Categorias
ENTRETERIMENTO

Maiara & Maraisa lançam em janeiro o álbum ao vivo ‘Melhor que imaginei’


A dupla Maiara & Maraisa lança hoje o primeiro single do álbum audiovisual ‘Melhor que imaginei’, gravado em show em Guarulhos (SP) e previsto para janeiro
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Com participação confirmada em Coração acelerado, novela ambientada no universo sertanejo e programada para entrar no ar em 12 de janeiro na TV Globo, no horário das 19h, Maiara & Maraisa aproveitam a estreia da produção para lançar o álbum audiovisual Melhor que imaginei no primeiro mês de 2026.
No decorrer de janeiro, a dupla apresentar uma série de EPs com faixas do álbum gravado ao vivo pelas cantoras em 4 de dezembro em Guarulhos (SP) e batizado com verso da letra da música Medo bobo (Juliano Tchula, Maraisa, Vinicius Poeta, Junior Pepato e Benício Neto, 2016), o maior sucesso da carreira das artistas.
Contudo, a primeira amostra do álbum Melhor que imaginei será lançada oficialmente ainda neste ano de 2025. Às 21h de hoje, 18 de dezembro, Mariara & Maraisa lançam o single Quem sente saudade sou eu.
A música Quem sente saudade sou eu é inédita. O clipe com a gravação ao vivo entra em rotação às 12h de amanhã, 19 de dezembro.
Capa do single ‘Quem sente saudade sou eu’, da dupla Maiara & Maraisa
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Uma noite feliz no ‘castelo’ do ‘Rei’ entre rosas, cotoveladas, emoções e aquelas irresistíveis canções de Roberto Carlos


Roberto Carlos apresenta o show ‘Eu ofereço flores’ na Brava Arena Jockey, no Rio de Janeiro (RJ)
Mauro Ferreira / g1
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Uma frase atribuída a Caetano Veloso com a tese de que o cancioneiro de Roberto Carlos personifica o inconsciente coletivo do povo brasileiro me veio à mente diversas enquanto assistia ao segundo dos dois shows feitos por Roberto na Brava Arena Jockey, no Rio de Janeiro (RJ), na noite de ontem, 17 de dezembro.
Já fazia mais de três anos que eu não via Roberto Carlos ao vivo. O último show que presenciei tinha acontecido em 9 de julho de 2022 na casa Qualistage, também no Rio de Janeiro (RJ).
Como esperado, nada mudou substancialmente. A turnê agora se chama Eu ofereço flores, nome da canção que Roberto lançou em 23 de novembro de 2023 para expressar a gratidão pelo público que o mantém no trono de rei da canção popular romântica. Eu ofereço flores é a canção que passou a encerrar o show, após o spiritual Jesus Cristo (1971), sendo a trilha perfeita para a distribuição das rosas pelo cantor enquanto a banda, regida pelo maestro Eduardo Lages, repete numerosas vezes a parte instrumental que alicerça o refrão.
A propósito, impressiona a luta (às vezes até física) do público para ganhar uma das rosas arremessadas pelo cantor do palco. Nessa hora, vale cotovelada, vale empurrão. Tanto que o próprio Roberto Carlos, já ciente da passionalidade dos súditos, adverte o público no início do show para que ninguém se machuque na hora das rosas.
Entre tapas e rosas, todo mundo saiu feliz da Brava Arena Jockey, falando mais das rosas do que do show que certamente já viram outras vezes. Sim, o show de Roberto Carlos é essencialmente o mesmo há décadas. E essa certeza da manutenção das tradições (também) ajuda a explicar a força com que o artista se mantém na preferência de um público majoritariamente feminino e já idoso como o cantor de 84 anos.
Para que mexer em um time vitorioso, invicto há mais de 60 anos? O jogo de cena do cantor com o público é especial. Como latin lover, Roberto faz crer que cada espectadora é a musa amada das canções que vão se perpetuando através de gerações.
Conversando recentemente com Lenine, ele me chamou atenção para o fato de que Roberto Carlos já entrega e diz tudo no primeiro verso de cada música. Percebi ontem que a percepção de Lenine é apurada. Roberto já ganha o jogo quando canta o primeiro verso de cada música.
Particularmente, o que mais me seduz no show do cantor é a longa passagem instrumental de tom roqueiro, meio prog, do arranjo de Cavalgada (1977), uma das numerosas obras-primas de Roberto com Erasmo Carlos (1941 – 2022). Tanto que acordei hoje com vontade de ouvir, e ouvi, acionando diversas vezes a tecla repeat, esse arranjo no álbum ao vivo Roberto Carlos em Las Vegas (2015), lançado há dez anos.
Enfim, foi uma noite feliz entre rosas, cotoveladas, emoções, empurrões (dos quais escapei por não ter entrado na disputa pelas rosas) e, sobretudo, entre aquelas canções do Roberto de que Caetano Veloso já mencionava embevecido, em 1968, em verso da letra da música Baby. E quantas canções de 1968 para cá! Que obra!
Sob esse prima, lamento que o roteiro dos shows de Roberto Carlos tenha pouca flexibilidade. Quantas músicas Roberto poderia tirar do baú! Lembro de imediato de Se eu partir (canção linda de Fred Jorge do emblemático álbum de 1971), À distância (1972), Palavras (1973), Você (1974), Você em minha vida (1976), Não se esqueça de mim (1977), Mais uma vez (pérola esquecida da dupla Maurício Duboc e Carlos Colla, do álbum de 1979) e Costumes (1979), para ficar somente na discografia dos anos 1970.
