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Academia Brasileira de Cinema divulga filmes que disputam vaga para representar o Brasil no Oscar


Walter Salles após levar o Oscar de melhor filme internacional
REUTERS/Daniel Cole
A Academia Brasileira de Cinema divulgou, nesta segunda-feira (24), os nomes dos filmes que vão concorrer a uma vaga para representar o Brasil no Oscar 2027.
A próxima etapa da disputa acontece em 9 de setembro, quando a Comissão de Seleção escolhe seis deles para disputar a indicação do Brasil e tentar uma vaga na categoria Melhor Filme Internacional do Oscar.
O nome do filme escolhido para ser o indicado pelo país será anunciado em 16 de setembro.
Veja lista completa dos filmes que disputam vaga para representar o Brasil no Oscar:
“100 Dias”, de Carlos Saldanha
“A Conspiração Condor”, de André Sturm
“A Fabulosa Máquina do Tempo”, de Eliza Capai
“A Natureza das Coisas Invisíveis”, de Rafaela Camelo
“Ato Noturno”, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher
“Cinco Tipos de Medo”, de Bruno Bini
“Dolores”, de Maria Clara Escobar e Marcelo Gomes
“Feito Pipa”, de Allan Deberton
“Herança de Narcisa”, de Clarissa Appelt e Daniel Dias
“Nosso Segredo”, de Grace Passô
“O Rei da Internet”, de Fabrício Bittar
“Quando Vira a Esquina”, de Chris Alcazar
“Malês”, de Antonio Pitanga
“Papagaios”, de Douglas Soares
“Vicentina Pede Desculpas”, de Gabriel Martin
VEJA VÍDEO: Bom momento do Brasil no Oscar vai continuar?
Bom momento do Brasil no Oscar vai continuar?

Fonte: G1 Entretenimento

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Banda mineira Varanda lança álbum com Fernanda Takai, título gigante e repertório autoral costurado pelo sonho


Banda de indie rock formada em Juiz de Fora (MG), Varanda lança o segundo álbum na próxima sexta-feira, 28 de agosto
Yan Gabriel / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O título do álbum que a banda Varanda lançará na próxima sexta-feira, 28 de agosto, é um dos maiores nome de discos da história do universo pop.
A rigor, o título completo do segundo álbum da banda mineira de indie rock é “Às vezes um sonho pode ser um planeta inteiro ou uma canção ou uma cama com travesseiro de pluma de ganso ou um apagão ou a grande luz no meio desse grande túnel no qual estamos inegável infalível incansavelmente passageiros”. Na prática, o álbum deverá ser conhecido e mencionado pelo público e pela mídia como “Às vezes um sonho…”.
Seja como for, o disco chega ao mundo digital dois anos após o álbum antecessor “Beirada” (2024) – e um após o EP “Rebarba” (2025) – com onze músicas autorais compostas e gravadas por Amélia do Carmo (voz), Augusto Vargas (baixo e voz), Bernardo Bara (bateria) e Mario Ricardo (guitarra) no estúdio YB, em São Paulo (SP), com produção musical de Fernando Rischbieter, também responsável pela mixagem e masterização, estas feitas em parceria com Pedro Vinci.
Vocalista da banda mineira Pato Fu, a cantora Fernanda Takai é a convidada da banda Varanda na música “Sereno”. Antecedido pelo single “Anjo de papel”, lançado em 14 de agosto, o álbum alinha músicas inéditas como “Alameda Travessia”, “Caminho”, “Flecha”, “Riso solto”, “Labirinto” e “Planeta sonho”, composição homônima do sucesso da banda 14 Bis.
A capa do álbum expõe arte de Pietra Coelho que traduz a atmosfera onírica de repertório, composto tendo o sonho como traço de união entre as músicas.
“Costurar todas essas músicas no espaço do sonho fez muito sentido quando olhamos para a amplitude das possibilidades de um sonho. O nome do álbum se fez num grande texto justamente para tentar abarcar essas muitas nuances da nossa perspectiva. Sonhar é também projetar, idealizar, viajar, fugir da realidade, pode ser bom ou ruim – o sonho pode ser o fio de esperança que te conecta com a realidade ou a nuvem que te carrega para bem longe dessa mesma realidade. Ser artista é caminhar por essa corda bamba, essa relação de amor e ódio com o sonho”, interpreta a vocalista Amélia do Carmo no texto que apresenta o segundo álbum da Varanda à mídia.
Capa do álbum ‘Às vezes um sonho…’, da banda Varanda
Arte de Pietra Rocha

