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Quem é Lodk, streamer que teve dedo amputado ao pular grade do Rock in Rio


Streamer tem dedo amputado ao pular grade do Rock in Rio
O streamer Adalton Rodrigues, conhecido como Lodk, teve o dedo anelar amputado após tentar atravessar as grades que cercam a Cidade do Rock, durante uma transmissão ao vivo sobre possíveis brechas na segurança do Rock in Rio.
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Ele foi submetido a uma cirurgia no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, e já recebeu alta. Ao g1, afirmou que se arrepende do que fez e que pretende ter mais cautela nas próximas lives.
Quem é Lodk?
Adalton Rodrigues Junior, conhecido nas redes sociais como Lodk, é um streamer e influenciador digital carioca de 31 anos.
O influenciador produz lives IRL, sigla em inglês para “in real life” (“na vida real”), formato em que transmite em tempo real seus passeios pelas ruas do Rio e de outras cidades que visita. Os perfis também reúnem conteúdos voltados para humor, viagens e corrida de rua.
Lodk tem cerca de 18,4 mil seguidores no Twitch, plataforma de transmissão de vídeos ao vivo. No Instagram, pouco mais de 11 mil pessoas o acompanham.
Streamer Adalton Rodrigues, de 31 anos, teve o dedo amputado após tentar pular uma grade do Rock in Rio
Reprodução
Como foi o acidente?
Segundo Lodk, ele e um amigo tinham ingressos para o Rock in Rio, mas, antes de entrar no festival, decidiram procurar possíveis vulnerabilidades no perímetro da Cidade do Rock para produzir conteúdo para seu canal na Twitch.
Foi durante essa tentativa que ocorreu o acidente. O anel que Lodk usava no dedo anelar da mão direita ficou preso em uma grade nos arredores do Parque Olímpico, na Zona Sudoeste do Rio.
“Foi tudo ao vivo. A gente decidiu fazer um conteúdo para mostrar uma possível falha na segurança do Rock in Rio. Estávamos andando pela região e encontramos um lugar sem vigilância, perto de um posto de gasolina. Meu anel ficou preso na grade junto com o dedo”, relatou.
Ele conseguiu completar o movimento e cair do outro lado da grade, mas percebeu que havia se machucado. Foi o amigo quem avisou que o dedo havia ficado preso.
“Quando caí do outro lado, senti que machuquei o dedo, mas não sabia que tinha arrancado. Aí falei: ‘Irmão, machuquei o dedo’. Quando ele olhou para cima, meu dedo estava pendurado na grade”, relatou.
O streamer disse que só sentiu uma dor mais intensa posteriormente, durante a limpeza do ferimento no hospital.
Em nota, o Rock in Rio lamentou o ocorrido e ressaltou que as tentativas de invasão do perímetro do festival pulando grades ou cometendo outras ações arriscadas são perigosas.
Apesar do acidente, Lodk disse que tenta manter o bom humor. Nas redes sociais, chegou a divulgar uma espécie de “festa de despedida do dedo”. Ele explicou que o objeto mostrado nas imagens é um dedo de brinquedo, semelhante aos usados em truques de mágica.
Streamer tem dedo amputado ao pular grade do Rock in Rio
Reprodução
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Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 79 anos e após cirurgias, Elton John toca no Rock in Rio depois de se despedir das turnês; entenda


Elton John toca ‘Your Song’ no Rock in Rio
Elton John foi o headliner do Palco Mundo no dia 7 de setembro, no Rock in Rio. O lendário músico, hoje com 79 anos, não vinha ao Brasil desde 2017, quando trouxe uma turnê conjunta com James Taylor.
Leia a crítica: Aos 79 anos, Elton John esquece aposentadoria em show no Rock in Rio com baladas imbatíveis
Elton John encerra programação do Rock in Rio no dia 7 de setembro
Divulgação
Desde então, Elton fez sua turnê de despedida, lançou diversos projetos e teve algumas questões de saúde. Mas não dá para dizer que a vinda ao Rock in Rio marque uma volta dele às turnês: é mais uma vinda esporádica. Entenda a fase do músico:
Elton parou de fazer shows?
Em 2018, Elton anunciou que pretendia parar de fazer turnês. Na época, explicou que queria focar na família, que inclui seus filhos e o marido David Furnish.
“Eu estou fazendo turnês desde que eu tinha 17 anos (…). Acho que é a hora certa de agradecer meus fãs e dizer adeus. Tivemos filhos e mudamos nossas vidas, e em 2015, quando nos sentamos para analisar o horário escolar deles, dissemos: ‘Vou perder muita coisa disso’. Minhas prioridades mudaram. Eu amo tanto [meus filhos]. Não quero perdê-los e não quero que eles me percam”, explicou, na época, à CNN.
A despedida veio com a turnê “Farewell Yellow Brick Road”, que começou em 2018 e terminou em 2023, com interrupções devido à pandemia e a uma cirurgia de quadril.
Foram mais de 300 shows ao redor do mundo, marcando a terceira turnê de maior arrecadação de todos os tempos. Vale dizer, contudo, que a turnê não passou pela América do Sul.
Elton John e James Taylor fazem shoiw em SP
Marcelo Brandt / G1
Ele mudou de ideia?
A vinda de Elton ao Rock in Rio não significa que ele voltou atrás nessa decisão. É que, apesar de dizer que não queria mais fazer turnês, ele nunca disse que pararia completamente de fazer shows.
Aliás, nem o marido dele acredita que o músico vai abandonar os palcos. “Elton nunca deve parar de se apresentar. Acho que ele sente que precisa de um respiro, precisa dar um passo para trás e dar uma pausa”, disse Furnish ao “Music Week” em 2018.
Desde o fim da “Farewell Yellow Brick Road”, o músico segue se apresentando em festivais, como o Glastonbury e o Rock in Rio, bem como em datas isoladas em diferentes locais.
Ele só não entrou em uma agenda mundial de turnês como já fez tantas vezes em sua carreira — e considerando que Elton chegou a prometer vir à América do Sul na turnê de despedida, mas não o fez, ele estava nos devendo.
Como ele está de saúde?
Elton teve algumas questões de saúde nos últimos anos e já passou por diversos procedimentos médicos. Em 2017, o músico quase morreu por uma infecção pós-operatória após a retirada de um tumor na próstata.
Já em 2021, após uma lesão em casa, Elton teve que adiar a “Farewell Yellow Brick Road” para realizar uma cirurgia de substituição do quadril. Ele retomou a turnê em 2023.
Além disso, em 2024, ele revelou nas redes sociais que teve uma infecção severa no olho, que o deixou com visão limitada em um dos olhos. Ele acrescentou que não conseguia ler e isso era “uma droga, mas vamos superar”.
Apesar de tudo isso, o britânico garante que está bem e segue fazendo shows sem perder o bom humor. “Para ser sincero, não sobrou muito de mim”, brincou à revista “People” em 2024.
“Não tenho amígdalas, adenoides nem apêndice. Não tenho próstata. Não tenho quadril direito, nem joelho esquerdo ou direito. Na verdade, a única coisa que me resta é o quadril esquerdo. Mas ainda estou aqui.”
Elton John se apresenta no dia 7 de setembro no Rock in Rio
Reuters/Jonathan Bachman

