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Após reflexão bíblica de Luiza Possi, Maria Gadú confirma romance: ‘Foi um erro’


Maria Gadú confirma namoro com Luiza Possi e diz que se arrependeu: ‘Foi um erro’
Reprodução/Instagram/Divulgação
Luiza Possi publicou um vídeo nas redes sociais com uma reflexão bíblica sobre o que chamou de “injustiça” em um momento “difícil”. A postagem gerou repercussão nas redes sociais, principalmente depois que Maria Gadú se pronunciou nos comentários.
Na legenda da postagem feita na terça-feira (25), a filha de Zizi Possi afirma acreditar que a fé lhe ajudará nesse momento que ela classificou como “muito difícil”.
“O bem é bem mesmo que todos estejam agindo mal. Aqueles que creem que têm mais poder que Deus podem até ocupar altos cargos, mas pela força que tem no Nosso Criador, assim como subiram descerão. As pessoas que temem a Deus podem estar vivendo um inferno na Terra, mas pela força da fé, viverão para testemunhar que Deus é bom e trará o livramento e a dupla honra. O momento senhoras e senhores, é muito difícil, queiram ver ou não, e o futuro pelos olhos humanos, é terrível, mas eu creio que pelo nome de Jesus viveremos para ver uma nação reconstruída, forte, justa e próspera. Eu creio”, escreveu.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Um dia depois, Maria Gadú respondeu à postagem com ironia e disse que elas namoraram no passado, relacionamento nunca assumido publicamente.
“Luiza Possi, glória a Deus. Ore por nós, que ele perdoe pelo tempo que passamos juntos, os pecados, as mentiras que contastes dizendo que eram mentira. Deus é misericordioso, se ele te perdoou, vai me perdoar também. O tempo em que namoramos foi um erro. Hoje percebi isso com tanta fé. Que o passado nos abandone. Amém”, disse.
Comentário da Maria Gadú na postagem de Luiza Possi
Reprodução/Instagram
Na manhã desta quinta-feira (27), a Luiza Possi desativou os comentários da publicação.
Luiza é casada desde 2017 com o diretor de TV Cris Gomes, com quem tem dois filhos: Lucca, de 6 anos, e Matteo, de 4. Já Maria Gadú vive desde 2021 com Ana Paula Popi, com quem tem uma filha, Alice, de 2 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Zootopia 2’ estreia 9 anos depois do 1º: Como ‘Encanto’ ajuda a explicar demora da continuação


Assista ao trailer de ‘Zootopia 2’
Quando um filme faz US$ 1 bilhão nas bilheterias, é natural que todo mundo pense que uma continuação não deve demorar. Por isso, muita gente não consegue entender o motivo pelo qual “Zootopia 2” levou mais de nove anos para ser lançado, depois do sucesso estrondoso da animação original em 2016.
O novo filme da Disney estreia nesta quinta-feira (27) nos cinemas brasileiros como uma sequência direta da história sobre a parceria entre uma policial coelho e um malandro raposa, que conquistou o público ao redor do mundo há quase uma década.
Por que, então, demoraram tanto para desenvolver um novo capítulo? Lançada alguns meses depois do primeiro “Zootopia”, “Moana: Um mar de aventura”, por exemplo, ganhou uma continuação em 2024.
A explicação tem a ver com o tempo de produção de uma animação do tipo – e com outro sucesso do estúdio.
“O que as pessoas talvez não percebam é que nós três literalmente tivemos que terminar ‘Encanto’. Estávamos loucos para voltar para “Zootopia”, mas queríamos encerrar ‘Encanto’ direito”, diz Jared Bush em entrevista ao g1.
Promovido ao posto de diretor criativo do estúdio de animação da Disney em 2024, ele foi um dos diretores do primeiro filme, do musical de 2021 e se reencontra com Byron Howard para comandar a sequência.
“É frustrante às vezes porque, se você vê nossos currículos, são curtíssimos.”
“Cinco filmes. Aí você olha o pessoal de live-action e são páginas e páginas”, brinca Howard.
Cena de ‘Zootopia 2’
Divulgação
“Eles perguntam: ‘O que vocês fizeram esse tempo todo?’. E a gente responde: ‘Trabalho duro’. Eles não entendem. (risos) Vou chorar por isso pelo resto da carreira.”
Na entrevista, a dupla, junto da produtora Yvett Merino, fala sobre as escolhas do animal ideal para cada personagem, as dinâmicas entre os protagonistas, o começo lento feito de propósito para pegar o público desprevenido e a demora do novo “Zootopia”.
Leia abaixo, editada para clareza:
g1 – Por que demorou tanto para fazerem uma continuação, já que o filme foi tão enorme em 2017? E isso tem a ver com a Disney, como empresa, estar mais aberta agora a grandes continuações cinematográficas?
