sempre cantei sobre a mesa de cristal”, ou ainda, “Essa confusão deixou a música ainda mais perfeita”.
Compositor respondeu reconhecendo erro na letra
Rock in Rio 2026 – ao vivo no g1
A resposta é que “quijá” não existe. A palavra surgiu de um erro cometido pelo próprio compositor da música, que confundiu a grafia de “Ouija”, nome do tradicional tabuleiro associado a sessões para supostamente se comunicar com espíritos.
“Em 2002, eu tinha assistido no cinema do Shopping Recife ao filme ‘Jogos dos Espíritos’ e aquilo ainda estava fresco na minha cabeça.. Por isso aparecem na letra a mesa de Ouija, a bola de cristal e as cartas. Ela procura de todas as formas alguma resposta, até no plano espiritual, para descobrir se aquele amor ainda existe”, comentou Beto Caju.
“Agora vem a parte engraçada: quando vi ‘Ouija’ escrito no filme, aos 24 anos, entendi que aquilo se chamava ‘Quijá’. Achei que aquele ‘O’ era um ‘Q’ e escrevi assim na música, acreditando que estava certo. E assim nasceu a famosa ‘mesa de Quijá’ de ‘Príncipe Encantado’. O correto era Ouija, mas o meu ‘Quijá’ foi gravado, a música fez sucesso e acabou ficando para a história.”
Joelma mudou ‘mesa de ouija’ por revelação em ‘sonhos’
Cantora Joelma se apresentou na Virada Cultural 2024 no Centro de São Paulo.
Edson Lopes Jr./Secom/PMSP
Ao longo da carreira, Joelma chegou a substituir o trecho da “mesa de quijá” por:

“Tentando desvendar os seus mistérios
Quem sabe um sonho possa me mostrar
Ou mesmo que meu coração fique em pedaços”.
Ao g1, a equipe da cantora explicou que “Príncipe Encantado” segue fazendo parte de seu repertório, mas não revelou se a música estará no setlist da apresentação no Rock in Rio.
Música ganhou versões de piseiro e arrocha
A volta da música às redes acontece em um momento em que “Príncipe Encantado” também ganhou novas gravações.
No início de agosto de 2026, Rey Vaqueiro divulgou uma versão da composição, que mistura o romantismo da letra ao universo da vaquejada. Já no início de setembro, Nadson Ferinha lançou outra versão da música, desta vez em ritmo de arrocha.
Joelma se apresenta no Palco Sunset neste domingo (13), último dia do festival, ao lado de Viviane Batidão, levando os ritmos paraenses ao evento.
Cantora Joelma completa 50 anos
Geraldo Lima

Fonte: G1 Entretenimento

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O que é e para que serve o sensor no braço de José Loreto em ‘Quem Ama Cuida’?


