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Rock doido: O que é o movimento de tecnobrega paraense que conquistou resto do país em 2025


O que é rock doido?
O rock doido bombou em 2025. Se até então o movimento tinha destaque apenas no Pará, neste ano, chamou atenção do resto do Brasil quando Gaby Amarantos lançou um álbum com esse nome.
“Te prepara, o que tu vai escutar agora não é apenas som. São frequências sonoras capazes de reorganizar teu sistema molecular. Esqueça tudo. Que o rock doido começou”, anuncia um vozeirão grave no comecinho de “Rock Doido é Meu Lugar”, faixa que abre o disco.
O alerta é mais do que mera referência à energia festeira do álbum de Gaby. É também uma breve (e sedutora) descrição do próprio rock doido, movimento surgido em meio ao fervor das festas de aparelhagem paraenses — e já adiantando: esses são rolês de tecnobrega, não de rock n’ roll.
Ainda assim, o tecnobrega e o rock n’ roll compartilham a mesma energia musical: ambos têm canções aceleradonas, dancinhas frenéticas e apresentações bem espalhafatosas.
Usada em mais de um contexto, a expressão “rock doido” pode significar o auge de uma festa de aparelhagem, um rolê específico, ou um tipo de música — tudo isso com sabor de gandaia paraense.
A cantora Gaby Amarantos
Divulgação
Pokemón no paredão
“Não tem explicação. O rock doido é um sentimento, tem que vivenciar para entender”, afirma Gaby Amarantos, em entrevista ao podcast g1 Ouviu.
“Na festa de aparelhagem, acontecem várias fases. É tipo um grande Pokemón, que vai evoluindo. E o rock doido é o momento em que a loucura começa. Vai queima de fogos, o DJ solta lazer, alguém desce da nave espacial, a boca do crocodilo abre, uma Bazuca solta chama, as pessoas sobem em uma mesa, pegam balde de cerveja, que começa a voar… Você fala: ‘que porra é essa?’. Isso é o rock doido.”
Com 22 faixas, o álbum de Gaby vem popularizando o termo pelo país. No Pará, porém, a expressão já é famosa há pelo menos dez anos. É o explica diz Zek Picoteiro, DJ e pesquisador da música amazonense.
Circuito Psica: Aparelhagem Crocodilo movimenta o feriado na Tuna Luso
Psica Produções
“Rock doido começou como uma gíria”, afirma Zek ao g1. “As pessoas usam ‘rock doido’, ou só ‘rock’, para se referir a uma festa. Tipo ‘hoje vai ser rock’, ou seja, o negócio vai ser foda, pirotecnia, master.”
O próprio álbum “Rock Doido” tem letras sobre isso. Por exemplo, em “Short beira cu”, Gaby canta: “Eu vou sair para dançar, eu vou curtir e vou beber. Botar meu short beira cu, um top, cropped. I love you. Tá decidido, hoje tem rock”.
O disco, que emplacou nas redes o hit “Foguinho”, foi lançado no fim de agosto junto de um curta-metragem gravado em plano sequência. Com 21 minutos, o filme simula um típico rolê de rock doido: há enormes paredões de som, luzes neon, fumaça, looks extravagantes, gente dançando e muita pegação.
“É tudo muito iluminado, colorido, som alto. É uma festa de dinâmica própria”, diz Zek. “A festa de aparelhagem surge por causa do paredão de som, esse monte de aparelho eletrônico empilhado um em cima do outro. Antes, o DJ era chamado de ‘controlista’, ficava de costas para o público e de frente para o paredão. O foco da festa era o som. Hoje em dia, isso deu uma invertida: o foco está mais no visual. O DJ toca de frente para o público, e em cima de uma bancada gigante.”
Cirucito Psica abre com a J Som, aparelhagem Fênix do Marajó
Reinam Teixeira
Uma das mais famosas festas de aparelhagens, a Crocodilo Tudão transforma a mesa dos DJs em um enorme réptil — o bicho tem olhos alaranjados, pele reluzente e bocona que se mexe. Outro exemplo é a aparelhagem Fênix do Marajó, que faz de sua bancada uma enorme ave brilhante.
Mas nem toda aparelhagem de mega estrutura é de rock doido. Na festa Carabao, por exemplo, há um enorme búfalo hipnotizante — que dá até chifrada —, mas seu tecnobrega é mais voltado à moda antiga.
“A Carabao é para se ouvir músicas do passado, que marcaram outra época”, descreve Zek. Chamadas de “passadão” ou “baile da saudade”, essas aparelhagens têm hits mais lentos, dispensam pirotecnia e servem como point para casais dançarem coladinhos.
Treme, treme, treme
Surgido no Pará do fim dos anos 90, o tecnobrega é um gênero eletrônico com elementos do carimbó, lambada, calypso e até do pop americano — há várias faixas que abrasileiram hits de fora, como “Eu te Venero”, canção da Viviane Batidão inspirada em “Umbrella”, da Rihanna.
“Com toda a projeção das aparelhagens, foram surgindo variações do tecnobrega”, explica Zek. “Hoje, qualquer garoto no quarto faz alguma variação. Até mesmo pela popularização da pirataria e de programas de edição, som e produção.”
Aparelhagem Carabao do Marajó
Divulgação
Mãe de vários subgêneros, a música tecnobrega está em constante movimento. O rock doido engloba seus estilos mais frenéticos, como o tecnofunk — que traz as batidas do funk brasileiro — e o tecnorave, que tem uma pegada de beats progressivos.
O rock doido ainda explora elementos de gêneros como rap e reggaeton.
Rock é rock
“Para o produtor paraense, não há limite. Ele faz remix de qualquer coisa”, diz a DJ Méury, uma das precursoras do rock doido.
Neste ano, a artista emplacou o hit “Copo de Veneno Vs. Hoje que a Santinha”, que viralizou em trends do TikTok. A música é um rock doido que sampleia o funk “Santinha” e o cântico de umbanda “Copo de Veneno”.
Méury afirma que, assim como Gaby Amarantos, a COP30 foi importante para a popularização do rock doido neste ano. Ocorrido em Belém, o evento foi uma oportunidade para os turistas (gringos e brasileiros) conhecerem as festas do tecnobrega eufórico.
“No começo [da trajetória do rock doido], eu e outros DJs fomos fazendo remixes com reggaeton e músicas nacionais, de artistas como Manu Batidão e Viviane Batidão e Anitta”, conta a artista.
Remix do remix
O crescente interesse pelo rock doido levou até à criação de um aplicativo (RockDoido), que reúne várias setlists e faixas do estilo. Isso porque a cultura do tecnobrega tem uma dinâmica bem diferente da indústria musical mainstream — muitos de seus hits ficam fora de plataformas como Spotify.
Aplicativo ‘RockDoido’
Reprodução
“Tem uma figura central do distribuidor de tecnobrega que é o pirateiro. Lá nos anos 2000, ele fazia as cópias piratas e coletâneas das aparelhagens. Era o divulgador”, explica Zek. “Hoje o pirateiro tem aplicativo e YouTube para subir playlists, mixagens…”
Zek reconhece a complexidade sobre o assunto. Diz que se irritaria ao ver alguém lucrando com sua música sem o creditar. Ele enfatiza, porém, que esse tipo de discussão não tem força na cultura das aparelhagens — e consequentemente, no rock doido.
“Esse lance de autoria é uma discussão muito moderna”, continua ele. “Que tipo de compositor tem acesso a esse tipo de proteção do ECAD [Escritório Central de Arrecadação e Distribuição]? Essa é uma discussão que não existe na cultura de aparelhagem. Ali é liberdade criativa mesmo! Faça o seu, eu faço o meu. Se tu me copiar, vou lá e te copio de novo!”
Ainda falando sobre a dinâmica mercadológica do rock doido, Zek diz: “A indústria musical empurra todo tipo de música para a gente consumir goela abaixo. Beleza, a gente vai ouvir essas músicas internacionais. Mas a gente ouve do nosso jeito. Coloca na nossa língua, no nosso sotaque e na nossa batida para a gente dançar do nosso jeito… A palavra ‘rock’ é muito simbólica né? A gente daqui absorve toda cultura do mundo e devolve do nosso jeito. Acho que isso também significa rock doido.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Rob Reiner: Como sequência de 5 filmes clássicos do diretor marcou a história do cinema


