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Rob Reiner recebe homenagens em Hollywood; veja fotos


Rob Reiner, diretor do filme “Harry e Sally”, e a esposa são mortos a facadas na Califórnia
Rob Reiner recebeu homenagens na Calçada da Fama de Hollywood, em Los Angeles. Fãs colocaram flores perto da estrela com o nome do diretor. Ele e sua esposa foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, no domingo (14).
O casal apresentava ferimentos causados por faca, segundo uma fonte ouvida pela agência de notícias Associated Press (AP). O filho do casal, Nick Reiner, está preso sob a acusação de envolvimento com a morte.
Rob Reiner recebeu homenagens na Calçada da Fama de Hollywood, em Los Angeles.
AP/Damian Dovarganes
Diretor e ator, Rob Reiner tem em seu currículo alguns clássicos de Hollywood. Ele dirigiu filmes como “Conta Comigo” (1986), “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), “Isto é Spinal Tap” (1984) e “O Presidente Americano” (1995).
Como ator, estrelou a série de comédia de sucesso “All in the Family”, passou por “New Girl” e integrou recentemente o elenco da série “The Bear”.
Como história de amor de Rob Reiner e Michele Singer inspirou final de ‘Harry e Sally’
Rob Reiner: Como sequência de 5 filmes clássicos do diretor marcou a história do cinema
Ele e a fotógrafa Michele Singer se conheceram nos bastidores de “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” e eram casados há 36 anos. Após o casamento, os dois passaram a trabalhar juntos em alguns filmes como “Louca Obsessão”, estrelado por Kathy Bates.
O casal deixa três filhos: Romy, Nick e Jake. Além deles, Rob era pai adotivo de Tracy Reiner, filha biológica da ex-mulher Penny Marshall.
Rob Reiner recebeu homenagens na Calçada da Fama de Hollywood, em Los Angeles.
AP Photo/Damian Dovarganes
Rob Reiner recebeu homenagens na Calçada da Fama de Hollywood, em Los Angeles.
AP/Damian Dovarganes

Fonte: G1 Entretenimento

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Hamilton de Holanda entra em campo com Mestrinho em inédita gravação instrumental do ‘Hino do Flamengo’


Hamilton de Holanda (à esquerda) e Mestrinho se juntam em single com gravação do ‘Hino do Flamengo’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Se depender da torcida musical de Hamilton de Holanda e Mestrinho, o Flamengo se tornará campeão da Copa Intercontinental da Fifa de 2025. Na véspera da partida decisiva em que o clube carioca enfrentará o Paris Saint-Germain (PSG) às 14h de amanhã, 17 de dezembro, o bandolinista e o acordeonista lançam gravação inédita do Hino do Flamengo.
A marcha foi composta em 1944 por Lamartine Babo (1904 – 1963) – mestre na criação de cancioneiro festivo e folião – e gravada em dezembro daquele ano pelo grupo vocal Quatro Ases e um Coringa para single editado em janeiro de 1945.
Desde então, o Hino do Flamengo foi adotado pelos torcedores do clube, atual campeão da Copa Libertadores da América e do Brasileirão.
Produzido por Marcos Portinari, o registro da marcha por Hamilton de Holanda e Mestrinho é instrumental. A gravação foi captada e mixada por Matheus Neves no Estúdio Fibra, no Rio de Janeiro (RJ). O single lançado hoje, 16 de dezembro, em edição da Sony Music, foi gerado de forma espontânea.
Com a palavra, Hamilton de Holanda: “Eu e o Mestrinho somos flamenguistas apaixonados e ,depois dos títulos da Libertadores e do Brasileirão, estávamos em Belo Horizonte para um show. No camarim, numa brincadeira cheia de alegria, começamos a tocar o Hino do Flamengo e resolvemos gravar um vídeo para registrar aquele momento. Postamos e a galera curtiu demais. Muita gente comentou: ‘Vocês têm que gravar esse hino, vocês têm que gravar esse hino!’. E aí pronto: gravamos! Agora o hino já está com áudio em todas as plataformas e também saiu um vídeo maravilhoso, celebrando o nosso Mengão”.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Avatar: Fogo e cinzas’ é montanha-russa estonteante na qual história é mero adendo; g1 já viu


‘Avatar 3’ é uma montanha-russa das boas
Não dá mais para apostar contra James Cameron, cineasta criador de uma das franquias cinematográficas mais rentáveis de todos os tempos. “Avatar: Fogo e cinzas”, terceiro filme da série protagonizada por alienígenas azuis, tem tudo o que resultou no sucesso de seus antecessores elevado à enésima potência – para o bem e para o mal.
O novo capítulo do projeto-fetiche do diretor estreia nesta quinta-feira (18) nos cinemas brasileiros como uma evolução gráfica impressionante e gritante, mesmo apenas três anos após “O caminho da água” (2022).
A essa altura, não dá para negar que ninguém vai ver um “Avatar” pela trama. Assim como uma boa montanha-russa, o público quer mesmo é se deliciar pelos altos e baixos de uma aventura estonteante e cheia de inovações tecnológicas – mesmo que já saiba de cor o começo e o fim da jornada.
Responsável por três das cinco maiores bilheterias da história, Cameron sabe muito bem disso e reage de acordo. Até por isso, trata o roteiro como mero adendo à obra de orçamento milionário.
Em entrevista ao g1 (publicada em breve), o cineasta falou sobre como filmes 2 e 3 inicialmente eram um só – algo tão evidente que deveria ter continuado dessa forma.
A grande batalha final parecida com uma fusão meio incongruente das duas conclusões anteriores certamente se destaca, mas é muito menos grave do que a sucessão de situações iniciadas ou resolvidas por mera conveniência ou exércitos inteiros que desaparecem sem explicação.
Dito isso, a lua paradisíaca de Pandora e os felinos humanóides azuis Na’Vi nunca foram tão bonitos. Para a grande maioria – a mesma que deu quase US$ 3 bilhões em bilheterias para o primeiro filme e US$ 2,3 bilhões para o segundo –, provavelmente basta.
“Fogo e cinzas” é maior, mais visualmente deslumbrante e mais desenfreado que os anteriores. Isso tem também suas vantagens.
Por um lado, tem mais espaço para fios soltos, sentimentalismo forçado e até clichês de filmes sobre confrontos com povos indígenas que beiram o ofensivo.
Por outro, permite que o vilão ressuscitado – talvez o maior problema de “O caminho da água” – dê uma volta completa no absurdo e se torne um de seus pontos altos.
Totalmente entregue à sua trama de assimilação da nova tribo apresentada, Stephen Lang se diverte tanto como o clone do implacável coronel Quaritch que provoca um prazer genuíno com sua atuação sem qualquer tipo de controle ou vergonha.
Oona Chaplin em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação
Mais água que fogo
Não se deixe enganar pelo título. Por mais que “Fogo e cinzas” faça referência à tribo hostil de Na’Vis fanáticos introduzida, o terceiro filme é mesmo uma continuação mais direta do segundo.
Por isso, tem muito mais água do que seu título dá a entender.
Para não cair no quase inevitável reino dos spoilers, basta dizer que a história continua a focar no antigo soldado reencarnado como um dos alienígenas que ele deveria espionar (Sam Worthington).
Para proteger os mares de seu novo planeta da ambição inesgotável dos colonizadores humanos, ele busca novos e antigos aliados – ao mesmo tempo em que precisa lidar com a delicada nova dinâmica familiar após a perda de seu filho mais velho (Jamie Flatters).
James Cameron conseguiu novamente
O valor da famosa obsessão de Cameron por revoluções tecnológicas se mostra em toda a sua glória em cada quadro de “Fogo e cinzas”. Em pouco tempo, é fácil ver porque foram necessários três anos entre este e o anterior, por mais que ambos tenham sido filmados ao mesmo tempo.
Stephen Lang e Jack Champion em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação
Pode ser repetitivo, mas a lua de Pandora, onde a história se passa, nunca foi tão bela com sua fauna e flora bioluminescentes. Em uma tela gigante – e com os níveis corretos de luz, como o cineasta gosta sempre de lembrar –, os Na’Vi parecem ainda mais vivos.
Com poros à mostra e músculos cada vez mais realistas, eles favorecem a captura de performance dos atores, que ganham desafios dramáticos um pouco mais à altura.
Se Lang ganha um personagem mais à vontade com sua nova forma, a sempre competente Zoe Saldaña volta a ter uma Neytiri mais complexa e importante, novamente uma líder tribal e familiar acima da heroína de uma nota só de “O caminho da água”.
Infelizmente, o resto do roteiro não acompanha a evolução e mais uma vez depende de conveniências grandes demais para serem ignoradas.
Por mais que a busca dos vilões pelos mocinhos seja um dos grandes motores da narrativa, sempre que o roteiro precisa de um grande confronto eles os encontram quase que por mágica – apenas para voltarem a ficar completamente perdidos ao final da batalha.
Aposta improvável
Mas talvez o problema mais incômodo de “Fogo e cinzas” seja a adoção do Povo das Cinzas, uma tribo de saqueadores.
Zoe Saldaña em cena de ‘Avatar: Fogo e cinzas’
Divulgação
Oona Chaplin (“Game of thrones”) até dá um pouco de dignidade à líder xamânica, mas a representação dos indígenas ambiciosos que escalpelam seus inimigos é tão complexa quanto a de filmes de faroeste dos anos 1950.
Com mais de três horas de duração, os personagens acrescentam pouco à trama além de uma desculpa para o título e poderiam ser retirados com facilidade sem grandes prejuízos à trama.
No fim, os quase 400 minutos dos dois filmes poderiam ser resumidos em duas horas e meia muito mais bem resolvidas. Mas por que lucrar em um os bilhões que podem ser arrecadados com o fechamento de uma trilogia?
Apesar de tudo, “Fogo e cinzas” é certamente o mais impressionante dos três. Pode não ser o melhor, mas será, sem dúvidas, o suficiente para garantir que a franquia chegue aos cinco capítulos prometidos.
Eu não aposto mais contra James Cameron. Alguém aí ainda aposta?
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Violinista Nicolas Krassik toca Gilberto Gil e Dominguinhos no forró jazzístico de ‘Em cenas’, álbum que sai em janeiro


Nicolas Krassik lança o álbum audiovisual ‘Em cenas’ em 14 de janeiro
Paris de Araújo / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Violinista de formação erudita com passagens pelo circuito do jazz europeu, Nicolas Krassik nasceu em 1969 na periferia de Paris. Poderia ter se firmado como músico na cena local, mas desviou a rota existencial e sonora ao migrar para o Brasil em 2001, atraído pela vivacidade de gêneros como choro, samba e sobretudo os ritmos nordestinos englobados sob o rótulo de forró. Em cenas, álbum audiovisual que Krassik lançará em 14 de janeiro de 2026, é a celebração dos 25 anos de Brasil.
Gravado ao vivo em show de atmosfera íntima apresentado pelo violinista em 31 de janeiro de 2025, no Instituto Brincante, em São Paulo (SP), o álbum Em cenas combina a energia da música nordestina com a liberdade do jazz em repertório que inclui temas autorais como Nordeste de Paris (2014), Forrocktau (2014), Cordestinos (2008), o baião Azul elétrico (2014) e o xote Evelise (2014).
Fora do trilho autoral, Nicolas Krassik toca dois baiões do repertório de Gilberto Gil, Expresso 2222 (1972) e De onde vem o baião (1977). A dobradinha de temas de Gil exprime a gratidão do violinista pelo artista baiano, com quem trabalho durante quatro anos, tocando com o cantor no discos e shows Fé na festa (2010) e Concertos de cordas & Máquinas de ritmo (2012).
De Dominguinhos (1941 – 2013), artista pernambucano também determinante na paixão de Krassik pelo forró, o músico toca Te cuida Jacaré (1980).
Com boa parte do repertório extraído do disco Nordeste de Paris (2014), o álbum audiovisual Em cenas foi gravado por Nicolas Krassik com os músicos Guegué (zabumba e SPD), Kabé Pinheiro (percussão e SPD), Lau Trajano (baixo) e Pablo Moura (sanfona).
Capa do álbum ‘Em cenas’, de Nicolas Krassik
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Obama e Michelle iam encontrar Rob Reiner e esposa na noite em que foram achados mortos


