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‘BBB do Rock in Rio’: 152 câmeras e 3 drones vigiam público; reconhecimento facial já levou 3 à delegacia


O que tem de novo no rock in rio 2026
Quem entra na Cidade do Rock pode nem perceber, mas está sendo acompanhado por uma espécie de BBB do Rock in Rio.
Nos bastidores do festival, uma central de operações funciona 24 horas por dia e recebe imagens de 152 câmeras espalhadas pelo evento, além de 3 drones, câmeras térmicas, radares meteorológicos e sistemas de reconhecimento facial.
A estrutura é usada para acompanhar a movimentação do público, identificar pessoas procuradas pela Justiça, detectar drones não autorizados e até monitorar possíveis tentativas de invasão pelo entorno da Lagoa de Jacarepaguá.
Desde o início do festival, 3 pessoas foram identificadas pelo reconhecimento facial e levadas à delegacia montada na Cidade do Rock. Uma delas permaneceu detida após a polícia constatar uma pendência com a Justiça.
Ao todo, cerca de 2,4 mil profissionais participam da operação de segurança durante o evento, entre vigilantes privados, equipes de tecnologia e agentes das forças de segurança.
O g1 entrou na central de monitoramento para mostrar como funciona a operação que acompanha, em tempo real, o que acontece dentro e no entorno da Cidade do Rock.
“A segurança do festival começa muito antes da abertura dos portões. Nós iniciamos o planejamento cerca de 3 meses antes com a instalação de toda a infraestrutura de monitoramento. Existe todo um estudo para definir onde cada câmera será instalada e como vamos acompanhar a movimentação do público”, explica Paulo Armário, gerente de operações do Rock in Rio.
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Centro de monitoramento da Cidade do Rock tem mais de 150 câmeras espalhadas pelo Parque Olímpico
Divulgação
Ao todo, o Rock in Rio conta com 50 câmeras com reconhecimento facial, principalmente nas áreas de acesso ao evento.
Segundo Armário, o número de equipamentos acabou superando o previsto inicialmente.
“Tínhamos cerca de 120 câmeras planejadas, mas conseguimos ampliar essa estrutura e hoje trabalhamos com 152 câmeras monitorando a Cidade do Rock”, afirma.
De acordo com Armário, as imagens são analisadas em parceria com as forças de segurança.
“Assim que a pessoa entra na Cidade do Rock, ela já passa pelo sistema de reconhecimento facial operado por nós, em parceria com as polícias. Isso permite identificar eventuais ocorrências ou pendências judiciais”, diz.
Desde o início do festival, 3 pessoas foram identificadas pelo sistema facial e conduzidas para a delegacia instalada dentro da Cidade do Rock. Após a verificação, uma delas permaneceu detida por possuir pendência com a Justiça.
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Drone sobrevoa a Cidade do Rock
Divulgação
Radares e câmeras térmicas contra invasões pela lagoa
A vigilância não termina nos portões da Cidade do Rock. Radares perimetrais, câmeras térmicas e drones também são usados para monitorar pontos considerados vulneráveis a invasões, incluindo o entorno da Lagoa de Jacarepaguá.
“Hoje as tentativas [de invasão pela água] são bem menores do que em outras edições, mas elas ainda acontecem. Muitas vezes conseguimos identificar a movimentação antes mesmo que a pessoa se aproxime do perímetro”, afirma Armário.
Sistema antidrones detecta voos não autorizados
No 1º dia de festival, 2 drones não autorizados foram apreendidos nas proximidades da Cidade do Rock. Um estava fora do complexo e outro chegou a sobrevoar o interior do evento. No 2º caso, o responsável perdeu a credencial de acesso e foi retirado do local.
Para reforçar a fiscalização, o Rock in Rio passou a utilizar um sistema antidrones capaz de detectar automaticamente a presença de equipamentos não autorizados. Quando um drone invade a área protegida, o alerta é disparado sem a necessidade de acionamento manual por operadores.
Central funciona 24 horas por dia
Cerca de 12 profissionais trabalham simultaneamente na central, em esquema de turnos. O espaço reúne equipes de segurança e tecnologia, além de profissionais responsáveis pelo monitoramento meteorológico, bombeiros, profissionais de saúde e equipes de inteligência digital.
“Hoje temos um centro integrado que monitora não só a segurança, mas toda a operação da Cidade do Rock. Nosso objetivo é garantir que o público tenha uma experiência segura, confortável e tranquila durante o festival”, diz Paulo Armário.
Sala de controle funciona 24 horas por dia durante o festival
Divulgação
Segundo os organizadores, o sistema também acompanha condições climáticas em tempo real e monitora possíveis ameaças identificadas em ambientes digitais antes mesmo que cheguem ao evento.
“É um trabalho muito preventivo. A ideia é antecipar problemas para que eles sequer aconteçam”, conclui o gerente.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Espaço Favela, sucesso do Rock in Rio há 4 edições, nasceu de um ‘transe’ de Roberto Medina, diz curador