Rob Reiner: Diretor fez sequência impressionante de 5 clássicos
O ator e diretor Rob Reiner, de 78 anos, e sua esposa, Michele Singer, de 68, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14). O filho do casal, Nick Reiner, está preso sob a acusação de envolvimento com a morte.
Durante a carreira, Reiner fez filmes de vários gêneros — com certeza, você já assistiu ou, pelo menos, ouviu a respeito de um deles.
Entre as décadas de 1980 e 1990, ele fez uma impressionante sequência de cinco clássicos. Veja a seguir.
‘Conta Comigo’ (1986)
Cena de ‘Conta Comigo’
Reprodução
Adaptação de um conto de Stephen King, “Conta Comigo” é um clássico da Sessão da Tarde. O filme é um drama sobre quatro garotos que saem em busca do corpo de um adolescente desaparecido.
Mais do que a aventura, a história fala sobre amizade, luto e o fim da infância. O longa se tornou tão icônico que virou referência absoluta quando o assunto é o estilo conhecido como “coming of age”.
‘A Princesa Prometida’ (1987)
Cena de ‘A Princesa Prometida’
Reprodução
“A Princesa Prometida” mistura conto de fadas, romance, aventura e comédia. O filme virou um fenômeno culdevido à sua história de amor e seu humor afiado.
Na trama, uma jovem é sequestrada às vésperas de um casamento arranjado e acaba reencontrando um antigo amor, o que mexe completamente com o coração dela. O casal protagoniza diálogos que ficaram famosos até hoje.
‘Harry e Sally – Feitos Um para o Outro’ (1989)
Meg Ryan e Billy Crystal na famosa cena do orgasmo fake de ‘Harry e Sally: Feitos um para o Outro”
Divulgação
Nesse filme, o diretor faz uma comédia romântica que parte de uma pergunta simples e provocadora: homens e mulheres podem ser apenas amigos?
Com personagens carismáticos e diálogos afiados, o filme marcou época e influenciou várias comédias românticas que vieram depois.
‘Louca Obsessão’ (1990)
Cena de ‘Louca Obsessão’
Reprodução
Em “Louca Obsessão”, o cineasta adapta um livro sombrio de Stephen King. No filme, um escritor sofre um acidente e passa a ser mantido em cativeiro por uma fã obcecada por ele.
O suspense psicológico rendeu um Oscar à atriz Kathy Bates. Até hoje, é lembrado como um dos grandes thrillers do cinema.
‘Questão de Honra’ (1992)
Cena de ‘Questão de Honra’
Divulgação
Em “Questão de Honra” (1992), Reiner aposta no drama jurídico, com Tom Cruise e Jack Nicholson.
A história gira em torno de um julgamento militar e ficou eternizada pelo embate verbal e pela frase icônica: “You can’t handle the truth!”.
Depois de “Questão de Honra”, Rob Reiner quis adaptar outro livro de Stephen King, “Um Sonho de Liberdade”. Mas, dessa vez, ele acabou ficando apenas como produtor do filme.
A sequência de grandes sucessos foi interrompida por “Um Anjo da Guarda”, que acabou sendo um fracasso de bilheteria. Ok, ninguém acerta sempre.

