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Prima de Xande de Pilares, Kezia debuta em janeiro com EP que tem a benção e música inédita do parente famoso


Kezia lança em 16 de janeiro o EP ‘Vaso imperfeito’ com música inédita, ‘Poderoso Deus’, enviada pelo primo Xande de Pilares
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Pelo sobrenome de Kezia Roberta Souza Soares, é impossível identificar o parentesco da cantora e compositora carioca com Alexandre Silva de Assis, o sambista popularmente conhecido como Xande de Pilares. Contudo, Kezia é prima de Xande e enfatiza o parentesco no texto promocional do EP com que debutará no mercado fonográfico em 16 de janeiro.
A estreia profissional de Kezia no mundo do disco com o EP Vaso imperfeito tem a benção de Xande, que também deu música inédita, Poderoso Deus, para o repertório do disco gravado no estúdio Cia. dos Técnicos, no Rio de Janeiro (RJ), com produção musical de Rafael Paulucci.
Evangélica, Kezia canta na igreja desde a infância e segue a linha cristã de adoração nas seis faixas do EP Vaso imperfeito, editado pela gravadora Ednax Music.
A música-título Vaso imperfeito é de autoria da própria Kezia. Já Tua presença e Viver por ti são temas da lavra de Thais Moura Soares de Barros, compositora que adota o nome artístico de Thais. Verdadeiro amor é tema de autoria de Gabriel Paulucci.
Música creditada a Jessé de Souza e Nilson Fernandes na ficha técnica do disco, Salmos 23 completa o repertório cantado por Kezia no EP Vaso imperfeito.

Fonte: G1 Entretenimento

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Matuê dá passo atrás com álbum ‘Xtranho’, que só é disruptivo para adolescentes; leia crítica


Matuê dá passo atrás com álbum que só é disruptivo para adolescentes
Título: “Xtranho”
Artista: Matuê
Nota: 4/10
De estranho mesmo no novo álbum do Matuê, só o tamanho do passo atrás que ele dá com esse trabalho.
“Xtranho”, terceiro disco do rapper cearense, foi lançado com investimento alto em marketing: uma megaestrutura foi montada no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, para uma audição que reuniu milhares de fãs em plena quarta-feira (10).
Também pudera. O artista não é só o maior nome do trap (a vertente mais arrastada do rap, que bomba nas paradas musicais). É também o maior ídolo jovem da música brasileira atualmente. E fez por merecer esse sucesso.
Milhares de fãs se reuniram para audição do álbum ‘Xtranho’, de Matuê, no Vale do Anhagabaú, em São Paulo
Reprodução/Instagram/Matuê
Em uma carreira relativamente curta — o primeiro álbum, “Máquina do Tempo”, saiu em 2020 –, Matuê acumulou plays, lotou shows e, acima de tudo, conseguiu encontrar uma identidade sonora própria, algo raro na música pop.
Com referências que vão do reggae ao indie rock psicodélico, seu álbum “333”, de 2024, se tornou um dos melhores trabalhos de rap dos últimos anos no Brasil. A busca filosófica pelo som ideal e as reflexões sobre o sucesso nas músicas fizeram o rapper ser respeitado além da bolha do trap, e levaram sua carreira a um patamar novo.
Corta para dezembro de 2025 e Matuê surge muito mais elementar.
Matuê durante audição do álbum ‘Xtranho’, no Vale do Anhagabaú, em São Paulo
Reprodução/Instagram/Matuê
“Xtranho” é vendido como um manifesto pelo trap underground. Na teoria do material de divulgação, é um trabalho com sonoridade disruptiva, criada para incomodar e desafiar regras da música comercial.
As parcerias com nomes bem menos conhecidos até rendem momentos interessantes. Duetos com a cantora capixaba Kouth em “Ícone Fashion” e com a paulistana Cashley em “Autobahn”, por exemplo, ajudam a fortalecer o negligenciado trap feminino.
Mas a verdade é que, na maior parte do tempo, o álbum de Matuê não tem muito de inovador. Pelo contrário, reproduz o estilo de produção, as mesmas distorções e texturas sonoras imersivas dos nomes americanos do trap: Travis Scott, Metro Boomin, Playboi Carti e outros artistas — que, diga-se de passagem, são bastante comerciais.
Mesmo faixas um pouco mais esquisitonas, como “Facas e Machados” (com o pernambucano Fab Godamn e o paulistano Okie), desperdiçam a atmosfera intensa e agressiva com uma letra simplesmente… boba. “Eu sou um mano muito revoltado, preciso fumar alguns baseados”, cantam os três, com sotaque americanizado.
Em termos líricos, Matuê parece outro artista no “Xtranho”, se comparado ao do “333”. “Não me vê, que o preto da minha Lamborghini é matte. O seu ex é broke, ele anda numa Smart”, diz a letra de “Alterado” (com o mineiro Phl Notunrboy).
Um dos pilares do discurso do trap, a ostentação sempre fez parte do repertório do cantor. Mas, se uma vez já serviu como ferramenta quase confessional em relatos dele sobre a fama, agora a abordagem é fútil e adolescente.
Digna de adolescente também foi a decisão de incluir na música “Rei Tuê”, em tom de deboche, o áudio viral de uma menina contando ter sido agredida durante o show do rapper Don Toliver no festival The Town, em setembro deste ano, em São Paulo.
Matuê se apresenta no The Town 2025
Fábio Tito/g1
É o tipo de coisa que só parece disruptiva para meninos que ainda não saíram do Ensino Médio. Mas também é fato que boa parte do público brasileiro de trap faz parte desse grupo.
Como principal nome desse estilo no país, Matuê já foi muito criticado por fãs mais conservadores, por nem sempre seguir à risca os moldes do gênero surgido nos Estados Unidos. Aderir à linhagem do trap mais cru no novo trabalho talvez seja uma resposta dele a essas críticas — o que pode, sim, agradar um nicho específico.
Uma pena, porque Matuê tem potencial para ser muito mais que um artista de nicho.

