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Lia de Itamaracá e Daúde revitalizam sem nostalgia, em álbum conjunto, o axé e a herança ancestral das matriarcas


Lia de Itamaracá (à esquerda) e Daúde lançam o álbum ‘Pelos olhos do mar – Lia & Daúde ✧ Daúde & Lia’
Ravaneli Mesquita / Divulgação
♫ OPINIÃO SOBRE ÁLBUM
Título: Pelos olhos do mar – Lia & Daúde ✧ Daúde & Lia
Artistas: Lia de Itamaracá e Daúde
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ É emblemático que o álbum que junta Lia de Itamaracá e Daúde seja aberto com pujante abordagem de As negras (2019), joia de Chico César, escondida no baú de um disco menos coeso do artista e ora lapidada pelas cantoras em gravação feita com vocais de Assucena e Juliana Linhares.
Irmanadas pelo axé vital trazido da África, herança das matriarcas da arca sagrada imaterial, como poetiza Chico nos versos iniciais de As negras, essas duas Marias brasileiras costuram referências pessoais e coletivas nas dez faixas do álbum produzido por Marcus Preto e Pupillo Oliveira.
Aos 81 anos, Lia é Maria Madalena Correia do Nascimento, pernambucana de 1944 que move as águas da Ilha de Itamaracá, mar de cirandas e dos cocos que brotam em toda a nação nordestina.
Aos 64 anos, Daúde é Maria Waldelurdes Costa de Santana Dutilleux, baiana de 1961 criada desde a adolescência no Rio de Janeiro (RJ), cidade onde debutou há 30 anos no mercado fonográfico com álbum cosmopolita que a tornou uma das sensações da música brasileira em 1995.
Separadas por 20 anos e por latitudes diferentes, mas também unidas pelas heranças comuns, as artistas convergem trajetórias no álbum Pelos olhos do mar – Lia & Daúde ✧ Daúde & Lia, lançado ontem, 27 de novembro, pelo Selo Sesc, em edição digital e no formato físico de CD, com capa que expõe pintura de Manuela Cavas.
Músicas inéditas de Céu, Emicida, Karina Buhr, Otto e Russo Passapusso conferem atualidade ao álbum, desdobramento do show apresentado pelas artistas desde 2023.
Emicida mandou Santo Antônio da Boa Fortuna, canção em feitio de oração que realça a carga de ancestralidade e espiritualidade já presente no encontro dessas Marias que misturam dor e alegria no repertório do disco. Parceria de Céu com Russo Passapusso, Florestania integra o cardápio de novidades como outra oração (menos envolvente), esta pela Terra e pelos povos da floresta.
Turbinado com toque de dub, o pot-pourri com os cocos Bar do Hermínio (Dona Celia do Coco), Galo cantou (Selma do Coco) e Xô, xô, meu Sabiá (tema de domínio público) põe Lia e Daúde em território dominado pela cirandeira de voz rústica.
Na sequência, Daúde brilha com o canto límpido de A galeria do amor (1975), abordagem de sucesso autoral que conquistou o Brasil há 50 anos na voz do cantor e compositor Agnaldo Timóteo (1936 – 2021). Sem a intensidade de Timóteo, mas com mais beleza no canto, Daúde oferece interpretação quase contemplativa dessa música em que o cantor enaltecia de forma velada a Galeria Alaska, então um efervescente ponto de encontros entre homens gays no Rio de Janeiro (RJ). Com o toque minimalista do piano Rhodes de Zé Ruivo, o arranjo econômico se afina com o tom do canto da artista na faixa.
O solo de Daúde dialoga com o solo de Lia de Itamaracá, intérprete de Quem é (1961), bolero composto pelo cantor Silvinho (1931 – 2019) em parceria com Maurílio Lopes, lançado pelo próprio Silvinho e regravado por Agnaldo Timóteo. O arranjo de Quem é evoca a atmosfera do brega pernambucano, terra da sofrência.
Ainda na seara do bolero, Lia e Daúde dão vozes à inédita música-título Pelos olhos do mar, composta por Otto a partir de base do produtor Pupillo Oliveira. Grande surpresa do repertório, Eu vou pegar o Metrô (1979) – música que encerrou o primeiro álbum de Cátia de França, parceira de Lourival Lemes no tema – mostra Daúde seguindo a rota carioca do progresso de forma arretada, com o dengo nordestino de Lia no refrão. Os vocais de Assucena e Juliana Linhares também energizam a faixa.
Composição inédita fornecida por Karina Buhr (baiana criada em Pernambuco) para as cantoras, Bordado começa em tempo de delicadeza e segue em corrente de beleza melódica e poética nas vozes de Daúde e Lia com cordas arranjadas por Antonio Neves.
E todos os caminhos do álbum Pelos olhos do mar – Lia & Daúde ✧ Daúde & Lia dão no mar da ciranda Se meu amor não chegar nesse São João, composição de Mestre Barracho, gravada pelas cantoras com as vozes adicionais de Isaar e das Irmãs Baracho, filhas do compositor.
Enfim, entre boleros, cocos e cirandas deste disco gravado com músicos como o trompetista Antonio Neves e o guitarrista Pedro Baby, Daúde e Lia de Itamaracá revitalizam com axé as heranças das matriarcas negras da África e do Brasil, mas sem ranços de nostalgia, o que torna Pelos olhos do mar – Lia & Daúde ✧ Daúde & Lia um álbum dos dias de hoje.
Capa do álbum ‘Pelos olhos do mar – Lia & Daúde ✧ Daúde & Lia’, de Lia de Itamaracá e Daúde
Pintura de Manuela Cavas com arte gráfica de Alexandre Calderero

Fonte: G1 Entretenimento

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Alceu Valença é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta segunda-feira (1)


Alceu Valença é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta segunda-feira (1) Cantor é o convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paula Fernandes relembra pressão no mercado musical: ‘Não me vendi, não me prostituí, não quis acelerar’


Em dezembro de 2010, o Brasil conheceu o nome de Paula Fernandes, que participava, naquele momento, do especial de Natal do cantor Roberto Carlos.
Paula apareceu com um corselet azul junto com uma saia cheia de babados, peças que viraram marcas registrada da cantora por anos (rendendo até uma fama de brega). No ano seguinte, lançou seu álbum ao vivo, que trazia hits como “Pássaro de fogo”, “Meu eu em você”, “Pra você” e “Jeito de mato”. A agenda de 2011 tinha mais de 200 shows por todo o país.
Com o passar do tempo, Paula foi usando figurinos mais descolados e adotando um visual e um som mais pop. Em 2024, chegou a apostar em uma Paula mais sexy, fazendo até um ensaio sensual.
Mas agora, em 2025, Paula quer resgatar sua versão de 2011. Para isso, a cantora resgata seu corselet e lança o EP chamado “Simplesmente, eu”. Nele, traz “Amar de novo”, uma versão de “Set Fire To The Rain”, de Adele. A música foi lançada nesta quinta-feira (27) e ganha um videoclipe nesta sexta-feira (28).
A música foi escrita por Paula em sua própria casa, diante da lareira, em um momento de resgate ao tempo de compor, que se tornou cada vez mais escasso para a cantora ao longo dos anos.
“Acho que isso era essencial que acontecesse. Esse equilibrar a vida pessoal com a vida profissional, porque eu estava trabalhando como uma camela. E eu precisava desse desacelerar justamente para resgatar a alma da obra”, afirmou a cantora em entrevista ao g1.
Paula Fernandes anuncia fase de “resgate de si” com álbum “Simplesmente, eu”
Reprodução/Instagram/Divulgação
“Então, nesse dia, eu pude estar tranquila para compor mais uma música. E ‘Simplesmente, eu’ é baseado nisso, nesse resgate da cantora, que eu até falo que tem cheirinho de 2011. Repaginado, obviamente.”
Paula afirma que o sucesso de 2011 é consequência desse tempo que ela tinha para conceber suas obras. “Eu tive tempo para estruturar. Ele não vendeu 2,5 milhões de cópias à toa. A criação daquilo leva tempo.”
“E depois disso as pessoas começaram a me cobrar: ‘Não, porque tem que ter o hit, o próximo hit, o próximo’. Espera aí, mas eu não preciso de tempo. Eu não sou assim, sabe? Se fosse fácil, todo mundo fazia o tempo inteiro. O meu processo é esse. E eu tive esse tempo agora, de mais equilíbrio para compor.”
Leia parte da entrevista de Paula Fernandes ao g1 sobre sua nova fase:
g1 – Você acha que essa pressão por lançamentos prejudicou, em algum momento, a sua carreira?
Paula Fernandes – Com certeza, porque assim… embora eu tenha sido sempre muito cabeça dura para algumas coisas, eu remei contra a correnteza inúmeras vezes. Eu não sei ser diferente. A minha alma é assim, a minha forma de criar é assim.
Eu não me vendi, eu não me prostituí, eu não quis acelerar algo que não era o momento. O meu timing é diferente e eu acho que os meus fãs já entenderam isso.
Para ser eu, tem que ser bem feito, sabe? Eu não consigo fazer diferente. Então, atrapalhou no sentido de… é uma pressão psicológica para uma pessoa que tá ali estourada, aconteceu um tanto de coisa.
Paula Fernandes anuncia fase de “resgate de si” com álbum “Simplesmente, eu”
Cadu Fernandes/Divulgação
Ainda mais sendo a única mulher naquela época, naquele momento estava acontecendo e tudo, é muita responsabilidade. São muitas pessoas que você emprega na sua equipe, milhões de fãs à espera de um hit, a gravadora, o investidor, isso e aquilo outro… Eu sou só uma pessoa, eu sou um ser humano como qualquer outro.
Por mais que eu estivesse preparada para viver aquilo, eu também precisava respirar. E esse respirar me trouxe para o momento presente.
g1 – Você publicou uma frase no seu Instagram falando sobre o fato de sua nova fase resgatar sua fase antiga. Fiquei olhando os comentários e muitos fãs comentaram que talvez você tivesse se perdido no caminho. Eles disseram: “Ah, criticavam muito que ela era brega, mas era a raiz dela. O errado foi ela tentar seguir o conselho das outras pessoas”. Você vê isso? Você acha que você se perdeu em algum momento?
