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Bad Omens estreia no Rock in Rio com sua potente ‘sofrência do metalcore’, hit do TikTok e empolga nova geração de metaleiros


Bad Omens
Reprodução/Globoplay
Bad Omens fez seu retorno ao Brasil após 2 anos. A banda, que se apresentou no festival Knotfest, em São Paulo, em 2024, fez sua estreia no Rock in Rio, neste sábado (5), fechando o Palco Sunset no dia do metal.
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O grupo de metalcore criado em 2015 trouxe para o festival um resumo do show da turnê “Do you fell love”, com a qual está rodando o mundo. Nela, a banda traz um pouco de seus três álbuns, em especial, o “The Death of Peace of Mind”, lançado em 2022. O disco foi o responsável por coloca-los em outro patamar.
Não só nos palcos, mas também nas redes sociais. A música “Just Pretend” viralizou no TikTok e foi chamada até de a ““Te esperando” dos gringos”, fazendo referência com a faixa de Luan Santana.
Ela fala sobre o fato de amar outra pessoa, mas não conseguir ficar com ela por causa das diferenças. E assim como a de Luan, cita que a pessoa pode esperar a outra o tempo que for preciso, mas que nunca ela será superada.
No setlist, ela apareceu na reta final da apresentação e colocou o público para cantar junto, com braços e celulares pra cima.
“The death of peace of mind”, “Left for good”, “What it Cost” e “Concrete jungle” também entraram no setlist, que empolgou uma nova geração de metaleiros, incluindo algumas crianças que estavam por ali com os pais.
A banda que faz uma mistura do metal alternativo com o pop, a música eletrônica e até o R&B, também levou para o show os singles “Specter” (responsável pela abertura da potente apresentação) e “Dying to Love”, lançados nos últimos meses e apresentados ao longo da turnê mundial. Estas faixas (e outras já divulgadas) devem compor o próximo álbum de estúdio do grupo, ainda sem previsão de lançamento.
Bad Omens durante show no Rock in Rio 2026
Reprodução/Globoplay
No conjunto, o repertório fez valer o título de “sofrência do metalcore”, com suas letras melancólicas e em clima de fossa, mas com as batidas pesadas e a explosões sonoras do heavy metal.
Ao que tudo indica, o Bad Omens ficou de olho nos comentários dos fãs nas redes sociais, já que muitos comentaram no Instagram que preferiam trocar “V.A.N”, parceria com Poppy, por algum outro hit do repertório, quando um possível setlist do show foi vazado.
Além de não ser unanimidade entre os fãs, “V.A.N” já havia sido cantado pela princesa do metal uma hora antes, no mesmo palco. Existia uma expectativa, inclusive, sobre a participação de Poppy no show do grupo. Mas não aconteceu.
Composta por Nicholas Ruffilo (guitarra), Noah Sebastian (voz), Joakim “Jolly” Karlsson (guitarra), Nick Folio (bateria) a banda também teve outra forte conexão com sua história se apresentando em horário próximo no Rock in Rio.
Bad Omens
Reprodução/Globoplay
No início da carreira, o grupo foi bastante comparado ao Bring Me the Horizon, que deixou o Palco Mundo minutos antes de Bad Omens subir ao Sunset.
Mas o vocal versátil de Noah Sebastian, que consegue alterar com muita facilidade entre gritos e o sussurros, fez o grupo assumir uma identidade própria ao longo dos anos. No palco, ele deixou um pouco a desejar na performance. Embora tenho pedido a conhecida empolgação do público brasileiro, deixou os saltos somente para os fãs e fez apenas caminhadas pelo palco.
Em contrapartida, não precisou ensinar o público mais jovem a se comportar em um show de metal, como aconteceu em 2023. Na época, um vídeo do cantor falando sobre o assunto, viralizou. Mas no Rock in Rio, todos já sabiam o que fazer: menos dancinhas, e mais rodinhas, gritos e curtição.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: Bad Omens fecha Palco Sunset neste sábado (5)