Mas que plebeu sou eu para dar palpites no roteiro dos shows do Rei? Roberto Carlos é o que é por ignorar pitacos alheios e ser há 60 anos Roberto Carlos, o inconsciente coletivo desse povo brasileiro tão sentimental e no fundo tão conservador quanto o cantor que idolatra.
Roberto Carlos distribui rosas no fim do show, tradição que gera disputa passional entre o público feminino do cantor por uma flor
Mauro Ferreira / g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Neta de Elvis seria mãe de filho de John Travolta, diz processo; Priscilla Presley nega


Riley Keough seria mãe biológica de Ben, filho de John Travolta e Kelly Preston
Reprodução/Instagram
A atriz Riley Keough, neta de Elvis, é mãe biológica de um dos filhos de John Travolta, de acordo com um documento judicial obtido pela “People”. A informação consta em um processo movido por Brigitte Kruse, ex-sócia de Priscilla Presley (avó de Riley e ex-esposa do Rei do Rock).
Segundo a revista, no processo, Kruse afirma que John e Kelly Preston, esposa falecida do ator, recorreram a óvulos de Riley Keough para gerar Ben, hoje com 15 anos. Em declaração enviada ao TMZ, a equipe de Priscilla nega parentesco com o filho de Travolta e diz que as alegações são “ultrajantes”.
“Brigitte e seus cúmplices demonstraram que não há limite baixo, nenhuma linha ética que eles não estejam dispostos a cruzar em um esforço para causar ainda mais sofrimento a Priscilla Presley e sua família”, diz a equipe de Priscilla.
“Essas alegações ultrajantes recentes não têm absolutamente nada a ver com as alegações deste caso. A conduta de Kruse, Fialko e seus novos advogados (eles já estão no quarto grupo de advogados) é vergonhosa e certamente será tratada no tribunal.”
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Entenda o caso
As informações constam em um processo movido por Brigitte contra Navarone Garcia, filho de Priscilla, por quebra de contrato.
Embora o foco da ação não seja Travolta, Kruse afirma nos autos que Kelly tinha dificuldade para engravidar. Por isso, o casal teria recorrido a óvulos da atriz Riley Keough, neta de Elvis Presley, para gerar Ben. Ela afirma que, em troca, Riley teria recebido um carro antigo da marca Jaguar e um pagamento entre US$ 10 mil e US$ 20 mil.
Os documentos incluem imagens de notas e uma troca de mensagens de texto, onde parece que Ben Travolta é chamado de “lindo bisneto” de Priscilla.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Marcos Pitombo revela que também sofre com perseguição após caso de Isis Valverde


Homem é preso no condomínio de Isis Valverde e admite perseguir a atriz há mais de 20 anos
O ator Marcos Pitombo revelou que é perseguido por um homem há mais de um ano. Ele compartilhou a situação em seu perfil no Instagram após a notícia de que o stalker que perseguia a atriz Isis Valverde foi preso na terça-feira (16).
“Também sou perseguido por um stalker; com quem nunca tive nenhum tipo de contato ou relação anterior, há mais de um ano. Essa pessoa segue minha rotina, os locais que frequento, constrange meus amigos virtualmente e, pior, me persegue nos teatros onde me apresento. Me ameaça no meu local de trabalho”, escreveu o ator.
Isis Valverde agradece pela prisão de homem que a perseguia havia anos: ‘Rápida intervenção’
Marcos Pitombo
Reprodução/Instagram
Pitombo explicou ainda que já fez denúncia, mas o homem continua o perseguindo. “Já fiz boletim de ocorrência, e o Ministério Público aplicou medidas protetivas, mas o stalker segue constrangendo pessoas próximas virtualmente e fazendo ameaças. Que bom que a Justiça tem se debruçado em cima desse tema de forma enérgica, impondo limites nessas pessoas que desprezam princípios básicos de consentimento e bom senso”, afirmou.
Nos stories do Instagram, o ator compartilhou uma sequência de prints com as mensagens do perseguidor e um vídeo em que o homem aparece próximo a ele.
Marcos Pitombo revela que também sofre com perseguição após caso de Isis Valverde
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Bombou no g1: Os segredos e regras extremas dos Legendários, retiro que virou febre entre famosos


Diário de um legendário, dia 1: disciplina militar e pouca comida
Em 2025, o g1 foi ao retiro secreto masculino que causa debate nas redes sociais, e revelou os bastidores dos Legendários. Tudo começou com uma impressionante maratona física, ordens rigorosas e comida racionada.
Ao longo de dezembro, o g1 revisita as histórias mais malucas – e reais – publicadas em 2025. Veja o vídeo acima, leia o texto abaixo e explore outras reportagens no mapa ao final desta página.
A matéria original foi publicada em julho.
GIF retrospectiva – Os segredos e regras extremas dos Legendários, retiro que virou febre entre famosos
Editoria de arte do g1
A frase acima, dita para mim e mais 168 homens, resume o espírito do retiro masculino e cristão que ganhou fama nas redes sociais. Fama e mistério.
