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Luísa Sonza posta vídeo chorando após show no Rock in Rio: ‘Foi uma loucura’


Luísa Sonza chora após show no Rock in Rio
Reprodução/Instagram
Luísa Sonza se emocionou nos stories do Instagram, nesta terça (8), ao falar sobre o show no Rock in Rio. Ela se apresentou nesta segunda-feira (7), com participação de Roberto Menescal. “Tô vendo o show de novo e tô chorando”, disse.
“De verdade, eu tô tão emocionada com ontem… com o que a gente conseguiu fazer… Vocês não sabem o que se passou pra conseguir botar duas bandas no palco (…), pra gente fazer acontecer na minutagem, meu Deus, foi uma loucura! Tudo foi uma loucura”.
A cantora acrescentou que foi especialmente desafiador organizar um show com diferentes blocos, entre rock, bossa nova, música triste e funk pop. “Tudo isso em um show só, gente (…) em um dia de Elton John e Gilberto Gil”.
Sonza finalizou os vídeos dizendo que “só sabia chorar”.
“Muito obrigada a todo mundo que tava lá, todo mundo que apoiou, ao Zé [Ricardo, curador do festival] também, que me propôs esse desafio. Eu falei: ‘Por que você só não me bota num dia pop?. Você não me dá uma fácil uma vez!’ Mas quando ele falou: ‘Cara, você consegue’… eu falei: ‘Bom… ai, vamos entrar nesse desafio, né?'”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Livro ‘1984’, citado por Mendonça em decisão que afasta diretor da PF, mostra vigilância em mundo distópico


Mendonça determina afastamento de diretor-geral da PF
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou o livro “1984”, de George Orwell, ao descrever como grave o contexto envolvendo a produção e a circulação de relatórios de inteligência. A referência aparece na decisão em que Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
BLOG DA SADI: Em decisão para afastar diretor da PF, André Mendonça cita 1984, de George Orwell
Ao citar a obra, o ministro compara o cenário apresentado nos documentos a uma das principais características da distopia de Orwell: a vigilância constante exercida pelo poder sobre os indivíduos.
Mendonça escreveu que o caso dos relatórios criados pela PF “mais se assemelha ao cenário concebido por George Orwell em sua célebre distopia, intitulada ‘1984’”. Segundo ele, a suposta produção dos relatórios pela força policial, o fato de o ministro Alexandre de Moraes ter sido informado previamente sobre eles e a posterior divulgação dos documentos seriam fatos de “extrema gravidade”.
A distopia foi lançada em 1949. Na metáfora sobre totalitarismo de Orwell, o Grande Irmão é uma figura soberana na sociedade, que exerce vigilância e controle totais sobre a vida dos indivíduos. Todo mundo é filmado e controlado.
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Capa da última edição de ‘1984’.
Reprodução/Principis Editora
Relembre o livro
As analogias críticas do autor inglês (“1984” e “A revolução dos bichos”) sempre estão nas listas de obras de ficção mais vendidas no Brasil. Orwell é único autor do século passado entre os best sellers no país.
“1984” tem mais de 70 anos, mas é cada vez mais buscada no Brasil. Ela se mantém atual e “traduz a conjuntura política mundial”, avaliou o cientista político Márcio Juliboni ao g1 em 2022.
Segundo ele, “o mérito de grandes escritores é perceber características mais perenes na sociedade”.
“Orwell queria prevenir seus contemporâneos do que seria o totalitarismo. Mas ele foi tão preciso e eloquente nessa discussão que os casos que extraiu de lá são válidos até hoje.”
Também pode ter influência internacional nesta conta. Em 2017, “1984” liderou as listas de mais vendidos nos Estados Unidos após declarações de Donald Trump. No mesmo ano, a Amazon classificou o livro como o 1º lugar em uma lista de títulos para ler antes de morrer.
A obra também atingiu pico de vendas em 2013, após Edward Snowden revelar casos de espionagem de cidadãos americanos pelo governo.
“É impressionante observar a força não só dos originais, mas também o interesse do público por atualizações da obra de Orwell, principalmente pela força e a originalidade do seu estilo”, afirmou Emilio Fraia, editor da Companhia das Letras, editora dos dois livros no Brasil.