Rock in Rio 2026: Bad Omens fecha Palco Sunset neste sábado (5) Programação ainda tem Avenged Sevenfold. 1º dia teve Foo Fighters em boa forma e nostalgia com Detonautas, Biquini e Capital; confira resumo.. O que pode e o que não pode levar para a Cidade do Rock? Veja.. Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?. Festival acontece até dia 13. Veja a programação completa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Bring Me The Horizon transforma Rock in Rio em videogame grandioso, nostálgico e jogado em português


Bring Me The Horizon toca ‘Desumanized’, hit do 1° álbum lançado em 2006 e relançado este
Demorou que só. Foi somente depois de vinte e dois anos de sua formação que o Bring Me The Horizon chegou ao Rock in Rio. A apresentação aconteceu na noite deste sábado (5), no Palco Mundo, na sexta passagem do grupo britânico pelo país.
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Praticamente com um CPF para chamar de seu, Oli, o vocalista, fez de um tudo: chamou fã vestido de camisa do Brasil para cantar no palco, surpreendeu plateia que o acompanha desde o inicinho com músicas do primeiro álbum e até se embananou chamando Rio de Janeiro de São Paulo.
O grupo de Sheffield abriu o show com “DArkSide”, faixa-hit do álbum “Post Human: Nex Gen (2024)”. Antes, avisou: este show contém cenas de violência explícita e gore. No telão, “aperte start” apareceu por bons minutos seduzindo o público a jogar um jogo.
Toda a estética da performance, dali para frente, estava montada para parecer uma grande partida de videogame ambientada num mapa cheio de caveiras, tumbas e destroços.
Vocalista do ‘Bring me the horizon’ troca Rio por São Paulo durante show no Rock in Rio
A última vinda da banda tinha sido em novembro de 2024, quando eles fizeram um dos maiores shows da carreira, no estádio do Morumbi lotado, em São Paulo, como parte da “NX_GN WRLD TOUR”. Na ocasião, eles chamaram a cantora Pabllo Vittar para cantar “Antivist” (2013).
Formado por Oliver Sykes (voz), Lee Malia (guitarra), Matt Nicholls (bateria) e Matt Kean (baixo), o quarteto construiu ao longo dessas duas décadas uma trajetória bem curiosa. Começou no deathcore e foi, aos poucos, incorporando elementos melódicos, eletrônicos e pop, até chegar num rock contemporâneo mais comercialzão.
No palco, Oli falou bastante em português: “vocês vão fazer uma festa?”, “nossa senhora”, “feijoada de puta” (?) e até soltou um “por favor, São Paulo”, por engano. Depois fez questão de se redimir: “Bora lá, Rio de Janeiro. Bora, caralho. Vamos.”
Isso porque o vocalista tem uma relação bem singular com o país. É casado desde 2017 com a modelo brasileira Alissa Salls. Eles são pais dos gêmeos Grey e Zélia e mantêm uma casa em Taubaté, no interior de São Paulo. O que talvez ajude a explicar a confusão. Ou piore.
Ao todo, foram cerca de 15 músicas distribuídas em uma hora e meia de show. O repertório teve espaço ainda para faixas como “Pray For Plagues”, vinda do álbum de estreia, “Count Your Blessings” (2006).
E era essa mesmo uma das expectativas dos fãs. Desde o início do show pairava ali, sob o ar, uma espécie de fantasma. E eu explico: em julho, pouquíssimo tempo atrás, o Bring Me The Horizon lançou “Count Your Blessings | Repented”, uma regravação do álbum de estreia, lançado originalmente em 2006. “Repetended” quer dizer “arrependido”.
Bring Me The Horizon no Rock in Rio 2026
Reprodução/Globoplay
A ideia do relançamento, segundo a banda, era fazer uma espécie de “recontextualização” do momento que eles consideram ser o mais “pesado” da carreira, ligado ao deathcore. Fase esta que o próprio grupo passou anos tentando deixar para trás, e cujas músicas chegaram a ser tiradas dos setlists dos shows.
Em entrevista, Oli explicou a decisão de fazer esse acerto de contas: “Percebi o quanto aquele álbum ainda fala comigo. Não é mais algo distante para mim”.
O vocalista, que já é praticamente um dos nossos, chegou a dizer em determinado momento, ao pedir para a plateia abrir mosh pits, “Não me decepcione Brasil”.
A plateia, devota e provocada pelo cantor, tratou rapidamente de formar o maior número de rodinhas que conseguiu, com direito a sinalizadores de tudo que é cor.
No meio do bate cabeça, ninguém parecia estar nem aí se o mapa do videogame estava sendo jogado em São Paulo ou no Rio de Janeiro.
Do alto, ele disse, abismado, em português: “vocês são loucos”. Depois, falou que amava muito o país, se enroscou na bandeira verde e amarela, brincou que tem pix e foi parar nos braços da galera. Ele sabe: o brasileiro sabe jogar o jogo.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Setlist do Avenged Sevenfold no Rock in Rio: veja como pode ser show da banda no festival


