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Clemente, da Plebe Rude e Inocentes, segue internado após passar por cirurgia de emergência em MS


Clemente Nascimento, da Plebe Rude, abre shows do palco Brasil – edição Brasília, no festival João Rock 2019, em Ribeirão Preto, SP
Ricardo Nasi/G1
O cantor e guitarrista Clemente Tadeu Nascimento, de 62 anos, das bandas Inocentes e Plebe Rude, segue internado após passar por uma cirurgia cardíaca de emergência na sexta-feira (12), em Campo Grande. Ele foi levado à Santa Casa depois de passar mal antes de um show.
Segundo a família e as bandas, Clemente permanece internado e se recupera bem após o procedimento.
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De acordo com boletim médico, o estado de saúde do músico é estável, e a recuperação ocorre de forma rápida.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Em nota, a família e as bandas agradeceram o atendimento recebido:
“A família Nascimento e as bandas Plebe Rude e Inocentes gostariam de agradecer a toda a equipe da Santa Casa de Campo Grande (MS) pelo cuidado, profissionalismo e humanidade dedicados ao Clemente. A família agradece também à equipe de produção do evento, @93produtora , que não mediu esforços para garantir o devido atendimento ao Clemente e continua dando todo o apoio necessário. Clemente segue se recuperando bem. Muito obrigado por todas as boas vibrações e mensagens de carinho”.
A cirurgia de emergência foi realizada após Clemente sentir um mal-estar antes de uma apresentação, na noite de quinta-feira (11).
Clemente é um dos principais nomes do punk rock brasileiro. Ele fundou a banda Inocentes em 1981 e, desde 2004, integra a Plebe Rude, grupo criado em Brasília na década de 1980.
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia é a ‘águia nordestina’, aguerrida e indomada, em livro que analisa os primeiros voos da intérprete