Michelle Obama diz que ia ver Rob Reiner e Michele Singer no dia em que eles foram encontrados mortos
Reprodução/YouTube/Canal do Jimmy Kimmel
Michelle e Barack Obama tinham planos de encontrar Rob Reiner e Michele Singer na noite de domingo (14), dia em que o diretor e a esposa foram achados mortos. Segundo a ex-primeira-dama falou ao “Jimmy Kimmel Live”, os Reiners eram seus amigos próximos há anos.
“Nós os conhecemos há muitos, muitos anos. Nós iríamos encontrá-los naquela noite, ontem à noite, e recebemos a notícia”.
Na entrevista, Michelle reforçou que considerava Rob e Michele pessoas muito “decentes e corajosas, ao contrário de algumas pessoas”. A fala pareceu ser uma alusão à declaração de Trump, que disse que Rob Reiner tinha uma “doença mental” e “obsessão furiosa” contra ele, e relacionou sua morte com a postura crítica que ele tinha de seu governo.
“Ao contrário de algumas pessoas, Rob e Michele Reiner foram algumas das pessoas mais decentes, corajosas que você vai conhecer. Eles não são desequilibrados nem loucos. O que eles são é apaixonados, numa época em que há pouca coragem por aí”, disse Michelle.
“Eles eram o tipo de pessoa que estava pronta para colocar suas ações em prática aquilo em que acreditavam. E eles se importavam com suas famílias, com este país e com a justiça e a igualdade. E essa é a verdade. Eu os conheço”.
Rob Reiner, diretor do filme “Harry e Sally”, e a esposa são mortos a facadas na Califórnia
Morte de Rob Reiner e Michele Singer
Rob e sua esposa foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, no domingo. O casal apresentava ferimentos causados por faca, segundo uma fonte ouvida pela agência de notícias Associated Press (AP). O filho do casal, Nick Reiner, está preso sob a acusação de envolvimento com a morte.
A polícia não informou se já suspeita sobre os motivos do crime. O caso vai ser mandado para a promotoria nesta terça-feira (16).
Rob Reiner e sua esposa, Michele Singer, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14)
REUTERS/Aaron P. Bernstein/File Photo
Diretor e ator, Rob Reiner tem em seu currículo alguns clássicos de Hollywood. Ele dirigiu filmes como “Conta Comigo” (1986), “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), “Isto é Spinal Tap” (1984) e “O Presidente Americano” (1995).
Como ator, estrelou a série de comédia de sucesso “All in the Family”, passou por “New Girl” e integrou recentemente o elenco da série “The Bear”.
Ele e a fotógrafa Michele Singer se conheceram nos bastidores de “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” e eram casados há 36 anos. Após o casamento, os dois passaram a trabalhar juntos em alguns filmes como “Louca Obsessão”, estrelado por Kathy Bates.
O casal deixa três filhos: Romy, Nick e Jake. Além deles, Rob era pai adotivo de Tracy Reiner, filha biológica da ex-mulher Penny Marshall.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock doido: O que é o movimento de tecnobrega paraense que conquistou resto do país em 2025


O que é rock doido?
O rock doido bombou em 2025. Se até então o movimento tinha destaque apenas no Pará, neste ano, chamou atenção do resto do Brasil quando Gaby Amarantos lançou um álbum com esse nome.
“Te prepara, o que tu vai escutar agora não é apenas som. São frequências sonoras capazes de reorganizar teu sistema molecular. Esqueça tudo. Que o rock doido começou”, anuncia um vozeirão grave no comecinho de “Rock Doido é Meu Lugar”, faixa que abre o disco.
O alerta é mais do que mera referência à energia festeira do álbum de Gaby. É também uma breve (e sedutora) descrição do próprio rock doido, movimento surgido em meio ao fervor das festas de aparelhagem paraenses — e já adiantando: esses são rolês de tecnobrega, não de rock n’ roll.
Ainda assim, o tecnobrega e o rock n’ roll compartilham a mesma energia musical: ambos têm canções aceleradonas, dancinhas frenéticas e apresentações bem espalhafatosas.
Usada em mais de um contexto, a expressão “rock doido” pode significar o auge de uma festa de aparelhagem, um rolê específico, ou um tipo de música — tudo isso com sabor de gandaia paraense.
A cantora Gaby Amarantos
Divulgação
Pokemón no paredão
“Não tem explicação. O rock doido é um sentimento, tem que vivenciar para entender”, afirma Gaby Amarantos, em entrevista ao podcast g1 Ouviu.
“Na festa de aparelhagem, acontecem várias fases. É tipo um grande Pokemón, que vai evoluindo. E o rock doido é o momento em que a loucura começa. Vai queima de fogos, o DJ solta lazer, alguém desce da nave espacial, a boca do crocodilo abre, uma Bazuca solta chama, as pessoas sobem em uma mesa, pegam balde de cerveja, que começa a voar… Você fala: ‘que porra é essa?’. Isso é o rock doido.”
Com 22 faixas, o álbum de Gaby vem popularizando o termo pelo país. No Pará, porém, a expressão já é famosa há pelo menos dez anos. É o explica diz Zek Picoteiro, DJ e pesquisador da música amazonense.
Circuito Psica: Aparelhagem Crocodilo movimenta o feriado na Tuna Luso
Psica Produções
“Rock doido começou como uma gíria”, afirma Zek ao g1. “As pessoas usam ‘rock doido’, ou só ‘rock’, para se referir a uma festa. Tipo ‘hoje vai ser rock’, ou seja, o negócio vai ser foda, pirotecnia, master.”
O próprio álbum “Rock Doido” tem letras sobre isso. Por exemplo, em “Short beira cu”, Gaby canta: “Eu vou sair para dançar, eu vou curtir e vou beber. Botar meu short beira cu, um top, cropped. I love you. Tá decidido, hoje tem rock”.
O disco, que emplacou nas redes o hit “Foguinho”, foi lançado no fim de agosto junto de um curta-metragem gravado em plano sequência. Com 21 minutos, o filme simula um típico rolê de rock doido: há enormes paredões de som, luzes neon, fumaça, looks extravagantes, gente dançando e muita pegação.
“É tudo muito iluminado, colorido, som alto. É uma festa de dinâmica própria”, diz Zek. “A festa de aparelhagem surge por causa do paredão de som, esse monte de aparelho eletrônico empilhado um em cima do outro. Antes, o DJ era chamado de ‘controlista’, ficava de costas para o público e de frente para o paredão. O foco da festa era o som. Hoje em dia, isso deu uma invertida: o foco está mais no visual. O DJ toca de frente para o público, e em cima de uma bancada gigante.”
Cirucito Psica abre com a J Som, aparelhagem Fênix do Marajó
Reinam Teixeira
Uma das mais famosas festas de aparelhagens, a Crocodilo Tudão transforma a mesa dos DJs em um enorme réptil — o bicho tem olhos alaranjados, pele reluzente e bocona que se mexe. Outro exemplo é a aparelhagem Fênix do Marajó, que faz de sua bancada uma enorme ave brilhante.
Mas nem toda aparelhagem de mega estrutura é de rock doido. Na festa Carabao, por exemplo, há um enorme búfalo hipnotizante — que dá até chifrada —, mas seu tecnobrega é mais voltado à moda antiga.
“A Carabao é para se ouvir músicas do passado, que marcaram outra época”, descreve Zek. Chamadas de “passadão” ou “baile da saudade”, essas aparelhagens têm hits mais lentos, dispensam pirotecnia e servem como point para casais dançarem coladinhos.
Treme, treme, treme
Surgido no Pará do fim dos anos 90, o tecnobrega é um gênero eletrônico com elementos do carimbó, lambada, calypso e até do pop americano — há várias faixas que abrasileiram hits de fora, como “Eu te Venero”, canção da Viviane Batidão inspirada em “Umbrella”, da Rihanna.
“Com toda a projeção das aparelhagens, foram surgindo variações do tecnobrega”, explica Zek. “Hoje, qualquer garoto no quarto faz alguma variação. Até mesmo pela popularização da pirataria e de programas de edição, som e produção.”
Aparelhagem Carabao do Marajó
Divulgação
Mãe de vários subgêneros, a música tecnobrega está em constante movimento. O rock doido engloba seus estilos mais frenéticos, como o tecnofunk — que traz as batidas do funk brasileiro — e o tecnorave, que tem uma pegada de beats progressivos.
O rock doido ainda explora elementos de gêneros como rap e reggaeton.
Rock é rock
“Para o produtor paraense, não há limite. Ele faz remix de qualquer coisa”, diz a DJ Méury, uma das precursoras do rock doido.
Neste ano, a artista emplacou o hit “Copo de Veneno Vs. Hoje que a Santinha”, que viralizou em trends do TikTok. A música é um rock doido que sampleia o funk “Santinha” e o cântico de umbanda “Copo de Veneno”.
Méury afirma que, assim como Gaby Amarantos, a COP30 foi importante para a popularização do rock doido neste ano. Ocorrido em Belém, o evento foi uma oportunidade para os turistas (gringos e brasileiros) conhecerem as festas do tecnobrega eufórico.
“No começo [da trajetória do rock doido], eu e outros DJs fomos fazendo remixes com reggaeton e músicas nacionais, de artistas como Manu Batidão e Viviane Batidão e Anitta”, conta a artista.
Remix do remix
O crescente interesse pelo rock doido levou até à criação de um aplicativo (RockDoido), que reúne várias setlists e faixas do estilo. Isso porque a cultura do tecnobrega tem uma dinâmica bem diferente da indústria musical mainstream — muitos de seus hits ficam fora de plataformas como Spotify.
Aplicativo ‘RockDoido’
Reprodução
“Tem uma figura central do distribuidor de tecnobrega que é o pirateiro. Lá nos anos 2000, ele fazia as cópias piratas e coletâneas das aparelhagens. Era o divulgador”, explica Zek. “Hoje o pirateiro tem aplicativo e YouTube para subir playlists, mixagens…”
Zek reconhece a complexidade sobre o assunto. Diz que se irritaria ao ver alguém lucrando com sua música sem o creditar. Ele enfatiza, porém, que esse tipo de discussão não tem força na cultura das aparelhagens — e consequentemente, no rock doido.
“Esse lance de autoria é uma discussão muito moderna”, continua ele. “Que tipo de compositor tem acesso a esse tipo de proteção do ECAD [Escritório Central de Arrecadação e Distribuição]? Essa é uma discussão que não existe na cultura de aparelhagem. Ali é liberdade criativa mesmo! Faça o seu, eu faço o meu. Se tu me copiar, vou lá e te copio de novo!”
Ainda falando sobre a dinâmica mercadológica do rock doido, Zek diz: “A indústria musical empurra todo tipo de música para a gente consumir goela abaixo. Beleza, a gente vai ouvir essas músicas internacionais. Mas a gente ouve do nosso jeito. Coloca na nossa língua, no nosso sotaque e na nossa batida para a gente dançar do nosso jeito… A palavra ‘rock’ é muito simbólica né? A gente daqui absorve toda cultura do mundo e devolve do nosso jeito. Acho que isso também significa rock doido.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Rob Reiner: Como sequência de 5 filmes clássicos do diretor marcou a história do cinema