Fonte: G1 Entretenimento

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Boné esgota, remédio lidera e jaqueta voa: o que mais vendeu no Rock in Rio no frio da 1ª semana de festival


O que tem de novo no Rock in Rio 2026
Quem foi ao Rock in Rio nos primeiros dias do festival mostrou que está disposto a enfrentar horas de shows, caminhadas e filas.
A disposição também apareceu nas vendas: de remédios para dor e curativos para bolhas nos pés a bonés, que sumiram das prateleiras, e jaquetas, que viraram item disputado entre os fãs por causa da frente fria que passou pela cidade.
A primeira farmácia oficial da história do festival recebeu cerca de 5 mil pessoas e registrou compras curiosas durante os primeiros dias do festival. Segundo a rede Venâncio, houve procura por absorventes e até preservativos, usados por alguns fãs para proteger os pés e evitar bolhas durante os longos deslocamentos pela Cidade do Rock.
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Os campeões de venda revelam as dores de quem passa o dia inteiro no festival. O produto mais vendido foi a dipirona. A lista ainda inclui adesivos para dor muscular, curativos para bolhas, remédio para o fígado e até lenços de bolso.
“Tivemos algumas surpresas quanto aos produtos mais procurados. Por exemplo, uso de absorventes e preservativos pra proteção nos pés. Mas, com certeza, remédios pra febre, dor de cabeça, dor de garganta e o adesivo pra dores no corpo são os destaques mais procurados”, afirma Rodrigo Ahmed, sócio-diretor da Venancio.
HORÁRIOS ROCK IN RIO: Confira a programação completa
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Farmácia recebeu cerca de 5 mil pessoas nos 4 dias do festival
Divulgação
Casacos para enfrentar o frio
Do outro lado da Cidade do Rock, lojas de roupas viram os fãs correrem atrás de peças para encarar as baixas temperaturas durante os shows. Cerca de 9 mil pessoas passaram diariamente pelas duas lojas montadas especialmente para o festival.
As jaquetas lideraram as vendas. Nos três primeiros dias de evento, mais de 200 jaquetas jeans foram vendidas. Os clientes também buscaram moletons, camisetas, corta-ventos, bonés e tênis.
O acessório que mais rapidamente saiu das prateleiras, porém, foi o boné: cerca de 400 unidades foram vendidas apenas na sexta-feira (4), e o estoque acabou antes do fim da noite.
Por conta do frio, jaquetas lideraram as vendas no Rock in Rio
Divulgação
De acordo com Mariana Prado, gerente-sênior de Marketing da C&A, o frio ajudou a impulsionar a procura por peças tradicionalmente associadas ao festival.
“Com muito frio, o que mais saiu e liderou as vendas foi a jaqueta jeans, que já se tornou um clássico do festival. Nos três primeiros dias, foram vendidas mais de 200 peças. Outros modelos de jaquetas, camisetas, moletons e bonés também estão entre os itens mais procurados”, afirma.
A executiva destacou ainda a procura por calçados. “A quantidade de tênis que as pessoas deixam na nossa urna de reciclagem e precisam trocar é impressionante”, disse.
As duas lojas contam com uma equipe de 35 profissionais e foram planejadas exclusivamente para o Rock in Rio. O estoque começa a ser preparado cinco dias antes do festival e é renovado conforme a demanda. A empresa não informou a quantidade total de peças disponibilizadas para venda.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Rio retorna ao Estágio 1 após operação especial para primeiros dias do Rock in Rio