Jared Bush – Engraçado, porque uma coisa não tem relação com a outra. O que as pessoas talvez não percebam é que nós três literalmente tivemos que terminar “Encanto”. Estávamos loucos para voltar para “Zootopia”, mas queríamos encerrar “Encanto” direito.
Nossos filmes levam quatro a seis anos para serem feitos — é o tempo normal de uma animação da Disney. Pensamos em continuações desde o primeiro filme, porque Zootopia é um lugar enorme, onde você pode pôr a câmera em qualquer canto e encontrar uma história.
E sou muito grato pelo tempo que tivemos, porque a história que queríamos contar — essa relação entre Nick e Judy — talvez não desse o mesmo filme cinco anos atrás. E eu amo esse filme, não consigo imaginar outra versão.
Byron Howard – Exato. E é frustrante às vezes porque, se você vê nossos currículos, são curtíssimos. Cinco filmes. Aí você olha o pessoal de live-action e são páginas e páginas. Eles perguntam: “O que vocês fizeram esse tempo todo?” E a gente responde: “Trabalho duro”. Eles não entendem. (risos) Vou chorar por isso pelo resto da carreira.
g1 – Cada pessoa que assiste a um filme como esses pode entender uma mensagem. Para alguns, pode ser sobre preconceito com imigrantes ou pessoas diferentes. Sobre o que é este filme para cada um de vocês?
Jared Bush – Acho que a nossa intenção era mergulhar de verdade nos nossos protagonistas, Nick e Judy, e contar uma história sobre a continuidade da parceria deles — e fazer isso através das diferenças entre eles.
No primeiro filme, falamos muito sobre preconceito e estereótipos. Queríamos continuar essa jornada, mas com os dois bem no centro, fazendo a pergunta: dois animais tão diferentes — não só porque um é coelho e o outro é raposo, mas porque enxergam o mundo de maneiras distintas — conseguem mesmo funcionar como parceiros a longo prazo? Para mim, é disso que este filme trata.
Byron Howard – Seguindo nessa linha, acho que nós três somos um bom exemplo, porque somos um time bem específico. Eu e Jared somos bons em coisas diferentes e contamos um com o outro porque sabemos que o outro tem forças que talvez eu não tenha. Algo que parece um obstáculo no começo pode virar seu maior benefício.
E é isso que eu amo na Disney Animation: temos nosso grupo aqui em Burbank e outro em Vancouver, mas somos uma equipe só. Somos pessoas muito diferentes, e precisamos entender que essas diferenças nos tornam um grupo de contadores de histórias muito forte. Sem isso, tudo desmoronaria.
Então, acho que o filme é sobre isso também — ver Nick, Judy, Gary e Nibbles, personagens muito diferentes, encontrarem suas forças e seguirem juntos. Pra mim, é sobre força nas diferenças.
Cena de ‘Zootopia 2’
Divulgação
Yvett Merino – Concordo totalmente com o que o Jared e o Byron disseram. Tudo começa pelos personagens e pela relação entre Judy e Nick — como ela evolui e como é testada com a chegada de outros personagens. Esse é o núcleo da história: levar essa relação a um novo nível, aprender coisas novas um sobre o outro e aceitar isso.
g1 – Quando vocês decidiram seguir por esse caminho — o tema dos répteis e cobras se relacionando com a cidade, algo que lembra estrangeiros chegando a um lugar novo? É um tema bem atual. Quando isso virou o eixo da evolução entre os protagonistas?
Byron Howard – Vou começar com uma mini anedota. Quando nós três estávamos terminando “Encanto”, o filme nem estava pronto ainda, o Jared bateu no meu ombro. Quando virei, ele tinha um bloquinho com um desenho escrito “Zootopia 2”, e o número 2 era uma cobra. Então, muito cedo — não sei por quê — ele já pensava nisso.
Nós já tínhamos comentado no primeiro filme que existiam répteis e outras espécies naquele mundo, mas o longa era só sobre mamíferos. E o fato de ele já ter essa ideia lá atrás abriu caminho para tudo que veio depois.
Jared Bush – Pois é. Essa ideia de uma cidade de mamíferos que não está acostumada a répteis… ao longo do filme entendemos o porquê. Parece algo muito ligado ao momento atual, mas na verdade é natureza humana. Isso acontece há décadas, séculos: quando encontramos alguém diferente de nós, nossa primeira reação muitas vezes é desconfiar ou criar suposições. É o que fazemos. Então queríamos contar essa história para perguntar: isso ajuda alguém? E se víssemos essas diferenças como benefícios — isso mudaria como nos sentimos?