Rob Reiner: Diretor fez sequência impressionante de 5 clássicos
O ator e diretor Rob Reiner, de 78 anos, e sua esposa, Michele Singer, de 68, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14). O filho do casal, Nick Reiner, está preso sob a acusação de envolvimento com a morte.
Durante a carreira, Reiner fez filmes de vários gêneros — com certeza, você já assistiu ou, pelo menos, ouviu a respeito de um deles.
Entre as décadas de 1980 e 1990, ele fez uma impressionante sequência de cinco clássicos. Veja a seguir.
‘Conta Comigo’ (1986)
Cena de ‘Conta Comigo’
Reprodução
Adaptação de um conto de Stephen King, “Conta Comigo” é um clássico da Sessão da Tarde. O filme é um drama sobre quatro garotos que saem em busca do corpo de um adolescente desaparecido.
Mais do que a aventura, a história fala sobre amizade, luto e o fim da infância. O longa se tornou tão icônico que virou referência absoluta quando o assunto é o estilo conhecido como “coming of age”.
‘A Princesa Prometida’ (1987)
Cena de ‘A Princesa Prometida’
Reprodução
“A Princesa Prometida” mistura conto de fadas, romance, aventura e comédia. O filme virou um fenômeno culdevido à sua história de amor e seu humor afiado.
Na trama, uma jovem é sequestrada às vésperas de um casamento arranjado e acaba reencontrando um antigo amor, o que mexe completamente com o coração dela. O casal protagoniza diálogos que ficaram famosos até hoje.
‘Harry e Sally – Feitos Um para o Outro’ (1989)
Meg Ryan e Billy Crystal na famosa cena do orgasmo fake de ‘Harry e Sally: Feitos um para o Outro”
Divulgação
Nesse filme, o diretor faz uma comédia romântica que parte de uma pergunta simples e provocadora: homens e mulheres podem ser apenas amigos?
Com personagens carismáticos e diálogos afiados, o filme marcou época e influenciou várias comédias românticas que vieram depois.
‘Louca Obsessão’ (1990)
Cena de ‘Louca Obsessão’
Reprodução
Em “Louca Obsessão”, o cineasta adapta um livro sombrio de Stephen King. No filme, um escritor sofre um acidente e passa a ser mantido em cativeiro por uma fã obcecada por ele.
O suspense psicológico rendeu um Oscar à atriz Kathy Bates. Até hoje, é lembrado como um dos grandes thrillers do cinema.
‘Questão de Honra’ (1992)
Cena de ‘Questão de Honra’
Divulgação
Em “Questão de Honra” (1992), Reiner aposta no drama jurídico, com Tom Cruise e Jack Nicholson.
A história gira em torno de um julgamento militar e ficou eternizada pelo embate verbal e pela frase icônica: “You can’t handle the truth!”.
Depois de “Questão de Honra”, Rob Reiner quis adaptar outro livro de Stephen King, “Um Sonho de Liberdade”. Mas, dessa vez, ele acabou ficando apenas como produtor do filme.
A sequência de grandes sucessos foi interrompida por “Um Anjo da Guarda”, que acabou sendo um fracasso de bilheteria. Ok, ninguém acerta sempre.