Fonte: G1 Entretenimento

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O elo amoroso entre Amaro Freitas e Emicida


Amaro Freitas (à esquerda) toca piano no estúdio em que gravou participação em três faixas do álbum de Emicida
Vitor Barbosa / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ A habilidade de Emicida para erguer pontes indestrutíveis já ficou evidenciada no título do álbum AmarElo, lançado pelo artista paulistano em outubro de 2019.
No álbum que apresentou ontem, 11 de dezembro, Emicida Racional volume 2 – Mesmas cores e mesmos valores, o rapper experimenta volta às origens da batalha como MC a partir de reinterpretação do álbum Cores & valores (2014), disco do grupo conterrâneo Racionais MC’s, pilar do rap de São Paulo.
Contudo, permanece a disposição de Emicida para fazer conexões. E uma das mais fortes do novo álbum é com Amaro Freitas, pianista pernambucano que, ao longo dos últimos dez anos, vem ganhando progressiva aclamação no universo do jazz, dentro e fora do Brasil, desde que lançou o álbum Sangue negro (2016).
O elo amoroso entre Amaro Freitas e Emicida está exposto em três das dez faixas do álbum do rapper. A primeira está alocada logo na abertura do álbum. Trata-se de Bom dia né, gente? (ou saudade em modo maior), música composta por Amaro a partir de áudios de Jacira Roque de Oliveira (1964 – 2015), a Dona Jacira, mãe de Emicida, falecida em julho aos 60 anos. O piano de Amaro embasa os áudios de Jacira.
Amaro Freitas também toca em Finado neguim mesmo? (Emicida) e Us memo preto zica (Emicida, Edi Rock, Ice Blue, KL Jay e Mano Brown).
A conexão de Amaro Freitas com Emicida promove e reforça o encontro entre matrizes negras oriundas da mesma África matricial, já que jazz e rap descendem da mesma diáspora negra que liga a música do mundo com os sons do continente africano.
O elo entre Amaro Freitas e Emicida acontece no embalo do encontro do pianista com Criolo, outro rapper paulistano da geração de Emicida. Com Criolo, Amaro já tinha se conectado em gravações com Milton Nascimento – cuja música parece englobar todos os ritmos do mundo em amalgama pessoal – e com Dino D’Santiago, cantor e compositor português de ascendência cabo-verdiana.
O trio formado por Amaro, Criolo e Dino já tem inclusive um álbum pronto para ser lançado, estando programado para o primeiro trimestre de 2026.
Já o elo amoroso com Emicida fecha um 2025 inquieto em que Amaro Freitas expandiu fronteiras musicais com um piano de toque tão universal (por falar a língua do jazz) quanto intimamente enraizado nas matrizes negras da música de Pernambuco, estado natal deste compositor e músico excepcional nascido no Recife (PE) em 1991.
Com Emicida, Amaro Freitas se espraia em mais um segmento da música brasileira com a disposição de quem sabe que já conquistou o mundo, mas que ainda tem um mundo a conquistar.

Fonte: G1 Entretenimento

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É #FAKE vídeo de ‘Demogorgon’ enjaulado em balsa durante evento de ‘Stranger Things’ na Tailândia; cena foi feita com IA