Espaço Favela chega à 4ª edição com shows lotados
O Espaço Favela chega à sua 4ª edição do Rock in Rio como uma das atrações mais disputadas da Cidade do Rock. E nasceu de um “transe” de Roberto Medina, segundo conta o amigo Zé Ricardo.
O palco foi criado para dar visibilidade a artistas da periferia e, desde a estreia, tem reunido grandes públicos — tanto que é considerado um dos mais importantes de toda a Cidade do Rock.
A ideia nasceu logo após o Rock in Rio de 2017, durante uma conversa entre Zé Ricardo, vice-presidente artístico da Rock World, e o fundador do festival, Roberto Medina.
Segundo Zé Ricardo, eles discutiam formas de ampliar a presença de artistas de favela no evento quando Medina teve a ideia de criar um espaço inspirado nesses territórios.
“Ele entrou num transe e falou: ‘Já sei! Vou fazer um palco em formato de favela. Vou trazer artistas de favela e reforçar o talento deles!’”, contou.
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Zé Ricardo, vice-presidente artístico da Rock World
Reprodução/TV Globo
O projeto saiu do papel no Rock in Rio de 2019. O grupo de teatro Nós do Morro estreou o cenário.
Para Zé Ricardo, o Espaço Favela tem como principal missão revelar talentos e aproximá-los do mercado da música.
“Eu tento trazer os artistas mais preparados para serem absorvidos pelo mercado”, afirmou.
Espaço Favela do Rock in Rio de 2026
Reprodução/TV Globo
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Estrutura e sucesso
São 75 metros de largura por 13 metros de altura, com 60 casinhas cenográficas e elementos que remetem ao cotidiano das comunidades, como roupas penduradas, caixas d’água e até figuras de cachorros e gatos.
“A gente viu os shows todos da 1ª edição lotados e falou: ‘Deu certo!’. As pessoas entenderam mesmo. Elas abraçaram o projeto”, disse Zé Ricardo.
Entre os estreantes desta edição está o cantor de trap Caio Luccas, de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O artista diz viver dias de ansiedade antes da apresentação.
“Quando eu recebi o convite, estava com a minha mãe e minha filha. Eu falei: ‘Mãe, eu vou estar no Rock in Rio’. Minha mãe começou a gritar: ‘Glória a Deus!’”, lembrou.
Outro estreante é o cantor Suel, de Nova Iguaçu, que soma mais de 20 anos de carreira no pagode. “Nem nos meus melhores sonhos eu imaginava estar aqui. Eu sou um artista periférico, um artista do povo. Isso aqui tem uma representação muito grande para mim”, afirmou.
Suel disse que pretende levar ao palco músicas que marcaram sua trajetória e classificou o show como um presente para ele e para os fãs.
O pagode também estará representado por Belo, embaixador do Espaço Favela, além de Mart’nália e Marvvila, que retorna ao palco após se apresentar na edição de 2022.
“Voltar nesse momento da carreira, com mais músicas autorais e projetos lançados, me deixa muito honrada e feliz”, disse Marvvila.
A cantora afirmou ainda que estar no Rock in Rio mostra que artistas vindos da periferia também podem alcançar grandes palcos. “Por muito tempo eu achava que não tinha como chegar longe. Estar aqui hoje é mostrar para essas pessoas que tem como, sim.”
Suel vai cantar no Espaço Favela no dia 13
Reprodução/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Luiza Possi grava álbum audiovisual em São Paulo em show de músicas cristãs que terá orquestra, coro e Eli Soares


Luiza Possi grava o álbum audiovisual ‘Quando Ele me encontrou’ na segunda-feira, 7 de setembro, em show orquestral na Sala São Paulo
Cris Gomes / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Dando sequência à discografia da fase cristã, iniciada em 26 de junho com a edição do álbum “Quero conhecer Jesus” (2026), Luiza Possi grava o primeiro álbum audiovisual após a conversão à religião evangélica – ocorrida em setembro de 2024, mas somente anunciada oficialmente em março deste ano de 2026, juntamente com os novos rumos da carreira musical da artista.
Amanhã, segunda-feira, 7 de setembro, a cantora e compositora faz o registro audiovisual do inédito show “Quando Ele me encontrou” na Sala São Paulo, na cidade de São Paulo (SP).
Com músicas como “O futuro é teu”, o roteiro a ser seguido por Luiza Possi na gravação ao vivo prevê seis canções inéditas de autoria da artista em parceria com Esdras Gallo, composições do recente álbum “Quero conhecer Jesus” e abordagens de sucessos do cancioneiro cristão.
No palco da Sala São Paulo, Luiza Possi estará acompanhada da Orquestra do Theatro São Pedro e do Coral do Theatro São Pedro. Estão previstas as participações especiais do cantor Eli Soares e do grupo Get Worship.