Maria Bethânia em 1965 na estreia do espetáculo ‘Opinião’
Reprodução / Instituto Augusto Boal
♫ OPINIÃO SOBRE LIVRO
Título: Maria Bethânia, primeiros anos – Da cena cultural baiana ao teatro musical brasileiro
Autor: Paulo Henrique de Moura
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Ao voltar embevecido para casa após assistir a um dos maiores espetáculos da carreira de Maria Bethânia, Dentro do mar tem rio (2006 / 2007), Chico César escreveu poema que fez chegar à artista através de e-mail enviado na manhã de 20 de março de 2007. Nos versos do poema, transformado em música apresentada pela cantora 14 anos depois no show Claros breus (2021), Chico personifica Bethânia como “águia nordestina de asas como velas abertas ao céu”.
Essa imagem da águia nordestina, aguerrida e indomada, se concretiza ao longo das 208 páginas do livro Maria Bethânia, primeiros anos – Da cena cultural baiana ao teatro musical brasileiro, escrito pelo jornalista Paulo Henrique de Moura e publicado pela editora Letra e Voz.
Produto gerado a partir de tese de mestrado defendida pelo autor em 2024, o livro traça os primeiros voos de Maria Bethânia em palcos de Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) de 1963 até 1968, mas com ênfase nos shows feitos pela artista entre 1964 e 1965.
Embora embaçada nas páginas iniciais pela necessidade de fazer introdução com os objetivos e métodos da dissertação de mestrado, a narrativa ganha fôlego e altitude conforme o livro avança. Sem constituir um entrave para a degustação do texto por seguidores da artista, a linguagem acadêmica evidencia com profusão de dados e fontes a consistência da tese defendida por Moura. O livro resulta necessário até pela escassez de material bibliográfico que detalhe a trajetória de Maria Bethânia nos palcos, sobretudo nessa fase inicial.
Artista refratária a biógrafos e sempre disposta a alimentar aura sagrada em torno de si, se portando como esfinge a rigor nunca decifrada na amplitude da importância que adquiriu na cena cultural brasileira, Bethânia sempre criou narrativa romanceada sobre esse início de carreira, em especial sobre a vinda da Bahia para o Rio de Janeiro, em janeiro de 1965, para substituir Nara Leão (1942 – 1989) no espetáculo Opinião, encenado desde 1964 com arquitetura construída na fronteira entre show e musical de teatro.
Com sutileza, o autor evidencia nas páginas 110 e 111, por meio das reproduções de depoimentos pregressos de Augusto Boal (1931 – 2009) e Caetano Veloso, que Bethânia veio na realidade fazer um teste, a convite da produção do Opinião, sem ter chegado ao Rio com a certeza absoluta de que iria de fato substituir Nara.
Em contrapartida, na página 120, ao analisar as formas faciais da artista no espetáculo, Moura alimenta o mito de que Bethânia estreou no Opinião com 17 anos – idade enfatizada pela artista em entrevistas na qual romanceia esse momento decisivo na carreira – quando, na verdade, a intérprete, nascida em 18 de junho de 1946, já tinha 18 anos quando chegou ao Rio na companhia de Caetano Veloso, designado pelo pai como guardião da irmã em terras cariocas.
Capa do livro ‘Maria Bethânia, primeiros anos – Da cena cultural baiana ao teatro musical brasileiro’, de Paulo Henrique de Moura
Divulgação
Feitas tais ressalvas, o livro cumpre o prometido ao descortinar (na medida do possível) os bastidores dos espetáculos feitos por Bethânia ao longo de 1964, em Salvador (BA), e ao mostrar, a partir da análise de espetáculos posteriores como Arena canta Bahia – encenado em São Paulo em 1965 no embalo do sucesso de Opinião – e É um tempo de guerra, espetáculo que transitou por São Paulo (SP) e Salvador (BA), também em 1965.
Foi quando a águia nordestina, audaz, começou a mostrar que não se deixaria capturar pelo mercado e pela vontade de diretores, como o supracitado Augusto Boal, se recusando a ser enquadrada na moldura da “cantora de protesto” erguida pela mídia e incentivada por Boal a partir da interpretação de Carcará (João do Vale e José Cândido, 1964) no espetáculo Opinião. É que, na interpretação incisiva de Bethânia, Carcará alçou voo inimaginado na voz suave de Nara Leão e, por conta disso, a cantora baiana passou a ser carimbada com o rótulo adicional “de protesto”.
Insubmissa aos quereres de produtores e empresários, a águia nordestina pegou o caminho de volta para a Bahia e, na volta ao Rio, traçou a rota particular de um voo de altitude ainda hoje inalcançável pela maioria das cantoras brasileiras.
Ainda cruzando os céus do Brasil em 2025, 60 anos após a estreia no Opinião, tendo as asas da águia como velas abertas nos palcos iluminados, o longo voo artístico de Maria Bethânia teve ponto de mutação no show Comigo me desavim (1967) – espetáculo no qual a cantora foi guiada pela primeira vez por Fauzi Arap (1938 – 2013), diretor que se tornaria recorrente na trajetória da artista nos palcos – e em diversas apresentações em boates da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
A partir daí, a intérprete assentou as bases definitivas do próprio repertório, marcando posição em canções politizadas, mas também dando voz a canções de amor e a músicas de era do rádio.
