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Piano de R$ 400 mil, lago de carpas e mais: o que foi danificado por queda de muro que gerou processo contra Simone Mendes


Desabamento de muro entre casas de Simone Mendes e Léo Stuart causou alagamento em residência do músico
Reprodução/Instagram e Arquivo pessoal
Simone Mendes foi processada após esabamento de um muro de uma obra no imóvel da cantora o condomínio de luxo Tamboré 1, em Alphaville, na Grande São Paulo.
Segundo a ação, provocou uma enxurrada de lama e escombros na residência vizinha.
O g1 teve acesso a petição inicial e às decisões do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). A propriedade atingida pertence à empresa Black Diamond Holding, administrada pelo músico e guitarrista Léo Stuart, da banda Tihuana, dona de músicas como “Tropa de Elite” e “Que ves”.
O caso ocorreu na tarde de 6 de novembro de 2024.
Agora no g1
De acordo com a petição inicial, Léo Stuart estava em casa quando ouviu estalos no muro da obra vizinha. Pouco depois, a estrutura cedeu, e lama e escombros invadiram a propriedade.
O músico afirma que o episódio destruiu parte do muro de sua residência e provocou danos em diferentes áreas do imóvel, como o pomar e o lago de carpas. Uma das carpas teria morrido após o lago ser atingido.
Segundo o Portal Terra, entre os bens afetados também está a piscina da casa e um piano avaliado em cerca de R$ 400 mil.
Na petição, o músico afirma que o desabamento colocou em risco os moradores e animais da residência. Ele também relata que acionou a Defesa Civil e o condomínio após o episódio e pediu a paralisação da obra vizinha
Construção na casa de Simone Mendes destruído pela chuva, que causou danos à residência de músico do Tihuana
Arquivo pessoal
Construção na casa de Simone Mendes destruída pela chuva, que causou danos à residência de músico do Tihuana
Arquivo pessoal
Piano de Léo Stuart que foi atingido pelo desabamento
Arquivo pessoal
Ao g1, a assessoria de Simone Mendes afirmou que o episódio teria sido um incidente causado durante fortes chuvas. Segundo a equipe, a obra era executada por uma empresa contratada, responsável pela condução e segurança dos trabalhos (leia a nota completa no fim deste texto).
O advogado de Léo Stuart foi procurado pelo g1 e contestou a versão da cantora. “Ela não corresponde às conclusões técnicas que fundamentaram as decisões judiciais proferidas até agora”, diz trecho do comunicado (leia a nota completa no fim deste texto).
Entrada da mansão de Simone Mendes em Alphaville, Barueri (SP)
Reprodução/ redes sociais
Músico diz que Simone não prestou assistência
Léo afirma ainda que Simone, apontada na ação como proprietária da obra, não teria feito contato com ele após o episódio para saber o que havia acontecido, pedir desculpas ou oferecer qualquer tipo de assistência.
Na petição, o músico também afirma que a continuidade da obra poderia provocar novos desmoronamentos e dificultar a produção de provas sobre as causas do episódio.
Caso foi registrado na Polícia Civil
No dia seguinte ao episódio, Léo registrou um boletim de ocorrência em Barueri. O caso foi inicialmente registrado como desabamento ou desmoronamento, previsto no artigo 256 do Código Penal.
Na primeira versão do documento, a autoria aparecia como desconhecida. Em uma atualização posterior, Simone Mendes foi identificada como proprietária da construção relacionada ao episódio.
A inclusão do nome da cantora no boletim, porém, não significa que ela tenha sido apontada como autora ou responsabilizada pelo crime. O documento registra a relação dela com o imóvel. Eventual responsabilização criminal dependeria da apuração do caso.
Léo Stuart entrou com ação contra Simone Mendes após ter casa danificada por obra da cantora
Reprodução/Instagram
Simone alegou danos causados por ‘força maior’
Para se defender no processo, Simone alegou que os danos foram causados por “força maior” devido às fortes chuvas daquele período.
O laudo pericial técnico anexado ao processo, no entanto, desmentiu a tese. Segundo a perícia, a causa do colapso foi a falta de engenharia preventiva na obra da cantora.
O perito constatou que o muro de Simone não possuía sistema de drenagem e nenhuma estrutura de suporte para esforços horizontais. Com as chuvas, o solo ficou saturado e a estrutura funcionou como uma barragem de terra sobre o terreno vizinho, gerando uma pressão que levou ao desabamento.
Briga judicial aguarda decisão
Após a decisão do TJ-SP, a defesa de Simone apresentou embargos de declaração. Entre os argumentos, apontou a ausência de parâmetros técnicos mínimos para a reforma e voltou a sustentar que os danos estariam relacionados a um caso fortuito ocorrido em 2024.
Em decisão de 13 de julho de 2026, o Tribunal rejeitou os embargos. Para o relator, não havia omissão, contradição ou obscuridade na decisão anterior.
Agora, a defesa de Simone apresentou um Recurso Especial, na tentativa de levar a discussão aos tribunais superiores.
