Categorias
ENTRETERIMENTO

Mu Carvalho celebra Gal Costa, cai no samba com Zizi Possi e planta canções no álbum solo ‘O mundo é o meu jardim’


Mu Carvalho lança o oitavo álbum solo, ‘O mundo é o meu jardim’, na sexta-feira, 19 de dezembro
Ana Zingoni / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Integrante da banda A Cor do Som, Mu Carvalho é pianista, tecladista, arranjador e produtor musical. Contudo, é o trabalho como compositor de canções que moveu o artista carioca na criação do oitavo álbum da discografia solo, O mundo é o meu jardim.
Programado para entrar em rotação na próxima sexta-feira, 19 de dezembro, o álbum O mundo é o meu jardim apresenta nove canções de Mu nas vozes de onze cantoras.
A diferença entre o número de faixas e o de solistas femininas se explica porque a balada Pro amor entender melhor, parceria de Mu com Dudu Falcão, foi gravada pelo trio SalDoce, formado pelas jovens cantoras Brenda Luce, Fernanda Francis e Marianna Eis.
O time de onze intérpretes inclui cantoras tarimbadas como Vanessa Moreno e Zizi Possi. Vanessa é a convidada de Coisas corriqueiras, parceria de Mu com Claudio Nucci e Tuca Oliveira. Já Zizi Possi é a solista do samba Promessas mis, composto por Mu com Moraes Moreira (1947 – 2020), espécie de mentor da banda A Cor do Som, cujos músicos foram arregimentados em 1975 para tocar com Moraes, então recém-saído do grupo Novos Baianos.
Canção mais pop da safra autoral do álbum O mundo é meu jardim, Aconteceu em Búzios tem letra de Tavinho Paes (1955 – 2024) – um dos poetas do pop brasileiro da década de 1980 – e a voz da cantora, guitarrista e arranjadora Ana Zingoni, companheira de Mu. Já As pessoas são pessoas, parceria de Mu com Paulinho Tapajós (1945 – 2013), ganhou a voz de Monique Kessous.
Algumas solistas foram arregimentadas fora do Brasil. Cantora e compositora italiana residente em Londres, Celeste Caramanna dá voz à canção Un’altra vita, cuja letra escrita em italiano tem a assinatura de Dudu Falcão. Já a cantora e compositora parisiense Gabi Hartmann é parceira de Mu e intérprete convidada em Je t’aime tout simplement, canção em francês ambientada em clima de bossa nova.
A norte-americana Alma Thomas – residente há cerca de duas décadas na cidade do Rio de Janeiro (RJ) – canta em inglês a letra de You have a home, escrita pelo compositor sueco Jonas Myrin.
No arremate do álbum Meu mundo é o meu jardim, Mu Carvalho celebra Gal Costa (1945 – 2022) em Domingo novo, música letrada pelo poeta Fausto Nilo e ouvida na voz da cantora curitibana Lorenza Pozza. Na letra, Gal é descrita como “a voz que vem do céu”, capaz de iluminar corações em canções de paz.
Pacificadas pelo amor e pela poesia dos parceiros letristas, as nove canções apresentadas pelo artista no álbum O mundo é meu jardim são valorizadas pela refinada cama instrumental armada por Mu Carvalho (piano, piano elétrico, teclados, sintetizador e arranjos de base) com músicos do naipe dos também pianistas Rodrigo Tavares (em Je t’aime tout simplement), Philippe Powell (em Un’altra vita) e Marcos Nimrichter (em Domingo novo).
O time de virtuoses do disco abarca os baixistas Alberto Continentino e Jorge Helder, os bateristas Marcelo Costa e Jurim Moreira e os violonistas e guitarristas Dadi Carvalho (irmão de Mu e aclamado como baixista) e Ricardo Silveira, entre outros nomes.
Povoado por grandes músicos e por vozes suaves, o jardim de Mu Carvalho é florido.
Capa do álbum ‘O mundo é o meu jardim’, de Mu Carvalho
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Livro ‘LP todo dia’ alinha memórias de um colecionador de discos em diário fonográfico com 365 resenhas íntimas