Por que Mendonça citou ‘1984’
Ao mencionar “1984”, Mendonça estaria associando o episódio a um cenário em que estruturas de poder produzem e acumulam informações sobre indivíduos, especialmente quando esses dados são obtidos e compartilhados dentro de estruturas estatais.
No trecho da decisão, Mendonça afirma que os acontecimentos têm repercussões não apenas no funcionamento das instituições, mas também na “segurança e integridade pessoal” de integrantes do STF e de outras autoridades públicas.
A menção a Orwell estaria relacionada principalmente à metáfora da vigilância: a ideia de que o monitoramento e o controle de informações podem se tornar instrumentos de poder.
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Ecos até hoje
Há três elementos em “1984” com paralelo na sociedade moderna:
Vigilância do indivíduo
Controle de informações
Criação de um inimigo comum
“No livro, a vigilância é feita pelas câmeras nas casas e nos apartamentos, as teletelas. Há um paralelo muito grande com essa parte de aparelhagem eletrônica que temos hoje em dia. Londres, por exemplo, é a cidade com mais câmeras por metro quadrado, há a questão da lei de privacidade na internet, a vigilância de ideologias e do pensamento político”, disse Juliboni.
“Ele também fala do controle das informações, com o ministério da verdade. Lá é muito menos sutil, você altera o passado conforme a conveniência do governo. Mas não estamos muito longe disso. Em várias partes do mundo há revisionismo histórico e contestação a fatos.”

Fonte: G1 Entretenimento

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O rock nacional está vivo e engoliu as atrações internacionais no 1º final de semana do Rock in Rio


Público vibra com imagem de Cazuza no telão durante show do Barão Vermelho
O Brasil está sentindo falta do rock nacional nos palcos dos grandes festivais? Pela reação do público do Rock in Rio, a resposta é sim.
As décadas de história de bandas como Capital Inicial, Biquíni Cavadão, Barão Vermelho e, até, do Legião Urbana (representado no evento por Dado Villa-Lobos), arrebataram uma multidão que passou pelos primeiros dias do evento.
O que se via eram palcos lotados, fãs ávidos para ver seus ídolos e um clima de pura nostalgia, com hits que foram trilha da vida de muita gente sendo tocados ao vivo. A busca pela música nacional chamou a atenção diante de atrações internacionais como Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon, Foo Fighters e Rise Against.
Houve público para eles também, claro. Mas foram os brasileiros que atraíram um grande público para acompanhar o festival desde as primeiras horas do evento. Não é raro que as primeiras atrações se apresentem para dezenas de fãs. Mas não foi o caso desta edição, mesmo sem a “colaboração” do clima.
Dinho Ouro Preto se apresenta com Capital Inicial e Dado Villa-Lobos no Rock in Rio
Anderson Bordê/AgNews
Os dois primeiros dias do Rock in Rio foram dedicados às diferentes vertentes do rock, mas não tiveram seus ingressos esgotados. Foram também os dias mais chuvosos. Mas não o suficiente para afugentar o público que costuma cobrar o festival e criticar a ausência do rock no Rock in Rio.
Sob chuva forte ou garoa, estavam ali fãs do Sepultura acompanhando a penúltima apresentação do grupo no Brasil, admiradores do Capital Inicial fechando os olhos para cantar “Primeiros Erros” e outros hits da banda comandada por Dinho Ouro Preto, seguidores do Biquini Cavadão celebrando o retorno deles após 25 anos de sua única passagem pelo evento.
E até mesmo o soft rock do Roupa Nova foi muito celebrado e emocionou. Os caras dão voz para a música tema do Rock in Rio, mas só passaram uma vez pelo palco do evento. E 35 anos atrás. Fizeram um baile pela trilha das telenovelas brasileiras e ainda fizeram Guilherme Arantes estrear no evento.
Roupa Nova emociona público do Rock in Rio cantando ‘A Viagem’
O próprio Barão Vermelho, que estava no meio do primeiro dia de pop da edição, reuniu uma multidão embaixo de chuva para acompanhar um trecho de sua turnê Encontro e assistir a uma gravação de Cazuza “cantando” “Todo amor que houver nessa vida” novamente no festival. Ele apareceu no telão, emocionando muitos fãs.