Elton John canta ‘​Rocket Man’ no Rock in Rio
O município do Rio de Janeiro retornou ao Estágio 1 às 6h30 desta terça-feira (8), segundo o Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura do Rio (COR-Rio).
De acordo com o órgão, a mudança ocorreu após o fim da operação especial montada para os primeiros quatro dias do Rock in Rio e a redução da intensidade dos núcleos de chuva que atuavam na cidade.
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Fãs usaram capas para se proteger da chuva durante os shows
Cristina Boeckel/g1
As vias no entorno do Parque Olímpico estão totalmente liberadas ao trânsito de veículos após o fim da operação especial de trânsito elaborada pela Prefeitura do Rio para a realização do festival.
A cidade estava em estágio operacional especial devido à realização do festival e às condições meteorológicas.
O Rio entrou em Estágio 2 ao meio-dia de sexta-feira (4) devido à operação especial para o Rock in Rio, que incluiu bloqueios de trânsito, mudanças no transporte e antecipação do horário de saída em repartições públicas.
A operação mobilizou órgãos da Prefeitura para ações de ordenamento e interdições de vias na Barra Olímpica. O Estágio 1, para o qual a cidade retornou nesta terça (8), indica ausência de ocorrências de grande impacto na rotina da população.
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Preferia ter todos os dedos’: streamer se arrepende após perder o anelar em grade do Rock in Rio


O streamer Adalton Rodrigues Junior, conhecido como Lodk, disse que se arrepende da ação que terminou com a perda de um dedo durante uma transmissão ao vivo nos arredores do Rock in Rio e afirmou que pretende ser mais cauteloso nas próximas lives.
Ele conversou com o g1 no fim da tarde desta segunda-feira (7), pouco depois de receber alta do Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, onde passou por uma cirurgia.
“Sim, eu me arrependo. Mas estou bem, tranquilo. Como eu sempre falo, transformo meus desastres em piada. Mas preferia ter ainda todos os dedos”, disse Lodk.
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Streamer tem dedo amputado ao pular grade do Rock in Rio
O influenciador produz lives IRL, sigla em inglês para “in real life” (“na vida real”), formato em que transmite em tempo real seus passeios pelas ruas do Rio e de outras cidades que visita.
Segundo Lodk, ele e um amigo tinham ingressos para o Rock in Rio, mas, antes de entrar no festival, decidiram procurar possíveis vulnerabilidades no perímetro da Cidade do Rock para produzir conteúdo para o canal.
Foi durante essa tentativa que ocorreu o acidente. O anel que Lodk usava no dedo anelar da mão direita ficou preso em uma grade nos arredores do Parque Olímpico, na Zona Sudoeste do Rio.
“Foi tudo ao vivo. A gente decidiu fazer um conteúdo para mostrar uma possível falha na segurança do Rock in Rio. Estávamos andando pela região e encontramos um lugar sem vigilância, perto de um posto de gasolina. Meu anel ficou preso na grade junto com o dedo”, relatou.
Segundo Lodk, ele não sentiu muita dor imediatamente e só percebeu a gravidade do ferimento depois de ser alertado pelo amigo que o acompanhava.
“Meu amigo disse: ‘Seu dedo está preso na grade’. Pedi para ele pegar meu dedo, falei com a segurança e saí dali de mototáxi”, contou.
Lodk recebeu atendimento no Hospital Lourenço Jorge, na Zona Sudoeste do Rio
Arquivo pessoal/ Lodk
Primeira cirurgia
Lodk foi levado para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. A unidade informou que o paciente passou por cirurgia e recebeu alta nesta segunda-feira.
O streamer contou que o anel envolvido no acidente havia sido um presente recebido durante uma live no Paraguai. Segundo ele, essa foi também a primeira vez que precisou passar por uma cirurgia.
“Na hora não senti nada. Só doeu quando fui fazer o curativo. Nunca tinha quebrado um braço nem passado por uma cirurgia. Foi a primeira vez que operei alguma coisa”, afirmou.
Apesar do acidente, Lodk disse que tenta manter o bom humor. Nas redes sociais, chegou a divulgar uma espécie de “festa de despedida do dedo”. Ele explicou que o objeto mostrado nas imagens é um dedo de brinquedo, semelhante aos usados em truques de mágica.
Streamer tem dedo amputado ao pular grade do Rock in Rio
Reprodução
Tenho que ser menos corajoso’
O acidente não fará Lodk abandonar as transmissões ao vivo. O streamer afirmou, no entanto, que pretende mudar a forma como se expõe a riscos durante a produção de conteúdo.
“Daqui para frente, tenho que ser menos corajoso. Faço lives na rua. Semana passada estava em Barretos. Estou sempre viajando e transmitindo”, disse.
Em nota, o Rock in Rio lamentou o ocorrido e alertou para os riscos de tentativas de acessar áreas restritas do festival pulando grades ou praticando outras ações consideradas perigosas.
A organização afirmou que o local acessado pelo streamer faz parte do perímetro da Cidade do Rock, mas não é uma entrada destinada ao público. Segundo o festival, a área conta com câmeras de monitoramento, tem acesso restrito e só pode ser utilizada por pessoas autorizadas e credenciadas.
O que diz o Rock in Rio
Veja a íntegra da nota do Rock in Rio:
“O Rock in Rio lamenta profundamente o ocorrido e ressalta o quanto é perigoso tentativas de invasão pulando grades ou cometendo outras ações arriscadas para entrar no festival de forma irregular e por áreas não autorizadas. A organização do festival esclarece que o local por onde ele entrou faz parte do perímetro da Cidade do Rock, mas fora do raio de acesso legal ao festival. Esse local conta com câmeras de monitoramento, tem acessos restritos e só entram pessoas autorizadas e com credenciais.
O Rock in Rio reitera que para garantir a segurança do festival conta com mais de 2 mil vigilantes especializados dedicados em tempo integral à segurança do festival. Um Centro de Controle Operacional instalado dentro do Parque Olímpico controla 152 câmeras de monitoramento, tem sistema de Inteligência Artificial em 40 câmeras instaladas em pontos estratégicos, com capacidade de controlar a contagem de pessoas em tempo real, fazer classificação demográfica por gênero e faixa etária, monitorar o fluxo e a permanência do público por meio de mapa de calor, detectar objetos abandonados suspeitos, realizar o monitoramento para reforçar a proteção perimetral com identificação de acessos e invasões em áreas restritas e realizar detecção de loitering (permanência prolongada fora do padrão definido). Além disso, há monitoramento por quatro drones, sendo um drone Dockstation que sobrevoam o entorno do perímetro, além de contar com radares, para detecção antecipada de movimentações em áreas sensíveis. A equipe de vigilantes também conta com o apoio de 20 bodycams com capacidade para gravação e transmissão de áudio e imagem de alta resolução em tempo real, utilizadas pelas equipes de segurança em campo para registro e geração de evidências.”
🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.