Fonte: G1 Entretenimento

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Hayden Panettiere impediu entrada de ex em lançamento de livro, diz jornal


Relembre a vida e a trajetória da atriz Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos
O jornal “The New York Times” deu detalhes dos últimos meses de Hayden Panettiere. Segundo a publicação, a atriz sofria com dores físicas e, em maio, durante o lançamento do livro, ela orientou que impedissem a entrada de Brian Hickerson.
Hayden Panettiere morreu aos 36 anos após uma parada cardíaca. As condições de sua morte ainda estão sob investigação.
“This Is Me: A Reckoning” (Esta Sou Eu: O Acerto de Contas) é uma autobiografia em que Panettiere abordava de forma aberta seus principais traumas. De acordo com o “The New York Times”, o ex-namorado abusivo e violento citado no livro seria Brian Hickerson.
Hayden Panettiere chega à 61ª edição do Primetime Emmy Awards em 20 de setembro de 2009, em Los Angeles
AP Photo/Matt Sayles, File
O relacionamento dos dois era marcado por idas e vindas, mas o jornal afirma que, durante a turnê de lançamento do livro, ela estava acompanhada de seguranças particulares com instruções claras para manter Hickerson afastado.
Medicamento usado para reverter overdose é encontrado no local da morte
Autópsia inicial não acha sinais de trauma após atriz ser encontrada com parada cardíaca
Dores físicas
Em conversa com o jornal, a mãe da atriz, Lesley Vogel, explicou que ficou um tempo com Panettiere em Los Angeles para ajudar a filha em um momento difícil. “Ela estava com dor”, disse. “Ela estava com medo. Ela não conseguia funcionar fisicamente direito.”
Vogel contou que chegou a levar a filha a médicos e buscou tratamento como massagem e acupuntura para diminuir a sensação de formigamento que a atriz sentia nas pernas. Elas não sabiam a causa exata, mas Panettiere suspeitava que o problema tivesse alguma relação com lesões sofridas em sets de filmagem quando era jovem.
Morte de Hayden Panettiere: o que se sabe e o que falta saber sobre o caso

Fonte: G1 Entretenimento

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Países Baixos não participarão de Eurovision


DARA, representando a Bulgária, vencedora do Eurovision Song Contest 2026, segura o troféu durante a Grande Final em Viena, na Áustria.
REUTERS/Lisa Leutner
Os Países Baixos anunciaram nesta segunda-feira (24) que não participarão do Festival Eurovision do próximo ano devido às divisões em torno da guerra em Gaza.
“É inegável que os conflitos internacionais afetam cada vez mais o Festival, minando seu caráter neutro”, declarou Taco Zimmerman, diretor-geral da emissora AVROTROS.
Eurovision 2026: Bulgária ganha festival com música ‘Bangaranga’, da cantora pop Dara
Israel esteve perto de vencer o concurso em 2025 como em 2026, mas acabou em segundo lugar em ambas as ocasiões.
Apesar de boicote, Israel conquista segundo lugar no Eurovision
A edição de 2026 foi acompanhada por 131 milhões de espectadores, 35 milhões a menos do que no ano anterior, depois de cinco países terem boicotado o evento devido à participação de Israel.
Antes dos Países Baixos, Islândia, Espanha, Irlanda e Eslovênia já haviam se retirado do concurso, e estes três últimos recusaram-se inclusive a transmitir o espetáculo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Bethânia estreia show na Bahia com a inédita ‘Luz e clarão’ entre as 24 músicas do roteiro repleto de sucessos