Paula Fernandes – Não. Eu acho que todo mundo tem direito a sua opinião. E a internet, infelizmente, é terra de ninguém. A gente não sabe quem está atrás do teclado do celular digitando. Isso aí é uma coisa que a gente não tem controle. Mas o balanço que eu faço é um é um balanço muito positivo.
Embora eu seja uma pessoa como todo mundo, que errei e acertei, eu acho que meu saldo positivo é muito maior. Principalmente dessa experiência, essa bagagem que eu fui adquirindo.
As pessoas podem ter tido uma má impressão mesmo. Mesmo porque muita gente vai falar assim: “Nossa, você tá sumida”. Eu não estava sumida. Eu acho que eu nunca estive tão presente comigo mesma. E eu acho até que o momento presente, é o maior sucesso que eu já vivi.
Porque aquela intensidade, aquela aceleração, ela não era equilibrada, ela não estava saudável para mim. Eu viveria aquilo de novo? Poderia ser, mas eu acho que sem o equilíbrio não tem consistência. E eu quero estabilidade.
g1 – Em 2019, quando você lançou o álbum “Origens”, você falou que estava numa fase mais madura, sem tanto autojulgamento, sem procurar em si tantos defeitos. E agora você está com 41 anos, que é uma idade que muita gente diz que é a fase em que não ligamos mais para críticas e julgamentos. Então queria saber quem é a Paula do EP “Simplesmente, eu”, tanto a artista quanto a “civil”?
Paula Fernandes – Isso, é o CPF e o CNPJ. Eu sempre gostei de separar porque durante muito tempo as duas estiveram separadas demais. Eu acabei sendo muito a artista em casa e abandonando a pessoa durante muitos anos, mas isso foi uma necessidade. Porque eu fui arrimo de família, eu deixei de brincar para estar em cima do palco, eu era o dinheiro da casa. Mas depois de um tempo, quando comecei a conquistar esses sonhos, realizar esses sonhos, eu tive tempo para resgatar também essa Paula, a pessoa que é o CPF, até chegar num equilíbrio assim.
Eu acabei sendo madura para muita coisa muito cedo, e muito despreparada para outras por falta de experimentar mesmo. Como que você pode ser uma adulta totalmente preparada se eu não fui criança e não fui adolescente direito, né?
Mas eu achei que valeu tudo a pena. Eu encarei como uma oportunidade, porque por mais sofrido que tenha sido… crescer dói, né? Eu acho que isso responde o que você está me perguntando: é maturidade, é serenidade, é perder um pouco a pressa.
E a questão da crítica, para mim, hoje é indiferente. Sempre alguém vai criticar, isso é natural de quem está sendo exposto. Mas o importante é eu não me perder de mim. Por isso que é ‘Simplesmente, eu’ mesmo. Eu sou essa aqui. Vai ter quem ame. E quem não ame também. Para mim, tá tudo bem.
g1 – E nessa nova fase, além do corselet, o que mais tem de volta de Paula Fernandes?
Paula Fernandes em imagens do início da fama
TV Globo / Zé Paulo Cardeal/Divulgação
Paula – Ah, o chapéu, graças a Ana Castela, que botou o chapéu na minha cabeça. E eu acho que é muito da energia também, dos arranjos.
A produção em si, eu sempre tive a mão toda lá dentro. Desde compor as canções, até participar da produção. Fui diretora musical do projeto todo, participando da parte do marketing também, da construção junto com toda uma equipe.
g1 – Aproveitando que você falou da Ana Castela, queria saber como você vê o atual cenário sertanejo. O Gustavo Mioto esteve no g1 Ouviu e comentou que ele tem achado que o cenário atual do sertanejo está uma mesmice, que as pessoas estão copiando muito as outras e não tem tido renovação. Você concorda?
Paula Fernandes – Então… Vou deixar bem claro que eu estou dizendo como consumidora de música, não como que quem faz música.
Acho que a gente passou um período que realmente estava repetitivo mesmo. Ficou cansativo, saturou. Mas eu sinto uma onda muito boa nova vindo com mais sentimento, até com mais romantismo também. Está uma fase de transição. E de resgate. Tanto é que tem muita gente fazendo regravações desses sucessos antigos, o que eu acho muito positivo.
g1 – E que que que você tem ouvido de novo?
Paula Fernandes – Gosto muito do Tiago Iorc. Sei que não é do meu gênero, mas eu gosto muito dele. Eu falo para ele que ele tem um pezinho no sertão. Ele é muito bom. Tenho muita vontade de gravar alguma coisa com ele. Ele é o conjunto né? É compositor, canta bem, toca bem, compõe bem, ele é incrível.
Paula Fernandes abre as comemorações de aniversário de Guararema
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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De ‘Tarzan’ a arrependido por anabolizantes: veja mudanças de Eduardo Costa ao longo dos anos


Eduardo Costa e suas transformações visuais ao longo da carreira
Reprodução
Eduardo Costa, que por anos foi conhecido por seu corpo extremamente musculoso, afirmou que não faz mais uso de anabolizantes. Em entrevista ao canal do YouTube do jornalista André Piunti, o cantor sertanejo disse que considera sua fase musculosa “deselegante”.
Essa não é a primeira vez que o músico fala sobre seu visual, já que, ao longo de sua carreira, Eduardo passou por muitas mudanças físicas.
Além de mudanças corporais, o cantor sofreu um acidente grave de avião em 2011 que, segundo ele, deixou seu rosto desfigurado. Isso levou o sertanejo a fazer uma série de procedimentos estéticos no rosto.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Relembre as mudanças visuais de Eduardo Costa:
Início da carreira
O músico ficou conhecido entre os anos 90 e 2000, antes de alguns procedimentos e mudanças estéticas.
Eduardo Costa na capa de ‘No Boteco’, disco de 2006
Divulgação
Fase ‘Tarzan’
O cantor passou por uma fase em que estava musculoso e de cabelos maiores, na época da pandemia. Nesse período, fãs o comparavam ao personagem Tarzan.
Eduardo Costa em 2020
Reprodução/Instagram
Careca
No início deste ano, o cantor apareceu careca e explicou que fez um transplante capilar.
Eduardo Costa ficou careca no início de 2025
Reprodução/Instagram
Atualmente
Hoje, o músico diz que seu foco é “ser um cara magrelo, com físico de pedreiro”. Para ele, o objetivo é ter “aquele corpo definido, mas magro”.
Eduardo Costa em entrevista ao canal André Piunti, em novembro de 2025
Reprodução/YouTube

Fonte: G1 Entretenimento

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Ruth Codd, de ‘Celebrity Traitors’ e ‘Como Treinar o Seu Dragão’ fala de segunda amputação de perna


Ruth Codd em cena de ‘A Queda da Casa de Usher’
Reprodução
Ruth Codd, que é atriz e participante do reality britânico “Celebrity Traitors”, contou que amputou mais uma perna — a cirurgia acontece seis anos após ela amputar a outra. A irlandesa falou sobre o assunto no TikTok, em um vídeo postado nesta quarta-feira (26).
“Boas notícias: fechamos um ciclo. Voltei a fazer conteúdo para o TikTok na casa dos meus pais”, afirma ela no vídeo. “Más notícias: não posso mais fazer isso na frente daquele lindo papel de parede floral azul, porque o quarto fica no andar de cima Acabei de sofrer minha segunda amputação abaixo do joelho.”
Codd também mostrou a cadeira de rodas em que estava sentada durante a gravação e brincou ao dizer que o aparelho era sua “nova máquina”.
A primeira amputação de perna de Codd aconteceu quando ela tinha 23 anos, por uma lesão no pé causada durante um jogo de futebol. Desde então, ela usa uma prótese e sofre com dores devido à forma como vinha usando muletas.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Em recém-entrevista ao canal do YouTube FFTV, a atriz contou que, em 2021, precisou amputar os dedos dos pés, porque o uso de muletas vinha prejudicando suas articulações.
A atriz já trabalhou em filmes como “Como Treinar o Seu Dragão” (2025) e “A Queda da Casa de Usher” (2023), além de séries como “O Clube da Meia-noite” e “Irish Blood”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mestrinho e Zeca Baleiro lembram os 25 anos da morte de Accioly Neto em gravação inédita de ‘Espumas ao vento’


Mestrinho (com a sanfona), Accioly Neto (1950 – 2000) (com o violão) e Zeca Baleiro na capa do single ‘Espumas ao vento’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O cantor e compositor pernambucano José Accioly Cavalcante Neto (11 de julho de 1950 – 29 de outubro de 2000) deixou vasta obra autoral ao sair precocemente de cena aos 50 anos. Contudo, para ouvintes que vivem fora da nação musical nordestina, o cancioneiro de Accioly Neto parece se restringir somente a três sucessos.
Lembranças de um beijo (1994), Espumas ao vento (1997) e A natureza das coisas (2007) formam o tripé mais popular da obra do compositor. Composição gravada por Accioly no último álbum do artista, Espumas ao vento sobretudo se impôs como a música mais conhecida e gravada do cancioneiro de Accioly, tendo merecido abordagens marcantes como a da cantora Elza Soares (1930 – 2022).
É por isso que Espumas ao vento é a música escolhida para celebrar e lembrar o legado do compositor nos 25 anos da morte do artista. Espumas ao vento ganha gravação inédita que junta à voz de Accioly Neto, extraída do registro original do compositor, às vozes de Mestrinho e Zeca Baleiro.
Além de cantar, Mestrinho também toca sanfona na gravação feita com produção musical de Alexandre Fontanetti e programada para ser lançada em single nesta sexta-feira, 28 de novembro.

Fonte: G1 Entretenimento

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É #FAKE que créditos de ‘Zootopia 2’ mostrem homenagem a Charlie Kirk; trata-se de montagem


É #FAKE que créditos de Zootopia 2 tenham homenagem à Charlie Kirk
Reprodução
Circula nas redes sociais uma foto supostamente mostrando uma homenagem ao ativista americano Charlie Kirk, assassinado em 10 de setembro deste ano, nos créditos de “Zootopia 2”, animação da Disney que estreou nesta quinta-feira (27) no Brasil. É #FAKE.
selo fake
g1
🛑 Como é a imagem?
Publicado no X nesta quarta-feira (26), data em que “Zootopia 2” entrou em cartaz nos cinemas dos nos Estados Unidos, o post passou de 7 milhões de visualizações e tem a seguinte legenda (em inglês): “Cara, FODA-SE ‘Zootopia 2’, que merda é essa? 😭😭😭”.
A foto exibe uma tela de uma sala de cinema, na qual está escrito: “Em memória amorosa – Charlie Kirk – 1993 – 2025”.
Na seção de comentários, usuários perguntaram ao Grok, a ferramenta de inteligência artificial (IA) do X, se a imagem era verdadeira, enquanto outros afirmaram se tratava apenas de um conteúdo para gerar engajamento. Procurada pelo Fato ou Fake, a assessoria de imprensa da Disney negou que a mensagem seja exibida durante a projeção do longa (leia mais abaixo).
Em 10 de setembro, Charlie Kirk foi baleado e morto durante um evento na Universidade Utah Valley, nos Estados Unidos. Ela era fundador do grupo estudantil conservador Turning Point USA e teve papel central na mobilização do apoio jovem a Donald Trump nas campanhas presidenciais de 2016 e 2024.
⚠️ Por que isso é falso?
A representação da Disney no Brasil afirmou, por e-mail, o seguinte: “Realmente trata-se de uma montagem, a imagem é falsa e essa mensagem não é exibida em nenhuma parte do filme”.
O Fato ou Fake também fez uma busca reversa pela imagem no Google Lens. Essa pesquisa serve para verificar o conteúdo havia sido reproduzido anteriormente por fontes confiáveis – e em que contexto.
O resultado identificou que a mesma foto tem sido utilizada como um meme, atribuída aos créditos de outros filmes em cartaz, como de “Wicked: Parte 2”.
É #FAKE que créditos de Zootopia 2 tenham homenagem à Charlie Kirk
Reprodução
Veja também
É #FAKE vídeo de idosos em asilo explicando fantasias de Halloween nos EUA
É fake vídeo de idosos explicando fantasias cômicas para Halloween; tudo foi feito com IA
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Fonte: G1 Entretenimento

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Zeca Veloso expande a herança do clã em álbum que confirma expectativas autorais e expõe um cantor com alma


Zeca Veloso lança o primeiro álbum, ‘Boas novas’, com dez canções compostas entre 2018 e 2021
Elisa Maciel / Divulgação
♫ OPINIÃO SOBRE ÁLBUM
Título: Boas novas
Artista: Caetano Veloso
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Zeca Veloso confirma expectativas e se afina com a dinastia no primeiro álbum, Boas novas. O elo com a família já é evocado pelo título do disco lançado às 12h de ontem, 26 de novembro, com dez músicas autorais compostas entre 2018 e 2021.
Boas novas remete a Boas vindas, o samba de roda à moda da Bahia que Caetano Veloso compôs em 1991 para o álbum Circuladô para saudar a chegada de Zeca, o filho então em gestação na barriga de Paula Lavigne. e nascido em 7 de março de 1992.
A música-título Boas novas é um cântico de aura celestial em que Zeca e o irmão e parceiro Tom Veloso – criador em 2020 da melodia que gerou a letra – celebram a vinda ao mundo de Benjamim, filho de Tom.
As cordas orquestradas por Jaques Morelenbaum – maestro fundamental na discografia do patriarca Caetano Veloso, de quem foi diretor musical, arranjador e violoncelista de 1991 a 2005 – reforçam a aura divinal e o elo do álbum de Zeca com a linhagem familiar.
O álbum Boas novas soa como desdobramento natural na trajetória musical de Zeca Veloso, revelado como cantor (capaz de falsetes lancinantes) e compositor com a canção Todo homem, uma das novidades do roteiro de Ofertório (2017 / 2019), show feito com o pai e os irmãos.
A força da dinastia e do D.N.A. se impõe em Salvador, samba de atmosfera baiana cantado por Zeca com Caetano Veloso e com os irmãos Moreno Veloso e Tom Veloso. O samba remete a criações de Caetano no gênero.
Com letra que versa sobre guerreiro que se mostra tão íntegro quanto vulnerável nas batalhas da vida, Salvador abre o álbum Boas novas com carga de espiritualidade que reverbera em faixas como Talvez menor, canção entoada por Zeca em falsete de tom angelical.
Zeca Veloso é evangélico e lê a Bíblia, mas não tenta converter ouvintes nas letras do álbum ‘Boas novas’
Elisa Maciel / Divulgação
Zeca Veloso é evangélico, lê a Bíblia, exalta Jesus e manifesta publicamente o orgulho de ser cristão. Essa opção religiosa atravessa a criação de Boas novas, álbum produzido pelo próprio Zeca com time que inclui Luciano Oliveira (do duo eletrônico Twelves), Antonio Pedro Ferraz, Pretinho da Serrinha, Alexandre Kassin, Lucca Noacco, Lucas Nunes, Pepê Monnerat, Júlio Raposo, Pepê Santos e Uiliam Pimenta. Contudo, inexistem panfletos religiosos e tampouco tentativas de conversões ao longo das dez faixas.
Música que chegou a batizar shows feitos por Zeca no período de gravação do disco, iniciada em 2022, Desenho de animação é bonita balada bem cantada por Zeca sem uso do falsete. A melodia sugere romantismo, mas a letra vai pela linha da elegante crítica social à valorização pelo Brasil da cultura estrangeira em detrimento da produção nacional.
A faixa Desenho de animação foi produzida por Alexandre Kassin e orquestrada por Lucca Noacco, também regente das cordas que ornam e envolvem a balada bilíngue Carolina na mesma aura celestial da faixa-título Boas novas. Carolina tem versos em inglês e português escritos por Zeca Veloso com auxílio de Sylvio Fraga e Tadeu Bijos. Os versos são irmanados pelo falsete que remete por vezes ao canto de Tim Bernardes e ao legado dos castrati.
Máquina do Rio quebra o clima do álbum na sexta faixa e direciona Boas novas para som pop funk, com toque de samba, evocando as produções do arranjador e produtor musical Lincoln Olivetti (1954 – 2015), morto há dez anos. A faixa resulta bem azeitada do ponto de vista da produção, mas ligeiramente artificial, como se destoasse da alma do artista.
Na sequência, a valsa Tua voz, cantada em falsete e formatada como peça de câmara com arranjo de Jaques Morelenbaum na produção orquestrada por Zeca com Lucas Nunes, restaura a atmosfera dominante no álbum. No mesmo clima, A carta – enviada pelo dono do disco com o canto de Dora Morelenabum como segunda voz – parece reafirmar que essa é a essência de Zeca Veloso.
No entanto, Boas novas se espraia por outros universos e também pisa com elegância no terreirão do samba carioca em O sal desse chão, samba majestoso composto e cantado por Zeca com Xande de Pilares, amigo da família Veloso. Pretinho da Serrinha é coprodutor da faixa.
No arremate do álbum, vem a única música já previamente conhecida, Sopro do fole (2021), joia do seco do chão do sertão brasileiro lançada por Maria Bethânia no álbum Noturno (2021) e regravada por Zeca Veloso com versos adicionais em 2022.
A moderna moda de viola se afina com o cancioneiro do álbum Boas novas porque, além da voz cheia de alma de Zeca Veloso, há a centelha sublime da criação que apresenta Zeca Veloso como grande artista, tão discípulo quanto dissidente da obra gigante do pai, neste primeiro álbum autoral em que o filho do meio expande a nobre herança musical do clã Veloso.
Capa do álbum ‘Boas novas’, de Zeca Veloso
Elisa Maciel

Fonte: G1 Entretenimento

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Presidente do Miss Universo é investigado por tráfico de drogas, armas e combustível


Mexicana vence Miss Universo após sofrer insulto em concurso
O presidente do concurso Miss Universo, o empresário mexicano Raúl Rocha Cantú, está sendo investigado pela FGR (Fiscalía General de la República) por tráfico de drogas, armas e combustível, segundo informações da agência Associated Press. A FGR, equivalente ao Ministério Público no Brasil, é responsável pela investigação.
O processo contra Rocha Cantú ocorre em meio à polêmica da última edição do concurso. Em um comunicado, a FGR informou que, desde novembro de 2024, abriu um inquérito por crime organizado, relacionado ao narcotráfico, roubo de combustível — conhecido localmente como huachicol — e tráfico de armas. O órgão afirmou que estão sendo obtidos dados fundamentais para continuar e aprofundar a investigação contra uma pessoa identificada como Raúl “R”. Um agente federal, que falou sob condição de anonimato, disse à AP que o investigado é Rocha Cantú.
Raúl Rocha Cantú, presidente do Miss Universo
AP Photo/Sakchai Lalit
Há dez dias, um juiz federal havia emitido treze ordens de prisão contra alguns dos envolvidos no caso. A FGR não informou a identidade dos processados, mas detalhou que entre os detidos está uma funcionária federal.
A Organização Miss Universo não se pronunciou até o momento.
Relembre a seguir fatos que marcaram a edição de 2025:
➡️ Renúncia aos títulos
Olivia Yacé, de 27 anos, representante da Costa do Marfim e quinta colocada, anunciou na segunda (24) que renunciou ao título e encerrando qualquer vínculo com o concurso. A miss também abriu mão do título de rainha continental da África e Oceania, devolvendo a faixa.
Em nota, Olivia disse que sua saída tinha a ver com “se manter fiel aos seus valores de respeito, dignidade, excelência e oportunidades igualitárias”. “É esse comprometimento para ser uma influência positiva que guia minha decisão hoje”, escreveu.
Além dela, a Miss Estônia, Brigitta Schaback, 28, comunicou no domingo (23) que deixará o Miss Universo Estônia por não concordar com a conduta de sua diretoria nacional.
Miss Estônia e Miss Costa do Marfim abrem mão de títulos após edição polêmica
Reprodução/Instagram
➡️ Insulto contra a mexicana
A vencedora Fátima Bosch foi insultada pelo executivo tailandês Nawat Itsaragrisil, responsável pela organização do concurso em 2025. Durante uma transmissão ao vivo em 4 de novembro, Nawat chamou a Miss México de “estúpida” por, segundo ele, não publicar conteúdo suficiente sobre a Tailândia em suas redes sociais.
O caso teve ampla repercussão e chegou até a presidente do México, Claudia Sheinbaum, que elogiou Bosch por enfrentar a situação.
“O que o diretor fez foi desrespeitoso: ele me chamou de estúpida”, disse Bosch a jornalistas após o incidente. “O mundo precisa ver isso porque somos mulheres empoderadas e esta é uma plataforma para a nossa voz”
O Miss Universo condenou publicamente o comportamento de Nawat. A vitória de Bosch é vista como uma resposta à polêmica.
➡️ Acusações de voto ilegítimo e desistências no júri
Segundo a agência de notícias RFI, dois membros do júri desistiram de participar do evento nesta semana. O compositor francês Omar Harfouch acusou o concurso de ser manipulado, mencionando um “voto secreto e ilegítimo” que teria ocorrido sem o verdadeiro júri do Miss Universo, segundo publicação no Instagram.
“Miss México é uma vencedora falsa”, diz no post. A organização do concurso negou a acusação.
Já o ex-jogador da seleção francesa de futebol Claude Makélélé anunciou nas redes sociais que deixava o júri por “razões pessoais imprevistas”.
➡️Homenagem para santa brasileira
Durante uma competição preliminar do concurso dedicada a trajes típicos nacionais, a brasileira Gabriela Lacerda desfilou vestida de Nossa Senhora Aparecida, santa considerada a padroeira do Brasil e a quem é devota.
O traje, criado pelo designer Mario Cezar, repercutiu nas redes sociais.
Miss Universo 2025: ‘Obrigada, meu Brasil’, diz Gabriela Lacerda após chegar ao Top 30
➡️ Vestida de salmão
Durante a mesma competição de trajes típicos, a norueguesa Leonora Lysglimt-Rødland utilizou um vestido de salmão para homenagear seu país.
A fantasia viralizou nas redes sociais: quando fechado, forma um salmão gigante, em uma referência ao símbolo nacional da Noruega; aberto, deixa à mostra o interior do animal.
➡️ Queda no palco
A miss Jamaica, Gabrielle Henry, foi hospitalizada após cair acidentalmente fora do palco durante um desfile em traje de gala. Em comunicado, a organização Miss Universo Jamaica informou que Gabrielle foi levada ao Hospital Paolo Rangsit para receber tratamento, mas não sofreu ferimentos graves.
“Gostaria de compartilhar com a família Miss Universo, que está preocupada com a saúde de nossa Miss Universo Jamaica, que à meia-noite, horário de Bangcoc, acabei de deixar o hospital onde ela está sendo tratada. Estive lá com ela e sua família e, felizmente, não há ossos quebrados, e ela está recebendo bons cuidados”, disse o presidente do Miss Universo, Raul Rocha.
➡️ Renúncia na diretoria
Em junho, a ex-diretora executiva e co-proprietária da Organização Miss Universo (MUO), Anne Jakrajutatip, renunciou ao cargo após acusações de falsificação de demonstrações financeiras de sua empresa, a JKN, informou a Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento

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Eduardo Costa fala sobre uso de anabolizantes e diz: ‘Quero ser um cara magrelo, com físico de pedreiro’


Eduardo Costa fala sobre uso de anabolizantes
Reprodução/YouTube/André Piunti
Eduardo Costa, que por anos foi conhecido por seu corpo extremamente musculoso, afirmou que não faz mais uso de anabolizantes. Em entrevista ao canal do YouTube do jornalista André Piunti, o cantor sertanejo disse que não desistiu de ser “maromba”, mas cita que, hoje, seu foco é outro.
“Hoje quero ser um cara magrelo, com físico de pedreiro. Ter aquele corpo definido, mas magro. E você vai saber que estou forte se eu tirar a camisa. Não quero mais ser um cara musculoso. Isso foi uma fase minha que passou e eu acho deselegante.”
“Não estou falando mal de quem faz. Quando falo deselegante é quando você vai por uma roupa. É muito difícil colocar um terno. Estou falando que eu fiquei deselegante”, afirmou o cantor, que tem uma academia em sua fazenda.
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O cantor revelou que fez uso de trembolona, um esteroide anabolizante com uso voltado para veterinária.
“Essa droga te leva pra um lixo espiritual que não tem condição. Você vai ficar forte, com corpo definido, mas o que faz com você depois… eu pago o preço até hoje por causa disso.”
O cantor sertanejo afirmou que, na época que fazia uso do anabolizante, ficava muito nervoso. Mesmo quando recebia elogios.
“Eu não sou assim, nunca fui assim. Eu sou um cara que falo o que penso, olhando na cara da pessoa. Não tenho problema em falar.”
O artista ainda afirmou que, atualmente, só faz uso “do suplemento da esposa, que tira a fome e a retenção de líquido”.
Cantor sertanejo Eduardo Costa é absolvido em processo de estelinato

Fonte: G1 Entretenimento