Fonte: G1 Entretenimento

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João Bosco grava com Caetano Veloso música que compôs com Chico Buarque


João Bosco (à esquerda) faz feat com Caetano Veloso em ‘Sinhá’ (2011), segunda das duas parcerias do artista mineiro com Chico Buarque
Victor Correa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em 2011, quando Chico Buarque lançou o álbum intitulado “Chico”, a música “Sinhá” logo sobressaiu na safra autoral de músicas inéditas do disco. Tratava-se da segunda parceria do compositor com João Bosco, com quem Chico até entsomente fizera uma música, “Mano a mano” (1984), lançada 27 anos antes.
Ao longo desses 15 anos, “Sinhá” ganhou regravações nas vozes do parceiro João Bosco (no álbum “Mano que zuera”, de 2017), da cantora Leila Pinheiro e do próprio Chico Buarque (com vocais de Mônica Salmaso em gravação ao vivo de álbum lançado em 2023), entre outros nomes.
Agora “Sinhá” ganha novamente a voz de João Bosco, mas em dueto com Caetano Veloso. Gravado em estúdio do Rio de Janeiro (RJ), o feat de Bosco com Caetano integra o álbum comemorativo dos 80 anos do artista mineiro, “Amigos novos e antigos”, previsto para ser lançado em 25 de setembro com 17 regravações do cancioneiro autoral de João Bosco (seis faixas do álbum já foram adiantadas em EP editado em 31 de julho).
“Estar ao lado de Caetano e dizer a ele tantas coisas que sinto em relação à sua obra – e ouvir o que ele falou sobre mim – são a síntese deste novo trabalho. É justamente a razão de ser do álbum: celebrar os amigos, os encontros, a admiração e o afeto que a música foi construindo ao longo da vida”, conceitua Bosco.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sentir a música, ‘ver’ o palco pelo rádio e fugir do barulho: como funciona a acessibilidade no Rock in Rio