Guerreira ao modo dela, Bethânia nunca participou de guerrilhas ou movimentos, o que jamais a impediu de ser vista pela ditadura militar de 1964 como uma agente dos ideais de liberdade. Paulo Henrique de Moura triunfa na narrativa do livro ao provar que a existência em si de Maria Bethânia foi um ato político naqueles anos rebeldes.
Contudo, o livro extrapola a tese e se prova com alto valor documental por compilar e analisar informações até então dispersas sobre os primórdios da trajetória da artista na Bahia.
Ainda que os depoimentos dado por Bethânia ao autor sejam a rigor pouco elucidativos sobre esses shows iniciais, tendo somente o efeito de validar a tese aos olhos do público e da mídia, Paulo Henrique de Moura fez trabalho jornalístico alentado, conciliando pesquisas em jornais e revistas da época com entrevistas com nomes fundamentais como Rodrigo Velloso (irmão da cantora), Djalma Corrêa (1942 – 2022), Gilberto Gil e Roberto Santana, testemunhas dos espetáculos feitos por Bethânia ao longo de 1964 no Teatro Vila Velha, em Salvador (BA).
Aliás, ter tido acesso ao acervo desse teatro já lendário da capital da Bahia favoreceu o autor na apresentação de dados sobre o shows Nós, por exemplo… (espetáculo coletivo que reuniu Bethânia, Caetano, Gal Costa, Gilberto Gil e Tom Zé, entre outros nomes), Nova bossa velha & velha bossa nova (outro espetáculo coletivo, feito nos moldes do anterior, com elenco similar) e Mora na filosofia, este o primeiro show solo de Bethânia.
Maria Bethânia em 1965 em ensaio do show ‘Opinião’, pelo qual ganhou o indesejado rótulo de ‘cantora de protesto’
Funarte / Acervo Augusto Boal
Antes desses três espetáculos, Bethânia debutara nos palcos da Bahia em 1963 – aí sim com os míticos 17 anos – em montagem de Boca de ouro (1960), texto do dramaturgo Nelson Rodrigues (1912 – 1980) encenado em Salvador (BA) sob direção de Álvaro Guimarães (o Alvinho), com trilha sonora assinada por Caetano Veloso. No breu, quando a cena se abria, Bethânia cantava Na cadência do samba (Ataulfo Alves e Paulo Gesta, 1962), sucesso recente do ano anterior. “Eu cantava atrás das cortinas. Era um prólogo do espetáculo”, ressalta Bethânia em depoimento a Paulo Henrique de Moura no qual enfatiza desconsiderar a participação em Boca de ouro como a estreia nos palcos.
Para Bethânia, a estreia de fato foi em Nós, por exemplo…, espetáculo de agosto de 1964 que tem o programa reproduzido no livro. Ali, ao cantar sambas de Batatinha (1924 – 1997) e Noel Rosa (1910 – 1937), compositores que se tornariam recorrentes nos roteiros dos show da artista (Bethânia chegaria a gravar em 1966 um EP com músicas de Noel em um primeiro movimento para fugir do rótulo de “cantora de protesto”), a artista já começou a demarcar território.
Com a mesma formação do antecessor Nós, por exemplo…, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Alcyvando Luz (1937 – 1998) dirigiram Nova bossa velha & velha bossa nova, show apresentado em novembro de 1964. A alta potência de Maria Bethânia na encenação desses dois shows coletivos pavimentou o caminho natural para que o grupo decidisse que a cantora seria a primeira a merecer um show solo.
Dito e feito. E assim, em dezembro de 1964, a águia nordestina alçou o primeiro voo solo com o show Mora na filosofia, orquestrado sob direção de Caetano Veloso. No roteiro, Bethânia teatralizou músicas como Favela (Heckel Tavares e Joracy Camargo, 1933) e O morro (Carlos Lyra e Gianfrancesco Guarnieri, 1964), marcando posição política – e cabe lembrar que um tempo de guerra já se iniciara com a revolução de 31 de março daquele ano de 1964 – entre músicas como Ave Maria no morro (Herivelto Martins, 1942) e Chão de estrelas (Silvio Caldas e Orestes Barbosa, 1937). “Ali já tinha uma assinatura minha de toda uma dramaticidade (…) que me atraía”, reflete Bethânia em depoimento para o livro.
E o resto foi uma história que ganhou dimensão nacional a partir de fevereiro de 1965 com a estreia da cantora no espetáculo Opinião (a narrativa romanceada de Bethânia crava 13 de fevereiro como o dia da estreia, mas anúncios e notas de jornais indicam que já houve apresentações com a cantora em 10 e 11 de fevereiro).
No livro Maria Bethânia, primeiros anos – Da cena cultural baiana ao teatro musical brasileiro, Paulo Henrique de Moura compila dados e apresenta pensamento coerente e bem fundamentado sobre a força política da intérprete e o incômodo provocado entre os agentes da repressão pelo primeiros voos dessa intrépida águia nordestina que jamais se deixou abater enquanto ecoava o canto do povo brasileiro.
♬ P.S,: em outubro de 2024, o colunista do g1 avalizou a dissertação de mestrado de Paulo Henrique de Moura, escrevendo um texto – feito de graça, sem receber qualquer remuneração por isso – que figura em uma das orelhas do livro Maria Bethânia, primeiros anos – Da cena cultural baiana ao teatro musical brasileiro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Trump diz que Rob Reiner tinha ‘doença mental’, ‘paranoia’ e ‘obsessão furiosa’ contra ele


