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‘Sempre vou amá-la’: Miley Cyrus publica mensagem para madrinha Dolly Parton


Dolly Parton e Miley Cyrus cantam “Jolene” durante a 61ª edição do Grammy Awards, em Los Angeles, em 10 de fevereiro de 2019
Matt Sayles/Invision/AP/Arquivo
Miley Cyrus publicou nesta quarta-feira (26) uma homenagem à cantora Dolly Parton, que morreu na terça-feira (25), aos 80 anos. Madrinha de Miley, Dolly mantinha uma relação próxima com a artista que ia além das parcerias profissionais.
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Na mensagem, Miley afirmou que a sensação de perder a “tia Dolly” era difícil demais para ser compartilhada e disse que os momentos mais especiais entre as duas permaneceriam privados.
Morre aos 80 anos a cantora americana Dolly Parton, rainha da música ‘country’
A cantora também relembrou uma das últimas conversas que teve com Dolly, sobre “música e metamorfose”, e disse acreditar que a madrinha gostaria que ela transformasse o luto em uma canção e seguisse em frente.
“Tenho um anjo ao meu lado. Sempre tive”, escreveu Miley.
Ao encerrar a homenagem, Miley afirmou que sempre amará Dolly e continuará tentando deixá-la orgulhosa. Ela também lamentou a perda para familiares, amigos e fãs da cantora: “Estamos juntos nessa perda e vamos enxergá-la em todas as coisas mais bonitas”.
Leia a íntegra:
“A sensação de perder minha tia Dolly vai além do que parece certo compartilhar. Nossos momentos mais sagrados foram privados e continuarão assim — nos bastidores, por trás do glamour e guardados entre nossos corações.
O que eu SEI é que Dolly gostaria que eu sentisse tudo isso, escrevesse uma música sobre isso e depois seguisse em frente, sendo forte. Tenho um anjo ao meu lado. Sempre tive. Uma das nossas últimas conversas foi sobre música e metamorfose.
Eu sempre vou amá-la e querer deixá-la orgulhosa. Meu coração se parte pelo mundo, pela família dela e pelos amigos que sentirão profundamente a sua falta. Estamos juntos nessa perda e vamos enxergá-la em todas as coisas mais bonitas”.
Lenda da música country
Lenda da música country, a cantora e atriz Dolly Parton morreu nesta terça (25), aos 80 anos. A informação foi confirmada pela família em um vídeo nas redes sociais.
“Esse anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu há anos, antes que eu tivesse absorvido totalmente como uma realidade no futuro”, disse Bryan Seaver, sobrinho e chefe da segurança da cantora.
Dolly enfrentava problemas de saúde desde a morte do marido, Carl Dean, que morreu em março de 2025. Ela cancelou uma residência de shows em maio deste ano. Em entrevista à revista “People”, publicada no dia 21, ela disse que “não prestou atenção [aos próprios problemas]” enquanto cuidava do marido.
“Mas ainda estou trabalhando e há muitas coisas que eu ainda quero conquistar”, acrescentou.
Conhecida pela voz marcante, pelas perucas loiras e por seus figurinos extravagantes, Dolly construiu um império no entretenimento a partir de suas origens humildes no estado americano do Tennessee.
Com mais de 3 mil músicas em seu catálogo, a artista se consolidou como um ícone da cultura pop e expandiu sua atuação para além da música country, transitando pelo pop, bluegrass e pela era disco.
Sua trajetória na música e no cinema se tornou parte do cânone da cultura americana. Ao longo de sua carreira, Dolly compôs sucessos atemporais que se tornaram clássicos, regravados por artistas do calibre de Beyoncé e Tina Turner. São dela músicas como “Jolene”, “9 to 5” e “Coat of Many Colors”.
Também foi Dolly quem escreveu e lançou a balada romântica “I Will Always Love You”, posteriormente gravada por Whitney Houston para o filme “O Guarda-Costas”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Romero Ferro dilui Cazuza no piseiro, rejeita culpa religiosa com Catto, sofre com Luiz Lins e normaliza os desejos entre joias e bijuterias do álbum ‘Ouro’


Romero Ferro canta com Àttooxxá e Ylana em ‘Ouro’, álbum que lançará amanhã, quinta-feira, 27 de agosto, com repertório basicamente autoral
Gabriel Mesgo / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Ouro
Artista: Romero Ferro
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Quando lançou o frevo “Carnaval do desejo” em fevereiro do ano passado, às vésperas do Carnaval de 2025, Romero Ferro revelou que aprontava o álbum “Ouro”, fecho de trilogia iniciada há dez anos com o disco “Arsênico” (2016) e desenvolvida após três anos com o álbum “Ferro” (2019).
Um ano e meio depois de “Carnaval do desejo”, o cantor e compositor pernambucano enfim apresenta “Ouro” e – já na foto feita por Gabriel Mesgo para a capa do álbum que aporta amanhã, 27 de agosto, nos aplicativos de áudio – Romero sinaliza que “Ouro” está enterrado nas raízes do artista, nascido em Garanhuns (PE), no coração do agreste pernambucano.
Com essas raízes filtradas por antenas que captam os sons do mundo contemporâneo, o álbum “Ouro” reveste com beats gêneros musicais como brega, brega-funk, coco, maracatu, forró, baião e rock.
“Meio do caminho” traça a rota biográfica desse menino do mato que cresceu ouvindo o conterrâneo Dominguinhos (1941 – 2013) – evocado na faixa com sample intencionalmente distorcido de gravação de “Isso aqui tá bom demais” (1985) – e, no meio do percurso, beijou outro menino e encontrou a própria turma.
A rota sonora e existencial do álbum parte da música-título “Ouro” – gravada com o grupo Coco Raízes de Arcoverde – e inclui feats de Romero Ferro com Àttooxxá (cujo batidão encorpa “ExFinge”) e Luiz Lins, cantor e compositor pernambucano com quem o artista se une e se afina na sofrência de “Covardia”.
Ainda na seara romântica, a canção “Da eternidade ao fim” versa harmonicamente sobre um amor em paz, como tema de filme-clichê da Sessão da Tarde, como entrega a letra. Já “Safofo” põe a pimenta do desejo na fofura do amor com som típico dos bares e clubes do Nordeste do Brasil onde brega, brega-funk e piseiro convivem em harmonia.
Essa pimenta arde mais em “Amor proibido”, música de alto teor erótico, recorrente no repertório de um artista da comunidade LGBTQIA+ que sempre brincou o Carnaval do desejo sem culpa. O prazer carnal também é o mote de “Racional (Tu tu)”, tema de pegada popular.
Já trazer Cazuza (1958 – 1990) para o universo do piseiro resultou na diluição da contundência da letra escrita pelo poeta para o rock “O tempo não para” (Arnaldo Brandão e Cazuza, 1988), faixa em que o álbum “Ouro” perde alguns quilates.
Entre joias e bijuterias, equacionadas em álbum cujo repertório autoral balança, Romero Ferro divide com a conterrânea pernambucana Ylana o canto de “O preço que a alma aguenta” – música sobre a resiliência diante das perdas e danos sofridos no caminho da vida – e celebra a existência no canto efusivo de “Mistério da mistura”, convite à festa da vida vivida na rua.
No fecho da rota de “Ouro”, o álbum ganha energia roqueira em “Deus me livre desse céu”, tema em que Romero Ferro e Catto rejeitam a culpa religiosa imposta por credos e seitas nas almas de meninos do mato e da cidade que, em algum ponto do caminho, põem fé no próprio amor e desejo. É quando Romero Ferro normaliza os desejos que o álbum “Ouro” mais brilha.
Capa do álbum ‘Ouro’, de Romero Ferro
Gabriel Mesgo com design de RozProduz / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Tim Curry, de ‘Rocky Horror Picture Show’ e ‘Esqueceram de Mim 2’, morre aos 80 anos


Tim Curry em “Rocky Horror”
Divulgação
O ator Tim Curry, de “Rocky Horror Picture Show”, “It: Uma Obra Prima do Medo” e “Esqueceram de Mim”, morreu nesta terça-feira (25), aos 80 anos. A informação é do TMZ.
O ator sofria de problemas de saúde por consequência de um grave AVC em 2012.
Nascido em 1946, em Grappenhall, na Inglaterra, Curry se descobriu apaixonado pela atuação desde novo, nos tempos em que participou de um coral. Sua estreia profissional aconteceu em 1968, no musical “Hair”, em Londres.
Foi nos bastidores dessa produção que Curry conheceu o compositor Richard O’Brien, parceria que mudaria sua trajetória: O’Brien escreveu o papel do ousado e sedutor Dr. Frank-N-Furter pensando especificamente nele para a peça “The Rocky Horror Show”, encenada pela primeira vez em 1973.
O sucesso nos palcos o levou ao cinema em 1975, quando reprisou o papel no filme. O longa se tornou um clássico cult, com Susan Sarandon e Patricia Quinn.
A partir daí, Curry construiu uma carreira vasta e versátil, quase sempre associada a vilões carismáticos e de humor ácido, como o assustador Palhaço Pennywise na minissérie “It” (1990), o Lorde das Trevas em “Legend” (1985) e o gerente de hotel esnobe em “Esqueceram de Mim 2”. Também emprestou sua voz marcante a diversas animações e produções de audiolivro.
Curry nunca deixou a música e o teatro musical de lado, atuando na Broadway em peças como “Amadeus”. Ao longo de sua carreira, recebeu três indicações ao Tony Award e duas ao Laurence Olivier Award e integrou a Royal Shakespeare Company.
Em 2012, Tim Curry sofreu um grave acidente vascular cerebral que afetou sua mobilidade, mas isso não o impediu de continuar trabalhando como dublador em produções de animação e videogames nos anos seguintes.
Com mais de cinco décadas de carreira e centenas de créditos, ele se firmou como um dos grandes nomes do teatro e do cinema britânicos, símbolo de versatilidade entre o humor, o terror e o drama.

Fonte: G1 Entretenimento

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Hugo, dupla de Guilherme, fala sobre vício em bets: ‘Perdi uma grana muito considerável’


Em entrevista a André Piunti, Hugo, dupla de Guilherme, fala sobre vício em bets
Reprodução/YouTube/André Piunti
Hugo, dupla de Guilherme, revelou que perdeu muito dinheiro em jogos de azar, incluindo bets.
Sem revelar valores, ele contou, em entrevista ao canal de André Piunti, no YouTube, que em um período da vida “jogou em tudo o que tinha” e que teve um problema gravíssimo por isso.
“Me perdi durante um tempo. Esse foi meu limbo também, minha decadência.”
“Meu psiquiatra sempre disse que um dia eu falaria disso para as pessoas. Foi uma fase muito triste da minha vida. Perdi uma grana muito considerável pra mim. Me perdi como ser humano. Não só pelo jogo”, confidenciou Hugo.
O sertanejo contou que conseguiu superar a fase e parou de jogar. E disse que, apesar de já ter recebido propostas para fazer propaganda de jogos, negou todas.
“Eu não faço propaganda de jogo nem a pau, pode pagar o que for. Vou destruir a vida das pessoas? Não vou. Não indico ninguém a entrar nisso. É uma merda. (…) Pode me oferecer o dinheiro que for, que eu jamais farei, jamais irei seduzir pessoas, trazer pessoas para o que faz ou fez mal para mim.”
Hugo defende que o tema seja discutido com maior seriedade. “O país não sabe, o mundo não sabe onde está se metendo. É uma tristeza sem fim, acabando com várias famílias, suicídios, tristezas.”
Zezé Di Camargo & Luciano e Hugo & Guilherme abrem a programação de shows da 53ª ExpoAgro de Itapetininga
Divulgação
Hugo e Guilherme falam sobre feat com Marília Mendonça e futura parceria com Luisa Sonza

Fonte: G1 Entretenimento

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Rockstar Games se pronuncia sobre vazamentos de ‘GTA 6’


Assista ao novo trailer de ‘GTA 6’
A Rockstar Games, criadora de “Grand Theft Auto 6”, divulgou um comunicado sobre o vazamento de uma série de vídeos que mostravam o jogo. Originalmente anunciado para o segundo semestre de 2025, o lançamento de “GTA 6” será no dia 19 de novembro de 2026.
Em comunicado, a empresa afirmou que os vazamentos foram “devastadores” para a equipe que trabalha na sequência e que não era assim que a equipe queria que o público visse o jogo depois de tanto tempo de espera.
‘GTA 6’: Justiça autoriza empresa a intimar Microsoft e Discord sobre vazamentos
Imagem de divulgação de GTA VI.
Reprodução/Rockstar Games
A empresa pediu desculpas pelos atrasos na divulgação de atualizações oficiais sobre o título tão aguardado, mas prometeu “superar” as expectativas dos fãs em uma prévia especial que será exibida nesta semana.
A Rockstar reconheceu que os jogadores aguardavam um posicionamento sobre o vídeo vazado e afirmou ser “lamentável que a experiência pretendida para o jogo possa agora ser afetada por spoilers”.
Leia o comunicado na íntegra:
Prezados,
Sabemos que muitos de vocês estavam esperando ouvir de nós sobre os acontecimentos da última semana. Seria um eufemismo dizer que ter vídeos da jogabilidade de Grand Theft Auto VI vazados dessa forma foi devastador para nossa equipe. Obviamente, não era assim que pretendíamos que vocês vissem o jogo depois de todo esse tempo. Pedimos desculpas por tudo estar levando tanto tempo, desde finalizar o jogo (quase pronto!) até compartilhar mais detalhes e mostrar a jogabilidade oficial, oferecendo à comunidade tudo o que ela quer saber.
Estamos muito animados para que todos vejam a apresentação estendida amanhã. Levou mais tempo do que gostaríamos para deixá-la pronta, mas, como em tudo o que fazemos, sabemos que precisamos superar as expectativas de vocês e estamos determinados a entregar um trabalho no nível que vocês esperam e merecem. Embora seja lamentável que a experiência planejada possa ter sido impactada por alguns spoilers, esperamos que todos aguardem um pouco mais para vivenciar o jogo por si mesmos em 19 de novembro.
Queremos agradecer a todos da comunidade que entraram em contato com mensagens de apoio nesta última semana. Suas palavras significaram mais para esta equipe do que vocês podem imaginar. No fim das contas, fazemos este jogo para vocês, e sem vocês não teríamos o privilégio de criar jogos.
Estamos ansiosos para compartilhar mais novidades em breve.
Atenciosamente, Rockstar Games

Fonte: G1 Entretenimento

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Dolly Parton deixou música inédita em cápsula do tempo que só poderá ser aberta em 2045


Dolly Parton, lenda da música country, morre aos 80 anos
Dolly Parton deixou uma música inédita guardada em uma cápsula do tempo em Dollywood, parque temático criado pela cantora no Tennessee, nos Estados Unidos.
Durante uma participação no programa The Kelly Clarkson Show, em dezembro de 2022, Parton contou que escreveu e gravou uma música especialmente para ser colocada em uma cápsula criada para preservar memórias e objetos para o futuro. Ela a chamou de “Dream Box” (Caixa do Sonho).
“Você não tem ideia de como isso me incomodou. Quero muito desenterrá-la. É uma música muito boa”, revelou a Kelly Clarkson, na época.
Parton também explicou que colocou na caixa equipamentos para que a gravação pudesse ser reproduzida no futuro, incluindo um toca-fitas e um aparelho de CD. A preocupação, porém, passou a ser justamente a conservação do material.
“Eu fico pensando que ela pode simplesmente se desintegrar e ninguém nunca vai ouvi-la”, afirmou.
Cápsula só poderá ser aberta em 2045
Dolly Parton durante entrevista ao programa The Kelly Clarkson Show, em 2022, quando comentou sobre a música inédita guardada em uma cápsula do tempo.
Reprodução/YouTube/Kelly Clarkson Show
A “Dream Box” foi criada para permanecer fechada até 2045, quando Parton completaria 99 anos. Segundo a revista americana “People”, a música teria o nome de “My Place in History” (“Meu Lugar na História).
Em 2022, Parton também brincou sobre a possibilidade de não estar viva quando a cápsula fosse aberta.
“Eles não esperavam que eu estivesse lá de jeito nenhum, e provavelmente não estarei. Talvez eu esteja, quem sabe?”, afirmou.
Lenda do country faleceu aos 80 anos
Dolly Parton, considerada a rainha do country, morre aos 80 anos
Jornal Nacional/ Reprodução
Dolly Parton morreu na última terça-feira (25), aos 80 anos. Cantora e compositora de sucesso, ela transcendeu o universo musical e virou um ícone pop.
Dolly enfrentava problemas de saúde desde a morte de seu marido, Carl Dean, em março de 2025. Ela cancelou uma residência de shows em maio deste ano. Segundo assessores, ela passava por tratamento contra um câncer.
Conhecida pela voz marcante, pelas perucas loiras e por seus figurinos extravagantes, Dolly construiu um império no entretenimento a partir de suas origens humildes no estado americano do Tennessee.
Com mais de 3 mil músicas em seu catálogo, a artista se consolidou como um ícone da cultura pop e expandiu sua atuação para além da música country, transitando pelo pop, bluegrass e pela era disco.
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Parcerias pop e o abraço da nova geração
Música mais regravada de Dolly Parton foi inspirada em ciúme da vida real
Mesmo sendo conhecida pelo êxito no country, Dolly sempre esteve próxima da música pop e se mostrava aberta para parcerias com novos artistas, que também celebraram sua obra.
Um dos grandes clássicos de Dolly Parton é “Jolene”, hit que já foi interpretado por nomes como The White Stripes, Olivia Newton-John e Miley Cyrus.
Em 2024, a faixa ganhou uma releitura de Beyoncé no álbum “Act II: Cowboy Carter”.
Em outros momentos, a artista se apresentou com nomes como Kelly Clarkson e Katy Perry. No álbum “Rockstar” (2023), ela cantou ao lado de P!nk, Lizzo e Miley Cyrus.
A madrinha de Miley Cyrus
Amiga de longa data do também astro country e pai de Miley, Billy Ray Cyrus, a cantora assumiu o papel de madrinha de Miley desde o nascimento.
E ela levou a função a sério, tanto na vida pessoal quanto na televisão, fazendo participações na série “Hannah Montana” como Tia Dolly.
Dolly Parton na 58ª edição da Academy of Country Music Awards, em maio de 2023
REUTERS/Mario Anzuoni
Ela foi uma das primeiras estrelas de seu nicho a abraçar abertamente a comunidade LGBTQ+.
Dolly defendeu ativamente o casamento igualitário e os direitos da comunidade muito antes que isso fosse uma pauta de destaque nos Estados Unidos.
“Se você é gay, você é gay. Se você é hétero, você é hétero. E você deveria ser quem você é e como você é.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Sandra Sá se conecta com o rap em EP motivacional, ‘Indo pra dentro’, que traz feats com King Saints e Davi Moraes


Sandra Sá lança amanhã, quinta-feira, 27 de agosto, o EP ‘Indo pra dentro’ com sete músicas, sendo três inéditas e quatro regravações
Cristina Granato / Divulgação
♫ CRÍTICA DE EP / ÁLBUM
Título: Indo pra dentro
Artista: Sandra Sá
Cotação: ★ ★ ★
♬ Em 1996, quando Sandra Sá lançou um dos mais coesos e sedutores álbuns de discografia que nem sempre esteve à altura da voz calorosa da cantora, “A lua sabe quem eu sou”, a artista carioca evocou a ancestralidade africana em uma das grandes músicas do disco, “Koo lei lei”, parceria da artista carioca com Kevin Mulligan.
É essa composição que encerrava o álbum “A lua sabe quem eu sou” – e que foi abafada na época pelo sucesso das gravações das músicas “Sozinho” (Peninha, 1996) e “Vamos viver” (Herbert Vianna, 1996) – que a cantora e compositora resgata, 30 anos depois, na faixa de abertura do EP “Indo pra dentro” em gravação de pegada afro que traz Marissol Mwaba e a rapper King Saints. “Não ando só / No meu sangue, carrego laços que dão os nós”, rima Saints no rap inserido em “Koo lei lei”.
Programado para ser lançado amanhã, quinta-feira, 27 de agosto, dia do 71º aniversário de Sandra Sá, com capa que expõe arte de Freddy Onirico, “Indo pra dentro” é disco situado na fronteira entre EP e álbum por reunir sete faixas gravadas com a alma funk soul da artista e com incursões pelo rap.
No disco, Sandra reforça os laços africanos em vibe positivista já traduzida no título, “Sou tão feliz” (Simone Malafaia, Sandra Sá, Bruno Gimenes e Patrícia Cândido), da música inédita que promove o EP “Indo pra dentro” em gravação que mistura soul, rock e rap – este novamente a cargo da rapper fluminense King Saints – e versos falados na voz grave de Sandra.
Com safra autoral de qualidade moderada, o EP “Indo pra dentro” soa como um chamado de união para a vida e para a luta – mote da música “Sobre viver [Cada linha]” (Sandra Sá, Simone Malafaia, Monica Odeh), outra inédita do disco.
Essa atmosfera de felicidade é acentuada pela regravação de “Dançando com a vida” (Sandra Sá, Zé Ricardo, Ana Lima e Gabriel O Pensador, 2000), música de outro álbum importante de Sandra, “Momentos que marcam demais” (2000). “Dançando com a vida” ganhou um toque de samba e versos falados na linha alto astral do EP, gravado com produção musical orquestrada pela própria Sandra Sá.
Parceria inédita de Sandra Sá com o guitarrista Davi Moraes e com Noé Ribeiro e Simone Malafaia, “Na pausa do compasso” tem batida funkeada e clima dançante à moda Black Rio, mas com beats contemporâneos. “Observa, absorva”, pedem Sandra e Davi, convidado da gravação, nos versos imperativos dessa faixa sobressalente no trio de músicas inéditas de “Indo pra dentro” pelo groove aliciante.
Música lançada pela cantora há 18 anos em gravação com os MCs Garrincha e Julinho, “Tem que acreditar” (Sandra Sá, Shayder, Julinho e Lidiane Madureira, 2008) é rebobinada no EP na mesma linha do funk com versos motivacionais que reforçam o traço de união sublinhado por Sandra nas letras desse repertório.
Fechando o EP “Indo pra dentro”, Sandra Sá regrava com certa vibração festiva a música “Movimento (Bagulho doido)”, parceria com Luiz Caldas e César Rasec apresentada pela cantora há 16 anos no álbum “Africanatividade – Cheiro de Brasil” (2010). A música é embasada pelo batuque miscigenado que tem a cara e o cheiro do Brasil.
Enfim, mesmo com baixo teor de novidade, o EP “Indo pra dentro” tem o mérito de trazer Sandra Sá – desde 2021 novamente sem o “de” que incorporara ao nome artístico em 1988 – de volta para o baile, agora em conexão com o rap, mas sem dissociar a cantora do funk e do soul, gêneros dos quais a artista é a primeira dama no Brasil.
Capa do ‘Indo pra dentro’, EP / álbum de Sandra Sá
Cristina Granato com arte de Freddy Onirico

Fonte: G1 Entretenimento

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Famosos compartilham histórias sobre como Lito Sousa ajudou a superar o medo de voar: ‘Turbulência não derruba avião’


Piloto brasileiro desenha ‘Lito’ no céu dos EUA em homenagem a influenciador
Após o diagnóstico de Creutzfeldt-Jakob, famosos e admiradores de Lito Sousa foram às redes prestar solidariedade ao influenciador. Além dos comentários de apoio, também há relatos sobre como o piloto e ex-mecânico de aeronaves os ajudou a superar o medo de andar de avião.
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A atriz e apresentadora Tatá Werneck está entre os nomes que afirmam que Lito foi o responsável pela superação do medo. Em uma das publicações do perfil de Lito ela comentou:
“Lito, querido. Consegui entrar num avião com minha filha depois de anos graças a Deus e a conversa com você. Que você fique bem em nome de Jesus”, disse.
Comentário de Tatá Werneck sobre Lito Sousa
Reprodução/Instagram
O músico Chaene da Gama, da banda Black Pantera, também comentou na mesma publicação.
Segundo ele, o canal do influenciador ajudou o irmão a superar o medo.
“Em oração Lito, seu canal ajudou e muito meu irmão a superar o medo brutal que ele tinha de avião. Sou testemunha disso, melhoras e força”, afirmou.
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Já a influenciadora Adriana Tabuti contou que os ensinamentos de Lito a tranquilizaram em uma experiência recente.
“Ontem pensei tanto em você Lito indo para o Rio. O avião sofreu uma turbulência forte e eu só pensava: o Lito disse que turbulência não derruba avião, e ficava repetindo isso na minha cabeça”, afirmou.
Ainda depois do anúncio do diagnóstico, Suzanna Freitas, filha da cantora Kelly Key publicou uma foto com Lito e revelou que o influenciador foi o responsável por ela perder o medo de voar.
Famosos coomentam sobre como lito Sousa ajuda a superar o medo de voar
Reprodução/Redes sociais

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Coyote vs Acme’ traz divertida (e animada) sátira aos filmes de tribunal; g1 já viu


“Coyote Vs. Acme”, produção que mistura atores reais com personagens consagrados das animações Looney Toones, como o Pernalonga e o Patolino, demorou três anos para finalmente chegar aos cinemas, nesta quinta-feira (27). Felizmente, a espera valeu muito a pena.
A comédia amalucada estrelada por um dos personagens mais conhecidos e azarados dos desenhos animados traz todos os elementos que vão deixar os fãs de qualquer idade bem satisfeitos: uma boa história, muitos elementos que mexem com a nostalgia de quem curtiu (e ainda curte) muito esse universo e um humor acelerado e surreal. Ou seja: a diversão está garantida.
A trama é centrada em Wile E. Coyote, que, em sua eterna luta para caçar o Papa-Léguas, se cansa de ter seus planos frustrados porque todos os produtos Acme que adquire falham, o que geram consequências bombásticas (e dolorosas) para ele. Determinado a obter justiça, Wile pede ajuda ao advogado Kevin Avery (Will Forte, de “Nebraska”) para levar a poderosa empresa aos tribunais.
Assista ao trailer do filme “Coyote Vs. Acme”
Só que Kevin terá que lidar com Buddy Crane (John Cena, de “Velozes e Furiosos 10”), seu ex-chefe que se tornou responsável responsável pela defesa da Acme. Em meio a situações inusitadas e inesperados segredos, Wile e Kevin precisam suportar o jogo sujo da corporação para conseguir vencer o caso.
Salvação sabor ketchup
O mais curioso em relação a “Coyote Vs. Acme” é o fato de que o longa quase não chegou a estrear nos cinemas, mesmo que a produção estivesse totalmente finalizada e pronta para ser lançada em 2023.
Após as conclusões das filmagens, o CEO (diretor-executivo) da Warner Bros. Discovery, na época, David Zaslav, decidiu que o filme deveria ficar “trancado no cofre” da empresa por causa de uma estratégia de abatimento fiscal. Além de “Coyote Vs. Acme”, os longas “Batgirl” e a animação “Scooby! Um Natal Mal-Assombrado” também foram “abandonados à sorte”.
Wile E. Coyote tenta mais uma vez capturar o Papa-Léguas numa cena de ‘Coyote Vs. Acme’
Divulgação
A decisão fez com que o diretor do filme, Dave Green (de “As Tartarugas Ninjas: Fora das Sombras”) mandasse uma mensagem nas suas redes sociais lamentando a medida. O texto causou comoção entre os fãs, que iniciaram uma campanha para que “Coyote Vs. Acme” deixasse o limbo e conseguisse ser lançado.
Por causa disso e também devido à pressão da indústria cinematográfica, a Warner voltou atrás (em parte) e permitiu que outros distribuidores adquirissem os direitos da produção. Depois de algumas tentativas frustradas com algumas empresas como Netflix, Amazon, Paramount e Sony, que não fizeram ofertas que agradassem ao estúdio do Pernalonga, o acordo finalmente saiu com a independente Ketchup Entertainment em 2025. O valor oficial da aquisição não foi divulgado, mas especula-se que o gasto tenha sido entre US$ 50 milhões e US$ 75 milhões.
Diversão nostálgica
Assim, “Coyote Vs. Acme” conseguiu finalmente o seu lançamento mundial em 2026 e a Ketchup fez muito bem em salvar o filme. Seria uma pena se o grande público não tivesse a oportunidade de ver e curtir essa obra que certamente vai agradar ao público dos 8 aos 80 anos.
Wile E. Coyote, seu advogado Kevin Avery (Will Forte) e sua parceira Paige Avery (Lana Condor) numa cena de em ‘Coyote vs Acme’
Divulgação
O bom roteiro, escrito por Samy Burch, a partir de um argumento de Jeremy Slater (de “Mortal Kombat 2”) e James Gunn (sim, ele mesmo, de “Guardiões da Galáxia” e “Superman”), além do próprio Burch, trabalha bem os elementos que geralmente aparecem em filmes de tribunal.
Assim, temos o advogado idealista disposto a lutar até o fim contra uma corporação poderosa e corrupta, a relação que vai se tornando uma verdadeira amizade entre o defensor e seu cliente, além dos golpes e armações feitos pela grande empresa para manter as coisas como estão. Tudo isso feito com muito bom humor e ironia, como nos desenhos antigos.
E, claro, o filme também aproveita a oportunidade de usar a grande quantidade de personagens clássicos das animações da Warner e os coloca em cena de uma forma bastante eficaz. Seja numa curta participação (do tipo “piscou, perdeu”) ou mesmo com bem mais tempo de cena. Claro que os mais famosos, como o Pernalonga, o Patolino e o Piu-Piu, além do Coyote e do Papa-Léguas, claro, aparecem bem mais no longa. Mas os coadjuvantes também surgem para dar o seu recado, mesmo que rapidamente, de uma forma que não soa gratuita ou desnecessária.
Wile E. Coyote, Paige (Lana Condor) e Kevin (Will Forte) numa cena de ‘Coyote Vs. Acme’
Divulgação
É curioso, também, que o filme faça uma inusitada (e, por que não, merecida) homenagem ao ator Peter Lorre, que hoje é praticamente um desconhecido, mas que trabalhou em filmes importantes para o cinema, como os clássicos “M, o Vampiro de Dusseldorf” (1931), “Relíquia Macabra” (1941) e “Casablanca”(1942). Os cinéfilos certamente vão gostar dessa referência.
O diretor Dave Green também faz um trabalho exemplar tanto no humor quanto em fazer os atores “interagirem” com os personagens animados. Os bons efeitos visuais fazem com que tudo o que aparece na tela pareça natural, por mais surreal que seja. É claro, não supera o que Robert Zemeckis realizou no clássico “Uma Cilada Para Roger Rabbit” (1988), ainda o melhor filme a misturar pessoas reais com animações, mas mostra um resultado bem mais competente do que o decepcionante “Space Jam: Um Novo Legado” (2022).
O cineasta também se beneficia do bom elenco para obter o ótimo resultado que se vê em “Coyote Vs. Acme. Especialmente com Will Forte como o protagonista de bom coração. O ator consegue convencer na honestidade de seu personagem, que, mesmo morrendo de medo das consequências que pode sofrer, não desiste de lutar por sua causa, nem por seu cliente, por mais que ele seja um tanto imprevisível.
Buddy Crane (John Cena) leva uma encarada do Frangolino numa cena de ‘Coyote Vs. Acme’
Divulgação
O astro John Cena parece estar se especializando em fazer brucutus com más intenções, mas com uma forte veia cômica. E, aqui, ele se sai muito bem. As cenas que faz ao lado do Frangolino (que no filme é o chefão da Acme!) são bem divertidas graças ao seu carisma. Já Lana Condor (a Jubileu de “X-Men: Apocalipse”), não tem muito o que fazer a não ser o braço direito do personagem de Forte. Não atrapalha, mas também não se destaca.
Com um desfecho um pouco previsível, mas ao mesmo tempo tocante (não se surpreenda se alguém chorar no escurinho do cinema), “Coyote Vs. Acme” justifica toda a mobilização que teve para que não ficasse perdido no limbo e jamais fosse visto pelo grande público. E mostra que os personagens clássicos dos Looney Tunes ainda têm bastante força e energia mesmo nos dias de hoje. Basta que eles sejam parte de um bom projeto que eles sempre vão arrasar e divertir. Na telinha ou na telona.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que Dolly Parton foi uma das maiores cantoras de todos os tempos e ícone pop da nova geração


Dolly Parton, lenda da música country, morre aos 80 anos
Lenda da música country, Dolly Parton morreu nesta terça-feira (25) aos 80 anos. Cantora e compositora de sucesso, ela transcendeu o universo musical e virou um ícone pop.
Dolly enfrentava problemas de saúde desde a morte de seu marido, Carl Dean, em março de 2025. Ela cancelou uma residência de shows em maio deste ano. Segundo assessores, ela passava por tratamento contra um câncer.
Conhecida pela voz marcante, pelas perucas loiras e por seus figurinos extravagantes, Dolly construiu um império no entretenimento a partir de suas origens humildes no estado americano do Tennessee.
Com mais de 3 mil músicas em seu catálogo, a artista se consolidou como um ícone da cultura pop e expandiu sua atuação para além da música country, transitando pelo pop, bluegrass e pela era disco.
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A história de ‘I Will Always Love You’
Dolly Parton chega para lançamento do filme “Canção do Coração”, em Los Angeles, em 2012
AP Photo/Matt Sayles, Arquivo
Lançada em 1974, a canção foi composta pela cantora em homenagem a um de seus maiores parceiros, Porter Wagoner. Entre o final dos anos 1960 e o início da década de 1970, eles formaram uma dupla country de sucesso nos EUA.
No entanto, Dolly queria seguir carreira solo e decidiu comunicar a sua decisão a Wagoner por meio da música.
“Como vou fazê-lo entender o quanto aprecio tudo, mas que preciso ir embora? Pensei: ‘Bem, o que você faz de melhor? Você compõe músicas.’ Então, sentei e escrevi esta canção”, disse, segundo o jornal “Financial Times”.
“I Will Always Love You” se tornou um sucesso instantâneo e, naquele ano, alcançou o posto de música country mais ouvida no país, segundo a parada musical da revista “Billboard”.
A canção fez tanto sucesso que conquistou Elvis Presley, que decidiu regravar a faixa. Mas ele não conseguiu a autorização de Dolly Parton.
“Elvis estava pronto para regravar, eu disse para os meus amigos que ele iria regravar. Mas, um dia antes, ele me ligou e afirmou: ‘Você sabe que ele só grava músicas de que tem, pelo menos, metade dos direitos, né?’. Eu disse que não poderia ceder. Fiquei com o coração partido, mas senti que era a coisa certa a se fazer.”
Anos depois, no entanto, “I Will Always Love You” seria regravada por Whitney Houston para o filme “O Guarda-Costas” (1992).
Dolly Parton e Whtiney Houston, de “I Will Always Love You”
Reprodução
A Ovelha Dolly e a homenagem científica
O impacto cultural de Dolly ultrapassou o universo da música.
Em 1996, pesquisadores escoceses apresentaram ao mundo o primeiro mamífero clonado com sucesso a partir de uma célula adulta, uma ovelha.
Como a célula matriz havia sido retirada de uma glândula mamária, o cientista responsável, Ian Wilmut, decidiu batizar o animal de Dolly, em uma referência direta à cantora.
“Dolly [a ovelha] veio de uma célula de glândula mamária e não consegui pensar em um par de glândulas mais impressionantes do que os de Dolly [a cantora].”
Parcerias pop e o abraço da nova geração
Música mais regravada de Dolly Parton foi inspirada em ciúme da vida real
Mesmo sendo conhecida pelo êxito no country, Dolly sempre esteve próxima da música pop e se mostrava aberta para parcerias com novos artistas, que também celebraram sua obra.
Um dos grandes clássicos de Dolly Parton é “Jolene”, hit que já foi interpretado por nomes como The White Stripes, Olivia Newton-John e Miley Cyrus.
Em 2024, a faixa ganhou uma releitura de Beyoncé no álbum “Act II: Cowboy Carter”.
Em outros momentos, a artista se apresentou com nomes como Kelly Clarkson e Katy Perry. No álbum “Rockstar” (2023), ela cantou ao lado de P!nk, Lizzo e Miley Cyrus.
A madrinha de Miley Cyrus
Amiga de longa data do também astro country e pai de Miley, Billy Ray Cyrus, a cantora assumiu o papel de madrinha de Miley desde o nascimento.
E ela levou a função a sério, tanto na vida pessoal quanto na televisão, fazendo participações na série “Hannah Montana” como Tia Dolly.
Dolly Parton na 58ª edição da Academy of Country Music Awards, em maio de 2023
REUTERS/Mario Anzuoni
Uma diva simpática à causa LGBT
Ela foi uma das primeiras estrelas de seu nicho a abraçar abertamente a comunidade LGBTQ+.
Dolly defendeu ativamente o casamento igualitário e os direitos da comunidade muito antes que isso fosse uma pauta de destaque nos Estados Unidos.
“Se você é gay, você é gay. Se você é hétero, você é hétero. E você deveria ser quem você é e como você é.”
Os trabalhos no cinema
Por meio de sua produtora Sandollar Productions, fundada em sociedade com seu ex-empresário Sandy Gallin, ela foi fundamental também para o lançamento de projetos audiovisuais.
O maior destaque oculto de seu currículo é que sua produtora foi responsável por idealizar e financiar o filme “Buffy, a Caça-Vampiros” (1992).

Fonte: G1 Entretenimento