Rock in Rio 2026 conta com serviços de acessibilidade para cegos e surdos
O Rock in Rio 2026 contará com uma série de recursos de acessibilidade voltados ao público de pessoas com deficiência visual, auditiva e com autismo. As iniciativas incluem audiodescrição, interpretação em Libras, experiências táteis para percepção da música, kits sensoriais e uma sala preparada para acolher visitantes em situações de sobrecarga sensorial.
A operação destinada às pessoas cegas e surdas é coordenada por uma empresa especializada em acessibilidade cultural e audiovisual que atua no festival desde 2018.
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Confira mais informações sobre o Rock in Rio
Para o público com deficiência visual, o festival disponibilizará audiodescrição nos palcos Mundo, Sunset e Favela. Os interessados devem procurar a Central de Acessibilidade para receber uma pulseira que garante acesso ao serviço.
“As pessoas recebem um radinho e, por meio dele, acompanham a descrição do que acontece no palco. Quantos cantores há, o que estão fazendo. A cada show, eles falam tudo o que está acontecendo”, explica Ana Motta, CEO da All Dub.
Os profissionais responsáveis pela audiodescrição narram elementos visuais da apresentação, como entrada dos artistas, figurinos, cenários, iluminação, efeitos especiais e movimentação dos músicos. O objetivo é permitir que pessoas que não enxergam ou tem baixa visão acompanhem aspectos do espetáculo que normalmente dependem da observação visual.
“Eu narro o que está acontecendo. Narrações que não atrapalham o que está acontecendo sem intervir na música. Detalhes da roupa, da dança, detalhes dele ter jogado uma baqueta e o público gritou. Isso faz a diferença”, contou a audiodescritora Ana Paula Rodrigues.
Equipamentos usados no serviço de audiodescrição no Rock in Rio
Cristina Boeckel/ g1
O analista de sistemas Sidney Tobias é fã de festivais, onde ele costuma conhecer bandas novas e acompanhar as que já conhece. No sábado (5), ele esteve na Cidade do Rock para ver o show do Sepultura. Ele usa o serviço de audiodescrição para acompanhar melhor as apresentações.
“Todo show tem muita movimentação de palco, além da identidade visual da banda ou do artista. Sem a audiodescrição eu não teria essa informação. Para mim, não só curtir o som, mas também entender a movimentação de palco e o trabalho do artista, só com a audiodescrição”, contou Sidney.
O dia de festival foi marcado por uma chuva forte. A água atrapalhou o uso dos equipamentos. Ainda assim, Sidney não ficou sem o serviço. A profissional se sentou ao lado dele e foi comentando o que acontecia durante o show.
Durante chuva intensa na Cidade do Rock, audiodescritora narra o que ocorre no palco ao lado de deficiente visual
Cristina Boeckel/ g1
Sentir a música
Para o público com surdez, o festival oferece diferentes formas de acesso à experiência musical. Uma delas é o projeto “Sinta o Som”. Nesse serviço, a pessoa informa previamente qual apresentação deseja acompanhar e tem a oportunidade de vivenciar o show por meio das vibrações sonoras.
“O surdo chega à Central de Acessibilidade e informa qual é o cantor preferido. Ele coloca o nome em uma lista e, cerca de meia hora antes do show, retorna ao local, encontra um intérprete de Libras e é levado para uma área próxima ao palco. Ali, pode sentir a música a partir de uma caixa de som gigante. O intérprete o acompanha e oferece suporte durante toda a experiência”, afirma Ana.
Além da proximidade com as caixas de som, os participantes utilizam um colete sensorial desenvolvido para ampliar a percepção física da música. O serviço tem vagas limitadas por dia.
Colete sensorial que será usado no Rock in Rio
Divulgação/ All Dub
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Na tela
Thiago Lima, intérprete de Libras, conta que estuda a obra das bandas que interpretará no Rock in Rio antes de show
Divulgação/ All Dub
Outro recurso já conhecido do público é a presença de intérpretes de Libras nos telões dos três principais palcos do festival. A tradução acompanha, em tempo real, as falas e apresentações dos artistas.
Nesta edição, o serviço será realizado por uma equipe de 16 intérpretes que se revezam ao longo da programação. O trabalho exige uma preparação extensa antes do início dos shows.
Os profissionais estudam repertórios, letras, estilo dos artistas, referências culturais e características das apresentações para adaptar o conteúdo à Língua Brasileira de Sinais. A equipe também conta com tradutores e intérpretes capazes de atuar em idiomas como inglês, espanhol e mandarim.
O intérprete Thiago Lima atua nesta edição do Rock in Rio tanto no “Sinta o Som” como na interpretação nos palcos.
“A expressão contribui muito, faz parte dos parâmetros da Libras. O fato de você sentar estudar, se preparar, faz grande diferença. E ser você. Quando se faz o que se ama, faz toda a diferença”, disse.
Parte dos intérpretes de Libras que atuam no Rock in Rio
Divulgação/ All Dub
Recursos para pessoas autistas
Entre as novidades voltadas ao público com autismo estão os kits sensoriais, compostos por abafador de ruído, óculos para redução de estímulos visuais e luminosos, além de spinner e stim toy, utilizados como instrumentos de estímulo tátil e auxílio à autorregulação.
Os itens podem ajudar a reduzir os impactos provocados pelo volume do som, pela iluminação intensa e pela grande concentração de pessoas, características comuns em festivais de grande porte.
Segundo os organizadores, a recomendação é que cada visitante leve os recursos que já utiliza em seu dia a dia. Os kits oferecidos pelo evento funcionam como uma alternativa de apoio e estarão sujeitos à disponibilidade.
Para acessar os recursos de acessibilidade, é necessário realizar identificação junto ao festival. No caso das pessoas com autismo, será exigida a apresentação da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea) ou de laudo médico para obtenção da pulseira oficial de identificação. De acordo com a organização, cordões adquiridos fora do evento não substituem essa comprovação.
Sala sensorial
Rock in Rio tem sala sensorial para pessoas com autismo
O Rock in Rio também contará com uma sala sensorial destinada ao acolhimento em momentos de crise ou sobrecarga sensorial.
O espaço terá redução de estímulos sonoros e luminosos e contará com a presença de terapeutas ocupacionais. A proposta é oferecer um ambiente mais tranquilo para que a pessoa possa se reorganizar antes de retornar às atividades do festival.
Segundo Guilherme de Almeida, presidente da Autistas Brasil, a principal inovação é incorporar ao planejamento do evento a perspectiva de quem vive a experiência sendo do espectro autista.
“O importante é transformar a escuta das pessoas autistas em soluções concretas”, afirmou Almeida.
O Rock in Rio será ainda o primeiro festival a receber o Selo “Todos Nós”, criado pela Autistas Brasil para reconhecer instituições que adotam práticas inclusivas. Segundo a entidade, a iniciativa busca reforçar a importância de garantir não apenas o acesso, mas também a permanência e a participação deste público em grandes eventos culturais.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: Avenged Sevenfold fecha o segundo dia de festival


Rock in Rio 2026: Avenged Sevenfold fecha o segundo dia de festival Dia também teve show de Sepultura, MGK Bad Omens e mais. 1º dia teve Foo Fighters em boa forma e nostalgia com Detonautas, Biquini e Capital; confira resumo.. O que pode e o que não pode levar para a Cidade do Rock? Veja.. Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?. Festival acontece até dia 13. Veja a programação completa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio: 3º dia tem set de Calvin Harris e hits nostálgicos de Black Eyed Peas e Nelly