Cena de ‘Zootopia 2’
Divulgação
g1 – No começo, o filme parece seguir uma trama bem direta, alguns clichês típicos de animação, e eu fiquei cético — “acho que sei exatamente como isso termina”. Mas depois vocês fazem viradas totalmente inesperadas e os personagens ficam mais reais, mais vivos, mais humanos. O quanto disso é intencional — fazer o público achar que sabe para onde vai e depois surpreender?
Jared Bush – Engraçado, porque falamos sobre isso muitas vezes. É totalmente intencional. Quando começamos a desenvolver a história, queríamos que o público sentisse que estava numa zona confortável, que reconhecesse: “Ah, este é o ‘Zootopia’ que eu lembro, e eu sei qual será a história”.
Queríamos que os personagens sentissem o mesmo — confortáveis — até começarmos a mudar tudo e colocar Nick e Judy em situações de extremo desconforto.
Queríamos fazer o mesmo com o público. Em histórias de mistério, é importante ter reviravoltas, mas como este é um filme sobre personagens aprendendo muito, queríamos criar essa falsa sensação de segurança para depois puxar o tapete.
g1 – E é engraçado porque quando eles passam a ser perseguidos e a polícia acha que foram eles, eu pensei: “Ok, já vi isso antes”. Mas aí vocês começam a evoluir tanto as relações.
Jared Bush – Ainda bem. E já que você mencionou isso, uma coisa em que trabalhamos bastante foi garantir que a história da relação — esses momentos mais profundos — fosse a estrela do filme. Você acha que é sobre o mistério, mas o mistério, como o Byron disse, é quase o pano de fundo para essa história de personagens entre Nick e Judy — o que eles aprendem um sobre o outro e sobre si mesmos. Queríamos que isso estivesse sempre em primeiro plano.
g1 – Como vocês escolhem o animal certo para cada personagem? Começa pelo animal, pelo personagem, pela personalidade?
Byron Howard – É uma das partes mais divertidas. Há milhares de animais possíveis, então encontrar o que se encaixa perfeitamente é ótimo. Às vezes vem de surpresa. O cavalo prefeito, por exemplo, não foi ideia nossa — foi de uma das designers. Tentamos vários prefeitos: um canguru bombado, um elefante enorme… e nada parecia certo.
Aí ela disse: “E um cavalo?” E pensamos: “Ah, não sei, cavalo não parece muito interessante”. Mas ela mostrou aquele cavalo — um ex-astro de ação bombado — e pensamos: “Ok, ele precisa estar no filme”. Assim Winddancer virou um ponto-chave.
Yvett Merino – É uma das magias do mundo de “Zootopia”. Você tem uma ideia para um personagem, experimenta diferentes animais e algo mágico acontece: o design chega, depois o modelo, depois a voz, depois a animação… e tudo se encaixa. Isso só acontece em animação. O caso do prefeito foi exatamente assim: não parecia certo, conversamos muito, até que — de repente — clicou.
Cena de ‘Zootopia 2’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Kiko Zambianchi comemora ‘Em dezembro de 81’ do Flamengo, mas lembra pai botafoguense: ‘Deve estar se revirando’


‘Em dezembro de 81’ Kiko Zambianchi comemora hit do Flamengo, mas lembra de pai
Imagina estar em casa, tranquilo, e receber uma ligação dizendo que 70 mil pessoas estão no Maracanã cantando uma versão de uma música sua.
Foi assim que Kiko Zambianchi descobriu que “Primeiros Erros” havia sido adotada pela torcida do Flamengo. O hit foi lançado pelo cantor paulista em 1985 e depois regravado pelo Capital Inicial em versão acústica, 15 anos depois.
“Foi o Marcelo Serrado que me avisou”, lembra Kiko ao g1, falando do amigo ator. “Ele me ligou e falou: ‘Cara, essa música aqui é a sua música. Eu tô aqui no Maracanã’.” “Tudo bem, eu sou santista, mas a torcida do Flamengo é uma coisa impressionante, né?”, ele pergunta.
Do Orkut ao Maracanã
Torcida do Flamengo no Maracanã
Divulgação/Flamengo/Mariana Sá
A história do canto rubro-negro começou longe dos estádios. Em 2011, surgiu no Orkut uma adaptação de “Primeiros Erros” com letra escrita por Eric Barceleiro, da torcida Nação 12. A música celebrava o título mundial do Flamengo em 1981, exaltando o 3 a 0 no Liverpool com dois gols de Nunes e um de Adílio.
A versão circulou entre comunidades online, mas só explodiu no estádio por volta de 2017, quando torcedores começaram a cantar nas arquibancadas. O auge veio na Libertadores de 2019, quando a canção virou trilha emocional de um time que seria campeão.
Agora, deve retornar em Lima, no sábado (29), quando o Flamengo enfrenta o Palmeiras na final da Libertadores.