Talvez por serem atrações nacionais, a sensação é de que as bandas estão sempre por aqui. E, por isso, pode fazer com que elas não sejam convocadas para grandes festivais, que costumam focar em convocar atrações internacionais de grande porte ou estreantes no país.
Mas, com décadas de histórias, muitas estão fazendo apenas turnês comemorativas pelo país. E elas não passam por todas as cidades, além de não caberem em qualquer casa de show – que leva a um debate atual em tempos de eventos em estádios e arenas.
Barão Vermelho se apresenta no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Em suma, a demanda por nossas estrelas existe, sim. E é grande. O próprio Rock in Rio é prova disso. Em sua última edição, o festival fez o dia “Pra Sempre Brasil”, reunindo estrelas de diversos gêneros musicais. O momento dedicado ao rock foi o último a subir ao palco. Mesmo após falhas técnicas, atrasos, mudanças de horário e cancelamento, os roqueiros não arredaram pé dali. Já era 2h da manhã quando o show começou. E se manteve lotado até o final.
Outro indício de que há uma forte busca do público brasileiro por seu próprio som, nem que seja pelo clima de nostalgia e para apreciar faixas com uma relação afetiva, é a criação do C6 no Rock.
O braço roqueiro do festival estreou este ano, em agosto, e trouxe estrelas como Ira!, Os Paralamas do Sucesso, Paulo Ricardo, Plebe Rude e Titãs.
Para jovens músicos que estavam, talvez, sem uma grande referência para investir no mercado musical, dominado, hoje, pelo funk e o sertanejo, o atual cenário é pura inspiração. E a resposta para muita gente que ainda acredita que o rock nacional morreu. Ele está vivo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Música que Elton John tocou no Rock in Rio foi trilha de novela e só fez sucesso no Brasil; relembre


Elton John se apresentou no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
No fim do imbatível show de Elton John no Rock in Rio, nesta segunda (7), ele tocou “Skyline Pigeon” para celebrar a relação dele com o Brasil. Isso porque a faixa fez sucesso só no Brasil… graças, claro, a uma novela.
No bis, entre declarações e agradecimentos, Elton dedicou a “Skyline Pigeon” aos fãs brasileiros. “Essa foi a primeira boa música que eu e Bernie [Taupin, parceiro de composição de Elton] criamos juntos. E o Brasil foi o único lugar em que ela já foi popular”.
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Segundo Mauro Ferreira, do g1, Elton John registrou Skyline Pigeon originalmente no disco “Empty Sky”, de 1969. Anos depois, o artista regravou a canção em nova versão, como lado B do single “Daniel”, em 1972.
Essa segunda gravação foi a que fez sucesso por aqui, ao integrar a trilha sonora internacional de “Carinhoso”, novela exibida pela TV Globo naquele mesmo ano.A obra tinha Regina Duarte, Claudio Marzo e Marcos Paulo no elenco principal.
“Skyline Pigeon” foi tema do casal Cecília (Regina Duarte) e Eduardo (Marcos Paulo). A música emplacou nas emissoras de rádio do país, encerrando o ano de 1973 entre as faixas mais executadas no Brasil.
Com o tempo, a gravação acabou se tornando difícil de encontrar, ofuscada pela original de “Empty Sky”. A versão da novela voltou a circular somente em 2007, ao ser incluída (exclusivamente para o Brasil) na coletânea “Rocket Man – The Definitive Hits”.
Música virou parte dos shows de Elton no Brasil
“Skyline Pigeon” nunca fez parte da setlist habitual de Elton. A exceção, claro, é o Brasil: a primeira apresentação da canção em solo brasileiro aconteceu em 1995, quando Elton John se apresentou na Arena Anhembi, em São Paulo.
Desde então, a faixa passou a acompanhá-lo em todas as suas passagens pelo país, inclusive esta última, no Rock in Rio 2026. Foi a penúltima faixa, no bis, antes da emocionante “Your Song”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Elton John exalta Gilberto Gil: ‘Você é uma lenda e um homem brilhante’

A equipe de Gilberto Gil postou o encontro entre o cantor e Elton John nos bastidores do Rock in Rio. Os dois se apresentaram nesta segunda-feira (07) no festival.