Reprodução/Instagram/gshow
O pequeno disco branco que aparece no braço de José Loreto em cenas de Quem Ama Cuida é um sensor de monitoramento contínuo de glicose, tecnologia usada por pessoas com diabetes para acompanhar as variações da glicemia ao longo do dia. Loreto tem diabetes tipo 1 desde os 14 anos.
O aparelho fica preso à pele e tem um filamento muito fino inserido logo abaixo dela. Em vez de medir diretamente o açúcar no sangue, como ocorre no teste feito com uma gota retirada da ponta do dedo, o sensor acompanha a glicose no líquido intersticial, que fica entre as células, e registra sucessivas medições ao longo das 24 horas.
As informações podem ser consultadas em um leitor ou no celular e mostram não apenas o valor da glicose naquele instante, mas também sua tendência —se está subindo, estável ou caindo. Em alguns modelos, o sistema ainda emite alertas diante do risco de hipoglicemia ou hiperglicemia.
Insulina, sensores e correções no jogo: como Zverev administrou a diabetes até o título
Sensor não aplica insulina
O aparelho usado por Loreto serve para monitorar a glicose, não para liberar insulina no organismo. Essa distinção é importante porque, na diabetes tipo 1, o tratamento depende da reposição do hormônio que o pâncreas deixou de produzir.
As leituras do sensor ajudam a pessoa a decidir, de acordo com a orientação médica, quando é necessário corrigir uma glicose elevada, ingerir carboidrato diante de uma queda ou ajustar a dose de insulina associada às refeições.
É também por isso que acompanhar apenas um número isolado pode não ser suficiente. Uma glicose de 100 mg/dL, por exemplo, tem significados diferentes se estiver estável ou se estiver caindo rapidamente. Os sensores mostram essa direção por meio de setas de tendência.
Para o endocrinologista Clayton Macedo, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e do Hospital Israelita Albert Einstein, essa é uma das principais vantagens da tecnologia: ela permite perceber uma queda antes que a glicose atinja níveis perigosos. Alguns equipamentos também disparam alarmes diante do risco de hipoglicemia, inclusive durante o sono.
Por que quem tem diabetes precisa monitorar glicose
Na diabetes tipo 1, o sistema imunológico ataca as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina. Sem o hormônio, a glicose se acumula no organismo e precisa ser controlada com aplicação de insulina e monitorização frequente.
As oscilações podem ocorrer ao longo de todo o dia. Alimentação, atividade física, doses de insulina, sono, estresse e até uma infecção podem interferir nos níveis de glicose.
Quando ela cai demais, ocorre a hipoglicemia, que pode provocar tremores, suor, palpitação, confusão e, nos casos mais graves, perda de consciência e convulsões. No sentido oposto, a hiperglicemia é a elevação excessiva da glicose. Se persistente, aumenta o risco de complicações; em pessoas com diabetes tipo 1, uma descompensação grave também pode evoluir para cetoacidose diabética.
Sem o sensor, esse acompanhamento costuma ser feito por meio da glicemia capilar, com uma pequena punção no dedo. A endocrinologista Joana Dantas, da SBEM e da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), explica que pessoas com diabetes tipo 1 podem precisar fazer várias dessas medições ao dia, incluindo antes das refeições e antes de dormir.
O sensor amplia essa fotografia. Em vez de alguns pontos isolados, registra o comportamento da glicose durante praticamente todo o dia e permite identificar, por exemplo, quedas durante a madrugada ou elevações recorrentes depois de determinadas refeições.
Sensor e picada não medem a mesma coisa
Apesar de ambos serem usados para acompanhar a glicose, os dois métodos fazem medições em locais diferentes.
A glicemia capilar analisa a glicose diretamente no sangue. Já o sensor mede sua concentração no líquido intersticial, que envolve as células.
Isso provoca um pequeno atraso entre a mudança observada no sangue e aquela captada pelo aparelho. A diferença tende a ficar mais perceptível quando a glicose está subindo ou caindo depressa, como durante exercício intenso ou após uma refeição.
Por isso, o teste no dedo não desapareceu com a chegada dos sensores. Ele ainda pode ser necessário para confirmar uma leitura, principalmente quando o valor mostrado pelo equipamento não combina com os sintomas da pessoa ou diante de suspeita de hipoglicemia.
Tipos de sensores
Embora sejam parecidos por fora, os dispositivos disponíveis não funcionam todos da mesma forma.
Nos sistemas conhecidos como flash, o sensor armazena as informações, que podem ser consultadas com um leitor ou celular. Já os equipamentos de monitoramento contínuo em tempo real enviam as medições automaticamente e podem emitir alarmes quando a glicose ultrapassa determinados limites ou começa a cair rapidamente.
A duração também varia conforme o modelo. Em geral, o dispositivo permanece preso à pele por cerca de duas semanas antes de ser substituído.
O uso contínuo permite ainda calcular indicadores que vão além da glicemia de um único momento. Um deles é o tempo no alvo, que mostra quanto do dia a pessoa permanece dentro da faixa de glicose estabelecida para ela.
Esse tipo de dado ajuda o médico a identificar padrões que poderiam passar despercebidos em medições pontuais.
Existem sistemas que liberam insulina automaticamente
O disco preso ao braço, sozinho, é apenas um monitor. Mas os sensores também podem fazer parte de sistemas mais complexos.
Nos chamados sistemas híbridos, o monitor se comunica com uma bomba de insulina, equipamento que libera pequenas quantidades do hormônio continuamente. Um algoritmo utiliza as leituras da glicose para aumentar, diminuir ou suspender parte dessa liberação.
Essas tecnologias são chamadas, de forma mais coloquial, de sistemas de “pâncreas artificial”, porque automatizam parte de uma função que o organismo perdeu.
Mesmo nesses casos, porém, o tratamento não funciona de maneira totalmente autônoma. A pessoa continua precisando acompanhar o sistema, informar refeições em muitos modelos e seguir as orientações da equipe de saúde.
Benefício além de evitar picadas no dedo
A redução das punções é uma das vantagens mais visíveis do monitor contínuo, mas não é a principal diferença do ponto de vista médico.
Ao acompanhar a curva de glicose durante as 24 horas, o dispositivo pode ajudar a diminuir episódios de hipoglicemia, reduzir o período em que a glicose permanece fora da faixa desejada e melhorar o controle da doença a longo prazo. Também permite ao médico enxergar alterações que aconteceriam entre uma medição capilar e outra.
É essa capacidade de transformar uma sequência de números em uma curva —mostrando não só quanto está a glicose, mas para onde ela está caminhando— que tornou o pequeno sensor no braço parte da rotina de muitas pessoas com diabetes tipo 1.