Maria Bethânia estreia em Vitória da Conquista (BA), na Bahia, o show que apresentará em festivais ao longo deste semestre
Laecio Lacerda
♫ NOTÍCIA
♬ Encerrado o ciclo de comemorações dos 60 anos de carreira, Maria Bethânia apresentou no Festival de Inverno da Bahia no sábado, 22 de agosto, um show que pode ser considerado novo. Ou ao menos renovado, já que herda a banda e algumas músicas do espetáculo anterior – entre elas, “Baioque” (Chico Buarque, 1972), “Olha” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1975), “O lado quente do ser” (Marina Lima e Antonio Cicero, 1980), “Samba do grande amor” (Chico Buarque, 1983) e “Vera Cruz” (Xande de Pilares e Paulo César Feital, 2025), grande samba apresentado pela cantora no show “60 anos de carreira” (2025), estreado em setembro do ano passado.
Maria Bethânia foi uma das principais atrações da edição de 2026 do festival baiano realizado no fim de semana no Parque de Exposições Teopompo de Almeida, em Vitória da Conquista (BA).
Entre relativas surpresas, como “Eterno em mim” (1985), música composta por Caetano Veloso para o show dos 20 anos de carreira da artista, a real novidade do roteiro de 24 músicas foi a composição inédita presumivelmente intitulada “Luz e clarão”, samba com o qual Bethânia abriu o show com alta carga de espiritualidade.
“Senhora guarda o meu coração / Sua purificação / É a luz de todo meu axé”, cantou a artista, entoando versos que pareceram dirigidos à mãe da artista, Claudionor Viana Teles Veloso (1907 – 2012), a Dona Canô, entidade popular em Santo Amaro de Purificação (BA).
Entre músicas emblemáticas no repertório da cantora, Bethânia cantou “Balada de Gisberta” (Pedro Abrunhosa, 2007), “Brincar de viver” (Guilherme Arantes e Jon Lucien, 1983) e “Na primeira manhã” (Alceu Valença, 1984), entretendo público com o show que apresentará em outros festivais, como o paulistano Coala e o carioca Clássicos do Brasil, ao longo deste segundo semestre de 2026.
♪ Eis as 24 músicas do roteiro seguido por Maria Bethânia em 22 de agosto de 2026 no show apresentado pela cantora no Parque de Exposições Teopompo de Almeida, em Vitória da Conquista (BA):
1. “Luz e clarão” (música inédita)
2. “Os mais doces bárbaros” (Caetano Veloso, 1976)
3. “Fé cega, faca amolada” (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1974)
4. “Baioque” (Chico Buarque, 1972)
5. “Brincar de viver” (Guilherme Arantes e Jon Lucien, 1983)
6. “O lado quente do ser” (Marina Lima e Antonio Cicero, 1980)
7. “Cheiro de amor”
8. “Olha” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1975)
9. “Samba do grande amor” (Chico Buarque, 1983)
10. “Você” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1974)
11. “Balada de Gisberta” (Pedro Abrunhosa, 2007)
12. “Na primeira manhã” (Alceu Valença, 1984)
13. “As canções que você fez pra mim” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1966)
14. “Olhos nos olhos” (Chico Buarque, 1976)
15. “Lindomar” (tema tradicional) /
16. “Samba de dois-dois” (Roque Ferreira e Paulo César Pinheiro, 2004)
17. “Festa” (Gonzaguinha, 1968)
18. “Terezinha” (Chico Buarque, 1977)
19. “Explode coração” (Gonzaguinha, 1978)
20. “Eterno em mim” (Caetano Veloso, 1985)
21. “Reconvexo” (Caetano Veloso, 1989)
22. “Vera Cruz” (Xande de Pilares e Paulo César Feital, 2025) /
23. “Carcará” (João do Vale e e José Cândido, 1964)
24. “O que é o que é” (Gonzaguinha, 1982)

Fonte: G1 Entretenimento

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Zara Larsson se surpreende ao ver fãs recriarem no ar coreografia de ‘Midnight Sun’; veja vídeo