‘Você é uma lenda e um homem brilhante’, disse Elton John para Gilberto Gil.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Gilberto Gil acompanha show de Elton John no gramado do Rock in Rio 2026


Gilberto Gil acompanha show de Elton John no gramado do Rock in Rio 2026
Reprodução
Gilberto Gil fez questão de assistir do gramado do Rock in Rio o show do Elton John. O cantor havia se apresentado algumas horas antes e foi conferir o headliner desta segunda-feira (7).
Em vídeos publicados em suas redes sociais, o cantor aparece ao lado da mulher, Flora Gil, acompanhando a apresentação.
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Ao chegar à quinta apresentação no festival, depois de tocar duas vezes na edição inaugural de 1985, em 2001 e em 2022, Gil mostrou que mesmo cansado, ainda domina todo aquele espaço.
O cantor chegou à Cidade do Rock depois de uma temporada de cerca de 30 apresentações da turnê “Tempo Rei”, que passou por Brasil, Argentina e Chile e terminou em março, no Allianz Parque, em São Paulo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Vídeo mostra amigo achando dedo de streamer preso em grade no Rock in Rio: ‘Teu dedo aqui!’


Streamer tem dedo amputado ao pular grade do Rock in Rio
A transmissão ao vivo em que o streamer Lodk perdeu parte do dedo anelar da mão direita mostra a reação dele e de um amigo que o acompanhava logo após o acidente, ocorrido na madrugada de sexta-feira (4) para sábado (5), nos arredores da Cidade do Rock. Nas imagens, o amigo percebe a gravidade da situação e avisa o influenciador.
“Mano, você está sem o dedo?! O Lodk perdeu o dedo, tropa. O Lodk perdeu, literalmente, o dedo. O dedo aqui! Lodk, o teu dedo aqui, v****! Teu dedo aqui!”, gritou.
Em seguida, Adalton Rodrigues Júnior, nome de registro de Lodk, também se dá conta da lesão.
“Mano, tá só o osso para fora”, disse.
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O amigo recolhe o dedo amputado e os dois começam a procurar uma saída para seguir para o hospital.
“Como eu vou sair daqui, mano? Eu só vou sair daqui falando que eu me machuquei”, afirmou Lodk, que já estava do outro lado da grade. Ao fundo, é possível ouvir o amigo pedindo calma.
Streamer tem dedo amputado ao pular grade do Rock in Rio
Reprodução
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Pouco depois, o streamer informou aos espectadores o que havia acontecido.
“Meu Deus, chat. Eu perdi o dedo, mano. Mano, arrancou o meu dedo”, contou Lodk.
Em entrevista ao g1, Lodk afirmou que ele e o amigo deixaram o local com o dedo guardado e seguiram para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. No hospital, ele passou por uma cirurgia e recebeu alta na segunda-feira (7).
O influenciador produz lives IRL, sigla em inglês para “in real life” (“na vida real”), formato em que transmite em tempo real passeios pelas ruas do Rio e de outras cidades que visita.
Segundo Lodk, ele e um amigo tinham ingressos para o Rock in Rio, mas decidiram procurar possíveis vulnerabilidades no perímetro da Cidade do Rock antes de entrar no festival, com o objetivo de produzir conteúdo para o canal.
Foi durante essa tentativa que ocorreu o acidente. O anel que ele usava no dedo anelar da mão direita ficou preso em uma grade localizada nos arredores do Parque Olímpico.
Lodk recebeu atendimento no Hospital Lourenço Jorge, na Zona Sudoeste do Rio
Arquivo pessoal/ Lodk
Arrependimento
Após o ocorrido, o streamer disse que pretende adotar mais cautela durante as transmissões.
“Sim, eu me arrependo. Mas estou bem, tranquilo. Como eu sempre falo, transformo meus desastres em piada. Mas preferia ter ainda todos os dedos”, afirmou.
Em nota, o Rock in Rio lamentou o acidente e alertou para os riscos de tentar acessar áreas restritas do festival pulando grades ou praticando outras ações consideradas perigosas.