Pai era botafoguense fanático
Ivo Meirelles e Kiko Zambianchi cantam ‘Dezembro de 1981’, canto da torcida do Flamengo, no Fantástico em 2019
Reprodução/TV Globo
Apesar de hoje flertar com a torcida do Flamengo, Kiko tem história com outro time carioca, herdada de casa. “Meu pai era um botafoguense fanático. Acompanhava todos os jogos, tinha bandeira, cinzeiro, flâmula, tudo.”
E como será que ele reagiria a ver o filho associado a um dos maiores rivais do Botafogo? Kiko dá risada ao responder. “Meu pai deve estar se revirando lá por minha música estar sendo cantada pelo Flamengo… mas eu acho que ele tá gostando.”
Natural de Ribeirão Preto, mas filho de carioca, o cantor diz que até ouviu umas leves provocações de santistas. “Ah, teve, teve uma cobrança light”, ele adjetiva.
Direitos autorais e surpresa no Japão
O cantor Kiko Zambianchi
Divulgação
A viralização do canto trouxe ainda uma renda extra com direitos autorais. “Em dezembro de 81” foi parar nas plataformas de streaming, com direito versões em estilos como samba, eletrônica e funk.
O sucesso foi tanto que rendeu um convite para participar da abertura do Fantástico ao lado de Ivo Meirelles, no domingo após o Flamengo conquistar a Libertadores. “Eu acabei realmente simpatizando com a torcida do Flamengo”, admite.
A música também levou Kiko a uma cena improvável (e marcante) em uma turnê bem longe do Brasil. “Logo depois da vitória do Flamengo, eu fui pro Japão fazer show”, ele conta.
“Quando toquei ‘Primeiros Erros’, olhei pra frente e tinha uns sete japoneses com a camisa do Flamengo cantando: ‘Em dezembro de 81!”, ele completa, rindo de novo, enquanto fuma um cigarro e toma um copo de Coca-Cola.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Castela grava segunda música em parceria com o namorado, Zé Felipe, em menos de dois meses


Ana Castela grava segunda música em parceria com o namorado, Zé Felipe, em menos de dois meses
Reprodução/Instagram
Nesta terça-feira (25), Ana Castela gravou mais uma edição do projeto Agroplay Verão. Desta vez, em Balneário Camburiú, em Santa Catarina. Produzido pela Agroplay Records, o projeto é uma espécie de “laboratório de estudos da empresa” e costuma testar lançamentos de artistas da gravadora.
Um dos maiores hits de Ana Castela, a música “Nosso Quadro” nasceu em uma das edições do projeto.
Na gravação deste ano, Ana recebeu o namorado, Zé Felipe. Os dois gravaram juntos a faixa “Eu só quero você”. A data de lançamento ainda não foi divulgada.
No início de outubro, Ana e Zé já haviam lançado o single “Sua Boca Mente”, versão em português do clássico “You’re Still The One”, da estrela country Shania Twain. Os dois também gravaram um clipe romântico, antes mesmo de oficializarem o namoro.
Leia mais: Agroplay nasceu para agenciar Ana Castela e mira hits misturando agronejo e pop latino
Quando anunciaram a relação, os dois já tinham um show em parceria agendado. Ele aconteceria em Xangri-lá, no Rio Grande do Sul, no dia 27 de dezembro. Mas o evento foi cancelado após um impasse com classificação etária.
Feats com namorados
Ana Castela e Gustavo Mioto cantam “Fronteira” no palco do Ribeirão Rodeo Music 2024 em Ribeirão Preto, SP
Érico Andrade/g1
Não é a primeira vez – nem segunda, que Ana Castela faz um feat com um namorado. Com Gustavo Mioto, com quem a boiadeira namorou até dezembro de 2024, Ana gravou “Fronteira” e “Princesa”.
Em entrevista ao g1 em junho de 2023, quando ainda estava com Mioto, Ana falou sobre o quanto a vida pessoal interfere na hora de escrever letras e selecionar repertório.
“É claro que quando a gente começa a namorar, começa a sentir várias emoções e aí isso aparece nas músicas. As músicas ficam, realmente, mais apaixonadas. E quando a gente fica triste, aí o repertório fica mais triste.”
Leia mais: Ana Castela & Gustavo Mioto: Como o namoro dos dois afeta (ou não) as músicas e a carreira?

Fonte: G1 Entretenimento

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Lenine ressoa lembranças afetivas descortinadas pela memória na foto familiar de ‘Eita’, filme ‘para se ouvir’


Lenine em cena do filme ‘Eita’, média-metragem costurado pelo repertório do primeiro álbum de estúdio do artista em dez anos
Malu Freire / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Ouvidos na voz de Maria Bethânia, os versos de Foto de família – parceria de Lenine com João Cavalcanti que integra a safra de 11 músicas inéditas de Eita, álbum que cai no mundo na sexta-feira, 28 de novembro – são a senha para o entendimento do filme derivado do disco e também intitulado Eita.
