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Emmy Internacional 2025: João Roberto Marinho, presidente do Grupo Globo, ganha prêmio de Personalidade Mundial da TV


João Roberto Marinho é homenageado como Personalidade Mundial da Televisão no Emmy Internacional 2025
Luiz C. Ribeiro
O presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, recebeu o prêmio Personalidade Mundial da Televisão do Emmy Internacional 2025, que aconteceu nesta segunda-feira (24), em Nova York (EUA).
É a quarta vez que a TV Globo recebe essa homenagem do Emmy Internacional. A primeira delas aconteceu em 1976, com a premiação de Roberto Marinho, que também recebeu a estatueta em 1983. Já em 2014, foi a vez de Roberto Irineu Marinho ganhar o prêmio.
“Este reconhecimento celebra uma história que começou há 100 anos. A história de uma família que acredita no Brasil, em conteúdo de qualidade e no jornalismo independente, sempre a serviço da sociedade”, afirmou João Roberto Marinho em seu discurso de agradecimento.
“É também o reconhecimento de uma empresa que investe em talentos e na incrível diversidade da cultura brasileira para criar conteúdo que está em sintonia com as pessoas e que leva nossas histórias além das nossas fronteiras.”
“Meus irmãos e eu damos continuidade ao sonho idealizado pelo nosso avô e conduzido com paixão pelo nosso pai. Mantemos viva a essência e os valores que agora também são levados adiante pela nova geração da nossa família, que já atua em funções estratégicas dentro da empresa, expandindo e inovando nossos negócios, sem perder de vista o legado que nos trouxe até aqui”, continuou.
“Agradeço aos membros da Academia Internacional por esta honra. E dedico este reconhecimento aos meus irmãos, meus parceiros nesta jornada, e a toda a equipe Globo, que se dedica diariamente para fazer a mágica acontecer.”
Ele recebeu o prêmio após um discurso de homenagem feito pelo jornalista William Bonner. “Em 30 anos editando e apresentando o Jornal Nacional, eu pude testemunhar, de perto, a competência, a visão e a integridade de João Roberto Marinho”, afirmou Bonner. “De repórter a presidente do maior grupo de mídia do Brasil, João esteve na vanguarda das mudanças que modernizaram a imprensa brasileira, sempre com um objetivo claro: o compromisso com o jornalismo independente, essencial para a democracia.”
João Roberto Marinho, Lilia Cabral e William Bonner durante entrega do prêmio Personalidade Mundial da Televisão no Emmy Internacional 2025
Luiz C. Ribeiro
O jornalista continuou: “Em tempos de incerteza e turbulência sociopolítica, a postura de João Roberto – sereno e firme ao mesmo tempo – nos inspira a focar O que realmente importa: a escuta, o diálogo, a integridade, a coerência e a consistência”.
Após a apresentação de um vídeo sobre os 100 anos da Globo e a contribuição essencial de João Roberto em momentos históricos das empresas, Lilia Cabral — atriz com duas indicações ao Emmy Internacional — subiu ao palco para entregar ao homenageado.
“Juntos e com toda a família Globo, é uma honra entregar o Prêmio Emmy Internacional Personalidade Mundial da Televisão 2025 para João Roberto Marinho”, disse Lilia antes de entregar o troféu a ele.
Nesta mesma edição do Emmy Internacional, a Globo concorreu em cinco categorias: Novela (por “Mania de Você”), Notícias (por uma reportagem sobre El Salvador, produzida pelo “Fantástico”), Factual e Entretenimento Infantil (por “Bora, o Pódio É Nosso”, do Gloob), Live-Action Infantil (por “Fallen”, co-produção do Globoplay com o Reino Unido) e Documentário (por “O Prazer é Meu”, do GNT).
Equipe e elenco de ‘Mania de Você’ no Emmy Internacional 2025
Luiz C. Ribeiro

Fonte: G1 Entretenimento

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Donald Glover revela que sofreu um AVC no palco em 2024


