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‘Avatar: Fogo e cinzas’ e ‘O caminho da água’ nasceram como um filme só, diz James Cameron


James Cameron defende a liberdade criativa da captura de performance usada em ‘Avatar’
“Avatar: Fogo e cinzas” e o capítulo anterior da franquia nasceram como um só filme na cabeça de seu criador, o cineasta James Cameron.
g1 já viu: ‘Avatar: Fogo e cinzas’ é montanha-russa estonteante na qual história é mero adendo
O novo episódio, em cartaz nos cinemas brasileiros desde quinta-feira (18), se tornou algo próprio quando o diretor/corroteirista percebeu que tinha “história demais” — por mais que ambos tenham sido filmados ao mesmo tempo.
“Estávamos tentando encaixar muita coisa no primeiro ato do filme 2, que acabou se tornando ‘O caminho da água’ (2022) — incluindo a transformação do Spider (Jack Champion), sobre a qual não queremos falar muito —, então eu dividi a história ao meio e movi isso para fora, e isso se tornou o elemento central de ‘Fogo e cinzas'”, afirma o cineasta, em um hotel de Los Angeles, em entrevista ao g1.
Até por isso, o filme é uma continuação muito mais direta de seu antecessor do que o subtítulo sugere — e também muito mais ligado aos oceanos da lua de Pandora, onde a história acontece desde o estrondoso sucesso do primeiro “Avatar”, que arrecadou quase US$ 3 bilhões desde 2009.
A trama acompanha novamente o antigo soldado reencarnado como Na’Vi (Sam Worthington), agora lidando com as consequências emocionais e familiares da perda do filho mais velho (Jamie Flatters).
Para proteger os mares de seu lar da ambição dos colonizadores humanos, ele busca novos e antigos aliados enquanto enfrenta uma nova dinâmica dentro da própria família — especialmente na relação com Neytiri (Zoë Saldaña).
Mais do que a introdução do Povo das Cinzas, a tribo hostil de Na’Vi apresentada no filme, Cameron diz que o coração da história está na continuidade direta dos arcos iniciados em “O caminho da água”.
“É na continuação dos arcos dos personagens do 2 para o 3 onde eu acho que está a força: o que acontece com o Spider, o que acontece com a Kiri (Sigourney Weaver), o que acontece com o Jake e a Neytiri e o casamento deles, a história de amor deles, que agora está sendo despedaçada pela perda do filho mais velho, e pelo ódio e pela fúria dela, que se tornam bastante racistas no filme.”
Sam Worthington em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação
Uma ideia na cabeça e um Cameron na mão
A captura de performance — tecnologia que transfere com precisão as atuações dos atores para os personagens digitais — de “Fogo e cinzas” e “O caminho da água” levou cerca de 18 meses, um tempo muito maior do que o de uma filmagem tradicional.
As gravações de “Titanic”, outro sucesso gigantesco da carreira de Cameron, levaram cerca de seis meses, por exemplo.
Com os “Avatar”, o processo lhe dá uma liberdade inédita. Por mais árduo que seja o processo do registro das atuações, depois disso os atores estão livres para seguirem para o próximo projeto — e o cineasta, por sua vez, tem controle quase absoluto sobre as performances.
“Agora eu posso estar aqui ou posso estar filmando de um helicóptero, ou qualquer coisa entre uma coisa e outra. Posso pegar uma cena de dia e transformá-la em uma cena noturna. Posso adicionar chuva. Posso fazer todo tipo de coisa.”
Apesar da ambição técnica e do histórico de sucesso da franquia, o futuro de “Avatar” ainda não está garantido. Mesmo com mais de US$ 5 bilhões arrecadados pelos dois primeiros filmes, Cameron diz que a série ainda precisa se provar como modelo de negócio sustentável.
“Até agora, batendo na madeira, tivemos sorte, mas dois filmes não traçam muita curva, certo? Precisamos de um terceiro — precisamos de um terceiro ponto de dados para ver o quão viável essa franquia é.”
Oona Chaplin em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação
Com orçamento estimado em cerca de US$ 400 milhões e outros US$ 150 milhões destinados a marketing, “Fogo e cinzas” precisa arrecadar quase o triplo desse valor para ser considerado rentável.
“Até algumas das franquias de elite, como ‘Star Wars’ e Marvel, tiveram seus altos e baixos. E nós nem estamos nesse patamar ainda”, afirma.
As histórias de “Avatar 4” e “Avatar 5” já estão escritas, segundo o diretor, mas sua realização depende do desempenho do terceiro capítulo.
“Eu sei o que faria se fizermos esses filmes. E as histórias são muito boas. Mas isso precisa funcionar como um modelo de negócio. Há muitos empregos em jogo. Há muito dinheiro em jogo.”
Zoe Saldaña em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum da Turma do Pagode com os sucessos de Zeca Pagodinho coroa ano de valorização da obra do compositor