Avenged Sevenfold no Rock in Rio 2024
Stephanie Rodrigues/g1
O grupo Avenged Sevenfold é o headliner do Palco Mundo deste sábado (5), no Rock in Rio. Essa marca a segunda vez da banda no Brasil em 2026, já que o grupo veio em janeiro para dois shows no país. Veja, abaixo, o provável setlist da banda no festival:
Possível setlist do Avenged Sevenfold no Rock in Rio
Nightmare
Magic
Afterlife
Shepherd of Fire
Buried Alive
Seize the Day
Hail to the King
Nobody
M.I.A.
Bat Country
Unholy Confessions
Cosmic
VEJA VÍDEO: Avenged Sevenfold toca ‘Nightmare’ no Rock in Rio 2024
Avenged Sevenfold toca ‘Nightmare’ no Rock in Rio 2024

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: Bring Me The Horizon se apresenta no palco Mundo


Rock in Rio 2026: Bring Me The Horizon se apresenta no palco Mundo Programação do sábado (5) tem Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon, MGK, e Bad Omens. 1º dia teve Foo Fighters em boa forma e nostalgia com Detonautas, Biquini e Capital; confira resumo.. O que pode e o que não pode levar para a Cidade do Rock? Veja.. Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?. Festival acontece até dia 13. Veja a programação completa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Poppy encarna diva do metal e vira trilha de ‘remada viking’ no Rock in Rio


Poppy se apresenta no Rock in Rio 2026
Reprodução/Globoplay
À primeira vista, a cantora Poppy parecia uma diva pop ao subir no Palco Sunset neste sábado (5) de Rock in Rio.
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De look temático verde e azul (que até lembrava o de Lady Gaga em Copacabana), ela surgiu cantando delicadamente a faixa “Have You Had Enough”, com cabelo longo preto e pedestal brilhante. Para um desavisado, parecia ser uma artista pop encaixada no dia errado.
Isto é, até a segunda página. À medida que as músicas ganham peso, Poppy se assume uma diva do metal. Vai do “fofo kawaii” ao gutural, acompanhada de uma banda coma máscaras bizarras e solos acelerados.
O trunfo de Poppy é brincar com contrastes e, de certa forma, sempre foi assim. Antes de cantar, ela ganhou notoriedade no início dos anos 2010, com vídeos enigmáticos em que interpretava uma “boneca androide”. Fofa e bizarra, convidativa e aterrorizante.
Em 2016, se lançou como cantora pop, com sonoridade mais eletrônica e dançante. Mas se encontrou mesmo no metal, ainda que ela prefira se definir como uma artista eclética.
Essa dualidade é interessante e, nos primeiros “sustos”, animou bem o público nesta noite. As chamas e fumaça no palco sempre ajudam.
Depois, ficou batido: a maior parte das faixas começa devagar até a percussão apertar, e a constante oscilação de ritmos esfriou a energia ao longo do show.
Ela também não conversou muito. Falou o básico, pediu rodinhas e seguiu o repertório – não mencionou nem que “V.A.N”, uma das que mais engajou a galera, era uma parceria com Bad Omens, que também se apresenta mais tarde.
Não que o público não tenha se divertido. Além das clássicas rodinhas punk e sinalizadores, por algum motivo, alguns chegaram a se sentar no chão enlameado e puxar uma “remada viking” (sim, como a torcida da seleção norueguesa de futebol) durante o show.
Não custa reforçar que Poppy não tem qualquer relação conhecida com o time da Noruega – os fãs provavelmente teriam “remado” para qualquer artista que subisse no palco.
O show engatou de vez no final, quando, antes de encerrar com “New Way Out”, Poppy disse que queria ver “a maior rodinha de todas”. Não só deu certo, como deu a impressão de que a energia teria sido melhor se ela tivesse pedido mais.
Não foi o melhor show do dia, que já teve uma multidão fervorosa com o Sepultura, tampouco o pior depois de MGK. Poppy deve ter convertido alguns fãs e preencheu bem o horário. Mas tinha espaço pra bem mais.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: É a vez de Poppy no palco Sunset


Rock in Rio 2026: É a vez de Poppy no palco Sunset Programação do sábado (5) tem Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon, MGK, e Bad Omens. 1º dia teve Foo Fighters em boa forma e nostalgia com Detonautas, Biquini e Capital; confira resumo.. O que pode e o que não pode levar para a Cidade do Rock? Veja.. Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?. Festival acontece até dia 13. Veja a programação completa.

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MGK enfrenta apatia e hostilidade da plateia com pop punk emotivo e sem graça em sua estreia no Rio


MGK se apresenta no Rock in Rio 2026
Reprodução/Globoplay
MGK, rapper e cantor americano antes chamado de Machine Gun Kelly, estreou no Rio neste sábado (5) resumindo em uma hora sua carreira que começou no rap, mas foi pendendo para o emo e para o pop punk.
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Mesmo tentando apostar nas músicas mais pesadas de seu repertório, Colson Baker, nome real do artista de 36 anos, enfrentou uma plateia dividida. No começo, interrompeu o show para acalmar parte do público que o hostilizava. Fãs de Avenged Sevenfold não morrem de amores por MGK, ao que parece.
Meio nervoso, disse que era um cara de Ohio vivendo seu sonho e estava ali para cantar para seus fãs. “Existem dois tipos de música: boa e ruim”, explicou, sem deixar claro a qual das duas se dedicava.
“FIX UR FACE”, lançada no ano passado, abriu os trabalhos e mostrou que o pop rock de rádio do final dos anos 90 também ecoa no repertório. Tem algo de Limp Bizkit, com direito a participação do vocalista Fred Durst na versão de estúdio.
MGK deixou de lado seu maior sucesso, “Bad Things”, com Camila Cabello. É mais uma baseada em música de banda pop rock de rádio: “Out of my head”, do trio texano Fastball, neste caso.
A nova fase apresentada no Rock in Rio trouxe ainda uma mudança de nome artístico. Ele já havia contado que “Machine Gun Kelly” era um personagem inspirado em um gângster dos anos 1930 e que busca uma identidade diferente, mais pacífica.
A estreia no Brasil havia sido no Lollapalooza 2022. A performance veio em câmera lenta e dispersou parte considerável da plateia. Antes, chegou a dizer que não queria um som perfeito: buscava um reflexo do que era naquele momento. Por fim, acrescentou que um dia ficaria velho e não faria mais aquilo.
Mas ele segue fazendo. Canta em um microfone sustentado por um pedestal no formato de um cigarro, dança como se estivesse em uma boyband no solo de “Vampire Diaries” e choraminga sobre a vida entre um pop rock triste e outro.
Há momentos acima da média como a performance sóbria de “My ex’s best friend”, a última da noite. Em um festival dominado por emos, faria sentido, mas em uma noite de Rock in Rio voltada ao rock pesado, não funcionou.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Polícia investiga live de streamer GH após ator de ‘Quem Ama Cuida’ denunciar homofobia