No filme, apresentado por Lenine com o imersivo som dolby atmos em duas sessões para convidados que lotaram uma das salas do Cinema Marquise em São Paulo (SP) na noite de ontem, 25 de novembro, o artista expõe na tela uma sequência de clipes que formam mosaico de imagens afetivas, ressoando boas lembranças descortinadas pela memória.
Essa foto da família biológica e afetiva construída na trajetória da vida e da música é a matéria-prima de Eita, primeiro álbum gravado em estúdio por Lenine com repertório inédito em dez anos.
Se o álbum Eita é um disco ‘para se ver’, o média-metragem Eita – dirigido por Lenine com Kabé Pinheiro e Laís Branco, com roteiro de George Moura e João Moura – é um filme ‘para se ouvir’.
“Eita é um documento da minha intimidade”, conceituou Lenine na breve apresentação feita antes da exibição do filme produzido pelas empresas Casa 9 e Mameluco Produções sob direção artística do engenheiro de som Bruno Giorgi, produtor musical do álbum Eita.
Quem toca a Mameluco é a diretora e produtora Anna Maria Giorgi Barroso, ou Anna Barroso, como é conhecida no meio musical a companheira de Oswaldo Lenine Macedo Pimentel.
Na foto de família que espoca na tela do filme Eita, Anna protagoniza com Lenine um dos flashes mais sensíveis do média-metragem. É quando, sentada em cadeira alocada em espaço povoado por memorabilias, diante de Lenine, Anna ouve com emoção interiorizada (mas perceptível nos olhos, janela da alma) o parceiro se derramar em afeto ao dar voz aos versos apaixonados de Meu xamêgo, canção que Lenine compôs sozinho e que dedica a Anna na safra inédita do álbum Eita.
A exposição pública do elo e do afeto conjugal é carregada de sentidos adicionais para quem sabe que, nos longos anos em que Lenine lutou por um lugar ao sol para construir o universo musical reiterado no álbum Eita, Anna bancou o pão com o rendimento do próprio trabalho para que o companheiro continuasse alimentando o sonho que somente começou a se concretizar a partir da década de 1990.
Álbum e filme Eita costuram e exaltam as referências pessoais e profissionais de Lenine, pernambucano que dedica a música-título Eita à nação nordestina que o pariu e o preparou para cair na vida com som cosmopolita que jamais deixou de estar fincado no fértil solo musical nordestino em que brotaram Dominguinhos (1941 – 2013), Hermeto Pascoal (1936 – 2025), Letieres Leite (1959 – 2021) e Naná Vasconcelos (1944 – 2016), ícones celebrados no disco.
É do Recife (PE), cidade fundamental da nação, que parte o filme Eita com a exibição do clipe de Confia em mim, canção de Lenine e Dudu Falcão. Lenine gira pelos contornos da Praça da República em rota que, em outros números musicais, passa por Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), mas que volta para o Recife (PE) na tradução visual da música Boi Xambá (Lenine), gravada com o grupo Bongar nos estúdio pernambucanos Fábrica e Música Troncha.
Se a música Foto de família é dedicada por Lenine à mãe Daisy Pimentel (falecida em janeiro de 2017, aos 91 anos), de cujo ventre o artista saiu para o mundo em 2 de fevereiro de 1959 na capital de Pernambuco, Aos domingos (Lenine) vem com dedicatória ao pai, José Geraldo, falecido em julho de 2015 aos 93 anos. Daisy e José Geraldo simbolizam as raízes da árvore genealógica que vem gerando frutos como os netos de Lenine, também vistos no filme.
Entre uma e outra dedicatória familiar, o filme segue o Rumo do fogo (Lenine e Lula Queiroga) com preocupações ambientalistas na música gravada com a adesão vocal de Maria Gadú e dedicada aos ativistas e líderes indígenas Davi Kopenawa e Ailton Krenak.
Enfim, o filme Eita retrata afetos em moldura visual requintada que traduz o som do álbum que lhe deu origem. No filme, assim como no disco, Lenine continua bem na foto.
♫ O colunista do g1 viajou a São Paulo (SP) a convite da produção de Lenine.
Lenine celebra ícones da música nordestina, como Dominguinhos (1941 – 2013), no álbum e no média-metragem ‘Eita’
Malu Freire / Divulgação
Maria Bethânia faz feat com Lenine na música ‘Foto de família’, parceria do artista com o filho João Cavalcanti
Malu Freire / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Macaulay Culkin revela que mudou nome completo para ‘Macaulay Macaulay Culkin Culkin’


Macaulay Culkin na premiere de “Zootopia 2”
REUTERS/David Swanson
Após uma votação popular, o ator Macaulay Culkin mudou seu nome do meio legalmente e agora se chama “Macaulay Macaulay Culkin Culkin”. A revelação voltou a repercutir neste fim de semana, durante um evento que celebrou os 35 anos de “Esqueceram de Mim”.