Black Eyed Peas, Calvin Harris e Nelly se apresentam no Rock in Rio neste domingo (6)
Reprodução
Neste domingo (6), terceiro dia de Rock in Rio, o clima será de festa na Cidade do Rock. Quem comanda a programação é o DJ Calvin Harris, que deve mesclar sucessos como “Sweet Nothing” e “One Kiss” e outras faixas dançantes para empolgar o público.
Também no Palco Mundo, os Black Eyed Peas vão trazer seus hits dos anos 2000 e 2010, que tocaram aos montes nas rádios no Brasil. O grupo, que hoje é um trio, veio pela última vez ao festival em 2019, quando levou Anitta para o palco.
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O cantor e rapper Nelly, de hits nostálgicos como “Dilemma” e “Hot in Herre”, vai ajudar a criar esse clima dos anos 2000 neste dia de festival. No Palco Sunset, Ne-Yo encerra a programação com um show de muita dança e sucessos do R&B, como fez na edição de 2024.
Grandes nomes nacionais também integram o line-up: Jota Quest e BaianaSystem embalam o público do Palco Sunset, antes de Ne-Yo, enquanto o Barão Vermelho abre a programação do Palco Mundo.
Onde assistir
O festival será transmitido ao vivo nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, a partir das 15h15, pelo Multishow, e a partir das 15h50, pelo Canal Bis, e para assinantes do plano Premium do Globoplay, que também terão acesso à transmissão do Multishow em 4K, por meio de um sinal extra.
Quem não é assinante também poderá acompanhar os cinco palcos do Rock in Rio pelo sinal aberto, que irá se revezar entre Multishow e Bis a cada 30 minutos, a partir das 15h30. A TV Globo exibe flashes durante a programação e um especial todas as noites – às sextas (4 e 11/9), após o Globo Repórter; aos sábados (5 e 12/9), após o Altas Horas; aos domingos (6 e 13/9), após o Boletim Estrelas da Casa, e na segunda (7/9), após o Jornal da Globo.
Veja abaixo a programação deste e dos próximos dias do festival:
Dia 6 de setembro
Calvin Harris
Reprodução/Instagram
Palco Mundo
00h05 – Calvin Harris
21h20 – Black Eyed Peas
19h00 – Nelly
16h40 – Barão Vermelho Encontro Formação Original convida Fernando Magalhães
Palco Sunset
22h45 – Ne-Yo
20h10 – Jota Quest toca Tim Maia
17h50 – BaianaSystem
15h30 – Calema
New Dance Order
01h40 – Meduza
00h00 – Casa Bonita / Brisotti & Viot
22h30 – Liu
21h05 – Sofi Tukker
Espaço Favela
19h10 – Xamã
16h50 – Rael
15h00 – Budah
Palco Supernova
20h10 – João Gordo & Asteroides Trio em “Blitzkrieg Psycho Bop Ramones 50”
18h00 – Matanza Ritual
16h00 – Bayside Kings
14h30 – O Escritório
Palco Global Village
19h10 – Mohamed Ramadan
16h50 – Mãeana
15h00 – Bento Gil convida Flor Gil
Dia 7 de setembro
Palco Mundo
00h05 – Elton John
21h20 – Gilberto Gil
19h00 – Jon Batiste
16h40 – Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Palco Sunset
22h45 – Laufey
20h10 – Péricles canta Motown
17h50 – Roupa Nova convida Guilherme Arantes
15h30 – Vanessa da Mata convida Rubel
New Dance Order
01h30 – Fatboy Slim
00h00 – Aline Rocha
22h30 – Leo Janeiro & Simo Not Simon
21h05 – Max Styler
Espaço Favela
19h10 – Belo
16h50 – Mart’nália
15h00 – Tiee
Palco Supernova
20h10 – Alee
18h00 – Zeca Veloso
16h00 – Melly
14h30 – Maui
Palco Global Village
19h10 – João Bosco
16h50 – Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai
15h00 – Wanda Sá
Dia 11 de setembro
Stray Kids
Divulgação
Palco Mundo
00h05 – Stray Kids
21h20 – Alok – Keep Art Human
19h00 – Hwasa
16h40 – Nexz
Palco Sunset
22h45 – Jamiroquai
20h10 – PJ Morton
17h50 – Os Garotin convidam Duquesa
15h30 – Jota.Pê convida Luedji Luna e Zaynara
New Dance Order
01h00 – Neelix & Vegas
00h00 – Omiki
22h00 – Departamento
21h05 – Anna
Espaço Favela
19h10 – MC Cabelinho convida TZ da Coronel
16h50 – Puterrier & MC Carol
15h00 – Caio Luccas
Palco Supernova
20h10 – NandaTsunami
18h00 – Ananda
16h00 – Isa Buzzi
14h30 – Muse Maya
Palco Global Village
19h10 – Soulidifield
16h50 – Rio Bronx
15h00 – Lambateria com Félix Robatto
Dia 12 de setembro
Adam Levine, vocalista e guitarrista da banda Maroon 5
Marcelo Brandt/G1
Palco Mundo
00h05 – Maroon 5
21h20 – Demi Lovato
19h00 – J Balvin
16h40 – Pedro Sampaio
Palco Sunset
22h45 – Mumford & Sons
20h10 – João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira
17h50 – Gilsons convida Daniela Mercury e Olodum
15h30 – Criolo, Amaro & Dino
New Dance Order
01h30 – Alok Pres. Rave The World
00h00 – Alok & Family – Ekanta & Swarup
23h00 – Gabe
22h00 – Adam Sellouk
21h05 – Bhaskar
Espaço Favela
19h10 – Timbalada
16h50 – Priscila Senna
15h00 – Soul de Brasileiro
Palco Supernova
20h10 – Delacruz
18h00 – Milo J
16h00 – Yago Oproprio
14h30 – Celo Dut
Palco Global Village
19h10 – Mestrinho
16h50 – Hamilton de Holanda
15h00 – Badi Assad
Dia 13 de setembro
Dupla Twenty One Pilots se apresenta no Rock in Rio no dia 13 de setembro
Divulgação
Palco Mundo
00h05 – Twenty One Pilots
21h35 – Halsey
19h10 – Lola Young
17h00 – Ivete Sangalo
Palco Sunset
22h50 – Zara Larsson
20h20 – Marina Sena convida Céu
18h05 – Joelma convida Viviane Batidão
15h50 – Carol Biazin convida Joyce Alane
New Dance Order
01h30 – John Summit
00h00 – Roddy Lima
22h30 – Illusionize
21h05 – Dawn Patrol / Maz, Andot, Riascode, Bakka
Espaço Favela
19h10 – Dennis
16h50 – Suel
15h00 – Marvvila
Palco Supernova
20h10 – Lourena
18h00 – Sant
16h00 – Bruna Black
14h30 – Ar Baby
Palco Global Village
19h10 – Haley Smalls
16h50 – Lucy Alves
15h00 – Kynnie