O processo foi encaminhado ao setor responsável pela tramitação dos recursos destinados aos tribunais superiores e aguarda a apresentação de contrarrazões.
Leia a nota da equipe de Simone Mendes:
De acordo com o escritório, o episódio ocorreu durante um período de fortes chuvas e é tratado como um incidente. A execução da obra foi realizada por uma empresa contratada, responsável pela condução dos trabalhos e por todas as questões relacionadas à segurança da obra. O caso está sendo discutido judicialmente e o processo segue em tramitação, sem decisão definitiva até o momento.
Leia a nota da defesa de Léo Stuart:
O processo teve origem em um episódio bastante grave ocorrido em novembro de 2024, quando, durante uma obra realizada no imóvel vizinho, houve o colapso de estruturas e muros, com grande volume de água, terra, lama e escombros atingindo a residência de Leonardo.
Não se tratou apenas de um dano estético ou de pequena proporção. Houve destruição de estruturas da propriedade, invasão de lama na residência, danos à área externa, pomar, canil, sistema de abastecimento de água e outros bens, além, evidentemente, do risco à integridade física dos moradores.
Antes do ajuizamento da ação principal foram produzidas provas técnicas para apurar as causas do ocorrido. E esse é um ponto importante: nossa posição não está baseada simplesmente na versão de Leonardo contra a versão de Simone. Existem elementos técnicos produzidos por profissionais independentes e também prova pericial judicial.
Em relação à alegação de que a causa teria sido exclusivamente o excesso de chuvas ou problemas preexistentes no imóvel de Leonardo, respeitamos naturalmente a versão apresentada pela defesa. Entretanto, ela não corresponde às conclusões técnicas que fundamentaram as decisões judiciais proferidas até agora.
A perícia apontou questões relacionadas à própria obra vizinha, inclusive ausência de medidas adequadas para direcionamento das águas pluviais e alterações das condições do terreno. Um dos elementos técnicos chega a identificar a obra vizinha como o local gerador do desmoronamento.
Também é relevante observar que a residência de Leonardo existe há aproximadamente 28 anos e já havia atravessado inúmeros períodos de chuvas e tempestades sem ocorrência semelhante.
Posteriormente, inclusive em procedimento perante o Conselho de Arquitetura e Urbanismo, o próprio responsável técnico pela obra confirmou que tinha conhecimento de que não havia servidão de drenagem implantada naquele momento.
Portanto, não pretendemos travar uma discussão pela imprensa sobre quem tem razão. Essa discussão pertence ao processo. O que podemos afirmar objetivamente é que, até o momento, os elementos técnicos e as decisões judiciais têm sido favoráveis à posição defendida por Leonardo. Existem dois laudos perícias um criminal e um Cível que apontam para a falta de drenagem e escoamento de águas pluviais não realizadas na obra da Simone como causadores do desmoronamento.
Tanto é assim que a Justiça determinou a paralisação da obra e a reconstrução dos muros e das partes atingidas, com a restauração do imóvel. A defesa recorreu dessa decisão ao Tribunal de Justiça de São Paulo, mas o recurso foi rejeitado e a decisão foi mantida.
Posteriormente foram apresentados Embargos de Declaração, que também foram rejeitados. Mais recentemente, em agosto, a defesa interpôs Recurso Especial, buscando levar a discussão ao Superior Tribunal de Justiça. Estamos agora adotando as providências processuais cabíveis em relação a esse recurso.
Sobre o valor aproximado de R$ 1,3 milhão mencionado na reportagem, é importante esclarecer que se trata do valor atribuído à demanda e não de uma indenização já fixada pela Justiça. A ação envolve diferentes pretensões decorrentes do evento, inclusive obrigação de reconstrução e reparação dos prejuízos. O valor efetivamente devido, ao final, dependerá naturalmente da decisão judicial.
Desde o início, a pretensão de Leonardo é bastante objetiva: que seu imóvel seja integralmente recuperado e que sejam reparados os prejuízos decorrentes do ocorrido.
Não existe interesse de transformar o episódio em uma disputa pessoal com Simone. Trata-se de uma questão jurídica decorrente de um evento extremamente grave, que causou danos relevantes à propriedade e colocou pessoas em situação de risco, e é no Poder Judiciário que esperamos que ela seja definitivamente solucionada.
Foi marcada uma audiência presencial de tentativa de conciliação solicitada inclusive pela defesa da Simone, que infelizmente não se realizou, justamente pela ausência tanto da Simone como de seus advogados. Após a ausência nos manifestamos requerendo o julgamento tendo em vista as provas que já constam dos autos, e o processo está na conclusão aguardando decisão. Entendemos que a demora e o descumprimento da medida liminar, trazem risco ainda maior, diante das notícias de previsão de fortes tempestades que se aproximam.

Fonte: G1 Entretenimento

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Liminar mandou Simone Mendes interromper obra e reconstruir muro de músico do Tihuana após estragos; defesa diz que cantora não cumpriu


Desabamento de muro entre casas de Simone Mendes e Léo Stuart causou alagamento em residência do músico
Reprodução/Instagram e Arquivo pessoal
Simone Mendes não teria cumprido uma decisão liminar de 2024 que determinou a recuperação dos danos provocados pelo desabamento de um muro da casa da cantora que atingiu a casa do músico Léo Stuart, integrante da banda Tihuana, em Barueri, na Grande São Paulo, em novembro daquele ano.
A decisão também determinou a paralisação da obra no imóvel da cantora devido a ausência de sistema adequado de drenagem e escoamento das águas das chuvas.
Segundo o advogado Marcelo Fernandes Madruga, a liminar foi concedida integralmente pela Justiça de primeira instância e determinou a restauração dos muros dos dois imóveis, a retirada dos entulhos, a reconstrução do canil destruído e a recuperação da parte da casa do músico atingida pelo desabamento.
“Defiro a liminar para determinar que a ré paralise a obra e reconstrua imediatamente os muros e partes demolidas com o desmoronamento que provocou, restaurando o imóvel da parte autora, tal qual como era, retirando todo o entulho e partes destruídas por sua obra, no prazo de 30 dias úteis para finalizar a obra de restauração, sob pena de multa diária sob pena de multa diária no valor de R$2.000,00, limitada a R$200.000,00, valor este que se adequa à capacidade econômica da ré e à gravidade da situação”, diz a decisão da juíza Daniela Nudeliman Guiguet Leal.
O prazo estabelecido pela decisão era de 30 dias, mas as determinações não foram cumpridas.
“A gente pediu uma liminar para que isso fosse feito em 30 dias e pedimos também para que a obra dela fosse paralisada, tendo em vista que não havia a drenagem e o escoamento das águas pluviais, porque com novas chuvas a gente corre o risco que ocorra novo desmoronamento. A liminar foi concedida integralmente, porém não foi cumprida”, afirma Madruga.
“Eles [defesa de Simone Mendes] vêm questionando, entraram com um agravo, que foi rejeitado por unanimidade, depois entraram com embargos também rejeitados por unanimidade e agora eles entraram com um recurso especial. Tudo isso brigando contra a liminar”, completa.
O advogado de Léo ressalta que a liminar é uma decisão de primeira instância, mas que já foi confirmada pelo tribunal.
“A liminar é decisão de primeira instância, porém já confirmada em segunda instância por unanimidade. Deferida com base nas provas e perícias judiciais feitas.”
Procurada, a assessoria de imprensa de Simone Mendes não retornou os questionamentos a respeito da liminar até a publicação desta reportagem.
Construção na casa de Simone Mendes destruída pela chuva, que causou danos à residência de músico do Tihuana
Arquivo pessoal
Desabamento
O episódio aconteceu em 6 de novembro de 2024, durante fortes chuvas. Segundo o relato apresentado pela defesa de Léo, estruturas e muros relacionados à obra no imóvel vizinho cederam, e uma grande quantidade de água, terra, lama e escombros avançou sobre a propriedade do músico.
A lama atingiu áreas externas e também entrou na parte térrea da residência. Foram registrados danos em estruturas do imóvel, no pomar, no canil, no sistema de abastecimento de água e em outros bens.
A defesa também afirma que a casa de Léo existe há aproximadamente 28 anos e já havia passado por diversos períodos de chuvas e tempestades sem que um episódio semelhante tivesse ocorrido.
Piano foi atingido pela lama, mas não destruído
O advogado também esclareceu que o piano de Léo Stuart, avaliado em cerca de R$ 400 mil, foi atingido pela lama, mas não destruído. Segundo ele, o instrumento precisou passar por limpeza.
A defesa também negou que cachorros tenham morrido no episódio. Segundo o advogado, uma carpa morreu após o lago da propriedade ser atingido pela lama e pelos destroços.
R$ 1,3 milhão é valor da ação
O processo também envolve um valor de aproximadamente R$ 1,3 milhão, mas a defesa esclarece que essa quantia corresponde ao valor atribuído à ação e não a uma indenização já determinada pela Justiça.
O processo envolve diferentes pedidos, entre eles a reconstrução e a reparação dos prejuízos provocados pelo desabamento. O valor que eventualmente deverá ser pago dependerá da decisão judicial.
A defesa diz estar preocupada com a demora na solução do caso diante da chegada do período de fortes chuvas.
“Entendemos que a demora e o descumprimento da medida liminar trazem riscos ainda maiores diante das notícias de previsão de fortes tempestades que se aproximam.”
Em nota enviada anteriormente ao g1, a assessoria de imprensa da cantora informa, a respeito do processo:
“O episódio ocorreu durante um período de fortes chuvas e é tratado como um incidente. A execução da obra foi realizada por uma empresa contratada, responsável pela condução dos trabalhos e por todas as questões relacionadas à segurança da obra. O caso está sendo discutido judicialmente e o processo segue em tramitação, sem decisão definitiva até o momento.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Corpo do ator e diretor Gracindo Jr. será velado em cerimônia aberta ao público no Rio


Gracindo Jr. morre aos 83 anos
O velório do ator e diretor Gracindo Jr. será aberto ao público. A despedida foi marcada para as 12h10 desta quinta-feira (3), no Crematório e Cemitério da Penitência, no Caju, na Zona Portuária do Rio. A cremação acontece às 14h10.
Com mais de 50 anos foram dedicados à arte no teatro, rádio e cinema, Gracindo Jr. morreu na noite desta terça-feira (1º), aos 83 anos, em casa, no Rio de Janeiro. A morte ocorreu por causas naturais.
Nascido Epaminondas Xavier Gracindo, Gracindo Jr. participou da inauguração da TV Globo, em 1965. Ele atuou em novelas e programas que fizeram história e era filho do ator Paulo Gracindo.
O ator deixa 5 filhos, 7 netos e a esposa, Daisy Poli, com quem estava havia mais de 50 anos.
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Gracindo Jr.
Acervo/ TV Globo
Filho de Paulo Gracindo
Epaminondas Xavier Gracindo nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de maio de 1943, filho de outro ator consagrado, Paulo Gracindo (1911-1995).
Embora tenha cursado Psicologia, nunca exerceu a profissão, optando por se dedicar integralmente à arte.
Em 1959, aos 15 anos, Gracindo Jr. fez um teste para trabalhar na Rádio Nacional, onde o pai já fazia sucesso como galã de radionovelas e apresentador de programas de auditório.
Gracindo Jr., ator e diretor que participou da inauguração da TV Globo, morre no Rio aos 83 anos
O filho foi aprovado e foi ator, redator e disc-jóquei na emissora.
Em 1961, em paralelo às funções na rádio, estreou no teatro na peça “A Escada”, de Oswald de Andrade.
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Gracindo Jr. em depoimento ao Memória Globo.
Foto: Frame de vídeo/Memória Globo
Pioneiro da Globo
Em 1965, foi inaugurada a TV Globo. Em entrevista ao Memória Globo, o ator disse: “Eu entrei no início da TV Globo. Ela estreia em abril de 1965, em dezembro de 1964 eu já estava contratado”.
Gracindo Jr. integrou o 1º elenco da emissora e participou de várias novelas dessa fase inicial, como “Rosinha do Sobrado” (1965), “Padre Tião” (1966), “A Rainha Louca” (1967), “A Próxima Atração” (1970) e “Os Ossos do Barão” (1973) — quando contracenou com Paulo Gracindo.
Pai e filho voltaram a dividir o set em “O Bem Amado” (1973), de Dias Gomes, e em “O Casarão” (1976), de Lauro César Muniz, quando interpretaram as versões jovem e idosa de João Maciel, protagonista da trama — o 1º grande papel de Gracindo Jr.
“O que eu mais aprendi com o meu pai foi responsabilidade no meu trabalho, estima pelo meu trabalho, saber que meu trabalho é uma coisa muito importante”, declarou.
“Meu pai trabalhou por 65 anos, e nunca me lembro dele não tendo feito sucesso, em qualquer área de comunicação. Foi um homem que passou em rádio, em circo, em televisão, em cinema, em tudo ele foi sucesso”, prosseguiu.
“A lembrança que eu tenho dele é dessa pessoa delicada, dessa pessoa amiga, solidária e que seu maior amor era o seu trabalho. Se o trabalho dele estivesse bem-feito, ele estava feliz na vida.”
Gracindo Jr. e o pai, o também ator Paulo Gracindo, durante a novela ‘O Bem Amado’
TV Globo/ Cedoc
Com o término de O Casarão, Gracindo Jr. passou uma temporada em Portugal. Em 1978, assumiu a supervisão do núcleo de novelas das 18h da Globo. A “estreia” na função foi na novela “A Sucessora”, de Manoel Carlos, onde acompanhou a montagem, a edição, a sonorização e o desempenho dos atores.
Em 1979, Gracindo Jr. deu prosseguimento à atividade atrás das câmeras dirigindo as novelas “Memórias de Amor”, de Wilson Aguiar Filho, e “Marron-Glacé”, de Cassiano Gabus Mendes.
Em 1980, atuou na peça “Paulo Gracindo, Meu Pai”, que escreveu para homenagear os 50 anos de carreira do patriarca.
Em 1982, participou como ator da novela “Jogo da Vida”, de Silvio de Abreu, e da minissérie “Quem Ama Não Mata”, de Euclydes Marinho.
No ano seguinte, integrou o elenco da minissérie “Bandidos da Falange”, de Aguinaldo Silva. Ainda em 1983, assumiu a direção de “Os Trapalhões”.
Nessa década, foi um dos diretores e o apresentador dos primeiros clipes musicais produzidos e exibidos pelo Fantástico.
Em 1984, mudou-se para TV Manchete, onde fez “A Marquesa” e “Dona Beija”, outro sucesso.
De volta à Globo, Gracindo Jr. participou da minissérie “Tenda dos Milagres”, de Aguinaldo Silva, e dirigiu alguns episódios do “Sítio do Picapau Amarelo”.
Gracindo Jr. em ‘O Sítio do Picapau Amarelo’, em 1978
TV Globo / Nelson Di Rago
Em 1987, Gracindo Jr. foi Creonte, um dos vilões de “Mandala”, de Dias Gomes e Marcílio Moraes.
Em 1989, encarnou Ricardo Ribeiro, marido da professora Clotilde (Maitê Proença) e rival de Sassá Mutema (Lima Duarte) na novela “O Salvador da Pátria”.
Em 1990, se dividiu entre participações na minissérie “A, E, I, O… Urca”, de Doc Comparato e Antônio Calmon; e nas novelas “Araponga”, de Dias Gomes, Lauro César Muniz e Ferreira Gullar; “Rainha da Sucata”, escrita por Silvio de Abreu; e “Gente Fina”, de Luiz Carlos Fusco e Marilu Saldanha.
Gracindo Jr. também passou por “Deus nos Acuda” (1992), “Explode Coração” (1995) — quando foi ator e diretor —, “Anjo de Mim” (1996), “Esplendor” (2000) e “Celebridade” (2003).
A partir de 2006, atuou em novelas da Record, como “Cidadão Brasileiro” e “Poder Paralelo” (2009), e na minissérie “Rei Davi” (2012).
Teatro e cinema
Gracindo Jr. participou de mais de 20 peças como ator, produtor ou diretor.
No cinema, o ator passou pelos seguintes filmes: “Os Homens que eu Tive” (1973), de Tereza Trautman; “As Moças Daquela Hora” (1973), de Paulo Porto; “O Dia Marcado” (1977), de Iberê Cavalcante; “Os Trapalhões na Serra Pelada” (1982), de J.B Tanko; “Tensão no Rio”, de Gustavo Dahl; “O Trapalhão na Arca de Noé”(1983), de Del Rangel; “Floresta das Esmeraldas” (1985), de John Boorman; “Buena Sorte” (1986), de Tânia Lamarca; “Desterro” (1991), de Eduardo Paredes; “A Hora Marcada” (2000), de Marcelo Taranto; “Bufo e Spalanzani” (2001), de Flávio Tambellini; “A Selva” (2004), de Ferreira de Castro; “Primo Basílio” (2006), de Daniel Filho; e “Segurança Nacional” (2010), de Roberto Carminati.
Fotos de Gracindo Jr.
Gracindo Jr. em registro compartilhado nas redes sociais.
Reprodução/Instagram/Ator Gracindo Jr.
Gracindo Jr. em ‘Armação Ilimitada’, em 1985
TV Globo / Cedoc
Gracindo Jr. dirigindo o programa ‘Os Trapalhões’
TV Globo / Cedoc
Gracindo Jr. na novela ‘Rosinha do Sobrado’
TV Globo/ Cedoc
Gracindo Jr. na série ‘Tenda dos Milagres’, de 1985
TV Globo / Bazilio Calazans
Maitê Proença e Gracindo Jr.
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Kiko Dinucci expõe obra inédita da artista plástica Tatiana Blass na capa do terceiro álbum solo, ‘Medusa’


Kiko Dinucci lança em 9 de setembro o terceiro álbum solo, ‘Medusa’, produzido pelo artista sob direção de Juçara Marçal
Aline Belfort/ Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Com lançamento programado para 9 de setembro pelo selo Risco, o terceiro álbum solo de Kiko Dinucci, “Medusa”, expõe na capa uma obra inédita da artista plástica Tatiana Blass, criada com inspiração na música “Faca da palavra”, uma das dez faixas do disco.
Com a palavra, a autora da obra exposta na capa do álbum “Medusa”: “Kiko se identificou com pinturas recentes minhas que traziam relações interpessoais com certa estranheza, estridência e um toque tóxico, como um mergulho nos fios da Medusa, que traz proximidade, mas também machuca. Ele sentiu que isso dialogava com o disco, e eu acabei criando cinco obras feitas especialmente a partir da narrativa e da atmosfera de cada canção. A pintura escolhida para a capa selou nossa parceria: a obra é dele e, em troca, ele faz o show de lançamento do álbum no dia 3 de outubro, na minha exposição no Instituto Tomie Ohtake”, explica Tatiana Blass, artista paulistana residente em Belo Horizonte (MG).
Anunciado pelo clipe da faixa “Como foi?”, música composta pelo artista paulistano em parceria com Romulo Fróes, o álbum “Medusa” foi produzido pelo próprio Dinucci sob direção de Juçara Marçal, que participa das faixas “Claudia, Frota e eu”, “Loira Palmer” e “Segundo eterno”.
Gravado em 2025 na Salinha, na cidade de São Paulo (SP), o álbum “Medusa” traz músicas como “Água viva”, “Cão perdido” (faixa feita com a guitarra de Lello Bezerra), “Casca do olho”, “Cascuda” (faixa que tem participação de Maria Beraldo) e “Fantasmagoria IV” (faixa formatada com o toque da guitarra de Guilherme Held).
O álbum “Medusa” sucede os álbuns “Rastilho” (2020) e “Cortes curtos” (2017) na discografia solo de Kiko Dinucci.
Capa do álbum ‘Medusa’, de Kiko Dinucci
Obra de Tatiana Blass

Fonte: G1 Entretenimento

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Carla Jeffery, atriz da franquia ‘Zombies’, da Disney, morre aos 33 anos


Carla Jeffery em imagem de divulgação de ‘Zombies 2’
Divulgação
Carla Jeffery, atriz do filme “Zombies”, da Disney, morreu nesta terça-feira (1º), aos 33 anos. A causa da morte não foi divulgada.
O anúncio do falecimento foi feito nas redes sociais pela agência que cuidava da carreira da atriz.
“Por mais de 20 anos, Carla fez parte da família Alexanders Talent Management, e acompanhar seu crescimento, de uma jovem talentosa, bela e vibrante, foi um privilégio incrível. Vamos nos lembrar de seu sorriso contagiante, de sua risada, de seu talento e da linda luz que ela irradiava por onde passava”, diz o comunicado.
Jeffery foi destaque da franquia “Zombies”, interpretando a personagem Bree nos três primeiros filmes da saga.
Ela também participou de episódios das séries “Curb Your Enthusiasm” e “Southland”.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio realiza evento teste e anuncia show de drones para o festival


Cidade do Rock
Thaís Espírito Santo/g1 Rio
O Rock in Rio realizou seu evento teste na tarde desta quarta-feira (2) e estreou a Cidade do Rock com novidades: haverá show de drones em quase todos os dias do festival, inclusive no show do Alok.
O evento está preparado para receber 100 mil pessoas por dia em seus 7 palcos e 100 ativações, com diversos brindes e brincadeiras — o que costuma gerar longas filas para quem quer aproveitar.
“Nosso foco é que a experiência seja mais importante do que o show que você veio, o detalhe entre um show e outro, porque os artistas são nossos maestros”, destacou Medina.
O Palco Mundo, que é o principal, passou por mudanças de leds e cada artista poderá personalizar de acordo com a sua apresentação, o que promete dinamismo para o evento.
Rock in Rio 2026: Cidade do Rock está pronta para receber 100 mil pessoas por dia
Durante o evento teste, houve apresentações do cantor Suel, Leo Janeiro & Simo not Simon, Detonautas convidam Biquíni e a atração de rua Kynnie.
A 41ª edição do Rock in Rio começa nesta sexta-feira (4) e vai até o outro domingo (13). O parque abre seus portões às 14h e fecha às 3h. O mais indicado é usar transporte público.
Uma outra novidade é um espetáculo imersivo que valoriza a Floresta Amazônica e tem momentos sensoriais durante a apresentação. São cinco sessões por dia da mostra Ecco.
Estão mantidos os shows de esquadrilhas que anunciam o início do evento e a queima de fogos.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Simone Mendes faltou a audiência de conciliação com músico do Tihuana após desabamento de casa; veja fotos da destruição


Léo Stuart entrou com ação contra Simone Mendes após ter casa danificada por consequobra da cantora
Reprodução/Instagram
O advogado do músico Léo Stuart, integrante da banda Tihuana, afirmou que nem Simone Mendes nem seus representantes compareceram à audiência de tentativa de conciliação marcada pela Justiça em um processo que discute os danos causados por um desabamento ocorrido em novembro de 2024, em Barueri, na Grande São Paulo.
A defesa também diz estar preocupada com a chegada da época das chuvas enquanto o processo ainda aguarda uma decisão.
A audiência presencial havia sido marcada para 21 de julho de 2026, às 10h20, no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Barueri, segundo documento expedido pela Justiça em 4 de junho de 2026, e foi solicitada pela defesa de Simone.
“Foi marcada uma audiência presencial de tentativa de conciliação solicitada inclusive pela defesa da Simone, que infelizmente não se realizou, justamente pela ausência tanto da Simone como de seus advogados”, disse Marcelo Fernandes Madruga, advogado de Léo Stuart.
Ele também afirma ter pedido o julgamento do caso com base nas provas que já estão no processo. Segundo o advogado, os autos estão atualmente em fase de conclusão, aguardando decisão.
Em nota, a assessoria de Simone informou que a obra foi realizada por uma empresa contratada, que é a “responsável pela condução dos trabalhos e por todas as questões relacionadas à segurança da obra” (leia a íntegra mais abaixo).
O desabamento
De acordo com o relato da defesa, o caso teve origem em novembro de 2024, quando houve o colapso de estruturas e muros do imóvel de Léo Stuart durante uma obra no terreno vizinho, que pertence a Simone Mendes. Água, terra, lama e escombros atingiram a residência do músico.
O advogado afirma que foram danificadas estruturas da propriedade, a área externa, o pomar, o canil e o sistema de abastecimento de água, além de a lama ter invadido a residência (veja fotos abaixo).
Construção na casa de Simone Mendes destruída pela chuva, que causou danos à residência de músico do Tihuana
Arquivo pessoal
Segundo ele, foram produzidas provas técnicas sobre as causas do desabamento, incluindo dois laudos periciais, um criminal e outro cível. A defesa sustenta que os documentos apontam para problemas relacionados à drenagem e ao escoamento de águas pluviais na obra vizinha.
“Existem dois laudos periciais, um criminal e um Cível, que apontam para a falta de drenagem e escoamento de águas pluviais não realizadas na obra da Simone como causadores do desmoronamento”, afirmou o advogado.
O advogado também disse que a casa de Léo Stuart existe há aproximadamente 28 anos e que já havia passado por períodos de chuvas e tempestades sem que tivesse ocorrido situação semelhante.
Segundo a defesa, a Justiça determinou a paralisação da obra e a reconstrução dos muros e das partes atingidas, com a restauração do imóvel. A defesa recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo, mas o recurso foi rejeitado, e a decisão, mantida.
Posteriormente, foram apresentados embargos de declaração, também rejeitados. Mais recentemente, em agosto, a defesa apresentou recurso especial para levar a discussão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
R$ 1,3 milhão
O advogado também esclareceu que o valor de R$ 1,3 milhão mencionado no processo não corresponde a uma indenização já determinada pela Justiça.
Segundo ele, o valor é o atribuído à demanda, que envolve diferentes pedidos, entre eles a reconstrução e a reparação dos prejuízos. O valor que eventualmente será devido dependerá da decisão judicial e, portanto, ainda pode sofrer alteração.
A defesa afirma que o objetivo de Leonardo é recuperar integralmente o imóvel e obter a reparação dos prejuízos provocados pelo episódio.
Construção na casa de Simone Mendes destruída pela chuva, que causou danos à residência de músico do Tihuana
Arquivo pessoal
Piano foi danificado, mas não destruído
O advogado também negou que o piano de Leonardo tenha sido destruído. Segundo ele, o instrumento, avaliado em cerca de R$ 400 mil, estava na sala da residência e foi atingido pela lama.
“O piano não foi destruído, mas ele foi invadido pela lama, ele teve que mandar limpar, enfim.”
Ele ainda negou que cachorros tenham morrido no episódio. Segundo o advogado, uma carpa morreu após o lago ser atingido pela lama e pelos destroços. “Já falaram que morreu um cachorro, não morreu. Morreu uma carpa.”
A defesa afirma ainda que o objetivo é que a disputa seja solucionada no Poder Judiciário, sem transformá-la em uma questão pessoal entre as partes.
Defesa de Simone Mendes
A assessoria de imprensa da cantora Simone Mendes emitiu nota em nome dos advogados da artista na tarde desta quarta-feira (2) dando a sua versão dos fatos:
“O episódio ocorreu durante um período de fortes chuvas e é tratado como um incidente. A execução da obra foi realizada por uma empresa contratada, responsável pela condução dos trabalhos e por todas as questões relacionadas à segurança da obra. O caso está sendo discutido judicialmente e o processo segue em tramitação, sem decisão definitiva até o momento”.
Construção na casa de Simone Mendes destruída pela chuva, que causou danos à residência de músico do Tihuana
Arquivo pessoal
Piano de Léo Stuart que foi atingido pelo desabamento
Arquivo pessoal
Sala de Léo Stuart tomada por água e lama
Arquivo pessoal

Fonte: G1 Entretenimento

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Lionel Richie recebe alta de hospital após passar mal em show e ficar internado em UTI


Lionel Richie toca piano e canta durante show no The Town 2025
Fábio Tito/g1
O cantor Lionel Richie, de 77 anos, recebeu alta hospitalar em St. Louis, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (2). Ele estava internado desde segunda-feira (31), após passar mal durante um show.
Segundo a revista “People”, o artista viajou para sua residência, em Los Angeles, e está “muito bem”.
Após dar entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para a realização de exames, o músico foi atendido inicialmente com suspeita de desidratação, e a previsão era de liberação na terça-feira (1º).
No entanto, a equipe médica decidiu estender o monitoramento para realização de uma avaliação cardiológica, liberando o cantor nesta quarta.
Agora no g1
Testemunhas que estavam no show relataram ao TMZ que Lionel aparentou ter dificuldades no fim da apresentação. Durante a última música, “All Night Long”, ele pediu à equipe que levasse uma cadeira ao palco para que pudesse se sentar enquanto cantava.
Em junho, o cantor passou por outro susto. Após passar mal em um show na cidade de Saint Paul, ele foi levado às pressas para um hospital.
No dia, ele disse à plateia que estava “tonto” e “estranho”.
Lionel Richie, nascido em 1949 no Alabama, é um dos maiores nomes do pop e do soul dos Estados Unidos. Ficou famoso nos anos 1970 como vocalista dos Commodores e depois seguiu carreira solo. Vendeu mais de 90 milhões de discos e ganhou quatro Grammys.
Entre os seus maiores hits estão “All Night Long (All Night)”, “Hello” e “Say You, Say Me”. Foi com esta última, tema do filme “O Sol da Meia-Noite”, que Richie levou o Oscar de melhor canção original, em 1986. Ele também é jurado do programa “American Idol”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cassandra Wilson, cantora de jazz ganhadora de Grammy, morre aos 70 anos


Cassandra Wilson canta ao ser introduzida no Hall da Fama dos Compositores, em Nova York, em 2017
Evan Agostini/Invision/AP
Cassandra Wilson, cantora, compositora e produtora de jazz vencedora de dois prêmios Grammy, morreu aos 70 anos, nesta terça-feira (1º), nos Estados Unidos. A notícia foi divulgada pelo legista do condado de Hinds, Jeramiah Howard.
Eleita a melhor cantora dos Estados Unidos pela revista “Time” em 2001, Wilson ficou mais conhecida por sua voz que desafiava gêneros musicais, expandindo as fronteiras do jazz tradicional, nascido no blues, e transitando com naturalidade por folk, pop, R&B, country e além. No centro de toda a sua obra estava seu contralto idiossincrático, uma sonoridade expressiva e profundamente ligada às suas raízes.
“É com profunda tristeza que anunciamos o falecimento de Cassandra Wilson, lendária artista de jazz e vencedora do Grammy. Cassandra Wilson partiu em paz em sua casa, cercada pela família, amigos próximos e seu empresário”, afirmou um comunicado divulgado por seu empresário à rádio de jazz WBGO.
De Jackson para o mundo
Nascida e criada em Jackson, filha do músico Herman B. Fowlkes e da professora Mary Fowlkes, Wilson demonstrou paixão precoce pela música ouvindo Motown, Miles Davis e Thelonious Monk. Aos 6 anos, começou as aulas de piano. Tocou clarinete em bandas marciais. Apresentou-se em cafés e em bandas de covers enquanto cursava o Millsaps College e a Jackson State University.
No início dos anos 1980, teve como mentores grandes nomes do jazz em Nova Orleans antes de se mudar para Nova York e se juntar ao M-Base Collective, de Steve Coleman — tornando-se, com o tempo, sua vocalista principal.
Sua voz inconfundível lhe rendeu quatro indicações ao Grammy e duas vitórias na categoria de melhor álbum de jazz vocal: em 1997, por New Moon Daughter, e em 2009, por Loverly.
Em 2015, coube a Wilson realizar um concerto especial no célebre Apollo Theater para comemorar o centenário da cantora de blues Billie Holiday, a lendária vocalista norte-americana de jazz que morreu em Nova York aos 44 anos. Naquele mesmo ano, Wilson lançou seu último álbum, Coming Forth by Day, uma homenagem a Holiday.
Em 2022, Wilson foi nomeada Jazz Master pelo National Endowment for the Arts, uma das maiores honrarias concedidas a músicos de jazz nos Estados Unidos.
Homenagens se multiplicam
“Ela tinha um timbre vocal e um fraseado inconfundíveis, e sua abordagem de entrelaçar música folclórica, R&B e diáspora a gêneros experimentais e populares teve um impacto enorme sobre mim”, disse Batiste em sua homenagem a Wilson no Instagram.
“Sua herança do Mississippi sempre esteve presente em tudo, não importava o quanto sua arte se expandisse”, escreveu ele na legenda de um vídeo que mostra os dois juntos na TV brasileira em 2009. “Ela foi uma das primeiras pessoas a me levar em turnê pelo mundo, a grande Cassandra Wilson.”
O prefeito de Jackson, John Horhn, declarou que a cidade “perdeu uma filha extraordinária da terra, e o mundo perdeu uma voz musical singular”.
“Cassandra Wilson levou o som, o espírito e a história do Mississippi aonde quer que sua música chegasse”, afirmou o comunicado do prefeito, compartilhado com a emissora WJTV. “Sua obra tinha uma profundidade de caráter rara e uma compreensão profunda de como a música comove as pessoas, conta histórias e conecta gerações.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: Shows ao vivo, programação, ingressos, fotos, vídeos e cobertura em tempo real


Rock in Rio 2026: Shows ao vivo, programação, ingressos, fotos, vídeos e cobertura em tempo real Festival começa nesta sexta (4), com Foo Fighters; veja programação. O que pode e o que não pode levar para a Cidade do Rock? Veja. Como chegar no Rock in Rio de ônibus, carro ou metrô?

Fonte: G1 Entretenimento