No palco, o ator contou que seu nome completo foi alterado oficialmente em 2019, quando ele abandonou o nome do meio original, Carson.
“Estava olhando meu passaporte e pensei que poderia dar uma melhorada no nome”, brincou o ator na época.
Segundo a revista “People”, ele relembrou como funcionou a votação e como o público participou ativamente do processo, que acabou se tornando uma brincadeira bem-humorada entre ele e seus seguidores.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A votação, realizada ao longo de dezembro de 2018, oferecia cinco opções, entre elas “Shark Week”, “TheMcRibIsBack”, “Publicity Stunt” e “Kieran”, referência ao irmão mais novo do ator, que esteve em “Succession”. A vencedora foi justamente “Macaulay Culkin”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 90 anos, Judi Dench revela que problema ocular a impede de reconhecer amigos


Judi Dench na cerimônia do Oscar em 2022
Mike Blake/Reuters
Judi Dench disse ao programa britânico ITV News que seu problema ocular vem piorando a cada ano. A vencedora do Oscar, que foi diagnosticada com degeneração macular relacionada à idade em 2012, explicou que a condição a impede de reconhecer amigos, ler livros e assistir à televisão.
Ao lado do ator Ian McKellen, Judi comentou sobre o fato de ter aparecido raramente diante das câmeras nos últimos anos.
“Não, porque eu não consigo mais enxergar”, explicou à ITV News. McKellen respondeu carinhosamente: “Nós conseguimos ver você”, ao que Judi acrescentou: “Sim, consigo ver seu contorno e sei quem você é pelo seu cachecol de Macbeth. Mas não reconheço mais ninguém”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Por conta de seu problema de saúde, o último trabalho de Judi no cinema foi “Allelujah”, de 2022. A atriz limita suas aparições nos últimos anos a documentários, nos quais participou como ela mesma.
Judi tem grandes trabalhos no cinema e no teatro e, ao longo de mais de sete décadas de carreira, recebeu inúmeros prêmios, incluindo um Oscar, quatro BAFTAs, dois Globos de Ouro, dois SAG Awards e um Tony.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Vamos pra cima, porco’: a balada romântica argentina que virou o principal canto do Palmeiras


Como hino do Palmeiras “Vamos pra cima, porco” nasceu de uma balada romântica
Roque Narvaja tem 74 anos, sendo mais de 50 dedicados ao estilo musical que carrega no próprio nome. Nos anos 60, foi quase um Erasmo Carlos argentino, líder da banda La Joven Guardia. Depois, seguiu em carreira solo mais romântica com hits como “Santa Lucía”. Mas uma história recente (e inesperada) ligou sua trajetória ao Palmeiras.
Em 1982, ele lançou “Ni una palabra”, gravada e lançada na Espanha, onde vivia em exílio por conta da ditadura militar argentina. Quarenta anos depois, a música ganhou novo significado no Brasil ao se tornar a base melódica do principal canto da torcida do Palmeiras, que será entoado na final da Libertadores contra o Flamengo, no próximo sábado (29), em Lima.
Versos cantados baixinhos sobre uma manhã de sol e a imagem de uma jovem mulher em uma praia espanhola mudaram bastante. Após versões de times argentinos, passaram a ser entoados pelos palmeirenses:
“Vamos pra cima porco / Hoje eu vim te apoiar / Sair vencedor / Lutem sem parar”
Ao ouvir a versão brasileira apresentada pelo g1, Roque classificou a letra como: “Muito espartana, muito grega.” “Quando uma coisa assim acontece, quer dizer que sua música chegou ao que há de mais vital em um povo”, ele exalta.
Roque Narvaja acompanha sua música sendo cantada no futebol argentino em 2024
Reprodução/Instagram do cantor
Mesmo se dizendo agora “um pouco palmeirense”, Roque mantém ligação histórica com o Boca Juniors. “Eu pessoalmente sou Boca, muito do Boca.” Ele relembra que viveu um momento marcante ao ouvir “Ni una palabra” cantada por torcedores no estádio La Bombonera.
“Foi tipo uma surpresa. E, bom, eu e meu filho nos olhamos, nos abraçamos e choramos no estádio do Boca porque todos estavam cantando”, ele recorda.
“Essas são as minhas sensações sobre o fato de que uma torcida, sobretudo a sua, cante ou descubra uma música sua. Eu não fiz absolutamente nada. Isso é coisa do povo, desse monte de gente…”
Letra original é sobre casal ‘improvável’
O cantor argentino Roque Narvaja em capa do disco ‘Al Natural’, de 1985
Reprodução
A letra original não tem nada a ver com lutar sem parar. É uma canção romântica sobre um casal que Roque conheceu na Espanha. Ele estava andando em uma praia em Maiorca, quando viu a tal garota de perfil.