Fonte: G1 Entretenimento

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John Malkovich cancela apresentação em Israel após citação falsa atribuída a ele em comunicados para a imprensa

John Malkovich cancelou uma apresentação que faria em Israel depois que os produtores divulgaram uma declaração atribuída ao ator americano que, segundo ele, era completamente falsa. O produtor do espetáculo reconheceu o problema e o atribuiu a um “erro humano”.
Israel tem enfrentado um crescente isolamento cultural nos últimos anos por causa da guerra em Gaza, da violência de colonos e da ocupação militar da Cisjordânia. Diversos artistas internacionais se recusaram a se apresentar em Israel, e o Festival de Israel, um evento cultural anual, foi realizado neste ano sem nenhuma atração internacional.
Malkovich faria a apresentação de “The Music Critic”, uma comédia que combina música clássica e críticas a compositores mundialmente famosos, em Tel Aviv, em abril.
Um comunicado de imprensa divulgado recentemente citou Malkovich dizendo: “Estou muito feliz por voltar a Israel e espero reencontrar o caloroso público israelense, por quem sinto uma forte proximidade e solidariedade.” A declaração foi publicada por alguns veículos de imprensa de Israel e dos Estados Unidos.
Malkovich disse à revista “The Hollywood Reporter” que “nunca fez as declarações que foram citadas, nem foi consultado antes de elas serem publicadas”.
“Eu não disse essas frases e elas certamente não foram aprovadas por mim, nem refletem meus sentimentos”, afirmou. “Por esse motivo, decidi que não posso participar da apresentação em Tel Aviv.”
Os representantes de Malkovich não responderam imediatamente a um pedido de comentário.
Alon Yurik, produtor israelense do espetáculo, afirmou em comunicado que a declaração foi atribuída erroneamente a Malkovich por causa de um “erro humano”. Segundo ele, a produção entrou em contato com veículos de imprensa para retirar a declaração e corrigir as reportagens, além de ter pedido desculpas.
“Lamento que o incidente tenha chegado ao ponto de a apresentação ser cancelada”, disse Yurik.
Malkovich já se apresentou em Israel anteriormente. Ele afirmou que se apresentar em um país não significa que concorde com seus líderes políticos ou com suas políticas.
Malkovich foi indicado duas vezes ao Oscar. Entre seus trabalhos no cinema estão “Ligações Perigosas”, “Na Linha de Fogo” e “Con Air — A Rota da Fuga”.
Em 1999, ele interpretou uma versão fictícia de si mesmo em “Quero Ser John Malkovich”. No filme, um criador de fantoche em dificuldades, interpretado por John Cusack, descobre um portal que leva à cabeça do ator.

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que Elton John usa cadeira de rodas? Cantor deixou o país em uma após apresentação no Rock in Rio


Elton John toca ‘Your Song’ no Rock in Rio
Depois de se apresentar no Palco Mundo do Rock in Rio, na noite desta segunda-feira (7) com baladas imbatíveis, Elton John deixou o país usando uma cadeira de rodas.
O cantor foi visto a bordo de uma no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, e sendo levado por um funcionário do local depois de acenar para fãs.
Mas por que Elton, que fez uma apresentação impecável ao longo de quase 2h30 no festival, sem qualquer sinal de dor, precisou da cadeira de rodas?
Aos 79 anos, Elton John teve algumas questões de saúde nos últimos anos e já passou por diversos procedimentos médicos. Em 2017, o músico quase morreu por uma infecção pós-operatória após a retirada de um tumor na próstata.
Já em 2021, após uma lesão em casa, Elton teve que adiar a “Farewell Yellow Brick Road”, retornando em 2023, para realizar uma cirurgia de substituição do quadril.
Na época, o cantor contou que caiu de forma desajeitadamente em uma superfície dura no final de suas férias de verão. “Tenho sentido dores e desconforto consideráveis ​​no quadril desde então. Apesar de fisioterapia intensiva e tratamento especializado, a dor continuou a piorar e está levando a dificuldades crescentes de movimentação”.
É justamente por causa dessa queda seguida de cirurgia que o cantor tem a necessidade da cadeira de rodas.
Em 2023, o cantor foi hospitalizado após escorregar em casa novamente.
As questões de saúde do cantor não pararam por aí. Em 2024, ele revelou nas redes sociais que teve uma infecção severa no olho, que o deixou com visão limitada em um dos olhos. Ele acrescentou que não conseguia ler e isso era “uma droga, mas vamos superar”.
Apesar de tudo isso, o britânico garante que está bem e segue fazendo shows sem perder o bom humor. “Para ser sincero, não sobrou muito de mim”, brincou à revista “People” em 2024.
“Não tenho amígdalas, adenoides nem apêndice. Não tenho próstata. Não tenho quadril direito, nem joelho esquerdo ou direito. Na verdade, a única coisa que me resta é o quadril esquerdo. Mas ainda estou aqui.”
Elton John se apresentou no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Elton John no Rock in Rio
Elton John foi o headliner do Palco Mundo no dia 7 de setembro, no Rock in Rio. O lendário músico não vinha ao Brasil desde 2017, quando trouxe uma turnê conjunta com James Taylor.
Em seu retorno, trouxe grandes hinos românticos e o cantor trajando um terno de paletó amarelo fluorescente e camisa azul marinho. Em sua terceira vinda ao Rock in Rio e oitava vez no país, Elton se tornou o headliner mais velho da história do festival.
Leia a crítica: Aos 79 anos, Elton John esquece aposentadoria em show no Rock in Rio com baladas imbatíveis
Desde então, Elton fez sua turnê de despedida, lançou diversos projetos e teve algumas questões de saúde. Mas não dá para dizer que a vinda ao Rock in Rio marque uma volta dele às turnês: é mais uma vinda esporádica.
No palco, ele fez um show com 24 músicas tocadas em 2 horas e 15 minutos, permeada por interações bem econômicas.
“Este ano seria o centésimo aniversário da Marilyn Monroe e essa música é sobre ela”, disse, antes de “Candle in the wind”. “Com vocês, Dua Lipa”, disse, quando a cantora apareceu no telão em “Cold Heart”. “Essa música foi a mais rápida que escrevi com Bernie. E ela só é popular no Brasil”, disse sobre “​Skyline Pigeon”, trilha da novela “Carinhoso” (1973).
Elton John se apresentou no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Elton parou de fazer shows?
Em 2018, Elton anunciou que pretendia parar de fazer turnês. Na época, explicou que queria focar na família, que inclui seus filhos e o marido David Furnish.
“Eu estou fazendo turnês desde que eu tinha 17 anos (…). Acho que é a hora certa de agradecer meus fãs e dizer adeus. Tivemos filhos e mudamos nossas vidas, e em 2015, quando nos sentamos para analisar o horário escolar deles, dissemos: ‘Vou perder muita coisa disso’. Minhas prioridades mudaram. Eu amo tanto [meus filhos]. Não quero perdê-los e não quero que eles me percam”, explicou, na época, à CNN.
A despedida veio com a turnê “Farewell Yellow Brick Road”, que começou em 2018 e terminou em 2023, com interrupções devido à pandemia e a uma cirurgia de quadril.
Foram mais de 300 shows ao redor do mundo, marcando a terceira turnê de maior arrecadação de todos os tempos. Vale dizer, contudo, que a turnê não passou pela América do Sul.
Elton John e James Taylor fazem shoiw em SP
Marcelo Brandt / G1
Ele mudou de ideia?
A vinda de Elton ao Rock in Rio não significa que ele voltou atrás nessa decisão. É que, apesar de dizer que não queria mais fazer turnês, ele nunca disse que pararia completamente de fazer shows.
Aliás, nem o marido dele acredita que o músico vai abandonar os palcos. “Elton nunca deve parar de se apresentar. Acho que ele sente que precisa de um respiro, precisa dar um passo para trás e dar uma pausa”, disse Furnish ao “Music Week” em 2018.
Desde o fim da “Farewell Yellow Brick Road”, o músico segue se apresentando em festivais, como o Glastonbury e o Rock in Rio, bem como em datas isoladas em diferentes locais.
Ele só não entrou em uma agenda mundial de turnês como já fez tantas vezes em sua carreira — e considerando que Elton chegou a prometer vir à América do Sul na turnê de despedida, mas não o fez, ele estava nos devendo.
Elton John e Gilberto Gil fazem shows emocionantes, no 4° dia de Rock in Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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Entrada de mansão de Nicolas Cage desaba e abre cratera gigante em Malibu


Buraco apareceu em mansão do ator Nicolas Cage em Malibu, Estados Unidos
Divulgação/Reprodução @CityofMalibu
A entrada para carros de uma mansão à beira-mar do ator Nicolas Cage desabou na manhã dessa terça-feira (8), abrindo uma enorme cratera em frente à casa. A residência fica em Malibu, na Califórnia.
O desabamento provocou um vazamento de gás pouco antes das 6h, levando autoridades e uma empresa de serviços públicos a atender a ocorrência. A SoCalGas informou que o vazamento estava sob controle algumas horas depois, mas que interromperia temporariamente o fornecimento de gás natural em um trecho de 26 metros da rua, como medida de precaução diante da erosão costeira.
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Representantes de Cage não responderam imediatamente aos pedidos de comentário. Registros imobiliários mostram que a propriedade foi vendida em 2024, e o antigo proprietário disse ao New York Times, na época da venda, que Cage era o comprador.
Vista aérea de uma cratera que provocou o desabamento da entrada para carros de uma mansão à beira-mar pertencente ao ator Nicolas Cage, na terça-feira, 8 de setembro de 2026, em Malibu, Califórnia.
AP Photo/Ethan Swope
A mansão foi danificada durante um alerta de inundação costeira na região de Los Angeles, provocado pelos efeitos persistentes de Marie, que havia sido um furacão antes de voltar à condição de tempestade tropical. Embora Marie não tenha tocado o continente, trouxe chuva e provocou ondas perigosas ao longo do litoral do sul da Califórnia durante o feriado prolongado.
A cidade de Malibu proibiu, na terça-feira, a entrada em um total de cinco casas na rua, disseram autoridades em um comunicado.
Cage, de 62 anos, estrelou recentemente a série da Amazon “Spider-Noir”. Ele também interpretará John Madden em um filme biográfico sobre o treinador e comentarista da NFL, com lançamento previsto para o fim deste ano. O ator já participou de mais de 100 filmes e ganhou um Oscar por “Despedida em Las Vegas” (“Leaving Las Vegas”).
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘South Park’ satiriza Trump e muda nome para ‘South America’ em chamada da nova temporada


Anúncio da animação ‘South Park’ com ‘novo nome”.
Reprodução/Comedy Central
A série animada “South Park” anunciou uma mudança de nome em resposta às recentes iniciativas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de alterar nomes de locais para fazer referência à “América”.
Em uma chamada para a nova temporada da animação, o programa anunciou que passará a se chamar “South America”.
“Inspirados pela coragem e pelo patriotismo da Apple e do Google, estamos mudando o nome de South Park para SOUTH AMERICA”, disseram os criadores Matt Stone e Trey Parker em um comunicado.
🌎 Apple e Google cederam às investidas de Trump e alteraram, em suas configurações e mapas, o nome de acidentes geográficos como o Lago Ontário, que para usuários dos Estados Unidos, agora se chama Lago América.
Os dois também agradeceram à Paramount, empresa controladora da série, em uma referência irônica à fusão da companhia com a Warner Bros. Discovery.
A Paramount Skydance, controladora da série e pertencente ao empresário David Ellison, aliado de Trump, teve aprovada pelo governo americano uma fusão de US$ 111 bilhões com a Warner Bros. Discovery.

Fonte: G1 Entretenimento