Fonte: G1 Entretenimento

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BK libera repertório inédito na mixtape ‘Produto ambiente’ em feats com Old Dirty Bacon, Anchietx, Sain e 2ZDinizz


BK lança a mixtape ‘Produto ambiente’ amanhã, 16 de dezembro, com dez faixas inéditas
Pepe Rodrigues / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Dois anos após apresentar a mixtape Verão criminoso em 15 de dezembro de 2023, BK aproveita o período natalino e libera repertório inédito em outra mixtape, Produto ambiente.
Em rotação a partir de amanhã, 16 de dezembro, com capa que expõe arte de Negro Mia, a mixtape Produto ambiente apresenta dez faixas inéditas, além do remix da música Amém, amém pelo duo Deekapz.
Nas músicas novas, BK faz feats com Old Dirty Bacon (presente na faixa Guru do asfalto), Sain (passageiro de Trem lotado), 2ZDinizz (rapper que figura na faixa Deusa), Anchietx (o cantor do trio Os Garotin também aparece em Deusa) e OPhael e Phane (vocalistas da banda de BK presentes em Por aí).
Morro sem você, Bonde passando e Sonho são outras novidades apresentadas por BK no repertório inédito de Produto ambiente.
Com a palavra, o rapper carioca: “Essa mixtape traz uma coleção de músicas que eu fiz após Diamantes, lágrimas e rostos para esquecer (álbum que BK lançou em 28 de janeiro). Sempre que eu entrego um disco assim, minha cabeça fica muito acelerada na questão de escrita. Então, é sempre um momento de uma segunda inspiração. Eu escrevo muito e gravei muita coisa no começo desse ano. 90% das músicas de Produto ambiente foram feitas de janeiro a agosto. Eu às vezes guardo (esse material) para algum outro projeto, às vezes transformo em outras músicas. E lançar a mixtape é uma forma de ‘limpar’ a cabeça para abrir espaço para novos projetos”, contextualiza o artista.
Capa da mixtape ‘Produto ambiente’, de BK
Arte de Negro Mia

Fonte: G1 Entretenimento

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Investigação conclui que filho matou Rob Reiner e Michele Singer, diz polícia