Fonte: G1 Entretenimento

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BK libera repertório inédito na mixtape ‘Produto ambiente’ em feats com Old Dirty Bacon, Anchietx, Sain e 2ZDinizz


BK lança a mixtape ‘Produto ambiente’ amanhã, 16 de dezembro, com dez faixas inéditas
Pepe Rodrigues / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Dois anos após apresentar a mixtape Verão criminoso em 15 de dezembro de 2023, BK aproveita o período natalino e libera repertório inédito em outra mixtape, Produto ambiente.
Em rotação a partir de amanhã, 16 de dezembro, com capa que expõe arte de Negro Mia, a mixtape Produto ambiente apresenta dez faixas inéditas, além do remix da música Amém, amém pelo duo Deekapz.
Nas músicas novas, BK faz feats com Old Dirty Bacon (presente na faixa Guru do asfalto), Sain (passageiro de Trem lotado), 2ZDinizz (rapper que figura na faixa Deusa), Anchietx (o cantor do trio Os Garotin também aparece em Deusa) e OPhael e Phane (vocalistas da banda de BK presentes em Por aí).
Morro sem você, Bonde passando e Sonho são outras novidades apresentadas por BK no repertório inédito de Produto ambiente.
Com a palavra, o rapper carioca: “Essa mixtape traz uma coleção de músicas que eu fiz após Diamantes, lágrimas e rostos para esquecer (álbum que BK lançou em 28 de janeiro). Sempre que eu entrego um disco assim, minha cabeça fica muito acelerada na questão de escrita. Então, é sempre um momento de uma segunda inspiração. Eu escrevo muito e gravei muita coisa no começo desse ano. 90% das músicas de Produto ambiente foram feitas de janeiro a agosto. Eu às vezes guardo (esse material) para algum outro projeto, às vezes transformo em outras músicas. E lançar a mixtape é uma forma de ‘limpar’ a cabeça para abrir espaço para novos projetos”, contextualiza o artista.
Capa da mixtape ‘Produto ambiente’, de BK
Arte de Negro Mia

Fonte: G1 Entretenimento

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Investigação conclui que filho matou Rob Reiner e Michele Singer, diz polícia


