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Rock in Rio: Capital Inicial ensaia no Palco Sunset e atende fãs que trabalham no festival


Capital Inicial ensaia no Palco Sunset e atende fãs que trabalham no festival
Reprodução/Instagram
O Capital Inicial ensaiou na tarde desta quinta-feira (03) para o show do Rock in Rio. Ao som de “Independência”, Dinho Ouro Preto falava com os funcionários que estavam na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, trabalhando no evento.
A banda vai se apresentar nesta sexta-feira (04) ao lado de Dado Villa-Lobos, no Palco Sunset. Outra atração do festival já está na cidade: a banda Hot Milk já chegou ao Brasil. Os músicos visitaram o Cristo Redentor e compartilharam as imagens em seu perfil no Instagram.
Confira a programação do festival
Rock in Rio passa pelos últimos testes para a edição 2026
Veja programação do dia 04:
00h05 – Foo Fighters
21h20 – Rise Against
19h00 – The Hives
16h40 – Nova Twins
Palco Sunset
22h45 – Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos
20h10 – Hot Milk
17h50 – Detonautas convidam Biquini
15h30 – Di Ferrero
New Dance Order
01h30 – Steve Angello
00h00 – Giu x Carola
22h30 – Atkö
21h05 – Cat Dealers
Espaço Favela
19h10 – Rodrigo do CN
16h50 – Hitmaker
15h00 – GBZ7N
Palco Supernova
20h10 – Diogo Defante
18h00 – Venere Vai Venus
16h00 – Rock in Gil com Larissa luz
14h30 – Chady
Palco Global Village
19h10 – Paulinho Moska
16h50 – Leela
15h00 – Giovana Moraes

Fonte: G1 Entretenimento

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EUA devolve ao Líbano fragmentos de antigos sarcófagos saqueados

Beirute, Líbano, 3 Set 2026 (AFP) – Os Estados Unidos anunciaram, nesta quinta-feira (3), a devolução ao Líbano de fragmentos de sarcófagos da época romana saqueados da cidade de Tiro e recuperados após uma investigação do FBI.
As peças decorativas de chumbo foram entregues na quarta-feira ao consulado libanês em Nova York antes de serem repatriadas, informou a embaixada americana.
Segundo o ministro da Cultura libanês, Ghassan Salame, os fragmentos foram encontrados durante escavações ilegais e apresentam características típicas dos antigos ateliês de sarcófagos de Tiro.
O comércio de antiguidades saqueadas é disseminado no Oriente Médio. Em 2017, três peças antigas já haviam sido devolvidas ao Líbano.
Salame destacou que Tiro é uma região “excepcionalmente rica em patrimônio arqueológico” e sofreu graves danos durante os recentes ataques israelenses. Em julho, a Unesco incluiu a cidade em sua lista de Patrimônio Mundial em Perigo.
bur-sno/nad/th/ahg/meb/lm/aa

Fonte: G1 Entretenimento

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Péricles cantar Motown em show no Rock in Rio 2026 é celebrar uma das referências do pagode dos anos 1990


Péricles dá voz a sucessos de Stevie Wonder e Smokey Robinson em show no Rock in Rio 2026
Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Uma das atrações mais aguardadas da programação do Rock in Rio 2026, o show “Péricles canta Motown” celebrará no palco Sunset na segunda-feira, 7 de setembro, uma das maiores referências dos cantores, compositores e músicos brasileiro de pagode que ganharam projeção a partir dos anos 1990.
Sim, o samba é a base e a essência do gênero rotulado como pagode na mídia dos anos 1990. Mas era um samba carregado de influência da música negra norte-americana, notadamente o soul e o R&B.
A conexão do pagode 90 com o movimento black dos bailes paulistanos foi devidamente apontada por vários entrevistados da série documental “Anos 90 – A explosão do pagode”, já disponível na íntegra no Globoplay. A formação musical de vários cantores e compositores de pagode passa pela ida aos bailes promovidos pela equipe da Chic Show na cidade de São Paulo (SP) a partir dos anos 1970.
É por isso que, quando Péricles cantar músicas de compositores da Motown como Stevie Wonder (“Superstition”, standard de 1972, está previsto no roteiro) e Smokey Robinson (“Cruisin’ ”, sucesso de 1980, também marcará presença no setlist), o cantor estará ligando as pontas e celebrando uma das influências do pagode 90, gênero que, além da música, também tem se tornou um movimento de importância social.
Afinal, o estouro do pagode 90 contribuiu decisivamente parar (a)firmar a identidade de cantores e compositores negros e brasileiros que também ouviram muito soul, funk e R&B antes de se encontrarem profissionalmente nas rodas de samba. O fraseado soul do canto de Belo, por exemplo, marcou gerações, influenciando sucessores como Thiaguinho.
Como Péricles tem enfatizado em entrevistas para promover a apresentação no Rock in Rio, idealizada por Zé Ricardo, vice-presidente artístico do festival, a gravadora Motown mudou a música do mundo ao surgir em 1959 e essa transformação chegou aos ouvidos de todo mundo, inclusive no de Péricles, anos depois, no Brasil.
Quando Péricles cantar “My girl” (1964), sucesso do grupo The Temptations, o artista estará reverenciando não somente a história da música negra norte-americana, mas também, de certa forma, a própria história e a explosão do pagode dos anos 1990.

Fonte: G1 Entretenimento

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Hot Milk visita Cristo Redentor antes de se apresentar no Rock in Rio


Hot Milk visita Cristo Redentor antes de se apresentar no Rock in Rio
Reprodução/Instagram
A banda Hot Milk já chegou ao Brasil para seu show no Rock in Rio. Os músicos visitaram o Cristo Redentor e compartilharam as imagens em seu perfil no Instagram.
“Rio, estamos aqui. Muito amor e até sexta-feira. Beijos!”
A dupla formada por Jim Shaw e Han Mee se apresenta no festival nesta sexta-feira (04), no Palco Sunset.
Confira a programação do festival
Hot Milk visita Cristo Redentor antes de se apresentar no Rock in Rio
Reprodução/Instagram
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Dia 04
00h05 – Foo Fighters
21h20 – Rise Against
19h00 – The Hives
16h40 – Nova Twins
Palco Sunset
22h45 – Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos
20h10 – Hot Milk
17h50 – Detonautas convidam Biquini
15h30 – Di Ferrero
New Dance Order
01h30 – Steve Angello
00h00 – Giu x Carola
22h30 – Atkö
21h05 – Cat Dealers
Espaço Favela
19h10 – Rodrigo do CN
16h50 – Hitmaker
15h00 – GBZ7N
Palco Supernova
20h10 – Diogo Defante
18h00 – Venere Vai Venus
16h00 – Rock in Gil com Larissa luz
14h30 – Chady
Palco Global Village
19h10 – Paulinho Moska
16h50 – Leela
15h00 – Giovana Moraes
Os cinco melhores shows das edições dos últimos 15 anos do Rock in Rio

Fonte: G1 Entretenimento

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Veja como chegar à Cidade do Rock; prefeitura recomenda transporte público


O Bom Dia Rio desta quinta-feira (3) deu dicas de como chegar à Cidade do Rock. O Rock in Rio 2026 começa nesta sexta-feira (4) e o transporte público segue como a principal forma para curtir o festival — que acontece entre os dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico, na Zona Sudoeste do Rio.
Com ruas interditadas na região do evento e restrições à circulação de carros de aplicativo próximos aos acessos, a Prefeitura do Rio recomenda o serviço Expresso Rock in Rio, operado pelo BRT.
O esquema foi criado para facilitar a chegada e a saída dos fãs e contará com integração com o metrô e o VLT. Segundo a prefeitura, o sistema é a alternativa mais rápida para chegar ao festival.
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A passagem do Expresso Rock in Rio custa R$ 29 por pessoa, com direito à ida e volta, e deve ser comprada antecipadamente exclusivamente pelo aplicativo Jaé. O pagamento pode ser feito por Pix ou cartão de crédito.
Após a compra, o aplicativo gera um QR Code, que deve ser apresentado no embarque. Ao desembarcar nas estações Centro Olímpico ou Morro do Outeiro, os passageiros recebem uma pulseira que será utilizada no retorno para casa.
Uma das linhas de BRT que vão funcionar 24 horas durante o festival
Reprodução/TV Globo
Segundo Diego Mateus da Silva, supervisor de Planejamento e Operação do BRT, o sistema foi planejado para garantir rapidez aos passageiros.
“O BRT, por trafegar em calha exclusiva, não vai pegar fila nem trânsito. É a maneira mais eficiente e mais rápida de chegar já lá dentro da Cidade do Rock”, afirmou.
Ele também alertou para a importância de guardar a pulseira recebida no desembarque.
“Ela é entregue quando o passageiro desembarca na Cidade do Rock. É preciso apresentar o QR Code para a validação e receber a pulseira. Não pode perder, tem que cuidar dela para fazer o embarque da volta”, explicou.
O supervisor destacou ainda que cada usuário pode adquirir bilhetes para até dez pessoas em um mesmo dia de festival. A compra pode ser feita até no dia do evento, mas a recomendação é garantir o bilhete com antecedência.
Os QR Codes são válidos apenas para a data escolhida. Caso o passageiro não utilize o serviço naquele dia, o bilhete não poderá ser transferido para outra data. Além disso, o transporte especial não aceita gratuidades.
Linhas especiais do BRT
Três linhas atenderão o público do Rock in Rio entre 11h e 4h da manhã:
O chamado Expresso Rock in Rio fará a ligação entre a Cidade do Rock e pontos estratégicos da cidade, com integração ao metrô e ao VLT
Reprodução/TV Globo
SE008: Terminal Jardim Oceânico × Terminal Centro Olímpico (direto);
SE009: Terminal Alvorada × Estação Morro do Outeiro (direto);
SE010: Terminal Paulo da Portela × Estação Morro do Outeiro (semidireto, com paradas na Praça Seca, Tanque e Taquara).
Metrô e VLT terão operação especial
Para facilitar a integração com o BRT, a estação Jardim Oceânico, do metrô, funcionará 24 horas por dia durante o festival. As demais estações permanecerão abertas durante a madrugada apenas para desembarque. A tarifa do metrô é de R$ 7,90.
No VLT, a Linha 1 (Terminal Gentileza x Santos Dumont) também operará 24 horas por dia nos dias de evento. A passagem custa R$ 5.
Outra opção disponível será o Primeira Classe, transporte executivo oficial do Rock in Rio, que contará com embarques em mais de 20 pontos da cidade e horários programados.
Público esperado
De acordo com a organização do festival, a previsão é de que a Cidade do Rock receba, em média, 100 mil pessoas por dia nesta edição. Os portões serão abertos às 14h, e as atividades seguem até 3h da manhã.
A edição deste ano terá nomes como Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Stray Kids, Maroon 5 e Twenty One Pilots como atrações principais do Palco Mundo. Os ingressos para os dias 6 e 12 já estão esgotados.
Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Maroon 5 e Twenty One Pilots – atrações do Rock in Rio 2026
g1
4 de setembro — Foo Fighters
Palco Mundo: Foo Fighters, Rise Against, The Hives e Nova Twins
Sunset: Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk e Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero
New Dance Order: Steve Angello, GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers
5 de setembro — Avenged Sevenfold
Palco Mundo: Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon, mgk e Sepultura
Sunset: Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa e Malvada convida Day Limns
New Dance Order: James Hype, Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou
6 de setembro — Calvin Harris
Palco Mundo: Calvin Harris, Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho — Encontro Formação Original
Sunset: NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema
New Dance Order: MEDUZA³, Liu, Casa Bonita — Brisotti e Viot, e Sofi Tukker
7 de setembro — Elton John
Palco Mundo: Elton John, Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Sunset: Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convida Guilherme Arantes e Vanessa da Mata convida Rubel
New Dance Order: Fatboy Slim, Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler
11 de setembro — Stray Kids
Palco Mundo: Stray Kids, Alok, HWASA e NEXZ
Sunset: Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidam Duquesa e Jota.pê convida Luedji Luna e Zaynara
New Dance Order: Neelix b2b Vegas, Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA
12 de setembro — Maroon 5
Palco Mundo: Maroon 5, Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio
Sunset: Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidam Daniela Mercury e Olodum, e Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago
New Dance Order: Alok com Rave The World, Alok & Family — Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar
13 de setembro — Twenty One Pilots
Palco Mundo: Twenty One Pilots, Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo
Sunset: Zara Larsson, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane
New Dance Order: John Summit, Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol — Maz, Antdot, Riascode e Bakka.
O que tem de novo na Cidade do Rock?
O Palco Mundo terá uma nova cenografia e uma estrutura frontal revestida por 2,4 mil m² de painéis de LED.
O New Dance Order também ganhou novo projeto, com 56,5 metros de largura, 22,5 metros de altura e 502 m² de painéis de LED.
A Gourmet Square terá oito restaurantes: Sìsì Pizza, Pepe Hot Dogs, Gurumê, TT.Burguer, Albis, Bora Baião, Chicharrón e Cumbuca. A curadoria é do chef Pedro Siqueira.
O festival também terá a volta do espetáculo aéreo The Flight e da Babilônia Feira Hype, que completa 30 anos. A feira ficará perto do New Dance Order e reunirá 60 expositores ao longo dos sete dias.
Outra novidade será o ECCO, espetáculo criado em parceria com a LightWire. A atração mistura dança, luz, projeções, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos. Serão cinco apresentações por dia, com 20 minutos de duração e capacidade para mil pessoas por sessão.
Quem não estiver na Cidade do Rock poderá acompanhar tudo de casa. O Rock in Rio 2026 será transmitido ao vivo pelo Globoplay, Multishow e Bis. Na Globo, haverá entradas durante a programação e um programa especial, ao fim de cada noite, com os melhores momentos do festival.
🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.

Fonte: G1 Entretenimento

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Prefeitura reduz expediente de repartições públicas para o 1º dia do Rock in Rio

A Prefeitura do Rio publicou no Diário Oficial desta quinta-feira (3) um decreto que reduz o horário de funcionamento das repartições públicas municipais nesta sexta-feira (4), 1º dia do Rock in Rio 2026. Por enquanto não há informações se o esquema será adotado em outros dias do festival.
Com isso, o expediente nos órgãos públicos da cidade será das 8h às 15h. Segundo a prefeitura, a decisão foi tomada para melhorar a circulação de pessoas e veículos na cidade diante do aumento da movimentação provocado pelo início do festival.
A prefeitura ressaltou que a medida não configura ponto facultativo. As repartições funcionarão normalmente ao longo do dia, mas encerrarão as atividades três horas antes do horário habitual.
O Rock in Rio 2026 começa nesta sexta-feira (4) e será realizado também nos dias 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, na Cidade do Rock, no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca. A expectativa da organização é receber cerca de 100 mil pessoas por dia no evento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio terá banheiro neutro e dicas para filas no app; veja mapa de onde ficam os toaletes


Rock in Rio terá banheiro neutro e dicas contra filas no app
Thais Espírito Santo/g1
O Rock in Rio 2026, que começa nesta sexta-feira (4), tem pelo menos 2 banheiros neutros e vai dar dicas para filas no aplicativo do festival.
O 1º banheiro neutro fica bem próximo da entrada do evento, pouco depois da famosa placa do Rock in Rio, que sempre atrai longas filas para fotos.
O outro é o privativo 6, que fica pouco depois do Palco Favela.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça
Rock in Rio passa pelos últimos testes para a edição 2026
Pensando em quem quer evitar filas em coisas mais práticas, como ir ao banheiro, a organização do evento inseriu um mapa interativo no aplicativo para mostrar a lotação dos toaletes.
No aplicativo, é possível ver a localização dos banheiros e a sua distância em relação a eles, além da porcentagem da ocupação.
O g1 preparou um mapa, confira:
Rock in Rio terá banheiro neutro e dicas contra filas no app
Editoria de Arte/g1
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Fonte: G1 Entretenimento

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Pagode in Rio? Belo revela conversa com curador do festival sobre chance no Palco Mundo


O cantor Belo durante show
Divulgação
Será que um dia veremos pagode no Palco Mundo do Rock in Rio? Se depender do cantor Belo… não.
Depois de estrear no Rock in Rio Lisboa, o pagodeiro fará seu segundo show no Rock in Rio. Em 2024, ele foi responsável por finalizar as apresentações do Palco Favela.
Questionado sobre uma possível conversa com Zé Ricardo, vice-presidente artístico do festival, para um espacinho no palco principal do evento, Belo disse que está muito contente com seu espaço atual.
“A gente já vem conversando isso há algum tempo e o Zé é muito generoso em todos os sentidos. É o meu segundo show no Rock in Rio. Eu me sinto muito bem, muito familiarizado lá. Logicamente, se a gente um dia chegar no Mundo… mas a minha casa é o Favela”, diz ao g1.
“Eu represento muito o povo preto, o povo do pagode, o povo da comunidade, da periferia. E acho que esse palco tem muito a ver comigo e com todo o meu povo.”
Belo canta pela 1ª vez no palco do Show da Vida
Nos últimos anos, o Rock in Rio abriu espaço para o sambe e pagode — especialmente nos palcos Sunset e Favela.
Em 2017, Alcione, Criolo, Martinho da Vila, Roberta Sá, Mart’nália, Jorge Aragão e Monarco se revezaram no Palco Sunset durante o show “Salve o Samba”.
Na edição de 2024, houve um boom de representantes. 13 artistas estavam no line up, sendo que alguns deles subirão ao palco em duas datas.
Esse salto na última edição tem uma explicação: a criação do Dia Brasil, que homenageou diversos gêneros nacionais, do sertanejo ao funk.

Fonte: G1 Entretenimento

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Do YouTube ao Rock in Rio: Lucas Inutilismo diz que tocará ‘metal pesado’ para público variado


LVCAS durante apresentação. Cantor e multi-instrumentista mistura metal, metalcore, trap, hip-hop e elementos de eletrônica em seus shows.
@moodgate
Lucas Vinícius resolveu ser um rockstar por influência do pai fã de Led Zeppelin e de uma prima descolada que admirava e queria chamar a atenção.
Conhecido na internet como Lucas Inutilismo, o criador de conteúdo com mais de 7 milhões de seguidores nas redes vai viver um momento inédito na carreira: se apresentará pela primeira vez no Rock in Rio.
Sob o nome artístico de Lvcas (o “V” é de Vinícius), o cantor e multi-instrumentista de 30 anos sobe ao palco Supernova no dia 5 de setembro, por volta das 18h, levando ao festival um show de metal com influências de trap e hip-hop.
“Vai ser um show pesado e enérgico, mas um show para todo mundo. Quero que me vejam no palco e percebam que eu estou fazendo isso com tesão. Que eu estou 100% entregue”, revelou em entrevista ao g1.
A estreia acontece em uma fase de experimentação. Depois de construir uma grande comunidade de fãs ao longo de mais de uma década no YouTube, ele agora quer dedicar mais tempo e energia à música.
A carreira autoral começou a tomar forma há pouco tempo, em 2023, quando lançou “Odisseia”, seu primeiro single. A música ultrapassa 3 milhões de streams no Spotify. No ano seguinte, fez mais: lançou o primeiro álbum, “Amanamente”, e, em 2025, apresentou um novo EP.
Fotos do EP “abatido mas não derrotado”, lançado por LVCAS em dezembro de 2025.
Divulgação.
Lvcas também é compositor. Derramadas, suas letras falam sobre as dores da vida adulta: as inseguranças, frustrações, autossabotagens. E a tentativa constante de se manter de pé diante de tudo isso, como em “bico de corvo” (2025), em que canta sobre coragem e autocrítica.
Ei, mas eu não paro aqui
Mesmo depois de tantas formas diferentes de me ver cair
Experimentando a decadência, testando minha paciência
Vendo um império ruir, sem nem saber como agir
Em entrevista ao g1, o paulistano da Lapa contou sobre a relação com o público que o acompanha desde o início no YouTube, o encontro com o cantor americano Oliver Tree no Brasil antes de sua morte, os preparativos para o maior show de sua carreira até aqui e muito mais. Confira:
g1 — Como é que a música entra na sua vida?
Lvcas — Começa quando eu era muito moleque. As primeiras coisas que eu aprendi depois de andar e falar foram pegar um instrumento e uma câmera. Cheguei a ter bandas na escola e meu pai sempre foi um grande consumidor de música. Foi ele quem me apresentou a bandas como Led Zeppelin e Black Sabbath. Também teve uma prima minha que, durante muito tempo na minha infância e adolescência, era uma grande referência para mim. Eu achava ela muito legal, descolada, antenada. Era aquela prima que tudo o que fazia, eu pensava: “É isso que eu devo fazer”. Tudo o que ela ouvia, eu pensava: “É isso que eu devo ouvir então”. Ela teve uma influência muito grande na minha formação.
g1 — E quando esse sonho saiu do papel?
Lvcas — Foi bastante gradual. Eu sempre vim inserindo conteúdos que tinham a ver com música no meu canal. O que eu ouvia, o que eu tocava, sempre tinha alguma coisa por ali.
g1 — E você toca vários instrumentos, né?
Lvcas — Eu sou guitarrista de ofício, mas passei a tocar bateria depois. E agora canto. Esses conteúdos de música foram aparecendo de maneira muito natural. Foram eles que me levaram a fazer os shows. Cheguei a fazer uma turnê com 65 apresentações. Foi uma experiência bem importante para que eu pudesse ter confiança para dar sequência nisso, agora de maneira 100% autoral.
g1 — Como você entendeu seu som? Você se define como um cantor de rock?
Lvcas — Eu sempre tive uma mentalidade muito aberta. Acredito que a mistura proporciona coisas com muita identidade. Eu gosto do desafio de pegar coisas diferentes e brincar com contrastes. Eu sempre ouvi bastante rap, além da minha base de rock e metal. Então, no meu som, isso também se aplica. Não tenho problema nenhum com isso.
LVCAS durante apresentação. Cantor e multi-instrumentista mistura metal, metalcore, trap, hip-hop e elementos de eletrônica em seus shows.
@joluho
g1 — Por que mudar para Lvcas e não manter o Lucas Inutilismo?
Lvcas — Sempre me perguntam qual é a diferença, se é um alter ego… e eu falo: é a mesma pessoa. São duas faces de uma mesma pessoa. O Inutilismo faz alusão a algo mais descompromissado, descontraído, engraçado, enquanto eu levo a música para um lugar um pouco mais de seriedade, quase sagrado.
Eu não quero que as pessoas pensem que meu trabalho de música é um trabalho de comédia, porque não é. Só que eu também queria que fosse um nome que fizesse alusão à minha pessoa. Meu nome é Lucas Vinícius da Silva. É um nome muito comum. Então eu quis pegar isso para mim e tentar subverter. Justamente por ser esse nome tão comum, é ele mesmo que eu vou usar.
g1 — E a música é hoje a prioridade da sua vida?
Lvcas — Eu acho que as duas coisas estão muito próximas. O entretenimento, a forma como eu gosto de criar histórias e vídeos e tudo mais, é uma coisa que eu amo fazer desde criança. Só que hoje a música, querendo ou não, pede mais de mim. Porque é uma página que eu estou virando praticamente em branco. É um começo, então ela pede muito da minha atenção. É também um lugar de vulnerabilidade, de muita exposição.
LVCAS durante apresentação. Cantor e multi-instrumentista mistura metal, metalcore, trap, hip-hop e elementos de eletrônica em seus shows.
@marceloevn
g1 — Quem é o público que vai aos seus shows?
Lvcas — O meu show é para ser um espaço mais democrático possível. Seja de onde quer que você esteja vindo, você vai ser bem-vindo lá. Nem se você não gosta de rock: vem aqui. Vem ver. Não é sobre ser o melhor, não é sobre ter as melhores músicas, não é sobre ser o melhor músico ou ser o mais ouvido. Mas é legal ser um cara apaixonado pelo que faz, assim como gosto de ver pessoas que são apaixonadas pelo que fazem. Então eu quero sempre estar cultivando a minha audiência dessa maneira, trazendo mais pessoas para perto e essa sensação de unidade.
g1 — Você foi uma das últimas pessoas que esteve com Oliver Tree na última passagem dele pelo Brasil antes do acidente. Como foi?
Lvcas — Foi bastante impactante para mim, porque não era uma coisa que eu estava esperando. Eu conhecia o Oliver há uns cinco ou seis anos. E sempre achei muito legal tudo o que ele fez. Acho que é um cara que tem alguns paralelos comigo na nossa maneira de trabalhar. A gente conversou muito sobre isso, sobre ter esse lado, essa veia mais cômica, de trabalhar esses exageros, esse lado meio idiota, de não se levar tão a sério.
Acabou rolando da gente se encontrar quando ele veio fazer essa parte da turnê dele aqui no Brasil. Foi por intermédio de um amigo meu que estava em contato com o manager dele, e aí ele apareceu lá em casa. A gente passou um dia inteiro juntos. Ele pegava todo esse discurso de viver a vida com intensidade, de se conectar com os seres humanos de maneira genuína. Ele até falava que esse era o motivo de carregar aquele visual meio esquisito. Aquele cabelo estranho. Ele falava: “Eu quero ser o mais feio possível aqui, porque eu quero que a pessoa não olhe para isso”.
Foi uma grande aula. A gente chegou a gravar um vídeo que foi para o meu Instagram, uma versão de uma música dele. E a gente gravou outra coisa. Eu tenho um material gravado com ele que ainda não sei o que vou fazer. É um vídeo, uma coisa meio podcast, a gente trocando ideia. Eu estou pensando em fazer isso, mas não quero que soe desrespeitoso. Não quero parecer que estou querendo ganhar algo em cima dessa fatalidade absurda que aconteceu. Tudo é muito sensível.
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g1 – E o que você está preparando para o show do Rock in Rio?
Lvcas – É muito louco, porque, desde que recebi a notícia, isso tem sido meio que o norte da minha vida. Todos os dias eu penso nesse momento. Passo boas horas do dia pensando em coisas que posso trazer e também no que preciso tomar cuidado.
A gente precisa tomar cuidado porque o tempo do show será mais curto do que normalmente fazemos. É um lugar com várias outras coisas acontecendo, então temos que ser cirúrgicos, principalmente na escolha do que vamos apresentar. Precisa ser sucinto, direto ao ponto, mas sem faltar nada. Temos algumas coisas para ajustar nos próximos ensaios com a banda, mas é o momento de grande expectativa da minha vida.
g1 – Tá com medo?
Lvcas – Acho que é normal ter um pouco de medo. É bom, inclusive, que tenha. Não ter nenhuma ansiedade ou medo de tocar no Rock in Rio seria até estranho, porque aí teria perdido o sentido. Estou com um time muito bom por trás, tanto de banda quanto de equipe, para entregar o melhor trabalho possível e saber lidar com qualquer possível adversidade. É uma coisa que eu sonho desde muito moleque, desde antes dos meus 12, 13 anos.
Então estou me preparando da melhor forma possível. Estou fazendo vários tipos de preparação, inclusive física. Tenho treinado todos os dias, feito esteira subindo todos os dias. Estou me preparando para chegar lá da melhor forma possível.
g1 – E, além do seu próprio show, tem algum artista que você está especialmente ansioso para ver?
Lvcas – O Bring Me The Horizon é uma banda que me influenciou muito no início da minha vida. Quando eu tinha uns 15, 16 anos, eu pensava: “Os caras mudaram o mundo aqui”. Com certeza, é um dos motivos de eu estar na música. Eles me ajudaram a lapidar meu som para esse lugar mais moderno, que é uma referência contemporânea.
Então vai ser um dia de muitos reencontros. Com certeza vou apontar o dedo e falar: “Tem culpa de todos vocês no que eu fiz ali agora”. Se isso é bom ou ruim, são vocês que vão decidir.
g1 – Você falou da sua prima descolada, que foi uma referência para você na infância. Agora parece que o primo descolado virou você.
Lvcas – Ela foi uma boa mestra Jedi para mim, para ensinar o pupilo. Agora acho que chegou a minha vez.
LVCAS durante apresentação. Cantor e multi-instrumentista mistura metal, metalcore, trap, hip-hop e elementos de eletrônica em seus shows.
@marceloevn

Fonte: G1 Entretenimento

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Foo Fighters vem pela 7ª vez ao Brasil; shows já tiveram Cássia Eller, Joan Jett e pedidos de casamento


Foo Fighters homenageiam Taylor Hawkings com ‘Aurora’
O Foo Fighters não foi atração principal em sua primeira visita ao Brasil. No Rock in Rio 2001, eles abriram para o R.E.M. Onze anos e quatro discos depois, a moral era outra. Eles atraíram 75 mil fãs na primeira edição do Lollapalooza, em 2012. Agora, eles são os headliners da primeira noite de Rock in Rio, nesta sexta-feira (4).
Abaixo, o g1 recapitula as vindas do Foo Fighters. Todas tiveram pelo menos uma coisa em comum: “Everlong” fechou a noite. A relação com o Brasil é intensa e já teve comemoração de aniversário com Cássia Eller, feat com Joan Jett, vários pedidos de casamento e uma homenagem ao baterista Taylor Hawkins (1972-2022).
Relembre as outras vindas do Foo Fighters ao Brasil:
Rock in Rio (2001)
Lollapalooza (2012)
Turnê solo (2015)
Turnê com Queens (2018)
Rock in Rio (2019)
The Town (2023)
Dave Grohl, do Foo Fighters, no Rock in Rio 3, em 2001, e na edição de 2019
L.C. Leite/Estadão Conteúdo/Arquivo; Marcelo Brandt/G1
2001: Rock in Rio
Dave Grohl abraça Cássia Eller ao lado de Melissa Auf der Maur, namorada do vocalista, no Rock in Rio 2001
Reprodução/TV Globo
A primeira vez foi chorada. Em 2000, o Foo Fighters frustrou os fãs ao desmarcar de última hora o que seria a estreia no país. Eles discordaram da distribuição de ingressos a clientes da empresa patrocinadora. O Rock in Rio de 2001 apagou o trauma. “Estávamos nervosos, achando que as pessoas não sabiam quem éramos”, lembrou Dave ao “Fantástico”. Ele teve uma boa surpresa. Abrindo para o R.E.M., o show de 58 minutos foi uma primeira vez memorável. No aniversário de 32 anos, Grohl ganhou beijo da então namorada, a baixista Melissa Auf der Maur. De quebra, um abraço de uma fã empolgada que “invadiu” o palco: Cássia Eller.
“Breakout”
“My hero”
“Learn to fly”
“Up in arms”
“Big me”
“Stacked actors”
“Next year”
“I’ll stick around”
“Doll”
“See you”
“This is a call”
“Monkey wrench”
“Everlong”
2012: Lollapalooza
Foo Fighters canta com Joan Jett no Lollapalooza 2012
Reprodução/TV Globo
No tempo da apresentação no Lollapalooza em São Paulo, os Fighters poderiam repetir duas vezes o show do Rock in Rio, e ainda fazer um voo entre as duas cidades. Durante mais de duas horas e meia, eles seguraram um público de 75 mil fãs. Pouca gente arredou o pé antes do encerramento especial, que teve duas músicas com Joan Jett, também atração do festival, e o hit “Everlong”. Dave Grohl havia revelado que tinha um cisto na garganta. A voz falhou algumas vezes, mas isso não o impediu de fazer um show enérgico.
“All my life”
“Times like these”
“Rope”
“The Pretender”
“My hero”
“Learn to fly”
“White limo”
“Arlandria”
“Breakout”
“Cold day in the sun”
“Long road to ruin”
“Big me”
“Stacked actors”
“Walk”
“Generator”
“Monkey wrench”
“Hey, Johnny Park!”
“This is a call”
“In the flesh?”
“Best of you”
“Enough space”
“For all the cows”
“Dear rosemary”
“Bad reputation” – com Joan Jett
“I love rock ‘n’ roll” – com Joan Jett
“Everlong”
2015: turnê solo
Foo Fighters toca em Porto Alegre em 2015
Duda Bairros/Time For Fun
Na volta em uma turnê solo, o Foo Fighters tocou 23 músicas para 55 mil fãs, em São Paulo. A banda também passou por Rio, Porto Alegre e Belo Horizonte, em 2015. No Morumbi, Dave chamou um jovem casal ao palco para um pedido de casamento.
“Something From Nothing”
“The Pretender”
“Learn to Fly”
“Breakout”
“Arlandria”
“My Hero”
“Congregation”
“Walk”
“Cold Day in the Sun”
“I’ll Stick Around”
“Monkey Wrench”
“Skin and Bones”
“Wheels”
“Times Like These”
“Detroit Rock City” (versão do Kiss)
“Stay With Me” (Versão do Faces)
“Tie Your Mother Down” (Versão do Queen)
“Under Pressure”
“All My Life”
“These Days”
“Outside”
“Best of You”
“Everlong”
2018: turnê com Queens
Dave Grohl durante show do Foo Fighters em SP em 2018
Fábio Tito/G1
A volta em 2018 repetiu um pouco o que foi visto três anos antes: uma maratona de rock com um pedido de casamento no palco. Uma novidade foi a presença do Queens of the Stone Age na abertura. “O rock and roll está morto?”, perguntou o vocalista e guitarrista, irônico, para a multidão. No meio dos gritos, acrescentou um solo à la Chuck Berry em “The Pretender”.
“Run”
“All My Life”
“Learn to Fly”
“The Pretender”
“The Sky Is a Neighborhood”
“Rope”
“Sunday Rain”
“My Hero”
“These Days”
“Walk”
“Breakout”
“Under My Wheels”
“Another One Bites the Dust / Miss You / Blitzkrieg Bop / Love of My Life”
“Under Pressure”
“Monkey Wrench”
“Times Like These”
“Generator”
“Big Me”
“Best of You”
“Dirty Water”
“This Is a Call”
“Everlong”
2019: Rock in Rio
Foo Fighters durante o último show do palco Mundo no segundo dia de Rock in Rio 2019
Marcelo Brandt/G1
O show no Rock in Rio 2019 durou pouco mais de duas horas. A banda mostrou uma turnê já testada e aprovada por brasileiros. Até o pedido de casamento no palco, presente nas duas vindas anteriores, aconteceu de novo. O momento mais espontâneo foi quando Dave Grohl lembrou que tocou no Hollywood Rock de 1994 com o Nirvana no Brasil, aos 23 anos, na época em que escreveu “Big me”. Ele dedicou essa música ao Weezer, que tocou uma cover de Nirvana (“Lithium”) logo antes. Dave contou que ouviu a versão no camarim e chorou. “Doce Weezer”, ele disse.
“The Pretender”
“Learn to Fly”
“Run”
“The Sky Is a Neighborhood”
“Times Like These”
“Sunday Rain”
“My Hero”
“These Days”
“La Dee Da”
“Walk”
“Under Pressure”
“All My Life”
“Wheels”
“Monkey Wrench”
“Big Me”
“Best of You”
“Everlong”
2023: The Town
Foo Fighters se apresenta no The Town 2023
Luiz Gabriel Franco/g1
Um ano antes do The Town 2023, o líder do Foo Fighters teve que lidar com a morte do baterista Taylor Hawkins, em março de 2022. Cinco meses depois, morreu a professora Virginia Grohl, mãe do vocalista e guitarrista. As duas perdas impregnam de melancolia e de crueza o álbum mais recente, “But Here We Are”, lançado em junho passado. Influenciam também o setlist do show no evento paulistano. “Aurora”, de “There Is Nothing Left to Lose” (1999), foi dedicada a Hawkins. “Vamos tocar para sempre essa música, porque era a preferida do Taylor. Gritem pelo Taylor! A gente se divertiu muito no Brasil…”, disse Dave. “Você acredita que há algo mais, para aliviar seu vazio”, cantou ele.
All My Life
The Pretender
No Son of Mine
Learn to Fly
Rescued
Walk
Times Like These
Breakout
Run
Sabotage / Blitzkrieg Bop / Whip It / March of the Pigs
My Hero
This Is a Call
The Sky Is a Neighborhood
Shame Shame
These Days
Generator
Aurora
The Glass
Monkey Wrench
Best of You
Everlong

Fonte: G1 Entretenimento