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio terá domingo de mais chuva e frio, com máxima de 22°C


Fãs usam capas para se proteger durante show de Malvada com Day Limns no Rock in Rio 2026
Cristina Boeckel/g1
O Rio de Janeiro deve registrar mais chuva no terceiro dia do Rock in Rio. De acordo com a Climatempo, o domingo (6) será marcado por temperaturas mais baixas, com máxima de 22°C.
A previsão indica que o volume de chuva esperado para o domingo será maior do que o registrado no sábado (5). O dia tem Calvin Harris como atração principal do Palco Mundo.
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Confira a previsão do tempo completa para o Rio de Janeiro
Malvada recebe Day Limns para cantar ‘Aventura favorita’
A mudança no tempo é provocada pela passagem de uma frente fria, que leva ar frio e úmido do oceano para a cidade nos próximos dias.
Na segunda-feira (7), feriado da Independência, a chuva deve perder intensidade, mas ainda há possibilidade de pancadas ao longo do dia. Por isso, quem pretende ir ao festival deve manter a capa de chuva na mochila. O dia terá Elton John como atração principal do Palco Mundo.
Além da proteção contra a chuva, será necessário reforçar o agasalho. A previsão para a capital fluminense indica máxima de apenas 19°C.
Aviso de ressaca
A Marinha do Brasil informou a vigência de um aviso de ressaca entre a cidade de Cananéia, no litoral de São Paulo, e Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, com ondas de até 2,5 metros de altura, entre a madrugada de domingo e noite do dia 7 de setembro.
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Fãs usam capas para se proteger da chuva no segundo dia de Rock in Rio 2026
Cristina Boeckel/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Live, acusação, desculpas e novos ataques: veja vídeos que explicam o caso envolvendo ator e streamer no entorno do Rock in Rio