Zeca Pagodinho (de calça preta) avaliza o álbum gravado ao vivo pela Turma do Pagode com o repertório do compositor
Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ O lançamento do single em que a Turma do Pagode apresenta a primeira amostra do álbum ao vivo em que canta o repertório de Zeca Pagodinho – com a participação e o aval do artista – coroa ano de valorização da obra do compositor carioca, projetado nos anos 1980 como um dos bambas do partido alto.
A gravação audiovisual do show da Turma do Pagode – gravado ao vivo em 17 de novembro no Bar do Zeca Pagodinho, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com direito a cenário de Zé Carratu – foi a terceira ação focada no repertório de Zeca.
Quem deu a partida foi a cantora Teresa Cristina com o show e o (ainda inédito) álbum Jessé – As canções de Zeca Pagodinho. O show estreou em agosto com roteiro centrado nas músicas autorais de Pagodinho.
Em outubro, a União Brasileira de Compositores (UBC) anunciou que Zeca Pagodinho receberia o Prêmio UBC neste ano de 2025 pelo conjunto dessa obra autoral. O que foi feito em cerimônia realizada na Casa UBC, no Rio de Janeiro (RJ), em 10 de dezembro.
Agora é a Turma do Pagode que apresenta single duplo com a música inédita Pedindo a conta (Leandro Filé e Rosyl) e o medley com Mania da gente (Mário Sérgio, Carica e Luizinho SP, 1990) e Não sou mais disso (Jorge Aragão e Zeca Pagodinho, 1996). Zeca participa de ambas as faixas.
O repertório do álbum da Turma canta Zeca Pagodinho inclui Coração em desalinho (Monarco e Ratinho, 1986), Faixa amarela (Zeca Pagodinho, Jessé Pai, Luis Carlos e Beto Gago, 1997), Posso até me apaixonar (Dudu Nobre, 1997) e Deixa a vida me levar (Serginho Meriti e Eri do Cais, 2002).
Zeca Pagodinho (ao centro) participa do álbum ‘Turma canta Zeca Pagodinho’, gravado pela Turma do Pagode em show no bar batizado com o nome do artista
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Cida Moreira tem autoridade e voz para cantar e celebrar a obra de Angela Ro Ro em show que estreia em janeiro no Rio