Capa da edição em LP do álbum ‘Chico Buarque & Maria Bethânia ao vivo’ (1975), um dos discos abordados por Leandro Menezes no livro ‘LP todo dia’
Divulgação
♫ OPINIÃO SOBRE LIVRO
Título: LP todo dia – Diário de um colecionador para colecionadores
Autor: Leandro Menezes
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Quando materializados em LPs ou CDs, discos atiçam memórias afetivas de quem os ouviu, trazendo à tona emoções relativas ao momento da vida do ouvinte na época da compra e ao próprio disco em si. Escritor e professor, o goiano Leandro Menezes registra memórias em resenhas publicadas no perfil LP todo dia do Instagram.
Recém-lançado pela editora Garota FM Books, o livro LP todo dia – Diário de um colecionador para colecionadores é desdobramento do conteúdo da rede social do autor. Organizado como uma agenda anual, o livro alinha 365 resenhas de discos. Um disco para cada dia do ano – daí o título.
Neste diário fonográfico, de leitura fácil e agradável, Menezes descortina emoções da vida pessoal ao comentar os discos. Umas resenhas são bem superficiais e roçam a insignificância, caso do texto sobre o álbum Chico Buarque & Maria Bethânia ao vivo (1975), o LP de 19 de junho.
Em outras, o autor consegue dar conta de resumir o espírito do disco em três ou quatro parágrafos, como nos elucidativos textos sobre Tribunal do Feicibuqui – EP (a rigor, um single triplo) lançado por Tom Zé em 2013, e não em 2014, como credita erroneamente o livro – e Disco voador (1987), álbum de Arnaldo Baptista.
Disco voador é o LP do dia 6 de julho porque foi nesse dia que nasceu o mutante paulistano Arnaldo. Sim, em boa parte das resenhas, Leandro Menezes alinha o dia do LP na agenda fonográfica com a data do aniversário do artista. É por isso, para citar outro exemplo, que o álbum Gerson King Combo (1977) é o LP do dia de 30 de novembro.
Há textos, como o do álbum Vontade (1993), de Paulinho Moska, em que o autor discorre mais sobre as impressões que tem do artista do que sobre o álbum em si. Contudo, no geral, Leandro Menezes exerce bem o poder de síntese quando contextualiza (bem) álbuns como Velô (1984) e In utero (1993), discos de Caetano Veloso e Nirvana, respectivamente. O essencial está dito lá, em poucas linhas.
Cabe ressaltar que, em algumas resenhas, como a de Rosa (2024), primeiro álbum solo de Samuel Rosa, a correlação do disco com a vida pessoal do autor é feita com naturalidade. Em alguns textos, como o dedicado à coletânea O melhor de Sérgio Reis (1982), prevalecem as reflexões mais pessoais, afinadas com o tom íntimo de um livro escrito como um diário.
Enfim, LP todo dia é livro indicado para colecionadores de discos, esses seres em extinção na era digital. Somente eles entenderão quanto sentimento pode trazer a audição de um álbum enquanto se manuseia a capa do LP que embala esse disco carregado das histórias e vivências de cada colecionador. Essas emoções são a matéria-prima do diário fonográfico de Leandro Menezes.
Capa do livro ‘LP todo dia – Diário de um colecionador para colecionadores’, de Leandro Menezes
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Com a viola, Bemti faz a travessia indie pop entre Brasil, Portugal e Inglaterra no terceiro álbum solo, ‘Adeus Atlântico’


Bemti alinha dez músicas autorais no repertório do álbum ‘Adeus Atlâhtico’, previsto para 22 de janeiro
João Terezani / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Antecedido pelo single Lua em libra, gravado com Marisol Mwaba e lançado em 6 de novembro, o terceiro álbum solo de Bemti, Adeus Atlântico, desembarca em 22 de janeiro com 10 músicas autorais.
Cantor, compositor e violeiro mineiro revelado como integrante da banda Falso Coral, Bemti criou o repertório de Adeus Atlântico entre Brasil, Portugal e Inglaterra.
Neste álbum que sucede Era dois (2018) e Logo ali (2021), Bemti transita pelo universo do indie pop a reboque da viola caipira de dez cordas. Na faixa Euforia, Bemti faz feat com o rapper mineiro FBC.
Já Miragem junta Bemti com Alex D’Alva, artista angolano residente em Portugal. Cantor e compositor atuante na cena indie de Belo Horizonte (MG), Haroldo Bontempo participa de Quase sertão.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Com a morte de Haroldo Costa, Orfeu se encanta na figura deste artista que deu voz em cena à dupla Tom & Vinicius


Haroldo Costa (1930 – 2025) em cena como Orfeu da Conceição, personagem-título da peça encenada em 1956 no Rio de Janeiro
Reprodução
♫ CRÔNICA
♬ Com a morte de Haroldo Costa (13 de maio de 1930 – 13 de dezembro de 2025) neste sábado, aos 95 anos, Orfeu se encanta. Falo de Orfeu da Conceição, personagem-título do já mítico espetáculo teatral que chegou à cena em 25 de setembro de 1956 com Haroldo na pele do sambista de uma favela carioca.
Como Orfeu, coube a Haroldo Costa dar voz, juntamente com o coro do musical encenado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e depois no Teatro João Caetano, às músicas da nascente parceria de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) e Vinicius de Moraes (1913 – 1980), formada para o espetáculo.
Sim, com Orfeu da Conceição, entrou em cena a parceria fundamental dessa dupla que contribuiria decisivamente, dois anos depois, com o cancioneiro da bossa nova que já vinha sendo gestada, mas que irrompeu de fato em 1958.
E foi com a voz de Haroldo Costa à frente do coro que os espectadores de Orfeu da Conceição ouviram em primeira mão maravilhas como Se todos fossem iguais a você (1956), primeira das incontáveis obras-primas da dupla que se juntou para compor a trilha sonora do espetáculo escrito por Vinicius de Moraes a partir do mitologia grega de Orfeu e Eurídice.
Na imaginação do poeta, Orfeu virou sambista e habitante de uma favela carioca. E continuou apaixonado por Eurídice. Apaixonado por samba e Carnaval, Haroldo Costa batalhou para interpretar o personagem-título. Mas não precisou lutar muito para convencer o diretor Léo Jusi e o próprio Vinicius de que ele era Orfeu. E assim foi.
Artista multimídia, Haroldo Costa foi ator, diretor, escritor (autor de livro referencial sobre a trajetória da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro) e comentarista de Carnaval, entre outras atividades culturais relevantes. Mas Haroldo foi Orfeu. E, como Orfeu, ele hoje se encanta para ficar na história do teatro e da música brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Clemente, do Inocentes e da Plebe Rude, passa por cirurgia cardíaca de emergência após mal-estar antes de show


Clemente Nascimento, da Plebe Rude, abre shows do palco Brasil – edição Brasília, no festival João Rock 2019, em Ribeirão Preto, SP
Ricardo Nasi/G1
O cantor, compositor e guitarrista Clemente Tadeu Nascimento, das bandas Inocentes e Plebe Rude, passou por uma cirurgia cardíaca de emergência após sentir um mal-estar momentos antes de um show, na noite de quinta-feira (11), em Campo Grande (MS). Ele foi internado na Santa Casa da capital e se recupera após o procedimento.
Segundo nota divulgada pela família do artista e pelas bandas, Clemente, de 62 anos, precisou ser levado ao hospital ainda antes da apresentação. Após avaliação médica, a equipe decidiu pela realização de uma cirurgia no coração, considerada complexa, feita na tarde de sexta-feira (12).
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp
Em comunicado, a família e a banda pediram compreensão e respeito à privacidade neste momento e agradeceram as mensagens de apoio.
Conforme boletim médico, Clemente foi desentubado, já consegue conversar brevemente com familiares e segue em recuperação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Carreira
Clemente é um dos nomes mais importantes do punk rock brasileiro. Ele fundou a banda Inocentes em 1981 e, desde 2004, integra a Plebe Rude, grupo formado em Brasília nos anos 1980. Além da carreira musical, atua como produtor, radialista e articulador cultural.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Camila Queiroz e Klebber Toledo anunciam nascimento da 1ª filha do casal: ‘Amor sem explicação’


