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Rock in Rio 2026: Veja fotos do 4º dia do festival


Vanessa da Mata se apresenta no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Vanessa da Mata se apresenta no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
Vanessa da Mata se apresenta no Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews

Fonte: G1 Entretenimento

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4º dia de Rock in Rio tem ícones como Elton John e Gilberto Gil


4º dia de Rock in Rio tem ícones como Elton John e Gilberto Gil Péricles canta Motown, Roupa Nova e Guilherme Arantes e Luísa Sonza convida Roberto Menescal também estão na programação. O que pode e o que não pode levar para a Cidade do Rock? Veja.. Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?. Festival acontece até dia 13. Veja a programação completa.. 1º dia teve Foo Fighters em boa forma e nostalgia; veja resumo.. 2º dia teve Avenged Sevenfold morno e cantor hostilizado; leia resumo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cadê meu sapato? Mulher perde plataforma rosa-choque durante Rock in Rio e faz apelo nas redes


Mulher perde sapato plataforma rosa-choque durante Rock in Rio e faz apelo nas redes
O que era para ser apenas um sapato escolhido como parte do look para um show acabou virando uma busca no meio do Rock in Rio. A engenheira DevOp Giullia Pessanha, de 28 anos, conta que seu par de sapatos plataforma rosa-choque desapareceu depois que a mochila em que estava guardado foi aberta durante o show de Lvcas, no palco Supernova, no sábado (5).
Giullia conversou com o g1 e disse que havia deixado o calçado na mochila com o irmão. Segundo ela, a bolsa estava fechada, com o zíper travado pelo botão de segurança.
“Como a mochila abre lateralmente, no formato de uma maleta, ela foi aberta e os objetos que estavam dentro caíram no chão”, comentou Giullia.
Segundo Giullia, ela procurou o espaço de Achados e Perdidos do festival, mas foi informada que o item não constava no catálogo de objetos que foram entregues no local.
A plataforma tem 16,4 centímetros, é rosa-choque, tamanho 37, com amortecimento no calcanhar e palmilha 3D. Giullia conta que chegou a usá-lo apenas uma vez, em uma festa de aniversário.
“Eu tenho 1,57 m e, sem ele, eu só vejo a nuca de um estranho na minha frente. Pessoa que está com o meu sapato, por favor, me devolva. Pode me mandar pelo correio, devolver para o Rock in Rio, fazer qualquer coisa”, pediu.
Mulher procura sapato plataforma que desapareceu durante o Rock in Rio
Reprodução
Giullia postou um vídeo nas redes sociais, em que conta a saga durante a procura pelo objeto. Ela conta que o irmão só percebeu o que havia acontecido depois do fim do show e que ele voltou ao local, perguntando às pessoas se alguém havia encontrado os objetos.
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Segundo a engenheira, dois carregadores de celular e um pacote de biscoito foram devolvidos. Os sapatos, porém, não apareceram.
Giullia disse que pessoas que estavam no local disseram que um casal teria saído carregando os sapatos em direção à área dos estandes, como os da Philco. Ela não conseguiu localizar os dois em meio à multidão.
“Eu só queria meu sapato de volta, porque ele não é só um calçado”, disse Giullia em um vídeo publicado nas redes sociais.
Giullia postou um vídeo nas redes sociais, em que conta a saga durante a procura pelo objeto
Reprodução
Busca na Cidade do Rock
Assim que percebeu o desaparecimento do objeto, Giullia começou a procurar o par dentro da Cidade do Rock. Ela informou que passou pelo pessoal do palco Supernova e conversou com seguranças das áreas próximas, inclusive nas imediações do estande da Heineken.
Também procurou o setor de achados e perdidos do festival, próximo à saída.
Segundo ela, foi orientada a consultar uma plataforma por meio de um QR Code, onde ficam registrados os objetos encontrados. No local, recebeu a informação de que uma bota havia sido recolhida minutos antes, mas era preta e correspondia a apenas um dos pés.
Ela também ouviu que pessoas tentaram encontrar os calçados durante o tumulto do show, mas não conseguiu confirmar o que aconteceu porque não estava ao lado do irmão quando a mochila foi aberta. O par continua cadastrado na plataforma de achados e perdidos do Rock in Rio.
Giullia contou ao g1 que o sapato foi comprado com seu primeiro salário
Acervo pessoal/Giullia
Sapato comprado com o primeiro salário
O par tinha um significado especial para Giullia. Ela havia comprado os sapatos poucos meses antes, com o primeiro salário depois de fazer uma mudança de carreira: deixou a área militar e entrou no mercado de tecnologia.
Giullia conta que a ideia era usar o calçado justamente em shows. Antes, ela usava uma bota plataforma, que já estava ficando velha. O novo par, no entanto, não foi comprado especificamente para o Rock in Rio, embora o festival estivesse entre os eventos que ela tinha em mente.
O sapato rosa-choque de Giullia não havia sido localizado até a publicação desta reportagem.
Elton John e Gilberto Gil são destaques no 4º dia do festival
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Fonte: G1 Entretenimento