Cida Moreira apresenta em 31 de janeiro, no clube Manouche, o show ‘Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro’
Fotos de Murilo Alvesso / Montagem g1
♫ ANÁLISE
♬ Angela Maria Diniz Gonsalves (5 de dezembro de 1949 – 8 de setembro de 2025) deixou lindas canções compostas com a inspiração, a sensibilidade e a tristeza que o amor lhe deu ao longo de 75 anos de vida louca vida. Mas é preciso ter alma, autoridade e voz para encarar o repertório de Angela Ro Ro, como ficou imortalizada a cantora, compositora e pianista carioca falecida há três meses.
Cida Moreira reúne tais qualidades e é por isso que o show que a cantora paulistana estreará em 31 de janeiro no clube Manouche, casa carioca com ares e clima de cabaré, já se insinua promissor e de certa forma até histórico para um nicho da MPB.
Tributo póstumo de Cida a uma colega com quem sempre teve afinidade musical e poética, o show Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro une na esfera da alma duas artistas habituadas a canções feitas com a lâmina afiada que corta pulsos e corações. Duas artistas que uniram o canto à arte de tocar um piano cheio de sentimento.
Não foi por caso que Angela Ro Ro e Cida Moreira já dividiram o palco de forma eventual em shows no Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). Ambas se fizeram artistas ungidas com o fogo das paixões doídas, solitárias. Ambas se acalmaram danando, como diz o título da canção lançada por Angela em 1979 e cantada por Cida há anos em shows.
Cida Moreira é cria do underground paulistano. Angela Ro Ro sempre transitou pelas margens para onde são empurrados todos os que pecam pelo “mau comportamento” no mundo corporativo da indústria da música. Cida personifica a dama indigna dos cabarés, as mulheres da vida. Angela foi a lésbica que ousou dizer os nomes dos amores, inclusive dos famosos. Talvez por isso as duas cantoras tenham devotos fervorosos entre a comunidade LGBTQIAPN+.
Enfim, esse show em que Cida Moreira canta e celebra Angela Ro Ro no Manouche – casa afinada com o espírito das artistas – já nasce pleno de sentido para quem percebe a amplitude do encontro da voz de Cida Moreira com o repertório de Angela Ro Ro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Nova temporada de ‘D.P.A. – Detetives do Prédio Azul’ traz caos familiar, magia e novo integrante


‘D.P.A. – Detetives do Prédio Azul’ estreia nova temporada
Desirée do Valle/Divulgação
“D.P.A. – Detetives do Prédio Azul” está de volta com caos familiar, magia e um novo membro. Intitulada “D.P.A – Invasão Bruxesca”, a 21ª temporada da série estreou na segunda-feira (15), às 19h, no Gloob, e no Globoplay.
Com 14 episódios, a saga com o esquadrão de detetives promete virar a rotina do icônico prédio de cabeça para baixo.
O grupo recebe um novo membro, o detetive da capa amarela (Roque, interpretado por Kauã Torres), que traz um toque litorâneo.
Destemido, o garoto surfista é o novo morador do apartamento 222. Ele se muda com seus pais, Maju (Josi Varjão) e Francisco (Felipe Oládélè), e conta com uma câmera escondida em sua parafina para desvendar os mistérios junto com Mel (Emilly Puppim) e Zeca (Stéfano Agostini).
E se Leocádia (Claudia Netto) e Theobaldo (Charles Myara) esperavam paz após a lua de mel, eles foram surpreendidos por um novo elemento de magia e confusão: Madame Persília (Stella Miranda), mãe de Theobaldo, chega causando um verdadeiro “caos familiar” e transforma o espaço da “Magia dos Sucos” em uma casa de chá, a “Chá Chá Chá”.
Além disso, Brisa (Cléo Faria) começa a estudar em Ondion e faz novos amigos, Íris (Giulia Daflon) e Azanuki (Nicolas Parente), que passam a frequentar o prédio para fazer tarefas com Theobaldo.
Íris possui um termômetro mágico capaz de curar qualquer doença, despertando a curiosidade dos moradores, mas seu uso descontrolado pode gerar consequências gravíssimas.
E os fãs de “D.P.A.” também podem acompanhar as aventuras dos detetives no cinema. O filme “D.P.A. 4 – O Fantástico Reino de Ondion”, que estreou nos cinemas no dia 4 de dezembro, continua em cartaz para a diversão das crianças nas férias.
‘D.P.A. – Detetives do Prédio Azul’ estreia nova temporada
Desirée do Valle/Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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César Menotti & Fabiano se escoram na memória da sofrência dos sucessos do cancioneiro sertanejo mais antigo