Ator de ‘Quem Ama Cuida’ agradece apoio após caso de homofobia no Rock in Rio
A Polícia Civil do Rio abriu uma investigação para apurar a transmissão ao vivo em que o streamer GH Rell RJ abordou o ator João Victor Gonçalves, intérprete de Mau Mau na novela “Quem Ama Cuida”, no entorno do Rock in Rio.
O episódio aconteceu na noite de sexta-feira (4) e foi transmitido ao vivo pela plataforma Kick. Após a repercussão das imagens, João Victor afirmou ter sido vítima de homofobia. O streamer, por sua vez, negou a acusação e disse ter sido vítima de racismo.
O caso será apurado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
“Até o momento, não houve registro de ocorrência com essas características na delegacia da área. A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), contudo, ao tomar conhecimento dos fato abriu investigação. A Polícia Civil orienta que todos os casos sejam registrados para que possam ser investigados de forma individual e para que os autores sejam identificados e responsabilizados criminalmente.”
Na transmissão, GH aparece acompanhado de amigos e se aproxima de João Victor, que caminhava pelo entorno da Cidade do Rock. O grupo faz comentários sobre a aparência e a roupa usada pelo ator.
“Que é isso. Cara horroroso. Cara meteu um tomate”, dizem durante a live, gritando muito perto do ator.
O grupo aparece seguindo João Victor por alguns segundos, em um local deserto. Intimidado, ele parece apertar o passo para ir embora logo e não reage.
“Me senti acuado, senti ali uma violência. Não sabia o que poderia acontecer, qual era o próximo passo, né, que aqueles garotos poderiam dar ali comigo. Então, eu acelerei meu passo e estava com a cabeça focada em chegar no Rock in Rio”, explicou em uma rede social.
Momento da abordagem de GH e amigos ao ator João Victor Gonçalves
Reprodução/Kick
O trecho foi recortado da transmissão e começou a circular nas redes sociais, onde a abordagem passou a ser criticada.
João Victor se manifestou após a repercussão e afirmou que foi vítima de homofobia.
“Somos mais fortes que qualquer coisa… Impunes não vão ficar, homofobia é crime. Isso é um retrato. Meu medo de ser roubado era maior. Homofobia não é entretenimento”, afirmou.
O ator também relacionou o episódio à história de Mau Mau, seu personagem em “Quem Ama Cuida”. Na novela, o jovem está em processo de descoberta da própria sexualidade e enfrenta a homofobia dentro de casa, principalmente na relação com o avô, Otoniel, interpretado por Tony Ramos.
“O Mau Mau é um personagem forte, valente, que encara essa homofobia estrutural que vive dentro de casa de uma forma muito corajosa. Ele engole e segue”, escreveu João Victor.
Streamer acusa ator de racismo
Streamer GH Hell
Reprodução/Kick
Após a repercussão do caso, GH também publicou vídeos para apresentar sua versão. Além de dizer que o trecho que viralizou havia sido retirado do contexto da transmissão, o streamer acusou João Victor de racismo por ter afirmado que ficou com medo de ser roubado durante a abordagem.
“Por que você tava com medo de ser roubado? Por causa da minha cor? Porque eu sou preto?”, questionou GH ao comentar a declaração do ator.
O streamer afirmou ainda que costuma fazer transmissões ao vivo nas ruas, abordando pessoas e criando situações que classifica como entretenimento.
“Tava numa live aqui, mano, e eu fico fazendo um monte de entretenimento no meio da rua, tipo doideira com maluquice. Tava fazendo entretenimento com um cara que tava passando na rua e me dei mal. Sabe por quê? Cliparam, postaram lá no Twitter e eu tô recebendo um monte de hate. Se eu errei, eu peço desculpas porque nós é ser humano e nós erra”, afirmou.