É #FAKE vídeo de ‘Demogorgon’ enjaulado em balsa durante suposto evento de Stranger Things na Tailândia; trata-se de IA
Reprodução
Circula nas redes sociais um vídeo supostamente mostrando um Demogorgon, criatura da série “Stranger Things”, enjaulado em uma balsa, no que seria uma ação publicitária da Netflix em Bangkok, na Tailândia. É #FAKE.
selo fake
g1
🛑 Como é o vídeo?
Publicado nesta quinta-feira (11) no X, onde alcançou mais de 1,4 milhões de visualizações, o post tem a seguinte legenda, em inglês: “NETFLIX STRANGER THINGS BANGKOK”.
O vídeo exibe uma balsa em um rio, transportando personagens que representam militares armados e um grande cilindro de vidro. Dentro dela, vê-se o que seria um Demogorgon gigante. Nas margens, há pessoas “filmando” a cena com os celulares.
Sobreposta às imagens, há uma caixa de texto que diz, em tailandês: “O Demogorgon de Stranger Things invadiu o rio Chao Phraya!”.
Nos comentários no post viral, usuários questionaram se o registro era verdadeiro, mas outros elogiariam a suposta campanha publicitária da série: “Uau, que ação de divulgação incrível”. Na verdade, as imagens foram geradas com inteligência artificial (IA) – leia mais abaixo.
Em 27 de novembro, a Netflix realizou uma campanha publicitária em Nova York com um Demogorgon enjaulado, durante o desfile de celebração do Dia de Ações de Graças.
“Stranger Things” é uma série de ficção científica lançada em 2016. A produção é ambientada nos anos 1980 na cidade de Hawkins, nos Estados Unidos, onde uma sequência de eventos sobrenaturais ocorrem após o desaparecimento de Will, um garoto de 11 anos. Os quatro primeiros episódios da quinta e última temporada estrearam em 26 de novembro.
⚠️ Por que isso é falso?
O Fato ou Fake submeteu uma captura de tela do vídeo a duas ferramentas de detecção de inteligência artificial. Todas apontaram o uso desse recurso (veja o resultado das análises abaixo).
Sightengine – 98% de chances de ser IA.
Decopy AI – 100% de probabilidade de ser IA.
No relatório de verificação, o Decopy AI também apontou que a criatura apresenta uma textura plástica, típica de designs de inteligência artificial, e a gaiola de vidro tem reflexos e sombras mais simplificados.
Além disso, o conteúdo também apresenta indícios de manipulação por IA nos dedos de um dos espectadores, que fica invisível por alguns segundos (veja abaixo).
O material foi originalmente publicado em 6 de dezembro no TikTok por um perfil que cria conteúdos sintéticos. “Todos os vídeos são 100% criados por IA”, diz a biografia da conta.
O Fato ou Fake entrou em contato por e-mail com a assessoria de imprensa da Netflix, que negou a autoria do material: “O vídeo em questão é IA e não foi criado por nenhuma equipe da Netflix de forma oficial”.
Dedo fica invisível em criação de inteligência artificial.
Reprodução
É #FAKE vídeo de ‘Demogorgon’ enjaulado em balsa durante suposto evento de Stranger Things na Tailândia; trata-se de IA
Reprodução
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VÍDEOS: Fato ou Fake explica
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
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Fonte: G1 Entretenimento

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Barão Vermelho vai na onda dos Titãs e anuncia a turnê ‘Encontro – Pro mundo inteiro acordar’, com estreia em abril


A banda Barão Vermelho estreia no Rio de Janeiro, em 23 de abril, o show da turnê da franquia ‘Encontro’, com participação de Ney Matogrosso
Pedro Dimitrow / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Se há dois anos a banda Titãs não tivesse estourado bilheterias pelo Brasil com a turnê Titãs encontro – Todos ao mesmo tempo agora, um dos maiores sucessos do showbiz brasileiro em 2023, talvez a banda Barão Vermelho não estivesse anunciando hoje, 12 de dezembro, uma turnê também intitulada Encontro, subintitulada Pro mundo inteiro acordar (nome que reproduz verso da música Pro dia nascer feliz) e realizada pela mesma empresa da turnê dos Titãs, a produtora 30e, dona dessa franquia Encontro.
Prevista para estrear em 30 de abril na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do grupo de rock que revelou Cazuza (1958 – 1990), a turnê do Barão Vermelho promete a reunião da “formação original” da banda agrupada em fins de 1981 e projetada em 1982 com a edição de um primeiro álbum, Barão Vermelho, pautado por rock stoniano e gravado com som intencionalmente sujo, de garagem.
Essa promessa expõe uma meia verdade. A formação original do Barão Vermelho é a que inclui Cazuza, vocalista e parceiro de Roberto Frejat na composição da maior parte do repertório da banda. A formação do Barão Vermelho na turnê Encontro – Pro mundo inteiro acordar – cuja rota inicial já prevê uma segunda data, 23 de maio, dia do show programado para o estádio Allianz Park, em São Paulo (SP) – é a que entrou em cena como quarteto em 1985, com Frejat no posto de vocalista até então ocupado por Cazuza, que preferiu sair da banda para iniciar carreira solo.
É claro que a morte de Cazuza inviabiliza que o Barão se reagrupe como quinteto com a formação exata de 1982. Ainda assim, soa estranho falar em formação original sem a presença de Cazuza.
Nos shows de Rio de Janeiro e São Paulo, Roberto Frejat (guitarra e voz), Dé Palmeira (baixo), Guto Goffi (bateria) e Mauricio Barros (teclados) contarão com o reforço de Ney Matogrosso, cantor que ajudou a popularizar o Barão Vermelho ao gravar Pro dia nascer feliz (1983), um dos standards da parceria de Cazuza com Frejat.
Detalhe: Mauricio Barros e Guto Goffi – que atualmente rodam o Brasil com outra turnê do Barão, Do tamanho da vida (tendo Fernando Magalhães e o atual vocalista Rodrigo Suricato na formação) – farão pausa para se dedicar à agenda do Barão Vermelho na vindoura turnê Encontro – Pro mundo inteiro acordar. Logo após o encerramento da turnê de 2026, os dois músicos retornarão à estrada com a formação atual do Barão Vermelho e com a previsão de lançar material inédito.
Enfim, resta saber se a turnê do Barão Vermelho terá potencial para arrastar multidões Brasil afora como o show com a formação clássica dos Titãs. Embora as duas bandas tenham permanecido em cena por mais de 40 anos, o apelo do grupo carioca em tese é menor, mas, como o mercado de shows vive boom de espetáculos moldados para arenas e ginásios, a turnê Barão Vermelho Encontro – Pro mundo inteiro acordar pode surfar na onda.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tudo que Roberta Sá canta tem o apuro burilado ao longo de 20 coerentes anos