Donald Glover durante pré-estreia de “O Rei Leão”
Chris Pizzello/Invision/AP
O ator e rapper Donald Glover, conhecido por suas performances musicais como Childish Gambino, revelou que sofreu um AVC no palco, durante uma de suas apresentações em 2024.
O artista americano fez a revelação enquanto participava do Camp Flog Gnaw, festival de música organizado por Tyler, the Creator. O evento aconteceu em Los Angeles, no sábado (22).
“Eu estava com uma dor de cabeça muito forte em Louisiana, mas mesmo assim, fiz o show. Eu não conseguia enxergar direito, então quando chegamos em Houston, fui ao hospital e o médico falou: ‘Você teve um AVC’.”
Glover brincou dizendo que estava imitando o ator e comediante americano Jamie Foxx, que sofreu um AVC em 2023. Assim como aconteceu com ele, o quadro se manifestou, inicialmente, como uma dor de cabeça.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Donald Glover seguiu o depoimento, revelando que durante alguns exames, os médicos identificaram um “buraco em seu coração”. O artista precisou passar por duas cirurgias após o diagnóstico.
“Dizem que todos nós temos duas vidas, e que a segunda começa quando você percebe que só tem uma”, afirmou Glover.
Em setembro de 2024, Glover adiou sua turnê. Em seu comunicado, ele afirmou apenas que precisava focar em sua saúde psicológica por algumas semanas, sem fazer alguma referência aos problemas físicos. No mês seguinte, ele anunciou que precisaria cancelar a turnê devido a problemas de saúde.
Donald Glover recebe o Emmy de melhor ator em série de comédia por ‘Atlanta’
Kevin Winter/Getty Images/AFP

Fonte: G1 Entretenimento

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Gaby Amarantos é entrevistada no g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira (26)


Gaby Amarantos é entrevistada no g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira (26) Cantora é a convidada do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gilberto Gil presta homenagem a Jimmy Cliff: ‘Seguirá influenciando minha música’


Jimmy Cliff morre aos 81 anos
Gilberto Gil prestou homenagem a Jimmy Cliff em suas redes sociais. A lenda do reggae, morreu aos 81 anos após sofrer uma convulsão seguida de pneumonia.
“Jimmy Cliff influenciou e seguirá influenciando minha música. Obrigado por tanto”, escreveu Gil.
Em 1980, o jamaicano e o brasileiro dividiram o palco em uma turnê pelo Brasil que arrastou multidões e lotou estádios em cinco capitais: Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. No post em tributo ao artista, Gil compartilhou, também, um vídeo dos dois no palco.
Também em 1980, foi ao ar na TV Globo, o especial “Gilberto Passos Gil Moreira e James Chambers”, musical gravado no Teatro Fênix, que tinha um clima de espetáculo ao vivo, com presença de plateia. Segundo o Memória Globo, no palco, os dois mesclaram clássicos e novidades de seus repertórios.
Gil apresentou faixas como “Realce”, “Super-homem”, “Canção”, “Toda Menina Baiana”, “Aquele Abraço” e “Marina”. Cliff trouxe sucessos como “Wonderful World, Beautiful People” e “Stand Up and Fight Back”. O encerramento ficou por conta de “No Woman, No Cry”, hit de Bob Marley, cantado em coro pelos artistas e pelo público.
Jimmy Cliff e Gilberto Gil
Reprodução/Instagram
Lenda do reggae
Jimmy Cliff é considerado um dos pioneiros do reggae e responsável por levar o gênero ao cenário internacional. O músico jamaicano ganhou dois Grammy com os álbuns Cliff Hanger (1985) e Rebirth (2012) – esse último também apareceu na lista dos “50 Melhores Álbuns de 2012” da Rolling Stone.
Além de receber a mais alta honraria de seu país, a “Ordem do Mérito”, ele tem a distinção de ser um dos dois jamaicanos incluídos no Rock and Roll Hall of Fame, ao lado de Bob Marley.
No cinema, Jimmy protagonizou “The Harder They Come” (1972) e atuou em “Club Paradise” (1986). Entre suas canções mais memoráveis estão: “I Can See Clearly Now”, “Wonderful World, Beautiful People”, “You Can Get It If You Really Want” e “The Harder They Come”.
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Jimmy Cliff no programa Super Sexta
Acervo TV Globo
Jimmy participou com Gilberto Gil do programa “Sexta Super”, na TV Globo
Nelson Di Rago/Acervo Globo
Jimmy Cliff se apresenta no Coachella, na cidade de Indio
Reuters
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Dapieve: Jimmy Cliff teve uma ligação muito forte com o Brasil
Cartaz da turnê de Gilberto Gil e Jimmy Cliff em 1980
Arquivo pessoal Gilberto Gil
Série Grandes Nomes: Gilberto Passos Gil Moreira e James Chambers (04/07/1980)
Série Grandes Nomes: Gilberto Passos Gil Moreira e James Chambers (04/07/1980)

Fonte: G1 Entretenimento

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Guilherme Arantes e Djavan percorrem o Brasil ao longo de 2026 com turnês comemorativas de 50 anos de sucessos


Djavan (à esquerda) estreia a turnê ‘Djavanear 50 anos – Só sucessos’ maio enquanto Guilherme Arantes volta à cena com o show ’50 anos-luz’ a partir de março
Mar + Vin / Reprodução Facebook Guilherme Arantes
♫ ANÁLISE
♬ As turnês programadas por Djavan e Guilherme Arantes para 2026 têm similaridades. Ambas passam em revista 50 anos de carreira e estão centradas em sucessos de cancioneiros essencialmente autorais. O ano de 1976 foi decisivo nas trajetórias profissionais dos dois artistas.
No embalo do sucesso do samba Fato consumado (1975), apresentado no ano anterior no festival Abertura (TV Globo), o cantor, compositor e violonista alagoano lançou o primeiro álbum, A voz, o violão, a música de Djavan (1976), emplacando outro samba, Flor de lis, nas paradas de todo o Brasil.
Já o paulistano Guilherme Arantes, após a saída traumática do grupo Moto Perpétuo, decolou na carreira solo com o lançamento do primeiro álbum individual, Guilherme Arantes (1976). Uma das músicas do repertório autoral, Meu mundo e nada mais, balada reflexiva de tom melancólico, entrou na trilha sonora da novela Anjo mau – blockbuster exibido pela TV Globo no horário das 19h – e estourou nas rádios, virando hit nacional.
E o resto foram duas histórias construídas paralelamente por Djavan e Guilherme Arantes, em universos musicais distintos, ao longo de 50 anos. Cinco décadas que serão explicitamente celebradas pelos artistas em 2026 com as respectivas turnês.
Guilherme Arantes inicia em março, por São Paulo (SP), a turnê 50 anos-luz com show retrospectivo que passará por mais 14 cidades. O roteiro entremeará sucessos com as músicas do próximo álbum de inéditas do cantor, Interdimensional, cujo repertório autoral é composto por 12 canções inéditas e três faixas-bônus com músicas feitas por Arantes para outros artistas.
Já Djavan, que lançou o álbum Improviso em 11 de novembro, também com músicas inéditas, estreia em 9 de maio o show Djavanear 50 anos – Só sucessos.
Moldada para grandes espaços, como arenas e estádios, a turnê de Djavan também começará em São Paulo (SP) e, da capital paulista, seguirá para Salvador (BA) (23 de maio), Fortaleza (CE) (30 de maio), Curitiba (PR) (13 de junho), Brasília (DF) (27 de junho), Belo Horizonte (MG) (18 de julho), Rio de Janeiro (RJ) (1 de agosto), Florianópolis (SC) (29 de agosto), Belém (PA) (24 de outubro), Recife (PE) (31 de outubro) e Maceió (AL), terra natal do artista, onde Djavan encerrará a turnê em 5 de de dezembro de 2026, totalizando 16 apresentações ao longo de 2026.
Orquestrada sob direção artística de Gringo Cardia, a turnê Djavanear 50 anos – Só sucessos terá as luzes de Césio Lima (lighting designer e diretor de fotografia), Mari Pitta (diretora de iluminação) e Sérgio Almeida (programação e operação de luz).
No palco, Djavan (voz, violão e guitarra) revisitará os principais sucessos dos 50 anos de carreira – contabilizados a partir do lançamento do primeiro álbum em 1976 – com a banda formada por Felipe Alves (bateria), Marcelo Mariano (baixo), Torcuato Mariano (guitarra), Paulo Calasans (piano), Renato Fonseca (teclado), Jessé Sadoc (trompete), Marcelo Martins (sax tenor) e Rafael Rocha (trombone).
Como boa parte dos grandes ídolos da MPB e do pop brasileiro já ultrapassou os 70 anos (sendo que alguns até já cruzaram a fronteira dos 80 anos), grandes turnês retrospectivas com sucessos da mesma dimensão são cada vez mais recorrentes na cena nacional, a exemplo do show que reuniu Caetano Veloso com Maria Bethânia e da ainda corrente turnê Tempo rei, de Gilberto Gil.

Fonte: G1 Entretenimento

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Guns N’ Roses anuncia oito novos shows no Brasil em 2026; veja datas


Axl Rose canta com o Guns N’ Roses no Allianz Parque, em SP, em outubro de 2025
Divulgação
O Guns N’ Roses anunciou nesta segunda (24) uma série de shows no Brasil em 2026. Além da apresentação já divulgada no Monsters of Rock, em São Paulo, eles passarão por Porto Alegre, São José do Rio Preto, Rio de Janeiro, Vitória, Salvador, Fortaleza, São Luís e Belém.
Veja as datas:
1º de abril, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre;
4 de abril, no Festival Monsters of Rock, em São Paulo;
7 de abril, no Centro Regional de Eventos, em São José do Rio Preto;
10 de abril, no Engenhão, no Rio de Janeiro;
12 de abril, no Estádio Estadual Kleber José de Andrade, em Vitória;
15 de abril, na Arena Fonte Nova, em Salvador;
18 de abril, na Arena Castelão, em Fortaleza;
21 de abril, no Estádio Governador João Castelo (Castelão), em São Luís;
25 de abril, no Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão), em Belém.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
As vendas do festival Monsters of Rock começam no dia 15 de novembro, às 10h, no Eventim. Já as informações sobre os outros shows ainda não foram anunciadas.
O grupo veio ao Brasil em 2025 com a mesma turnê, “Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things”, passando por São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Cuiabá e Brasília. Veja como foi a apresentação em SP.
Cartaz mostra cidades por onde a turnê mundial do Guns N’ Roses
Divulgação/ Guns N’ Roses

Fonte: G1 Entretenimento

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Johnny Hooker dá as cartas com Ney Matogrosso no próximo álbum, ‘Viver & morrer de amor na América Latina’


Johnny Hooker (à direita) anuncia o álbum ‘Viver & morrer de amor na América Latina’ com o single homônimo, gravado com Ney Matogrosso e agendado para sexta-feira, 28 de novembro
André Hawk / Divulgação
♫ OPINIÃO SOBRE SINGLE
Título: Viver & morrer de amor na América Latina
Artistas: Johnny Hooker & Ney Matogrosso
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ “Saiu três vezes é sorte / Carta da morte”, sentenciam Johnny Hooker e Ney Matogrosso no tom fatalista do verso que arremata o refrão de Viver & morrer de amor na América Latina, música inédita que anuncia e intitula o álbum de estúdio que Hooker lançará até o fim deste ano de 2025 com repertório inédito.
Uma das melhores composições de Hooker, Viver & morrer de amor na América Latina sinaliza que o cantor e compositor pernambucano se reaproxima da linha passional do álbum que lhe deu projeção, Eu vou fazer uma macumba pra te amarrar, maldito (2015), editado há dez anos.
Programada para ser lançada na sexta-feira, 28 de novembro, em single que junta o artista com Ney Matogrosso em feat significativo, a música Viver & morrer de amor na América Latina combina a passionalidade dos Trópicos com toque cigano em gravação embasada com percussões de acento latino e confeitada com guitarras em tonalidade quente que evoca o brega e o bolero em voga no universo musical de Pernambuco, mas sem carregar demais nas tintas.
O encontro com Ney Matogrosso é emblemático porque Hooker também é herdeiro da linhagem vocal e visual andrógina fundada por Ney em caráter nacional em 1973, ano em que o cantor irrompeu na música brasileira como furacão no posto de vocalista do trio Secos & Molhados. Sem falar que Ney também sempre flertou com a canção popular latino-americana.
O encontro dos artistas no primeiro single do próximo álbum de Hooker também é simbólico porque, em 2017, Hooker criticou Ney publicamente por discordar da postura pessoal mais reservada do colega em relação à identidade e exposição na comunidade LGBTQIAPN+. A dissonância ficou para trás com o feat de Ney em Viver & morrer de amor na América Latina.
Posturas identitárias à parte, versos como “A cigana me falou: ‘cuidado que o amor vai te fuder um dia’ / E numa grande confusão, subi a Conceição atrás da romaria / Disse que dentro do teu mar, eu ia me afogar / No azul dos olhos teus / E quando teu corpo me envolvia / Eu gozava e via a hora do adeus” se afinam com a poética homoerótica recorrente tanto na discografia de Ney Matogrosso quanto na obra de Johnhy Hooker.
De fácil assimilação, mas feita longe da banalidade que impera na indústria pop, a música Viver & morrer de amor na América Latina será cantada ao vivo pela primeira vez por Hooker na gravação audiovisual do show agendado para quinta-feira, 27 de novembro, véspera do lançamento do single, na casa Audio, em São Paulo. A gravação do show terá as participações das cantoras Catto e Gaby Amarantos.
No dia seguinte do registro do show, Hooker põe as cartas na mesa digital com o single com Ney Matogrosso, com quem tenta a sorte na amostra inicial de álbum que se insinua promissor.
Ney Matogrosso (à esquerda) e Johnny Hooker na gravação do clipe da música que batiza o próximo álbum do cantor pernambucano
André Hawk / Divulgação
Capa do single ‘Viver & morrer de amor na América Latina’, de Johnny Hooker & Ney Matogrosso
André Hawk

Fonte: G1 Entretenimento

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Jimmy Cliff morre aos 81 anos


Jimmy Cliff se apresenta no Coachella, na cidade de Indio
Reuters
Jimmy Cliff morreu aos 81 anos. De acordo com o comunicado divulgado pela mulher do cantor, ele sofreu uma convulsão seguida de pneumonia.
“É com profunda tristeza que compartilho que meu marido, Jimmy Cliff, faleceu devido a uma convulsão seguida de pneumonia. Sou grata à sua família, amigos, colegas artistas e companheiros de trabalho que compartilharam essa jornada com ele. A todos os seus fãs ao redor do mundo, saibam que o apoio de vocês foi sua força durante toda a carreira. Ele realmente valorizava cada fã pelo amor que recebia. Também gostaria de agradecer ao Dr. Couceyro e a toda a equipe médica, que foram extremamente solidários e prestativos durante este processo difícil. Jimmy, meu querido, que você descanse em paz. Vou seguir seus desejos. Espero que todos possam respeitar nossa privacidade nesses tempos difíceis. Mais informações serão fornecidas posteriormente. Nos vemos, e nós vemos você, Lenda”, escreveu.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Angra anuncia que a jornada de Fabio Lione como vocalista da banda de metal se encerrará em abril, após 13 anos


O cantor Fabio Lione deixa o posto de vocalista da banda Angra em 26 de abril, após show do grupo paulistano no festival Bangers Open Air
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♫ NOTÍCIA
♬ Em janeiro de 2013, contornando a saída do vocalista Edu Falaschi, anunciada em maio de 2012, a banda paulistana Angra convidou o cantor italiano Fabio Lione – que atuara em grupos italianos de heavy metal como Rhapsody of Fire – para assumir provisoriamente os vocais em show programado em cruzeiro.
A experiência deu tão certo que foi repetida em outras apresentações do Angra e gerou mais tarde o convite para que Lione ocupasse oficial e definitivamente o posto de vocalista no lugar de Falaschi, que em 2000 substituíra o fundador André Mattos (1971 – 2019), vocalista da formação original do grupo de power metal. E então o Angra passou a contar com a voz de tenor lírico do artista italiano em jornada que se encerrará em 2026, após 13 anos.
Em comunicado oficial nas redes sociais, a banda Angra anunciou que o último show com Fabio Lione como vocalista acontecerá no festival Bangers Open Air em apresentação agendada para 26 de abril no Memorial da América Latina, em São Paulo (SP).
Feito no habitual tom laudatório desses tipos de anúncios, o comunicado do Angra exalta Fabio Lione sem informar quem será o substituto do vocalista.
♪ Eis, na íntegra, o comunicado oficial da banda Angra sobre a saída do vocalista Fabio Lione:
“É com profunda gratidão e admiração que o Angra comunica oficialmente a saída do vocalista Fabio Lione. Fábio é um cantor extraordinário e um ser humano ímpar, que marcou nossa história com sua entrega, sua sensibilidade artística e uma voz capaz de emocionar e impressionar plateias no mundo inteiro. Ao longo de 13 anos, Fabio dedicou uma parte enorme da sua vida ao Angra, muitas vezes longe de sua casa na Itália, da sua família e da sua rotina. Esse esforço constante, sempre realizado com profissionalismo, paixão e generosidade, é algo pelo qual teremos eterna admiração. Foram incontáveis viagens, turnês exaustivas, horas e horas nos estúdios e momentos que ficarão para sempre na memória da banda e dos fãs. Com o tempo, Fabio acabou ficando um pouco brasileiro também. Incorporou nossa cultura, nosso idioma, nosso humor e nossa maneira de ver a vida. Tornou-se parte da nossa família musical e conquistou um lugar especial no coração dos fãs que sempre o receberam com um carinho imenso. Ele é muito querido por todos nós e sua presença marcou profundamente todos que tiveram a chance de trabalhar ou conviver com ele. Seu legado dentro do Angra será lembrado pra sempre através da música que fizemos juntos e do nosso tempo compartilhando a estrada e a vida. Desejamos a ele todo o sucesso e felicidade nos próximos capítulos de sua jornada. Agradecemos sinceramente por cada ano de dedicação e pelas memórias que construímos juntos. Nossa admiração permanece intacta e as portas estarão sempre abertas para ele. O Fabio fará sua despedida do Angra no show do Bangers Open Air. Obrigado, Fabio!” Angra

Fonte: G1 Entretenimento

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Discoteca virtual 12 – Os álbuns de Bela Maria, Mundiá Carimbó e Regina Dias


♫ DISCOTECA VIRTUAL 12
Capa do álbum ‘Tudo que eu sinto faz barulho’, de Bela Maria
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♪ Tudo que eu sinto faz barulho – Bela Maria
♬ A cantora e compositora pernambucana Bela Maria gravita pelo universo do R&B contemporâneo, com sotaque pop, no primeiro álbum autoral. Tudo que eu sinto faz barulho aporta nos aplicativos de áudio na quarta-feira, 26 de novembro, com sample de A loba (na voz de Alcione) na faixa Doce, dengosa, polida. A música Efeito Mandela tem a participação de N.I.NA. enquanto Preciso de respostas traz Chris MC. Itoo assina a produção musical de nove das dez faixas do disco (a exceção é Outro nome, música formatada por Dos Mlk). Poema sujo e Como canta Gal são músicas do álbum de Bela Maria.
Capa do álbum ‘Meu bem de Belém’, de Mundiá Carimbó
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♪ Meu bem de Belém – Mundiá Carimbó
♬ No embalo da COP 30, a banda nortista Mundiá Carimbó festeja 10 anos de vida com a edição do álbum Meu bem de Belém. Com produção musical e arranjos de Manoel Cordeiro, guitarrista referencial no universo musical da região, o álbum Meu bem de Belém sai na sexta-feira, 28 de novembro, com repertório autoral que gravita em torno da música latina amazônica, partindo do carimbó e da guitarrada para transitar por gêneros afro-caribenhos como a cúmbia e o zouk. A banda Mundiá Carimbó é sexteto que tem dois vocalistas, Joana Marinho (também na percussão) e João Guaiamum (também na guitarra).
Capa do álbum ‘ReVistos’, de Regina Dias
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♪ ReVistos – Regina Dias
♬ Samba lançado há 60 anos por Tito Madi (1929 – 2018), fino estilista do samba-canção, Deixa o morro cantar (1965) reaparece em ReVistos, álbum em que a cantora paulista Regina Dias pesca pérolas no baú da música brasileira com a intenção de oferecer abordagens sem ranços nostálgicos. Com arranjos e direção musical dos pianistas Jether Garotti e Marcos Pontes Caixote, além de produção do percussionista Marco Bosco, o álbum ReVistos tem lançamento agendado para sexta-feira, 28 de novembro. No repertório, selecionado fora da esfera do óbvio, há A ordem é samba (Jackson do Pandeiro e Severino Ramos, 1966), Boato (João Roberto Kelly, 1961), Saltei de banda (Zé Rodrix e Luiz Carlos Sá, 1972) e Sou sem paz (Adilson Godoy, 1964).

Fonte: G1 Entretenimento