A organização informou que o local acessado pelo streamer faz parte do perímetro da Cidade do Rock, mas não é uma entrada destinada ao público. Segundo o festival, a área conta com câmeras de monitoramento, tem acesso restrito e só pode ser utilizada por pessoas autorizadas e credenciadas.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Brilho de ‘Pérola negra’, álbum de Luiz Melodia, é refletido em livro sobre disco que driblou expectativas em 1973


Luiz Melodia (1951 – 2017) em foto da capa do álbum de 1973 dissecado no livro (à direita) de Márcio Pinheiro
Reprodução / Montagem g1
♫ CRÍTICA DE LIVRO
Título: O livro do disco – Pérola negra – Luiz Melodia
Autor: Márcio Pinheiro
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ “Um disco nunca começa na primeira faixa”. A sentença dada pelo jornalista Márcio Pinheiro na abertura do livro em que discorre sobre o primeiro álbum de Luiz Melodia, “Pérola negra”, é a senha para o entendimento da narrativa do livro, o mais recente volume da série “O livro do disco”.
Em vez de dissecar o álbum de 1973 no habitual faixa-a-faixa da série da editora Cobogó, o autor optou por contextualizar a criação do álbum “Pérola negra” – marco inaugural e pedra fundamental da discografia de Luiz Carlos dos Santos (7 de janeiro de 1951 – 4 de agosto de 2017), vulgo Melodia – na cena de contracultura que pulsava nas vias marginais da cidade do Rio de Janeiro (RJ) no início dos anos 1970.
Prefaciado por Antonio Carlos Miguel, jornalista e crítico musical que vivenciou essa cena marginal, o livro parte de um acontecimento em São Paulo (SP) – a prisão de Waly Salomão (1943 – 2003) no início de 1970 por porte de drogas – para chegar na efervescência cultural carioca que gerou “Pérola negra” três anos mais tarde.
Talvez o álbum não tivesse tido os caminhos abertos com tanta facilidade se intelectuais como Waly, o artista plástico Hélio Oiticica (1937 – 1980) – o primeiro a se encantar com a música de Melodia, como ressalta Márcio Pinheiro – e Torquato Neto (1944 – 1972) não tivessem subido literalmente o morro. No caso, o Morro de São Carlos, no Estácio, celeiro de bambas onde Luiz Carlos dos Santos se criou antes de virar Luiz Melodia.
No morro, além de maconha, Waly e Oiticica encontraram um artista singular, com obra autoral de grande personalidade. Luiz era esse artista. O ponto de virada na carreira do cantor, compositor e violonista carioca foi a inclusão da canção “Pérola negra” – originalmente intitulada “My black, meu nego” – no show “Gal a todo vapor”, estreado por Gal Costa (1945 – 2022) em outubro de 1971. Waly apresentara Melodia a Gal, que se encantou com a música.
O show de Gal virou sensação, assim como a balada bluesy do compositor debutante, e foi perpetuado em LP duplo ao vivo lançado no fim daquele ano de 1971 com o nome de Luiz Melodia pela primeira vez nos créditos de um disco.
Como consequência, a mesma gravadora que editou o álbum ao vivo de Gal, a Philips, contratou Luiz Melodia em 1972 no rastro do burburinho provocado pelo show de Gal, pela participação do cantor a no show “A fina flor do samba” – estreado em janeiro de 1972, com menções honrosas ao estreante na imprensa carioca – e pela posterior gravação por Maria Bethânia do samba-canção “Estácio, Holly Estácio” (1972), outra pérola de Melodia, apresentada por Bethânia no álbum “Drama – Anjo exterminado” (1972).
Veio então o primeiro álbum de Luiz Melodia. E o resto foi uma história que mostrou que Melodia não se enquadraria na norma industrial que impunha o samba aos negros vindos do morro. Gravado sob a direção musical de Perinho Albuquerque (1946 – 2025), guitarrista que fez os arranjos de nove das dez faixas, o álbum “Pérola negra” tinha samba, mas também blues, rock, soul, choro, baião, fox e iê-iê-iê romântico da Jovem Guarda – tudo junto e misturado, amalgamado em saboroso coquetel rítmico que, 53 anos o lançamento do LP em junho de 1973, conserva o mesmo frescor.
Contudo, essa mistura fina foi alvo de pré-conceito antes mesmo do lançamento do álbum, como lembra Márcio Pinheiro ao mencionar crítica do jornal “Folha de S. Paulo” em que a fusão de Melodia foi caracterizada como “batida indigesta”. Isolada, a maledicência teve pouco eco, como reconhece o próprio autor.
Ao discorrer brevemente sobre cada uma das 10 músicas do álbum, Pinheiro lembra que “Pérola negra” poderia ter chegado às lojas com 12 faixas se a censura não tivesse vetado as músicas “Feras que virão” e “Feto, poeta do morro”.
Com 10 ou 12 músicas, como o próprio Luiz Melodia caracterizaria posteriormente em entrevista, “Pérola negra” é álbum que reúne crônicas urbanas escritas pelo coração partido de um jovem de então 22 anos. A musa do disco teria sido Deda, ex-namorada de Waly Salomão com quem Melodia teve breve, mais marcante, caso de amor.
No epílogo do livro, Márcio Pinheiro monta breve painel cronológico da carreira de Luiz Melodia após “Pérola negra”, a começar pela recusa do cantor de gravar um segundo álbum somente como intérprete e dedicado ao samba – proposta (indecorosa para um artista que tinha brilhado tanto como compositor no primeiro álbum) feita pela gravadora Philips com a esperança de que este disco de intérprete surtisse o efeito comercial que “Pérola negra” não surtiu, por mais que tivesse sido recebido com elogios entusiasmados na imprensa musical.
Indomado, Luiz Melodia saiu da gravadora e, a partir daí, seguiu carreira oscilante, com altos e baixos de popularidade, mas sem perder a liberdade que o guiou até a saída de cena, há nove anos, com “Pérola negra” já devidamente eternizado no panteão dos melhores álbuns da música brasileira em todos os tempos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Veja quais foram as obras do artista impressionista Renoir roubadas de museu na França

Duas pessoas invadiram nesta terça-feira (8) o Museu Renoir, em Cagnes-sur-Mer, no sul da França, e roubaram obras do pintor impressionista francês Pierre-Auguste Renoir (1841-1919). Quatro pinturas foram alvo dos criminosos, mas duas delas caíram durante a fuga e foram abandonadas. O valor estimado do conjunto é de € 9 milhões (cerca de R$ 53 milhões).
As obras foram identificadas pelo jornal regional francês “Nice-Matin” como “Retrato de Madame Pichon” (1895), “Retrato de Madame Colonna Romano” (1910), “Coco Lisant” (1905) e “Jeune fille au puits” (1886).
Ainda não foi divulgado quais foram deixadas para trás pelos ladrões durante a fuga, nem o valor individual de cada obra.
“Retrato de Madame Pichon” (1895)
A pintura retrata Madame Stephen Pichon e foi realizada por Renoir em 1895. A obra integra o conjunto de quatro telas levadas como alvo no roubo ao museu.
Segundo relatos da imprensa francesa, a pintura foi abandonada pelos criminosos durante a fuga e recuperada pela polícia. Não foi divulgado um valor individual para a obra.
“Retrato de Madame Colonna Romano” (1910)
O retrato de Madame Colonna Romano foi pintado em 1910, quando Renoir já enfrentava limitações físicas provocadas pela artrite reumatoide.
A tela faz parte do conjunto de obras roubadas do museu, avaliado em € 9 milhões. Não foi divulgada uma estimativa específica para seu valor.
“Coco Lisant” (1905)
“Coco Lisant” é um retrato de Coco, filho mais novo de Renoir, lendo. A pintura a óleo, de 1905, integra o acervo do Museu Renoir.
A obra também está entre as quatro pinturas que foram alvo dos criminosos. Assim como nas demais telas, não há uma avaliação individual divulgada pelas autoridades.
“Jeune fille au puits” (1886)
“Jeune fille au puits”, que pode ser traduzida como “Jovem mulher na fonte”, é uma obra de 1886 e pertence à fase impressionista de Renoir.
A pintura está entre as quatro telas identificadas como alvo do roubo e permanece desaparecida, segundo as informações disponíveis.
Roubo aconteceu de madrugada
O alarme do Museu Renoir foi acionado às 5h48 no horário local — 0h48 no horário de Brasília. Cinco minutos depois, policiais municipais chegaram ao local e perseguiram os criminosos.
Segundo o prefeito de Cagnes-sur-Mer, Bryan Masson, os dois suspeitos foram identificados pelas câmeras de segurança da cidade e deixaram uma das pinturas cair durante a fuga.