Roberta Sá lança hoje, 12 de dezembro, o álbum ‘Tudo que cantei sou’
Flora Negri / Divulgação
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Mesmo que quisesse, eu não conseguiria ficar indiferente ao lançamento de Tudo que cantei sou, álbum audiovisual que Roberta Sá lança hoje, 12 de dezembro, com 14 músicas gravadas sem plateia no palco da Casa de Francisca, em São Paulo (SP).
Como me apaixonei à primeira audição pelo canto de Roberta ao detectar o frescor e a leveza da gravação do samba A vizinha do lado (Dorival Caymmi, 1946) feita pela cantora para a trilha sonora da novela Celebridade (2003), sempre fiquei atento à cada passo da artista.
O encantamento se intensificou com o lançamento do primeiro álbum da cantora a ir para as lojas, Braseiro, lançado em 2005, há 20 anos. O álbum Tudo que cantei sou é um recorte apurado do show homônimo idealizado por Roberta para celebrar essas duas décadas de sucesso.
Apuro é a primeira palavra que me vem à mente quando quero qualificar o canto de Roberta Sá. Mesmo quando ela gravou repertório mais irregular, como no álbum Giro (2019), em que deu voz somente a músicas inéditas de Gilberto Gil (nem todas à altura do compositor) em movimento que lhe deu prestígio adicional entre as cantoras da geração de Roberta, havia esmero no canto, havia a busca por requinte.
Esse capricho reverbera em Tudo que cantei sou, álbum em que a voz límpida de Roberta Sá se harmoniza com o bandolim de Alaan Monteiro e o violão de Gabriel de Aquino em formato íntimo, mas não informal. Ao contrário. Não falta nota. Tampouco sobra. Salta aos ouvidos o entrosamento com que o trio se afina no canto de músicas como o ijexá Água doce (Roque Ferreira, 2010) e a a canção Casa pré-fabricada (Marcelo Camelo, 2001).
Por conhecer detalhadamente a discografia de Roberta Sá, a seleção do disco e show Tudo que cantei sou me causou surpresa já na estreia nacional da turnê – clique aqui para ler a resenha da apresentação de 5 de junho – a opção por minimizar bastante no roteiro o repertório do álbum Que belo estranho dia para se ter alegria (2007), título que consolidou o nome de Roberta dois anos após os louros colhidos com o álbum inicial Braseiro. A ausência do sucesso do segundo álbum, Mais alguém (Moreno Veloso e Quito Ribeiro, 2007), foi sentida, já que o roteiro tinha caráter retrospectivo.
Capa do álbum ‘Tudo que cantei sou’, de Roberta Sá
Divulgação
Em contrapartida, o baiano Roque Ferreira é compositor dominante no roteiro. Além do já mencionado ijexá Água doce, Roberta rebobinou Cocada e Marejada, duas músicas do álbum lapidar gravado há 15 anos pela cantora com o Trio Madeira Brasil somente com músicas de Roque Ferreira. Além de ser meu disco preferido de Roberta Sá, Quando o canto é reza (2010) me mostrou que havia ali uma cantora de personalidade forte.
Dedicar um álbum às canções afro-brasileiras de Roque era tudo o que não se esperava de Roberta Sá após o sucesso de um segundo álbum que gerou em 2009 o registro ao vivo de show intitulado Pra se ter alegria, necessidade mercadológica na era do DVD. Tudo que cantei sou faz o resumo da trajetória coerente da artista.
Contudo, Roberta Sá não se limita a reabrir a cortina do passado, dando voz à recente canção Essa confusão (2024) – celebrada parceria de Dora Morelenbaum e Zé Ibarra, já gravada pelos autores nos respectivos álbuns, mas inédita na voz de Roberta – e ao samba Virada (2021), da lavra de Marina Iris e Manu da Cuíca.
Sim, Roberta canta samba e a lembrança de Eu sambo mesmo (Janet Almeida, 1946) – tema do repertório do grupo Anjos do Inferno que João Gilberto (1931 – 2019) reavivou em 1991 – é significativa. A música que abre o álbum Braseiro volta como uma carta de princípios em Tudo que cantei sou, como se Roberta Sá dissesse que, 20 anos depois, ainda é a mesma cantora com o mesmo frescor e a mesma leveza, mas um apuro cada vez maior, efeito da maturidade vocal.
Por isso mesmo, torço para que, tão logo encerre o ciclo comemorativo desses 20 anos, Roberta Sá grave um álbum de estúdio com músicas inéditas para ampliar e turbinar discografia que a rigor nunca saiu do eixo, mesmo quando a artista olha para o passado.
Roberta Sá rebobina três músicas do compositor baiano Roque Ferreira no álbum ‘Tudo que cantei sou’
Flora Negri / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Netflix pode ficar mais cara? Cinco pontos-chave da disputa pela compra da Warner


A Warner Bros detém os direitos da franquia Harry Potter
Getty Images via BBC
Parece um simples acordo de fusão entre empresas, mas reúne todos os elementos de um drama hollywoodiano: um pretendente rico e poderoso, intrigas políticas e muitas cenas de suspense.
A compra do estúdio Warner Bros. Discovery e das populares redes de streaming da HBO pela Netflix é, na prática, a história de um gigante que amplia seu domínio.
Mas, com reguladores e rivais à espreita, esta provavelmente é só o início da saga.
Enquanto a história se revela, aqui vão cinco pontos centrais para entender o que está em jogo.
1. A Netflix está se tornando ainda mais poderosa
A Netflix vem ampliando sua vantagem em Hollywood há anos: é o maior serviço de streaming por assinatura do mundo e o principal produtor de conteúdo original da Califórnia (EUA), onde fica Hollywood.
Mas este acordo, o maior do setor em anos, consolidaria sua liderança, ao entregar à empresa um catálogo com quase um século de títulos e também ampliar sua já robusta capacidade de produção.
Isso sem mencionar o enorme número de assinantes, já que a Netflix se prepara para incorporar parte dos 128 milhões de assinantes da HBO ao seu universo de mais de 300 milhões.
“Se a Netflix já é o maior serviço de streaming, ao somar HBO Max torna-se praticamente intocável”, disse Mike Proulx, vice-presidente da consultoria de pesquisa Forrester.
A operação reunirá franquias históricas como Looney Tunes, Harry Potter e Friends e sucessos da HBO como Succession, Sex and the City e Game of Thrones, ao lado de produções próprias da Netflix como Stranger Things e Guerreiras dos K-pop (Kpop Demon Hunters, na versão em inglês).
A compra inclui ainda a TNT Sports fora dos Estados Unidos.
Se a Paramount sair vitoriosa da disputa, adicionaria parte dos 128 milhões de assinantes do HBO Max aos 79 milhões da Paramount.
2. O acordo pode fazer os preços subir… ou cair
A Netflix afirma esperar concluir a operação em até 18 meses.
Executivos, porém, evitam dizer como ou se pretendem integrar a Warner Brothers e a marca HBO ao serviço atual.
Greg Peters, codiretor-executivo da Netflix, disse que o nome HBO é “muito poderoso” e oferece “muitas opções”, mas não detalhou quais.
A empresa pode criar pacotes separados, embora analistas considerem improvável que a marca HBO desapareça.
O impacto nos preços também é incerto.
O domínio ampliado poderia permitir aumentos. Por outro lado, consumidores podem acabar pagando por um único serviço em vez de dois.
Atualmente, a assinatura mensal da Netflix no Brasil varia de R$ 20,90 (padrão com anúncios) a R$ 59,90 (premium, sem anúncios, com acesso em mais dispositivos e com imagem de qualidade mais alta).
A assinatura mensal da HBO Max no Brasil varia de R$ 29,90 (básico com anúncios) a R$ 55.90 (platinum, sem anúncios, com acesso em mais dispositivos e com imagem de qualidade mais alta).
Já a Paramount+ varia de R$ 18,90 (limitado a celulares e tablets) a R$ 34,90 (com qualidade superior de imagem, sem anúncios e suporte ampliado de dispositivos).
3. O streaming é o futuro, e Hollywood se sente deixada de lado
A Warner Bros Discovery, que remonta a cerca de um século, possui um vasto catálogo, que inclui clássicos como Casablanca e O Exorcista.
Mas a tradicional empresa vem sofrendo pressão comercial com a transformação causada pelo streaming online nas indústrias de cinema e TV.
E a aquisição mostra como a era de ouro do cinema perdeu força.
Segundo Proulx, da Forrester, o rumo é claro: o futuro é “todo streaming”. “Com este acordo, se torna oficial: a mídia tradicional está chegando ao fim.”
A Netflix promete manter estreias nos cinemas, algo que faz sentido, já que a compra inclui a franquia de super-heróis da DC, grande arrecadadora nas bilheterias.
Mas há dúvidas sobre se isso continuará sendo uma prioridade. Neste ano, Ted Sarandos, cochefe-executivo da Netflix, disse considerar ir ao cinema um “conceito ultrapassado”.
A consolidação com a compra pela Netflix toca em um ponto sensível de uma indústria já abalada por cortes de pessoal, queda de produção e pelo avanço da inteligência artificial.
James Cameron, diretor de Titanic e da franquia Avatar, foi um dos muitos que reagiram negativamente, afirmando, pouco antes do anúncio, que o acordo poderia ser um “desastre” para Hollywood.
4. O acordo ainda não está fechado
A conclusão está longe de estar garantida.
Primeiro, a Warner Bros Discovery precisa concluir o desmembramento das unidades que não serão vendidas, incluindo CNN, Discovery e Eurosport.
Paralelamente, a concorrente Paramount Skydance, que pretendia comprar toda a Warner Brothers Discovery, apresentou uma oferta hostil na esperança de convencer os acionistas de que poderia oferecer uma alternativa atraente.
Em negociações entre corporações, isso ocorre quando uma empresa tenta comprar outra sem o consentimento da administração da empresa a ser comprada, geralmente oferecendo-se para comprar as ações negociadas na Bolsa dessa empresa-alvo.
A maior incerteza, porém, é que tipo de acordo será aprovado pelos órgãos reguladores da concorrência nos EUA e na Europa, algo que pode representar um grande desafio.
Em Washington D.C., capital dos EUA, congressistas de ambos os partidos já criticaram a proposta da Netflix, alegando risco de menos opções e preços maiores para os consumidores.
Sarandos disse que a Netflix, que terá de pagar US$ 5,8 bilhões (cerca de R$ 31,6 bilhões) se o acordo de compra naufragar, está “muito confiante” na aprovação da compra.
Alguns congressistas do Partido Democrata também fizeram críticas à oferta concorrente da Paramount. Analistas afirmam que ela exigiria uma revisão do impacto sobre anunciantes e distribuidores de TV locais, devido ao poder de uma empresa combinada sobre redes esportivas e infantis.
A decisão dependerá, em parte, de como os reguladores entenderem o cenário de competição no mercado, afirmou Jonathan Barnett, professor da Universidade do Sul da Califórnia (EUA).
Se considerarem apenas o streaming, a fatia ampliada da Netflix pode gerar grande preocupação em relação aos consumidores. Mas, se incluírem TV a cabo, emissoras abertas e até plataformas como YouTube, “as preocupações com concentração diminuem”.
Rebecca Haw Allensworth, professora da Faculdade de Direito Vanderbilt (EUA), afirmou que um acordo desse porte “normalmente seria contestado”, em busca de melhores condições para consumidores.
Desta vez, porém, ela teme que o governo do presidente americano, Donald Trump, tente pressionar a Netflix sobre questões como diversidade e viés político, como já ocorreu em outros casos.
5. Donald Trump é outro fator imprevisível
Trump sempre demonstrou interesse pela indústria de mídia e entretenimento e afirmou esperar participar das decisões. Ele exigiu que a CNN, que acusa de ser hostil ao seu governo, seja vendida para outra empresa como parte de qualquer acordo.
Mas não está claro o que ele pensa sobre as propostas atuais.
No fim de semana, Trump sinalizou preocupação com o tamanho da Netflix após a fusão, dizendo que poderia ser “um problema”. Ao mesmo tempo, elogiou a liderança da empresa.
Trump já falou positivamente sobre Larry Ellison, bilionário de tecnologia e doador republicano, e seu filho David, que lideram a oferta rival da Paramount Skydance. Mas, no dia 08/12, criticou a empresa após uma entrevista exibida com a congressista Marjorie Taylor Greene, antes aliada dele.
“Eles não são exatamente grandes amigos meus”, disse o presidente.
Bill Kovacic, ex-presidente da Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês), afirmou à BBC que as declarações de Trump indicam que qualquer decisão precisará de aval da Casa Branca.
Isso pode representar “um nível sem precedentes” de controle presidencial sobre o processo, disse Kovacic.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Gustavo Mioto comenta decisão de atuar em novela vertical: ‘Mini surto de coragem’


Mioto estreia como galã da novelinha “Cinderela e o segredo do pobre milionário”
Gustavo Mioto está explorando novos palcos. O cantor estreia como ator em “Cinderela e o Segredo do Pobre Milionário”, novela vertical Original Globoplay, com 50 episódios de até dois minutos. Entre o convite para protagonizar e o início das gravações, Mioto não hesitou e definiu a decisão como um “mini surto de coragem”.
Com a ajuda de um preparador, Gustavo começou a entrar no mundo da interpretação para viver Diego, um misterioso milionário que finge ser músico e pobre para conquistar Cindy (Maya Aniceto). Além da ajuda do profissional, Mioto fez algumas lições de casa.
Gustavo Mioto e Maya Aniceto formam par romântico em “Cinderela e o Segredo do Pobre Milionário”
Globo/Mauricio Fidalgo
“Comecei a ver palestras de atores consagrados falando sobre (atuação). Tentei ler o roteiro várias vezes para identificar onde conseguiria passar o Gustavo para o Diego. Foi um processo que não deu tempo para fazer muita coisa, mas o resultado ficou legal.”
Como referência nessa nova jornada, Gustavo cita Ryan Gosling e Fábio Jr. “Eu sempre fui muito fã do Fábio Jr. Ele ‘mitou’ nas duas áreas. É um cara que eu observei muito na parte musical e passei a observar também na parte de atuação. Eu sou muito fã do Ryan Gosling. Gosto muito do jeito dele em cena”, fala e cita como um dos meus filmes preferidos “La La Land”.
Gustavo Mioto e Maya Aniceto formam par romântico em “Cinderela e o Segredo do Pobre Milionário”
Globo/Bob Paulino
Mioto explica que essa experiência ajudou a ser mais seguro. “Estar ali me ajudou na minha confiança, nas minhas inseguranças de fazer algumas coisas”.
Apesar de já ter dado um “selinho” durante um clipe, na novelinha é a primeira vez que o cantor precisou dar um beijo técnico. “Eu fiquei mais travado na primeira vez. Conversei com Maya, minha parceira de cena, para entender os limites. Todo mundo foi querido, me acalmou, me tranquilizou para o que ia acontecer”, explica
Mas Mioto teve uma grande aliada na composição do personagem: a música. “Quando eu subi no palco para tocar com a Cindy, eu me senti mais confortável. Eu estava muito em casa e isso ajudou a pegar entrosamento com o pessoal do set. Então comecei pela parte mais fácil, digamos assim”.
Sobre a repercussão com a novela, Mioto já vem se preparando para lidar com as possíveis críticas. “Vai ser complicado para algumas pessoas me verem atuando, porque eu acho que estranha, é uma cara nova. Eu não tenho experiência nenhuma e foi algo desafiador. A galera pode pegar no pé por conta de falta de técnicas, mas não tem muito o que fazer. Quando sair a novela, fico dois, três dias fora do telefone”, brinca.
Gustavo Mioto descreve Diego como um “menino de família”, característica que, segundo ele, aproxima os dois. O cantor destaca ainda a frustração do personagem por não conseguir realizar seu sonho, embora compartilhem a mesma paixão pela música. “Algumas falas do Diego têm um tom sarcástico, mais voltado para a ironia. Eu me identifico muito com isso”, afirma Mioto.
O cantor revela que pretende continuar atuando e planeja investir em mais aulas de interpretação para aprimorar sua performance. Mas a experiência na novelinha vertical foi positiva para Mioto.
“O lance de testar algo novo, de se jogar, de arriscar, fazia um tempo que eu estava meio acomodado. Foi bem legal ‘tomar esse acorda’ da vida”, diz.
Para as fãs que vão acompanhar a novelinha, Gustavo Mioto faz um pedido especial: “Me defendam nos comentários! Assistam, é uma história superleve. Espero, de coração, que vocês gostem”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Afrika Gumbe aplica ‘Soro energizado’, primeiro álbum em 15 anos, com temas do Rappa e a participação de Lenine


Capa do álbum ‘Soro energizado’, do grupo Afrika Gumbe
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♫ NOTÍCIA
♬ Banda carioca formada nos anos 1980, Afrika Gumbe lança o terceiro álbum, Soro energizado, nesta sexta-feira, 12 de dezembro. Sucessor do álbum Meu refrão inquieto (2010), apresentado há 15 anos, Soro energizado alinha nove músicas gravadas pelo trio formado por Marcelo Lobato, Marcos Lobato e Pedro Leão.
Ele amarelou mas fez o gol, Estação espacial lunar, A obrigação do dom e Todas as bobagens figuram no repertório do álbum Soro energizado ao lado de Wifi free (2024) – música gravada com adesão de Lenine e apresentada em single no ano passado – e de regravações de Vida rasteja e Uma vida só, temas do repertório do ora desativado grupo O Rappa, do qual Marcelo Lobato é integrante.
Gravado no Estúdio Jimo no Rio de Janeiro (RJ), com produção musical orquestra pelo próprio grupo, o álbum Soro energizado é conceituado pelo Afrika Gumbe como “ode à resistência e à reinvenção”, sendo dedicado ao compositor Ivan Santos e ao fotógrafo Diego Matheus, morto aos 34 anos em decorrência de covid-19.
“Aprofundamos nossas raízes rítmicas, progressivas e psicodélicas em um disco denso e compacto que, em nove canções, fala dos sonhos e aspirações do homem urbano”, situa Marcos Lobato.

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Game Awards 2025 anuncia vencedores; veja lista