Zara Larsson revelou o nome das faixas em ‘Midnight Sun’ com camisetas grafitadas
Reprodução/Instagram
Zara Larsson caiu na risada ao perceber que o público do festival Pukkelpop, na Bélgica, reproduzia uma das coreografias de “Midnight Sun” durante sua apresentação.
O momento aconteceu neste domingo (23), durante o show da cantora sueca no festival.
Na performance, Larsson é levantada pelas dançarinas enquanto canta a música. A cena acabou sendo reproduzida por fãs na plateia, que levantaram uns aos outros para imitar a coreografia.
O momento foi registrado por fãs e compartilhado nas redes sociais (veja vídeo abaixo).
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“Midnight Sun” é a faixa que dá nome ao quinto álbum de estúdio de Larsson, lançado em 2025. A música faz parte da atual turnê da cantora, que tem passado por festivais na Europa.
Agora no g1
Zara Larsson no Brasil
Zara Larsson durante apresentação no palco Mundo do Rock in Rio 2024
Reprodução
Depois da passagem pela Bélgica, Zara Larsson tem encontro marcado com o público brasileiro.
A cantora se apresenta no Palco Sunset do Rock in Rio, no dia 13 de setembro, no Rio de Janeiro. A apresentação faz parte da programação do festival em 2026.
A apresentação deve marcar a passagem da artista pela atual era de “Midnight Sun” no Brasil. Resta saber se os fãs brasileiros vão embarcar nessa e também vão reproduzir a coreografia.
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Estrelas da Casa’ estreia 3ª temporada com duelo entre pop e pagode; entenda novas dinâmicas


Junior, Ana Clara e Belo, mentores e apresentadora do ‘Estrelas da Casa’
Divulgação
Estreia nesta terça-feira (25) a terceira temporada do reality musical “Estrelas da Casa”, com apresentação de Ana Clara.
Neste ano, o programa ganha algumas novidades. A começar pela divisão de grupos em dois gêneros, Pop e Pagode, tendo Junior e Belo como mentores, respectivamente.
Os participantes começam a competição integrando grupos de quatro participantes e terminam em grupos.
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Dinâmica semanal
Nas terças-feiras acontecem as apresentações ao vivo com plateia, marcando o início da votação popular semanal. Nas quintas-feiras também serão realizadas apresentações e eliminações.
Toda sexta-feira, após as eliminações de quinta-feira, Junior e Belo reorganizam os participantes restantes em novas formações de grupo para os ensaios e apresentações da semana seguinte.
Veja a programação completa da semana:
Segunda-feira: rotina de ensaios no Centro de Treinamento e participações ao vivo de integrantes no programa “TVZ”, do Multishow.
Terça-feira: apresentação dos shows da noite de “Clássicos” ao vivo na TV Globo diante de plateia. Neste dia, será aberta a votação popular no gshow para o público escolher seus cantores favoritos do Pop e do Pagode.
Quarta-feira: entrega e avaliação dos desafios de redes sociais propostos por KondZilla. À noite, os participantes acompanham da plateia a gravação do “Estúdio Backstage” no Multishow.
Quinta-feira: shows ao vivo no palco e noite de eliminação semanal.
Sexta-feira: após as eliminações, os mentores Junior e Belo recebem a missão de reorganizar as equipes, criando novas formações e combinações de grupos para os ensaios da semana seguinte.
Como será a votação?
O público vota no gshow no seu cantor favorito e na sua cantora favorita de cada estilo. O sistema de votação é misto (70% de voto único por CPF e 30% de voto da torcida).
Os 4 candidatos mais votados pelo público (1 homem e 1 mulher do pop; 1 homem e 1 mulher do pagode) garantem permanência automática. Para as vagas restantes, os mentores Junior e Belo e a conselheira Anitta definem quem continua.
Semanalmente deixam o reality 1 homem e 1 mulher do pop, e 1 homem e 1 mulher do pagode.
Na reta final, haverá mudanças. Na semifinal, o voto deixa de ser individual nos cantores e passa a ser focado na configuração do grupo que melhor representa cada estilo.
Já na final, o grupo representante do pop enfrenta o grupo representante do pagode na votação popular definitiva do grupo campeão da temporada.
Conheça a rondoniense que disputa vaga no ‘Estrelas da Casa’
Desafios nas redes
Os participantes poderão (e deverão) usar as redes sociais durante o reality, em desafios que funcionam como missões digitais semanais que serão propostas pelo produtor KondZilla.
Mesmo confinados, eles recebem acesso mediado às redes digitais para produzir conteúdos exclusivos destinados aos perfis oficiais da TV Globo e do próprio “Estrelas da Casa”.
Essa dinâmica exige que os cantores apliquem na prática noções de marketing, planejamento de conteúdo e engajamento, testando suas habilidades de comunicação direta com o público.
Kondzilla defende protagonismo para jovens de favela através do estudo da tecnologia
Raoni Alves / g1 Rio
Onde assistir ao ‘Estrelas da Casa’?
O programa será exibido na TV Globo após “Quem Ama Cuida” (às quartas-feiras após o futebol e aos domingos após o “Fantástico”).
No Multishow, os fãs poderão acompanhar o “Estúdio Backstage” às quartas-feiras, às 22h30. O quadro será comandado por Gloria Groove e Dedé Teicher.s
O gshow e o Globoplay apresentarão as íntegras, votações oficiais, playlists e resumos diários do reality.
O aplicativo GloboPop também terá conteúdos exclusivos produzidos pelos próprios participantes.

Fonte: G1 Entretenimento

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30 anos depois, ainda tem gente que não entendeu o clipe de ‘Virtual Insanity’ do Jamiroquai…


Como o clipe de ‘Virtual Insanity’, do Jamiroquai, foi criado?
Trinta anos se passaram desde o lançamento e tem gente que ainda não entendeu o clipe de “Virtual Insanity”, do Jamiroquai.
Atração do Rock in Rio deste ano, o grupo de soul pop ganhou quatro prêmios no VMA da MTV, incluindo Melhor Clipe do Ano, graças ao vídeo em que o vocalista Jay Kay aparece deslizando, dançando e desviando de móveis.
Parece uma esteira gigante, mas na verdade são as paredes e o teto que se movem ao redor do cara. O chão fica parado.
A equipe do clipe, comandada pelo diretor inglês Jonathan Glazer, criou um quarto branco e cinza, tipo um cubo com rodinhas, com a câmera fixa na frente, como se fosse uma quarta parede:
Ilustração do esquema usado para as gravações do clipe ‘Virtual Insanity’, do Jamiroquai, divulgado pelo diretor Jonathan Glazer
Reprodução
Para criar esse efeito, a equipe ficava do lado de fora das paredes empurrando e puxando toda a estrutura do cenário para diferentes direções.
Como a câmera se movia acompanhando o movimento, a gente fica com a sensação de que a sala está parada e o chão está se mexendo. Na verdade, é o contrário: o chão está parado e todo o resto está se movendo.
Dá um nó na cabeça mesmo e tem uma entrevista para uma TV japonesa em que o diretor explica, com uma moeda no lugar do sofá e as mãos dele como as paredes (veja trecho no vídeo do topo).
Jay Kay no clipe ‘Virtual Insanity’, lançado pelo Jamiroquai em 1996
Divulgação
Outro detalhe do clipe é que ele parece um plano sequência, mas na verdade são quatro takes e os cortes são escondidos pelos movimentos bruscos de câmera.
Por 3 minutos e 55 segundos, o vocalista improvisa e interage com cadeiras e sofás presos no cenário por parafusos.
Jay Kay teve a ideia e sugeriu que eles usassem uma esteira gigante, só que o orçamento assustou: 280 mil libras.
Alguém da produção disse a frase que mudou tudo: se é tão difícil mover o chão, e se a gente deixar o chão parado e mover o resto tudo junto?
Bastidores do clipe ‘Virtual Insanity’, lançado pelo Jamiroquai em 1996
Reprodução/Youtube da banda
“Ele me ligou tipo uma da manhã. ‘Consegui, consegui! Vou travar a câmera e nós vamos mover a sala ao redor’. E eu fiquei tipo: ‘Certo, tudo bem… É, claro, te vejo de manhã, vai fundo!’ Cheguei ao set e tudo o que eu conseguia ouvir era: ‘Rápido para o Sul! Devagar para o Norte de novo! Rápido!’. E eu pensando: o que está acontecendo aqui?”, disse o vocalista do Jamiroquai em um making of sobre o vídeo, lembrando um telefonema do diretor.
Nos anos 90 e 2000, Glazer dirigiu comerciais e clipes, como “Karma Police” do Radiohead. Depois, ele virou diretor de filmes, incluindo “Zona de Interesse”, vencedor de duas estatuetas no Oscar, em 2024.
E no caso do filme e desses dois clipes, é impressionante como ele lida com espaços reduzidos e como esse cenário é tão importante quanto as pessoas que estão nele.
Com ele na direção, basta uma rua deserta, uma casa ao lado de um campo de concentração ou um cubículo para contar uma história.

Fonte: G1 Entretenimento

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Trocou R$ 3,5 mil na CLT por cachê de R$ 25 mil: a história do sósia do Gabigol, o ‘Gabigol da Torcida’


Os desafios e as maravilhas de ser um sósia de jogador de futebol
Em abril de 2019, o Flamengo goleou o San José, da Bolívia, no Maracanã. Na arquibancada, Jeferson Thiago recebeu o convite para dar entrevista e tirar fotos. “Você parece com o Gabigol”, diziam, fazendo referência ao atacante do clube carioca.
A partir dali, ele deixaria o emprego CLT como funcionário de uma empresa multinacional para virar o Gabigordo ou Gabigol da Torcida.
“Essa entrevista viralizou e o pessoal começou a me chamar de Gabigordo, mas eu costumo dizer que é a câmera que engorda. Aí viralizei como Gabigordo, comecei a fazer de tudo para poder parecer um pouco mais com ele e hoje estou aí como o Gabigol da Torcida”, explica ao g1.
Nesta semana, o g1 publica uma série de entrevistas com sósias de jogadores de futebol. Eles falam a relação com os atletas, cachês e os maiores perrengues. Ser sósia é profissão?!
Gabigol da Torcida e Gabigol
g1
Ele conta que, no início, tentou conciliar o trabalho na empresa com seu “bico” de sósia. Porém, a agenda começou a atrapalhar e ele precisou escolher.
“A galera até brinca que sósia é inimigo da CLT. Eu sempre trabalhei. Foram quatro anos na Aeronáutica e 12 em uma empresa multinacional […]. Na empresa eu ganhava entre R$ 3,5 mil e R$ 3,8 mil. Em um dia de trabalho que fiz em São Paulo, ganhei R$ 25 mil. É totalmente diferente.”
Hoje, ele explica que o mercado de sósias mudou. Nos últimos anos, com o crescimento desse tipo de trabalho, o faturamento se diluiu entre os dublês.
Outro fator que gerou queda na renda está ligado ao sucesso do atleta “original”. Quando Gabigordo começou, o atacante do Flamengo estava entre os maiores atletas do Brasil, jogando por um time com uma das maiores torcidas do país. Hoje, Gabigol é atleta do Santos, em uma fase de menos prestígio.
Mas o Gabigol da Torcida entendeu a situação e encontrou novas maneiras de ganhar dinheiro, além de publicidades, eventos corporativos e festas infantis.
“Montei uma loja de eletrodomésticos e móveis, coloquei funcionários e, enquanto a loja faz o dinheiro lá, eu estou viajando e fazendo os eventos. Quando vou às fábricas buscar produtos para a loja é uma loucura, porque o pessoal começa a gritar: ‘Olha o Gabigol aí, saiu do Flamengo e virou entregador’. É muito engraçado, mas graças a Deus ainda tem muita procura de empresas para fazer publicidade como influenciador.”
Os desafios estéticos
Jeferson ficou um dia com dread
Reprodução
Jeferson sempre teve uma barba grande, uma das principais características estéticas de Gabigol. Esse ponto sempre foi um facilitador na hora de manter a aparência parecida com a do jogador.
Porém, o atacante também é conhecido por mudanças drásticas de visual, principalmente quando o assunto é corte de cabelo.
Por se tratar de um trabalho, Jeferson conta que sempre gastou um “bom dinheiro” atualizando seus cortes de acordo com os de Gabigol para atender ao seu público.
No entanto, era difícil acompanhar o ritmo das mudanças.
“Quando as empresas procuram, tem que estar sempre parecido com ele. Quando ele coloca dread, para mim é o mais difícil porque dói muito a cabeça. Teve uma vez que ele colocou o dread no fim de semana, eu fui e viajei para fazer um trabalho. Quando voltei, na segunda-feira, coloquei o cabelo. Na terça, ele tirou. Esse tipo de coisa é complicado, mas faz parte.”
Com relação às tatuagens, ele explica que sempre gostou de arte corporal e o único desenho feito exclusivamente para seguir parecido com Gabigol foi uma ave no pescoço.
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E como é a relação com Gabigol?
Carioca e flamenguista, Jeferson acompanhou seu ídolo de perto entre 2019 e 2023.
Vendido ao Cruzeiro, Gabigol se mudou para Minas Gerais. Seu sósia, conhecido nacionalmente, diz ter recebido convites da torcida cruzeirense para ir junto. Mas recusou.
“Não tenho essa de Gabigol Futebol Clube. Eu torço para o Flamengo e acompanho o Flamengo. Agora ele está no Santos, mas acompanho só o que acontece com ele, torço para que ele vá bem.”
Gabigol sempre manteve distância do seu sósia. Inclusive, faz questão de deixar claro que não gosta muito.
“Não acho [parecido]. Acho que ele força muito para parecer comigo”, disse em entrevista ao podcast “Podpah”.
Jeferson não se incomoda em ser renegado pelo jogador.
“Já fiquei hospedado no mesmo hotel, tive contato com ele, tiramos foto e ele me recebeu super bem. Mas a gente nunca foi próximo. Ele já deixou claro que não curte muito.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre Tomás Improta, virtuoso pianista que transitou entre o jazz e a MPB


O pianista Tomás Improta (1948 – 2026) morre no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do músico, aos 77 anos
Reprodução / Facebook Tomás Improta
♫ OBITUÁRIO
♬ Ocorrida neste domingo, 23, em decorrência de complicações relativas a um câncer de garganta, a morte do pianista carioca Tomás Improta França (24 de setembro de 1948 – 23 de agosto de 2026) interrompe a trajetória de um dos músicos mais prestigiados e talentosos da música brasileira.
Tomás Improta – como o músico se apresentava no meio artístico – tinha 77 anos e iria fazer 78 anos no próximo mês. O corpo do artista será velado e cremado amanhã, segunda-feira, 24 de agosto, no Crematório da Penitência, no Caju.
Pianista de extrema musicalidade, manifestada ainda na infância, Improta foi também compositor, arranjador e professor, além de escritor de livros sobre teoria musical, sempre transitando entre a MPB e o jazz, dois universos musicais que abraçou ainda nos anos 1960.
Ao longo de 56 anos de carreira, Improta seguiu a trajetória da maioria dos músicos brasileiros. Tocou em discos e shows com grandes nomes da MPB – como Chico Buarque, Djavan, Gal Costa (1945 – 2022), Gilberto Gil e Maria Bethânia, entre muitos outros – e construiu paralelamente uma discografia solo apreciada no nicho da música instrumental.
Como músico acompanhante, o pianista integrou A Outra Banda da Terra, formada por Caetano Veloso no fim de 1977. Com essa banda, Caetano gravou álbuns como “Muito (Dentro da estrela azulada)” (1978), “Cinema transcendental” (1979), “Outras palavras” (1981), “Cores, nomes” (1982) e “Uns” (1983).
Na discografia solo, Tomás Improta legou álbuns como “Tear” (1992), “Bartok jazz” (1995), “Certas mulheres” (1998), “Dorival – Tomás Improta interpreta Dorival Caymmi” (2002), “A volta de Alice” (2015) e “Olha pro céu” (2017), além de disco gravado e assinado em duo com a flautista Andrea Ernest Dias, parceria exposta já no titulo do álbum, “Andrea Ernest Dias, flauta – Tomás Improta, piano” (2005).

Fonte: G1 Entretenimento