Fonte: G1 Entretenimento

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Por dentro do camarote do Rock in Rio 2026: g1 mostra área VIP da Cidade do Rock


Por dentro do camarote Vip do Rock in Rio
Com comida e bebida liberadas, experiências interativas e uma vista privilegiada para o Palco Mundo, o camarote é a área mais exclusiva do Rock in Rio 2026. O acesso VIP é restrito a convidados e a associados do Rock in Rio Club que compraram ingresso para o espaço.
O camarote tem dois andares. No térreo, o público encontra ativações espalhadas pelo espaço. Em uma delas, por exemplo, é possível criar uma música personalizada com ajuda de inteligência artificial. A experiência gera uma faixa inspirada no perfil do participante e até uma capa de CD digital.
Já no segundo piso fica o lounge, onde estão as estações de comida e bebida. O cardápio inclui massas, saladas, sanduíches com carnes especiais e opções veganas. Cervejas, drinks e destilados também estão incluídos.
Nos bastidores, uma equipe formada por garçons, cozinheiros, chefs, seguranças e auxiliares de serviços gerais trabalha para manter a operação funcionando durante o festival.
Do lado de fora, uma arquibancada exclusiva oferece uma das melhores vistas para o Palco Mundo.
Camarote do Rock in Rio 2026
Reprodução
Quanto custa?
Para entrar no espaço, é preciso ser convidado ou fazer parte do Rock in Rio Club. Os principais planos do programa são:
Rockstar, que custa R$ 1.349;
Lounge, no valor de R$ 2.199
One, com preço de adesão de R$ 16.999.
Além da assinatura, o associado precisa comprar o ingresso para o camarote, vendido por R$ 3,3 mil por dia de festival. Dependendo do plano escolhido, o membro ainda recebe uma quantidade determinada de convites para a área VIP. Então, por este mesmo valor, clientes de cada um dos pacotes adquirem:
Rockstar: um ingresso;
Lounge: até dois ingressos;
One: até seis ingressos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: os melhores e os piores shows do 1º final de semana