Rob Reiner, ator e diretor, e esposa são encontrados mortos em casa
A polícia de Los Angeles afirmou nesta segunda-feira (15) que sua investigação concluiu que Nick Reiner matou seus pais, o cineasta Rob Reiner e a fotógrafa Michele Singer.
Aos 32 anos, Nick era o filho meio do casal. Acusado formalmente de homicídio, ele está detido sem direito a fiança.
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O ator e diretor Rob Reiner, de 78 anos, e sua esposa, Michele Singer, de 68, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14). Entre os filmes dirigidos por Reiner, está “Harry e Sally – Feitos um para o Outro”, que se tornou um clássico da comédia romântica (leia mais abaixo).
A polícia não informou se já suspeita sobre os motivos do crime. O caso vai ser mandado para a promotoria nesta terça-feira (16).
Rob Reiner, Michele Singer, Romy Reiner, Nick Reiner, Maria Gilfillan e Jake Reiner no lançamento de ‘Isto é Spinal Tap 2’
Aude Guerrucci/Reuters
Veja o que se sabe sobre o caso:
Equipes de resgate e do Corpo de Bombeiros atenderam a um chamado na residência por volta das 15h38 de domingo. No local, foram encontrados os corpos de um homem de 78 anos e de uma mulher de 68. Mais tarde, autoridades confirmaram que eram Rob e Michele.
De acordo com a Associated Press, os investigadores trabalham com a hipótese de que as vítimas sofreram diversos golpes de arma branca.
A causa da morte ainda será divulgada pelo Instituto Médico-Legal de Los Angeles.
A revista “People” informou que Romy, filha do casal e moradora da região, foi quem encontrou os corpos, citando fontes próximas ao caso.
Nick Reiner é apontado pela investigação da polícia como autor do crime e preso por homicídio. Ele não tem direito a fiança.
Quem foram Rob Reiner e Michele Singer
Diretor e ator, Rob Reiner tem em seu currículo alguns clássicos de Hollywood. Ele dirigiu filmes como “Conta Comigo” (1986), “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), “Isto é Spinal Tap” (1984) e “O Presidente Americano” (1995).
Rob Reiner e sua esposa, Michele Singer, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14)
REUTERS/Aaron P. Bernstein/File Photo
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Famosos e políticos lamentam morte de Rob Reiner
Ator relembra última conversa com Reiner, um dia antes da morte do diretor
Como casal inspirou final icônico de ‘Harry e Sally’
Como ator, estrelou a série de comédia de sucesso “All in the Family”, passou por “New Girl” e integrou recentemente o elenco da série “The Bear”.
Ele e a fotógrafa Michele Singer se conheceram nos bastidores de “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” e eram casados há 36 anos. Após o casamento, os dois passaram a trabalhar juntos em alguns filmes como “Louca Obsessão”, estrelado por Kathy Bates.
O casal deixa três filhos: Romy, Nick e Jake. Além deles, Rob era pai adotivo de Tracy Reiner, filha biológica da ex-mulher Penny Marshall.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda Titãs recorre ao apelo punk do disco ‘Cabeça dinossauro’ em turnê que festejará os 40 anos do álbum em 2026


Branco Mello (à esquerda), Tony Bellotto e Sérgio Britto estreiam em março, em São Paulo, a turnê comemorativa dos 40 anos do álbum ‘Cabeça dinossauro’
Pedro Dimitrow / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Em um mercado de shows cada vez mais refratário a novidades e aos riscos, efemérides de álbuns e bandas são frequentemente usados como iscas para fisgar um público também propenso a curtir a nostalgia da modernidade. É nessa onda que o grupo Titãs surfa pela segunda vez.
Dois anos após estourar bilheterias em 2023 com a turnê que reuniu a formação clássica dos Titãs, a banda – ou o que restou daquela formação da fase áurea – recorre à força atemporal do álbum Cabeça dinossauro para se manter em cena.
Sim, a partir de março, Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto transitam por capitais do Brasil com show inédito em que celebram os 40 anos do disco punk de 1986 que deu musculatura e identidade ao som então disperso dos Titãs.
“Cabeça dinossauro marcou a nossa carreira e a história do rock nacional. Inventamos ali o nosso vocabulário – riffs fortes, vocais gritados, letras sintéticas e precisas. Isso, somado à temática das canções, deixou marca profunda na nossa trajetória”, contextualiza Sérgio Britto, com razão.
A rigor, a banda sempre incluiu no roteiro dos shows a maioria das músicas do repertório de Cabeça dinossauro, até porque quase todo o repertório fez sucesso. Ou seja, o teor de novidade da turnê Titãs – Cabeça dinossauro 40 anos é quase nulo.
Seja como for, por ora, há somente quatro shows marcados em casas de São Paulo (26 de março), Belo Horizonte (25 de abril), Rio de Janeiro (9 de maio) e Curitiba (18 de julho).
O show será orquestrado sob a batuta de Otávio Juliano, diretor da turnê Encontro – Todos ao mesmo tempo agora. Só que nem todos estarão em cena, desta vez. Resta saber se, como trio, o grupo Titãs terá força para segurar a onda dessa turnê moldada para grandes espaços.

Fonte: G1 Entretenimento

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Clemente, da Plebe Rude e Inocentes, segue internado após passar por cirurgia de emergência em MS


Clemente Nascimento, da Plebe Rude, abre shows do palco Brasil – edição Brasília, no festival João Rock 2019, em Ribeirão Preto, SP
Ricardo Nasi/G1
O cantor e guitarrista Clemente Tadeu Nascimento, de 62 anos, das bandas Inocentes e Plebe Rude, segue internado após passar por uma cirurgia cardíaca de emergência na sexta-feira (12), em Campo Grande. Ele foi levado à Santa Casa depois de passar mal antes de um show.
Segundo a família e as bandas, Clemente permanece internado e se recupera bem após o procedimento.
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De acordo com boletim médico, o estado de saúde do músico é estável, e a recuperação ocorre de forma rápida.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Em nota, a família e as bandas agradeceram o atendimento recebido:
“A família Nascimento e as bandas Plebe Rude e Inocentes gostariam de agradecer a toda a equipe da Santa Casa de Campo Grande (MS) pelo cuidado, profissionalismo e humanidade dedicados ao Clemente. A família agradece também à equipe de produção do evento, @93produtora , que não mediu esforços para garantir o devido atendimento ao Clemente e continua dando todo o apoio necessário. Clemente segue se recuperando bem. Muito obrigado por todas as boas vibrações e mensagens de carinho”.
A cirurgia de emergência foi realizada após Clemente sentir um mal-estar antes de uma apresentação, na noite de quinta-feira (11).
Clemente é um dos principais nomes do punk rock brasileiro. Ele fundou a banda Inocentes em 1981 e, desde 2004, integra a Plebe Rude, grupo criado em Brasília na década de 1980.
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia é a ‘águia nordestina’, aguerrida e indomada, em livro que analisa os primeiros voos da intérprete


Maria Bethânia em 1965 na estreia do espetáculo ‘Opinião’
Reprodução / Instituto Augusto Boal
♫ OPINIÃO SOBRE LIVRO
Título: Maria Bethânia, primeiros anos – Da cena cultural baiana ao teatro musical brasileiro
Autor: Paulo Henrique de Moura
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Ao voltar embevecido para casa após assistir a um dos maiores espetáculos da carreira de Maria Bethânia, Dentro do mar tem rio (2006 / 2007), Chico César escreveu poema que fez chegar à artista através de e-mail enviado na manhã de 20 de março de 2007. Nos versos do poema, transformado em música apresentada pela cantora 14 anos depois no show Claros breus (2021), Chico personifica Bethânia como “águia nordestina de asas como velas abertas ao céu”.
Essa imagem da águia nordestina, aguerrida e indomada, se concretiza ao longo das 208 páginas do livro Maria Bethânia, primeiros anos – Da cena cultural baiana ao teatro musical brasileiro, escrito pelo jornalista Paulo Henrique de Moura e publicado pela editora Letra e Voz.
Produto gerado a partir de tese de mestrado defendida pelo autor em 2024, o livro traça os primeiros voos de Maria Bethânia em palcos de Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) de 1963 até 1968, mas com ênfase nos shows feitos pela artista entre 1964 e 1965.
Embora embaçada nas páginas iniciais pela necessidade de fazer introdução com os objetivos e métodos da dissertação de mestrado, a narrativa ganha fôlego e altitude conforme o livro avança. Sem constituir um entrave para a degustação do texto por seguidores da artista, a linguagem acadêmica evidencia com profusão de dados e fontes a consistência da tese defendida por Moura. O livro resulta necessário até pela escassez de material bibliográfico que detalhe a trajetória de Maria Bethânia nos palcos, sobretudo nessa fase inicial.
Artista refratária a biógrafos e sempre disposta a alimentar aura sagrada em torno de si, se portando como esfinge a rigor nunca decifrada na amplitude da importância que adquiriu na cena cultural brasileira, Bethânia sempre criou narrativa romanceada sobre esse início de carreira, em especial sobre a vinda da Bahia para o Rio de Janeiro, em janeiro de 1965, para substituir Nara Leão (1942 – 1989) no espetáculo Opinião, encenado desde 1964 com arquitetura construída na fronteira entre show e musical de teatro.
Com sutileza, o autor evidencia nas páginas 110 e 111, por meio das reproduções de depoimentos pregressos de Augusto Boal (1931 – 2009) e Caetano Veloso, que Bethânia veio na realidade fazer um teste, a convite da produção do Opinião, sem ter chegado ao Rio com a certeza absoluta de que iria de fato substituir Nara.
Em contrapartida, na página 120, ao analisar as formas faciais da artista no espetáculo, Moura alimenta o mito de que Bethânia estreou no Opinião com 17 anos – idade enfatizada pela artista em entrevistas na qual romanceia esse momento decisivo na carreira – quando, na verdade, a intérprete, nascida em 18 de junho de 1946, já tinha 18 anos quando chegou ao Rio na companhia de Caetano Veloso, designado pelo pai como guardião da irmã em terras cariocas.
Capa do livro ‘Maria Bethânia, primeiros anos – Da cena cultural baiana ao teatro musical brasileiro’, de Paulo Henrique de Moura
Divulgação
Feitas tais ressalvas, o livro cumpre o prometido ao descortinar (na medida do possível) os bastidores dos espetáculos feitos por Bethânia ao longo de 1964, em Salvador (BA), e ao mostrar, a partir da análise de espetáculos posteriores como Arena canta Bahia – encenado em São Paulo em 1965 no embalo do sucesso de Opinião – e É um tempo de guerra, espetáculo que transitou por São Paulo (SP) e Salvador (BA), também em 1965.
Foi quando a águia nordestina, audaz, começou a mostrar que não se deixaria capturar pelo mercado e pela vontade de diretores, como o supracitado Augusto Boal, se recusando a ser enquadrada na moldura da “cantora de protesto” erguida pela mídia e incentivada por Boal a partir da interpretação de Carcará (João do Vale e José Cândido, 1964) no espetáculo Opinião. É que, na interpretação incisiva de Bethânia, Carcará alçou voo inimaginado na voz suave de Nara Leão e, por conta disso, a cantora baiana passou a ser carimbada com o rótulo adicional “de protesto”.
Insubmissa aos quereres de produtores e empresários, a águia nordestina pegou o caminho de volta para a Bahia e, na volta ao Rio, traçou a rota particular de um voo de altitude ainda hoje inalcançável pela maioria das cantoras brasileiras.
Ainda cruzando os céus do Brasil em 2025, 60 anos após a estreia no Opinião, tendo as asas da águia como velas abertas nos palcos iluminados, o longo voo artístico de Maria Bethânia teve ponto de mutação no show Comigo me desavim (1967) – espetáculo no qual a cantora foi guiada pela primeira vez por Fauzi Arap (1938 – 2013), diretor que se tornaria recorrente na trajetória da artista nos palcos – e em diversas apresentações em boates da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
A partir daí, a intérprete assentou as bases definitivas do próprio repertório, marcando posição em canções politizadas, mas também dando voz a canções de amor e a músicas de era do rádio.
Guerreira ao modo dela, Bethânia nunca participou de guerrilhas ou movimentos, o que jamais a impediu de ser vista pela ditadura militar de 1964 como uma agente dos ideais de liberdade. Paulo Henrique de Moura triunfa na narrativa do livro ao provar que a existência em si de Maria Bethânia foi um ato político naqueles anos rebeldes.
Contudo, o livro extrapola a tese e se prova com alto valor documental por compilar e analisar informações até então dispersas sobre os primórdios da trajetória da artista na Bahia.
Ainda que os depoimentos dado por Bethânia ao autor sejam a rigor pouco elucidativos sobre esses shows iniciais, tendo somente o efeito de validar a tese aos olhos do público e da mídia, Paulo Henrique de Moura fez trabalho jornalístico alentado, conciliando pesquisas em jornais e revistas da época com entrevistas com nomes fundamentais como Rodrigo Velloso (irmão da cantora), Djalma Corrêa (1942 – 2022), Gilberto Gil e Roberto Santana, testemunhas dos espetáculos feitos por Bethânia ao longo de 1964 no Teatro Vila Velha, em Salvador (BA).
Aliás, ter tido acesso ao acervo desse teatro já lendário da capital da Bahia favoreceu o autor na apresentação de dados sobre o shows Nós, por exemplo… (espetáculo coletivo que reuniu Bethânia, Caetano, Gal Costa, Gilberto Gil e Tom Zé, entre outros nomes), Nova bossa velha & velha bossa nova (outro espetáculo coletivo, feito nos moldes do anterior, com elenco similar) e Mora na filosofia, este o primeiro show solo de Bethânia.
Maria Bethânia em 1965 em ensaio do show ‘Opinião’, pelo qual ganhou o indesejado rótulo de ‘cantora de protesto’
Funarte / Acervo Augusto Boal
Antes desses três espetáculos, Bethânia debutara nos palcos da Bahia em 1963 – aí sim com os míticos 17 anos – em montagem de Boca de ouro (1960), texto do dramaturgo Nelson Rodrigues (1912 – 1980) encenado em Salvador (BA) sob direção de Álvaro Guimarães (o Alvinho), com trilha sonora assinada por Caetano Veloso. No breu, quando a cena se abria, Bethânia cantava Na cadência do samba (Ataulfo Alves e Paulo Gesta, 1962), sucesso recente do ano anterior. “Eu cantava atrás das cortinas. Era um prólogo do espetáculo”, ressalta Bethânia em depoimento a Paulo Henrique de Moura no qual enfatiza desconsiderar a participação em Boca de ouro como a estreia nos palcos.
Para Bethânia, a estreia de fato foi em Nós, por exemplo…, espetáculo de agosto de 1964 que tem o programa reproduzido no livro. Ali, ao cantar sambas de Batatinha (1924 – 1997) e Noel Rosa (1910 – 1937), compositores que se tornariam recorrentes nos roteiros dos show da artista (Bethânia chegaria a gravar em 1966 um EP com músicas de Noel em um primeiro movimento para fugir do rótulo de “cantora de protesto”), a artista já começou a demarcar território.
Com a mesma formação do antecessor Nós, por exemplo…, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Alcyvando Luz (1937 – 1998) dirigiram Nova bossa velha & velha bossa nova, show apresentado em novembro de 1964. A alta potência de Maria Bethânia na encenação desses dois shows coletivos pavimentou o caminho natural para que o grupo decidisse que a cantora seria a primeira a merecer um show solo.
Dito e feito. E assim, em dezembro de 1964, a águia nordestina alçou o primeiro voo solo com o show Mora na filosofia, orquestrado sob direção de Caetano Veloso. No roteiro, Bethânia teatralizou músicas como Favela (Heckel Tavares e Joracy Camargo, 1933) e O morro (Carlos Lyra e Gianfrancesco Guarnieri, 1964), marcando posição política – e cabe lembrar que um tempo de guerra já se iniciara com a revolução de 31 de março daquele ano de 1964 – entre músicas como Ave Maria no morro (Herivelto Martins, 1942) e Chão de estrelas (Silvio Caldas e Orestes Barbosa, 1937). “Ali já tinha uma assinatura minha de toda uma dramaticidade (…) que me atraía”, reflete Bethânia em depoimento para o livro.
E o resto foi uma história que ganhou dimensão nacional a partir de fevereiro de 1965 com a estreia da cantora no espetáculo Opinião (a narrativa romanceada de Bethânia crava 13 de fevereiro como o dia da estreia, mas anúncios e notas de jornais indicam que já houve apresentações com a cantora em 10 e 11 de fevereiro).
No livro Maria Bethânia, primeiros anos – Da cena cultural baiana ao teatro musical brasileiro, Paulo Henrique de Moura compila dados e apresenta pensamento coerente e bem fundamentado sobre a força política da intérprete e o incômodo provocado entre os agentes da repressão pelo primeiros voos dessa intrépida águia nordestina que jamais se deixou abater enquanto ecoava o canto do povo brasileiro.
♬ P.S,: em outubro de 2024, o colunista do g1 avalizou a dissertação de mestrado de Paulo Henrique de Moura, escrevendo um texto – feito de graça, sem receber qualquer remuneração por isso – que figura em uma das orelhas do livro Maria Bethânia, primeiros anos – Da cena cultural baiana ao teatro musical brasileiro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Trump diz que Rob Reiner tinha ‘doença mental’, ‘paranoia’ e ‘obsessão furiosa’ contra ele


Rob Reiner, ator e diretor, e esposa são encontrados mortos em casa
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (15) que o ator e diretor de Hollywood Rob Reiner tinha “doença mental” e “obsessão furiosa” contra ele e relacionou sua morte com a postura crítica que ele tinha com seu governo.
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Rob e sua esposa foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, no domingo. Segundo uma fonte ouvida pela agência de notícias Associated Press (AP), o casal apresentava ferimentos causados por facas.
Por conta disso, o caso é investigado como homicídio, segundo a polícia de Los Angeles. O filho do casal é o principal suspeito pelo crime e foi preso nesta segunda-feira, segundo a revista “People”.
“Uma coisa muito triste aconteceu ontem à noite em Hollywood. Rob Reiner, um diretor de cinema e astro da comédia atormentado e em dificuldades — mas que já foi muito talentoso —, faleceu, junto com sua esposa, Michele, supostamente devido à raiva que provocou em outras pessoas por meio de sua aflição massiva, inflexível e incurável com uma doença debilitante da mente conhecida como Síndrome do Delírio de Trump”, afirmou o presidente em sua rede social Truth Social.
“Ele era conhecido por levar as pessoas à LOUCURA com sua obsessão furiosa pelo presidente Donald J. Trump, com sua paranoia evidente atingindo novos patamares à medida que o governo Trump superava todas as metas e expectativas de grandeza e com a Era de Ouro da América sobre nós, talvez como nunca antes. Que Rob e Michele descansem em paz!”, completou.
Rob Reiner e sua esposa, Michele Singer, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14)
REUTERS/Aaron P. Bernstein/File Photo
O governador da Califórnia, Gavin Newsom, confirmou as mortes de Rob Reiner, que tinha 78 anos, e sua esposa, Michele Singer, de 68. Segundo a agência de notícias Reuters, Newsom disse estar “de coração partido pela trágica perda” do ator.
Reiner integrou recentemente o elenco da série “The Bear”. Nos anos 1970, estrelou a série de comédia de sucesso da “All in the Family”. Além disso, dirigiu filmes como “Conta Comigo” (1986), “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), “Isto é Spinal Tap” (1984) e “O Presidente Americano” (1995).
De acordo com a revista “People”, o principal suspeito é o filho do casal, Nick Reiner. Esta informação ainda não foi comentada pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Ainda segundo a publicação, a família do casal divulgou uma nota ao veículo confirmando a morte dos dois.
“É com profundo pesar que anunciamos a trágica morte de Michele e Rob Reiner. Estamos devastados por essa perda repentina e pedimos privacidade neste momento incrivelmente difícil”, diz o documento, segundo a People.
A causa da morte ainda será divulgada pelo Instituto Médico-Legal de Los Angeles.
Filho do também comediante Carl Reiner, Rob Reiner era casado desde 1989 com a fotógrafa Michele Singer Reiner. Os dois se conheceram enquanto ele dirigia “Harry & Sally” e deixam três filhos.
Antes disso, Reiner foi casado com a atriz e diretora Penny Marshall entre 1971 e 1981. Ele adotou a filha dela, Tracy Reiner. Carl Reiner morreu em 2020, aos 98 anos, e Penny Marshall faleceu em 2018.
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Ator e diretor Rob Reiner
AP Photo/Matt Sayles, File

Fonte: G1 Entretenimento

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Filho de Rob Reiner e Michele Singer é preso, diz site


Rob Reiner, ator e diretor, e esposa são encontrados mortos em casa
Nick Reiner, filho de Rob Reiner e Michele Singer foi preso na manhã desta segunda-feira (15), segundo o site TMZ. Nick foi apontado como suspeito da morte dos pais.
O ator e diretor Rob Reiner, de 78 anos, e sua esposa, Michele Singer, de 68, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14). O Departamento de Polícia de Los Angeles afirmou que o caso deve ser investigado como homicídio.
De acordo com o TMZ, ainda não está claro o que teria desencadeou a violência, mas pode ter ocorrido após uma discussão com um membro da família. A identidade desse membro não foi confirmada.
Veja o que se sabe sobre o caso:
Equipes de resgate e do Corpo de Bombeiros atenderam a um chamado na residência por volta das 15h38 de domingo. No local, foram encontrados os corpos de um homem de 78 anos e de uma mulher de 68. Mais tarde, autoridades confirmaram que eram Rob e Michele.
De acordo com a Associated Press, os investigadores trabalham com a hipótese de que as vítimas sofreram diversos golpes de arma branca.
A causa da morte ainda será divulgada pelo Instituto Médico-Legal de Los Angeles.
A revista “People” informou que Romy, filha do casal e moradora da região, foi quem encontrou os corpos, citando fontes próximas ao caso.
O Departamento de Polícia de Los Angeles afirmou que o caso deve ser investigado como homicídio. Até a noite deste domingo, ninguém havia sido detido.
No pronunciamento feito nesta manhã, a polícia declarou que não há suspeitos. Já a revista “People” afirma que o principal suspeito seria o filho do casal, Nick Reiner. As autoridades não comentaram sobre o assunto.
Quem são Rob Reiner e Michele Singer
Diretor e ator, Rob Reiner tem em seu currículo alguns clássicos de Hollywood. Ele dirigiu filmes como “Conta Comigo” (1986), “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), “Isto é Spinal Tap” (1984) e “O Presidente Americano” (1995).
Rob Reiner e sua esposa, Michele Singer, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14)
REUTERS/Aaron P. Bernstein/File Photo
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Como casal inspirou final icônico de ‘Harry e Sally’
Como ator, estrelou a série de comédia de sucesso “All in the Family”, passou por “New Girl” e integrou recentemente o elenco da série “The Bear”.
Ele e a fotógrafa Michele Singer se conheceram nos bastidores de “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” e eram casados há 36 anos. Após o casamento, os dois passaram a trabalhar juntos em alguns filmes como “Louca Obsessão”, estrelado por Kathy Bates.
O casal deixa três filhos: Romy, Nick e Jake. Além deles, Rob era pai adotivo de Tracy Reiner, filha biológica da ex-mulher Penny Marshall.

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 Ouviu #324 – Projota compara gerações do rap: ‘A minha, falava mais sobre ser. E essa, sobre ter’


Projota esteve no g1 Ouviu, em 10 de dezembro, e fez uma análise sobre atual geração do rap e a del. Segundo o artista, a geração dele foi “doutrinada sobre disciplina” pela primeira leva de artistas do hip-hop no Brasil.
“Minha geração não se importava com estética. Tinha que ir de chinelo nas batalhas de rima. Hoje, vejo uma juventude preta, bonita, que consegue se vestir melhor do que nossa geração. Tende-se a perceber que as coisas estão melhorando”, analisou.
Projota também disse que a temática central das músicas dele não é de ostentar, mas refletir sobre quem ele é e quer ser.
“Minha geração falava mais sobre ser. E essa, sobre ter. É um divisor complicado, complexo, e até natural. Não é uma crítica, mas é um fato.”
Durante o programa, o rapper também contou que só sentiu que era conhecido, mesmo, graças à participação no Big Brother Brasil em 2021.
“Senhorinhas me param: ‘Ah, eu adorava você no BBB’. Eu falo: ‘Eu duvido! Nem eu me adorava no BBB. Nem minha vó me adorou no BBB'”, brincou.
Projota fala sobre a dificuldade em lidar com as críticas sobre o seu trabalho no rap
Projota ainda falou sobre a dificuldade que tinha em lidar com críticas que diziam que a arte que ele fazia não era rap. “Eu ‘comprava’ as críticas que apareciam nas redes sociais. Lidar com isso era muito difícil.”
Ele ainda contou que enfrentou problemas de saúde mental depois do sucesso, quando ele passou a escrever não só sobre superação, mas sobre as cobranças que encarava.
“Para um moleque que só tava na correria, não era tão difícil a vida. Quando a cobrança chegou lá na frente, a depressão chegou. Chegou depois que venci na vida”.
“Terapia foi fundamental pra me entender, me perdoar pelos meus erros. Ainda mais pra gente que vem de uma geração que carregava um peso tão grande em cima do menino, que não pode chorar, não pode perder, tem que ser foda. Tinha a necessidade de ser muito foda. E em tudo”, afirmou o rapper.
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Projota no g1 Ouviu
Rafael Peixoto/g1
Projota dá entrevista ao g1 Ouviu
Rafael Moura Peixoto/g1

Fonte: G1 Entretenimento