Ator de ‘Quem Ama Cuida’ diz ter sido vítima de homofobia; veja vídeo
Uma abordagem transmitida ao vivo, uma acusação de homofobia, um pedido de desculpas e, horas depois, uma acusação de racismo. O encontro entre o ator João Victor Gonçalves, intérprete de Mau Mau na novela “Quem Ama Cuida”, e o streamer GH Rell RJ no entorno do Rock in Rio desencadeou uma sequência de vídeos e acusações nas redes sociais.
O caso começou na noite de sexta-feira (4), quando GH e amigos encontraram João Victor nas proximidades da Cidade do Rock. A abordagem foi transmitida ao vivo pela plataforma Kick, concorrente da Twitch, e trechos começaram a circular nas redes sociais.
João Victor afirmou ter sido vítima de homofobia. Em uma primeira reação, GH pediu desculpas caso tivesse errado. Mais tarde, porém, o streamer voltou ao assunto, negou ter sido homofóbico e disse que, na avaliação dele, o ator havia sido racista ao afirmar que teve medo de ser roubado durante a abordagem.
A Polícia Civil abriu uma investigação para apurar o episódio.
Veja, abaixo, os principais vídeos e entenda a sequência do caso.
1. A abordagem no entorno do Rock in Rio
Momento da abordagem de GH e amigos ao ator João Victor Gonçalves
Reprodução/Kick
Na transmissão ao vivo (veja no início da reportagem), GH aparece acompanhado de amigos enquanto caminha pelo entorno da Cidade do Rock. O grupo encontra João Victor e passa a fazer comentários sobre a aparência e a roupa usada pelo ator.
“C…, que é isso. Cara horroroso. Cara meteu um tomate”, dizem durante a transmissão.
O grupo ainda aparece seguindo João Victor por alguns segundos. Naquele momento, não fica claro se GH e os amigos sabiam que o homem abordado era ator. Intimidado, o ator parece apertar o passo para ir embora logo.
O trecho foi posteriormente recortado da transmissão e publicado nas redes sociais, onde passou a circular acompanhado de críticas à abordagem.
2. João Victor diz que sofreu homofobia
Ator de ‘Quem Ama Cuida’ agradece apoio após caso de homofobia no Rock in Rio
Após a repercussão das imagens, João Victor se manifestou nas redes sociais. Em um vídeo, emocionado, classificou o episódio como homofobia e afirmou que os envolvidos não ficariam impunes.
“Somos mais fortes que qualquer coisa… Impunes não vão ficar, homofobia é crime. Isso é um retrato. Meu medo de ser roubado era maior. Homofobia não é entretenimento”, afirmou.
O ator também traçou um paralelo entre o episódio e a história de Mau Mau, personagem que interpreta em “Quem Ama Cuida”.
Na novela, Mau Mau é um jovem em processo de descoberta da própria sexualidade que enfrenta a homofobia dentro de casa, principalmente na relação com o avô, Otoniel, interpretado por Tony Ramos.
“O Mau Mau é um personagem forte, valente, que encara essa homofobia estrutural que vive dentro de casa de uma forma muito corajosa. Ele engole e segue”, escreveu João Victor.
3. Na primeira reação, GH pede desculpas: ‘Me dei mal’
Depois que o vídeo viralizou, GH publicou uma primeira manifestação sobre o episódio. O streamer afirmou que costuma fazer transmissões com abordagens e situações inusitadas nas ruas e disse que o trecho compartilhado nas redes sociais havia sido retirado do contexto.
Na ocasião, ele afirmou que havia se dado mal com a abordagem e pediu desculpas caso tivesse errado.
“Tava numa live aqui, mano, e eu fico fazendo um monte de entretenimento no meio da rua, tipo doideira com maluquice. Tava fazendo entretenimento com um cara que tava passando na rua e me dei mal. Sabe por quê? Cliparam, postaram lá no Twitter e eu tô recebendo um monte de hate. Se eu errei, eu peço desculpas porque nós é ser humano e nós erra”, disse.
4. Em novo vídeo, GH nega homofobia e acusa ator de racismo
Após acusação de homofobia, streamer pede desculpas e acusa ator de racismo
Horas depois, GH voltou a falar sobre o episódio e subiu o tom. Em um novo vídeo, o streamer negou ter feito qualquer referência à orientação sexual de João Victor, manteve as críticas à roupa usada pelo ator e disse que ele também deveria se retratar.
“Não tenho preconceito nenhum com você. […] A minha opinião vai continuar sendo a mesma. Eu não gostei da sua calça”, afirmou.
GH disse morar em uma comunidade e afirmou não estar acostumado a ver pessoas usando aquele tipo de roupa.
“Aonde eu moro, mano, é dentro de uma comunidade. É muito difícil a gente ver uns estilos desse. Então, quando eu vi, eu fiquei perplexo, eu fiquei abismado, eu ri mesmo. E essa vai continuar sendo minha opinião”, disse.
Na sequência, o streamer negou que os comentários tivessem sido motivados pela orientação sexual do ator.
“Em nenhum momento eu fui homofóbico com você. Eu me referi à sua orientação sexual?”, questionou.
GH então retomou uma frase usada por João Victor ao relatar o episódio — “meu medo de ser roubado era maior” — e acusou o ator de racismo.
“Você também tem que se retratar. Se eu fui homofóbico pros teus seguidores, pros meus seguidores e pra mim você foi racista. Sabe por quê? Como que eu vou te roubar, irmão, num evento onde tinha muita segurança? […] Você falou que tava com medo de ser roubado. Por que você tava com medo de ser roubado? Por causa da minha cor? É porque eu sou preto?”, afirmou.
No mesmo vídeo, GH voltou a pedir desculpas por ter gravado João Victor caso o ator tenha se sentido ofendido, mas afirmou que não mudaria sua opinião sobre a roupa.
“Eu não vou mudar a minha opinião, irmão. Não gostei da tua calça, ainda continuo rindo. Eu achei muito engraçado. […] Se você se ofendeu, eu errei de ter te gravado, mas a minha opinião sobre a calça é a mesma. […] Se você se ofendeu, tô pedindo aqui desculpa de coração aberto”, disse.
O streamer também afirmou que ele e familiares passaram a receber ataques após a repercussão do caso.
5. Investigação
A repercussão do episódio chegou à Polícia Civil do Rio e ao Ministério Público (MPRJ).
Na polícia, o caso será apurado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) mesmo sem que o ator tenha registrado queixa.
“Não houve registro de ocorrência com essas características na delegacia da área. A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), contudo, ao tomar conhecimento dos fato abriu investigação. A Polícia Civil orienta que todos os casos sejam registrados para que possam ser investigados de forma individual e para que os autores sejam identificados e responsabilizados criminalmente”, diz a nota da polícia.
O PRJ recebeu uma ouvidoria anônima que será apurada por um procurador de Justiça.
Em nota, o Rock in Rio disse que “repudia qualquer forma de violência, assédio, discriminação ou preconceito e conta com equipe de segurança privada para atuar dentro do festival, enquanto as áreas públicas têm a segurança garantida pelos órgãos competentes”.
Veja abaixo o restante da nota oficial do festival.
‘O caso do assédio ocorrido com o ator João Victor Gonçalves aconteceu além das áreas do perímetro de segurança coberto pelo festival. A organização orienta ao público que utilize os transportes oficiais do evento, como BRT, que deixa os passageiros mais próximos das entradas. O Rock in Rio reforça que condutas de assédio são incompatíveis com os valores do festival que tem como compromisso construir um ambiente diverso, inclusivo e respeitoso para todas as pessoas dentro da Cidade do Rock.
Esse compromisso se traduz em ações permanentes de conscientização, prevenção e enfrentamento a qualquer forma de discriminação ou violência, reforçando que o respeito é um valor inegociável. A Cidade do Rock conta com uma área de Pluralidade, que atua para tornar o festival cada vez mais diverso, inclusivo, equânime e acolhedor, promovendo representatividade tanto entre seus colaboradores quanto entre o público.
Acreditamos que o Rock in Rio é um espaço de encontro, respeito e convivência. Por isso, adotamos uma série de medidas preventivas para promover um ambiente seguro, diverso e acolhedor para todas as pessoas, reforçando que qualquer forma de discriminação é incompatível com os valores do festival.
As ações incluem campanhas de conscientização e comunicação ao longo da Cidade do Rock, conteúdos educativos, treinamentos das equipes operacionais para identificação e encaminhamento de situações de discriminação, além da disponibilização de canais de acolhimento para quem sofrer ou presenciar casos de racismo, LGBTfobia, xenofobia, intolerância religiosa, capacitismo, etarismo, gordofobia ou qualquer outra forma de violência ou preconceito.”

