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‘South Park’ satiriza Trump e muda nome para ‘South America’ em chamada da nova temporada


Anúncio da animação ‘South Park’ com ‘novo nome”.
Reprodução/Comedy Central
A série animada “South Park” anunciou uma mudança de nome em resposta às recentes iniciativas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de alterar nomes de locais para fazer referência à “América”.
Em uma chamada para a nova temporada da animação, o programa anunciou que passará a se chamar “South America”.
“Inspirados pela coragem e pelo patriotismo da Apple e do Google, estamos mudando o nome de South Park para SOUTH AMERICA”, disseram os criadores Matt Stone e Trey Parker em um comunicado.
🌎 Apple e Google cederam às investidas de Trump e alteraram, em suas configurações e mapas, o nome de acidentes geográficos como o Lago Ontário, que para usuários dos Estados Unidos, agora se chama Lago América.
Os dois também agradeceram à Paramount, empresa controladora da série, em uma referência irônica à fusão da companhia com a Warner Bros. Discovery.
A Paramount Skydance, controladora da série e pertencente ao empresário David Ellison, aliado de Trump, teve aprovada pelo governo americano uma fusão de US$ 111 bilhões com a Warner Bros. Discovery.

Fonte: G1 Entretenimento

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Documentário sobre Elon Musk usa IA para simular entrevista com declarações polêmicas do bilionário

Um novo documentário sobre Elon Musk usa um avatar criado por computação gráfica e sincronização de voz com inteligência artificial para simular uma entrevista com o CEO da SpaceX e da Tesla, utilizando declarações que ele realmente fez em outras entrevistas.
A escolha foi intencionalmente irônica, segundo o cineasta Alex Gibney, que falou sobre o filme nesta terça-feira (8), em Veneza, antes da estreia mundial da produção. A estratégia faz referência à ideia defendida por Musk de que todos nós vivemos em uma simulação e, ao mesmo tempo, provoca suas opiniões consideradas paradoxais e mutáveis sobre a tecnologia.
Gibney afirmou que o objetivo é transmitir a “realidade do que ele fez e a irrealidade de sua narrativa”.
Os cineastas consultaram advogados antes de avançar com a ideia e receberam autorização para usar o avatar de Musk.
O cineasta vencedor do Oscar esteve no Festival de Cinema de Veneza acompanhado de Ashley St. Clair, uma ex-influenciadora conservadora que tem um filho com Musk e aparece no filme. Ela fala sobre o relacionamento entre os dois, a personalidade do empresário e o acordo de confidencialidade que lhe foi apresentado — e que ela se recusou a assinar — para garantir o pagamento de pensão relacionada à paternidade.
“Foi-me oferecida a oportunidade de não falar por US$ 40 milhões”, disse ela.
No início deste ano, St. Clair também processou a empresa de inteligência artificial de Musk, alegando que o chatbot Grok permitia que usuários criassem imagens falsas de teor sexual envolvendo ela. Segundo ela, as imagens provocaram humilhação e sofrimento emocional.
O filme também aborda a aquisição do X por Musk e o que Gibney descreve como uma manipulação do algoritmo da plataforma.
“Uma coisa que eu não entendia corretamente quando comecei o filme era como Musk ajustou os algoritmos do Twitter para, na verdade, priorizar a hostilidade e o ódio em vez daquilo que deveria ser uma praça pública”, afirmou Gibney.
A repórter da revista Wired Zoë Schiffer, que também participa do documentário, acrescentou que “ele ajustou o algoritmo, tanto para reduzir a presença do jornalismo tradicional quanto para ampliar alguns dos comentários e vozes mais inflamatórios da plataforma”.
St. Clair disse acreditar que Musk está alimentando conflitos e “provocando uma divisão deliberada que poderia ser catastrófica se não fosse regulamentada ou contida”.
Com quase quatro horas de duração, Musk aborda a infância traumática do empresário, incluindo uma entrevista com seu pai, Errol Musk. O documentário também acompanha os primeiros anos de Musk no Vale do Silício, seu trabalho no DOGE durante o segundo governo de Donald Trump e sua atuação na política de direita internacional.
Segundo Gibney, o filme seria muito mais curto antes de Musk se envolver na campanha de Trump.
Entre os entrevistados estão Martin Eberhard, cofundador da Tesla; Justine Musk, primeira mulher de Musk; o neurologista Sam Harris; a jornalista de tecnologia Kara Swisher; e Samantha Power, ex-administradora da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).
O documentário também aborda preocupações sobre as informações coletadas sobre cidadãos americanos pelos integrantes do DOGE, que tiveram amplo acesso a diversas agências do governo dos Estados Unidos.
O filme “Musk” será lançado nos cinemas em outubro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tailândia investiga morte de influenciador britânico após procedimento de aumento peniano