Fotos postadas pelo casal Camila Queiroz e Klebber Toledo, em 13 de dezembro
Reprodução/Instagram
Camila Queiroz e Klebber Toledo anunciaram o nascimento da primeira filha do casal. Neste sábado (12), os atores postaram nas redes fotos deles com a bebê, que se chama Clara.
“Um amor sem explicação, a mais forte emoção que já sentimos”, escreveram Camila e Klebber no post.
Em julho, a atriz tinha revelado que estava grávida de cinco meses, e em agosto, o casal revelou o sexo da criança. Na época, postaram um post com a legenda: “Sempre sonhamos e soubemos que seria você… Todo amor e proteção do mundo”.
Os atores estão juntos desde 2016, quando se conheceram durante as gravações da novela “Êta Mundo Bom!”. Eles se casaram em 2018, em uma cerimônia na praia de Jericoacoara, no Ceará. Entre os 12 casais de padrinhos, estavam o autor Walcyr Carrasco, o cantor Luan Santana e os atores Antonia Morais, Cássia Kis, Felipe Hintze, Joaquim Lopes e Vanessa Giácomo. O vestido da noiva foi desenhado pela estilista Lethicia Bronstein, que também criou uma estampa floral exclusiva para as madrinhas.
Camila Queiroz e Klebber Toledo anunciam que esperam uma menina

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Posada exprime inquietação com o rumo dos ventos no álbum ‘Vamossive’


Posada canta temas autorais e dá voz a músicas de Juliana Linhares e Ronaldo Silva no álbum solo ‘Vamossive’
Luna Landa / Divulgação
♫ OPINIÃO SOBRE ÁLBUM
Título: Vamossive
Artista: Posada
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Carlos Posada é do clã nordestino. Não por acaso, Posada assina com Lenine a música Motivo, gravada em clima de arrasta-pé e alocada ao fim do aclamado álbum Eita (2025), lançado por Lenine em 28 de novembro como ode ao Nordeste.
Embora nascido na Suécia, país onde viveu até os quatro anos, Posada foi criado no Recife (PE) – cidade natal de Lenine – e sempre se considerou pernambucano, ainda que, como o parceiro, também já esteja radicado no Rio de Janeiro (RJ) há décadas, no caso de Posada precisamente desde 2001.
A vivência nordestina do artista entre Recife (PE) e Natal (RN) está impregnada na gestação do repertório de Vamossive, álbum lançado por Posada em 5 de dezembro com capa assinada por Karla Theodoro, mas o disco extrapola essa vivência.
O álbum totaliza oito músicas gravadas no estúdio Luperan, em São Pedro da Serra (RJ), com excelente produção musical e arranjos de Rodrigo Garcia. Quando eu sonho, por exemplo, é baião moldado para o clima de arrasta-pé das quadrilhas de São João.
Em Vamossive, terceiro álbum solo de Posada, o primeiro desde Isabel (2017), a poesia irrequieta e o som criativo levam o artista para muito além das fronteiras nordestinas. “O vento que destelha as casas / Que seca os lençóis / É o mesmo que desata os nós”, relativiza o cantador de voz grave em versos de Desata (Festa no céu), música que abre o álbum.
Faixa que tangencia a ambiência de cabaré de trilha sonora brega, muito por conta dos sopros, Pra não comer sugesta expõe o vigor dos arranjos do álbum, por vezes sobressalentes em relação às próprias músicas.
Fora do trilho autoral, Posada aciona Maquinista (2025) – música do cantor e compositor paraense Ronaldo Silva, cofundador da banda Arraial da Pavulagem – com arranjo que evoca o movimento de um trem no toque dos instrumentos pilotados por Rodrigo Garcia (guitarrón, caixa do divino e caxixis).
Ainda no trilho alheio, Posada põe a voz árida no xote Balanceiro (Juliana Linhares, Khrystal, Moyseis Marques e Sami Tarik, 2021), música do primeiro álbum solo de Juliana Linhares, Nordeste ficção (2021).
De volta ao caminho autoral, o artista vai atrás de sonhos e amores a reboque da poesia da canção Nunca, entoada por Posada com Jhasmyna na segunda voz. Na sequência, Tudo gira gravita em torno do sentimento de saudade com o toque sensível da gaita de Jefferson Gonçalves dando sotaque country / folk à faixa.
No arremate do álbum, a música-título Vamossive detecta o crescente processo de isolamento social que rege o mundo na era digital. O toque pontiagudo da guitarra de Walter Villaça acentua a sensação de incômodo atiçada pela música. É o fecho perfeito para um disco em que Posada até procura fazer a festa, mas sem abafar um sentimento de inquietação diante do rumo dos ventos.
Capa do álbum ‘Vamossive’, de Posada
Arte de Karla Theodoro