Na transmissão original, não fica claro se GH e os amigos sabiam, no momento da abordagem, que João Victor era ator.
Repercussão
O caso também provocou manifestações de colegas de elenco de João Victor. Pedro Alves, que interpreta Fernando em “Quem Ama Cuida”, saiu em defesa do ator nas redes sociais.
“Aquilo foi baixo, covarde e cruel. Aquilo não é brincadeira. Só quem sofre pode entender. Vergonha de ver que falhamos como sociedade”, escreveu.
O g1 procurou o streamer GH e a plataforma Kick para esclarecer o episódio e saber quais são as políticas em relação a abordagens e comportamentos como os registrados na transmissão. Até a última atualização desta reportagem, não houve retorno de nenhuma das partes.
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Em nota, o Rock in Rio disse que “repudia qualquer forma de violência, assédio, discriminação ou preconceito e conta com equipe de segurança privada para atuar dentro do festival, enquanto as áreas públicas têm a segurança garantida pelos órgãos competentes”. Veja abaixo o restante da nota oficial do festival.
‘O caso do assédio ocorrido com o ator João Victor Gonçalves aconteceu além das áreas do perímetro de segurança coberto pelo festival. A organização orienta ao público que utilize os transportes oficiais do evento, como BRT, que deixa os passageiros mais próximos das entradas. O Rock in Rio reforça que condutas de assédio são incompatíveis com os valores do festival que tem como compromisso construir um ambiente diverso, inclusivo e respeitoso para todas as pessoas dentro da Cidade do Rock.
Esse compromisso se traduz em ações permanentes de conscientização, prevenção e enfrentamento a qualquer forma de discriminação ou violência, reforçando que o respeito é um valor inegociável. A Cidade do Rock conta com uma área de Pluralidade, que atua para tornar o festival cada vez mais diverso, inclusivo, equânime e acolhedor, promovendo representatividade tanto entre seus colaboradores quanto entre o público.
Acreditamos que o Rock in Rio é um espaço de encontro, respeito e convivência. Por isso, adotamos uma série de medidas preventivas para promover um ambiente seguro, diverso e acolhedor para todas as pessoas, reforçando que qualquer forma de discriminação é incompatível com os valores do festival.
As ações incluem campanhas de conscientização e comunicação ao longo da Cidade do Rock, conteúdos educativos, treinamentos das equipes operacionais para identificação e encaminhamento de situações de discriminação, além da disponibilização de canais de acolhimento para quem sofrer ou presenciar casos de racismo, LGBTfobia, xenofobia, intolerância religiosa, capacitismo, etarismo, gordofobia ou qualquer outra forma de violência ou preconceito.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Setlist do Bad Omens no Rock in Rio: veja como deve ser show da banda no festival


Grupo americano Bad Omens se apresenta no Rock in Rio no dia 5 de setembro
Divulgação
A banda norte-americana de metalcore Bad Omens se apresenta no Palco Sunset neste sábado (5), no Rock in Rio. O grupo é uma das atrações mais aguardadas da cena do rock alternativo atual, impulsionado pelo sucesso de faixas como “Just Pretend” e “THE DEATH OF PEACE OF MIND”. Veja, abaixo, o provável setlist da banda no festival:
Possível setlist do Bad Omens no Rock in Rio
Specter
Glass Houses
THE DRAIN
THE DEATH OF PEACE OF MIND
Dying to Love
CONCRETE JUNGLE
Nowhere to Go
Limits
ARTIFICIAL SUICIDE
V.A.N
Left For Good
What It Cost
Like a Villain
Just Pretend
Impose
Dethrone
VEJA VÍDEO: Os cinco melhores shows das edições dos últimos 15 anos do Rock in Rio
Os cinco melhores shows das edições dos últimos 15 anos do Rock in Rio

Fonte: G1 Entretenimento