Igho Ubiribo
Reprodução/Instagram
As autoridades da Tailândia abriram uma investigação sobre uma clínica de Bangcoc onde um empresário e influenciador britânico de origem nigeriana morreu após ser submetido a um procedimento de aumento peniano.
Igho Ubiribo, de 43 anos, morreu em 6 de março, horas depois de receber uma aplicação de ácido hialurônico no local. Segundo um legista de Londres, que analisou o caso no mês passado, a substância aplicada no procedimento provocou a morte.
O caso voltou a chamar a atenção para os riscos de procedimentos estéticos realizados no país, que é um dos principais destinos de turismo médico do mundo.
Ubiribo, conhecido como “Tiny” ou “Ego”, segundo reportagens da imprensa britânica, tinha cerca de 185 mil seguidores no Instagram. Na rede social, compartilhava fotos ao lado da mulher, Danielle, e mostrava um estilo de vida luxuoso.
Após a morte, o Ministério da Saúde da Tailândia determinou uma investigação sobre a clínica. Na segunda-feira (7), funcionários do governo estiveram no estabelecimento, localizado no centro de Bangcoc.
As autoridades querem verificar, entre outros pontos, se a clínica tinha licença para funcionar e se seguia os protocolos de segurança exigidos. As informações foram divulgadas por um funcionário do Ministério da Saúde à agência AFP.
O que aconteceu
Segundo o relatório forense britânico divulgado em agosto, Ubiribo recebeu uma aplicação de preenchimento com ácido hialurônico e, depois do procedimento, estava recebendo uma massagem quando reclamou de dores no peito e desmaiou.
Ele foi levado de ambulância para um hospital. A equipe médica suspeitou de uma embolia pulmonar, mas o empresário perdeu a consciência antes que pudesse ser submetido a uma tomografia computadorizada.
Os médicos tentaram reanimá-lo por mais de 100 minutos, mas não conseguiram reverter o quadro. Ubiribo foi declarado morto.
Cinco procedimentos
De acordo com informações fornecidas pela administração da clínica aos investigadores, Ubiribo era paciente do estabelecimento desde 2024 e já havia realizado cinco procedimentos de aumento peniano.
As quatro primeiras aplicações ocorreram entre 2024 e 2025. Na quinta visita, em 5 de março, ele recebeu 40 mililitros de preenchimento.
Ainda segundo a clínica, o médico havia recomendado que a aplicação fosse dividida em duas sessões. Ubiribo, no entanto, teria pedido que toda a quantidade fosse injetada de uma só vez.
A investigação deverá apurar se o procedimento foi realizado de acordo com as normas de segurança e se houve falhas na conduta médica.
O ácido hialurônico é uma substância amplamente utilizada em procedimentos estéticos. As aplicações são consideradas minimamente invasivas, mas, como outros procedimentos médicos, podem apresentar riscos e complicações.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Mestrinho retorna ao Rock in Rio e quer mostrar o ‘forró em sua essência purinha’ no festival