Capa do álbum ‘Memórias III’, da dupla César Menotti & Fabiano
Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Em constante evolução, a música sertaneja atualmente já se mistura com funk e música eletrônica, entre outros gêneros dominantes no universo pop do século XXI. Contudo, há uma parcela considerável do universo sertanejo que ainda prefere ouvir as modas e canções atualmente caracterizadas com “tradicionais” ou “de raiz” porque foram criadas sem essa mistura pop dos correntes anos 2020.
É nesse segmento que a dupla César Menotti & Fabiano vem se escorando em álbuns recentes, sobretudo na série Memórias. Já uma franquia na discografia da dupla, Memórias chega ao terceiro volume em álbum lançado hoje, 19 de dezembro, com 17 canções românticas em 16 faixas.
A diferença se explica pelo medley que junta Deu medo (César Augusto e Cecílio Nena, 1998) com Cada volta é um recomeço (Nenéo e Paulo Sérgio Valle, 1997), sucessos de Leandro & Leonardo e Zezé Di Camargo & Luciano, duas duplas donatárias das playlists sertanejas da década de 1990.
Também é dos anos 1990 a música que abre o álbum Memórias III, Meu segredo (Priscilla Barucci, 1998), do repertório da dupla Bruno & Marrone. Gravado em show apresentado por César Menotti & Fabiano em Brasília (DF), o álbum Memórias III tem como matéria-prima a sofrência, recorrente no sertanejo desde a primeira moda.
Mote desse cancioneiro magoado, o sentimento de dor e desilusão já é explicitado pelos títulos de canções como Esse amor me mata (César Augusto e Piska, 1995) – sucesso da dupla Chrystian & Ralf – e Um século sem ti (Alexandre Zacarias, Franco de Vita e Matogrosso, 2006), música do repertório da dupla Matogrosso & Mathias.
Não raro, em vez da viola, a guitarra sobressai nos arranjos, em sintonia com o processo de urbanização vivido pela música sertaneja a partir da década de 1970.
De todo modo, o repertório de Memórias III é bem menos aliciante do que as seleções dos álbuns Memórias II (2017) e Memórias anos 90 (2014) e Memórias anos 80 (2014). É natural que a fórmula da saudade dê sinais de desgaste após 11 anos. Até porque a dupla já disparou as munições mais certeiras nos discos anteriores da franquia. Saudade não tem idade, mas tem limite…

Fonte: G1 Entretenimento

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Obama lista ‘O Agente Secreto’ como um de seus filmes preferidos de 2025


Barack Obama lista ‘O Agente Secreto’ como um dos seus filmes preferidos de 2025
Reprodução
Barack Obama postou, nesta quinta (18), sua tradicional lista de filmes, músicas e livros preferidos do ano. Desta vez, “O Agente Secreto” marcou presença nos filmes favoritos do ex-presidente.
Além do longa brasileiro, filmes como “Uma Batalha Após a Outra”, “Pecadores” e “Foi Apenas um Acidente” também entraram para a lista.
Lista de filmes preferidos de Barack Obama em 2025
Reprodução/Instagram
Temporada de premiações
“O Agente Secreto” levou três indicações ao Globo de Ouro. O filme foi indicado nas categorias de Melhor Filme de Drama e Melhor Filme de Língua Não-Inglesa, e Wagner Moura foi indicado ao Globo de Ouro 2026 na categoria melhor ator de filme (drama).
Nesta terça (16), o longa de Kléber Mendonça Filho apareceu entre os pré-selecionados à categoria de Melhor Filme Internacional e Melhor Direção de Elenco no Oscar 2026.
Wagner Moura faz mais de um papel em ‘O Agente Secreto’; isso aumenta chances no Oscar?

Fonte: G1 Entretenimento

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‘P do Pecado’, ‘Abracadabra’, ‘Foguinho’… As 10 músicas que marcaram 2025