‘Clair Obscur: Expedition 33’
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O Game Awards 2025 começou a anunciar seus vencedores nesta quinta-feira (11). “Clair Obscur: Expedition 33” lidera o número de indicações, com 12 no total.
“Death Stranding 2: On the beach” e “Ghost of Yotei” ficam em segundo, com sete cada.
A categoria principal, de jogo do ano, conta com “Clair Obscur: Expedition 33”, “Death Stranding 2: On the beach”, “Hades 2”, “Donkey Kong Bananza”, “Hollow Knight: Silksong” e “Kingdom Come: Deliverance 2”.
Veja a lista com os vencedores, atualizada em tempo real, após o vídeo abaixo:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Inovação em acessibilidade
‘Assassin’s Creed Shadows’
‘Atomfall’
‘Doom: The dark ages’ (VENCEDOR)
‘FC 26’
‘South of midnight’
Melhor jogo para a família
‘Donkey Kong Bananza’ (VENCEDOR)
‘Lego Party!’
‘Lego Voyagers’
‘Mario Kart World’
‘Sonic Racing: CrossWorlds’
‘Split Fiction’
Jogo do ano
‘Clair Obscur: Expedition 33’
‘Death Stranding 2: On the beach’
‘Donkey Kong Bananza’
‘Hades 2’
‘Hollow Knight: Silksong’
‘Kingdom Come: Deliverance 2’
Melhor direção
‘Clair Obscur: Expedition 33’
‘Death Stranding 2: On the beach’
‘Ghost of Yotei’
‘Hades 2’
‘Split Fiction’
Melhor time de esports
Gen.G – ‘League of legends’
NRG – ‘Valorant’
Team Falcons – ‘Dota 2’
Team Liquid PH – ‘Mobile Legends: Bang bang’
Team Vitality – ‘Counter Strike 2’
Melhor atleta de esports
Brawk
Chovy
Forsaken
Kakeru
Menard
Zywoo
Melhor jogo de esports
‘Counter Strike 2’
‘Dota 2’
‘League of legends’
‘Mobile legends: Bang bang’
‘Valorant’
Melhor jogo de esporte/corrida
‘FC 26’
‘F1 25’
‘Mario Kart World’
‘Rematch’
‘Sonic Racing: CrossWorlds’
Melhor jogo de simulação/estratégia
‘The Alters’
‘Final Fantasy Tactics – The Ivalice chronicles’
‘Jurassic World Evolution 3’
‘Civilization 7’
‘Tempest rising’
‘Two point museum’
Melhor jogo de ação
‘Battlefield 6’
‘Doom: The dark ages’
‘Hades 2’
‘Ninja Gaiden 4’
‘Shinobi: Art of vengeance’
Melhor jogo de luta
‘2XKO’
‘Capcom Fighting Collection 2’
‘Fatal Fury: City of the wolves’
‘Mortal Kombat: Legacy kollection’
‘Virtua Fighter 5 R.E.V.O. World Stage’
Melhor jogo de RPG
‘Avowed’
‘Clair Obscur: Expedition 33’
‘Kingdom Come: Deliverance 2’
‘Monster Hunter Wilds’
‘The Outer Worlds 2’
Melhor jogo de ação/aventura
‘Death Stranding 2: On the beach’
‘Ghost of Yotei’
‘Hollow Knight: Silksong’
‘Indiana Jones and the great circle’
‘Split Fiction’
Jogo mais aguardado
‘007: First light’
‘Grand theft auto 6’
‘Marvel’s Wolverine’
‘Resident Evil: Requiem’
‘The Witcher 4’
Criador de conteúdo do ano
Caedrel
Kai Cenat
Moistcr1tikal
Sakura Miko
The Burnt Peanut
Melhor jogo de realidade virtual/realidade aumentada
‘Alien: Rogue Incursion’
‘Arken Age’
‘Ghost town’
‘Marvel’s Deadpool VR’
‘The midnight walk’
Melhor jogo de estreia independente
‘Blue Prince’
‘Clair Obscur: Expedition 33’
‘Despelote’
‘Dispatch’
‘Megabonk’
Melhor jogo independente
‘Absolum’
‘Ball x Pit’
‘Blue Prince’
‘Clair Obscur: Expedition 33’
‘Hades 2’
‘Hollow Knight: Silksong’
Melhor multiplayer
‘Arc Raiders’
‘Battlefield 6’
‘Elden Ring: Nightreign’
‘Peak’
‘Split Fiction’
Games for impact
‘Consume me’
‘Despelote’
‘Lost records: Bloom & rage’
‘Soith of midnight’
‘Wanderstop’
Melhor apoio à comunidade
‘Baldur’s Gate 3’
‘Final Fantasy 14’
‘Fortnite’
‘Helldivers 2’
‘No man’s sky’
Melhor narrativa
‘Clair Obscur: Expedition 33’
‘Death Stranding 2: On the beach’
‘Ghost of Yotei’
‘Kingdom Come: Deliverance 2’
‘Silent Hill f’
Melhor adaptação
‘Um filme Minecraft’
‘Devil May Cry’
‘Splinter Cell: Deathwatch’
‘The last of us’
‘Untill Dawn’
Melhor direção de som
‘Battlefield 6’
‘Clair Obscur: Expedition 33’
‘Death Stranding 2: On the beach’
‘Ghost of Yotei’
‘Silent Hill f’
Melhor trilha e música
Christopher Larkin – ‘Hollow Knight: Silksong’
Darren Korb – ‘Hades 2’
Lorien Testard – ‘Clair Obscur: Expedition 33’
Toma Otowa – ‘Ghost of Yotei’
Woodkid & Ludvig Forssell – ‘Death Stranding 2: On the beach’
Melhor direção de arte
‘Clair Obscur: Expedition 33’
‘Death Stranding 2: On the beach’
‘Ghost of Yotei’
‘Hades 2’
‘Hollow Knight: Silksong’
Melhor jogo para dispositivos móveis
‘Destiny rising’
‘Persona 5: The Phantom X’
‘Sonic Rumble’
‘Umamusume: Pretty derby’
‘Wuthering waves’
Melhor jogo em atualização
‘Final Fantasy 14’
‘Fortnite’
‘Helldivers 2’
‘Marvel Rivals’
‘No man’s sky’
Melhor atuação
Ben Starr – ‘Clair Obscur: Expedition 33’
Charlie Cox – ‘Clair Obscur: Expedition 33’
Erika Ishii – ‘Ghost of Yotei’
Jennifer English – ‘Clair Obscur: Expedition 33’
Konatsu Kato – ‘Silent Hill f’
Troy Baker – ‘Indiana Jones and the great circle’

Fonte: G1 Entretenimento