Mestrinho canta no Forró Caju em Aracaju.
PMA
No Rock in Rio 2024, Mestrinho estreou no festival e mostrou toda sua habilidade com a sanfona na abertura de sua apresentação, mesclando acordes de clássicos de forró, como “A Volta da Asa Branca” e “Que Nem Jiló”, com sucessos lendários do rock, como “Love of My Life” e “We Are The Champions”, do Queen, e “Sweet Child O’ Mine”, do Guns N’ Roses.
Neste ano, o artista de 37 anos, que foi o primeiro sanfoneiro a ter um show solo no Rock in Rio, repete sua participação no evento. Ele se apresenta no Palco Global Village, no dia 12 de setembro. Mas, desta vez, ele deixará o rock para os artistas do gênero. (Veja programação completa do festival.)
“Ali [em 2024], como foi o meu primeiro Rock in Rio, eu estava chegando, e quis mostrar um pouco dessa versatilidade que muitas pessoas assistiram e viram. Agora eu vou chegar com o forró na sua essência purinha mesmo, que eu amo”, contou Mestrinho em entrevista ao g1.
Mas a abertura de seu show de estreia no evento não foi aleatória, já que Mestrinho também é fã de rock e de estrelas como Queen, Beatles e David Bowie.
“E ali eu quis mostrar o tanto que o instrumento, o acordeon, a sanfona, é universal. Ela pode tocar qualquer gênero, se você tiver a sensibilidade de entender o que cada gênero pede e a sutileza de introduzir os instrumentos sem agredir nenhum dos gêneros, só mostrando a beleza do acordeon.”
Abertura do Rock in Rio para o forró
Mestrinho no Rock in Rio
Cristiano Juruna
O Rock in Rio conta com estrelas do forró desde sua primeira edição, em 1985, quando incluiu Elba Ramalho e Alceu Valença em sua programação.
Para Mestrinho, o espaço dado para o gênero no evento atualmente é “satisfatório”.
“Eu acho que tudo tem a sua dosagem certa ali. E o festival sempre mostrou que tem, sim, como misturar. Ele se chama Rock in Rio, mas é um festival de música. E não perdeu sua essência, porque tem muita banda de rock, a galera está sempre ali”, analisa o sanfoneiro.
“Se for para entrar mais [forró] , a gente vai agradecer, vai curtir demais, mas não é uma coisa que a gente bate o pé.”
Para Mestrinho, sua presença no evento é consequência do amor que ele tem pelo gênero, pela música e por sua versatilidade em transitar por vários gêneros.
“Sou um artista que vem do forró, mas pretendo não ser um artista rotulado de uma coisa só”, diz.
“Dominguinhos, que é uma das minhas maiores inspirações, transitou em tudo o que é gênero. E Gilberto Gil também, que é uma das minhas grandes [inspirações]. Você vê o Gilberto Gil fazer disco de reggae, de vários gêneros. E ele é o Gilberto Gil. Não é o Gilberto Gil de um gênero ou de outro. Eu me inspiro muito nisso.”
Os dois artistas não são referências distantes para Mestrinho. O músico tocou com Dominguinhos e Gil desde o início da carreira. Seu trabalho mais recente com Gil foi a “Última Turnê” do artista. E ele trabalhou com Dominguinhos por muitos anos antes de sua morte, em 2013.
“Tive o prazer de trabalhar com Dominguinhos, e também de ter uma grande amizade. É meu ídolo. Eu tocava o acordeon de um jeito antes de conhecer ele, e depois que eu o conheci, mudou totalmente a minha visão do instrumento.”
E vai ter Dominguinho?
Projeto Dominguinho chega a Salvador
@kaiocads
Dominguinhos, inclusive, é homenageado no “Dominguinho”, que colocou Mestrinho em outro patamar da carreira. Lançado em abril de 2025, o projeto reúne o sanfoneiro com João Gomes e Jota.Pê. O trio já está com sua segunda turnê pelo Brasil.
“O ‘Dominguinho’ é um marco muito importante na minha carreira, na minha vida. Mudou muita coisa. Eu já tinha uma carreira estabilizada no sentido financeiro, já conseguia viver do meu próprio trabalho com folga, graças a Deus, por algo que eu já tinha conquistado. E esse algo que eu conquistei é que me levou ao Dominguinho”, afirma Mestinho.
O sanfoneiro ainda cita que o projeto mudou sua vida em diversos aspectos, incluindo o emocional.
“O Dominguinhos só foi possível por conta da nossa amizade. Não foi uma coisa que o João, o Jota, olharam para mim e falaram: ‘ele toca muito, ele é muito maravilhoso, então vou chamar ele para agregar nesse trabalho’. Não. Foi: ‘cara, eu gosto tanto de você, a gente tem uma afinidade muito grande, vamos gravar 4 músicas aí para celebrar isso’.”
“Então quando eu penso no Dominguinho, eu penso, claro, nas pessoas que estão mudando também suas vidas, num Brasil que está enxergando o forró de novo de uma forma grandiosa. Mas também penso no quanto é valioso o nome Dominguinho relacionado a amizade de nós três.”
Até por isso, Mestrinho garante que seu show no Rock in Rio vai contar com faixas do projeto.
“Não tem como eu subir no palco hoje sem tocar algo do Dominguinho. A gente vai celebrar muito essa coisa do Dominguinho ter alcançado o que alcançou.”
E depois de se apresentar, Mestrinho deve correr para acompanhar a apresentação de João Gomes junto com a Orquestra Brasileira no Palco Sunset.
Dominguinho é o novo Tribalistas?
Mestrinho, João Gomes e Jottapê
Globo
Por vezes, o Dominguinho é comparado ao Tribalistas, projeto lançado em 2002 e que reúne Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte.
Para Mestrinho, a comparação é um elogio. “Foi um dos projetos mais marcantes no nosso país, com três pessoas super talentosas.”
A diferença dos Tribalistas talvez seja sua longevidade. Arnaldo, Carlinhos e Marisa se reuniram para projetos pontuais. Primeiro, para a gravação do álbum, em 2002. Na época, fizeram raras apresentações em conjunto. Quinze anos depois, lançaram um segundo álbum e anunciaram a tão esperada turnê, em 2018. Em seguida, deixaram seus fãs órfãos novamente.
“A nossa intenção é envelhecer juntos e continuar, com certeza. Mas a gente tem que deixar os planos da vida tomarem conta, porque o João tem o seu trabalho, o Jota tem o dele, e eu tenho o meu.”
“Eu não posso prometer que vai ter Dominguinho a vida inteira. A gente planeja o nosso futuro, mas no fim das contas, nós somos feitos de momentos. Resumindo, só o tempo vai dizer o quanto que a gente vai continuar, mas a nossa intenção é permanecer.”
Então vem terceiro álbum por aí, Mestrinho? “Eu espero que sim.”
Mestrinho
Felipe Giubilei/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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BNegão, Kiko Dinucci, Nabru, Thalin e Sol participam de ‘Acromatopsia’, EP da banda paulistana de rock Naimaculada


A banda Naimaculada apresenta quatro músicas no EP ‘Acromatopsia’, programado para a próxima segunda-feira, 14 de setembro
Marcos Hermes / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Um ano após o álbum “A cor mais próxima do cinza” (2025) e seis meses depois do single “Sai da noia” (2026), lançado em março, a banda Naimaculada volta ao mercado fonográfico com a edição do EP “Acromatopsia”, programado para ser lançado na próxima segunda-feira, 14 de setembro.
No EP, Ricardo Paes (voz), Luiz Viegas (baixo), Samuel Xavier (guitarra), Gabriel Gadelha (sopros), Pietro Benedan (bateria) e Duda Freitas (guitarra) – a nova integrante do grupo paulistano de rock formado em 2022 – apresentam quatro músicas compostas com a intenção de moldarem retratos do cotidiano.
“Pecado tem medo” junta a banda com BNegão e Thalin (cantor de “Maria Esmeralda”, álbum coletivo lançado em junho de 2024). “Shangrilá” traz a participação da rapper mineira Nabru. “Terminal Bandeira” tem o toque da guitarra de Kiko Dinucci para turbinar música sobre a realidade distópica do dia-a-dia. Já “O que é que será” é parceria da banda Naimaculada com Sol, integrante da banda de hardcore punk Ímola.
O EP “Acromatopsia” chega ao mundo digital em edição da gravadora Deck.

Fonte: G1 Entretenimento

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Três pessoas morrem durante o festival Burning Man no deserto de Nevada, nos EUA


Visão aérea do Burning Man nos EUA
Reuters
Três pessoas morreram durante o festival de música e cultura alternativa Burning Man, realizado no deserto de Nevada, nos Estados Unidos. O evento teve início em 30 de agosto e foi encerrado nesta segunda-feira (7).
Segundo as autoridades locais, o terceiro óbito foi registrado na própria segunda-feira, quando a vítima passou mal e morreu a caminho do hospital.
Outros dois participantes faleceram dentro da estrutura do festival ao longo da última semana.
“Embora tenhamos uma média de uma morte por ano no festival, já tivemos duas este ano dentro das dependências do evento e recebi informações sobre uma terceira pessoa que morreu a caminho de um hospital em Reno”, afirmou Jerry Allen, xerife e legista do condado local, segundo a emissora norte-americana NBC.
Agora no g1
As vítimas tinham idades entre 30 e 60 anos. As identidades e as causas das mortes não foram divulgadas.
“Nossos pensamentos e mais profundas condolências estão com a família, amigos, colegas de acampamento do participante e todos os afetados por essa perda”, declarou a organização do festival em comunicado.