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Black Eyed Peas no Rock in Rio 2026: que horas é o show e onde assistir


Black Eyed Peas no Rock in Rio 2026: que horas é o show e onde assistir
Divulgação
O show do Black Eyed Peas no Rock in Rio 2026 será uma das principais apresentações deste domingo (6). O grupo se apresenta no Palco Mundo a partir das 21h20.
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O show faz parte da programação do terceiro dia do festival, que acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Rio de Janeiro.
Que horas começa o show do Black Eyed Peas no Rock in Rio?
O show do Black Eyed Peas no Rock in Rio 2026 está marcado para 21h20 deste domingo (6).
A apresentação acontece no Palco Mundo.
Onde assistir ao show do Black Eyed Peas no Rock in Rio?
g1: exibição dos principais shows do festival.
Multishow: transmissão ao vivo a partir das 15h15.
Canal Bis: transmissão ao vivo a partir das 15h50.
Globoplay: assinantes do plano Premium poderão acompanhar a transmissão do Multishow em 4K, por meio de um sinal extra.
Sinal aberto: quem não é assinante poderá acompanhar os cinco palcos do Rock in Rio, com revezamento entre Multishow e Bis a cada 30 minutos, a partir das 15h30.
TV Globo: flashes do festival durante a programação e um especial exibido todas as noites. Neste domingo (6), a programação especial será transmitida após o “Boletim Estrelas da Casa”.
Possível setlist de Black Eyed Peas no Rock in Rio
Veja, abaixo, o provável setlist do grupo no festival:
Let’s Get It Started
Boom Boom Pow
Rock That Body
RITMO (Bad Boys for Life)
MAMACITA
I Wanna Dance With Somebody (Who Loves Me)
IN THE AIR
MABUTI
Bebot
#thatPower
Scream & Shout
Pump It
Where Is the Love?
Seven Nation Army (cover de The White Stripes)
Don’t Stop the Party
The Time (Dirty Bit)
I Gotta Feeling
VEJA VÍDEO: Black Eyed Peas se apresenta no Palco Mundo do Rock in Rio 2019
Black Eyed Peas se apresenta no Palco Mundo do Rock in Rio

Fonte: G1 Entretenimento