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Daniela Mercury confirma a Mangueira como o lugar onde o Rio é mais baiano ao dar voz ao samba do Carnaval 2027


Daniela Mercury defende o samba ‘Oyá por nós’, escolhido pela Mangueira na madrugada de domingo, 6 de setembro, para representar a escola no Carnaval de 2027
Célia Santos / Reprodução X Daniela Mercury
♫ CRÔNICA
♬ Em 1994, no embalo da homenagem prestada pela Mangueira aos Doces Bárbaros no Carnaval daquele ano, Caetano Veloso compôs um samba, “Onde o Rio é mais baiano”, em exaltação à Estação Primeira de Mangueira . O artista deu o samba para Alcione lançar em gravação feita pela cantora com o próprio Caetano para o álbum “Brasil de Oliveira da Silva do Samba” (1994).
Decorridos 32 anos, a Mangueira se confirma mais uma vez o lugar onde a cidade do Rio de Janeiro (RJ) é mais baiana. Na noite de sábado, 5 de setembro, coube a Daniela Mercury interpretar o samba-enredo finalista que, já na madrugada de domingo, 6 de setembro, foi eleito o vencedor da disputa para o Carnaval de 2027, tendo sido escolhido pela comunidade mangueirense para ser cantado pela agremiação verde e rosa no desfile do próximo Carnaval carioca.
O samba se chama “Oyá por nós”, mesmo nome da música composta por Daniela Mercury em parceria com Margareth Menezes e eternizada pelas artistas em gravação incluída no álbum “Canibália” (2009), de Daniela.
Composição de Lequinho, Júnior Fionda, Gabriel Machado, Guilherme Sá, Rodrigo Bandolim e Orlando Ambrósio, o samba-enredo “Oyá por nós” alude ao hit de Daniela. O samba foi composto a partir do enredo “Oyá por nós”, criado pelo carnavalesco Sidnei França em torno de Iansã, orixá feminino também conhecido como Oyá no Candomblé e identificado com os ventos, as tempestades e o poder feminino.
“Estou emocionada. Agradeço a parceria e o convite de Lequinho e Cia para ser a intérprete desse samba-enredo. E agradeço também a toda comunidade da Mangueira por ter abraçado essa música que nos levanta e dá poder. Meu carnaval começou hoje. Oyá por nós”, celebrou Daniela Mercury nas redes sociais.
A presença da cantora no Palácio do Samba, dando voz ao samba vitorioso, foi a confirmação de que a Mangueira é onde o Rio é mais baiano, como sentencia Caetano Veloso em verso do samba de 1994.

Fonte: G1 Entretenimento

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Do funk ao rock: passinho conquista espaço no Rock in Rio


Milton Cunha mostra que passinho tem espaço no Rock in Rio
Quem disse que no Rock in Rio só tem espaço para o rock? Milton Cunha mostrou que no meio das guitarras, dos grandes shows e das multidões que chegam cedo para garantir um lugar perto do palco, uma dança típica das comunidades cariocas continua ganhando espaço: o passinho.
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Com movimentos rápidos e uma coreografia que mistura diferentes referências, o passinho atravessou as fronteiras do baile funk e chegou à Cidade do Rock. Para quem dança, a presença no festival representa uma forma de mostrar que a dança também é arte e cultura.
A mistura não para por aí. No Rock in Rio, o funk encontra o rock, o samba conversa com o pop e diferentes públicos compartilham o mesmo espaço.
Do funk ao rock: passinho conquista espaço no Rock in Rio
Reprodução/TV Globo
A ideia é justamente mostrar que a chamada “atitude rock” pode estar presente em diferentes estilos e comportamentos. Para quem participa do festival, enfrentar a vida de frente, independentemente do problema, também é uma forma de ter atitude.
E enquanto o público dança e acompanha os artistas, há também quem esteja trabalhando para fazer o festival acontecer. São profissionais que passam horas na Cidade do Rock e ajudam a garantir que a festa funcione para quem está do outro lado das grades.
Outra preocupação é com o comportamento do público. Com milhares de pessoas circulando pelo espaço, os trabalhadores reforçam a importância de aproveitar os shows sem deixar de lado a educação e o cuidado com o ambiente.
“A gente pode curtir o show, mas também sendo educado”, resume um dos trabalhadores.
Entre shows, dança e trabalho, o Rock in Rio acaba se transformando em um retrato da própria cidade: diferentes histórias, sotaques, ritmos e maneiras de viver reunidos em um mesmo lugar.
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Arnaldo Baptista tem obra solo revista em tributo fonográfico que totaliza 56 gravações feitas por mais de 60 artistas


Arte criada por Ste Marino para a capa do tributo fonográfico ‘Arnaldo Baptista 7.8 – Canções inesquecíveis revisitadas’
Arte de Ste Marino sobre obra de Rogério Puhl
♫ NOTÍCIA
♬ Arnaldo Baptista fez 78 anos em 6 de julho. Embora a data não seja redonda, o aniversário gerou tributo fonográfico ao cantor, compositor, musico e artista plástico paulistano.
Com dois meses de atraso, os quatro álbuns do projeto “Arnaldo Baptista 7.8 – Canções inesquecíveis revisitadas” chegaram aos aplicativos de áudio na última sexta-feira, 4 de setembro, totalizando 56 gravações inéditas feitas por elenco que soma mais de 60 artistas.
Cada um dos quatro álbuns tem um subtítulo – “Cobre”, “Sunny”, “Pink” e “Jeans” – alusivo à cor da capa, unificada pela arte criada por Ste Marino sobre obra de Rogério Puh.
Detalhe: a seleção das músicas ignora intencionalmente o cancioneiro composto e/ou gravado por Arnaldo Baptista como integrante do grupo Os Mutantes entre 1966 e 1973. O foco do tributo “Arnaldo Baptista 7.8 – Canções inesquecíveis revisitadas” reside na discografia solo do artista, composta por álbuns como “Loki?” (1974), “Singin’ alone” (1981), “Disco voador” (1987) e “Let it bed” (2004).
Embora dominado por artistas da cena indie, a maioria ainda conhecida somente em nichos, o elenco do tributo reúne alguns nomes famosos em escala nacional. São os casos de Boogarins, Edgard Scandurra, Helio Flanders, Hyldon, Kiko Zambianchi, Leo Jaime, Sandra Sá, Zé Ramalho e Zeca Baleiro.
Capa do álbum ‘Sunny’ do tributo ‘Arnaldo Baptista 7.8 – Canções inesquecíveis revisitadas’
Arte de Ste Marino sobre obra de Rogério Puhl
♪ Eis, em ordem alfabética, o elenco do tributo “Arnaldo Baptista 7.8 – Canções inesquecíveis revisitadas”, com a respectiva música abordada pelo intérprete, sendo que algumas músicas são alvos de duas, três ou até quatro gravações por artistas diferentes:
♩ Amanda Cadore – Desculpe
♩ Antiprisma -​ Desculpe
♩ Anvil FX – Cacilda
♩ Bartenders -​ Sentado ao lado da estrada
♩ Boogarins – Bomba “H”sobre São Paulo
♩ Bruna Lucchesi & Mustache e os Apaches – Corta jaca
♩ Bruno Duprat – Navegar de novo
♩ Bufo Borealis – Cowboy (instrumental)
♩ Cachorro Grande -​ Hoje de manhã eu acordei
♩ Camila Modicoviski e Alan Carlos Férrea – Oh! Trem
♩ Chinaina – O sol
♩ Clara Bicho e Gabriel Campos – Sunshine
♩ Clemente & A Fantástica Banda Sem Nome – O sol
♩ Defalla – To burn or not to burn
♩ Doce Creolina – Te amo podes crer
♩ Drenna – Sunshine
♩ Edgard Scandurra e Ema Stoned – Imagino
♩ Egisto Dal Santo – Ciborg
♩ Exclusive os Cabides – Será que eu vou virar bolor? e Não estou nem aí
♩ Fernando Brandt & Pamela Simões – Cowboy e Imagino
♩ Furtos do Mar – Bailarina
♩ Gueersh – Gurum gudum
♩ Helio Flanders – I fell in love one day
♩ Hyldon, Pombo & O Louco do Estúdio​ – Fique aqui comigo
♩ Irmão Victor – Ai garupa
♩ Janine – O Sol
♩ João Leopoldo – Ai garupa
♩ John Ulhoa – To burn or not to burn
♩ Jovem – Sexy sua
♩ Juliano Gauche – Hoje de manhã eu acordei
♩ Kiko Zambianchi – Desculpe
♩ Kisser Clan -​ Sexy sua
♩ Leo Jaime – Cozinho de noite (parceria de Leo Jaime e Arnaldo Baptista nos anos 70)
♩ Lina Cosmic – Corta jaca
♩ Los Borges – Cacilda
♩ Lulina & Hurso – Tacape
♩ Márcio Lomiranda – Louvado seja Deus
♩ Marina Melo – Navegar de novo
♩ Marina Mole – Deve ser amor
♩ Meio Desligado (Ana Deriggi, Fábio Tagliaferri, Carlos Manga e Ná Ozzetti) – Cê tá pensando que eu ♩ sou loki? – há dois anos o quarteto se apresenta interpretando o repertório dos Mutantes
♩ Nicolas Não Tem Banda – Emergindo da ciência
♩ Ottopapi – Não estou nem aí
♩ Pedra Relógio – Vou me afundar na lingerie
♩ Pedro Precisa – Cacilda
♩ Pélico​ – Ai garupa
♩ Renomado – Sr. Empresário
♩ Rod Krieger – The cowboy
♩ Sandra Sá – Cê tá pensando que eu sou loki?
♩ Selma Fernands e Daniel Conti – Não estou nem aí
♩ Selvagens à Procura de Lei – Não estou nem aí
♩ Taryn – Não estou nem aí
♩ Thunderbird​ – Vou me afundar na lingerie
♩ Undo – Sexy sua
♩ Violeta de Outono – Jesus, come back to earth
♩ Zeca Baleiro – I fell in love one day
♩ Zé Ramalho – Fique aqui comigo
Capa do álbum ‘Pink’ do tributo ‘Arnaldo Baptista 7.8 – Canções inesquecíveis revisitadas’
Arte de Ste Marino sobre obra de Rogério Puhl

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberta Medina ‘celebra alegria’ com brincos de roda-gigante e revela nota dada pelo público


Roberta Medina ‘celebra alegria’ com brincos de roda-gigante
Roberta Medina, vice-presidente da Rock World, chamou atenção dos telespectadores do Bom Dia Rio desta segunda-feira (7) com brincos de roda-gigante. O brinquedo virou uma das marcas do Rock in Rio, que nesta 4ª noite apresenta Elton John.
“O brinco representa essa alegria que a gente vem ver aqui”, definiu Roberta. “Mesmo sendo adulto, a gente pode ser criança. Então fica a dica: vem ser feliz na Cidade do Rock e brincar com esse espírito, que tem muita coisa boa pra fazer”, emendou.
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Roberta Medina ‘celebra alegria’ com brincos de roda-gigante
Reprodução/TV Globo
Nota 9
A vice-presidente disse também que o público dos shows de sexta-feira (4) e sábado (5) deu nota 9 para o evento. “De ontem [domingo, 6], a gente ainda não tem, mas é muito bacana ver como a gente teve 3 noites de grande celebração do rock e do pop”, destacou.
A 3ª noite foi do pop, com Calvin Harris enfileirando hits. “Mesmo com a chuva, ninguém arredou o pé. Todo mundo ficou aqui até o final”, contou Roberta.
“É para isso que a gente monta essa festa bonita e mostrar como o nosso Rio de Janeiro é absolutamente único na produção dos grandes eventos”, emendou.
Roberta Medina ‘celebra alegria’ com brincos de roda-gigante
Reprodução/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Rapper Stelly expõe vivência itinerante e rejeita padrões femininos nas faixas autorais do primeiro EP, ‘Ruas do bairro’


Em cena desde 2020, a rapper Stelly lança em 18 de setembro o primeiro EP, ‘Ruas do bairro’
Renan Fotoarte / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Stephanie Aguiar Costa nasceu em São Paulo (SP) e atualmente está radicada em Palhoça (SC), município litorâneo do estado de Santa Catarina que faz parte da região metropolitana de Florianópolis (SC). Ao longo da vida, Stephanie mudou várias vezes de endereço por conta da instabilidade financeira da família.
Ao longo desse percurso existencial, Stephanie virou a rapper Stelly e entrou em cena em 2020 nas batalhas de rima. O primeiro single, “Questão de tempo”, foi lançado em 2023.
Três anos após debutar no mercado fonográfico, Stelly se prepara para lançar o primeiro EP, “Ruas do bairro”, previsto para ser lançado em 18 de setembro. Nas seis faixas autorais do EP “Ruas do bairro”, todas calcadas no trap, Stelly sintetiza vivências da rota itinerante e rejeita padrões femininos impostos às rappers no universo do hip hop.
“Cansei de ver mulheres tendo que provar o tempo todo o lugar delas na cena, seja pelas letras, pela postura ou pelas atitudes, enquanto são cobradas a seguir padrões que não são impostos aos homens da mesma forma”, argumenta Stelly.
“Caminhoneira”, “Movimento avançado”, “Vida cara”, “Dose de tequila”, “Party bi” e “Mandei avisar” são as seis músicas do EP de Stelly. As três primeiras são assinadas somente pela artista. As outras são parcerias da rapper com João Victor Alves da Silva, Lucas Aguiar Costa (o Lczin) e Rayssa Raabe Duarte Raimundo, cantora e compositora de Campinas (SP) conhecida como Duarte 019, com quem Stelly faz feat na faixa final “Mandei avisar”.
No EP “Ruas do bairro”, formatado com produção musical de MDC Oficial, Safê e Dupre, Stelly versa e chega de cabeça erguida. “É que vou passar de nave onde sempre quis andar / Eu vou viver minha vibe até ela acabar / É que vou cantar minha música até ela passar / Que meu vulgo é do legado e eu não vou mudar”, avisa a trapper, sem pedir passagem, nos versos de “Caminhoneira”.
Capa do EP ‘Ruas do bairro’, da rapper Stelly
Renan FotoArte / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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De R$ 3 na internet a R$ 30 com ambulantes: chuva infla preço de capas, que também viram parte do look no Rock in Rio


Ambulante carrega bolsa com capas de chuva em uma das entradas do Rock in Rio
Rafael Nascimento/ g1
A chuva virou oportunidade de negócio nos arredores da Cidade do Rock. Com o mau tempo que atingiu o Rock in Rio nos últimos dias, a procura por capas disparou — e o preço também.
Ambulantes cobravam R$ 30 pelo item neste domingo (6), três vezes o valor habitual e três vezes o preço da capa vendida na loja oficial do festival. Na internet, modelos descartáveis semelhantes podem ser encontrados por cerca de R$ 3.
Vendedores ouvidos pelo g1, que preferiram não se identificar, disseram que costumam cobrar cerca de R$ 10 pela capa descartável – mesmo preço da loja oficial dentro da Cidade do Rock –, mas afirmaram que aumentaram o preço diante da alta procura provocada pela chuva.
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Confira a previsão do tempo completa para o Rio de Janeiro
Veja onde se proteger da chuva no Rock in Rio
Além das capas, ao menos um ambulante também oferecia ingressos para o festival.
“Leva, eu aceito Pix. Leva para ela”, insistiu um dos vendedores.
Mais previsão de chuva
A chuva foi provocada pela passagem de uma frente fria pelo litoral do estado do Rio de Janeiro, fenômeno que aumentou a procura por proteção contra o mau tempo. Segundo o Alerta Rio, o domingo teve a tarde mais fria do ano: às 15h20, os termômetros marcaram 19,3°C em São Cristóvão, a menor temperatura registrada durante a faixa de horário na cidade em 2026.
A previsão indica que a segunda-feira (7) também será marcada por instabilidade.
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Estilo sob a chuva
Capas de várias cores na grade do Palco Mundo do Rock in Rio
Cristina Boeckel/ g1
Dentro da Cidade do Rock, as capas deixaram de ser apenas um item funcional e passaram a compor o visual do público. Em meio à multidão coberta por modelos transparentes e brancos, algumas peças se destacavam pelas cores e pelo design.
Karen Codo, que veio de São Paulo para acompanhar os shows de domingo (6), usava uma capa rosa comprada originalmente para outro festival.
“Eu comprei para o Lollapalooza. Usei lá por causa do frio, não da chuva. Guardei e agora estou aproveitando aqui”, contou a estudante de Moda.
Ela estava acompanhada do namorado, o engenheiro Vagner Costa, que optou por uma capa preta.
A estudante Karen Codo vestiu uma capa rosa e o engenheiro Vagner Costa usou preto
Cristina Boeckel/ g1
Vivian Assunção vestiu uma capa roxa com uma camiseta com estampa do cantor Ne-Yo
Cristina Boeckel/ g1
A tosadora Vivian Assunção, que participava do Rock in Rio pela primeira vez, também chamou a atenção com uma capa roxa. Segundo ela, que vestiu o item com uma camisa com a estampa do cantor Ne-Yo, a escolha foi fruto do acaso.
“Comprei no caminho para cá. Era a única disponível e, como gosto muito de roxo, acabou combinando comigo”, disse.
Já a administradora Marina Bastos recebeu elogios por sua capa preta, que lembrava um sobretudo e contava com uma viseira transparente.
A bancária Marcele Rodrigues, por sua vez, tirou do armário uma capa rosa com bolinhas brancas depois de conferir a previsão do tempo. Para ela, o acessório é indispensável em um festival sujeito às mudanças climáticas.
A capa de chuva da administradora Marina Bastos tinha cara de sobretudo
Cristina Boeckel/ g1
Marcele Rodrigues encarou a chuva com uma capa rosa com bolas
Cristina Boeckel/ g1
Previsão para o feriado
Nesta segunda-feira (7), feriado da Independência, a chuva deve perder intensidade, mas ainda há possibilidade de pancadas ao longo do dia. Por isso, quem pretende ir ao festival deve levar uma capa na mochila. A principal atração do Palco Mundo será Elton John.
Além da proteção contra a chuva, será importante reforçar o agasalho. A previsão para a capital fluminense indica temperatura máxima de apenas 19°C.
A Marinha do Brasil também mantém um aviso de ressaca entre Cananéia, no litoral de São Paulo, e Arraial do Cabo, na Região dos Lagos. O alerta prevê ondas de até 2,5 metros de altura entre a madrugada de domingo e a noite de 7 de setembro.
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Fãs abusam das capas de chuva para se proteger do mau tempo durante o festival
Cristina Boeckel/g1 Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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Conheça o G1, robô humanoide de R$ 200 mil que atua como ‘segurança’ no Rock in Rio


G1, o robo humanoide, no Rock in Rio
Quem passar pela Cidade do Rock pode dar de cara com um “segurança” diferente. O G1Plug, ou simplesmente G1, um robô humanoide que custa cerca de R$ 200 mil, estreou no festival com a missão de patrulhar áreas remotas e auxiliar as equipes de segurança — mas já virou também uma atração entre o público.
🔎 Apesar do nome, o autômato não tem qualquer relação com este portal de notícias. É apenas uma coincidência: os dois são xarás.
Pesando 35 quilos e equipado com câmeras e sensores, o robô foi desenvolvido para auxiliar equipes de monitoramento e segurança em locais de difícil acesso ou considerados críticos.
Segundo a Pluginbot, empresa responsável pela tecnologia, esta é a primeira vez que um robô humanoide é utilizado em um festival no Brasil.
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G1, o robô humanoide, no Rock in Rio
Divulgação
De acordo com empresa de segurança contratada pelo Rock in Rio, a tecnologia já havia sido empregada na última edição do festival em Lisboa, em junho.
“O robô humanoide é preparado com câmeras integradas para que consiga realizar uma vigilância autônoma, entregando informações em tempo real para o Centro de Controle Operacional (CCO) do Rock in Rio”, explica Sérgio Ricardo, diretor comercial da Pluginbot.
A proposta, segundo ele, é reduzir a exposição de profissionais a situações de risco e ampliar a capacidade de monitoramento do evento.
“Pensando em ambientes críticos, a empresa vem buscando implementar esse tipo de equipamento em áreas onde o risco para o ser humano é mais elevado. O robô vem para auxiliar o trabalho das equipes, fazendo uma pré-análise antes da atuação das pessoas”, afirma.
O G1Plug possui articulações motorizadas dos pés aos ombros, o que permite uma ampla variedade de movimentos. Os modelos mais avançados da plataforma contam até mesmo com movimentação individual dos dedos.
A autonomia da bateria varia de 2 a 8 horas, dependendo da atividade executada. O equipamento dispõe de duas câmeras e dois sensores que podem ser integrados aos sistemas de monitoramento em tempo real.
G1, o robô humanoide, no Rock in Rio
Divulgação
Fabricado com uma combinação de ferro, alumínio, borracha e outros componentes, o humanoide também chama a atenção pelo visual futurista.
“O robô, por si só, já desperta muito interesse. Ele é muito instagramável e chama bastante a atenção das pessoas”, diz Sérgio Ricardo.
Além de monitorar áreas do festival, o G1Plug acabou virando uma das atrações mais fotografadas da primeira noite do Rock in Rio. Entre selfies, vídeos e olhares curiosos, o humanoide mostrou que, além de vigiar, também sabe chamar a atenção do público.
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Fonte: G1 Entretenimento