Rob Reiner, ator e diretor, e esposa são encontrados mortos em casa
A polícia de Los Angeles afirmou nesta segunda-feira (15) que sua investigação concluiu que Nick Reiner matou seus pais, o cineasta Rob Reiner e a fotógrafa Michele Singer.
Aos 32 anos, Nick era o filho meio do casal. Acusado formalmente de homicídio, ele está detido sem direito a fiança.
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O ator e diretor Rob Reiner, de 78 anos, e sua esposa, Michele Singer, de 68, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14). Entre os filmes dirigidos por Reiner, está “Harry e Sally – Feitos um para o Outro”, que se tornou um clássico da comédia romântica (leia mais abaixo).
A polícia não informou se já suspeita sobre os motivos do crime. O caso vai ser mandado para a promotoria nesta terça-feira (16).
Rob Reiner, Michele Singer, Romy Reiner, Nick Reiner, Maria Gilfillan e Jake Reiner no lançamento de ‘Isto é Spinal Tap 2’
Aude Guerrucci/Reuters
Veja o que se sabe sobre o caso:
Equipes de resgate e do Corpo de Bombeiros atenderam a um chamado na residência por volta das 15h38 de domingo. No local, foram encontrados os corpos de um homem de 78 anos e de uma mulher de 68. Mais tarde, autoridades confirmaram que eram Rob e Michele.
De acordo com a Associated Press, os investigadores trabalham com a hipótese de que as vítimas sofreram diversos golpes de arma branca.
A causa da morte ainda será divulgada pelo Instituto Médico-Legal de Los Angeles.
A revista “People” informou que Romy, filha do casal e moradora da região, foi quem encontrou os corpos, citando fontes próximas ao caso.
Nick Reiner é apontado pela investigação da polícia como autor do crime e preso por homicídio. Ele não tem direito a fiança.
Quem foram Rob Reiner e Michele Singer
Diretor e ator, Rob Reiner tem em seu currículo alguns clássicos de Hollywood. Ele dirigiu filmes como “Conta Comigo” (1986), “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), “Isto é Spinal Tap” (1984) e “O Presidente Americano” (1995).
Rob Reiner e sua esposa, Michele Singer, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14)
REUTERS/Aaron P. Bernstein/File Photo
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Famosos e políticos lamentam morte de Rob Reiner
Ator relembra última conversa com Reiner, um dia antes da morte do diretor
Como casal inspirou final icônico de ‘Harry e Sally’
Como ator, estrelou a série de comédia de sucesso “All in the Family”, passou por “New Girl” e integrou recentemente o elenco da série “The Bear”.
Ele e a fotógrafa Michele Singer se conheceram nos bastidores de “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” e eram casados há 36 anos. Após o casamento, os dois passaram a trabalhar juntos em alguns filmes como “Louca Obsessão”, estrelado por Kathy Bates.
O casal deixa três filhos: Romy, Nick e Jake. Além deles, Rob era pai adotivo de Tracy Reiner, filha biológica da ex-mulher Penny Marshall.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda Titãs recorre ao apelo punk do disco ‘Cabeça dinossauro’ em turnê que festejará os 40 anos do álbum em 2026


Branco Mello (à esquerda), Tony Bellotto e Sérgio Britto estreiam em março, em São Paulo, a turnê comemorativa dos 40 anos do álbum ‘Cabeça dinossauro’
Pedro Dimitrow / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Em um mercado de shows cada vez mais refratário a novidades e aos riscos, efemérides de álbuns e bandas são frequentemente usados como iscas para fisgar um público também propenso a curtir a nostalgia da modernidade. É nessa onda que o grupo Titãs surfa pela segunda vez.
Dois anos após estourar bilheterias em 2023 com a turnê que reuniu a formação clássica dos Titãs, a banda – ou o que restou daquela formação da fase áurea – recorre à força atemporal do álbum Cabeça dinossauro para se manter em cena.
Sim, a partir de março, Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto transitam por capitais do Brasil com show inédito em que celebram os 40 anos do disco punk de 1986 que deu musculatura e identidade ao som então disperso dos Titãs.
“Cabeça dinossauro marcou a nossa carreira e a história do rock nacional. Inventamos ali o nosso vocabulário – riffs fortes, vocais gritados, letras sintéticas e precisas. Isso, somado à temática das canções, deixou marca profunda na nossa trajetória”, contextualiza Sérgio Britto, com razão.
A rigor, a banda sempre incluiu no roteiro dos shows a maioria das músicas do repertório de Cabeça dinossauro, até porque quase todo o repertório fez sucesso. Ou seja, o teor de novidade da turnê Titãs – Cabeça dinossauro 40 anos é quase nulo.
Seja como for, por ora, há somente quatro shows marcados em casas de São Paulo (26 de março), Belo Horizonte (25 de abril), Rio de Janeiro (9 de maio) e Curitiba (18 de julho).
O show será orquestrado sob a batuta de Otávio Juliano, diretor da turnê Encontro – Todos ao mesmo tempo agora. Só que nem todos estarão em cena, desta vez. Resta saber se, como trio, o grupo Titãs terá força para segurar a onda dessa turnê moldada para grandes espaços.

Fonte: G1 Entretenimento