De um lado, celebridades como o ex-BBB Eliezer, Neymar pai, Thiago Nigro e Tirulipa exaltam a experiência como transformadora. Do outro, críticos apontam uma visão obsoleta da masculinidade.
Muita gente opina sem conhecer. Eu, homem cristão que cresceu em lar evangélico e tem interesse sobre o assunto, subi a montanha. Agora posso responder: o que acontece, afinal, entre os Legendários?
Não levei gravador, câmera, nem celular, que eram banidos. Mas tomei notas. E o que relato aqui é o que vi, ouvi e vivi durante o retiro em junho de 2025.
Já no primeiro dia, entendi que o esforço físico e a disciplina militar são tão marcantes quanto o aspecto religioso.
O g1 publicou este Diário de um Legendário em quatro partes diárias, e 26 e 29 de julho.
DIA 2: as conversas sobre família que fazem homens chorarem na montanha
DIA 3: retiro masculino vira ‘reality-show com suor, lama e teste final de coragem
DIA 4: na volta para casa, homens são orientados a virar ‘sacerdotes do lar’
Um boné, um número e nenhum atalho
Cheguei às 13h03 no local que havia sido anunciado todos os dias da última semana no grupo de Whatsapp “TOP#1071 – DESCOBRIMENTO BAHIA”.
O número do nosso Track Outdoor de Potencial (TOP), 1.071, é único em todo o mundo; sempre que um retiro como esse é organizado, a chancela do Legendários Global vem com a identificação numérica daquela edição.
Da mesma forma, quem completa as 72 horas de TOP recebe um número só seu. No domingo, recebi o boné de legendário 130.821, o que significa que, antes de mim, 130.819 homens se tornaram legendários pelo mundo.
Isso porque Jesus é considerado o “legendário nº 1” — apesar de o messias do mundo cristão não ter passado exatamente pela jornada em que eu estava prestes a embarcar.
Ali, cada participante recebia a identificação de sua “família”. Fui designado à Família 2. Aqueles outros 12 homens seriam meus principais companheiros de jornada.
Logo entendi que não havia espaço para improviso. Uma informação repassada várias vezes pelo grupo de zap foi a lista de itens a serem levados, entre obrigatórios (como manta térmica, barraca, lanterna de cabeça) e opcionais (boné, agasalho impermeável, meias esportivas, etc).
Nada disso estava incluso no valor da inscrição, que nesse caso foi de R$ 1.850. O preço varia em cada TOP: os mais em conta custam por volta de R$ 450, mas há opções que chegam a dezenas de milhares de reais.
Vindo de SP, levei uma sacola com roupas extras, esperando deixá-la guardada na igreja (local de onde partimos para o retiro) até domingo. Ao pedir ajuda, a resposta dos organizadores foi sempre uma ou outra: “Desfrute o caminho, senhor” ou “Siga a lista”.
Acabei entendendo a mensagem: seguir a lista que recebemos. Foi assim que minha sacola virou peso extra na trilha, somada aos 16 kg que minha mochila já pesava.
Ainda no gramado dos fundos da igreja, conhecemos o “Voice”, o principal responsável por passar instruções e comandos — um homem alto e forte, de voz firme. Qualquer erro de um é pago por toda a família com dez “sentadillas” (palavra em espanhol que significa “agachamentos”, feitos com os braços estendidos).
Qualquer erro mesmo pode gerar castigo, desde deixar um pertence no chão para buscar depois, até… não fazer a contagem das sentadillas com ânimo suficiente, por exemplo. Se não há um responsável inicialmente, todas as famílias pagam, e a punição só se encerra depois que alguém se responsabiliza.
Os participantes eram chamados de senderistas, outra palavra vinda do espanhol. “Sendero” quer dizer caminho: estávamos no caminho para nos tornarmos legendários.
Também aprendemos o grito “AHU” — sigla para Amor, Honra e Unidade — usado genericamente como um “Sim, senhor” ou em momentos de celebração, por exemplo. Era o início de uma imersão que mistura disciplina militar e espiritualidade cristã.
Cal para atender ao chamado da natureza
Atrás de mim, um dos meus “irmãos” da família 2 perguntou se eu já tinha trazido os 200 g de cal que constavam na lista de itens obrigatórios, porque ele acabou comprando um saco de 8 kg e levou para o caso de outros participantes precisarem.
No final, tanto minha sacola de roupa extra quanto essa pequena saca de cal tiveram que subir e descer a montanha como peso extra — levados por nós mesmos, obviamente.
O cal, pelo menos, nossa família foi usando ao longo do caminho, jogando sobre o cocô em um buraco como medida de higiene toda vez que alguém precisava atender a esse chamado da natureza.
O hidróxido de cálcio age para eliminar o odor e endurecer as fezes, minimizando o impacto na natureza.
Meio familiar, meio militar
Um dos exercícios iniciais foi dar as mãos em família, correr até os fundos do gramado e voltar pra formação inicial, todos com as mochilas nas costas.
Depois ordenaram que formássemos pequenos círculos por família e que conversássemos, reforçando que “família conhece família”.
Durante cerca de 10 minutos, a cada 30 segundos ou 1 minuto algum legendário aparecia no grupo e fazia perguntas a um senderista, começando por “Você, qual é o nome dele?” até “Quantos filhos ele tem?” ou “Qual é o nome do animal de estimação dele?”.