Os 10 hits que marcaram 2025
No mundo da música, 2025 foi um ano de surpresas. Não dava pra imaginar, por exemplo, que um grupo fictício de k-pop dominaria as paradas mundiais… ou que um dos hits do ano iria de “tigrinho” a “vuk vuk na onda maluca”.
Neste ano, o artista mais ouvido do mundo colocou Porto Rico no centro da conversa. E um feat imbatível não saiu das rádios e das TVs de barzinho.
Veja, no vídeo acima, a lista das músicas mais marcantes de 2025; saiba mais abaixo.
K-Pop Demon Hunters, Gaby Amarantos, Bad Bunny, Simone Mendes, Menos é Mais e Lady Gaga estão entre hits do ano
Reprodução
10. “Gnarly” (Katseye)
Dá pra descrever esse ano com uma palavra: “Gnarly”. O termo em inglês, que tem vários significados, agora é associado à música que fez o Katseye bombar de vez. O girl group vinha engatinhando para ganhar sucesso, mas dominou a internet em 2025.
Desde “Gnarly”, tudo que as meninas fazem é hit — até dançar música do Léo Santana com a Melody.
9. “The Fate of Ophelia” (Taylor Swift)
O disco “The Life of a Showgirl”, lançado neste ano por Taylor Swift, teve recepção mediana, principalmente aqui no Brasil.
Mas a artista não deixou de ser um dos principais assuntos do ano, sobretudo pelo noivado com o atleta Travis Kelce. Por isso e pelo sucesso de “Ophelia”, conquistou o nosso 9º lugar.
8. “Oh Garota Eu Quero Você Só Pra Mim” (Oruam, Zé Felipe, MC Tuto, MC Rodrigo do CN)
Goste você ou não, “Oh Garota Eu Quero Você Só Pra Mim” foi o hit do verão de 2025.
A letra sobre ostentar com o dinheiro do tigrinho captou algo muito profundo do inconsciente brasileiro.
7. “Foguinho” (Gaby Amarantos)
Esse autêntico tecnobrega revisita Luiz Bonfá e Gotye para brincar sobre flertes nas redes sociais. É o hit de “Rock Doido”, grande projeto de Gaby Amarantos em homenagem às festas de aparelhagem, e virou até a música não-oficial da COP-30.
6. “Golden” (HUNTR/X – K-Pop Demon Hunters)
Um dos maiores hits mundiais neste ano veio de uma animação. Filme mais visto da história da Netflix, “Guerreiras do K-pop” conta a história do HUNTR/X, um grupo fictício de cantoras, mas a música “Golden” é um sucesso real.
É uma balada bem no estilinho k-pop, com letras sobre seguir seus sonhos e não se esconder. Uma música fofa e pra lá de chiclete.
5. “Abracadabra” (Lady Gaga)
Não dá pra fazer um ranking de 2025 sem citar Lady Gaga, que voltou com tudo neste ano.
“Abracadabra” veio pra provar que a Gaga tem hit solo, sim, e ainda é perfeitamente capaz de seguir relevante e surpreendente na música pop. Ainda foi a trilha de um dia histórico na praia de Copacabana para mais de dois milhões de pessoas. Não é pra qualquer um.
4. “Resenha do Arrocha” (J. Eskine)
Na música do nosso quarto lugar, cada trecho é uma surpresa: é “tigrinho”, é “playba,” é “coroa”, é “teile”, “puxe”, “naipe”, “vuk vuk na onda maluca”… você nunca sabe o que vem em seguida.
Um medley bem-humorado, solar e surpreendente, “Resenha do Arrocha” encaixou direitinho na energia do Carnaval de 2025 e ficou eternizada como a “Bohemian Rhapsody” brasileira.
3. “Tubarões” (Diego e Victor Hugo)
“Quem me deixou no mar não tem direito de perguntar o que rolou comigo e os tubarões”. Com essa frase, Diego e Victor Hugo fizeram o sertanejo do ano, com ares de bachata pra dançar coladinho — ainda que a letra não seja das mais românticas. E nadaram de braçada no topo do Spotify Brasil.
2. “Dtmf” (Bad Bunny)
“Debí Tirar Más Fotos”, o disco, foi lançado em janeiro de 2025. E a gente passou o ano inteiro tentando decidir se essa música é sobre um amor do passado, sobre alguém que já se foi ou simplesmente sobre saudade da terra natal.
Essa riqueza de sentidos é o que fez de DTMF — e de toda essa era do Bad Bunny — o grande fenômeno cultural e social de 2025 na América Latina.
1. “P do Pecado” (Menos é Mais, Simone Mendes)
Nosso número 1 também foi número 1 nas paradas… e nos barzinhos por aí. Juntou o pagode bem-sucedido do grupo Menos é Mais com a voz poderosa de Simone Mendes, hitmaker do sertanejo, e não tinha como ser diferente. “P do Pecado” foi S de sucesso e a nossa música do ano.
RELEMBRE OS RANKINGS DE ANOS ANTERIORES:
2024 teve Sabrina Carpenter, Liniker e Charli XCX
2023 teve Taylor Swift, Kevin O Chris e Simone Mendes
2022 teve Marília Mendonça, Harry Styles e Xamã
2021 teve João Gomes, Olivia Rodrigo e Marina Sena
2020 teve Gusttavo Lima, Pabllo Vittar e Dua Lipa
2019 teve Matuê, Billie Eilish e MC Livinho
2018 teve Melim, Post Malone e Anitta
2017 teve Alok, Ed Sheeran e Simone & Simaria
2016 teve MC Bin Laden, Justin Bieber e Rihanna
2015 teve Bruno Mars, Wesley Safadão e Adele

Fonte: G1 Entretenimento

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Os tuiteiros de ‘Três Graças’: como o elenco está transformando X em extensão da novela


Os tuiteiros de ‘Três Graças’: como o elenco transforma X em extensão da novela
A novela “Três Graças” tem ampliado sua presença para além da TV, com o elenco usando as redes sociais para se aproximar dos fãs.
No X, nomes do elenco como Lorrana Mousinho (Claudia), Luiza Rosa (Kellen), Paulo Mendes (Raul) e Alana Cabral (Joélly) comentam capítulos, compartilham bastidores e criam memes que viralizam.
Essa interação, tem sido essencial para manter o engajamento e aumentar a popularidade da trama.
Novela nas redes
Se antes Lorrana precisava se esforçar para se fazer presente nas redes sociais, com Claudia tudo mudou. Ao g1, Lorrana Mousinho admite que tem uma estratégia ao postar nas redes, mas que tenta deixar tudo da maneira mais natural possível. O melhor exemplo dessa postura é a publicação com a reação da sua família sobre seu trabalho.
“Eu sempre tento pensar numa imagem bacana, com um texto, mas esse foi uma coisa que saiu espontaneamente. Não estava planejado. E eu falei: ‘Está vendo? Quando a gente não planeja. As coisas dão mais certo”, conta Lorrana.
Lorrana Mousinho interpreta Claudia
Globo/ Estevam Avellar/Reprodução/X
A estreia dela na TV foi junto com a da rede social, já que ela criou o perfil no X em outubro. A atriz enxerga a plataforma como um lugar onde as pessoas “conversam mais, botam mais para fora, assim, brincam mais” em comparação com o Instagram. Apesar de contar com a ajuda de um amigo para administrar as redes, ela mesma faz as publicações.
“Eu tenho essas estratégias de postar todos os dias, qual o conteúdo de cada dia. Como se fosse um segundo trabalho mesmo, que faz parte desse primeiro”, explica.
Luiza Rosa vira ‘diva gospel’
Luiza Rosa interpreta a Kellen
Globo/Reprodução/X
Se Claudia desperta empatia dos seguidores, ganhando apelidos como “Póbi da Claudia”, Kellen Cristina é sinônimo de exaltação. “Diva gospel”, “evandiva” e “crente favorita” estão entre os nomes dados à personagem de Luiza Rosa. Fora das telas, a atriz se dedica para que a interpretação não fique caricata, já que não é evangélica.
“Não tive muitas referências próximas na minha vida. Estudei muito para abordar esse tema sem representar nada de forma errada. Mas adoro ler os comentários de pessoas da igreja dizendo: ‘Caramba, eu conheço muitas Kellens’”, contou ao g1.
A popularidade é tanta que um vídeo espontâneo mostrando o look da personagem virou meme absoluto. “Como eu ia começar desfilando, falei: ‘Vou mostrar a sapatilha’, que eu acho genial. Postei e bombou, não esperava. Eles começaram a fazer recortes e cada vez afunilando mais o meme, até ficar só a sapatilha. Acho muito bom”, brinca Luiza.
Luiza Rosa compartilha da mesma ideia de Lorrana Mousinho ao dizer que a criação de conteúdo é trabalhosa, mas faz isso “com gosto”, pensando nas consequências positivas para a carreira. A atriz ressalta que prefere a conversa e a interação natural no X.
“Esses posts que eu faço naturalmente, eu adoro. Mas ter que planejar, editar vídeo, fazer conteúdo, postar no TikTok, no Instagram… é uma carguinha, né? Não é nada tão leve. Mas isso do X, de conversar com as pessoas, eu adoro fazer, faço com prazer”, afirma.
Alana e o ‘abraço’ dos fãs
Raul (Paulo Mendes) e Joélly (Alana Cabral)
Reprodução/X
Alana Cabral já tinha perfil na rede, mas agora ela posta por conta própria. “Passei a mexer nas minhas próprias redes sociais porque, até então, eu era menor de idade. Antes, minha família não me deixava mexer sozinha, principalmente no X, que é mais liberado”, diz a atriz de 18 anos.
De uma geração totalmente conectada, Alana tem estratégias bem definidas para suas postagens e acredita que essa interação seja fundamental para os atores.
“Acho importante essa interação, com equilíbrio, porque as pessoas passam a ter também mais receio de comentar coisas maldosas. O público começa a abraçar mais a gente.”
Um dos memes preferidos da atriz é quando chamam a personagem de “Rainha da favela”, mas ela acha que as pessoas precisam pegar mais leve com Joélly. “As pessoas racionalizam muito a Joélly. Não concordo com algumas coisas que dizem na internet, cobrando atitude muito adulta, muito madura. Ela só tem 15 anos e está grávida”, defende.
Paulo Mendes em ‘Três Graças’
Divulgação/Globo
Na mesma geração de Alana, Paulo Mendes também cresceu conectado e chegou a pensar em ser youtuber. Com o tempo, o ator de 21 anos encontrou na interpretação sua forma de se expressar.
No começo da novela, ele era bem ativo no X, mas, recentemente, ele decidiu trancar o perfil. “Meu pensamento em relação à rede social vai mudando. Desde que eu comecei a aparecer um pouco mais, eu sempre flertei com a ideia de sair, mas, ao mesmo tempo, eu sempre também queria continuar. Então, decidi há pouco tempo sair.”
Paulo ressalta ainda sobre o risco da exposição. “Isso pode consumir uma pessoa que não tem muita força para entender. E eu acho que eu sou essa pessoa e está tudo bem, mas essa é a minha forma. Então eu tranquei”.
Mesmo com essa atitude, o ator conta que seguidores já revelaram que começaram a assistir “Três Graças” por causa das postagens dele. “Tem gente que começou a acompanhar a novela por causa dos meus posts. E esse é um dos objetivos: que você assista a novela, se divirta, comente.”
Fã-clube bem pertinho
E são os comentários dos seguidores o aspecto positivo nessa relação. “Eu gosto muito de comentários com sentimentos e bem colocados, os de amor pela novela. Até os de raiva, mas que não transmitem o ódio em si, sabe? A galera que acompanha todo dia, que segue, que comenta, que fala. Então, é legal. Isso significa que, como nós, os atores, estamos abertos para cada coisa que vai vir do roteiro, eles também estão abertos”, comenta Paulo.
Entre memes, estratégias e reflexões sobre exposição, os atores mostram que, para além da TV, a novela também se constrói na conversa com os fãs.
“O que a gente faz é arte para o público. E se não interage, a gente não escuta o público, eu acho que a gente também está pecando no nosso trabalho de alguma maneira. Então eu acho que é necessária essa interação. Faz parte do que é ser ator, é ouvir o público também”, reflete Alana Cabral.