Rob Reiner, ator e diretor, e esposa são encontrados mortos em casa
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (15) que o ator e diretor de Hollywood Rob Reiner tinha “doença mental” e “obsessão furiosa” contra ele e relacionou sua morte com a postura crítica que ele tinha com seu governo.
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Rob e sua esposa foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, no domingo. Segundo uma fonte ouvida pela agência de notícias Associated Press (AP), o casal apresentava ferimentos causados por facas.
Por conta disso, o caso é investigado como homicídio, segundo a polícia de Los Angeles. O filho do casal é o principal suspeito pelo crime e foi preso nesta segunda-feira, segundo a revista “People”.
“Uma coisa muito triste aconteceu ontem à noite em Hollywood. Rob Reiner, um diretor de cinema e astro da comédia atormentado e em dificuldades — mas que já foi muito talentoso —, faleceu, junto com sua esposa, Michele, supostamente devido à raiva que provocou em outras pessoas por meio de sua aflição massiva, inflexível e incurável com uma doença debilitante da mente conhecida como Síndrome do Delírio de Trump”, afirmou o presidente em sua rede social Truth Social.
“Ele era conhecido por levar as pessoas à LOUCURA com sua obsessão furiosa pelo presidente Donald J. Trump, com sua paranoia evidente atingindo novos patamares à medida que o governo Trump superava todas as metas e expectativas de grandeza e com a Era de Ouro da América sobre nós, talvez como nunca antes. Que Rob e Michele descansem em paz!”, completou.
Rob Reiner e sua esposa, Michele Singer, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14)
REUTERS/Aaron P. Bernstein/File Photo
O governador da Califórnia, Gavin Newsom, confirmou as mortes de Rob Reiner, que tinha 78 anos, e sua esposa, Michele Singer, de 68. Segundo a agência de notícias Reuters, Newsom disse estar “de coração partido pela trágica perda” do ator.
Reiner integrou recentemente o elenco da série “The Bear”. Nos anos 1970, estrelou a série de comédia de sucesso da “All in the Family”. Além disso, dirigiu filmes como “Conta Comigo” (1986), “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), “Isto é Spinal Tap” (1984) e “O Presidente Americano” (1995).
De acordo com a revista “People”, o principal suspeito é o filho do casal, Nick Reiner. Esta informação ainda não foi comentada pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Ainda segundo a publicação, a família do casal divulgou uma nota ao veículo confirmando a morte dos dois.
“É com profundo pesar que anunciamos a trágica morte de Michele e Rob Reiner. Estamos devastados por essa perda repentina e pedimos privacidade neste momento incrivelmente difícil”, diz o documento, segundo a People.
A causa da morte ainda será divulgada pelo Instituto Médico-Legal de Los Angeles.
Filho do também comediante Carl Reiner, Rob Reiner era casado desde 1989 com a fotógrafa Michele Singer Reiner. Os dois se conheceram enquanto ele dirigia “Harry & Sally” e deixam três filhos.
Antes disso, Reiner foi casado com a atriz e diretora Penny Marshall entre 1971 e 1981. Ele adotou a filha dela, Tracy Reiner. Carl Reiner morreu em 2020, aos 98 anos, e Penny Marshall faleceu em 2018.
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Ator e diretor Rob Reiner
AP Photo/Matt Sayles, File

Fonte: G1 Entretenimento

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Filho de Rob Reiner e Michele Singer é preso, diz site


Rob Reiner, ator e diretor, e esposa são encontrados mortos em casa
Nick Reiner, filho de Rob Reiner e Michele Singer foi preso na manhã desta segunda-feira (15), segundo o site TMZ. Nick foi apontado como suspeito da morte dos pais.
O ator e diretor Rob Reiner, de 78 anos, e sua esposa, Michele Singer, de 68, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14). O Departamento de Polícia de Los Angeles afirmou que o caso deve ser investigado como homicídio.
De acordo com o TMZ, ainda não está claro o que teria desencadeou a violência, mas pode ter ocorrido após uma discussão com um membro da família. A identidade desse membro não foi confirmada.
Veja o que se sabe sobre o caso:
Equipes de resgate e do Corpo de Bombeiros atenderam a um chamado na residência por volta das 15h38 de domingo. No local, foram encontrados os corpos de um homem de 78 anos e de uma mulher de 68. Mais tarde, autoridades confirmaram que eram Rob e Michele.
De acordo com a Associated Press, os investigadores trabalham com a hipótese de que as vítimas sofreram diversos golpes de arma branca.
A causa da morte ainda será divulgada pelo Instituto Médico-Legal de Los Angeles.
A revista “People” informou que Romy, filha do casal e moradora da região, foi quem encontrou os corpos, citando fontes próximas ao caso.
O Departamento de Polícia de Los Angeles afirmou que o caso deve ser investigado como homicídio. Até a noite deste domingo, ninguém havia sido detido.
No pronunciamento feito nesta manhã, a polícia declarou que não há suspeitos. Já a revista “People” afirma que o principal suspeito seria o filho do casal, Nick Reiner. As autoridades não comentaram sobre o assunto.
Quem são Rob Reiner e Michele Singer
Diretor e ator, Rob Reiner tem em seu currículo alguns clássicos de Hollywood. Ele dirigiu filmes como “Conta Comigo” (1986), “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), “Isto é Spinal Tap” (1984) e “O Presidente Americano” (1995).
Rob Reiner e sua esposa, Michele Singer, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14)
REUTERS/Aaron P. Bernstein/File Photo
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Famosos e políticos lamentam morte de Rob Reiner
Ator relembra última conversa com Reiner, um dia antes da morte do diretor
Como casal inspirou final icônico de ‘Harry e Sally’
Como ator, estrelou a série de comédia de sucesso “All in the Family”, passou por “New Girl” e integrou recentemente o elenco da série “The Bear”.
Ele e a fotógrafa Michele Singer se conheceram nos bastidores de “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” e eram casados há 36 anos. Após o casamento, os dois passaram a trabalhar juntos em alguns filmes como “Louca Obsessão”, estrelado por Kathy Bates.
O casal deixa três filhos: Romy, Nick e Jake. Além deles, Rob era pai adotivo de Tracy Reiner, filha biológica da ex-mulher Penny Marshall.

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 Ouviu #324 – Projota compara gerações do rap: ‘A minha, falava mais sobre ser. E essa, sobre ter’


Projota esteve no g1 Ouviu, em 10 de dezembro, e fez uma análise sobre atual geração do rap e a del. Segundo o artista, a geração dele foi “doutrinada sobre disciplina” pela primeira leva de artistas do hip-hop no Brasil.
“Minha geração não se importava com estética. Tinha que ir de chinelo nas batalhas de rima. Hoje, vejo uma juventude preta, bonita, que consegue se vestir melhor do que nossa geração. Tende-se a perceber que as coisas estão melhorando”, analisou.
Projota também disse que a temática central das músicas dele não é de ostentar, mas refletir sobre quem ele é e quer ser.
“Minha geração falava mais sobre ser. E essa, sobre ter. É um divisor complicado, complexo, e até natural. Não é uma crítica, mas é um fato.”
Durante o programa, o rapper também contou que só sentiu que era conhecido, mesmo, graças à participação no Big Brother Brasil em 2021.
“Senhorinhas me param: ‘Ah, eu adorava você no BBB’. Eu falo: ‘Eu duvido! Nem eu me adorava no BBB. Nem minha vó me adorou no BBB'”, brincou.
Projota fala sobre a dificuldade em lidar com as críticas sobre o seu trabalho no rap
Projota ainda falou sobre a dificuldade que tinha em lidar com críticas que diziam que a arte que ele fazia não era rap. “Eu ‘comprava’ as críticas que apareciam nas redes sociais. Lidar com isso era muito difícil.”
Ele ainda contou que enfrentou problemas de saúde mental depois do sucesso, quando ele passou a escrever não só sobre superação, mas sobre as cobranças que encarava.
“Para um moleque que só tava na correria, não era tão difícil a vida. Quando a cobrança chegou lá na frente, a depressão chegou. Chegou depois que venci na vida”.
“Terapia foi fundamental pra me entender, me perdoar pelos meus erros. Ainda mais pra gente que vem de uma geração que carregava um peso tão grande em cima do menino, que não pode chorar, não pode perder, tem que ser foda. Tinha a necessidade de ser muito foda. E em tudo”, afirmou o rapper.
Você pode ouvir o g1 Ouviu no g1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o g1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
Projota no g1 Ouviu
Rafael Peixoto/g1
Projota dá entrevista ao g1 Ouviu
Rafael Moura Peixoto/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Morte de Rob Reiner e Michele Singer: o que se sabe sobre o caso


Rob Reiner, ator e diretor, e esposa são encontrados mortos em casa
O ator e diretor Rob Reiner, de 78 anos, e sua esposa, Michele Singer, de 68, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14). O Departamento de Polícia de Los Angeles afirmou que o caso deve ser investigado como homicídio.
Veja o que se sabe sobre o caso:
Equipes de resgate e do Corpo de Bombeiros atenderam a um chamado na residência por volta das 15h38 de domingo. No local, foram encontrados os corpos de um homem de 78 anos e de uma mulher de 68. Mais tarde, autoridades confirmaram que eram Rob e Michele.
De acordo com a Associated Press, os investigadores trabalham com a hipótese de que as vítimas sofreram diversos golpes de arma branca.
A causa da morte ainda será divulgada pelo Instituto Médico-Legal de Los Angeles.
A revista “People” informou que Romy, filha do casal e moradora da região, foi quem encontrou os corpos, citando fontes próximas ao caso.
O Departamento de Polícia de Los Angeles afirmou que o caso deve ser investigado como homicídio. Até a noite deste domingo, ninguém havia sido detido.
No pronunciamento feito nesta manhã, a polícia declarou que não há suspeitos. Já a revista “People” afirma que o principal suspeito seria o filho do casal, Nick Reiner. As autoridades não comentaram sobre o assunto.
Quem são Rob Reiner e Michele Singer
Diretor e ator, Rob Reiner tem em seu currículo alguns clássicos de Hollywood. Ele dirigiu filmes como “Conta Comigo” (1986), “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), “Isto é Spinal Tap” (1984) e “O Presidente Americano” (1995).
Rob Reiner e sua esposa, Michele Singer, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14)
REUTERS/Aaron P. Bernstein/File Photo
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Famosos e políticos lamentam morte de Rob Reiner
Ator relembra última conversa com Reiner, um dia antes da morte do diretor
Como casal inspirou final icônico de ‘Harry e Sally’
Como ator, estrelou a série de comédia de sucesso “All in the Family”, passou por “New Girl” e integrou recentemente o elenco da série “The Bear”.
Ele e a fotógrafa Michele Singer se conheceram nos bastidores de “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” e eram casados há 36 anos. Após o casamento, os dois passaram a trabalhar juntos em alguns filmes como “Louca Obsessão”, estrelado por Kathy Bates.
O casal deixa três filhos: Romy, Nick e Jake. Além deles, Rob era pai adotivo de Tracy Reiner, filha biológica da ex-mulher Penny Marshall.

Fonte: G1 Entretenimento

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Como história de amor de Rob Reiner e Michele Singer inspirou final de ‘Harry e Sally’