A cada erro, mais 10 sentadillas do grupo e o reforço de que precisaríamos nos conhecer muito bem nos próximos dias, como família. Ao final, ainda em círculo, um legendário nomeou o líder e o sub-líder do grupo, de forma aparentemente aleatória.
Celulares confiscados, conversa contida, destino desconhecido
Legendários passaram recolhendo todos os celulares e outros aparelhos dos participantes, incluindo relógios digitais e analógicos. A partir dali, por volta de 17h de quinta-feira, deixamos de ter muita noção das horas. Esses itens só seriam devolvidos três dias depois, quando retornamos a Salvador.
Antes de entrar num ônibus com destino desconhecido, recebemos um sanduíche e uma banana. As mochilas deveriam ir no colo, e as janelas tinham cortinas fechadas. Ninguém sabia onde ficava a tal montanha a ser subida.
Diversas vezes durante a viagem, algum legendário se levantava e lia o Salmo 91 em voz alta. Esse salmo fala da proteção e da segurança divinas que cobrem aqueles que confiam em Deus.
Conversar era permitido, mas sem exagero. O clima era de expectativa e contenção. Quando, horas depois, descemos nos limites de uma cidadezinha do interior da Bahia, as placas de sinalização ao redor estavam cobertas por sacos pretos. O segredo do local era essencial.
O retiro onde tudo começa no escuro
Era noite fechada quando o grupo começou a caminhar por uma trilha de terra batida. O silêncio só não era pleno por conta do forró que se ouvia ao longe, vindo de algum sítio. Identifiquei um hit do Falamansa e uma versão forrozeada de Jorge Vercillo.
Chegamos a um sítio com um corredor de tochas acesas. Sob tendas montadas num terreno capinado, recebemos a ordem de abrir as mochilas e mostrar tudo. O que não estivesse na lista oficial era confiscado.
Mesmo assim, houve uma segunda chance: de olhos fechados, os homens foram encorajados a se denunciar e entregar qualquer item que tivesse passado pela primeira coleta. Pelo barulho ao redor, foi o caso de muita gente.
Iguais na fome, na dor e na fé
Um momento simbólico foi quando um legendário fez uma chamada pedindo que todos se identificassem por profissão ou grau familiar: médicos, profissionais da saúde, empresários, pais, filhos. A quantidade expressiva de empresários que se levantaram me chamou atenção. Ao final, todos estavam de pé. E a mensagem veio:
Recebemos, cada um, um saco laranja lacrado com a sigla MRE (“Meal Ready to Eat” em inglês, ou “Refeição Pronta para Comer”). A orientação foi que cada um só teria o conteúdo daquele saco pra se alimentar durante os próximos três dias, e que cabia a nós administrarmos esse consumo.
No saco, tinha:
Nada mais do que isso para três dias. A fome também fazia parte do rolê.
Cruz, cova e silêncio
O que parecia ser a hora de dormir revelou-se o início da trilha. Ganhamos mais 5 litros de água por pessoa (leia-se: mais 5 kg de peso pra carregar) e seguimos a pé. Pouco depois, nos deparamos com duas covas cavadas no chão, ladeadas por cruzes brancas e pretas. Tratava-se de um memorial aos “homens que morreram sem subir a montanha”, explicou um legendário.
Em pelo menos duas cruzes havia um nome e datas de nascimento e morte; a da direita dizia PH Nunes, e lembro que a data de morte era em 2021. Imaginei que fossem nomes e datas fictícios; mesmo assim, a cena foi marcante a ponto de me fazer lembrar desses detalhes muito depois.
Mato denso e homens com olhinhos de fora
A partir dali, a trilha seguiu com trechos maiores de mato denso. O frio aumentou. Frases como “Família não deixa brecha!” e “Família não abandona família!” eram repetidas para manter o grupo unido.
À parte dos 170 senderistas, eu havia contado pouco mais de 100 legendários, de roupa laranja, que se dividiam no trabalho voluntário em diversas funções.
E na trilha eram legendários aparecendo o tempo todo, pedindo passagem ou surgindo parados no caminho, em silêncio, observando. Não respondiam a cumprimentos. Essa presença silenciosa, para mim, batia mais como opressiva do que reconfortante.
Quase todos sempre com um pano cobrindo boa parte do rosto, boné e lanterna na cabeça, só com os olhinhos de fora. No começo até tentava acenar com a cabeça ou soltar um “Ôôa” de cumprimento, mas não recebia qualquer reação.
Em algum momento acabei preferindo só passar reto por eles dali em diante, fingindo que não estavam lá nessa observação meio incômoda.
Entre barracas e notas num buraco de tatu
Equipe de arte do g1
Entre barracas e notas num buraco de tatu
Quando um dos participantes ameaçou desistir por dores, um irmão da família pegou a mochila dele, os galões de água e seguiu com tudo nos ombros e braços num esforço descomunal, e ainda mantendo a plenitude. Se a ideia do Legendários é “devolver um herói por família”, talvez esse mano pudesse já ter voltado pra casa naquela mesma noite.
Depois de horas andando, chegamos a um descampado para dormir. As barracas deveriam ser montadas em volta da bandeira da família. A minha, complicada de armar, exigiu esforço coletivo e virou piada. Ficou meio capenga, chamei de meu “buraco de tatu”. Ainda assim, funcionou.
Deitei no saco de dormir e comecei a tomar notas num caderninho. Eu ainda não tinha entendido: por que estes homens estão aqui? O que eles querem aprender e o que, afinal, é um “legendário”?
Estava na terceira página, havia-se passado só 30 ou 40 minutos desde que entrei na barraca, quando vieram os gritos de legendários do lado de fora:
*O g1 publicou este Diário de um Legendário em quatro partes diárias, e 26 e 29 de julho.
DIA 2: as conversas sobre família que fazem homens chorarem na montanha
DIA 3: retiro masculino vira ‘reality-show com suor, lama e teste final de coragem
DIA 4: na volta para casa, homens são orientados a virar ‘sacerdotes do lar’

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Nem US$ 5 bilhões bastam: James Cameron diz que ‘Avatar’ ainda precisa se provar em ‘Fogo e cinzas’


Apesar dos bilhões de dólares, James Cameron não garante o futuro de “Avatar”
Para James Cameron, diretor de três das cinco maiores bilheterias da história do cinema, “Avatar: Fogo e cinzas” ainda precisa se provar para dar segurança à franquia protagonizada por alienígenas felinos azulados – por mais que os dois primeiros filmes façam parte dessa estatística.
g1 já viu: ‘Avatar: Fogo e cinzas’ é montanha-russa estonteante na qual história é mero adendo
Mas se nem os mais de US$ 5 bilhões arrecadados por “Avatar” (2009) e “Avatar: O caminho da água” (2022) garantem o futuro da série, existe algum valor que o capítulo lançado nesta quinta-feira (18) no Brasil precisa arrecadar para lhe trazer um pouco de paz de espírito?
“Sim”, responde ele, sem titubear, em entrevista ao g1 em um hotel em Los Angeles. Logo em seguida, começa a rir, como quem sabe a inevitável próxima pergunta: Qual é o número mágico?
“Não, não, não. A gente não fala sobre isso. Isso é algo que cabe a mim saber. Mas, se anunciarmos ‘Avatar 4’, você vai ficar sabendo.”
Cameron se refere, é claro, à primeira das duas continuações de “Fogo e cinzas”, já prometidas desde 2016. Para quem perdeu a conta, isso levaria a franquia a cinco filmes no total.
Na campanha de divulgação do terceiro, no entanto, o cineasta de 71 anos tem dado sinais de que pode não completar o plano.
“Olha, 4 e 5. Eu sei o que faria se fizermos esses filmes. E as histórias são muito boas. Eu realmente gosto quando eu as releio. É algo como: sim, eu adoraria fazer esse filme, mas isso precisa funcionar como um modelo de negócio. Há muitos empregos em jogo. Há muito dinheiro em jogo, certo?”
Certo. Com um orçamento estimado em cerca de US$ 400 milhões – mesmo que sua filmagem tenha acontecido junto de “O caminho da água”, o que costuma baratear o processo – e outros US$ 150 milhões destinados a marketing, o filme precisa arrecadar quase o triplo para ser considerado rentável.
“Até agora, batendo na madeira, tivemos sorte, mas dois filmes não traçam muita curva, certo? Precisamos de um terceiro – precisamos de um terceiro ponto de dados para ver o quão viável essa franquia é. E até algumas das franquias de elite, como Star Wars e Marvel, tiveram seus altos e baixos, certo? E nós nem estamos nesse patamar ainda.”
Zoe Saldaña em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação
Quando dois eram um
Uma continuação mais direta do segundo, “Fogo e cinzas” mantém o olhar sobre os oceanos da lua de Pandora, com foco no antigo soldado reencarnado como um dos alienígenas que ele deveria espionar (Sam Worthington).
Para proteger os mares de seu novo lar da ambição inesgotável dos colonizadores humanos, ele busca novos e antigos aliados – ao mesmo tempo em que precisa lidar com a delicada nova dinâmica familiar após a perda de seu filho mais velho (Jamie Flatters).
Com tramas tão ligadas, Cameron conta que os dois filmes nasceram originalmente como um só.
“Percebemos que havia história demais, porque estávamos tentando encaixar muita coisa no primeiro ato do filme 2, que acabou se tornando ‘O caminho da água’ — incluindo a transformação do Spider (Jack Champion), sobre a qual não queremos falar muito —, então eu dividi a história ao meio e movi isso para fora, e isso se tornou o elemento central de ‘Fogo e cinzas'”, afirma ele.
Para o diretor de “Titanic” (1997), terceira maior bilheteria de sua carreira, e dos dois primeiros “O exterminador do futuro”, os fãs têm se concentrado demais no Povo das Cinzas, a tribo de Na’Vi hostis introduzidos no filme.
“É na continuação dos arcos dos personagens do 2 para o 3 onde eu acho que está a força: o que acontece com o Spider, o que acontece com a Kiri (Sigourney Weaver), o que acontece com o Jake e a Neytiri (Zoë Saldaña) e o casamento deles, a história de amor deles, que agora está sendo despedaçada pela perda do filho mais velho, e pelo ódio e pela fúria dela, que se tornam bastante racistas no filme.”
Oona Chaplin em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação
Livre para poder criar o seu lugar ao sol
Além do suposto sucesso garantido da franquia, Cameron também rechaça a ideia de que tem carta branca para fazer tudo o que quiser nas filmagens – por mais que o documentário sobre os bastidores do 2 mostre a invenção de diversas tecnologias pelo cineasta.
“Não existe liberdade criativa ilimitada, certo?”
Para ele, a liberdade vem da captura de performance dos atores, técnica na qual filma os atores com pontinhos pelo corpo e câmeras focadas em seus rostos, que permite a transferência das atuações para os alienígenas altos, azuis, e de traços felinos.
Para os dois filmes, o processo todo levou 18 meses – bastante, em especial em contraste com a filmagem de um número normal. “Titanic”, por exemplo, levou “só” pouco mais de seis meses.
A demora compensa, segundo ele, porque libera atores para seguirem para outros projetos assim que suas interpretações são levadas para mundo virtual, onde o diretor tem controle quase absoluto.
“Agora eu posso estar aqui ou posso estar filmando de um helicóptero, ou qualquer coisa entre uma coisa e outra. Então, nesse sentido, é ilimitado em termos das possibilidades de onde eu coloco a câmera e de como eu ilumino. Eu posso pegar uma cena de dia e transformá-la em uma cena noturna. Posso adicionar chuva. Posso fazer todo tipo de coisa.”
Sam Worthington em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Wagner Moura em dose dupla: ator tem mais chances no Oscar por interpretar dois papéis?


Fui assistir a “O Agente Secreto” com altas expectativas sobre Wagner Moura. Ele está ótimo como Marcelo, protagonista da trama; mas não é menos impressionante quando, mais ao final do filme, surpreende ao aparecer como outro personagem, com trejeitos bem diferentes.
Eu saí do cinema me perguntando: como isso é avaliado em premiações? Será que o brasileiro pode sair na frente por fazer mais de um papel? Ou pode ser indicado também pelo segundo personagem, por exemplo?
E no caso de Michael B. Jordan, por exemplo, cotado ao Oscar por interpretar os gêmeos Fumaça e Fuligem em “Pecadores” — ambos personagens principais?
Então, procurei nas regras do Oscar, entrei em contato com a Academia e dei uma olhada no histórico de indicados. Tudo isso para entender: fazer mais de um papel em um filme é uma vantagem na premiação?
Wagner Moura interpreta mais de um papel em ‘O Agente Secreto’
Divulgação
O que diz o Oscar?
Como existe a separação entre protagonista e coadjuvante, as próprias categorias são confusas nesse sentido. Dá pra interpretar que o prêmio seria dado por papel, não por ator; mas não é bem o caso.
Segundo as regras do Oscar, quando um ator é indicado, ele é considerado por toda a sua performance em um filme — independente de quantos papéis ele interpreta. Isso significa também que não existe indicação separada para cada papel.
No formulário de inscrição, aliás, só são solicitados o nome do ator e por quais interpretações ele está creditado no filme. É no momento da votação (não na inscrição) que a Academia decide se o papel entra como protagonista ou coadjuvante.
Um ator pode ser indicado várias vezes no mesmo ano?
Sendo assim, um mesmo ator não pode concorrer a duas categorias diferentes por um mesmo filme, mesmo que faça mais de um personagem. Essa regra foi implantada no Oscar após 1945, quando o ator Barry Fitzgerald foi indicado como protagonista e coadjuvante pelo mesmo papel em “O Bom Pastor ”. Ele levou o segundo.
Hoje, um ator só pode ser indicado duas vezes em um mesmo ano por filmes diferentes e categorias diferentes. Por exemplo: Timothée Chalamet não poderia concorrer como Melhor Ator em 2025 por “Um Completo Desconhecido” e “Duna: Parte 2”.
Michael B. Jordan interpreta irmãos gêmeos no filme ‘Pecadores’
Divulgação
Mas alguns atores já foram indicados a protagonista e coadjuvante em uma mesma edição no Oscar: alguns exemplos são Jamie Foxx, Julianne Moore e Scarlett Johansson.
São mais raros os casos de atores que fizeram múltiplos papéis em um filme e foram indicados por isso. Um exemplo conhecido é o de Nicolas Cage, que foi indicado a Melhor Ator por interpretar os gêmeos Charlie e Donald Kaufman em “Adaptação” (2002).
Mais chances de levar?
Fazer mais papéis em um filme não te dá mais chances de levar o prêmio. Nicolas Cage, por exemplo, perdeu para Adrien Brody (“O Pianista”) naquele ano.
Aliás, o único ator que venceu o prêmio por interpretar mais de um personagem foi Lee Marvin, que levou o Oscar por “Dívidas de Sangue”. Já entre as atrizes, não encontrei nenhuma que foi sequer indicada por fazer papéis duplos em um filme.
É má notícia para Wagner, então? Claro que não. Para ele, pode ser um diferencial: o ator ainda não é tão amplamente conhecido em Hollywood e pode convencer votantes ao mostrar dois personagens em um só filme.
Afinal, o contraste prova que, além de convincente no papel de Marcelo, o ator é bom porque é versátil pra caramba. A gente fica na torcida.
Nicolas Cage foi indicado ao Oscar por interpretar Donald e Charlie Kaufman
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Equipe de Ana Castela reage a suposições de que cantora seria lésbica: ‘Internet não é terra sem lei’


Pelo contrato divulgado pela Prefeitura de Trindade, Ana Castela receberá R$ 880 mil pelo show na Festa do Divino Pai Eterno
Reprodução/ Instagram de Ana Castela
A assessoria jurídica do Grupo AgroPlay, responsável pela carreira de Ana Castela, se pronunciou sobre uma polêmica envolvendo a orientação sexual da sertaneja. Em nota divulgada nesta quarta-feira (17), a equipe da cantora diz que está analisando “medidas judiciais” e que “corpo e sexualidade não são motivos para chacota”.
A polêmica foi motivada por um vídeo em que as influenciadoras Vivi Wanderley, Isadora Raymundi, Duda Wilken e Gabi Medina fazem especulações sobre a sexualidade alheia. Ana Castela é então implicitamente mencionada e taxada como lésbica — apesar da cantora se dizer heterossexual.
“Hoje, estou vindo aqui falar de um assunto sério e lamentar que eu tenha participado de um momento com suposições inadequadas em tom de brincadeira sobre a vida de outras pessoas”, afirmou Vivi nas redes, após o vídeo receber críticas na segunda (16).
“Não tenho problemas em reconhecer falhas, e apesar de ser uma pessoa brincalhona, acho muito importante entender quando erramos. A partir do apontamento de vocês, pude repensar tudo isso e perceber que tem brincadeiras que não são de bom tom. Peço desculpas pelo ocorrido a todos os envolvidos.”
No dia seguinte, Zé Felipe, que é namorado de Ana Castela, postou uma foto ao lado da cantora e escreveu: “Ela não é sapatão. Beijo”.
Após o pronunciamento de Zé Gelipe, o grupo AgroPlay publicou a nota em que repudia comentários sobre a sexualidade da artista. Veja a nota completa abaixo.
Nota da AgroPlay
A assessoria jurídica do Grupo AgroPlay, que administra a carreira da artista Ana Castela, vem a público repudiar os ataques proferidos por influenciadoras digitais nesta semana.
É necessário educar e traçar limites. A sexualidade de uma mulher não é ofensa. No entanto, contexto é tudo. Quando utilizado por pessoas sem intimidade, de forma pública, em tom de zombaria e, principalmente, associado a críticas sobre a aparência física (“estrutura óssea”) de uma jovem de 22 anos, o termo deixa de ser sobre identidade e vira arma de agressão e body shaming (ataque ao corpo).
Isso retira o manto da “liberdade de expressão”. Não permitiremos que a orientação sexual (real ou especulada) e o corpo de uma mulher sejam transformados em “trend” de humilhação para gerar engajamento. A internet não é terra sem lei.
As medidas judiciais cabíveis estão sendo analisadas, visando não necessariamente uma reparação, mas a responsabilização pedagógica.
Informamos que, ainda, não tomamos nenhuma medida judicial. Respeito é inegociável. Aproveitamos para a agradecer a cada fã, página e usuário que, espontaneamente, se posicionou contra o cyberbullying e a favor do respeito.
Ver tantas pessoas entendendo que corpo e sexualidade não são motivos para chacota e não podem ser usados para engajamento nos dá a certeza de que estamos no caminho certo. A internet pode ser um lugar hostil. Que bom que muita gente ainda escolhe a empatia.
Seguimos atentos e gratos. Departamento Jurídico
Ana Castela canta dueto com Zé Felipe de papelão em show no RS

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Marketing vira o motor de mercado de shows em que cada turnê é vendida como um evento único e extraordinário


Liniker revela que apresentará em quatro capitais, em 2026, o show da turnê ‘Bye bye Caju’, marcando o fim do ciclo vitorioso do álbum de 2024
Caroline Lima / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Hoje, 17 de dezembro, foi Liniker quem anunciou a turnê Bye bye Caju, que passará por arenas e estádios, de junho a dezembro, com o show que encerra o consagrador ciclo do álbum Caju (2024). Ontem foi Diogo Nogueira quem anunciou em entrevista coletiva a turnê Infinito samba com o pretexto de comemorar “20 anos” de carreira.
Anteontem, foi o grupo Titãs que anunciou uma (segunda) turnê calcada no álbum Cabeça dinossauro (1986). Dias atrás, foi a banda Barão Vermelho que revelou à imprensa musical que sairá em turnê com a “formação original”.
Enfim, é raro o dia que não é enviado um comunicado à imprensa musical sobre uma turnê de cantor ou grupo por grandes espaços, sempre com um gancho jornalístico, nem que seja uma efeméride forjada com o arredondamento de contas.
Mais do que a música ou o show em si, o marketing vem se tornando o motor que alavanca o mercado de grandes espetáculos. Cada turnê é apresentada como um evento único e extraordinário em comunicados enviados em datas estratégicas, geralmente dias antes da abertura das vendas dos ingressos.
E as ações têm dado certo, na maioria dos casos. Cria-se expectativa irreal para um show com anúncios na mídia e nas redes sociais, o que infla as vendas da turnê. Não raro, dias depois, são anunciadas uma ou duas “datas extras” que possivelmente já estavam reservadas de antemão no calendário dos artistas, à espera somente dos efeitos das ações de marketing.
A rigor, mal nenhum há nisso. Nos últimos anos, shows em arenas e estádios – apresentados pelos artistas ao longo de turnês patrocinadas por grandes empresas, geralmente um banco – se tornaram recorrentes na agenda do showbiz nacional. Algo que já acontecia em muitos países do exterior, mas não era tão comum no Brasil.
O mercado nacional está movimentado e, mesmo com ingressos caros, a procura geralmente é grande e, em alguns casos, é preciso correr para garantir um ingresso. Resta saber se, no caso do Brasil, esse mercado se sustentará a médio e longo prazo, ou seja, se essas ações de marketing estão calcadas em uma demanda real e duradoura. Ou se, caso contrário, trata somente de bolha que pode estourar a qualquer momento.
Para o artista, por ora, tudo são flores. Para o público, que às vezes pena com a infraestrutura precária de alguns espaços de shows, a relação custo-benefício talvez nem sempre seja compensadora, no fim das contas, até porque nem todo produto tem o charme da embalagem.
Todavia, a ordem é uma só, como na fotografia em que parecemos felizes: vamos sorrir! Afinal, como sentencia a canção composta por Irvin Berlin (1888 – 1989) para musical norte-americano de 1946, “there’s no business like show business”.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Globo Repórter, Profissão Repórter e Fantástico são finalistas do Prêmio Bstory 2025; veja lista completa dos indicados


Globo Repórter, Profissão Repórter e Fantástico são finalistas do Prêmio Bstory 2025
Reprodução
O Globo Repórter, o Profissão Repórter e o Fantástico são finalistas, em conjunto, da primeira edição do Prêmio Bstory 2025, que reconhece iniciativas voltadas à diversidade geracional e à longevidade. Os três programas estão entre os indicados na categoria Iniciativas Jornalísticas.
A organização do Bstory aponta que a Globo tem se destacado pela cobertura dos temas geracionais, e destaca as coberturas:
Profissão Repórter: “Parece que você fez 50 anos e não presta para mais nada”.
Globo Repórter: A consequências da revolução da longevidade na economia, na cultura e na sociedade.
Fantástico: série sobre a potência da longevidade e da geração 50+ nas famílias, na sociedade e na economia.
Os nomes dos finalistas foram anunciados nesta quarta-feira (17) pelo Movimento Bstory, responsável pela premiação.
Ao todo, são 10 categorias, com três indicados em cada uma. Os vencedores serão revelados em 2 de fevereiro de 2026, durante cerimônia no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.
Confira abaixo os finalistas de todas as categorias:
Iniciativas Jornalísticas
TV Globo: Globo Repórter / Profissão Repórter / Fantástico – A organização do Bstory diz: “O Grupo Globo tem se destacado dentre os meios de comunicação de massa no Brasil pela cobertura dos temas geracionais. O programa “Profissão Repórter, em 2025, se destacou pela cobertura: “Parece que você fez 50 anos e não presta para mais nada”. Também o programa Globo Repórter tem apresentado as consequências da Revolução da Longevidade na economia, na cultura e na sociedade. E o programa Fantástico também se destacou em 2025 por uma ampla e rica série sobre a potência da longevidade e da geração 50+ nas famílias, na sociedade e para a economia.”
Canal VivaBem UOL Longevidade – A organização do Bstory diz: “O canal de bem-estar do portal UOL possui uma seção dedicada à longevidade, cobrindo saúde, alimentação e qualidade de vida na terceira idade. O VivaBem já foi eleito o site de saúde mais admirado do país, reconhecido pela qualidade e credibilidade do seu conteúdo jornalístico.”
Portal Viva Notícias do Grupo Estado – A organização do Bstory diz: “É o maior portal de notícias com foco exclusivo na geração 50+, na diversidade geracional e na longevidade. Da Broadcast/Agência Estado, criado em maio de 2025 para levar ao público 50+ informações jornalísticas de qualidade e com a confiabilidade do Grupo Estado. Nele, os leitores encontram informações atuais, na seção Últimas Notícias, e também reportagens especiais sobre temas como Saúde e Bem-estar, Cultura e Lazer, Carreira e Educação, Estilo de Vida, Dinheiro, Cidadania e Direitos, Tecnologia e Conteúdos Especiais (seção Premium). O Portal conta com equipe própria, integrada por 13 jornalistas.”
Empreendedores
Alexandre Kalache
Flavia Ranieri
Willians Fiori
Empresas Privadas ou Públicas
data8
Nestlé Brasil
Talento Sênior
Eventos
1ª edição do Festival da Longevidade em Florianópolis
Fórum da Longevidade Bradesco Seguros
Sebrae
Influenciadores Sociais
Mariana Mello
Miriam Goldenberg
Sandra Quinteiro
Iniciativas Culturais
Criativa Idade
Envelhescência
“Vitória”
Iniciativas Digitais
Avosidade
Drauzio Varella
Rede Longevidade
Iniciativas Educacionais
Age-Free World
Maturar Projetos para adultos e +60
Rede Educativa para a Longevidade
Instituições da Sociedade Civil
Fundação Dom Cabral – FDC Longevidade
Instituto de Longevidade MAG
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)
Políticas Públicas
Programa Empregabilidade 50+ da Prefeitura do Rio de Janeiro
Programa Maior Cuidado da Prefeitura de Belo Horizonte
Programa São Paulo Amigo do Idoso (SPAI) do Governo de SP
Além das categorias, o Conselho Gestor do Movimento bstory elegeu a Maturi como Destaque do Prêmio bstory 2025, pelo impacto e relevância de suas ações voltadas à inclusão profissional de pessoas 50+.
Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:

Fonte: G1 Entretenimento