Fonte: G1 Entretenimento

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Marina Sena faz ‘Carnaval’ com Psirico no clima de verão do bom EP ‘Marinada’


Marina Sena lança ‘Marinada’, EP com seis faixas gravadas com a intenção de fazer a artista entrar no clima quente do verão
Gabriela Schmidt / Divulgação
♫ OPINIÃO SOBRE EP
Título: Marinada
Artista: Marina Sena
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Vem chegando o verão e Marisa Sena entra no clima da estação mais quente do ano com Marinada, EP posto em rotação às 21h desta quinta-feira. 18 de dezembro. Com seis faixas, incluindo três músicas inéditas, o EP Marinada soa bem mais coeso do que o terceiro álbum solo da artista mineira, Coisas naturais (2025), lançado em 31 de março.
O grande trunfo é uma versão estendida de Carnaval (Enzo Dicarlo, Janluska, Marina Sena e Pedro Lucas), música do álbum Coisas naturais, turbinada pelo baticum eletrizante do Psirico, grupo personificado pelo percussionista Marcio Victor.
Em outra boa conexão com a Bahia, Marina faz feat com Rachel Reis em Saí pra ver a lua (Enzo Dicarlo, Gabriel Duarte Mendes, Janluska e Pedro Lucas), música inédita que tem o suingue, a leveza e a brisa da obra de Rachel. O baticum é mais suave, mas Marina mira o fervo em Marinada.
“Meu carnaval é um mar de coisas / Eu gosto dessa alegria toda / Eu tô por aí na rua do sol / Tô no Maranhão, na Bahia / Na Sapucaí vai me ouvir cantar coisas do Brasil pra te ver dançar”, avisa Marina Sena em versos de Maravilhosa (Enzo Dicarlo, Filipe Coimbra, Gabriel Duarte Mendes, Janluska, Marina Sena e Pedro Lucas), música inédita que reitera a vocação do EP Marinada para a folia.
É fato que o canto em banho maria da artista contrasta com a alta temperatura já anunciada no título da música Tá quente (Dedeco Oliva, Enzo Dicarlo, Janluska, Marina Sena e Pedro Lucas), composição que completa o trio de inéditas do EP Marinada, mas o disco desce bem.
Remix de Lua cheia (Marina Sena e Janluska) – música do álbum Coisas naturais – e feat com Pabllo Vittar na repaginada de Que delícia o verão (Marina Sena) completam o repertório de Marinada, EP que tritura ritmos como pagode baiano, passinho de BH e house em coquetel pop.
Enfim, Marina Sena está pronta para o verão com EP que dá tempo à artista para preparar o quarto álbum solo sem pressa e pressão.
Capa do EP ‘Marinada’, de Marina Sena
Gabriela Schmidt

Fonte: G1 Entretenimento

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VÍDEO: cachorrinha cruza caminho do pai de Ana Castela e ganha um novo lar


Cachorrinha cruza caminho do pai de Ana Castela e ganha um novo lar
Rodrigo Castela, pai da cantora Ana Castela, adotou uma cachorrinha que encontrou abandonada nas ruas do município de Sete Quedas (MS). A história foi divulgada pela própria cantora em vídeos publicados no Instagram. Veja o vídeo acima.
Em um áudio enviado à filha, Rodrigo explica como encontrou o animal e decidiu levá-lo para casa. Segundo ele, a cachorrinha apareceu em diferentes pontos da cidade, o que reforçou a decisão de adotá-la.
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“Filha, olha o que o pai achou na rua, aqui em Sete Quedas passei numa rua, eu vi ela aí passei lá no Clóvis, ela passou em frente aí eu passei perto da casa da vó ali, e ela estava lá também andando aí eu falei, não, essa aqui é pra ser pra nós, né peguei, estou levando embora vou levar pra fazenda em Tacuru”
Rodrigo também contou que já comprou ração para a cachorrinha, que começou a se alimentar logo após o resgate.
“Estou comprando ração, ó nossa boiadeira já está comendo”
Nos vídeos compartilhados por Ana Castela, o animal aparece sendo acolhido e recebendo cuidados. A cantora comemorou a atitude do pai e a chegada da nova integrante da família.
Rodrigo e Ana Castela.
Redes sociais/ Reprodução
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Fonte: G1 Entretenimento