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Taylor Swift pagou mais de R$ 1 bilhão em bônus a equipe da turnê; entenda o motivo


Taylor Swift em imagem de maio de 2023, em show da turnê “The Eras Tour” em Nashville, nos EUA
George Walker IV/AP
Após a estreia da série documental “The End of an Era”, de Taylor Swift, no Disney+, uma cena emocionante viralizou nas redes sociais — mas, desta vez, o destaque não está na música.
O momento mostra a reação dos funcionários da cantora ao receberem uma bonificação generosa ao fim de sua turnê mais recente, a “The Eras Tour”.
Segundo a revista People, ao longo dos últimos dois anos, Taylor Swift distribuiu cerca de US$ 197 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão) em bônus para todos os profissionais envolvidos na turnê.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A lista inclui motoristas de caminhão, fornecedores de alimentos e bebidas, técnicos de instrumentos, equipe de merchandising, iluminação e som, produtores e assistentes de produção, carpinteiros, dançarinos, músicos da banda, seguranças, coreógrafos, profissionais de pirotecnia, montagem de equipamentos, cabelo, maquiagem, figurino, fisioterapeutas e equipe de vídeo.
Em agosto de 2023, quando a cantora encerrou a primeira etapa da turnê na América do Norte, a People já havia revelado a distribuição de mais de US$ 55 milhões (cerca de R$ 298,6 milhões) em bônus.
No documentário, Taylor explica que, ao final de cada etapa da turnê, ela prepara bonificações individuais para dançarinos, músicos e membros da equipe técnica.
“O dia do bônus é muito importante porque cria um precedente para a ‘The Eras Tour’. Se a turnê tem mais lucro, as pessoas que trabalham nela devem receber mais bônus”, afirma.
A cantora também conta que escreveu mensagens à mão para cada integrante da equipe — um processo que levou cerca de duas semanas. Além disso, cada bilhete é lacrado com cera que leva um carimbo exclusivo da artista.
“É bonito pensar nas vidas para as quais eles vão voltar, na folga que terão, nos filhos que não veem há meses por estarem na estrada. Fazer com que isso valha a pena para eles é muito importante. Eu me sinto como na manhã de Natal”, diz a cantora no documentário.
Em outro trecho, Swift agradece o esforço coletivo após 152 shows realizados ao redor do mundo. “Essa foi a coisa mais difícil que já fiz ao vivo. E vocês aceitaram o desafio com entusiasmo, curiosidade e uma resistência impressionante”, declarou.
“O espírito que demonstraram e tudo o que entregaram ao público me emociona todas as noites”, completou. Após o último show, a produtora Taylor Swift Touring confirmou ao The New York Times que 10.168.008 pessoas assistiram à “The Eras Tour”.
Ao todo, a turnê arrecadou US$ 2,07 bilhões (aproximandamente mais de R$ 10,8 bilhões) em ingressos, tornando-se a mais lucrativa da história — com uma receita bruta mais que o dobro de qualquer outra turnê já realizada.
O documentário não divulga o valor individual recebido por cada funcionário, mas enfatiza a reação emocionada dos trabalhadores ao receberem a bonificação. Em uma das cenas, uma colaboradora chega a utilizar uma bombinha de asma após se emocionar com o momento.
Taylor Swift durante show da ‘The Eras Tour’ em Nashville, nos EUA.
George Walker IV/AP
Taylor Swift em show da ‘The Eras Tour’, em Glendale, no Arizona, em 17 de março de 2023
AP Photo/Ashley Landis
Taylor Swift quebra recorde de uma década de Adele com novo disco
Taylor Swift lança ‘The Life of a Showgirl’ em retorno ao pop com as letras mais honestas

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Morre Peter Greene, ator de ‘Pulp Fiction’ e ‘O Máscara’


Veja os vídeos que estão em alta no g1
O ator Peter Greene, conhecido por interpretar vilões em filmes como Pulp Fiction e O Máscara, morreu aos 60 anos. Ele foi encontrado morto na sexta-feira (12) em seu apartamento em Manhattan, em Nova York, segundo confirmação ao site Deadline por seu agente, Gregg Edwards.
A causa da morte ainda não foi divulgada.
Nascido em Montclair, Nova Jersey, Greene começou a carreira na TV e estreou no cinema em 1992, no filme Laws of Gravity, ao lado de Edie Falco.
O ator se destacou no papel do vilão Dorian Tyrell em O Máscara, contracenando com Jim Carrey, e também ficou marcado como Zed em Pulp Fiction, de Quentin Tarantino.
“Ele era um dos melhores atores de personagens do planeta”, disse Edwards ao Deadline, revelando que Greene tinha dois projetos em andamento: o filme Mascots, com Mickey Rourke, e o documentário From the American People: The Withdrawal of USAID.
“Ele se importava profundamente com causas humanitárias e era um amigo leal. Vai fazer muita falta”, completou Edwards.
Peter Greeneo em ‘Pulp Fiction’ e ‘O Máscara’
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Prima de Xande de Pilares, Kezia debuta em janeiro com EP que tem a benção e música inédita do parente famoso


Kezia lança em 16 de janeiro o EP ‘Vaso imperfeito’ com música inédita, ‘Poderoso Deus’, enviada pelo primo Xande de Pilares
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Pelo sobrenome de Kezia Roberta Souza Soares, é impossível identificar o parentesco da cantora e compositora carioca com Alexandre Silva de Assis, o sambista popularmente conhecido como Xande de Pilares. Contudo, Kezia é prima de Xande e enfatiza o parentesco no texto promocional do EP com que debutará no mercado fonográfico em 16 de janeiro.
A estreia profissional de Kezia no mundo do disco com o EP Vaso imperfeito tem a benção de Xande, que também deu música inédita, Poderoso Deus, para o repertório do disco gravado no estúdio Cia. dos Técnicos, no Rio de Janeiro (RJ), com produção musical de Rafael Paulucci.
Evangélica, Kezia canta na igreja desde a infância e segue a linha cristã de adoração nas seis faixas do EP Vaso imperfeito, editado pela gravadora Ednax Music.
A música-título Vaso imperfeito é de autoria da própria Kezia. Já Tua presença e Viver por ti são temas da lavra de Thais Moura Soares de Barros, compositora que adota o nome artístico de Thais. Verdadeiro amor é tema de autoria de Gabriel Paulucci.
Música creditada a Jessé de Souza e Nilson Fernandes na ficha técnica do disco, Salmos 23 completa o repertório cantado por Kezia no EP Vaso imperfeito.

Fonte: G1 Entretenimento