Elton John se apresentou no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Nesta primeira semana, o Rock in Rio 2026 teve dias bem ecléticos. Começou sexta (4), dia de rock, seguido pelo dia de metal no sábado (5); domingo (6) foi dominado por atrações nostálgicas dos anos 2000, entre o pop, hip hop e a música dançante; e esta segunda (7) teve nomes entre MPB, bossa nova, jazz e pop.
Foram grandes nomes nacionais e internacionais, com erros e acertos, e alguns shows memoráveis. Abaixo, o g1 elege os destaques positivos e negativos (nos palcos Sunset e Mundo) na primeira etapa do Rock in Rio.
As listas foram feitas com base nos reviews do g1, que fez a cobertura dos principais shows do Rock in Rio. Os critérios levam em conta não só a relevância e talento de cada artista. A apresentação no festival, a reação da plateia, a escolha do setlist, a execução das músicas e a parte técnica da performance também são fatores considerados nos rankings.
Os melhores do primeiro final de semana
5. Jon Batiste
Ingrid Silva faz performance ao som de ‘Butterfly’ de Jon Batiste no Rock in Rio
Jon Batiste embalou o show desta segunda (7), no Rock in Rio, como um pastor conduz um culto. Nesta congregação, pregou a união entre a cultura dele e a nossa: foi do samba ao blues, do gospel (americano) ao Carnaval, partindo do princípio que tudo faz bem para a alma.
Isso ficou claro logo na primeira música. Jon já abriu o show cantando acapella, como uma espécie de louvor. Em seguida, esquentou: acompanhado de um grupo de percussionistas cariocas, o culto virou festa.
“Isso não é um show, é uma prática espiritual. E de onde eu venho, quando a gente toca esse tipo de música, as pessoas não ficam paradas. Preciso sentir sua liberdade”, disse, ao cantar “Freedom”. Leia mais sobre o show de Jon Batiste.
4. Foo Fighters
Foo Fighters homenageia baterista Taylor Hawkins no Rock in Rio e toca ‘Aurora’
No fechamento da primeira noite de Rock in Rio, o Foo Fighters deu aos fãs o que eles esperavam nesta sexta-feira (4). Foi uma performance segura, fruto de seis vindas anteriores ao Brasil. Aos 57 anos, Dave Grohl provou estar em boa forma como cantor.
Quem é fã sabe que a voz dele já deu sinais de desgastes por problemas médicos. Aliás, é provável que o otorrino dele não aprove essa ideia aí de cantar o show inteiro mascando chiclete.
Além de trocas no repertório em relação ao The Town 2023, como as inclusões das baladas “Wheels” e “Marigold”, a maior novidade foi a troca de baterista. Ilan Rubin, correto em sua função, entrou em 2025 após a saída de Josh Freese, que tinha assumido o posto de Hawkins no evento em São Paulo. Leia mais sobre o show de Foo Fighters.
3. Péricles canta Motown
Multidão canta ‘I’ll Be There’ com Péricles no Rock in Rio
Quem já foi a algum show de Péricles, já deve ter visto ele inserir no meio de seus sucessos do samba e do pagode a faixa “Stand by Me”, da lenda do soul Ben E. King.
Mas para sua apresentação no Palco Sunset, do Rock in Rio, nesta segunda-feira (7), o artista fez deste gênero o principal. E único.
Péricles deixou para trás a linha musical que o consagrou, abraçou hits do soul e do R&B norte-americanos e usou o português somente para conversar com o público. Leia mais sobre o show de Péricles.
2. Bring Me The Horizon
Bring Me The Horizon toca ‘Dehumanized, hit do 1° álbum lançado em 2006 e relançado este
Praticamente com um CPF para chamar de seu, Oli, o vocalista, fez de um tudo: chamou fã vestido de camisa do Brasil para cantar no palco, surpreendeu a plateia que o acompanha desde o inicinho com músicas do primeiro álbum e até se embananou chamando Rio de Janeiro de São Paulo.
A plateia, devota e provocada pelo cantor, tratou rapidamente de formar o maior número de rodinhas que conseguiu, com direito a sinalizadores de tudo que é cor.
No meio do bate-cabeça, ninguém parecia estar nem aí se o mapa do videogame estava sendo jogado em São Paulo ou no Rio de Janeiro. Leia mais sobre o show do Bring Me The Horizon.
1. Elton John
Elton John toca ‘Your Song’ no Rock in Rio
A volta de Elton John ao Brasil, após 11 anos, trouxe grandes hinos românticos e o cantor trajando um terno de paletó amarelo fluorescente e camisa azul-marinho. Em sua terceira vinda ao Rock in Rio e oitava vez no país, Elton se tornou o headliner mais velho da história do festival.
Com um repertório que o fez vender mais de 300 milhões de discos em todo o mundo, Elton passeou pelo melhor do rock radiofônico, com baladas imbatíveis como “I Guess That’s Why They Call It the Blues” e “Goodbye Yellow Brick Road”.
Sentir ao vivo o peso desses clássicos ganha outros contornos quando se sabe que Elton desacelerou o ritmo na carreira. Só que ele segue entoando “I’m still standing” e a torcida é para que continue em pé por muito tempo. Leia mais sobre o show de Elton John.
Os piores shows do primeiro final de semana
4. Luísa Sonza
Luísa Sonza faz público dançar com ‘Motinha 2.0 (Mete Marcha)’
Quem leu o nome do show “Luísa Sonza convida Menescal” pensou que a cantora faria uma homenagem à bossa nova tendo o ícone do estilo com algum destaque. A cantora gaúcha, porém, entregou seu recorrente show pop com um pequeno bloco dedicado à bossa. Seria maldade dizer que o mais intimista da performance foi o público pequeno, o menor dentre as três performances dela no Rock in Rio?
Após mostrar força com duas vezes ao Rock in Rio, Luísa teve problemas nesta segunda (7). O pior deles foi a pouca presença de público. Era fácil chegar na grade. Bastava desviar de uns poucos fãs de Elton John, headliner da noite.
Outro problema foi o som. Ele estava embolado e estourado, com a voz da cantora por vezes escondida em uma massa sonora, principalmente em canções de batidas pesadas como “Motinha 2.0”. Era difícil entender o que ela cantava se você não conhece as letras e não se trata de um problema de dicção. Afinal, ela evoluiu bastante como cantora. Leia sobre o show de Luísa Sonza.
3. Hot Milk
Hot Milk toca ‘Candy coated lie$’ no Rock in Rio 2026
A banda britânica Hot Milk estreou no Rock in Rio em horário privilegiado: foi a penúltima atração do Palco Sunset na sexta (4). Mas um bom horário pode ser mais um fardo que uma vantagem, como a banda comprovou ao encontrar um público modesto – bem menos engajado que horas antes, com Detonautas e Biquini.
“Brasil, cadê vocês, p*rra?”, gritou a vocalista Han Mee, com expressão decepcionada ao entrar no palco.
Foi preciso explicar, didática e repetidamente, que ela queria ver gente, rodinhas punk e alguma resposta. Mas pouco funcionou com a apática galera desta sexta – o que deu certo, foi na marra.
Ficou a frustração, mas a sensação de que eles fizeram tudo o que podiam. Nem todo esforço do mundo salva uma banda que não está no palco certo na hora certa. Leia mais sobre o show do Hot Milk.
2. MGK
MGK toca ‘My ex’s best friend’ no Rock in Rio
Mesmo tentando apostar nas músicas mais pesadas de seu repertório, Colson Baker, nome real do artista de 36 anos, enfrentou uma plateia dividida. No começo, interrompeu o show para acalmar parte do público que o hostilizava.
Fãs de Avenged Sevenfold não morrem de amores por MGK, ao que parece. Meio nervoso, disse que era um cara de Ohio vivendo seu sonho e estava ali para cantar para seus fãs. “Existem dois tipos de música: boa e ruim”, explicou, sem deixar claro a qual das duas se dedicava.
Há momentos acima da média como a performance sóbria de “My ex’s best friend”, a última da noite. Em um festival dominado por emos, faria sentido, mas em uma noite de Rock in Rio voltada ao rock pesado, não funcionou. Leia mais sobre o show do MGK.
1. Nelly
Nelly canta ‘Dilemma’ no Rock in Rio
No chuvoso terceiro dia de festival, Nelly deixou bem claro que não veio para inventar. Com um DJ e um hype man (rapper de apoio), ele comandou uma festa nostálgica na qual basicamente grita palavras de ordem, rima e canta, trajando uma camisa de basquete da coleção da Nike dedicada a Michael Jordan e a Seleção Brasileira.
Não há banda de apoio, transições bem pensadas entre as músicas ou direção artística para aproveitar bem o mega telão. É como se três amigos subissem ao palco e ligassem uma playlist This is Nelly no estilo karaokê, incluindo o R&B “Just a dream”, de 2010, uma das mais cantadas.
Mesmo com uma performance tão enxuta, a plateia aprovou a ideia, embora não parasse de conversar. O pico da tagarelice vinha quando ele não estava cantando hits dele e de outros: de Michael Jackson e Hall & Oates a Journey. Eram apenas versões curtas com Nelly berrando por cima, como se estivesse cantando em seu chuveiro. Leia mais sobre o show de Nelly.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: 4º dia de Rock in Rio tem Elton John imbatível, Gil em possível último show no festival e Luísa Sonza esvaziada


Rock in Rio 2026: 4º dia de Rock in Rio tem Elton John imbatível, Gil em possível último show no festival e Luísa Sonza esvaziada Primeiro final de semana do festival terminou com show do cantor britânico. Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?. Festival acontece até dia 13. Veja a programação completa.. 1º dia teve Foo Fighters em boa forma e nostalgia; veja resumo.. 2º dia teve Avenged Sevenfold morno e cantor hostilizado; leia resumo.. 3º dia virou baile de formatura chuvoso com Calvin Harris e Black Eyed Peas; veja resumo.

Fonte: G1 Entretenimento

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4º dia de Rock in Rio tem Elton John imbatível, Gil em possível último show no festival e Luísa Sonza esvaziada; veja resumo


Elton John canta ‘​Rocket Man’ no Rock in Rio
O quarto dia do Rock in Rio 2026 foi marcado pelas baladas imbatíveis de Elton John, que aos 79 anos mostrou que a aposentadoria pode esperar, além de encontros entre diferentes gerações e releituras de clássicos da música brasileira, com destaque para a bossa nova.
Vanessa da Mata e Roupa Nova levaram ao palco repertórios que atravessam décadas, enquanto Péricles e Jon Batiste fizeram pontes entre a música brasileira e a tradição negra norte-americana.
A data também teve um dos shows mais simbólicos desta edição: aos 84 anos, Gilberto Gil fez sua quinta apresentação no festival e disse que talvez aquele fosse seu último Rock in Rio.
A bossa nova ganhou espaço destacado na programação, com Luísa Sonza dividindo o palco com Roberto Menescal em um bloco dedicado ao gênero, enquanto a islandesa Laufey levou ao festival seu híbrido de smooth jazz, pop e música brasileira, reunindo muitos fãs jovens e seus pais em sua segunda vez no Brasil.
Jon Batiste aproximou samba, jazz, blues e gospel, disputando público com Belo que arrastou multidão para o Palco Favela em show romântico e cheio de hits de pagode dos anos 1990.
Saiba como foi o quarto dia de Rock in Rio 2026:
Leia também: Fãs de Elton John vestem looks inspirados no cantor na Cidade do Rock
Elton John
Elton John se apresentou no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
A volta de Elton John ao Brasil, após 11 anos, trouxe grandes hinos românticos e o cantor trajando um terno de paletó amarelo fluorescente e camisa azul marinho. Em sua terceira vinda ao Rock in Rio e oitava vez no país, Elton se tornou o headliner mais velho da história do festival.
Nesta segunda-feira (7), ele fez um show com 24 músicas tocadas em 2 horas e 15 minutos, permeada por interações bem econômicas.
“Este ano seria o centésimo aniversário da Marilyn Monroe e essa música é sobre ela”, disse, antes de “Candle in the wind”. “Com vocês, Dua Lipa”, disse, quando a cantora apareceu no telão em “Cold Heart”. “Essa música foi a mais rápida que escrevi com Bernie. E ela só é popular no Brasil”, disse sobre “​Skyline Pigeon”, trilha da novela “Carinhoso” (1973).
Quando a turnê de despedida de Elton John terminou em 2023, após 330 shows, fãs brasileiros do cantor e pianista inglês cruzaram os braços e ficaram de bico. Como assim o Brasil tinha sido esquecido? Leia mais sobre o show de Elton John.
Laufey
Laufey canta ‘Perdido de Amor’ de Luiz Bonfá
A islandesa Laufey é um fenômeno curioso. Aos 27 anos, canta um híbrido entre smooth jazz, pop e bossa nova – e reuniu muitos fãs jovens (e seus pais) em sua segunda vez no Brasil, nesta segunda-feira (7), no Rock in Rio.
É precisamente no romantismo que Laufey aposta. O jazz dela não é groovado e dançante, mas delicado, lento e doce, especialmente neste disco e turnê, “A Matter of Time”.
Legal mesmo é quando ela é um pouco menos perfeitinha. Como quando, em homenagem à nossa música, Laufey cantou a faixa “Perdido de Amor”, de Luiz Bonfá. Ela arriscou cantar em português e não foi uma das melhores pronúncias… o que acabou sendo fofo.
Fora isso, tudo estava no lugar. Boa banda, músicas bem executadas, show estruturadinho. Mas o seguro não emociona e, ainda que tenha sido encantador, foi inofensivo. Leia mais sobre o show de Laufey.
Gilberto Gil
‘Talvez, quem sabe, seja o último’, diz Gilberto Gil sobre show no Rock in Rio
Ao chegar à quinta apresentação no festival, depois de tocar duas vezes na edição inaugural de 1985, em 2001 e em 2022, Gil mostrou que mesmo cansado, ainda domina todo aquele espaço.
Andou pouco pelo palco, e estava sua voz já bem fraquinha, mas emendou com a maestria de sempre clássicos de diferentes momentos da carreira (“Andar com Fé”, “Toda Menina Baiana”, “Realce”, “Pela Internet”, “Palco”). Ao todo, foram 16 faixas em pouco mais de uma hora de show.
Os shows foram vendidos também como uma despedida. Mas o adeus ali, Gil fez questão de explicar, era apenas das grandes turnês. Agora, ele parece dizer tchau para mais outro palco.
O grande desafio de sua carreira agora parece estar ligado a isso, a uma preocupação de que seu repertório, cheinho de histórias de amor, canções de ninar, dúvidas existenciais, protestos e mensagens de esperança possa seguir ecoando pelas gerações futuras quando ele decidir parar de vez de fazer shows. Leia mais sobre o show de Gilberto Gil.
Péricles canta Motown
Multidão canta ‘I’ll Be There’ com Péricles no Rock in Rio
Quem já foi a algum show de Péricles, já deve ter visto ele inserir no meio de seus sucessos do samba e do pagode a faixa “Stand by Me”, da lenda do soul Ben E. King.