“Havia uma menina muito, muito bonita… parecia bem jovenzinha”, conta. Eles conversaram sobre amenidades, como o sotaque argentino dele.
“Ela era muito fiel ao namorado de 52 anos. Ela se despediu muito amavelmente e eu escrevi a música… falando de um casal muito diferente, mas que se ama muito. É uma música que provavelmente o Caetano acharia divertida.”
Canto palmeirense surgiu em concurso
Torcida do Palmeiras no Allianz Parque, em São Paulo
Marcos Ribolli/ge
Ao som da melodia criada por ele, o canto “Vamos pra cima, porco” é repetido várias e várias vezes pedindo para o Palmeiras lutar sem parar.
Roque disse entender o uso da melodia pela torcida, inclusive em momentos de crítica: “Quando há uma jogada ruim, quando sai um gol contra, a música aparece… e aparece também como forma de recriminação.”
A versão palmeirense surgiu em 2022, quando a Mancha Alvi Verde organizou um concurso a pedido do técnico Abel Ferreira. O torcedor Igor Melo venceu com a letra que se espalhou rapidamente entre os palmeirenses.
Antes, a mesma melodia já havia sido adaptada por torcidas de clubes como Newell’s Old Boys, River Plate e Huracán, além do Boca Juniors, do ilustre e simpático torcedor Roque Narvaja.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Stranger things’ estreia 5ª e última temporada com começo do fim; atores comentam mudanças dos personagens


Millie Bobby Brown e Noah Schnapp se despedem de ‘Stranger things’
Dentro da história de “Stranger things”, se passaram apenas quatro anos desde que coisas sinistras começaram a acontecer em uma pequena cidade americana e quando um grupo de garotos aventureiros conheceu uma menina superpoderosa.
Mas, quando os quatro primeiros episódios desta quinta e última temporada forem lançados nesta quarta-feira (26), serão mais de nove anos desde a estreia da série, lá em 2016.
Pode nem parecer uma diferença tão grande na passagem de tempo entre mundo real e fictício – ou invertido, se preferirem. Mas para os jovens protagonistas a história não é tão simples.
Afinal, os atores interpretavam personagens de 12 anos quando tinham a mesma idade. Agora, do alto de seus 21, precisam encarnar adolescentes que ainda nem deixaram o ensino médio.
Enquanto para muitos fãs é estranho ver a transição, os intérpretes têm um certo conforto com o crescimento ao lado de suas contrapartes.
“Acho que eu e minha personagem basicamente crescemos em paralelo. Na primeira temporada, eu não sabia nada sobre interpretação, na verdade. Não sabia nada sobre o mundo das celebridades ou seja lá do que for que eu faço parte agora. Eu não fazia ideia de como seria a minha vida ou a série”, diz ao g1 Millie Bobby Brown, que dá vida à telecinética Onze.
“E a Onze também não sabia. Ela não sabe o que é o mundo, o que é a amizade. Ela era tão perdida quanto a Millie era na primeira temporada. Eu tentei meio que trazer muitos elementos e as coisas que aprendi ao longo da minha infância para a personagem.”
“Tive muita sorte ao mudar em paralelo com a minha personagem, se isso faz algum sentido.”
Noah Schnapp e Jamie Cambell Bower em cena de ‘Stranger Things’
Divulgação
Juntos novamente
Os primeiros episódios lançados nesta quarta são parte do volume 1 da temporada, que terá oito no total. Mais três ficarão disponíveis na plataforma de streaming Netflix em 25 de dezembro. Já o último capítulo, a grande despedida, estreia dia 31 de dezembro. Todos às 22h.
Nesta primeira parte, a turma se junta mais uma vez para encontrar e derrotar de vez o monstruoso Vecna (Jamie Campbell Bower), mas, para isso, precisa evitar os militares que colocaram a cidade sob quarentena depois das tretas da quarta temporada.
Pelo menos dessa vez estão todos juntos novamente, após uma trama que dividiu grande parte dos personagens em locais variados dos Estados Unidos e do mundo.
Outra novidade é o papel ainda mais central dado para o introvertido Will (Noah Schnapp) – como indicam os primeiros cinco minutos da temporada já disponibilizados.
“Quando eu comecei na primeira temporada, eu diria que estava interpretando a mim mesmo. Eu era aquele garoto tímido, inocente e de olhos arregalados. Então, foi divertido ver como eu mesmo e o Will evoluímos em diferentes caminhos, com dificuldades diferentes, e superamos diferentes coisas”, afirma Schnapp.
“Foi divertido revisitar cada temporada e pensar: ‘ok, ele está aqui e eu estou aqui’. Meio que te dá uma forma de refletir quase no quanto você mudou. Agora, ao entrar na quinta temporada, foi muito animador.”
“Nós dois amadurecemos a esse ponto – e eu nunca me senti mais confiante na minha vida pessoal. E o personagem também está assim. Foi divertido entrar nisso com a cabeça erguida.”
David Harbour e Millie Bobby Brown em cena de ‘Stranger things’
Divulgação
‘Algo muito ruim vai acontecer’
Pouco depois da estreia de sua primeira temporada, “Stranger things” se transformou rapidamente em um fenômeno cultural. Mais do que uma das séries mais assistidas da história da Netflix, a maior plataforma de streaming do mundo, a história criada pelos irmãos Ross e Matt Duffer virou uma franquia.
Além das derivadas – uma delas, a animação “Stranger Things: Tales from ’85”, tem previsão para 2026 – a caminho da TV, a produção já tem nove romances (e outros livros), quadrinhos, jogos, e até uma peça, que estreou na Broadway em abril.
Isso não significa que o futuro está garantido. Em agosto, os Duffers anunciaram um contrato de exclusividade de quatro anos com a recém-comprada Paramount – o que significa que todas as suas criações novas não irão para a Netflix.
Mas a relação com a Netflix ainda não morreu de vez. Além de produzir os lançamentos relacionados a “Stranger things”, os irmãos ainda estarão envolvidos em duas novas séries previstas para o ano que vem, “The Boroughs” e “Something very bad is going to happen”.
Com a tradução da segunda como “Algo muito ruim vai acontecer”, resta saber se não é algum tipo de mau presságio.
Finn Wolfhard, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Joe Keery, Charlie Heaton e Gaten Matarazzo em cena de ‘Stranger things’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

‘Zootopia 2’ supera 1º com fofura e camadas escondidas após começo frustrante; g1 já viu


Assista ao trailer de ‘Zootopia 2’
Tem golpes que são velhos porque funcionam. Dá meio que para dizer que é o caso de “Zootopia 2”, que aposta no ousado plano de começar mal para baixar expectativas e então poder surpreender o público.
Ao estrear nesta quinta-feira (27) nos cinemas brasileiros, a continuação supera o sucesso de 2016 ao reforçar a fofura de seu elenco de animais antropomorfizados e revelar, aos poucos, as camadas escondidas na sua narrativa inocente demais à primeira vista.
Para chegar até este ponto, no entanto, abusa de clichês antigos de animações sobre amizades improváveis e de histórias de detetives – a ponto de fazer até o fã mais devoto questionar se a sequência era mesmo necessária.
Por sorte, estratégia ou um pouco dos dois, a sucessão de lugares-comuns pouco inspirados dá espaço para o desenvolvimento da relação dos protagonistas e para novos personagens que levam frescor à cidade habitada por bichos.
Cena de ‘Zootopia 2’
Divulgação
Presos no clichê
“Zootopia 2” começa pouco tempo depois do fim da história do primeiro filme, uma decisão tomada para poder focar no amadurecimento da parceria entre a coelhinha policial (Ginnifer Goodwin, no original/Monica Iozzi, na versão brasileira) e o malandro raposa (Jason Bateman/Rodrigo Lombardi), que ganhou o próprio distintivo.
Enquanto explora apenas o contraste gritante entre as personalidades da dupla e suas abordagens de trabalho, a trama não passa do previsível.
O chefe não os respeita, seus colegas não os levam a sério – e ninguém acredita nas suspeitas da heroína de que algo muito escamoso com participação de cobras, espécie banida da cidade, está em andamento.
Cena de ‘Zootopia 2’
Divulgação
Quarteto fantástico
É justamente essa narrativa mais cansada que dá as primeiras pistas de que há algo a mais no roteiro de Jared Bush, um dos diretores dos dois filmes que também ajudou a escrever o primeiro.
As reviravoltas seguintes podem ser previsíveis, mas servem para introduzir um víbora de bom coração (Ke Huy Quan/Danton Mello) e uma castor conspiracionista (Fortune Feimster/Samira Fernandes) – novidades que se somam às discussões sobre aparências que enganam presentes no original, mas que poderiam sustentar facilmente uma animação própria.
Fazia tempo que a Disney – um estúdio que já foi sinônimo de inovação, mas que há anos se contentava com mais do mesmo – não apresentava uma dinâmica tão leve, divertida e criativa quanto a do quarteto.
Que o sucesso inevitável de “Zootopia 2” (o antecessor fez mais de US$ 1 bilhão em bilheterias) mostre que o caminho para o futuro talvez seja olhar um pouco mais para os passos que trouxeram a empresa até aqui.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento