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Dolly Parton, lenda da música country, morre aos 80 anos


Dolly Parton durante show em Nashville, nos Estados Unidos, em 2015
Wade Payne/Invision/AP
Lenda da música country, a cantora e atriz Dolly Parton morreu nesta terça (25), aos 80 anos. A informação foi confirmada pela família em um vídeo nas redes sociais.
“Esse anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu há anos, antes que eu tivesse absorvido totalmente como uma realidade no futuro”, disse Bryan Seaver, sobrinho e chefe da segurança da cantora.
“A tristeza fica conosco, não com a Dolly. Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, com certeza, ao lado de Carl [Thomas Dean, seu marido, que morreu em 2025], seus pais e incontáveis outros que a assistiram e que queriam encontrá-la nos céus.”
“Dolly também abriu as portas para gerações de cantores, compositores, músicos e sonhadores de todos os campos da vida e de todos os continentes. Com seu exemplo, nós acreditamos que tudo era possível. Ela nunca viu uma porta que não pudesse abrir, e as portas que ela abriu fizeram e mudaram a história.”
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Dolly enfrentava problemas de saúde desde a morte do marido, Carl Dean, que morreu em março de 2025. Ela cancelou uma residência de shows em maio deste ano. Em entrevista à revista “People”, publicada no dia 21, ela disse que “não prestou atenção [aos próprios problemas]” enquanto cuidava do marido.
“Mas ainda estou trabalhando e há muitas coisas que eu ainda quero conquistar”, acrescentou.
Conhecida pela voz marcante, pelas perucas loiras e figurinos extravagantes, Dolly construiu um império no entretenimento a partir de suas origens humildes no estado americano do Tennessee.
Nascida em 1946 em Sevier County, em uma cabana de apenas um cômodo às margens do rio Little Pigeon, Dolly era a quarta de 12 filhos de um agricultor sem terras. A família não tinha acesso a água encanada ou eletricidade, e o médico que atendeu seu parto foi pago com um saco de farinha de milho.
Foi no ambiente familiar, marcado por hinos e canções folclóricas ensinadas pela mãe, que ela aprendeu a tocar instrumentos como violão e banjo, fazendo suas primeiras apresentações no rádio ainda na infância e lançando seu primeiro compacto em 1959.
Dolly Parton durante evento em Nova York, em outubro de 2022
AP Photo/Andres Kudacki, Arquivo
O primeiro grande avanço em sua carreira ocorreu em 1967, ao ser contratada para o programa de televisão do cantor Porter Wagoner. A parceria na TV rendeu diversos hits em dueto, mas a crescente popularidade solo de Dolly acabou superando a do parceiro.
Ao decidir deixar o programa para focar na carreira solo em 1974, ela compôs “I Will Always Love You” como uma homenagem de despedida. A faixa alcançou o topo da parada country duas vezes antes de se tornar um fenômeno pop na voz de Whitney Houston, em 1992.
Ao longo de mais de seis décadas de trajetória, a artista escreveu cerca de 3 mil músicas, gravadas por nomes que vão de Tina Turner aos White Stripes.
Suas composições abordavam temas cotidianos com olhar empático e socialmente crítico, tratando da infância pobre em “Coat of Many Colors”, da gravidez na adolescência em “Down From Dover” e do machismo no mercado de trabalho em “9 to 5”, canção-tema do filme homônimo lançado em 1980 no qual ela também atuou ao lado de Jane Fonda e Lily Tomlin.
Lily Tomlin, Dolly Parton e Jane Fonda em ‘9 to 5’
Reprodução
Consolidada como um ícone da cultura pop, Dolly expandiu sua atuação para além da música country, transitando pelo pop, bluegrass e pela era disco.
Entre seus maiores sucessos nas paradas estão a colaboração com Kenny Rogers em “Islands in the Stream” (1983) e o aclamado projeto “Trio”, gravado ao lado de Emmylou Harris e Linda Ronstadt. A artista também construiu um império empresarial no Tennessee com o parque temático Dollywood e investiu na indústria cinematográfica e na televisão.
Eleita para os Halls da Fama do Country e do Rock & Roll, e vencedora de 10 prêmios Grammy, Dolly Parton também se destacou pela atuação filantrópica. Por meio da fundação Imagination Library, criada em 1995, ela distribuiu mais de 200 milhões de livros para crianças.
Defensora ativa da diversidade e da inclusão, a cantora aliou seu trabalho social a posicionamentos públicos acolhedores, tornando-se uma figura de apelo universal na música norte-americana.

Fonte: G1 Entretenimento

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Shawn Mendes está produzindo seu novo álbum no Brasil: ‘Muitas ideias na cabeça e no coração’


Shawn Mendes se apresenta no Rock in Rio 2024
Stephanie Rodrigues/g1
As vindas de Shawn Mendes para o Brasil também tem um lado profissional. O namorado de Bruna Marquezine revelou, em entrevista para a revista Esquire, que está produzindo um disco no país.
“Estou montando um estúdio no Brasil há algum tempo, então estou indo para lá hoje – é praticamente o primeiro dia de trabalho do meu próximo álbum. É nisso que estou trabalhando”, afirmou Shawn para a publicação focada em moda masculina.
“Tenho muitas ideias na minha cabeça e no meu coração, mas ainda não tem nada de concreto que eu possa falar. Tudo o que posso dizer é que será muito especial”, concluiu.
O disco mais recente do cantor, “Shawn”, foi lançado em novembro de 2024. No mesmo ano, o cantor se apresentou no Rock in Rio.
Há algumas semanas, Shawn se declarou para Marquezine no aniversário da atriz. “Você mudou minha vida e sou muito grato por ter você. Eu te amo muito”, escreveu o cantor. Esta foi a primeira postagem do artista sobre Bruna após os rumores de que eles estariam juntos.
Shawn Mendes canta ‘Mas que nada’, de Jorge Ben Jor, no Lollapalooza

Fonte: G1 Entretenimento

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Aretuza Lovi se une a Linn da Quebrada e vê futuro de álbum com o single ‘Tarô’


Aretuza Lovi (à direita) faz feat com Linn da Quebrada em ‘Tarô’, single com que abre caminho para um futuro álbum
Beto Cardoso / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A caminho dos 15 anos de carreira musical, a serem completados em 2027, Aretuza Lovi vem abrindo caminhos para a construção de um futuro álbum com singles como “3 nós” (2026) e “Caipiranhas” (2026), lançados em fevereiro e em junho, respectivamente.
Na próxima quinta-feira, 27 de agosto, a cantora e compositora apresenta mais um single inédito, “Tarô”, este gravado com Linn da Quebrada.
O single “Tarô” apresenta composição da própria Aretuza, criada a partir de sonho tido pela artista com cartas de tarô e com cigana que, na interpretação do sonho, seria a guia espiritual da cantora.
“Tenho uma guia espiritual, que é uma cigana, e ela apareceu no meu sonho me falando sobre um enredo de tarô com frases que, inclusive, estão na música. Eu acordei lembrando de tudo e a letra veio nitidamente na minha cabeça. Comecei a escrever no bloco de notas do celular e saiu essa canção”, relata Aretuza Lovi.
Capa do single ‘Tarô’. de Aretuza Lovi com Linn da Quebrada
Beto Cardoso / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Músicas criadas por IA são banidas de paradas de sucesso na Austrália


Austrália estabelece novas regras para plataformas de áudio
sgcdesignco/Unsplash
Músicas criadas por inteligência artificial (IA) ficarão proibidas nas principais paradas musicais da Austrália, segundo novas diretrizes destinadas a proteger “a natureza humana da criação artística”.
A notícia foi confirmada nesta terça-feira (25) por uma entidade que representa a indústria fonográfica do país.
De acordo com as novas regras, que entrarão em vigor na sexta-feira (28), a música deverá ser “substancialmente criada por humanos” para poder entrar nos rankings de popularidade, informou a Associação Australiana da Indústria Fonográfica (ARIA, na sigla em inglês).
“Músicas geradas integralmente por IA não poderão entrar nas paradas da ARIA”, afirmou a associação, esclarecendo que suas listas excluirão canções que utilizem inteligência artificial “para gerar a totalidade ou a maior parte dos elementos criativos”.
Entenda as novas regras
No entanto, “gravações que utilizem IA generativa em um papel secundário continuarão elegíveis”, acrescentou.
A medida reflete a crescente preocupação da indústria musical com o aumento de composições geradas por IA que chegam ao mercado.
Em julho, uma versão de “Like a Prayer”, de Madonna, alcançou o topo das paradas na Austrália, mas foi alvo de escrutínio após a revelação de que foram usadas vozes e sons de bateria gerados por IA.
Madonna no controverso clipe de ‘Like a Prayer’
Reprodução/YouTube
A plataforma de streaming Spotify anunciou que lançará um novo selo chamado “AI Persona”, que identificará de forma clara produtores de conteúdo criados por essa tecnologia e não por pessoas reais.
Mais de um terço das novas faixas enviadas ao Apple Music são criadas integralmente com IA, afirmou neste ano um executivo da plataforma à publicação especializada Billboard.
Music, novo serviço de streaming da Apple.
Divulgação/Apple
“Essas mudanças refletem nossa intenção de permanecer dinâmicos e promover a natureza humana da criação artística em um espaço que está, para dizer o mínimo, evoluindo rapidamente”, declarou Annabelle Herd, diretora-executiva da ARIA.

Fonte: G1 Entretenimento

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João Donato é revivido em tributo que reproduz a sofisticação da obra legada pelo compositor, arranjador e pianista


João Donato (1934 – 2023) é celebrado em álbum que apresenta gravações inéditas de 15 músicas do compositor, incluindo duas inéditas
Alexandre Durão/ g1
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Viva Donato
Artistas: Antonio Adolfo, Bebel Gilberto, Djavan, Donatinho, Dora Morelenbaum, Fafá de Belém, Fernanda Abreu, Gilberto Gil, Ivan Lins, João Bosco, Joyce Moreno, Marcos Valle, Margareth Menezes, Mônica Salmaso, Patrícia Alví, Paula Morelenbaum, Roberta Sá e Silva
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Pianista, arranjador, compositor, acordeonista e cantor acreano, João Donato (17 de agosto de 1934 – 17 de julho de 2023) legou obra que extravasou movimentos e rótulos da música brasileira com balanço singular, calcada em refinado mix da bossa brasileira com o jazz e com gêneros musicais latinos como o bolero.
Com canto opaco, geralmente ofuscado pelo suingue das teclas, Donato deixou – ao sair de cena há três anos, perto de completar 89 anos – cancioneiro autoral que exige leveza e sofisticação dos intérpretes. Essa sofisticação rege “Viva Donato”, tributo póstumo ao artista que chega ao mundo digital na sexta-feira, 28 de agosto, em álbum editado pelo Selo Sesc com gravações inéditas de 15 músicas do compositor em arranjos de Dori Caymmi e Marcos Valle.
Há gravações de beleza previsível, caso de “A paz” (1987), ouvida nos cantos serenos de Gilberto Gil – parceiro de Donato na canção lançada em gravação magistral de Zizi Possi – e Mônica Salmaso. E há abordagens mais surpreendentes, como a de “Flor de maracujá” (João Donato e Lysias Ênio, 1974), que desabrocha com o toque ruidoso da guitarra baiana de Roberto Barreto quase abafando o canto suave de Roberta Sá.
Se Bebel Gilberto não prima pelo rigor estilístico no canto de “Nua ideia” (1990), parceria de João Donato (1934 – 2023) com Caetano Veloso subintitulada “Leila XII” por integrar a série de temas “Leilíadas”, Silva se afina no universo e no balanço de Donato ao dar voz a uma das duas músicas inéditas do álbum, “Aquela delícia singela” (2026), parceria de Donato com Joyce Moreno.
E por falar em Joyce Moreno, a artista sobressai no álbum “Viva Donato” ao cantar “Até quem sabe” (João Donato e Lysias Ênio, 1973), acertando o tom exato da melancolia dessa interiorizada canção apresentada em álbum definidor da discografia de Donato, “Quem é quem” (1973), disco no qual o compositor e pianista se assumiu cantor. O arranjo luxo só e a grande interpretação de Joyce fazem de “Até quem sabe” um dos pontos mais altos do álbum “Viva Donato”.
Habitante do próprio universo particular, Djavan sai do próprio mundo para cantar “Falta de ar” (João Donato e Lysias Ênio, 2000), música menos conhecida do cancioneiro de Donato, com sofisticação harmônica, traço de união entre as obras dos dois compositores.
Parceria de Donato com Marcos Valle apresentada no álbum “A bad Donato” (1970), cultuado título da discografia gravada pelo pianista nos Estados Unidos, “Cadê Jodel?” tem a complexidade harmônica evidenciada na gravação que une as cantoras Paula Morelenbaum e Dora Morelenbaum.
Parceria inédita de Donato com Marcos Valle, nome fundamental na arquitetura do álbum gravado entre junho e julho de 2025 com músicos excepcionais como o violoncelista Jaques Morelenbaum, “Vamos combinar” (2026) vem à tona em dueto harmonioso de Valle com Patrícia Alví. Já Ivan Lins se harmoniza na leveza do samba “E vamos lá” (João Donato e Joyce Moreno, 2002) em gravação em que, de mansinho, Ivan reproduz o estilo de Donato sem se anular.
Como parte da discografia de João Donato foi instrumental, faz sentido que o bolero “Simples carinho” (João Donato e Abel Silva, 1982) tenha sido confiado ao pianista Antonio Adolfo em gravação que evoca o clima dos bailes dos dourados anos 1950, com direito a um sutil toque jazzy.
Cantora associada ao cancioneiro de Donato no início da carreira, Fafá de Belém baixa a temperatura do canto habitualmente quente para entrar no clima ameno da canção “De um jeito diferente” (João Donato e Lysias Ênio, 2007). Sucesso na voz de Fafá, “Emoriô” (João Donato e Gilberto Gil, 1975) ganha o calor da voz de Margareth Menezes e a ancestralidade espiritual da Bahia.
Já “A rã” (João Donato e Caetano Veloso, 1974) pula cadenciada no canto sagaz de João Bosco em gravação primorosa por evocar o suingue de Donato e, ao mesmo tempo, remeter ao gagabirô de Bosco. “A rã” é outro ponto alto do tributo orquestrado com produção de Regina Oreiro e Ivone Belém, viúva de João Donato.
Filho de Donato, Donatinho ilumina o bolero “Lua dourada (Leila VI)” (João Donato e Fausto Nilo, 1986) com groove à moda de Marcos Valle em gravação em português com alguns versos em inglês.
Por fim, artista que inaugurou o pop de pista no Brasil em 1990, Fernanda Abreu aborda a latiníssima “Nasci para bailar” (João Donato e Paulo André Barata, 1982) com um toque de funk na luminosa gravação de sabor caribenho que encerra “Viva Donato”, álbum que reproduz a sofisticação da obra de João Donato, músico nascido com uma bossa toda própria que transcendeu até a bossa nova.
Capa do álbum ‘Viva Donato’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Sósia de Vini Jr. evita polêmicas com Virginia e revela convites para harmonização facial


Os desafios e as maravilhas de ser um sósia de jogador de futebol
No fim de julho deste ano, as redes sociais iniciaram o debate: Vini Jr. fez ou não fez harmonização facial?
Durante a inauguração da academia de sua namorada, Virginia, o público teve a certeza de que o atleta do Real Madrid tinha feito o procedimento estético.
Tal decisão afetou diretamente o trabalho de Wagner William, sósia do jogador, que precisou fazer uma escolha difícil: também passar por uma harmonização para ficar igual a Vini Jr. ou seguir com o mesmo rosto.
“Recebi muitos contatos de clínicas de estética querendo fazer a harmonização facial de graça e ainda me pagar. Não aceitei porque o sósia é só um personagem do Wagner. Não quero mudar minha cara. Até brinquei que eu já era o Vini harmonizado.”
Nesta semana, o g1 publica uma série de entrevistas com sósias de jogadores de futebol. Eles falam sobre a relação com os atletas, cachês e os maiores perrengues. Ser sósia é profissão?
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Wagner, sósia, e Vini Jr
Reprodução/Instagram
Após o relacionamento com Virginia engatar, em outubro de 2025, Wagner passou a receber outros tipos de convites, incluindo participações em programas de TV.
Com a vida pessoal de Vini Jr. cada vez mais visada, seu sósia decidiu brincar com a situação de forma discreta e apenas em suas próprias redes.
“Tomo cuidado de não falar da vida pessoal dele. Recebo propostas de canais para dar entrevista me passando por ele e inventando fofocas de relacionamento, mas recuso. Sou inclusive o dublê dele em comerciais oficiais.”
Ex-garçom
Mineiro e torcedor do Real Madrid, Wagner conta que os primeiros comentários sobre a semelhança com o craque brasileiro surgiram em 2022.
Era época de Copa do Mundo e ele decidiu gravar um vídeo brincando com a situação. O conteúdo viralizou e ele conseguiu deixar o trabalho como garçom de lado.
“Comecei em maio de 2022 e, por ser ano de Copa do Mundo, em agosto eu já estava fazendo publicidade com marcas muito grandes. Hoje faz três anos que vivo exclusivamente de publicidade e da monetização das redes.”
Além do trabalho como garçom, ele conseguia levar uma vida de cantor de pagode. A agenda como sósia fez com que ele também tivesse que dar uma pausa no sonho musical.
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O resultado da escolha por ser sósia foi positivo. Ele não abre valores de faturamento, mas diz que conseguiu comprar um carro, se mudar para São Paulo e proporcionar uma boa vida à família.
Contudo, não se trata de um hobby ou algo de pouco investimento.
“Tenho mais de 8,5 milhões de seguidores contando Instagram, YouTube, TikTok e Facebook. Preciso postar conteúdo com constância e criar novos roteiros diariamente para continuar crescendo e fechando trabalhos.”
Hala, Madrid!
Wagner diz que é torcedor do Real Madrid, o que facilita bastante o fato de ele ser sósia de um dos craques do time.
“Sou torcedor desde criança. Acompanho todas as partidas do Real Madrid e gravo conteúdos de react para todos os jogos e gols que ele faz no campeonato.”
Wagner, sósia de Vini Jr.
Reprodução/Instagram
Apesar disso, o fato de ser dublê de Vini Jr. não facilita suas idas à Espanha.
Wagner comenta que tem canal aberto com o jogador e que ele respeita seu trabalho como sósia. Mas os contatos são apenas virtuais.
“Nós somos muito próximos porque tenho muitos amigos em comum. Na Copa do Mundo encontrei várias vezes o irmão dele, fiz uma chamada de vídeo e pude falar com o Vini direto. A gente não se conheceu pessoalmente ainda, mas por mensagem e pelo celular de amigos já houve essa comunicação.”

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Estrelas da Casa’: Belo, Junior e Ana Clara revelam o que define participante ideal


Junior, Ana Clara e Belo, mentores e apresentadora do ‘Estrelas da Casa’
Divulgação
Começa nesta terça-feira (25) o reality show “Estrela da Casa”. Com uma dinâmica diferente, o programa começa com 32 participantes divididos em dois grupos que representam os gêneros do pagode e do pop.
Além da apresentadora Ana Clara, o reality contará com a presença de Belo como mentor do grupo do pagode e Junior como mentor do pop.
Em um reality musical com nomes selecionados a dedo, a qualidade de cada artista já foi “testada” desde o dia zero.
“Todos que estão aqui cantam bem. Saber cantar já não é mais um critério tão importante. Eu já disse para eles: ‘Você canta muito, você é afinado(a), mas não é mais sobre isso'”, disse Belo durante uma entrevista coletiva.
Agora no g1
Mas, se em um reality show musical os 32 participantes cantam bem, o que vai diferenciá-los?
“Como teremos a dinâmica de grupos, é importante também saber seu espaço, no que você se destaca. Por exemplo: em um grupo, tem o que entende mais de estilo, outro que entende mais de produção, o que entende de logística. É muito importante saber ouvir”, complementa Junior.
Na mesma coletiva, Ana Clara citou o que seria o principal ‘star quality’ de um participante do programa.
“Acho que um grande diferencial é o carisma. É algo que não se ensina e que é muito importante, valorizado. Ter carisma é tudo”, afirmou a apresentadora.
Dinâmica semanal
Ana Clara é a apresentadora do “Estrelas da Casa”
Globo/ Estevam Avellar
Nas terças-feiras acontecem as apresentações ao vivo com plateia, marcando o início da votação popular semanal. Nas quintas-feiras também serão realizadas apresentações e eliminações.
Toda sexta-feira, após as eliminações de quinta-feira, Junior e Belo reorganizam os participantes restantes em novas formações de grupo para os ensaios e apresentações da semana seguinte.
Veja a programação completa da semana:
Segunda-feira: rotina de ensaios no Centro de Treinamento e participações ao vivo de integrantes no programa “TVZ”, do Multishow.
Terça-feira: apresentação dos shows da noite de “Clássicos” ao vivo na TV Globo diante de plateia. Neste dia, será aberta a votação popular no gshow para o público escolher seus cantores favoritos do Pop e do Pagode.
Quarta-feira: entrega e avaliação dos desafios de redes sociais propostos por KondZilla. À noite, os participantes acompanham da plateia a gravação do “Estúdio Backstage” no Multishow.
Quinta-feira: shows ao vivo no palco e noite de eliminação semanal.
Sexta-feira: após as eliminações, os mentores Junior e Belo recebem a missão de reorganizar as equipes, criando novas formações e combinações de grupos para os ensaios da semana seguinte.
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Conheça os candidatos do ‘Estrelas da Casa’
Como será a votação?
O público vota no gshow no seu cantor favorito e na sua cantora favorita de cada estilo. O sistema de votação é misto (70% de voto único por CPF e 30% de voto da torcida).
Os 4 candidatos mais votados pelo público (1 homem e 1 mulher do pop; 1 homem e 1 mulher do pagode) garantem permanência automática. Para as vagas restantes, os mentores Junior e Belo e a conselheira Anitta definem quem continua.
Semanalmente deixam o reality 1 homem e 1 mulher do pop, e 1 homem e 1 mulher do pagode.
Na reta final, haverá mudanças. Na semifinal, o voto deixa de ser individual nos cantores e passa a ser focado na configuração do grupo que melhor representa cada estilo.
Já na final, o grupo representante do pop enfrenta o grupo representante do pagode na votação popular definitiva do grupo campeão da temporada.

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda Pernambulô mixa percussão e beats na levada do álbum ‘Baque irado’


Leo D (à esquerda), Dio Santos (ao centro) e Márcio Alencar formam o trio Pernambulô, banda que lança o primeiro álbum em 4 de setembro
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♫ NOTÍCIA
♬ Banda que mixa a vivacidade rítmica dos gêneros musicais de Pernambuco com a cultura urbana do Recife (PE) e a potência do rock, Pernambulô lança em 4 de setembro o primeiro álbum, “Baque irado”.
Trio formado por Dio Santos (voz), Leo D (sintetizadores e programações) e Márcio Alencar (baixo), Pernambulô alinha 10 músicas no repertório autoral do álbum “Baque irado”. Quatro – “Caboclo”, “Capibaribe”, “Hino de Pernambuco” e “Pedra de badoque” (faixa de vibe roqueira) – já foram previamente apresentadas em singles.
Entre as novidades do álbum “Baque irado”, há “Bala perdida”, a agalopada “Beira de mar”, “Conto cotidiano”, “Quiprocó”, “Carnavalizô” – tema instrumental de um minuto que exemplifica o espírito folião dessa banda originada do Bloco Pernambulô – e “Mar de cores”.
Várias faixas do álbum “Baque irado” foram moldadas com mix de beats e percussão eletrônica, uma das marcas sonoras do grupo.
A intenção da banda Pernambulô é amalgamar batidas e ritmos da cultura popular de Pernambuco – sobretudo da periferia do Recife (PE) – com a energia do rock, seguindo na trilha aberta por Alceu Valença, Lenine e as bandas do movimento Manguebeat.
Capa do álbum ‘Baque irado’, da banda Pernambulô
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Pabllo Vittar revela a capa de ‘Body type’, segundo single do álbum ‘Lost in lust’


Pabllo Vittar lança o single ‘Body type’ às 21h de quinta-feira, 27 de agosto
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♫ NOTÍCIA
♬ “Body type” – segundo single do sétimo álbum de estúdio de Pabllo Vittar, “Lost in lust” – teve a capa revelada nas redes sociais da artista na noite desta segunda-feira, 24 de agosto. Programado para as 21h da próxima quinta-feira, 27 de agosto, o single “Body type” apresenta o terceiro feat de Pabllo com Urias.
Antes, as artistas já haviam aparecido juntas em “Ouro” (2018) – faixa do segundo álbum de Pabllo, “Não para não” (2018) – e em “Everybody” (2022), gravação da DJ e produtora musical norte-americana Honey Dijon.
“Body type” é a segunda amostra oficial do álbum “Lost in lust”, previsto para ser lançado por Pabllo em 1º de outubro. A primeira foi “Rockstar”, faixa gravada com a participação da rapper porto-riquenha Villano Antillan e lançada em 23 de julho.
Com 12 músicas, o álbum “Lost in lust” é ambientado em atmosfera eletrônica e direcionado sobretudo para o mercado internacional. As músicas são cantadas em inglês ou espanhol.
Liderado por Rodrigo Gorky (nome fundamental na discografia de Pabllo Vittar), S4TAN e PZZS, o time de produtores do álbum “Lost in lust” inclui a DJ e produtora musical paulista Chernobruno – nome presente na ficha técnica da faixa “Bad good” – e a DJ e produtora maranhense Eva de LC, entre outros nomes da cena pop eletrônica.
Capa do single ‘Body type’, de Pabllo Vittar feat Urias
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Larissa Manoela diz que não interpretará mais Carmen Miranda nos cinemas


Larissa Manoela não vai mais interpretar Carmem Miranda nos cinemas
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Larissa Manoela anunciou nesta segunda-feira (24) que não vai mais interpretar Carmen Miranda nos cinemas. A atriz estava escalada para ser protagonista do longa “Pra Você Gostar de Mim”.
Em postagem nas redes sociais, Larissa afirmou que a decisão partiu do diretor do projeto, Bruno Barreto.
“A decisão de Larissa Manoela de não seguir no projeto partiu do diretor do filme, que, ao tomar conhecimento de que outro projeto dedicado a Carmen Miranda estava sendo produzido, optou por antecipar as filmagens, mesmo sabendo que a atriz já possuía compromissos profissionais previamente assumidos para as novas datas”, diz trecho da nota.
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Ainda segundo a atriz, ela e seu marido, André Luiz Frambach, que também havia sido convidado para o longa, tinham bloqueado a agenda para as gravações.
Larissa afirma que chegou a receber uma sugestão para que readequasse seus compromissos, o que não foi possível.
“Larissa Manoela lamenta não seguir no filme, mas mantém a certeza de ter agido com responsabilidade, respeito e coerência com os profissionais envolvidos em todos os projetos e, principalmente, com o público”, conclui o comunicado.
Com nome que reproduz o subtítulo do primeiro sucesso de Carmen, “Taí” (1930), a cinebiografia é baseada na biografia escrita por Ruy Castro e terá roteiro centrado na saga de Maria do Carmo Miranda da Cunha (9 de fevereiro de 1909 – 5 de agosto de 1955) nos Estados Unidos.

Fonte: G1 Entretenimento