Mas para sua apresentação no Palco Sunset, do Rock in Rio, nesta segunda-feira (7), o artista fez deste gênero o principal. E único.
Péricles deixou para trás a linha musical que o consagrou, abraçou hits do soul e do R&B norte-americanos e usou o português somente para conversar com o público.
A apresentação foi uma homenagem a Motown Records, gravadora que teve um papel crucial na integração racial da música popular norte-americana e ajudou a criar a black music. O show foi criado exclusivamente para o festival e sugerido por Zé Ricardo, vice-presidente artístico da Rock World. Péricles abraçou imediatamente a ideia.
Mas quem foi ao Sunset aberto a uma nova experiência e entendendo o apelido de “Rei da Voz” que o artista tem, se encantou. Seu talento vocal não decepcionou. E mostrou sua versatilidade. Leia mais sobre o show de Péricles.
Jon Batiste
Ingrid Silva faz performance ao som de ‘Butterfly’ de Jon Batiste no Rock in Rio
Jon Batiste embalou o show desta segunda (7), no Rock in Rio, como um pastor conduz uma missa. Nesta congregação, pregou a união entre a cultura dele e a nossa: foi do samba ao blues, do gospel (americano) ao Carnaval, partindo do princípio que tudo faz bem para a alma.
Isso ficou claro logo na primeira música. Jon já abriu o show cantando acapella, como uma espécie de louvor. Em seguida, esquentou: acompanhado de um grupo de percussionistas cariocas, a missa virou Carnaval.
“Isso não é um show, é uma prática espiritual. E de onde eu venho, quando a gente toca esse tipo de música, as pessoas não ficam paradas. Preciso sentir sua liberdade”, disse, ao cantar “Freedom”.
Nele, emendou um “Mas Que Nada”, deixando que a brasileira Nêgah Santos fizesse os vocais. (Curiosamente, foi a segunda vez que o clássico de Jorge Ben apareceu neste festival – ontem, foi com o Black Eyed Peas).
Foi um show de musicalidade como nenhum outro nessa edição até aqui. Sem firulas, com uma camiseta azul do Brasil e um sonho. Quando você manja tanto de música, precisa de mais? Leia mais sobre o show de Jon Batiste.
Roupa Nova
Roupa Nova e Guilherme Arantes cantam ‘Lindo Balão Azul’ no Rock in Rio
Trinta e cinco anos após sua única apresentação, o Roupa Nova retornou ao festival nesta segunda-feira (7), no Palco Sunset.
O palco, antes chamado de secundário, costuma trazer projetos especiais, com trabalhos ou encontros exclusivos ou inéditos. E para seu retorno, o Roupa Nova escolheu convocar Guilherme Arantes, defensor ferrenho da volta do grupo ao Rock in Rio. Assim, Guilherme fez sua estreia no festival, aos 73 anos.
Com isso, o show tinha tudo para ser uma viagem pelas telenovelas e na memória afetiva da TV brasileira. E não decepcionou.
Guilherme e Roupa Nova já haviam gravado juntos algumas músicas, como “O melhor vai começar” (1982) e “Raça de Heróis” (1989). Além disso, Kiko, Nando e Serginho participaram de arranjos e gravações de várias faixas solo de Guilherme.
Após a apresentação, vale o Roupa Nova inverter a torcida e defender o retorno de Guilherme Arantes ao festival. Desta vez, em show solo. Leia mais sobre o show de Roupa Nova.
Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Luísa Sonza canta ‘Chico’ com Roberto Menescal no Palco Mundo do Rock in Rio
Após mostrar força com duas vezes ao Rock in Rio, Luísa teve problemas nesta segunda (7). O pior deles foi a pouca presença de público. Era fácil chegar na grade. Bastava desviar de uns poucos fãs de Elton John, headliner da noite.
Outro problema foi o som. Ele estava embolado, com a voz da cantora por vezes escondida em uma massa sonora, principalmente em canções de batidas pesadas como “Motinha 2.0”. Era difícil entender o que ela cantava se você não conhece as letras e não se trata de um problema de dicção. Afinal, ela evoluiu bastante como cantora.
Falando do repertório, Luísa fez seu show de pop recorrente com um bloco dedicado à bossa nova. “Esse show é o mais importante da minha carreira”, comentou, quando convidou a “lenda” Menescal ao palco. Foram 18 minutos de bossa e 42 dedicados ao pop dançante com 11 dançarinos.
Juntos, começaram o dueto com “Chico”, na versão em que troca o nome do ex namorado traidor por “se”. Depois, tocaram “Um Pouco de mim”, composta pelos dois. A terceira foi “Você”, escrita por Menescal e Ronaldo Bôscoli. “Samba de Verão”, Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, fechou o set de bossa com a melhor performance da cantora. Leia mais sobre o show de Luísa Sonza.
Vanessa da Mata
Vanessa da Mata canta o hit ‘Ai, ai, ai…’ no Rock in Rio
Vanessa da Mata fez do show no Palco Sunset uma celebração de seus 20 anos de carreira. Entre sucessos que marcaram sua trajetória, músicas do álbum mais recente e versões de clássicos da música brasileira, a cantora costurou um repertório que olhou para diferentes fases de sua obra.
Pontualmente às 15h, Vanessa abriu o Palco Sunset com seu hit “Não Me Deixe Só” e emendou com “Segue o som” e “Baú”.
Um dos momentos de maior empolgação do público aconteceu quando Vanessa entoou os primeiros versos de “Amado”. Depois de cantar “Vem Doce” e “Vermelho”, que fizeram a plateia se dispersar um pouco, ela voltou a elevar a energia da apresentação com “Boa Sorte / Good Luck”.
Para cantar “Ainda bem”, Vanessa convidou ao palco Rubel. Eles ainda fizeram um cover de “Medo bobo”, de Maiara e Maraísa.
Para fechar o show, ela trouxe um dos seus maiores hits, “Ai, Ai, Ai…”. Diante de uma plateia cheia, Vanessa percorreu duas décadas de carreira entre hits, músicas recentes e homenagens a nomes fundamentais da música brasileira. Ao fim, ficou a impressão de um show que soube celebrar sua trajetória sem se apoiar apenas na nostalgia. Leia mais sobre o show de Vanessa da Mata.

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Aos 79 anos, Elton John esquece aposentadoria em show no Rock in Rio com baladas imbatíveis


Elton John canta ‘​Rocket Man’ no Rock in Rio
A volta de Elton John ao Brasil, após 11 anos, trouxe grandes hinos românticos e o cantor trajando um terno de paletó amarelo fluorescente e camisa azul marinho. Em sua terceira vinda ao Rock in Rio e oitava vez no país, Elton se tornou o headliner mais velho da história do festival.
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Nesta segunda-feira (7), ele fez um show com 24 músicas tocadas em 2 horas e 15 minutos, permeada por interações bem econômicas.
“Este ano seria o centésimo aniversário da Marilyn Monroe e essa música é sobre ela”, disse, antes de “Candle in the wind”. “Com vocês, Dua Lipa”, disse, quando a cantora apareceu no telão em “Cold Heart”. “Essa música foi a mais rápida que escrevi com Bernie. E ela só é popular no Brasil”, disse sobre “​Skyline Pigeon”, trilha da novela “Carinhoso” (1973).
Quando a turnê de despedida de Elton John terminou em 2023, após 330 shows, fãs brasileiros do cantor e pianista inglês cruzaram os braços e ficaram de bico. Como assim o Brasil tinha sido esquecido?
A questão é que Elton está aposentado, mas nem tanto. Ele ainda aceita shows pontuais, como o desta segunda (7) e os dois marcados para outubro, no México. A vinda ao festival, segundo ele, foi para compensar o fato de não ter vindo ao Brasil na última tour.
Elton John se apresentou no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Com mais tempo para repousar, pareceu estar mais descansado e com voz mais encorpada. Afinal, ele tem 79 anos e uma carga alta de shows pode cobrar um preço alto na resistência de qualquer veterano. “Não tenho muita voz sobrando, mas vou cantar essa”, avisou antes da despedida com “Your Song”.
O intervalo bem mais longo entre as apresentações devolveu o fôlego para segurar as notas mais exigentes e os momentos mais agitados, como na sequência “​The Bitch Is Back”, “Crocodile Rock”, “​Saturday Night’s Alright for Fighting” e “​I’m Still Standing”.
O setlist é bem montado e a execução melhor do que em outras vindas, mas há um senão. Projeções aleatórias (das cenas do musical “Rocketman” a uma garota quebrando o vidro de um carro com um skate) dominam os telões. Em músicas como “Tiny Dancer” e “​Honky Cat”, o telão sequer mostram o cantor. Em um festival para perto de 100 mil fãs, isso é um crime.
Elton John se apresentou no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Com um repertório que o fez vender mais de 300 milhões de discos em todo o mundo, Elton passeou pelo melhor do rock radiofônico, com baladas imbatíveis como “I Guess That’s Why They Call It the Blues” e “Goodbye Yellow Brick Road”.
As duas lindas canções fazem parte do período mais fértil do cantor. Entre 1969 e 1976, ele lançou 11 álbuns de estúdio, um ritmo de produção raríssimo para popstars deste tamanho. Também naqueles tempos, colaborou para que o piano se consolidasse como instrumento vital do rock de arena e do soul de rádio.
Desde 1967, Elton e o letrista Bernie Taupin trabalham juntos, mas nem tanto. O parceiro entrega os textos prontos. Elton lê, escolhe alguns e compõe a melodia e a estrutura musical, quase sempre em menos de uma hora. As melodias grandiosas e as letras melancólicas se encaixam mesmo que eles quase nunca estejam no mesmo lugar durante o processo.
Sentir ao vivo o peso desses clássicos ganha outros contornos quando se sabe que Elton desacelerou o ritmo na carreira. Só que ele segue entoando “I’m still standing” e a torcida é para que continue em pé por muito tempo.
Elton John se apresentou no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews

Arte/g1
Rock in Rio 2026: Veja vídeos do quarto dia de festival

Fonte: G1 Entretenimento