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Guimê deixa o funk para se dedicar à música gospel: ‘Viver algo novo’


MC Guimê no Lollapalooza 2018
Celso Tavares/G1
O cantor MC Guimê anunciou nas redes sociais que está deixando o funk para se dedicar a música gospel.
Em uma carta publicada na sua conta do Instagram, o agora ex-funkeiro agradeceu os fãs pelo apoio durante sua trajetória de 17 anos no gênero.
“Me dediquei ao máximo pra fazer isso acontecer e sei o quanto foi importante para os mais novos entender que havia possibilidade sim de ser reconhecido e ser valorizado como um artista de verdade.
Guimê ganhou fama no começo dos anos 2010 como um dos principais nomes do chamado funk ostentação. Entre seus sucessos estão “Plaquê de 100”, “Tá Patrão” e “País do Futebol”.
Agora no g1
“Acertei, errei, cai e levantei mas nunca desisti ou parei, pois pra nóis que vem de baixo missão dada é missão cumprida. E hoje posso dizer com o coração em paz que cumpri essa missão”, diz trecho do comunicado.
“Sinto que em todo esse tempo Deus esteve me preparando para um propósito muito maior que já carrego na alma antes de ser gerado no ventre. Chegou a hora de viver algo novo.”
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Leia o comunicado completo de MC Guimê:
Hoje eu só quero agradecer.
Obrigado Deus, obrigado funk, obrigado aos fãs e a todos que se conectaram comigo e com a minha arte.
17 anos realmente não são 17 dias, tantas vivências, tantas histórias, tantas conquistas que no papel nem caberia na escrita.
Sou muito realizado e grato por ter feito de uma forma única o que fiz para o movimento e isso jamais se apagará com o tempo, as portas que eram trancadas pra nós não resistiram ao nosso desempenho, os espaços que não cabiam o funk teve que caber e se adequar a realidade porque nós fomos a voz e não nos calamos quando tentaram nos calar…
“MC GUIMÊ” nesse movimento foi lendário e sempre será!
Me dediquei ao máximo pra fazer isso acontecer e sei o quanto foi importante para os mais novos entender que havia possibilidade sim de ser reconhecido e ser valorizado como um artista de verdade.
Acertei, errei, cai e levantei mas nunca desisti ou parei, pois pra nóis que vem de baixo missão dada é missão cumprida.
E hoje posso dizer com o coração em paz que cumpri essa missão.
Sinto que em todo esse tempo Deus esteve me preparando para um propósito muito maior que já carrego na alma antes de ser gerado no ventre.
Chegou a hora de viver algo novo.
Com amor, gratidão e respeito.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mônica Salmaso dá voz a standards e a temas raros de Jobim em ‘Tom’, show com João Camarero e Teco Cardoso


Mônica Salmaso (ao centro), Teco Cardoso (à esquerda) e João Camarero voltam à cena com show com músicas de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994)
Daniella Paoliello / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Motivo de tributos previstos para serem realizados ao longo de 2027, o centenário de nascimento de Antonio Carlos Jobim (25 de janeiro de 1927 – 8 de dezembro de 1994) já se aproxima e fomenta a volta à cena de “Tom”, show que une a cantora Mônica Salmaso com o violonista João Camarero e o flautista e saxofonista Teco Cardoso.
Estreado em 11 de junho de 2025 no “Jardim sonoro – Festival de Música de Inhotim” em Brumandinho (MG) e reapresentado em 26 de outubro na Casa de Francisca em São Paulo (SP), o show “Tom” retorna à cidade de São Paulo (SP) em apresentação única no Teatro Iguatemi, agendada para 24 de setembro.
Ao lado de João Camarero (violão de sete cordas) e Teco Cardoso (flauta, flauta de bambu e sax tenor), Mônica Salmaso dará voz – com a alma lírica e o rigor estilístico característicos da cantora – a músicas de Tom Jobim conhecidas em todo o Brasil (e mesmo no mundo) e a também a temas que somente os seguidores mais fiéis do compositor hão de reconhecer.
Dentre os standards de Jobim, o trio aborda “Águas de Março” (1972), “Chovendo na roseira” (1971), “Correnteza” (Antonio Carlos Jobim e Luiz Bonfá, 1973), “Estrada do sol” (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1958), “Luiza” (1981), “O Morro não tem vez” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1963), “O que tinha de ser” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959), “Piano na Mangueira” (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1992), “Por causa de você” (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1957), “Tema de amor de Gabriela” (1983) e “Triste” (1967).
Entre os temas menos ouvidos do compositor, Salmaso, Teco e Camarero reavivam “Boto” (Antonio Carlos Jobim e Jararaca, 1975), “Canção em modo menor” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1963), “Meninos, eu vi” (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1983), “O tempo e o vento” (1985), “Olha pro céu” (1960), “Pato Preto” (1991) e “Sucedeu Assim” (Antonio Carlos Jobim e Marino Pinto, 1957).
Nada foi anunciado, mas não será surpresa se o show ganhar registro fonográfico (captado ao vivo ou feito em estúdio) por conta do iminente centenário de Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim.

Fonte: G1 Entretenimento

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Globo anuncia ‘Avenida Brasil 2’ para janeiro de 2027


Carminha ( Adriana Esteves ) e Nina ( Debora Falabella ) em ‘Avenida Brasil’
Globo/Estevam Avellar
“Avenida Brasil” ganhará uma continuação. A Globo anunciou nesta terça-feira (08) a sequência, com estreia marcada para janeiro de 2027. A novela de João Emanuel Carneiro será a substituta de “Quem Ama Cuida”.
Por que Avenida Brasil é um fenômeno na teledramaturgia brasileira? g1 lista dez pontos
Exibida em 2012 e atualmente no “Vale a Pena Ver de Novo”, “Avenida Brasil” foi um dos maiores sucessos da teledramaturgia. Sobre a continuação, ainda não foram confirmados os nomes dos atores do elenco nem detalhes do enredo.
Argentinos lotam estádio e se emocionam com último capítulo da novela Avenida Brasil
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Fonte: G1 Entretenimento

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Milton John? Elton Cunha? Apresentador faz sucesso no Rock in Rio por semelhança com astro; veja vídeo


Milton Cunha usa look inspirado em Elton John e fãs entram na brincadeira no Rock in Rio
Quem circulou pela Cidade do Rock nesta segunda-feira (7) poderia ter achado que o Rock in Rio tinha ganhado uma atração internacional de última hora. Com um look inspirado em Elton John, Milton Cunha entrou na brincadeira e passou a se apresentar ao público como se fosse o próprio cantor britânico.
A fantasia rendeu confusão e muitas risadas. Ao encontrar o carnavalesco, uma fã chegou a dizer que quase pediu um autógrafo, acreditando por um instante que tinha esbarrado no artista.
“Já ia pedir autógrafo”, brincou.
Milton aproveitou a semelhança produzida pelo figurino para alimentar a confusão. Perguntou aos fãs se eles o achavam parecido com Elton John e, diante das respostas afirmativas, fez questão de estabelecer algumas diferenças.
“Eu sou mais jovem”, disse, entre risos.
Em outro momento, ele brincou com a própria aparência e com a fortuna do cantor. “Sou mais bonito, mais jovem. Agora eu quero ter a conta bancária”, afirmou.
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O visual também virou uma espécie de personagem. Milton se apresentou como “Milton John” e “Elton Cunha” e chegou a provocar o público com uma falsa performance do cantor no palco do Rock in Rio.
“Senhoras e senhores, no palco do Rock in Rio, Elton John!”, anunciou, antes de perguntar que nota os fãs dariam para o seu “show”.
A resposta veio em coro: nota 10.
Milton Cunha usa look inspirado em Elton John e fãs entram na brincadeira no Rock in Rio
Reprodução/TV Globo
A brincadeira continuou quando Milton perguntou qual era a música preferida do público. Entre as respostas, apareceu “Candle in the Wind”, uma das músicas mais conhecidas de Elton John, lançada originalmente em 1973 e regravada em homenagem à princesa Diana após a morte dela, em 1997.
Até quem não estava caracterizado como o cantor entrou na brincadeira. Milton encontrou Neguinho da Beija-Flor e perguntou se ele gostava de Elton John. A resposta foi positiva.
“Ele é estiloso e mostra que 79 é o começo”, disse Neguinho, que tem 77 anos.
Milton aproveitou a diferença de idade entre os dois para continuar a brincadeira e apresentou o colega como alguém que também poderia se considerar próximo da idade do astro britânico.
“Eu vou assistir meu ídolo Elton John, dois anos mais jovem”, brincou Neguinho.

Fonte: G1 Entretenimento