“Identificados pelas câmeras de segurança da cidade, os dois indivíduos fugiram, abandonando uma das pinturas roubadas”, afirmou uma nota do prefeito.
As polícias municipal e nacional foram mobilizadas. Os autores do roubo eram procurados, e a investigação estava em andamento.
Museu fica na antiga casa de Renoir
O Museu Renoir foi criado em 1960, na antiga mansão do pintor, localizada em uma colina de Cagnes-sur-Mer, perto de Nice. Foi no local que Renoir viveu e onde morreu, em 1919.
Segundo a Reuters, o acervo em exposição inclui 13 pinturas de Renoir, além de cerca de 40 esculturas, peças de mobiliário e fotografias.
O roubo ocorreu em um momento de preocupação das autoridades europeias com o aumento da violência em crimes envolvendo obras de arte. Em outubro de 2025, ladrões armados com ferramentas elétricas invadiram durante o dia o Louvre, em Paris, e fugiram em scooters levando oito joias.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Lodk, streamer que teve dedo amputado ao pular grade do Rock in Rio


Streamer tem dedo amputado ao pular grade do Rock in Rio
O streamer Adalton Rodrigues, conhecido como Lodk, teve o dedo anelar amputado após tentar atravessar as grades que cercam a Cidade do Rock, durante uma transmissão ao vivo sobre possíveis brechas na segurança do Rock in Rio.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça
Ele foi submetido a uma cirurgia no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, e já recebeu alta. Ao g1, afirmou que se arrepende do que fez e que pretende ter mais cautela nas próximas lives.
Quem é Lodk?
Adalton Rodrigues Junior, conhecido nas redes sociais como Lodk, é um streamer e influenciador digital carioca de 31 anos.
O influenciador produz lives IRL, sigla em inglês para “in real life” (“na vida real”), formato em que transmite em tempo real seus passeios pelas ruas do Rio e de outras cidades que visita. Os perfis também reúnem conteúdos voltados para humor, viagens e corrida de rua.
Lodk tem cerca de 18,4 mil seguidores no Twitch, plataforma de transmissão de vídeos ao vivo. No Instagram, pouco mais de 11 mil pessoas o acompanham.
Streamer Adalton Rodrigues, de 31 anos, teve o dedo amputado após tentar pular uma grade do Rock in Rio
Reprodução
Como foi o acidente?
Segundo Lodk, ele e um amigo tinham ingressos para o Rock in Rio, mas, antes de entrar no festival, decidiram procurar possíveis vulnerabilidades no perímetro da Cidade do Rock para produzir conteúdo para seu canal na Twitch.
Foi durante essa tentativa que ocorreu o acidente. O anel que Lodk usava no dedo anelar da mão direita ficou preso em uma grade nos arredores do Parque Olímpico, na Zona Sudoeste do Rio.
“Foi tudo ao vivo. A gente decidiu fazer um conteúdo para mostrar uma possível falha na segurança do Rock in Rio. Estávamos andando pela região e encontramos um lugar sem vigilância, perto de um posto de gasolina. Meu anel ficou preso na grade junto com o dedo”, relatou.
Ele conseguiu completar o movimento e cair do outro lado da grade, mas percebeu que havia se machucado. Foi o amigo quem avisou que o dedo havia ficado preso.
“Quando caí do outro lado, senti que machuquei o dedo, mas não sabia que tinha arrancado. Aí falei: ‘Irmão, machuquei o dedo’. Quando ele olhou para cima, meu dedo estava pendurado na grade”, relatou.
O streamer disse que só sentiu uma dor mais intensa posteriormente, durante a limpeza do ferimento no hospital.
Em nota, o Rock in Rio lamentou o ocorrido e ressaltou que as tentativas de invasão do perímetro do festival pulando grades ou cometendo outras ações arriscadas são perigosas.
Apesar do acidente, Lodk disse que tenta manter o bom humor. Nas redes sociais, chegou a divulgar uma espécie de “festa de despedida do dedo”. Ele explicou que o objeto mostrado nas imagens é um dedo de brinquedo, semelhante aos usados em truques de mágica.
Streamer tem dedo amputado ao pular grade do Rock in Rio
Reprodução
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Fonte: G1 Entretenimento