Ator Rob Reiner e esposa são encontrados mortos em Los Angeles, nos EUA
O ator e diretor Rob Reiner, de 78 anos, e sua esposa, Michele Singer, de 68, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14).
Os dois se conheceram nos bastidores do filme “Harry e Sally – Feitos um para o Outro”, dirigido por Reiner e considerado um clássico da comédia romântica. E a história deles inspirou parte do filme.
Segundo Reiner contou ao programa “Who’s Talking To Chris Wallace”, em entrevista exibida em 2024, o filme surgiu de uma conversa com a roteirista Nora Ephron.
Em um almoço, ele falou sobre sua fase de solteiro, marcada por uma sequência de relacionamentos mal-sucedidos e confusos, experiência que acabou servindo de ponto de partida para a história.
Então, Nora Ephron se inspirou tanto nele quanto em seu melhor amigo, o ator Billy Crystal, para criar o personagem Harry e muitos de seus diálogos. Crystal acabou interpretando o papel.
Meg Ryan e Billy Crystal na famosa cena do orgasmo fake de ‘Harry e Sally: Feitos um para o Outro”
Divulgação
O filme tem um final feliz e emocionante, em que Harry e Sally (Meg Ryan) se reencontram e se declaram um para o outro. Mas na verdade, a ideia não era ter um final feliz: originalmente, Harry e Sally se reencontrariam anos depois para conversar, mas seguiriam caminhos separados.
“A ideia era que os dois se reencontrassem depois de anos, conversassem e depois se separassem. Eu tinha sido casado por 10 anos. Tinha sido solteiro por 10 anos e não conseguia imaginar como conseguiria me relacionar com alguém, e foi assim que nasceu ‘Harry e Sally’.”
No entanto, durante as filmagens, Reiner conheceu a fotógrafa Michele, com quem acabou tendo um casamento de 36 anos. Então, segundo o diretor contou na entrevista, ele se inspirou para acrescentar um final feliz, em que os dois ficam juntos.
“Vim aqui esta noite porque, quando você percebe que quer passar o resto da sua vida com alguém, você quer que o resto da sua vida comece o mais rápido possível”, diz Harry para Sally no final.

Fonte: G1 Entretenimento

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Eric Idle relembra última conversa com Rob Reiner: ‘Estava me contando sobre as filmagens em Stonehenge’


Ator Rob Reiner e esposa são encontrados mortos em Los Angeles, nos EUA
O ator e diretor de Hollywood Rob Reiner, de 78 anos, e sua esposa, Michele Singer, de 68, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14), conforme confirmou o governador da Califórnia, Gavin Newsom. O ator e comediante Eric Idle relembrou a última conversa com o diretor.
“Rob Reiner era um homem adorável. Conversei com ele ontem à noite por mais de uma hora. Sempre gostei da sua companhia. Conheci-o na casa do pai dele em 1975. Ele estava me contando sobre as filmagens em Stonehenge e seus pensamentos sobre o futuro. Isso é tão horrível. Vou sentir falta dele. Um homem inteligente, talentoso e muito reflexivo. Tão horrível”, escreveu em uma rede social
Eric Idle relembra última conversa com Rob Reiner: ‘Conversei com ele ontem à noite por mais de uma hora’
Reproduçã/x
Rob Reiner e sua esposa, Michele Singer, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14)
REUTERS/Aaron P. Bernstein/File Photo
De acordo com uma fonte ouvida pela Associated Press (AP), Rob e Michele apresentavam ferimentos causados por facas. O Departamento de Polícia de Los Angeles afirmou que o caso deve ser investigado como homicídio. Até a noite deste domingo, ninguém havia sido detido.
Reiner integrou recentemente o elenco da série “The Bear”. Nos anos 1970, estrelou a série de comédia de sucesso da “All in the Family”. Além disso, dirigiu filmes como “Conta Comigo” (1986), “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), “Isto é Spinal Tap” (1984) e “O Presidente Americano” (1995).
De acordo com a agência de notícias Reuters, Newsom disse estar “de coração partido pela trágica perda” do ator.
De acordo com a revista “People”, o principal suspeito é o filho do casal, Nick Reiner. Esta informação ainda não foi comentada pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Ainda segundo a publicação, a família do casal divulgou uma nota ao veículo confirmando a morte dos dois.
“É com profundo pesar que anunciamos a trágica morte de Michele e Rob Reiner. Estamos devastados por essa perda repentina e pedimos privacidade neste momento incrivelmente difícil”, diz o documento, segundo a People.

Fonte: G1 Entretenimento

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Famosos lamentam mortes de Rob e Michele Reiner


Rob Reiner e sua esposa, Michele Singer, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14)
REUTERS/Aaron P. Bernstein/File Photo
O ator e diretor de Hollywood Rob Reiner, de 78 anos, e sua esposa, Michele Singer, de 68, foram encontrados mortos em sua casa em Los Angeles, neste domingo (14), conforme confirmou o governador da Califórnia, Gavin Newsom. De acordo com uma fonte ouvida pela Associated Press (AP), os dois apresentavam ferimentos causados por facas.
O Departamento de Polícia de Los Angeles afirmou que o caso deve ser investigado como homicídio. Até a noite deste domingo, ninguém havia sido detido.
Reiner integrou recentemente o elenco da série “The Bear”. Nos anos 1970, estrelou a série de comédia de sucesso da “All in the Family”. Além disso, dirigiu filmes como “Conta Comigo” (1986), “Harry & Sally – Feitos Um para o Outro” (1989), “Isto é Spinal Tap” (1984) e “O Presidente Americano” (1995).
Veja repercussão:
Barack Obama: “Michelle e eu estamos desolados com o falecimento trágico de Rob Reiner e sua querida esposa, Michele. As conquistas de Rob no cinema e na televisão nos deram algumas das histórias mais queridas nas telas. Mas, por trás de todas as histórias que ele produziu, havia uma profunda crença na bondade das pessoas — e um compromisso ao longo da vida de colocar essa crença em prática. Juntos, ele e sua esposa viveram vidas definidas pelo propósito. Eles serão lembrados pelos valores que defenderam e pelas incontáveis pessoas que inspiraram. Enviamos nossas mais profundas condolências a todos que os amavam”.
Ben Stiller: “Rob Reiner era um dos meus diretores favoritos. Ele fez alguns dos filmes mais marcantes para a minha geração. Conseguiu sair da sombra cômica do grande Carl Reiner e da carreira como ator de TV para se tornar um grande diretor, responsável por uma sequência incrível de filmes. Spinal Tap é uma das melhores comédias já feitas — e a lista continua. Ele era uma pessoa gentil, atenciosa e muito, muito engraçada. Eu não o conhecia bem, mas sempre fui fã e sinto uma tristeza verdadeira por aqueles que o conheciam e por sua família”.
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Joe Russo: “Não consigo lidar com a verdade de que um dos maiores cineastas de todos os tempos se foi. Perdemos um dos poucos homens bons. Descanse em paz, Rob Reiner”.
Kamala Harris: “O trabalho de Rob Reiner impactou gerações de americanos. Os personagens, diálogos e imagens que ele trouxe à vida no cinema e na televisão estão entrelaçados em nossa cultura. Rob amava nosso país, se importava profundamente com o futuro da nossa nação e lutou pela democracia americana”

Fonte: G1 Entretenimento

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Duas pessoas são encontradas mortas em casa do ator e diretor Rob Reiner em Los Angeles, diz mídia local


Ator e diretor Rob Reiner
AP Photo/Matt Sayles, File
Um homem e uma mulher foram encontrados mortos na casa do ator e diretor de Hollywood Rob Reiner, em Los Angeles, segundo relataram vários veículos de imprensa locais neste domingo (14).
O Corpo de Bombeiros de Los Angeles afirmou à agência de notíciasReuters que um homem de 78 anos e uma mulher de 68 anos foram encontrados mortos em uma casa no oeste de Los Angeles, em um endereço que registros públicos associam a Reiner.
O cineasta tem 78 anos, mas não foi confirmado pelas autoridades que ele é uma das vítimas.
Reiner integra o elenco da série “The Bear”. Nos anos 70, foi estrelou a série de comédia de sucesso da “All in the Family”. Além disso, dirigiu vários filmes conhecidos, entre eles “This Is Spinal Tap”, “When Harry Met Sally”, “Stand by Me” e “The American President”.
Filho do comediante Carl Reiner, Rob Reiner é casado desde 1989 com a fotógrafa Michele Singer Reiner. Os dois se conheceram enquanto ele dirigia “When Harry Met Sally” e têm três filhos juntos.
Antes disso, Reiner foi casado com a atriz e diretora Penny Marshall entre 1971 e 1981. Ele adotou a filha dela, Tracy Reiner. Carl Reiner morreu em 2020, aos 98 anos, e Penny Marshall faleceu em 2018.
Em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento