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Conheça o G1, robô humanoide de R$ 200 mil que atua como ‘segurança’ no Rock in Rio


G1, o robo humanoide, no Rock in Rio
Quem passar pela Cidade do Rock pode dar de cara com um “segurança” diferente. O G1Plug, ou simplesmente G1, um robô humanoide que custa cerca de R$ 200 mil, estreou no festival com a missão de patrulhar áreas remotas e auxiliar as equipes de segurança — mas já virou também uma atração entre o público.
🔎 Apesar do nome, o autômato não tem qualquer relação com este portal de notícias. É apenas uma coincidência: os dois são xarás.
Pesando 35 quilos e equipado com câmeras e sensores, o robô foi desenvolvido para auxiliar equipes de monitoramento e segurança em locais de difícil acesso ou considerados críticos.
Segundo a Pluginbot, empresa responsável pela tecnologia, esta é a primeira vez que um robô humanoide é utilizado em um festival no Brasil.
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G1, o robô humanoide, no Rock in Rio
Divulgação
De acordo com empresa de segurança contratada pelo Rock in Rio, a tecnologia já havia sido empregada na última edição do festival em Lisboa, em junho.
“O robô humanoide é preparado com câmeras integradas para que consiga realizar uma vigilância autônoma, entregando informações em tempo real para o Centro de Controle Operacional (CCO) do Rock in Rio”, explica Sérgio Ricardo, diretor comercial da Pluginbot.
A proposta, segundo ele, é reduzir a exposição de profissionais a situações de risco e ampliar a capacidade de monitoramento do evento.
“Pensando em ambientes críticos, a empresa vem buscando implementar esse tipo de equipamento em áreas onde o risco para o ser humano é mais elevado. O robô vem para auxiliar o trabalho das equipes, fazendo uma pré-análise antes da atuação das pessoas”, afirma.
O G1Plug possui articulações motorizadas dos pés aos ombros, o que permite uma ampla variedade de movimentos. Os modelos mais avançados da plataforma contam até mesmo com movimentação individual dos dedos.
A autonomia da bateria varia de 2 a 8 horas, dependendo da atividade executada. O equipamento dispõe de duas câmeras e dois sensores que podem ser integrados aos sistemas de monitoramento em tempo real.
G1, o robô humanoide, no Rock in Rio
Divulgação
Fabricado com uma combinação de ferro, alumínio, borracha e outros componentes, o humanoide também chama a atenção pelo visual futurista.
“O robô, por si só, já desperta muito interesse. Ele é muito instagramável e chama bastante a atenção das pessoas”, diz Sérgio Ricardo.
Além de monitorar áreas do festival, o G1Plug acabou virando uma das atrações mais fotografadas da primeira noite do Rock in Rio. Entre selfies, vídeos e olhares curiosos, o humanoide mostrou que, além de vigiar, também sabe chamar a atenção do público.
🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio: a pergunta sobre seus fãs que fez Luísa Sonza refletir sobre a carreira


A cantora Luísa Sonza
Pam Martins / Divulgação
Luísa Sonza fará um show diferente no Rock in Rio. Ela apresentará seu álbum “Bossa Sempre Nova”, em homenagem ao gênero, junto com o grande Roberto Menescal.
O g1 questionou a cantora sobre o desafio de uma apresentação fora dos padrões, ainda mais depois que sua última aparição em um festival em solo brasileiro resultou em vaias.
“Sei dessas diferenças de público e de repertório. Modéstia à parte, eu sei muito bem o que fazer, faço isso desde os sete anos e sei puxar o público para onde eu quiser.”
Por que Luísa Sonza foi vaiada no Lollapalooza e o que isso diz sobre a carreira dela?
Durante a resposta, a cantora fez uma grande reflexão sobre sua trajetória e como sua experiência pelos mais diferentes palcos ajudou a criar uma característica camaleônica.
“A música para mim é a tradução de sentimentos. E é muito doido estar realizando isso que para mim parecia às vezes uma experiência individual que eu vivenciei desde criança, de banda de casamento, onde eu vi as pessoas se identificando de Tom Jobim a Valesca Popozuda”, reflete.
Após cantar em incontáveis festas de casamento, Sonza ganhou fama primeiro na internet apresentando sucessos no YouTube e, depois, se tornou um dos maiores nomes da música pop brasileira.
Seu show no Rock in Rio, acredita ela, tem um papel quase paradigmático com relação à forma como seus fãs enxergam não só seu trabalho, mas a música como um todo.
“Aos poucos, talvez não agora ou não neste show, as pessoas vão entender o óbvio: a música não tem caixa.”
“Por muito tempo, pela falta de entendimento ou de interesse das pessoas, fui confundida com uma pessoa que ‘faz de tudo um pouco, então não faz nada’. Acho que só sou uma pessoa extremamente sincera com o que acredito sobre a música e sobre a experiência humana.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio: Péricles fará homenagem a gravadora que revelou Michael Jackson; saiba detalhes


O cantor Péricles, que será destaque no Rock in Rio
Reprodução/Instagram
Péricles subirá ao palco Sunset do Rock in Rio no dia 7 de setembro para cantar baladas românticas que inspiraram muitos pagodes pelo Brasil.
O cantor se apresentará interpretando sucessos da gravadora norte-americana Motown, que teve em seu catálogo nomes como Jackson 5 — boygroup que teve como líder Michael Jackson ainda criança —, Stevie Wonder, Marvin Gaye e outros.
Ao g1, o ex-vocalista do Exaltasamba explicou como surgiu o convite para o show especial.
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Quem já foi a um show do Péricão, incluindo sua apresentação no palco Quebrada do festival The Town em 2025, sabe que cantar em inglês não será uma novidade.
“A ideia surge em um momento em que eu saio do palco do The Town, em uma participação com o Dexter. Quando o Zé Ricardo viu a nossa apresentação, metade em inglês, ele sugeriu esse modelo.”
Os ensaios com a banda de apoio estão acontecendo à distância. O cantor disse que, como um homem analógico, tem certa dificuldade com videochamadas e com uma dinâmica em que as coisas se resumem ao ambiente online, mas afirma que tudo vem se resolvendo bem.
Tanto o pagode que fez fama nos anos 1990 quanto o soul e o R&B feitos pela maioria dos artistas da Motown nos anos 1970 e 1980 bebem da mesma fonte e têm grandes similaridades — seja nas letras que falam de amor de forma bem melosa, seja no swing arrastado.
O cantor Péricles, destaque no Rock in Rio
Reprodução/Instagram
Sem entregar o que seu setlist vai destacar, Péricles quer fazer um show que apresente uma espécie de diálogo entre músicas negras.
“Quando se ouve falar do Jackson 5, as pessoas vão entender quem era de fato o Michael Jackson. O pagode dos anos 90 aprendeu muito com essas bandas, como, por exemplo, o Boyz II Men. Teve o Babyface e outros compositores que dialogavam com compositores brasileiros que vieram antes da gente, como Almir Guineto, Jorge Aragão e Arlindo Cruz.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Calvin Harris faz Rock in Rio virar Ibiza com sequência de hits, fogo e muito ‘close’


Calvin Harris toca hit gravado com Dua Lipa, “One Kiss no Rock in Rio
Calvin Harris subiu ao Palco Mundo do Rock in Rio já na madrugada desta segunda-feira (7), depois da meia-noite e debaixo de muita chuva. Escolheu “Sweet Nothing”, parceria lançada em 2012 com Florence Welch para abrir seu set. A faixa faz parte do “18 Months”, justamente o disco que o consolidou como um dos maiores hitmakers do pop eletrônico internacional.
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A escolha não deve ter sido fácil, imagino, dada a quantidade de sucessos que empilhou ao longo da carreira o escocês Adam Richard Wiles (não, o nome dele verdadeiro não é Calvin Harris).
Pela 1h30 hora que seguiu, foi essa a toada: o DJ e produtor de 42 anos engatou uma sequência de sucessos (“Blame”, “Summer”, “Outside”, “Desire”, “Under Control”), soltou um beat bolha de funk e fez o público brasileiro sentir como se tivesse dado play no “The Best Of Calvin Harris” do Spotify. Só que melhor.
Na audição ao vivo, saíram lasers, fogo, fogos e fumacinhas do palco. Dos telões, projeções coloridas piscavam incessantemente emulando a pista de uma boa balada. Também as palavras “comer, dormir, rave e repetir”.
Harris pouco falou. Se limitou a se dirigir a plateia apenas para dizer frases curtas como “se vocês sabem a letra, me deixe ouvir”, “deixe eu ver seus braços” ou “pulem, pulem”. Ao findar o show, deixou o palco sem falar nada.
Calvin Harris se apresenta no Rock in Rio 2026
Leo Franco / AgNews
Depois de mais de dez anos sem se apresentar por aqui, Harris voltou em fevereiro deste ano ao país, como atração de um bloco de pré-Carnaval em São Paulo. Se declarou na ocasião: “a parada sobre o Brasil é que eles simplesmente sabem como se divertir”.
Por aqui, o loirinho faz tanto sucesso que seu hit “How Deep Is Your Love” (2015) virou “Foi Logo Amor”, versão brega de Raphaela Santos.
Não à toa, a aposta do Rock in Rio era grande: pela primeira vez, um DJ fechava o dia no maior palco do festival. Antes dele, passaram por lá Barão Vermelho homenageando Cazuza, e as festas dos anos 2000 do rapper Nelly e dos anos 2010 de Black Eyed Peas.
O público brasileiro, safo, parecia intuir que daquele line-up poderia sair coisa boa: os ingressos para este domingo foram os primeiros a esgotar nesta edição.
Restava saber se o Calvin Harris, acostumado a botar pressão na pista de sua residência no Ushuaïa, em Ibiza, conseguiria fazer o mesmo diante do público encharcado que estava no principal palco do Rock in Rio. Ele não fez feio.
Calvin Harris se apresenta no Rock in Rio 2026
Leo Franco / AgNews
Prova foi a reação ensandecida do público durante os smash hits “We Found Love”, This Is What You Came For” e “Where Have You Ben”, gravados em parceria com a diva pop Rihanna. E em “One Kiss”, com Dua Lipa.
Havia quem desconfiasse do feito: além do ineditismo da coisa, o escocês, vamos concordar, não é dos mais comunicativos quando comparado a DJ ‘s como Alok, que também estara no palco principal desta edição. E olhe que nem o Alok é lá dos mais empolgadões no palco.
O público brasileiro tava nem aí. Queria era ouvir a música, e podia fazer isso até de costas para o DJ se quisesse.
Harris não precisou dizer nada, só deixou seus refrões tocarem. E ficou erguendo as mãos para o alto, balançando o corpo e mexendo o pescocinho para cima e para baixo: a fórmula perfeita para se dar ‘close’ em Ibiza.

Arte/g1
Rock in Rio 2026: Veja vídeos do terceiro dia de festival

Fonte: G1 Entretenimento

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3º dia de Rock in Rio vira baile de formatura chuvoso com Calvin Harris e Black Eyed Peas; veja resumo

Calvin Harris toca “How Deep is Your Love”, um dos maiores hits da carreira
O terceiro dia do Rock in Rio 2026 foi marcado pelo público jovem acompanhando as primeiras estrelas pops do festival em um clima de baile de formatura. Os shows de Black Eyed Peas, Nelly e Jota Quest tocando Tim Maia foram alguns dos que deram esse tom de grande festa comemorativa.
A data também ficou marcada por ter pela primeira vez na história do festival um DJ — Calvin Harris — fechando o dia do Palco Mundo. O dia pop foi a primeira data desta edição a ter os ingressos esgotados. Foram disponibilizados 100 mil ingressos.
Leia também: Roberta Medina sobre cobrança de rock no Rock in Rio: ‘Roqueiros fazem barulho, mas o primeiro dia que esgota é o pop’
O Barão Vermelho fez a despedida do rock no festival, mas conseguiu conquistar o público mais jovem que estava ali para acompanhar artistas que foram suas trilhas sonoras de festas e baladas nos anos 2000 e 2010. Ne-Yo, BaianaSystem e Calema completaram a lista de atrações dos palcos principais.
Todas as bandas se apresentaram embaixo de chuva. Oscilando entre garoa e chuva forte, a água não deu trégua e foi persistente, mas não o suficiente para afugentar o público, que aderiu às capas e se manteve firme em frente aos palcos e nas filas das ativações.
Saiba como foi o terceiro dia de Rock in Rio 2026:
Acompanhe a cobertura dos próximos dias em tempo real pelo g1
Veja fotos dos famosos neste 1º dia de festival
Calvin Harris
Calvin Harris toca hit gravado com Dua Lipa, “One Kiss no Rock in Rio
Calvin Harris subiu ao Palco Mundo do Rock in Rio já na madrugada desta segunda-feira (7), depois da meia-noite e debaixo de muita chuva. Escolheu “Sweet Nothing”, parceria lançada em 2012 com Florence Welch para abrir seu set. A faixa faz parte do “18 Months”, justamente o disco que o consolidou como um dos maiores hitmakers do pop eletrônico internacional.
A escolha não deve ter sido fácil, imagino, dada a quantidade de sucessos que empilhou ao longo da carreira o escocês Adam Richard Wiles (não, o nome dele verdadeiro não é Calvin Harris).
Pelo período que seguiu, cerca de 1h30 de show, foi essa a toada: o DJ e produtor de 42 anos engatou uma sequência de sucessos (“Blame”, “Summer”, “Outside”, “Desire”, “Under Control”), soltou um beat bolha de funk e fez o público brasileiro sentir como se tivesse dado play no “The Best Of Calvin Harris” do Spotify. Só que melhor.
Na audição ao vivo, saíram lasers, fogo, fogos e fumacinhas do palco. Dos telões, projeções coloridas piscavam incessantemente emulando a pista de uma boa balada. Também as palavras “comer, dormir, rave e repetir”. Leia mais sobre o show de Calvin Harris.
Ne-Yo
Ne-Yo canta ‘So Sick’ no Palco Sunset do Rock in Rio
O que faz um artista que vem várias vezes ao Brasil em pouco tempo, mas não tem novos sucessos há 15, quase 20 anos? Varia aqui e ali, inverte a ordem de algumas músicas, pensa em novas piadas, claro – mas não tem muito como reinventar a roda.
Esse foi o desafio de Ne-Yo, que esteve entre as atrações principais do The Town 2023, do Rock in Rio 2024 e, neste domingo (6), tocou no Rock in Rio 2026 (além de outras vindas fora de festivais). A essa altura, quase todo mundo conhece os truques que o músico tem na manga.
Como abrir com “Closer” e seguir para “Because of You”, o que ele fez em todos os Rock in Rio e The Town; ou reservar um momento para “Irreplaceable” e “Take a Bow”, faixas que ele compôs para Beyoncé e Rihanna.
Para não dizer que ele não tentou inovar, Ne-Yo até desceu do palco e trocou o chapéu “aba anônima” pelo de cowboy. E aventurou a tocar novas como “Ms Tundra” e “Up Out Gone”, do disco meio country “Highway 79” (2026). Leia mais sobre o show do Ne-Yo.
Black Eyed Peas
Black Eyed Peas canta ‘Mas Que Nada’ durante show no Palco Mundo
O Black Eyed Peas fez um show alto-astral, levemente caótico, e deixou o Rock in Rio 2026 com cara de festa nostálgica neste domingo (6).
Na última vez que o grupo veio ao festival, em 2019, tentou compensar a maior mudança em sua história – a saída de Fergie, oficializada em 2017 – tirando vários coelhos da cartola: de Will.I.Am na tirolesa à participação de Anitta.
Desta vez, não precisou de mais que os dois sucessos (apropriadamente, “Let’s Get It Started” e “Boom Boom Pow”) para inaugurar a festa e fazer o público relevar qualquer ausência.
Rolou até participação do produtor Papatinho: ele soltou um “Rap da Felicidade” e, em seguida, eles anunciaram o lancamento de uma nova música, “We live up in here”. Isso com direito a clipe de IA exibido no telão.
Ao longo do show, claro, rolaram as dúvidas “por onde anda Fergie”, “por que ela saiu” e “será que ela volta” entre a galera. A “sombra” de Fergie nunca foi totalmente deixada para trás: era sua voz distinta nos refrãos que marcaram novelas, festas e adolescências no Brasil, dos anos 2000 em diante. Leia mais sobre o show do Black Eyed Peas.
Jota Quest toca Tim Maia
Jota Quest, Tony e Lincoln Tornado cantam ‘Sossego’ no Palco Sunset do Rock in Rio
A quinta vez do Jota Quest no Rock in Rio, primeira no Palco Sunset, foi com um repertório bem diferente. Neste domingo (6), a banda mineira apresentou o show baseado no álbum “Jota Quest & Tim Maia – Dance Enquanto é Tempo”, lançado em agosto.
As participações, muito bem-vindas em shows de grandes eventos como o Rock in Rio, deixaram o show ainda mais redondinho. Tony Tornado, 96 anos e agora o mais velho a se apresentar no festival, cantou “Sossego” ao lado de seu filho Lincoln. Negra Li, por sua vez, foi a convidada em “Descobridor dos sete mares”.
No ano passado, o Jota Quest havia anunciado esse tributo no The Town, o primo paulistano do Rock in Rio. A maior novidade daquela noite foi justamente a boa versão de “Acenda o Farol”, gravada por Tim em 1978, com a voz do cantor usada em feat póstumo.
Aquela homenagem deu início à celebração dos 30 anos do primeiro álbum do Jota, de 1996. Não foi uma escolha forçada. Tim ajudou a rebatizar o grupo, quando o J. Quest virou Jota Quest depois de um processo da Hanna-Barbera, produtora do desenho Jonny Quest.
Daquela fase, eles tocaram “Encontrar Alguém” e “As dores do mundo”, cover de Hyldon e primeiro single deles. Rogério Flausino disse que eles escolheram o caminho difícil: eram brancos tocando um repertório associado a artistas negros. Leia mais sobre o show do Jota Quest toca Tim Maia.
Nelly
Nelly canta ‘Dilemma’ no Rock in Rio
É difícil acreditar que Nelly tenha feito sua estreia no Brasil neste domingo (6) de Rock in Rio. Cornell Iral Haynes Jr., nome real do rapper de 51 anos, fez muita gente suspirar, dançar e colar um band-aid na cara lá pelos idos dos anos 2000.
Ele, claro, sabe muito bem disso: as músicas daquela fase dominaram o setlist de 55 minutos, sobretudo as dos álbum “Country Grammar” (2000) e “Nellyville” (2002).
Neste chuvoso terceiro dia de festival, Nelly deixou bem claro que não veio para inventar. Com um DJ e um hype man (rapper de apoio), ele comandou uma festa nostálgica na qual basicamente grita palavras de ordem, rima e canta, trajando uma camisa de basquete da coleção da Nike dedicada a Michael Jordan e a Seleção Brasileira.
Não há banda de apoio, transições bem pensadas entre as músicas ou direção artística para aproveitar bem o mega telão. É como se três amigos subissem ao palco e ligassem uma playlist This is Nelly no estilo karaokê, incluindo o R&B “Just a dream”, de 2010, uma das mais cantadas. Leia mais sobre o show de Nelly.
BaianaSystem
Debaixo de chuva, BaianaSystem canta um de seus maiores hits da carreira, ‘Lucro’
A premiada BaianaSystem chegou ao Palco Sunset do Rock in Rio, neste domingo (6) homenageando o passado e dando o recado do que quer para o futuro.
Entraram com a música “Água” (2019), cuja letra diz: “Chuva miúda não mata ninguém”. Nesse momento, caía um temporal daqueles na cidade do Rock. “Deixa molhar, people, é bênção”, tentou amenizar Russo Passapusso, vocalista. Depois emendou com “Sulamericano”, também lançada em 2019, um dos maiores hits do grupo.
A banda baiana formada em 2009 apresentou em pouco menos de uma hora uma performance capaz de passear por quase todos os caminhos que ajudaram a construir sua história. Entraram referências do sound system jamaicano, da guitarra baiana, da música de orquestra, do samba, do reggae, da cumbia, do rock…
O show, batizado de “O Ciclo”, foi pensado e dirigido por Passapusso, Filipe Cartaxo e pela atriz Alice Carvalho, que também participou da apresentação. Leia mais sobre o show do BaianaSystem.
Barão Vermelho
Barão Vermelho levanta público presente no Rock in Rio com ‘Pro Dia Nascer Feliz’
Uma hora para resumir a carreira do Barão Vermelho é pouco. Tanto que os shows da turnê “Encontro: Pro mundo inteiro acordar”, que traz Roberto Frejat (voz/guitarra), Dé Palmeira (baixo), Maurício Barros (teclados) e Guto Goffi (bateria) — todos da formação original da banda –, e a participação de Fernando Magalhães (guitarra), duram quase três horas.
Com a redução de tempo, alguns hits como “Amor, meu grande amor” acabaram ficando de fora de apresentação feita no Palco Mundo, do Rock in Rio, neste domingo (6). Mas clássicos como “Bete balanço” e “Meus bons amigos” ainda empolgaram a plateia, repleta de fãs da banda.
E ainda mais fascinante: conseguiu conquistar e levantar também um público mais jovem que aguardava as primeiras atrações do pop do Rock in Rio 2026. Após o Barão, o Palco Mundo será tomado por Nelly, Black Eyed Peas e Calvin Harris.
Mesmo com todos embaixo de uma chuva persistente que caía na cidade desde cedo. E trouxe um trunfo: a romântica “Por você”, lançada em 1999, para os que não viveram o Barão nos tempos de Cazuza. A faixa colocou o público para cantar em coro. Leia mais sobre o show do Barão Vermelho.
Calema
Dilsinho canta ‘Leva Tudo’ com Calema no Palco Sunset
Escalado para abrir o Palco Sunset neste domingo (6), o Calema tinha pela frente o desafio de conquistar uma plateia que ainda chegava à Cidade do Rock e pouco conhecia parte de seu repertório. A chuva intensa que caiu ao longo da tarde tornou a missão ainda mais difícil, afastando parte do público. Mas também criou a oportunidade de mostrar, ao vivo, por que os irmãos já arrastam multidões em Portugal.
Fradique e António já tinham uma ideia do que era o Rock in Rio. Os irmãos de São Tomé e Príncipe estrearam no festival em Lisboa, em junho, em uma apresentação que serviu como uma espécie de aquecimento para o que mostrariam no Rio de Janeiro.
A ponte com o Brasil começou bem antes da estreia na Cidade do Rock. O duo tem parcerias com a sertaneja Lauana Prado, em “Xê Dama”, e com Leo Santana, em “Oi Amor?”, single lançado poucos dias antes do Rock in Rio. Eles também dividiram o palco com Anitta ao participarem da primeira edição do “Ensaios da Anitta” na Europa.
No Rock in Rio, essa conexão ganhou um novo capítulo quando Dilsinho foi convidado para cantar “Leva Tudo”. Leia mais sobre o show de Calema.

Fonte: G1 Entretenimento

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3º dia de Rock in Rio vira baile de formatura chuvoso com Calvin Harris e Black Eyed Peas


3º dia de Rock in Rio vira baile de formatura chuvoso com Calvin Harris e Black Eyed Peas Domingo (6) teve shows de Calvin Harris, Ne-Yo, Black Eyed Peas e mais. O que pode e o que não pode levar para a Cidade do Rock? Veja.. Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?. Festival acontece até dia 13. Veja a programação completa.. 1º dia teve Foo Fighters em boa forma e nostalgia; veja resumo.. 2º dia teve Avenged Sevenfold morno e cantor hostilizado; leia resumo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Emmy Awards 2026: com brasileiro premiado, veja vencedores das categorias técnicas


Equipe do “South Park” durante o Creative Arts Emmy Awards 2026
Chris Pizzello/AP
A Academia de Artes e Ciências Televisivas revelou neste fim de semana os vencedores das categorias técnicas do Emmy Awards 2026.
Ao longo do sábado (5) e do domingo (6), foram divulgados os primeiros 102 premiados da edição. Os ganhadores das categorias principais serão conhecidos na próxima segunda-feira (14).
Entre os destaques do chamado Creative Arts Emmys estão a série “The Pitt”, que faturou três estatuetas, e o brasileiro Miguel Gandelman, que venceu na categoria de melhor direção musical pelo show de Bad Bunny no Super Bowl de 2025.
Agora no g1
Emmy Awards 2026: veja lista completa dos vencedores das categorias técnicas:
Melhor Elenco em Minissérie, Série Antológica ou filme para TV: “Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette”
Melhor Elenco em Série de Comédia: “Widow’s Bay”
Melhor Elenco em Série Dramática: “The Pitt”
Melhor Penteado Contemporâneo: “Buddies”
Melhor Penteado de Época ou Fantasia/Ficção Científica: “The Waltz”
Melhor Atriz Convidada em Série Dramática: Shailene Woodley como Annie — Paradise (“Graceland”)
Melhor Figurino de Fantasia/Ficção Científica: “The Strip”
Melhor Figurino de Época: “Maxine Is Ready To Single Mingle”
Melhor Figurino Contemporâneo em Série: Margo’s Got Money Troubles (“Grudge Match”)
Melhor Figurino Contemporâneo em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV: “All The Things We’re Never Going To Have”
Melhor Design de Produção para Programa Narrativo (Meia Hora): Widow’s Bay (“Lodging”)
Melhor Design de Produção para Programa Narrativo de Época ou Fantasia (Uma Hora ou Mais): Fallout (“The Wrangler”)
Melhor Design de Produção para Programa Narrativo Contemporâneo (Uma Hora ou Mais): Pluribus (“Grenade”)
Melhor Maquiagem com Próteses: The Pitt (“9:00 P.M.”)
Melhor Maquiagem de Época ou Fantasia/Ficção Científica (Não Protética): Palm Royale (“Maxine Drinks Martinis Now”)
Melhor Maquiagem Contemporânea (Não Protética): Margo’s Got Money Troubles (“Grudge Match”)
Melhor Ator Convidado em Série Dramática: Ernest Harden Jr. como Louie Cloverfield — The Pitt (“7:00 A.M.”)
Melhor Coreografia em Programação Roteirizada: Palm Royale (“Comin’ Home Baby / I Want To Be A Cowboy’s Sweetheart / I Had A Ball”)
Melhor Coordenação de Dublês em Série Dramática: John Koyama — The Boys
Melhor Performance de Dublês: A Knight Of The Seven Kingdoms (“In The Name Of The Mother”)
Melhor Coordenação de Dublês em Série de Comédia: Spider-Noir
Melhor Edição de Imagem em Série Dramática: Pluribus (“We Is Us”)
Melhor Edição de Imagem em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV: DTF St. Louis (“No One’s Normal. It Just Looks That Way From Across The Street”)
Melhor Edição de Imagem em Série de Comédia de Câmera Única: Hacks (“Hacks [Finale]”)
Melhor Edição de Imagem em Série de Comédia Multicâmera: Leanne (“Having Big Feelings”)
Prêmio Legado: I Love Lucy
Melhor Programa de Animação: South Park (“Sermon On The ‘Mount”)
Melhor Performance de Dublagem de Personagem: Julie Andrews como Lady Whistledown — Bridgerton (“The Waltz”)
Melhor Edição de Som em Minissérie, Série Antológica, Filme para TV ou Especial: Beef (“It Will Stay This Way And You Will Obey”)
Melhor Edição de Som em Série de Comédia ou Drama (Meia Hora) e Animação: Widow’s Bay (“What To Expect On Your Trip”)
Melhor Edição de Som em Série de Comédia ou Drama (Uma Hora): Spider-Noir (“The Man In The Mask”)
Melhor Mixagem de Som em Série de Comédia ou Drama (Uma Hora): Pluribus (“We Is Us”)
Melhor Mixagem de Som em Série de Comédia ou Drama (Meia Hora) e Animação: Widow’s Bay (“What To Expect On Your Trip”)
Melhor Mixagem de Som em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV: Beef (“It Will Stay This Way And You Will Obey”)
Melhor Design de Abertura: Spider-Noir
Melhores Efeitos Visuais Especiais em um Único Episódio: Spider-Noir (“Nightmare On A Gurney”)
Melhores Efeitos Visuais Especiais em uma Temporada ou Filme para TV: Stranger Things
Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV: David Harbour como Floyd Smernitch — DTF St. Louis
Melhor Direção de Fotografia em Série (Uma Hora): Darran Tiernan — Spider-Noir (“Step Into My Office”)
Melhor Direção de Fotografia em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV: James Whitaker — DTF St. Louis (“Cornhole”)
Melhor Direção de Fotografia em Série (Meia Hora): Christian Sprenger — Widow’s Bay (“Our History”)
Melhor Supervisão Musical: Widow’s Bay (“Beach Reads”)
Melhor Música e Letra Originais: The Pitt (“12:00 P.M.”, Canção: “Need Someone”)
Melhor Tema Musical de Abertura Original: Dave Porter — Pluribus
Melhor Composição Musical em Série (Trilha Sonora Dramática Original): David Fleming — Widow’s Bay (“Our History”)
Melhor Composição Musical em Minissérie, Série Antológica, Filme para TV ou Especial (Trilha Sonora Dramática Original): The Beast In Me (“The Beast And Me”)
Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV: Linda Cardellini como Carol Love-Smernitch — DTF St. Louis
Melhor Direção em Minissérie, Série Antológica ou Telefilme: Steven Conrad — DTF St. Louis
Melhor Roteiro em Minissérie, Série Antológica ou Filme para TV: Steven Conrad — DTF St. Louis
Melhor Ator Convidado em Série de Comédia: Rob Reiner como Albert — The Bear (“Tonnato”)
Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia: Betty Gilpin como Sarah Westcott Warren — Widow’s Bay (“Our History”)
Melhor filme para TV: “Remarkably Bright Creatures”
Melhor Apresentador de Game Show: Jimmy Kimmel — Who Wants To Be A Millionaire
Melhor Game Show: Jeopardy!
Melhor Design de Produção para Série de Variedades ou Reality Show: The Traitors (“The Black Banquet”)
Melhor Design de Produção para Especial de Variedades: The Muppet Show
Melhor Composição Musical para Documentário/Programa de Não Ficção ou Reality Show (Trilha Sonora Dramática Original): Tyler Strickland — John Candy: I Like Me
Melhor Direção Musical: Miguel Gandelman — The Apple Music Super Bowl LX Halftime Show Starring Bad Bunny
Melhor Coreografia para Programação de Variedades ou Reality Show: Charm La’Donna e Karina Ortiz — The Apple Music Super Bowl LX Halftime Show Starring Bad Bunny (“Casita Medley / EoO / Nuevayol”)
Melhor Programa de Mídia Emergente: Uncanny Alley: A New Day
Melhor Elenco de Reality Show: Love On The Spectrum
Melhor Inovação em Programação de Mídia Emergente: Crafting Crimes
Melhor Direção de Fotografia para Programa de Não Ficção: Ocean With David Attenborough
Melhor Direção de Fotografia para Reality Show: The Traitors (“Series Body Of Work”)
Melhor Série de Curta Duração de Não Ficção ou Reality Show: Inside The Pitt
Melhor Série de Curta Duração de Comédia, Drama ou Variedades: Colbert Before Air
Melhor Comercial: “I’m Not Remarkable” — Apple
Melhor Penteado para Programa de Variedades, Não Ficção ou Reality Show: RuPaul’s Drag Race (“Rate-A-Queen Talent Show, Part 2”)
Melhor Maquiagem para Programa de Variedades, Não Ficção ou Reality Show: Saturday Night Live (“Host: Bad Bunny”)
Melhor Figurino para Programação de Variedades, Não Ficção ou Reality Show: The Masked Singer (“Premiere Part 1”) e The Traitors (“The Black Banquet”)
Melhor Roteiro para Especial de Variedades: The Muppet Show
Melhor Roteiro para Série de Variedades: The Late Show With Stephen Colbert
Melhor Roteiro para Programa de Não Ficção: The Daily Show Presents: Jordan Klepper Fingers The Pulse: Give The Man A Prize
Melhor Mixagem de Som para Série ou Especial de Variedades: The Apple Music Super Bowl LX Halftime Show Starring Bad Bunny
Melhor Mixagem de Som para Reality Show: Welcome To Wrexham (“Do A Wrexham”)
Melhor Mixagem de Som para Programa de Não Ficção: Billy Joel: And So It Goes
Melhor Edição de Som para Programa de Não Ficção ou Reality Show: Ocean With David Attenborough
Melhor Edição de Imagem para Programa de Variedades: The Muppet Show
Melhor Edição de Imagem para Programação de Variedades (Segmento): The Late Show With Stephen Colbert (“The Late Show closes out its storied run at the Ed Sullivan Theater with help from Paul McCartney and Elvis Costello”)
Melhor Edição de Imagem para Programa de Não Ficção: Sean Combs: The Reckoning (“Blink Again”)
Melhor Atuação em Série de Curta Duração de Comédia ou Drama: Desi Lydic como Desi Lydic — The Daily Show: Desi Lydic Foxsplains
Melhor Edição de Imagem para Reality Show Não Estruturado: Love On The Spectrum (“Episode 4”)
Melhor Edição de Imagem para Reality Show Estruturado ou de Competição: The Traitors (“The Death Conga”)
Melhor Especial Documental ou de Não Ficção: My Mom Jayne: A Film By Mariska Hargitay
Melhor Série Documental ou de Não Ficção: Mr. Scorsese
Melhor Série ou Especial de Não Ficção com Apresentador: Tucci In Italy
Melhor Direção para Programa Documental/Não Ficção: Mariska Hargitay — My Mom Jayne: A Film By Mariska Hargitay
Melhor Direção para Reality Show: Ben Archard — The Traitors (“Let The Cards Fall As They Will”)
Mérito Excepcional em Produção de Documentários: The Librarians
Melhor Narrador(a): Octavia Spencer como Narradora — Lost Women Of Alaska (“The Missing”)
Melhor Apresentador de Reality Show ou Reality de Competição: Alan Cumming — The Traitors
Melhor Reality Show Não Estruturado: Love On The Spectrum
Melhor Reality Show Estruturado: Antiques Roadshow
Melhor Design de Iluminação/Direção de Iluminação para Especial: The Apple Music Super Bowl LX Halftime Show Starring Bad Bunny
Melhor Design de Iluminação/Direção de Iluminação para Série: The Late Show With Stephen Colbert (“Guests: Bruce Springsteen, Special Surprise Guests”)
Melhor Direção Técnica e Trabalho de Câmera para Série: The Late Show With Stephen Colbert (“The Late Show with Stephen Colbert Series Finale”)
Melhor Direção Técnica e Trabalho de Câmera para Especial: The Apple Music Super Bowl LX Halftime Show Starring Bad Bunny
Melhor Direção para Série de Variedades: Yvonne De Mare — The Late Show With Stephen Colbert (“The Late Show with Stephen Colbert Series Finale”)
Melhor Direção para Especial de Variedades: Hamish Hamilton — The Apple Music Super Bowl LX Halftime Show Starring Bad Bunny
Melhor Especial de Variedades (Pré-gravado): The Muppet Show
Melhor Especial de Variedades (Ao Vivo): The Apple Music Super Bowl LX Halftime Show Starring Bad Bunny

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: Calvin Harris faz último show do terceiro dia de festival


Rock in Rio 2026: Calvin Harris faz último show do terceiro dia de festival Domingo (6) teve shows de Ne-Yo, Black Eyed Peas e mais. O que pode e o que não pode levar para a Cidade do Rock? Veja.. Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?. Festival acontece até dia 13. Veja a programação completa.. 1º dia teve Foo Fighters em boa forma e nostalgia; veja resumo.. 2º dia teve Avenged Sevenfold morno e cantor hostilizado; leia resumo.

Fonte: G1 Entretenimento

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4º dia de Rock in Rio tem ícones como Elton John e Gilberto Gil, além de jazz pop de Laufey e Jon Batiste


Gilberto Gil, Elton John e Laufey são algumas das atrações do dia 7 de setembro no Rock in Rio
Reprodução
Neste feriado de 7 de setembro, o Rock in Rio receberá medalhões. O headliner do Palco Mundo é ninguém menos que Elton John, que vem ao país pela primeira vez desde 2017. O icônico cantor e pianista fará uma única apresentação no Brasil, e deve emocionar com sucessos inesquecíveis, de “Your Song” a “Tiny Dancer”.
Já no Palco Sunset, o encerramento da programação fica por conta de uma lenda da MPB: Gilberto Gil. O músico vem de “Tempo Rei”, sua turnê de despedida, que acabou em início de 2026. Ele sobe no palco do Rock in Rio com a alma cheirando a talco e trará seu repertório cânone da música brasileira.
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A islandesa Laufey também é uma das atrações do dia. Ao unir bossa nova com jazz e pop, suas músicas conquistam cada vez mais adolescentes pelo mundo — especialmente as garotas. Ela deve fazer um show charmoso e tranquilo no Palco Mundo, antes do headliner Elton John.
O Palco Mundo ainda recebe o músico multipremiado Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Já no Sunset, Péricles promete dar um show à parte com repertório da icônica gravadora Motown; Roupa Nova e Guilherme Arantes e ​Vanessa da Mata convida Rubel também integram o line-up.
Veja abaixo a programação deste e dos próximos dias do festival:
Dia 7 de setembro
Elton John se apresenta no Rock in Rio no dia 7 de setembro
Reuters/Jonathan Bachman
Palco Mundo
00h05 – Elton John
21h20 – Gilberto Gil
19h00 – Jon Batiste
16h40 – Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Palco Sunset
22h45 – Laufey
20h10 – Péricles canta Motown
17h50 – Roupa Nova convida Guilherme Arantes
15h30 – Vanessa da Mata convida Rubel
New Dance Order
01h30 – Fatboy Slim
00h00 – Aline Rocha
22h30 – Leo Janeiro & Simo Not Simon
21h05 – Max Styler
Espaço Favela
19h10 – Belo
16h50 – Mart’nália
15h00 – Tiee
Palco Supernova
20h10 – Alee
18h00 – Zeca Veloso
16h00 – Melly
14h30 – Maui
Palco Global Village
19h10 – João Bosco
16h50 – Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai
15h00 – Wanda Sá
Dia 11 de setembro
Stray Kids
Divulgação
Palco Mundo
00h05 – Stray Kids
21h20 – Alok – Keep Art Human
19h00 – Hwasa
16h40 – Nexz
Palco Sunset
22h45 – Jamiroquai
20h10 – PJ Morton
17h50 – Os Garotin convidam Duquesa
15h30 – Jota.Pê convida Luedji Luna e Zaynara
New Dance Order
01h00 – Neelix & Vegas
00h00 – Omiki
22h00 – Departamento
21h05 – Anna
Espaço Favela
19h10 – MC Cabelinho convida TZ da Coronel
16h50 – Puterrier & MC Carol
15h00 – Caio Luccas
Palco Supernova
20h10 – NandaTsunami
18h00 – Ananda
16h00 – Isa Buzzi
14h30 – Muse Maya
Palco Global Village
19h10 – Soulidifield
16h50 – Rio Bronx
15h00 – Lambateria com Félix Robatto
Dia 12 de setembro
Adam Levine, vocalista e guitarrista da banda Maroon 5
Marcelo Brandt/G1
Palco Mundo
00h05 – Maroon 5
21h20 – Demi Lovato
19h00 – J Balvin
16h40 – Pedro Sampaio
Palco Sunset
22h45 – Mumford & Sons
20h10 – João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira
17h50 – Gilsons convida Daniela Mercury e Olodum
15h30 – Criolo, Amaro & Dino
New Dance Order
01h30 – Alok Pres. Rave The World
00h00 – Alok & Family – Ekanta & Swarup
23h00 – Gabe
22h00 – Adam Sellouk
21h05 – Bhaskar
Espaço Favela
19h10 – Timbalada
16h50 – Priscila Senna
15h00 – Soul de Brasileiro
Palco Supernova
20h10 – Delacruz
18h00 – Milo J
16h00 – Yago Oproprio
14h30 – Celo Dut
Palco Global Village
19h10 – Mestrinho
16h50 – Hamilton de Holanda
15h00 – Badi Assad
Dia 13 de setembro
Dupla Twenty One Pilots se apresenta no Rock in Rio no dia 13 de setembro
Divulgação
Palco Mundo
00h05 – Twenty One Pilots
21h35 – Halsey
19h10 – Lola Young
17h00 – Ivete Sangalo
Palco Sunset
22h50 – Zara Larsson
20h20 – Marina Sena convida Céu
18h05 – Joelma convida Viviane Batidão
15h50 – Carol Biazin convida Joyce Alane
New Dance Order
01h30 – John Summit
00h00 – Roddy Lima
22h30 – Illusionize
21h05 – Dawn Patrol / Maz, Andot, Riascode, Bakka
Espaço Favela
19h10 – Dennis
16h50 – Suel
15h00 – Marvvila
Palco Supernova
20h10 – Lourena
18h00 – Sant
16h00 – Bruna Black
14h30 – Ar Baby
Palco Global Village
19h10 – Haley Smalls
16h50 – Lucy Alves
15h00 – Kynnie

Fonte: G1 Entretenimento

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Polícia identifica e intima streamer acusado por ator de homofobia no Rock in Rio


Ator de ‘Quem Ama Cuida’ diz ter sido vítima de homofobia; veja vídeo
A Polícia Civil do Rio identificou e intimou o streamer GH Rell RJ, acusado pelo ator João Victor Gonçalves de homofobia após uma abordagem hostil sobre seu look, quando o artista chegava ao Rock in Rio na sexta-feira (4) à noite (veja no vídeo acima).
GH foi identificado como Jean Almeida Hilário, de 19 anos, morador de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e é aguardado para ser ouvido na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi). Em vídeos e por meio de sua defesa, ele pediu desculpas pela abordagem e negou que tenha havido discriminação (leia mais no fim da reportagem).
João Victor, de 24 anos, também será chamado para prestar esclarecimentos sobre o episódio. O g1 apurou que a Polícia Civil vai investigar se houve crime de homofobia em manifestações atribuídas a Jean.
Os investigadores também podem apurar uma acusação de racismo feita em um vídeo postado, após a repercussão do caso, pelo streamer contra João Victor – intérprete de Mau Mau na novela “Quem Ama Cuida”.
Os advogados do ator contestam essa versão e afirmam que ele só figura como vítima (entenda abaixo nesta reportagem).
A Polícia Civil informou que os fatos serão analisados individualmente e que os depoimentos devem ajudar a esclarecer o contexto da abordagem e das manifestações feitas posteriormente pelos dois.
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Live, acusação, desculpas e novos ataques: veja vídeos que explicam o caso envolvendo ator e streamer no entorno do Rock in Rio
Acompanhe a cobertura do Rock in Rio ao vivo
Abordagem foi transmitida ao vivo
Momento da abordagem de GH e amigos ao ator João Victor Gonçalves
Reprodução/Kick
O episódio aconteceu em frente ao Parque dos Atletas, no entorno da Cidade do Rock, na Barra Olímpica, Zona Sudoeste do Rio, e foi transmitido ao vivo pela plataforma Kick, concorrente da Twitch. Horas depois, GH foi banido da plataforma.
Na transmissão, GH aparece acompanhado de pelo menos dois amigos enquanto se aproxima de João Victor. Em determinado momento, integrantes do grupo fazem comentários sobre a aparência e a roupa usada pelo ator.
“C…, que é isso! Cara horroroso. Cara meteu um tomate”, diz um deles, referindo-se à calça vermelha usada pelo ator.
O grupo ainda aparece seguindo o ator por alguns segundos. João Victor, visivelmente acuado, aperta o passo para seguir em frente. O trecho da transmissão foi posteriormente recortado e publicado nas redes sociais, onde passou a circular acompanhado de críticas à abordagem.
Durante a live, não fica claro se o streamer e os amigos sabiam que o homem abordado era João Victor Gonçalves.
Ator falou em homofobia; streamer o acusou de racismo
João Victor Gonçalves acusa streamer de homofobia após live durante Rock in Rio
Após a repercussão do vídeo, João Victor se manifestou nas redes sociais, classificou o episódio como homofobia e afirmou que, durante a abordagem, teve medo de ser roubado.
“Somos mais fortes que qualquer coisa… Impunes não vão ficar, homofobia é crime. Isso é um retrato. Meu medo de ser roubado era maior. Homofobia não é entretenimento”, afirmou.
Após acusação de homofobia, streamer pede desculpas e acusa ator de racismo
GH inicialmente pediu desculpas “caso tivesse errado”. Mais tarde, voltou a falar sobre o episódio, negou ter sido homofóbico e acusou João Victor de racismo.
O streamer questionou a declaração do ator sobre o medo de ser roubado e associou a fala à sua cor.
“Como que eu vou te roubar, irmão, num evento onde tinha muita segurança? […] Você falou que tava com medo de ser roubado. Por que você tava com medo de ser roubado? Por causa da minha cor? É porque eu sou preto?”, disse GH.
No mesmo vídeo, o streamer afirmou que não havia feito comentários sobre a orientação sexual de João Victor e manteve as críticas à roupa usada pelo ator.
João Victor também será chamado a depor
Além de Jean Almeida, João Victor será chamado pela Delegacia de Atendimento ao Turista para prestar esclarecimentos.
Segundo apurou o g1, a investigação vai analisar separadamente as manifestações dos envolvidos. A polícia vai apurar se houve crime de homofobia nas falas atribuídas ao streamer e, a depender dos depoimentos, poderá analisar também a acusação de racismo feita por GH contra o ator.
Advogados do ator rebatem GH
João Victor postou uma nota redigida pelos advogados Gustavo Polido e Andressa Knapp. O texto rebate a acusação de GH de que o ator foi racista.
“Quanto à declaração de João Victor Gonçalves, ofendido, na qual relatou temor de ser assaltado, esclarece-se que tal manifestação não possui qualquer conotação discriminatória. Trata-se de reação legítima de autoproteção, plenamente justificável diante do contexto fático: ausência de segurança no local, superioridade numérica dos agressores (quatro contra um) e a natureza intimidatória da abordagem. Não há nexo entre o receio manifestado e qualquer elemento de cunho racial”, diz a nota.
Os advogados afirmam que a alegação de GH “não encontra qualquer amparo nos fatos ou nas declarações efetivamente proferidas por João Victor”.
“Eventuais manifestações de terceiros, inclusive de cunho racista feitas por seguidores do ofendido contra o autor da hostilização, não podem ser a ele [João] atribuídas, tampouco desviam a análise da conduta originalmente praticada contra a vítima.”
O texto ainda ressalta que “o deboche público motivado pela não conformidade da vestimenta com padrões normativos de gênero, exposto e amplificado por meio de transmissão ao vivo, constitui ato discriminatório grave” e que “o ato discriminatório foi praticado deliberadamente como estratégia de engajamento e geração de conteúdo, em benefício próprio e às custas da exposição pública não consentida da vítima”.
“Reafirma-se que João Victor Gonçalves figura, nestes fatos, exclusivamente na condição de vítima.”
Defesa de Jean nega homofobia e não cita racismo
Em nota, a defesa de Jean Almeida Hilário afirmou que o streamer reconhece que o tom usado durante a transmissão foi inadequado e reiterou o pedido de desculpas feito a João Victor. Segundo os advogados, GH está arrependido e admite que a abordagem “não foi apropriada”.
A defesa, no entanto, negou que tenha havido homofobia. Segundo a nota, os comentários de GH foram direcionados exclusivamente à roupa usada pelo ator e, em nenhum momento, fizeram referência à orientação sexual dele.
Os advogados afirmaram ainda que o streamer está à disposição das autoridades e confia que a investigação demonstrará “a ausência de qualquer ato discriminatório”.
A nota também não repete as acusações, feitas em vídeo por Jean, de que o ator tenha sido racista.
Ator hostilizado por look volta ao Rock in Rio e se esbalda em show do Barão Vermelho
Neste domingo (6), o ator voltou à Cidade do Rock e gravou um vídeo se divertindo e cantando “Pro dia nascer feliz” durante o show do Barão Vermelho.
“Mais um dia de @rockinrio – Bora viver!”, escreveu o ator ao exibir o look escolhido para curtir a programação deste domingo.
João Victor Gonçalves voltou ao festival neste domingo (6).
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento